Terça-feira, 3 de Março de 2020

O Homo Sapiens até pode ser sapiens, mas não é o único…

 

Vejam o vídeo e digam de vossa justiça!

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:53

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Domingo, 18 de Agosto de 2019

UM VÍDEO QUE PÕE EM EVIDÊNCIA A IRRACIONALIDADE DO “homem”

 

O vídeo mostra a acção do “HOMO PARVUS” no Planeta Terra, espécie à qual pertencem os políticos, os gananciosos, os que podem, os que (des)governam o mundo.

 

Não mostra, evidentemente, a acção do HOMO SAPIENS SAPIENS, detentor do Saber Humano, que faz avançar a Humanidade.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:41

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Domingo, 17 de Setembro de 2017

A evolução, a honra e o destino honesto de Portugal está nas mãos do povo português

 

 

Façam o favor de usar o material genético do cérebro e pensarem como HOMO SAPIENS SAPIENS ETHICUS, no momento de votarem…

 

Aqui ficam algumas ideias…

 

barãodeitararejpg BARÃO DE ITARARÉ.jpg

 

Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, também conhecido por Apporelly e pelo falso título de nobreza de Barão de Itararé foi um jornalista, escritor e pioneiro no humorismo político brasileiro

 

RUIBARBOSA1.jpg

Rui Barbosa foi um ilustre e sábio jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro.

 

LEIS.jpg

Desconheço quem é João Azevedo, mas que diz uma grande verdade, lá isso diz.

 

IGNORÂNCIA.jpg

Marcus Tullius Cícero foi um ilustre filósofo, orador, escritor, advogado e político romano

 

ESTUPIDEZ.jpg

Joseph Ernest Renan foi um célebre escritor, filósofo, filólogo e historiador francês

 

UNIÃO DO POVO.jpg

Raphael Gouvea Monteiro, escritor, palestrante consultor

https://www.facebook.com/raphaelgouveamonteiroescritor

 

***

Será preciso dizer mais alguma coisa?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:42

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Domingo, 4 de Setembro de 2016

«QUANDO NÃO TIVEREM FRUTOS COMAM OS TRONCOS» - DIÁLOGO ENTRE UM HOMO SAPIENS E UM HOMO PARVUS

 

Maria Helena Capeto, uma cientista e escritora que muito prezo, escreveu este curto mas interessantíssimo diálogo, que diz tudo sobre a tentativa que fazemos para passar aos desinformados, as informações necessárias para que evoluam e saiam da ignorância em que estão mergulhados até à ponta dos cabelos.

 

Porém, a missão torna-se impossível, porque assim como o pior cego é aquele que não quer ver, o pior ignorante é o que, por opção, prefere continuar ignorante.

 

SAPIENS - PARVUS.png

Homo Sapiens versus Homo Parvus

 

Sapiens - Não arranques a árvore, colhe só os frutos!

 

Parvus - Eu quero a árvore toda para mim!

 

Sapiens - Se não arrancares a árvore todos vão poder comer os frutos, tu incluído.

 

Parvus - És parvo ou quê? Estão ali mais duas árvores!

 

Sapiens - Mas se arrancas essa, os teus irmãos também arrancam as outras.

 

Parvus - E depois?

 

Sapiens - Depois não há mais frutos para ninguém!

 

Parvus - Mas nós ficamos com eles, por isso não há problema. É tradição.

 

Sapiens - Os frutos vão apodrecer e nem vocês vão ter mais.

 

Parvus - Lá estás tu com as tretas das teorias sempre armado em sabichão! Aprendeste isso onde? Sempre arrancámos as árvores! Não consegues perceber que assim estamos a protegê-las? Se não as arrancássemos já não existiam! Vê se vais aprender alguma coisa de jeito! Se soubesses do que falas ias arrancar as árvores como nós!

 

Sapiens - Desisto. Quando não tiverem frutos comam os troncos!

...

Maria Helena Capeto

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:27

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Quinta-feira, 21 de Julho de 2016

A DEFESA IGNÓBIL DA INDEFENSÁVEL SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

A selvajaria tauromáquica nada tem, nunca teve e nunca terá a ver com ”liberdade de escolha”, mas tão-só com mau carácter, ignorância, perversidade, sadismo, estupidez, idiotismo, brutalidade, barbárie, incultura, crueldade, violência, obscurantismo, selvajaria, tudo, absolutamente tudo o que não pertence à essência do Homo Sapiens, e é atributo maior do Homo Parvus.

 

Senhores deputados do PS (à excepção de Diogo Leão, Pedro Delgado Alves, Rosa Albernaz, Inês Lamego, Ivan Gonçalves, Isabel Santos, Pedro Bacelar, Luís Graça, Carla Sousa, Tiago Barbosa Ribeiro e João Torres), PSD, CDS/PP e PCP, nós não somos estúpidos. Sabiam?

