Sexta-feira, 11 de Maio de 2018

MAIS DE QUATRO MIL ASSINATURAS CONTRA AS TOURADAS NOS AÇORES

 

COMUNICADO DO MCATA - Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores

 

AÇORES.jpg

 É deste modo bronco que alguns açorianos se divertem...

 

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) condena o início de outra época de touradas à corda na ilha Terceira e relembra que são já mais de quatro mil as assinaturas que apoiam a petição “Não mais touradas, com ou sem corda, nem violência contra os animais nos Açores” disponível na plataforma Change.org:

(https://www.change.org/p/assembleia-regional-dos-a%C3%A7ores-n%C3%A3o-mais-touradas-com-ou-sem-corda-nem-viol%C3%AAncia-contra-os-animais-nos-a%C3%A7ores).

 

Os assinantes protestam contra a intenção do Governo Regional dos Açores de introduzir novas alterações à legislação que regulamenta a tourada à corda (entretanto aprovadas na Assembleia Legislativa Regional em Março), considerando que esta prática cruel e retrógrada, que nos envergonha como povo, deveria ser abolida, introduzindo definitivamente o progresso e a modernidade no âmbito das nossas festividades populares.

 

As touradas à corda são responsáveis pela morte e pelo ferimento frequente de numerosos animais, que são abusados inutilmente, para mera diversão humana. São também a causa do ferimento e da morte de seres humanos, calculando-se em cerca de uma pessoa morta e 300 feridos, em média, anualmente. Além do referido, contribuem ainda para uma imagem negativa dos Açores junto de cidadãos nacionais e estrangeiros, que se sentem incomodados ao saber que na região que visitam os animais não são respeitados.

 

Embora haja quem pretenda associar as touradas à corda a tradições religiosas, queremos relembrar aqui as recentes palavras do Pároco dos Fenais da Luz, o Padre Ricardo Tavares: “A tourada é uma prática anticristã, que já foi várias vezes condenada pelos Papas. Inclusivamente a última encíclica do tão aplaudido Papa Francisco, Laudato Si, condena os maus tratos sobre animais. A tourada é uma prática sádica, na qual as pessoas se divertem à custa do medo e do pânico do toiro, além de ser uma actividade bárbara, anticivilizacional e dispendiosa, que queima verbas que podiam muito bem ser canalizadas para uma acção social ou até para o restauro da Igreja.”

 

Infelizmente o Governo Regional e as autarquias da ilha Terceira são mais tradicionalistas que a própria Igreja Católica, e a sua ideia de progresso é manter para sempre associada às festividades populares do nosso povo uma tradição bárbara e violenta como são as touradas à corda.

 

Quantos mais feridos graves e mortos, quantos mais animais feridos e com os ossos partidos, quantos mais turistas envergonhados e constrangidos serão necessários para acabar com o apoio governamental a esta infame actividade própria de outra época?

 

Comunicado do

Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

10/05/2018

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:43

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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

MATP CONTESTA TOURADAS À CORDA COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DE PORTUGAL

 

A proposta partiu de Lara Martinho, deputada do Partido Socialista, oriunda da ilha Terceira (só podia ser!), eleita pelos Açores, para a Assembleia da República Portuguesa, talvez com este único intuito...

 

Que vergonha! Que disparate! Que falta de lucidez, senhora deputada!

 

Isto é inacreditável, vindo de uma “socialista”!!!! Isto só acontece num país com uma “costela” terceiro-mundista!

 

TOURADAS.png

Como se este “divertimento”, do mais boçal que se possa imaginar, pudesse alguma vez ser elevado a património de alguma coisa! Só se fosse «Património Imaterial da Estupidez»! Basta olhar para a imagem e ver o nível “coltural” desta prática troglodita!!! Isto é mesmo de quem nunca saiu da toca, e desconhece os divertimentos cultos, civilizados e dignos de uma Humanidade evoluída.

 

O Movimento pela Abolição da Tauromaquia de Portugal (MATP) contesta a proposta da deputada Lara Martinho, do PS, eleita pelos Açores, para a Assembleia da República, que pretende incluir as “touradas à corda”, na lista de Património Cultural Imaterial.

