Domingo, 5 de Abril de 2020

A Liberdade não é um conceito exclusivo do Ser Humano – Uma reflexão ao redor do nosso confinamento

 

 

Esta bem-apanhada “Visita à Cidade” diz-nos o quanto o Homem está errado, no que respeita ao modo como trata os animais não-humanos.

 

Visita à cidade.jpg

Fonte da imagem: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3053870421301048&set=a.502947543060028&type=3&theater

 

Esta imagem bem poderia ser uma imagem possível, nos tempos que correm, se os animais não estivessem confinados a jaulas, a cercas, a gaiolas, a currais, a zoológicos, a correntes, a viveiros, a tanques, a espaços vedados, privados da sua liberdade de correr nos campos, na selva, nos matagais, nas florestas, nos desertos, nas montanhas, nas serras, nas planícies, nas savanas; de voar pelo espaço, de deslizar pelos rios, pelos mares, pelos oceanos…

 

A Liberdade é algo inerente a todos os seres vivos. Nenhum animal não-humano deve ser privado da sua liberdade, porque a liberdade é pertença da Vida. Viver sem liberdade não é viver, é arrastar-se no tempo.

 

Que o digam os animais-humanos que cometeram crimes e, por esse motivo, mereceram ser privados da sua liberdade.

 

Contudo, porque nenhum animal não-humano jamais cometeu, comete ou cometeria os crimes hediondos que os animais-humanos cometem, não merecem ser privados da sua liberdade e da razão de ser da própria vida.

 

Todos os seres vivos que nascem, nascem por algum motivo. Nenhum animal-humano ou não-humano nasce por acaso. TODOS (humanos e não-humanos) fazem parte do TODO que mantém (ou deveria manter) o Planeta Terra em perfeita harmonia. E essa harmonia só não existe devido aos desmandos do animal-homem, e jamais do animal não-humano.  

 

Daí que aproveitemos esta imagem para fazer uma reflexão: não é por acaso que o mundo dos homens está a passar por esta privação de liberdade. Reparem que o coronavírus não ataca os não-humanos, pelo contrário, vivem neles. Saibamos dar-lhe valor, e compreender a tristeza profunda (porque eles sentem-na) dos nossos irmãos planetários, que os homens confinam a jaulas, a cercas, a gaiolas, a currais, a zoológicos, a correntes, a viveiros, a tanques, a espaços vedados, por motivos absolutamente irracionais.

 

Espero que tenham aprendido a lição, porque este vírus, que hoje nos mantém confinados, não veio por acaso, mas com uma finalidade bem definida, e só os cegos-mentais não a entenderá.



O Homem não é o dono do mundo. É apenas o seu guardião. E quem não entender isto, nada sabe da Vida, mas também da Morte, a certeza maior e única de toda a nossa existência.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:16

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Quarta-feira, 25 de Março de 2020

«Estatutos do Homem», de Thiago de Mello

 

 

Enfrentamos um dos momentos mais difíceis da Vida dos Povos, desde a Segunda Guerra Mundial.

Atravessamos um tempo em que o Homem precisa de parar para reflectir que Vida pretender viver, depois deste pungente alerta, que a Mãe Natureza nos lançou, depois de nos ter mandado sinais menos intensos, aos quais o Homem se fez cego, surdo e mudo, julgando que era ele o dono do mundo.

Mas ainda existem oásis.

Deixo-vos com os “Estatutos do Homem” para que vigorem logo que o coronavírus entenda deixar-nos respirar em liberdade.

 

  

 

Tenho por hábito coleccionar papeladas, textos, coisas antigas, que passados uns anos volto a encontrar nas gavetas, e surpreendo-me.

 

Foi este o caso.

 

Encontrei um belo documento, feito poema, escrito por Thiago de Mello, poeta brasileiro, que continua tão actual como outrora: «Estatutos do Homem».

 

Ora leiam:

 

Artigo I
Fica decretado que agora vale a verdade.
Que agora vale a vida,
e de mãos dadas,
marcharemos todos pela vida verdadeira.

Artigo II
Fica decretado que todos os dias da semana,
inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
têm direito a converter-se em manhãs de domingo.

Artigo III
Fica decretado que, a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra;
e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
abertas para o verde onde cresce a esperança.

Artigo IV
Fica decretado que o homem
não precisará nunca mais de 
duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem
como a palmeira confia no vento,
como o vento confia no ar,
como o ar confia no campo azul do céu.