 

Pretendem enganar quem? A vós próprios?

 

 

  Uma intervenção que envergonha as pedras das calçadas portuguesas.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:14

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Segunda-feira, 27 de Junho de 2016

O QUE SEPARA O HOMO SAPIENS DO HOMO PARVUS…

 

O Amor Animal

 

Este vídeo é apenas uma pequena amostra desse amor entre os animais humanos e os animais não humanos

 

A este propósito, aproveito para aqui deixar uma nova teoria sobre a Humanidade, da autoria de Josefina Maller, incluída no seu livro

«A Hora do Lobo»

 

 

 

«Oskar entende a política como um veículo que deve levar de um lugar para o outro, de passagem, e apenas de passagem, aqueles que nela se enfronham, e não um lugar cativo, propício a gerar a mais sórdida e malfazeja corrupção. Por este motivo, Oskar incomodava os corruptos, forçosamente. Era, pois, um homem a abater. Um dia, na impossibilidade de o eliminarem fisicamente, amordaçaram-no, do modo mais infame e covarde.

 

Como consequência desse acto, começou a interessar-se pelo estudo do que mais tarde viria a designar de Fenómeno do Homo Parvus ou Homo Predador, isto é, de uma criatura com aspecto de homem, porém possuidora de um cérebro primitivo, extraordinariamente mais primitivo do que o dos seus (dele, Oskar) irmãos macacos, conforme ele próprio faz questão de afirmar, e a qual criatura se desenvolveu paralelamente ao chamado Homo Sapiens – aquele que possui saber e o utiliza para o seu próprio bem-estar, e para o bem-estar de toda a Humanidade. Todavia, afiança Oskar, não se sabe muito bem como nem porquê – aliás como muita coisa que diz respeito à ciência, existindo até várias teorias sobre a questão, todas elas obviamente contraditórias, ou não seja a verdade da ciência sempre provisória – o Homo Parvus conseguiu sobrepor-se ao Homo Sapiens e alcançou o poder, se bem que um poder podre, o mais obtuso e destrutivo dos poderes, porque assente numa insipiência grosseira, o que o levou a começar a desgovernar o mundo, e este transformou-se num lugar mais caos do que ordem, onde o Sapiens, sob o desgoverno do Parvus, viveu quase sempre à deriva. Um contra-senso? Talvez, assevera Oskar, e questiona: «A força bruta, assente na ignorância, não foi sempre mais poderosa do que a mais eloquente inteligência? Quantos homens sábios morreram às mãos do Homo Parvus

 

A vida ignara dos homoparvus, norteada pelo seu saber pobre e podre, gira ao redor de tudo o que diz respeito à aniquilação do Planeta e dos seres que nele vivem: guerras, crimes de guerra, genocídios, massacres, torturas, invasões de territórios, armas nucleares, químicas e de destruição massiva, extinção de espécies; massacres de animais, campos de concentração, de reeducação e de extermínio; terrorismo, bombistas suicidas, enfim, um catálogo infinito de atrocidades, digno apenas de constar n’ O Livro Negro do Terror e da Ignorância, livro que, na verdade, já conta muitos milhares de páginas, escritas com o sangue dos inocentes. E sobre estas matérias, é preciso que se diga, Oskar escreveu já vários livros, que enfureceram não só os poderosos do seu país, como também os poderosos de todo o Planeta. É, pois, evidente, que Oskar seja tão desprezado, entre os políticos, entre os desgovernantes (como ele os qualifica) e até entre alguns dos seus pares, devido às suas ideias, estranhas, polémicas e, sobretudo, provocadoras, porque demasiado “simplistas”, na opinião das (des)inteligências buriladas no caos em que se transformou a vida no Planeta, onde proliferam (pre)conceitos abstracto-filosóficos, baseados na exclusividade de um eu sem causas, e em normas de conduta imoral e incívica, rebuscadas, sinistras e insólitas, a todos os níveis, tornando impróprias para consumo as sociedades engendradas em tal desordem.