 

No Comunicado emitido pelo MATP, pode ler-se: «Como se não houvesse mais nada de verdadeiramente útil para fazer em defesa da sua terra, os Açores, a deputada do Partido Socialista, Lara Martinho, da Ilha Terceira, propôs, na Assembleia da República, que a tourada à corda seja classificada como Património Cultural Imaterial de Portugal (…) Se esta pretensão já é má, péssima é a opinião do ministro que devia ser da Cultura, e que admitiu que tal seja possível».

 

Um ministro da Incultura Socialista, está-se a ver! Mas haverá alguém no seu juízo perfeito, que lhe passe pela cabeça, fazer desta prática, completamente imbecil, que anualmente causa, em média, mais de 300 feridos e por vezes mortos, património de alguma coisa?

 

Entretanto, na Internet, está a circular uma Petição Pública, que conta com cerca de três mil assinaturas, contra as touradas à corda. O MATP já se pronunciou negativamente sobre a referida proposta e é uma das organizações subscritoras da Petição que, entre outros assuntos, denuncia as intenções de se colocar esta prática medievalesca na lista do Património Cultural Imaterial!!! Para o MATP, as touradas, com corda ou sem corda, devem ser colocadas no seu devido lugar, ou seja, no caixote do lixo da História.

 

Só em entre Maio e Outubro de 2017, teve lugar, na ilha Terceira, um total de 215 touradas à corda. E isto, só por si, diz do monumental atraso civilizacional em que vive o povo terceirense, que se recusa a evoluir, numa ilha (a Terceira) que é a vergonha, a nódoa negra do Arquipélago dos Açores.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia: Diário Insular, 16 de Janeiro de 2018.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:19

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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017

OUVI DIZER QUE ANGRA DO HEROÍSMO PRETENDE CONSTRUIR UM MONUMENTO À COBARDIA DOS FORCADOS…

 

Perpetuar a cobardia de torturadores de Touros moribundos, através de uma estátua, só diz da pequenez de espírito dos envolvidos neste projecto insano.

Mais uma vergonha para os Açores: um monumento à COBARDIA, com o aval de governantes, que não têm o mínimo respeito por si próprios.

Mais dinheiros públicos atirados ao lixo. Mais um “monumento” a atirar abaixo quando a selvajaria tauromáquica for abolida, daqui a uns tempos…

 

14-Pega-de-João-Silva-Amadores-da-Tertúlia-Tau

OITO matulões atacam um ser senciente e indefeso, esgotado, ferido, perfurado e sangrado por bardarilhas cravadas na carne por cobardes bandarilheiros; oito matulões atacam um Touro moribundo. Será isto valentia ou uma descomunal cobardia? Isto é quase como bater num morto. E é a esta COBARDIA que Angra do Heroísmo pretende erguer um monumento?
É que a cobardia é a mãe da crueldade, e os forcados são criaturas cruéis, insensíveis, e extremamente desumanas.

 

COBARDIA.jpg

 

Este projecto insano, da construção de um monumento ao forcado da Ilha Terceira foi apresentado (imagine-se) no Salão Nobre (que com isto perdeu a nobreza) da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, e pretendem inaugurá-lo no dia 24 de Junho de 2018, dia de SÃO JOÃO, porque coincide com os 45 anos ao serviço da COBARDIA e da CRUELDADE, do grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense.

 

O projecto que se intitula (pasmemo-nos!) “Valentes como a Rocha” é da autoria de José João Dutra, que nada deve saber sobre VALENTIA, porque valentia seria o grupo de forcados enfrentar um leão, que nem precisava de estar esfomedo, numa arena, e não um Touro moribundo, a sangrar, todo perfurado, por dentro e por fora.

 

Mas o José João Dutra explica: «A ideia é relacionar a dureza deste mineral com o valor dos forcados e do toiro, assim como as origens vulcânicas das ilhas dos Açores”, e acrescentou que «o monumento serve para que todos os intervenientes fiquem representados de forma a enaltecer os profundos e peculiares valores que são transmitidos na especialidade taurina portuguesa carregada de solidariedade, força, honra e dignidade», como se ATACAR UM TOURO MORIBUNDO tivesse alguma coisa a ver com solidariedade, força, honra ou dignidade!