Parágrafo único:
O homem confiará no homem
como um menino confia em outro menino.

Artigo V
Fica decretado que os homens
estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar
a couraça do silêncio
nem a armadura de palavras.
O homem se sentará à mesa
com seu olhar limpo
porque a verdade passará a ser servida
antes da sobremesa.

Artigo VI
Fica estabelecida, durante dez séculos,
a prática sonhada pelo profeta Isaías,
e o lobo e o cordeiro pastarão juntos
e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.

Artigo VII
Por decreto irrevogável fica estabelecido
o reinado permanente da justiça e da claridade,
e a alegria será uma bandeira generosa
para sempre desfraldada na alma do povo.

Artigo VIII
Fica decretado que a maior dor
sempre foi e será sempre
não poder dar-se amor a quem se ama
e saber que é a água
que dá à planta o milagre da flor.

Artigo IX
Fica permitido que o pão de cada dia
tenha no homem o sinal de seu suor.
Mas que sobretudo tenha
sempre o quente sabor da ternura.

Artigo X
Fica permitido a qualquer pessoa,
a qualquer hora da vida,
o uso do traje branco.

Artigo XI
Fica decretado, por definição,
que o homem é um animal que ama
e que por isso é belo,
muito mais belo que a estrela da manhã.

Artigo XII
Decreta-se que nada será obrigado
nem proibido,
tudo será permitido,
inclusive brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.

Parágrafo único:
Só uma coisa fica proibida:
amar sem amor.

Artigo XIII
Fica decretado que o dinheiro
não poderá nunca mais comprar
o sol das manhãs vindouras.
Expulso do grande baú do medo,
o dinheiro se transformará em uma espada fraternal
para defender o direito de cantar
e a festa do dia que chegou.

Artigo Final
Fica proibido o uso da palavra liberdade,
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.

Thiago de Mello


Santiago do Chile, Abril de 1964

 

 
publicado por Isabel A. Ferreira às 15:26

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Sexta-feira, 20 de Março de 2020

O homem-predador está ao nível dos vírus e das bactérias que flagelam a vida no planeta Terra

 

 

Uma das razões pela qual considero o homem-predador inviável como “espécie”, é porque ele é uma das poucas e raras criaturas, entre as demais, que precisa destruir para evoluir. O homem-predador mata, sacrifica e destrói tudo por onde passa, na sua busca inglória pela evolução, desejo, ganância e ambição... É uma espécie única, entre os milhares de criaturas existentes sobre a face da Terra,  com excepção dos vírus e bactérias, aos quais se iguala, uma vez que age da mesma forma!

 

Num momento em que a espécie humana está a ser posta à prova por um organismo invisível e todo-poderoso, que nos cerca, sem que saibamos por onde nos cerca, sugiro uma reflexão a partir deste texto, que nos leva a ter a certeza de que nada acontece por acaso, e que o novo coronavírus veio com uma missão muito clara: parar o mundo, para que o homem-predador deixe de ser predador e passe a ser apenas o HOMEM, ou seja, aquele que protege (não destrói) o Planeta e todas as outras espécies dos Reinos Animal e Vegetal, e as águas e os rios e os mares e os oceanos e o ar, enfim, todo o meio ambiente… 

 

Isabel A. Ferreira

 

HOMEM PREDADOR1.jpg

 

 «Pegada humana»

 

Pegada humana.jpeg

 

O impacto destruidor das nossas acções é visível no nosso Planeta.

 

A situação da Terra é desesperante. Um número reduzido de habitantes deste Planeta vai causando um dano potencialmente irreversível ao Planeta, esgotando os seus recursos e colocando em risco o futuro de todas as espécies, humanas e não-humanas.

 

Os cientistas dizem que se cada um de nós, não reduzir de forma significativa o impacto no meio ambiente, em duas décadas ultrapassaremos o ponto de não retorno, além do qual o Planeta mudará irreversivelmente, a despeito de todas as medidas.

 

O grande problema é que a vida não será nada agradável ou sustentável para a espécie humana. O estrago que estamos a fazer é resultado do nosso estilo de vida. Todas as nossas acções exercem um impacto sobre o mundo natural. Assim, qualquer mudança de rotina, desde que acordamos até à hora de voltarmos para a cama é uma oportunidade para podermos cuidar do planeta.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=254356554632369&set=a.231292166938808.52391.100001740791934&type=1&theater

 

HOMEM PREDADOR3.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:17

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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2020

«As aves estão a morrer em Portugal e a culpa é dos humanos»

 

O que é que não está a morrer em Portugal?

