Sexta-feira, 20 de Junho de 2014

NÃO É PRECISO SER JURISTA PARA ANALISAR A INSENSATA SENTENÇA QUE BENEFICIOU O MONTADOR ACUSADO DE ABALROAR MANIFESTANTES ANTITOURADAS

 

Basta ser-se lúcido.

 

Eis uma análise perfeita a esta injustiça (mais uma) que envergonha os Poderes Judicial e Policial

 

 

(Origem da foto: http://www.tugaleaks.com/marcelo-mendes.html)

 

Carlos Ricardo, deixou um comentário ao post JUSTIÇA À PORTUGUESA: MONTADOR ACUSADO DE ABALROAR MANIFESTANTES ANTITOURADA NÃO VAI A JULGAMENTO às 02:44, 2014-06-20.

 

 Comentário:

 

«Na altura deste incidente, enviei um e-mail á "Animal" (04 Setº 2012) e que abaixo transcrevo e que gostava que analisassem. Chamo também a atenção para uma entrevista que o Tauricida M. Mendes deu na TV (neste momento não me lembro em que canal, mas que o disse, disse) e que transcrevo no ponto 7.

 

Não sei se esta declaração do M. M. (Marcelo Mendes) na entrevista foi tida em conta pelo juiz ou apenas aceitou a 2ª versão de que não conseguiu dominar o cavalo (extraordinariamente desmontada por Vasco Reis).

 

Desconheço o teor das queixas feitas pela "Animal" e outras pessoas, mas espero que conste o que alertei na altura (a seguir):

 

"Visionado o vídeo com atenção, verifiquei que a acção da polícia foi MUITO NEGATIVA e não foi acautelado nem cumprido por esta, a missão de que estava incumbida (manutenção da ordem pública). Se não vejamos:

 

1. A posição dos elementos policiais numa situação destas, SÓ podia ser, colocarem-se entre os manifestantes (MANIF.) e os taurinos; Caso tenham recebido ordens diferentes, é absolutamente contra uma estratégia PREVENTIVA.

 

2. Ora, se estivessem nos seus correctos postos, a polícia estaria virada para os manif, ou para os taurinos (estar metade virada para os manif. e a outra metade para os taurinos, não me parece que fosse o caso, mas também vou analisar essa possibilidade)

 

3. SE ESTIVESSEM VIRADOS PARA OS MANIF. não veriam a 1ª investida do M. M., mas CERTAMENTE VERIAM os manif. atirar pedras ao cavalo (como estupidamente acusa o M. M. na entrevista na TV). E, se tal vissem, ninguém me convence que não actuariam de imediato, quiçá, batendo ou pelo menos prendendo quem atirou pedras!!! Se viram (impossível, porque isso não aconteceu) e nada fizeram, então não acautelaram a ordem pública nem cumpriram eficazmente a missão para que foram destacados. E a prova da sua ineficácia, desleixo e NÃO PROTECÇÃO DOS CIDADÃOS PACÍFICOS foi que permitiram uma 2ª investida. E, tratando-se de uma tentativa de agressão, utilizando uma arma (o cavalo) superior á dos "adversários" (a lei proíbe isso) O M. M. DEVERIA TER SIDO IMEDIATAMENTE DETIDO, POR FLAGRANTE DELITO.

 

4. SE ESTIVESSEM VIRADOS PARA OS TAURINOS, poderiam não ver "as pedras" mas VERIAM CERTAMENTE A INVESTIDA DO M. M. ! E, neste caso, também não actuaram como profissionais de prevenção e defesa da integridade física dos cidadãos. E que a polícia não venha dizer que foi tudo muito rápido e que não foram a tempo de impedir que o M. M. investisse. Se NÃO FORAM A TEMPO É PORQUE ESTAVAM MAL POSICIONADOS e então terá que se culpar QUEM LHES DEU ORDENS!!

 

5. SE ESTIVESSEM METADE VIRADOS PARA UNS E METADE VIRADOS PARA OUTROS, então, com mais forte razão, verificavam os actos de ambas as partes!!

 

6. O tempo que a polícia levou a actuar e quando o fez DESEMBAINHOU OS BASTÕES e FOI DIREITA AOS MANIF. e SÓ DEPOIS FORAM "FALAR" com o bandido, MOSTRA BEM COM QUE ORDENS FORAM ALI COLOCADOS!!

 

7. Sobre as acusações do M. M. na TV, quando diz que o cavalo se assustou com as pedras e recuou para cima dos Manif., isso é simplesmente anedótico... Dizer que, na 2ª investida, foi para capturar um manif. que o ofendeu, isto é tentar fazer justiça pelas próprias mãos pondo em risco a vida das outras pessoas !! Ter em atenção que o M. M. diz que perseguiu o manif. para o entregar á polícia "QUE NA ALTURA NÃO ESTAVA ALI" !!!! Então onde estava?"