 

(José João Dutra, a figura ridícula que se faz e os disparates que se dizem para ganhar uns tostões!)

 

 Mas o mais ridículo é isto: O acto foi encerrado com as palavras do presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, José Gabriel do Álamo Meneses, que enalteceu o projecto e em simultâneo a grande colaboração do município com as instituições taurinas locais, como o Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, apoio esse que irá continuar a manter.

 

Pois é senhor presidente, o senhor não tem o mínimo respeito por si próprio, como poderá ter respeito pela VIDA de um animal muito mais digno, sensível e inteligente do que aqueles que o torturam, para que sádicos e psicopatas possam divertir-se…? Nem os homens das cavernas o fizeram…

 

Envergonham o Arquipélago dos Açores, Portugal e a Humanidade com estas atitudes indignas da espécie humana.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:10

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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

FESTAS EM HONRA DE SANTOS DESACREDITAM A IGREJA CATÓLICA E A HUMANIDADE

 

É inconcebível que a igreja católica portuguesa seja cúmplice de tanta barbárie para celebrar os seus Santos!

 

Não é desse modo que angariam “crentes” para sustentarem as paróquias. Cada vez mais, os que nasceram católicos afastam-se da Igreja, por não se reverem nestes rituais bárbaros, medievalescos, grotescos, cruéis, violentos, nada condizentes com os ensinamentos de Jesus Cristo.

 

Repudio a hipocrisia dessa igreja que não segue os preceitos cristãos.

 

BAROSA.jpg

Os da Barosa chamam-lhe FESTA RELIGIOSA… em honra de São Mateus, e sacrificam garraios.

 

MORTE DO GALO.png

Em Seia, mata-se um galo à paulada, nas festas consagradas a Deus…

 

SÃO JOÃO1.png

 Na Ilha Terceira (Açores) praticam-se barbaridades em honra de São João

 

SENHORA DO MONTE.png

 Em São João da Pesqueira sacrificam-se Touros em nome de Nossa Senhora do Monte

 

34698367902_df5af54a0b_b[1].jpg

 Em Ponte de Lima o Corpo de Deus é celebrado com a abominável “vaca das cordas”…

 

Bem… isto é apenas uma amostra da monstruosidade que a igreja católica portuguesa consente em nome de Santos católicos, como se os Santos católicos alguma vez aplaudissem a tortura de uma ser vivo, que também é de Deus.

 

O decreto de proibição das touradas mais antigo de que se tem conhecimento é a bula do Papa Pio V, “De Salute Gregis Dominici”, datada de 1 de Novembro de 1567, mas ainda em vigor, e que dizia o seguinte:

 

«(…) Nós, considerando que estes espectáculos que incluem touros e feras no circo ou na praça pública não têm nada a ver com a piedade e a caridade cristã, e querendo abolir estes vergonhosos e sangrentos espectáculos, não de homens, mas do demónio, e tendo em conta a salvação das almas, na medida das nossas possibilidades, com a ajuda de Deus, proibimos terminantemente por esta nossa constituição (…) a celebração destes espectáculos (…)».

 

Tanto quanto sabemos, esta bula só foi acatada em Itália.

 

Isto foi o que disse o Papa Pio V, mas não é o que a Igreja segue. E a Igreja não seguindo, cala-se, num consentimento que, de tão silencioso, nos agride, como se gritasse: DOU-VOS A LIBERDADE DE SEREM IMPIEDOSOS PARA COM OS ANIMAIS!

 

A tortura de Touros e Cavalos tem-se realizado sob a égide de uma igreja que não respeita minimamente os preceitos de Deus.

 

A ideia de que o Touro era um ser diabólico, e como tal devia ser torturado, pertence a mitos antigos, quando imperava uma ignorância da mais profunda, e queimavam-se bruxas…

 

Hoje sabemos que o Touro é apenas um bovino, e as bruxas não existem. Em pleno século XXI da era cristã, já não se justifica queimar bruxas e torturar Touros para exorcizar demónios, que, a existirem, estão personificados nos carrascos das criaturas de Deus.