O que é que não é por culpa dos “humanos?”

Que desamor é este que, perigosamente, está a afectar os homens, que estão a extinguir-se e, com ele, o Planeta?

 

passaros-mortos-praia-australia-misterio-cientista

Foto: Reprodução/Daily Mail

 

A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) informou que as aves marinhas e dos campos agrícolas estão a morrer em Portugal, com perdas de populações que chegam aos 80% na última década.

 

As principais causas são:

 

- A degradação dos meios rurais e a intensificação da agricultura provocam a queda livre de aves de muitas espécies, que acabam por morrer.

 

- A captura acidental nas pescas e a poluição luminosa que afectam especialmente as aves marinhas.

 

- O uso de pesticidas.

 

 -  E há também aquele desafecto do homem-predador pelas outras espécies, como se ele fosse o dono do mundo.

 

No relatório O Estado das Aves em Portugal 2019, a SPEA salienta que aves dos meios agrícolas como o pardal, o pintassilgo, a rola-brava, o picanço-barreteiro, a águia-caçadeira e o sisão mostram "declínios dramáticos (de 49% a 80%)" nos últimos 10 a 15 anos.

 

Em espécies marinhas que habitam oceanos e orla costeira, regista-se uma diminuição de 25% nos últimos cinco anos da galheta das Berlengas e vêem-se cada vez menos pardelas-baleares, pilritos-das-praias, tordas-mergulheiras e alcatrazes.

 

Para a SPEA, salva-se uma "nota positiva" que é "a eficácia das acções de conservação da natureza", com aves como o priolo nos Açores, e a cagarra, nas Berlengas, a recuperarem população e a estabilizarem. A SPEA refere que «o priolo, ave que apenas existe na ilha de São Miguel, nos Açores, e que no início deste século era uma das aves mais ameaçadas da Europa, conta agora com uma população estável em torno dos 1.000 indivíduos».

 

O presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Domingos Leitão, defendeu que é preciso «investir muito mais dinheiro da Política Agrícola Comum na gestão adequada dos sistemas agrícolas extensivos, como os mosaicos de cereal e pousio e os olivais tradicionais», e salientou que «a política agrícola actual é "perigosa" por causa da expansão da agricultura de regadio intensivo, de monocultura e com uso alargado de agro-químicos».

 

O relatório aponta ainda a ameaça de espécies invasoras introduzidas em Portugal por acção humana, como o arcebispo e o ganso-do-egipto, que poderão tirar "espaço e alimento" às aves nativas.

 

Tudo isto, devido à acção do “homem-predador”, o único animal irracional que deambula pelo Planeta. Porque há o outro Homem, o construtivo, mas, ao que parece, existe em menor número, ou está fora das esferas do poder.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte do texto:

https://sicnoticias.pt/pais/2019-12-18-As-aves-estao-a-morrer-em-Portugal-e-a-culpa-e-dos-humanos?fbclid=IwAR2mXHTETVcxP4fgea6aOSDaT3Mjw2kPg-RXuJAe-xsXrOV3BdJJWChgwlc

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:02

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Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2020

«Se nos achamos inteligentes, é hora de agirmos como tal. Votos de uma década feliz.»

 

«Nascer branco não me tornou racista. Nascer homem não me tornou machista. Nascer humano não me tornou especista.» (Artur Jorge Alfama)

 

Um magnífico texto para ler e reflectir, depois de ver o vídeo.

 

 

Texto de Artur Jorge Alfama

 

«Agora que entrámos naquela que poderá vir a ser a década mais importante da nossa existência enquanto espécie, é bom recordar e incorporar nos nossos votos aquilo que nos rodeia, aquilo que é resultado directo ou indirecto das nossas acções individuais. Mais do que dinheiro, saúde, sucesso e felicidade, importa pedirmos a nós próprios uma mudança de comportamentos.

 

Nascer, comer, reproduzir-se e morrer. É este o projecto/resultado de vida de 99% dos humanos que, simultaneamente, se arrogam a um estatuto de superioridade face às restantes espécies, também elas com um projecto/resultado semelhante. Se somos superiores, é no poder de destruição que este pequeno filme de 10 minutos, baseado em dados científicos independentes, tão bem ilustra.