 

Todas as épocas e todas as gerações, desde o dia em que o homem descobriu que podia acumular riquezas, e que essas riquezas lhe conferiam um determinado poder, tiveram o seu caos. No entanto, o tempo de Oskar, que, enfim, também é o nosso, é o tempo em que as nações, apesar de todos os progressos e de todas as evoluções, de todas as revoluções e de todas as boas intenções, ainda discutem a questão da guerra e da paz, não conseguindo atinar com qual destas situações será mais vantajosa para a Humanidade, ou mais condizente com mentalidades evoluídas. Direi que não estamos propriamente na era dos trogloditas, pois só pontualmente, um ou outro homem vive em cavernas. Calcula-se ter havido uma evolução de ideias e de comportamentos, desde o já longínquo primeiro amanhecer do australopiteco, contudo, essa evolução não se verificou entre o Homo Parvus que, nascendo pequeno e medíocre, permanece pequeno e medíocre, empancado, autoritário, impiedoso, repressivo, demente, obstinado, ignorante, enfim, constitui um verdadeiro entrave ao progresso dos povos.

 

Por outro lado, a cultura, o saber, a ciência, a arte, tudo o que valoriza a existência dos seres ditos humanos, é do domínio do Homo Sapiens que, no entanto, e inexplicavelmente, raras vezes teve o poder de mandar no mundo e quando, eventualmente, lá chega, é impiedosamente assassinado. O poder é dos fracos, e o saber dos fortes, sentencia Oskar que, todavia, não consegue explicar por que o poder dos fracos sempre se sobrepôs ao saber dos fortes, distanciando-nos, deste modo, e cada vez mais, do paraíso primordial, que foi o nosso Planeta à época da sua criação.

 

Quantos livros de poetas foram apreendidos e queimados diante da porta de Adriano, no decorrer dos séculos! Por esta e por outras que tais discrepâncias, Oskar recusa-se a aceitar o conceito de uma Humanidade uniforme, ou seja, rejeita a ideia da existência de uma só espécie humana. Para ele, há o Homo Sapiens, possuidor de uma inteligência construtiva, e o Homo Parvus que, não tendo evoluído ainda, é o resistente de uma raça de destruidores, não completamente extinta, e que, desde sempre, dominou a Humanidade através de políticas despóticas, agressivas e irracionais, e em tempos mais recentes, acrescidas de uma perversão mental conhecida por terrorismo, que se generalizou por todo o mundo.

 

Vive-se numa época em que já não há governantes nem autoridades, tão-só desgovernantes e desautoridades, sem a mínima capacidade crítica, analítica, ou mesmo reflexiva. Os autodenominados “políticos” e “autoridades”, ao não terem respeito por si próprios, não o têm também em relação aos outros, mas, sobretudo, não têm o respeito desses outros, ao praticarem uma política conforme os seus interesses mesquinhos, e não com base nos interesses dos povos, isto é, não exercem uma política com saber, com prudência e com lucidez, como seria desejável. O importante é acumular riquezas como se fossem viver eternamente e pudessem levá-las com eles para os túmulos, transformando os vermes em seus legítimos herdeiros.

 

Estamos num tempo em que paira sobre a Humanidade o espectro da pobreza extrema, da fome, da destruição do ambiente, da cada vez mais acentuada escassez de água potável, considerada o ouro de um futuro que, no entanto, é já presente; e de doenças provocadas por vírus e bactérias inteligentes, o novo e mais mortal inimigo do homem, o qual não se combate com armas de fogo comuns. Com as nucleares, talvez! Contudo, neste caso, quem não morresse da doença, morreria da cura. E o círculo fechava-se, nele encurralando a desprotegida Humanidade.

 

A grande maioria dos povos tenta sobreviver na linha de todos os limites, enquanto uma minoria atira para o lixo os excessos de uma existência farta. Já não se diz que o mundo é governado, mas que o mundo é desgovernado por uma sucessão de uns e de outros, tal o caos em que os cada vez mais poderosos homoparvus mergulham as nações. A vida no planeta começa a ser deprimente e insustentável. As políticas, ditas globalizantes, estão a transformar o mundo no quintal dos desgovernantes que detém um domínio político fortemente acorrentado a um ameaçador e obcecado poder económico, minado pela corrupção e pelo tráfico de influências. Os países, os povos, os cidadãos comuns que não pertencem ao chamado Double G (Grupo dos Grandes) consomem-se num quotidiano carregado de nuvens negras e águas fétidas e agitadas, vivido num permanente e desesperado desassossego, alimentado por um profundo desânimo, enquanto os “políticos” menores, sonhando com um lugar cativo no tal Double G, resvalam para enormes desaires. É o tempo do domínio da besta, que nada tem a ver com o ano da besta das profecias, ou com as bestas das lendas e dos saberes antigos. Esta é uma besta moderna, completamente desavergonhada, e que faz alarde da sua bestialidade, através dos actos que pratica, deixando atrás de si um rasto de destruição e de lixo, nunca visto ou sequer imaginado.