 

Está mais do que na hora de enterrar esta mentalidade medievalesca e dar o salto para o século XXI da era cristã.

 

Isabel A. Ferreira

 

Sugiro a leitura deste texto onde se aborda este tema mais esmiuçadamente.

A IGREJA CATÓLICA E A TOURADA

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/201627.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:32

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Sexta-feira, 23 de Junho de 2017

«FUNDOS PÚBLICOS E CRIANÇAS USADOS PARA PROMOVER AS TOURADAS NOS AÇORES»

 

(Ao cuidado do Dr. Armando Leandro) Presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens)

A Basta (Plataforma Nacional para a Abolição das Touradas) denuncia “esperas de gado bravoetourada” com centenas de crianças de escolas e jardins de infância da ilha Terceira a assistir a esta violência gratuita sobre seres vivos, nas bancadas da praça de touros.

 

A Plataforma Basta e todos os portugueses, no rol dos quais me incluo, que repudiam esta violação clara dos Direitos das Crianças, exigem o cumprimento da lei e a punição dos responsáveis.

 

A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo gasta 100.000 euros provenientes do erário público, nas “festas” sanjoaninas, em subsídios para a organização desta selvajaria, prática cruel que implica maus tratos a animais sencientes e indefesos, e uma violência oferecida gratuitamente às crianças, que merecem crescer mentalmente saudáveis.

 

espera-gado-acores-criancas-infantil.jpg

“Espera de gado infantil” em 2016. Imagem: Youtube – Foto Gabriel TV

 

A Plataforma Basta refere ainda que o exemplo das Sanjoaninas nos Açores é bem elucidativo da insustentabilidade desta actividade tauromáquica, que só consegue sobreviver graças aos subsídios e apoios financeiros do erário público, dependendo do dinheiro dos contribuintes portugueses para suportar a criação de touros, a organização destas actividades, a sua promoção, a compra de bilhetes, as despesas das associações de grupos de forcados, tertúlias, etc.

 

Como se tudo isto fizesse parte do espólio cultural de um povo civilizado!!!

 

Mais informa a Plataforma Basta que mesmo com os apoios públicos (que rondam no total os 16 milhões de euros, por ano, de acordo com a estimativa realizada pela Basta) as touradas perderam 53% do seu público em Portugal desde o ano de 2010, segundo as estatísticas oficiais da Inspecção-Geral das Actividades Culturais.

 

Este ano, durante as Sanjoaninas, estão previstos dois eventos tauromáquicos dirigidos especialmente às crianças: a “tourada das crianças e idosos” e a “espera de gado infantil”.

 

De acordo com a Plataforma Basta, ambas as situações motivaram a apresentação de denúncias junto das instituições de protecção das crianças nos Açores, com conhecimento da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, uma vez que os eventos em causa violam a legislação em vigor e a Convenção dos Direitos da Criança, facto que já levou o Comité dos Direitos da Criança das Nações Unidas a instar o nosso país a adoptar medidas de sensibilização e protecção das crianças para as afastar da “violência da tauromaquia”.

 

Segundo a Plataforma Basta, a “tourada das crianças” promovida em anos anteriores, decorre com a presença nas bancadas de centenas de crianças de escolas e jardins de infância da ilha Terceira, sendo as mesmas expostas a imagens de grande violência e a acidentes graves, que causam impacto e mau estar em algumas das crianças mais pequenas, conforme já foi reportado à Basta por alguns encarregados de educação.

 

No caso da “espera de gado infantil” as crianças são colocadas perante animais de raça brava, nas ruas da cidade, em situações de grande risco e susceptíveis de provocar acidentes graves. No ano de 2016, durante este evento, há o registo de colhidas violentas que vitimaram adultos e crianças (ver vídeo anexo).

 

Isto não configurará um crime de lesa-infância? 

 

«Não é aceitável, de forma alguma, que as crianças açorianas sejam expostas a imagens desta violência nem colocadas em situações que colocam em risco a sua saúde e integridade física, violando a lei e sem que ninguém se responsabilize por elas. Mais grave é o facto destes eventos serem promovidos com o apoio das instituições regionais que têm por obrigação garantir o bem-estar e o superior interesse das crianças», sublinha a Basta.