 

Se perante todos estes factos o juiz decidiu como decidiu, só pode ser má fé ou incompetência desse juiz.!!!»

***

Dispenso acrescentar alguma coisa a esta análise.

Está aqui tudo.

Um excelente trabalho de jurista, sem o ser, Carlos Ricardo.
***

 

ESCLARECIMENTO:

A Carla Ferreira enviou-me este esclarecimento:

«Só para esclarecer, a propósito do que escreveu no blog: a Polícia estava posicionada ao lado, mas um pouco afastada. Onde estavam, conseguiam ter alcance visual para ambos os lados. Se só agiram depois da 2.ª investida, não foi porque não tivessem visto nada. E mesmo quando agiram, demoraram até criarem uma barreira de segurança».

Obrigada, Carla Ferreira.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:41

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Sexta-feira, 23 de Maio de 2014

É PRECISO VOTAR NA MUDANÇA - PS, PSD e CDS/PP JÁ MOSTRARAM O QUE NÃO VALEM

 

Quando forem votar lembrem-se disto:

 

 

Agora dê-se oportunidade a outros de mostrarem que são diferentes: 

 

Que não mentem...

 

 Não defraudam...

 

Não se vergam a lobbies...

 

Que põem arte na política...

 

O atraso civilizacional de Portugal mede-se pelas barbaridades que os governantes permitem, ao abrigo de leis irracionais.

 

Temos de punir esses governantes através do voto, e eliminar essas leis para que possamos entrar na senda da evolução.

 

Os Portugueses têm o dever de devolver a Portugal a dignidade perdida devido às trocas e baldrocas do poder instalado.

 

A mudança é necessária. 

 

 É possível.

 

Virar o disco e tocar o mesmo é compactuar com a incompetência. 

 

 A hora é de mudar.

 

Vamos ver até onde vai a coragem e a lucidez do povo.

 

Depois não se queixem.

 

 ***

ESTA É UMA HIPÓTESE DE MUDANÇA

 

 ACREDITO NA FORÇA E NA CORAGEM DE UMA MULHER QUE JÁ DEMONSTROU A SUA GARRA, DEFENDENDO A VIDA E O BEM-ESTAR DOS SERES HUMANOS E NÃO HUMANOS

 

Marisa Isabel dos Santos Matias é uma socióloga portuguesa com trabalho na área do ambiente e da saúde pública e deputada europeia do Bloco de Esquerda.

 

Mensagem de Marisa Matias aos defensores e defensoras dos animais:

 

Queridas amigas e amigos,

 

A campanha passou a voar, mas não queria deixar de escrever estas linhas com algumas das propostas em defesa dos animais que o Bloco de Esquerda quer levar para o Parlamento Europeu.

 

Em termos concretos, o artigo 13 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia estabelece que os animais são seres sensíveis, e portanto acho inexplicável que não exista legislação adequada que proteja os milhões de animais na União Europeia. E efectivamente, este tema é uma preocupação cada vez maior na sociedade europeia actual.

 

Por isso acho que se deve apostar na consagração de um estatuto jurídico do animal a nível comunitário e na adopção de medidas para a sua protecção efectiva em todos os Estados-Membros.

 

Em relação às corridas de touros, o facto da União Europeia continuar a alimentar a indústria da tauromaquia anualmente com milhões de euros nomeadamente na forma de subsídios da PAC para as ganadarias, vai contribuindo para a manutenção e aumento artificial deste negócio. Por isso defendemos o fim dos subsídios da União Europeia que alimentem a indústria tauromáquica e para outros espectáculos com animais.

 

Todos os anos, cada vez mais países proíbem o uso de animais selvagens nos circos. Podemos referir por exemplo a Bulgária, República Checa, Dinamarca, Finlândia, Hungria, Suécia, Croácia, Noruega e Eslovénia. Outros países proibiram o uso de animais capturados na natureza, ou os que estejam protegidos no catálogo CITES.  Em Portugal legislou-se contra a reprodução dos animais selvagens que vivem nos circos. Mas acho que é tempo da União Europeia tomar uma posição conjunta e corajosa sobre esta matéria, acabando com a utilização de animais selvagens nos circos.

 

Cerca de 12 milhões de animais são utilizados em investigação científica na União Europeia. Pessoalmente também defendo a substituição do uso de animais na investigação científica, e por isso participei na Iniciativa de Cidadãos Europeus. É preciso rever a Directiva 2010/63/UE, para limitar o uso de animais em investigação e permitir a sua gradual substituição com alternativas viáveis.