 

Estamos no tempo em que os fins justificam todos os meios, mesmo os mais inconcebíveis e irracionais. E enquanto o mundo do Homo se desmorona, a aranha continua a construir a sua teia, com engenho e arte, cuidadosamente, uma teia, no entanto, tão frágil que um sopro de vento pode desfazê-la num segundo. Mas esse é o destino da teia da aranha, que intui a sua vida breve, por isso, é tão delicada no fabrico dos fios que enredam a presa com que se alimenta, uma vez que não é da aranha cultivar uma horta ou um pomar. E enquanto essas teias são tecidas, com extrema minúcia, o mundo vai girando, vertiginosamente, enlouquecido e, de volta em volta, o tempo avança. Inexorável».

 

(Excerto do livro «A HORA DO LOBO» © Josefina Maller

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:02

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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2016

TRANSMISSÃO DE TOURADAS NA RTP NÃO É SERVIÇO PÚBLICO

 

«O Provedor do Telespectador voltou este fim-de-semana a advertir a RTP que a transmissão de touradas não devia acontecer na televisão pública, depois de milhares de queixas dos espectadores. A cidadania faz-se ouvir, e aguarda que a Administração da RTP retire as touradas da sua programação».

 

BASTA RTP.jpg

Fonte: https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/1099778256719646/?type=3&theater

 

***

É lamentável que o Provedor do Telespectador esteja na RTP apenas como um ornamento, uma jarra de flores.

 

O que ele diz e nada é a mesma coisa, para administradores que têm a espinha dorsal vergada ao grupo de pressão tauromáquico.

 

Se não é para OUVIREM o que o Provedor diz, o que estará ele a fazer na RTP?

 

Precisamos que o HOMO ERECTUS evolua para HOMO ERECTUS SAPIENS

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:38

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Domingo, 26 de Julho de 2015

TODAS AS FORMAS DE VIDA SÃO SAGRADAS

 

"A única coisa que distingue a criança do animal, aos olhos dos que defendem que ela tem direito à vida, é o facto de ser, biologicamente, um membro da espécie Homo Sapiens, ao passo que os chimpanzés, os cães e os porcos não o são. Mas utilizar esta distinção como base para conceber o direito à vida à criança e não aos outros animais é, claramente, puro especismo. É exactamente este o tipo de distinção arbitrária que o racista mais cruel e assumido utiliza para tentar justificar a discriminação racial."

Peter Singer, Libertação Animal (pág. 17)

Via Óptima

 

QUEBRA DO SILÊNCIO.jpg

 

Fonte:

http://grito-silenciado.blogspot.pt/2015/07/todas-as-formas-de-vida-sencientes-sao.html?showComment=1437908081670#c7885623068207383769

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:02

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Terça-feira, 14 de Abril de 2015

UM HOMO SAPIENS ETHICUS QUE FAZ A DIFERENÇA NESTE NOSSO MUNDO ONDE PREDOMINA O CAOS

 

 

Eduardo Galeano partiu para outra dimensão, mas deixou-nos uma herança ética.

 

Ele era um preclaro exemplar do Homo Sapiens Ethicus.

 

 

Se TODOS os Seres Humanos tivessem esta ESSÊNCIA…!

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:24

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O HOMEM DE NEANDERTAL E UM TOUREIRO?

O homem de Neandertal é uma espécie extinta, do género Homo, que habitou a Europa e partes do oeste da Ásia, desde cerca de 350. 000 até aproximadamente 29.000 antes da era cristã, tendo coexistido com o Homo Sapiens.

 

Na sua época, o Homem de Neandertal dava os primeiros passos para entrar na Humanidade e no Futuro

 

379886[2].png

 A réplica do rosto de um Homem de Neandertal, onde se vislumbra um rasgo de dignidade e humanidade

 

Passados milhões de anos, em pleno século XXI da era cristã, o toureiro, uma criatura muito menos evoluída do que o Homem de Neandertal, está cristalizado num mundo ainda mais primitivo do que aquele em que viveram os humanóides, que caçavam animais apenas para se alimentarem e vestirem as suas peles, e desconhecendo, por completo, o sentimento da crueldade, matavam-nos pelo instinto natural de sobrevivência.

 

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Esta é a expressão diabólica de um toureiro do século XXI da era cristã, onde não se vislumbra o mínimo rasgo de dignidade nem de humanidade, mas tão-só um olhar diabólico e de ódio por um ser vivo indefeso, inocente e inofensivo que ele barbaramente tortura, e depois matará com todos os requintes de malvadez.

 

Por motivos de sobrevivência?

Não.

 

Apenas para divertimento dele próprio e de uma plateia de sádicos.

 

Quanto mais dignos e humanos e civilizados eram os Homens de Neandertal!

 

E naquela época ainda não existiam governantes.

 

E o mundo era muito mais humano.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:46

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