 

Está nas nossas mãos. Está nas dezenas de decisões de consumo que diariamente tomamos, tantas elas por hábito e por comodismo ou por, como tanto gostamos de chamar, "cultura".

 

Nascer branco não me tornou racista. Nascer homem não me tornou machista. Nascer humano não me tornou especista. Somos responsáveis pelas nossas escolhas e essa responsabilidade tem uma factura cujo valor ninguém tem capacidade de calcular. Uma factura cuja mais pequena e aparentemente inócua atitude, multiplicada por 7.600.000.000 indivíduos, tem um efeito devastador.

 

Não temos, individualmente, esse direito. Num mundo em que se quer para todos igualdade de oportunidades, não podemos manter padrões de consumo ou de comportamento insustentáveis.

 

Que a nova década traga novos hábitos, uma nova mundivisão, um novo paradigma. Pode ser a última oportunidade. Aproveitemo-la.

 

Continuo a ter muito para mudar e tenho um plano para o fazer. E vocês?

 

Se nos achamos inteligentes, é hora de agirmos como tal.

 

Votos de uma década feliz.»

 

Artur Jorge Alfama

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:34

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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2019

EM ANO DE ELEIÇÕES: POR QUE NÃO DEVEMOS VOTAR PS, PSD, PCP e CDS/PP

 

Existem muitos motivos diferentes para cada um destes partidos, porém existem dois motivos que são comuns a todos, e que dizem tudo da ausência de VALORES ÉTICOS no seio deles, e que nos envergonham a todos enquanto Seres Humanos, por isso, não merecem os votos de quem tem um mínimo de Ética e de Empatia (o sentimento mais nobre do Homem) pelo outro, seja esse outro humano ou não-humano.

 

Comecemos por este vídeo, que mostra um descomunal atraso civilizacional ainda vigente em Portugal:

 

 

Os partidos acima referidos, estão unidos a favor das touradas que, nos tempos que correm, já deviam estar extintas, por constituírem uma prática assente no mais abjecto obscurantismo medieval. Não estando extintas, devem manter-se no lugar que ocupam na sociedade, ou seja, na lixeira social, se bem que uma lixeira da exclusiva lavra do Parlamento Português, até que os portugueses decidam por uma mudança radical.

 

Não devemos votar nestes partidos políticos porque depois de a Ministra da Cultura ter considerado, e muito bem, não nivelar a tortura de Touros pelos espectáculos das Artes Maiores, até porque torturar Touros não se encaixa em nenhum espectáculo civilizado, o assunto devia ter sido considerado encerrado. Mas não foi. Os partidos acima referenciados puseram a tortura ao nível das Artes, e passaram ao Parlamento um atestado de inferioridade moral, e desconsideraram a Ministra da Cultura. Eu ter-me-ia demitido.

 

Passemos a estes vídeos, que  nos mostram as preocupações do PAN, do BE e do PEV rejeitadas pelos PS, PSD, PCP e CDS/PP:

 

 

 

Não devemos votar no PS, PSD, PCP e CDS/PP, porque estes partidos pugnam pelo maus-tratos aos animais, que são transportados vivos para o estrangeiro, sem as mínimas condições de bem-estar. Se não pugnassem, não teriam chumbado os diplomas do PAN, PEV e BE que visavam restringir o transporte de gado vivo para exportação, para abate, e regular o transporte com medidas que garantissem o bem-estar animal.

 

Estes partidos servem os interesses de lobbies, não servem os interesses de Portugal. E se não servem Portugal, pugnando pela sua evolução, não merecem o voto dos Portugueses.

 

Há que pensar muito antes de votar. Votar em partidos, como se fossem clubes de futebol, não faz avançar Portugal.

 

Não queremos mais do mesmo, para pior, queremos?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:57

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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018

FIM DO USO DE ANIMAIS SELVAGENS NO CIRCO APROVADO NA ASSEMBLEIA

 

Espero que aqui estejam incluídos também os Cães.

Os animais nos circos são barbaramente maltratados para que façam coisas para os quais não nasceram.

O único animal que deve ser permitido nos circos é o animal humano, que tem muito potencial para as artes circenses, sem precisar de torturar animais selvagens ou domésticos.