 

É oportuno salientar que a participação de crianças e jovens em “espectáculos” tauromáquicos constitui uma contra-ordenação muito grave imputável à entidade promotora da actividade, no âmbito da lei 105/2009 de 14 de Setembro (nº 2 do artigo 2º).

 

Fonte:

http://basta.pt/criancas_e_subsidios_promovem_touradas_nos_acores/

 

***

Dr. Armando Leandro, podemos perguntar para que servirá a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens? Ou as crianças açorianas não são portuguesas e merecedoras de todo o nosso carinho, atenção e protecção?

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:04

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Segunda-feira, 19 de Junho de 2017

NA ILHA TERCEIRA (AÇORES-PORTUGAL) A ESTUPIDEZ CONTINUA...

 

O povo da ilha Terceira foi atacado pelo vírus da estupidez, há um longuíssimo tempo. Este é um vírus que provoca um bloqueio nos neurónios e as criaturas não conseguem raciocinar normalmente. Trata-se de uma doença para a qual existe cura, porém, estupidamente, os governantes, também atacados por este vírus, não permitem que esta doença seja erradicada, porque lhes convém manter um povo bronco e submisso.

 

Investigadores norte-americanos encontraram o micróbio com impacto fundamental nas funções cognitivas dos indivíduos. A mentalidade fica completamente deformada, aparvalhada, e o resultado é o que podemos ver neste vídeo.

 

 É assim que os broncos se divertem, na ilha Terceira (Açores): com marradas, gritos, histeria, muito álcool e muita, muita estupidez… E depois querem ser considerados “gente” normal… O fulano do vídeo não morreu. Para a próxima estará lá outra vez. Só desistem quando morrem…

 

(Para que confirmem)

Cientistas descobrem o Vírus causador da Estupidez Humana!!!

(Se bem que a estupidez só pode ser humana. Nenhum animal não humano é estúpido)

48903da4677aa4dc76e8efbfd4a9d3b2.jpg

 

O que nós sempre achámos que era um problema de nascença ou até mesmo de educação, afinal é mesmo a causa de um vírus que afecta a capacidade cognitiva dos humanos, limitando a aprendizagem e a memória, tornando-os assim menos inteligentes.

 

Este vírus chama-se ATCV-1 e foi descoberto, acidentalmente a partir de um estudo sobre micróbios na garganta, por cientistas da Universidade John Hopkins e da Universidade de Nebraska.

 

De acordo com o jornal britânico «The Independent», os cientistas da Johns Hopkins Medical School e da Universidade de Nebraska encontraram o vírus quando estavam a estudar micróbios na garganta, para uma outra investigação. De forma surpreendente, os pesquisadores descobriram ADN nas gargantas de indivíduos saudáveis que coincidia com o ADN de um vírus conhecido por afectar as algas verdes.

 

«Este é o exemplo perfeito de que os microorganismos “inócuos” podem afectar o nosso comportamento e cérebro», explicou Robert Yolken, um virologista que liderou o estudo original.

 

Por norma, este apenas existia em algas verdes presentes nos lagos e nos rios, mas nunca tinha sido encontrado no corpo humano.

 

Por isso, da próxima vez que encontrarem alguém estúpido, pensem que afinal ele pode ser apenas uma vítima deste vírus e aconselha-o a dirigir-se ao hospital mais próximo… se mesmo assim não ficar melhor, é porque é mesmo um nível de estupidez que nem a ciência consegue curar!

 

Este será o caso dos portugueses adeptos do divertimento mais estúpido existente em Portugal: touradas à corda, de praça, à portuguesa, e todos os outros (circo, corridas, festas de matança de porcos) que envolvem o uso e abuso de animais não humanos.