 

Outro aspecto é a produção intensiva de animais para abate. Os cidadãos europeus estão cada vez mais conscientes do que sofrem os animais criados em explorações pecuárias onde ocorrem práticas como a amputação do bico dos frangos; a castração e a amputação da cauda e dos dentes dos leitões a sangue frio; o corte dos cornos dos bezerros, etc. Estes animais, e outros, como vacas e gansos, sofrem de maneira terrível. Por isso proponho a proibição destas práticas, que geralmente se realizam em total incumprimento da obrigatoriedade de serem realizadas com anestesia e proponho que se modifique a Directiva 98/58/CE para que seja proibida toda e qualquer forma de mutilação na União Europeia, por ser incompatível com o bem-estar animal.

 

Actualmente os animais de quinta são criados e exportados para diversos países dentro e fora da União Europeia sem qualquer regulação sobre os tempos de transporte. Por exemplo, a Catalunha importa leitões da Holanda para serem engordados nas quintas catalãs, para que posteriormente a respectiva carne seja exportada para outros países como Itália, Alemanha e França. Muitos destes animais sofrem lesões, e calor ou frio intenso durante o transporte, estão privados da capacidade de movimento, de comida e água durante todo o período de transporte, e muitos deles chegam mortos ao seu destino. Estes métodos de importação e exportação de animais vivos somam dezenas de horas de transporte de horror às suas vidas de confinamento em quintas de produção intensiva. Por isso achamos que se devem impor limites ao transporte de animais vivos entre países da União Europeia.

 

Queridos amigos e amigas, creio que se identificarão com estas ideias, e alegro-me com isso. A sociedade evolui nesta direcção, em sermos cada vez mais conscientes do bem-estar dos animais e dos seus direitos, e a União Europeia tem a obrigação adicional de estar na linha da frente desta evolução.

 

Da minha parte tudo farei para que assim seja, e creiam, têm em Bruxelas uma de vós na luta por esta causa.

 

E no dia 25 conto com o vosso apoio para travar esta nossa luta!

 

Com os melhores cumprimentos, da

 

Marisa Matias

Candidata ao Parlamento Europeu

Pelo Bloco de Esquerda, Portugal»

 

***

VEJAM OS VÍDEOS E DIGAM DE VOSSA JUSTIÇA

 

 

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:45

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Quinta-feira, 1 de Maio de 2014

O MUNDINHO ABETESGADO DA TAUROMAQUIA

 

Em Samora Correia (uma terrinha que ainda vive na Idade Média) realizou-se uma reunião de tauricidas para discutirem “A força da festa brava”, onde se falou da pobreza moral e da decadência da tauromaquia.

 

 

(Origem da foto: Internet)

 

E foi um tal de lavar roupa suja.

 

Disse-se que os políticos (naturalmente os que estão na Assembleia da República a fazer o frete ao lobby tauromáquico) usam a “festa brava” para se promoverem (o que é um grande desprestígio para um deputado da nação) mas quando chega a altura de a defenderem evitam defendê-la «escondendo a cabeça debaixo da areia».

 

Pudera!

 

Quem é que se atreve a defender a estupidez, numa assembleia de deputados da Nação, sem passar por estúpido? É que não é fácil defender algo que é absolutamente imbecil, como torturar seres vivos para divertimento, e sair mentalmente ileso.

 

A isso também podemos chamar cobardia: não têm a coragem de, em público, assumirem a sua pobreza moral. O que também significa que não têm a certeza de que a tauromaquia é cultura culta e uma arte ao nível do bailado clássico. Sim, porque afinal é protagonizada por bailarinas que usam collants e sapatinhos cor-de-rosa… e fazem piruetas nas arenas… Porém… não será a mesma coisa…

 

Lê-se na notícia, que «o antigo matador de touro, Victor Mendes, afirmou que há que ter muito cuidado com os políticos, enquanto o ex-secretário de estado da cultura (?) Elísio Summavielle assegurou que a maior parte dos políticos não se querem ver comprometidos com a festa brava.»

 

Pois, Sr. Summavielle, a “festa” brava não é flor que se cheire, logo… quem tem um pouco de vergonha na cara não se compromete com tal flor mal cheirosa.

 

Mas quem é digno da função que exerce, tem a coragem de dizer não à estupidez. É que nem todos os políticos são marialvinhas ou estão fora do prazo de validade (isto é, são medievais).

 

O “crítico” taurino Maurício do Vale, que também esteve presente nesta conversa, disse que «os políticos escondem-se porque o lobby anti-taurino que se criou é muito complicado».