 

Fontes:

http://www.ela-e-ele.com/cientistas-descobrem-o-virus-causador-da-estupidez-humana/

http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/microbio/descoberto-virus-responsavel-pela-estupidez

http://www.dn.pt/ciencia/interior/e-normal-a-estupidez-propagarse-e-um-virus-4231562.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:14

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Domingo, 28 de Maio de 2017

AÇORES ILHA TERCEIRA TOURADAS À CORDA MORTOS E FERIDOS DINHEIRO ESBANJADO MUITA CARÊNCIA SOCIAL E MORAL E VIVA O VÍRUS DA ESTUPIDEZ!

Na ilha Terceira (Açores) todos os anos morre em média uma pessoa e 300 ficam feridas nas touradas à corda

 

A “cultura” bronca no seu melhor…

 

TOURADA À CORDA.jpg

Imagem enviada via e-mail (Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:41

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Segunda-feira, 8 de Maio de 2017

NA ILHA TERCEIRA (AÇORES) A VIOLÊNCIA TEM O AVAL DO ESTADO PORTUGUÊS

 

Dizem que isto é cultura, e na realidade é a cultura da estupidez no seu estado mais puro.

Dizem que a imagem é violenta. Até pode ser, mas esta é uma violência autenticada por governantes cegos mentais, que não têm a mínima noção do que fazem.

As imagens deste vídeo dizem da extrema pobreza moral, cultural e social e do descomunal atraso civilizacional em que vivem as gentes da ilha Terceira.

O Touro apenas se defendeu legitimamente.

O bronco colheu o que semeou.

Se não morreu, na próxima, desafiará novamente a morte, com o aval da igreja católica e do governo de Portugal.

E dizem que isto “identifica” o nosso tão pobrezinho país...

Quem se revê nestas imagens? Apenas os broncos.

 

  

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:46

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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017

A ILHA TERCEIRA NA BOCA DO MUNDO PELOS PIORES MOTIVOS – TAUROMAQUIA

 

Um texto capital, escrito pelo médico veterinário, Dr. Vasco Reis, em 26 de Janeiro de 2014, ainda actual, e que nos conduz pelo mundinho tauromáquico da Ilha Terceira, que envergonha o Arquipélago dos Açores, Portugal, o Mundo e a Humanidade com o que os terceirenses chamam “cultura taurina”, ou seja, a selvajaria das selvajarias, como podemos ver na imagem…

 

(Estou a pensar traduzir para Inglês estes e outros textos semelhantes, e enviá-los às agências turísticas de todo o mundo, para que se fique a saber que Portugal não é apenas a Ilha da Madeira, o Algarve, Lisboa e os seus hostals, o Porto e o Rio Douro. Existe este submundo que muito nos envergonha.)

 

COLTURA.jpg

 Esta imagem diz tudo sobre a “coltura” taurina da ilha Terceira….

 

«A PROPÓSITO DO III FÓRUM MUNDIAL DA CULTURA TAURINA NOS AÇORES

Um dos intervenientes pretende que os touros plantam biodiversidade???

 

Ou será uma falácia para servir a ânsia de inventar vantagens ambientais da criação de gado bravo que é explorado nas touradas???

 

A informação objectiva que eu tenho, é que o gado bravo ocupa largas áreas da Ilha Terceira, o que impede que essas áreas sejam percorridas por pessoas/turistas com gosto por passeios na natureza.

 

Por isso, tais potenciais turistas devem procurar outros destinos, que não a Ilha Terceira.

 

A presença desses animais representa um perigo para quem inadvertidamente, ou por não conhecer a zona, ande por ali.

 

Já aconteceram ataques por touros.

 

- A tourada à portuguesa implica uma enorme tortura para touros e cavalos e é degradante para a sociedade e para o prestígio do país.

 

- A Sorte de Varas como autorizada em Espanha, não é permitida em Portugal. É uma modalidade de tortura maquiavélica destinada a perfurar e destruir musculatura do pescoço do touro, que deixará de poder levantar a cabeça ao investir contra o toureiro. O animal sangrando, debilitado, torturado por dores fortíssimas, fica impossibilitado para a luta.

 

Agora as autoridades estão "generosamente" a autorizar este massacre para agradar aos visitantes do FÓRUM, desrespeitando a lei proibitiva.