 

Ó Sr. Maurício do Vale, primeiro não há um lobby anti-taurino. O que há é uma esmagadora maioria de portugueses que evoluiu, tem sensibilidade e bom senso para não embarcar em leis parvas, anticonstitucionais e bastardas, que excluem do Reino Animal os Touros e os Cavalos, algo que diz da extrema ignorância de quem aprovou tal disparate.

 

E isto não é ser “complicado”. É ser racional, Sr. Maurício do Vale. Coisa que os pró-touradas não são. Daí os “políticos” não quererem comprometer-se com a irracionalidade. Afinal são deputados da Nação. Seriam, aliás, são, (os que apoiam esta festa de broncos) motivo de chacota, por não terem a dignidade que o fazer da política requer, nem sequer têm personalidade própria. O que é péssimo para quem quer seguir uma carreira política. Estão todos marcados pelo I de Incultura, de Incompetência, de Ignorância, de Incivilidade.

 

E como era de esperar este colóquio importantíssimo, atraiu apenas 50 gatos-pingados. Para quem diz serem mais do que as mães, este número é muito significativo.

 

E dizer que anda a maioria parlamentar a apoiar uma minoria inculta e primitiva!

 

E lê-se mais: «Entre os temas abordados esteve a falta de coesão dos aficionados para se defenderem da promoção crescente dos movimentos anti-taurinos

 

Mas os aficionados lá sabem alguma coisa? Só sabem de tortura, de violência, de crueldade, de promiscuidade. A Cultura Culta é uma fortaleza inexpugnável. Nenhum grupelho inculto a derrubará. Jamais.

 

E então aquele que já foi secretário de estado da incultura, Elísio Summavielle chegou a dizer que «nunca os aficionados sentiram necessidade de se defender nos últimos dez anos, mas hoje em dia temos que lutar pelas nossas convicções", preocupado com os rumores de participação de elementos anti-taurinos na criação do novo regulamento para a “festa” brava.

 

Ainda bem que lhes chamou “nossas convicções”, Sr. Summavielle, o que só prova que foi para o governo, com o único objectivo de lutar pela continuidade da estupidez (mas isso já sabíamos). Quanta mediocridade senhor ex-secretário de estado! É assim que ficam para a História. Nem brio pessoal estes pseudo-políticos têm.

 

E não, Sr. Summavielle, não são rumores, é a realidade. E não haverá “novo regulamento” de coisa nenhuma. A tauromaquia, em todas as suas diabólicas vertentes, é para ser abolida. Já não tem razão de existir. Não se esqueça que estamos em 2014. Não estamos na Idade Média. Ou ficou parado no tempo?

 

Depois veio o vila-franquense Victor Mendes criticar a utilização económica que alguns elementos da família taurina fazem do espectáculo: «Às vezes parece que vale tudo. Os pseudo-empresários querem apenas fazer dinheiro e não se preocupam com a qualidade. Existe um cinismo encoberto no meio disto tudo e por isso é que nós nos temos que organizar».

 

Têm de se organizar, sim, mas para plantarem oliveiras e produzirem azeite, porque a era da carnificina… já era… Já a podemos conjugar no passado. Como muito bem sabe.

 

O montador tauromáquico Brito Paes, também falou e disse que em Portugal não existe respeito pela “festa”.

 

E que respeito pode merecer a “festa” dos broncos? A “festa” da tortura? E que consideração pode merecer quem nela participa? Se são o refugo da sociedade?

 

E lamentou-se o montador, que tem explorado o negócio dos Cavalos (e essa é outra questão a ter em conta e a abortar) para se precaver de uma carreira tauromáquica cada vez menos viável (pois… cada vez menos viável, verdade): «Em Espanha respeitam-nos de outra maneira, é um ambiente diferente. Às vezes saímos de um hotel em Portugal vestidos como cavaleiros e perguntam-nos se vamos para o Carnaval»…

 

Pudera! Esse tipo de roupas cavaleirescas só mesmo no Carnaval. Quem é que em pleno século XXI anda vestido como os montadores medievais? Essa época já não existe mais.

 

Não sejam ridículos.

 

Façam um acto de contrição. Os padres católicos, que vos apoiam, não vos ensinaram?

 

Têm muito que “pagar” à infalível Lei do Retorno (inclusive os padres católicos), mas quanto mais cedo desistirem da carnificina, menor será a dívida.

 

Pensem nisso, porque Deus suporta os maus, mas não eternamente, dizia Cervantes com muita sabedoria e essencialmente conhecimento de causa.

 

Fonte:

http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=&id=72221&idSeccao=422&Action=noticia#.U2C6TrdfCmw

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:08

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