 

- A tourada à corda é propagandeada como atractivo turístico e como evento festivo, muito interessante, popular, emocionante, desopilante, lucrativo, etc.

 

Na realidade o que ali acontece é grave:

 

- um grande sofrimento psicossomático para o touro, que arrisca ser ferido gravemente e até a morte;

 

- elementos do público, mais afoitos, mais exibicionistas, mais alcoolizados, mais estúpidos, menos ágeis, arriscam-se a sofrer acidentes mais ou menos graves e até mortais por quedas, colhidas pelo touro, síncopes, etc.;

 

- despesas várias, desde organizativas (policiamento, bombeiros, ambulância, pessoal médico e enfermeiro, médico veterinário. etc) até outras, mais do que prováveis, em consequência de acidentes, tais como, de exames clínicos, hospitalização, cirurgia, morgue, autópsia, funeral, tudo à custa de dinheiros públicos alimentados pelos impostos dos contribuintes;

 

Daí resulta uma reputação lastimável para a cultura, para a ética das gentes, das autoridades, da Ilha, da Região.

 

O interesse pelo turismo na Terceira fica muito abalado.

É enorme a vergonha que recai sobre a Ilha Terceira e os Açores, por tanta exploração, por tanta tortura, por tanta mentira!

 

Vasco Reis»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/vmmreis/posts/1219164091507302?notif_t=notify_me&notif_id=1485440731300468

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:37

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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016

AS TOURADAS CONTRA O TURISMO NOS AÇORES

 

Comunicado do Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

 

TOURO.jpg

 

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA), num momento como o actual de grande desenvolvimento do turismo nas nossas ilhas, regista, com muita preocupação, alguns relatos de turistas que são intimidados pela presença de touros soltos quando percorrem alguns dos trilhos pedestres da ilha Terceira. Tal facto cria um clima de insegurança que é exactamente contrário à tranquilidade necessária e desejável para quem se desloca para contemplar as belezas naturais da ilha. Já houve mesmo relato de feridos entre os turistas.

 

Sendo os trilhos pedestres um dos principais pólos de atracção turística da região e dos mais procurados por quem nos visita, não se percebe alguma apatia existente na ilha Terceira que se traduz na falta de criação das devidas condições para a sua utilização.

 

Ao exposto, temos de acrescentar a realização na referida ilha de mais de uma tourada à corda por dia, por vezes cortando o trânsito, paralisando a economia e criando novas e absurdas situações de perigo para os turistas. Segundo notícias divulgadas na comunicação social nos últimos anos, são já vários os turistas que receberam ferimentos graves no decorrer duma tourada à corda, ou simplesmente por se encontrarem nas proximidades no momento da fuga do touro. Este ano foi ainda mais grave, tendo uma turista sido morta.

 

É este o cartaz turístico que os Açores pretendem oferecer a quem nos visita?

 

O MCATA considera delirantes as recorrentes declarações da indústria tauromáquica no sentido de afirmar que as touradas servem para atrair o turismo quando as mesmas são cada vez mais repudiadas a nível internacional. Ainda recentemente um operador turístico da ilha Terceira afirmou que os trunfos para atrair o turismo eram “os toiros, a natureza e a gastronomia”, convidando uma série de agentes de viagens espanhóis para conhecer estas realidades da ilha. O resultado foi o que se esperava: os próprios convidados foram peremptórios em desmentir as palavras do seu anfitrião, afirmando que “o principal trunfo da Terceira no campo turístico reside na natureza”.

 

O negócio das touradas parece ser claramente um entrave para o desenvolvimento do turismo, tanto na ilha Terceira como nos Açores, pois os aspectos negativos de qualquer uma das ilhas ficam, para o turista, associados ao conjunto do arquipélago. A irresponsabilidade e a falta de cuidado no desenvolvimento do turismo de natureza na Terceira, ou em qualquer outra ilha, pode dissuadir novos turistas de visitar os Açores.

 

O MCATA repudia todos os apoios declarados ou encobertos à tauromaquia e considera que devem ser criadas todas as condições para que os turistas se sintam em segurança na ilha Terceira bem como nas restantes ilhas.

 

Comunicado do

Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/

27/10/2016

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:16

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