A primeira e última vez que levei os meus filhos ao circo, foi há muitos anos, quando vi o Vítor Hugo Cardinali a bater, na arena, num elefante que se recusou a fazer a vénia. Levou com um grosso cajado na tromba e as lágrimas escorreram-lhe pela cara.

E se isto foi em público, imagine-se às escondidas!

Além de que os elefantes estavam confinados a jaulas e extremamente stressados. Fotografei-os.

Os animais selvagens pertencem à selva, não aos circos.

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 Filhote de elefante a ser treinado para o circo, e se isto não são maus tratos… (Foto: PETA)

 

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 Treino de um macaquinho num circo da China. Os métodos de treino são bastante cruéis, e envolvem medo, privação e espancamento. Veja-se o ar assustadíssimo do pobre macaquinho. Só de ver estas imagens dá vontade de atirar fogo ao circo. (Foto Reuters)

 

Foi aprovado, esta quinta feira, na especialidade, o fim do uso de animais selvagens nos circos, tendo sido estabelecido um prazo de seis anos, passados os quais a utilização dos animais passa a ser punida com contra-ordenações.

 

André Silva, deputado pelo partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), em Dezembro de 2017 promoveu este debate na Assembleia da República.

 

O novo diploma, hoje aprovado em sede de Grupo de Trabalho sobre Participação de Animais em Circos e ratificado na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, reúne propostas de alteração do PAN, PS e BE, a par do PCP e do PEV.

 

No documento, as referências a animais selvagens "reportam-se exclusivamente aos espécimes das espécies incluídas nas listas". Dessas listas de espécies fazem parte macacos, elefantes, tigres, leões, ursos, focas, crocodilos, pinguins, hipopótamos, rinocerontes, serpentes e avestruzes.

 

No entanto, nesta lista, devia constar todos e quaisquer animais não-humanos, uma vez que nenhum animal não-humano nasceu para as artes circenses, que é coisa exclusiva dos “homens”. Não consta que os animais não-humanos possam ser treinados para substituir os homens na Assembleia da República, que é um lugar onde há também bastantes palhaçadas. Ora se não servem para a AR, também não servirão para os circos.

 

Competirá ao Governo criar um programa de entrega voluntária de animais usados em circos, bem como uma linha de incentivos financeiros destinados à reconversão e qualificação profissional dos trabalhadores das companhias circenses (domadores ou tratadores) que entreguem voluntariamente os animais que utilizem.

 

O Governo terá ainda de definir uma entidade responsável por garantir o registo e tratamento de dados no Cadastro Nacional de Animais Utilizados no Circo, que terá também de efectuar as apreensões dos animais mantidos ilegalmente nos recintos e recolocar, em centros de acolhimento, os animais entregues voluntariamente pelos seus proprietários ou detentores.

 

Mas como não há bela sem senão, os representantes portugueses da Associação Europeia de Circos já se manifestaram contra esta proibição, defendendo que o uso de animais selvagens nos circos contribui para a preservação da biodiversidade. E isto só se for no planeta Marte, porque no Planeta Terra, não se preserva a biodiversidade torturando cruelmente animais selvagens para fazerem habilidades humanas. Isto só pode sair de cabeças onde não existe nenhum neurónio a funcionar.

 

Que se acabe com este tipo de palhaçada nos circos, e que se promovam as Artes Circenses, incluindo a Arte de Fazer Rir, que é nobre e dignifica o Homem. Mirem-se no Cirque du Soleil.

 

Isabel A. Ferreira

Fonte da notícia:

https://rr.sapo.pt/noticia/128640/fim-do-uso-de-animais-selvagens-no-circo-aprovado-no-parlamento?fbclid=IwAR15ff-AuTzZSlbnV2uWzAL3KEhFE2qLPxAxrHRVGtTbTud_BBZQQl9EFO4

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:05

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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018

O MUNDO DOS HOMENS

 

«Educai as crianças e não será necessário castigar os homens» 

 

Basílio de Sousa Dias (Foto: DN - Paulo Coutinho)

 

Eu tinha um amigo (falecido há alguns anos) ilustre jornalista, poeta, historiador, publicista, agente artístico, actor (de cinema e teatro), de seu nome Basílio Joaquim de Sousa Guimarães Torres Peixoto Palhares de Lacerda Burgueira de Mariz e Dias, Conde de Celanova, Barão do Corvo e Morgado da Toutosa, último nobre galaico-português (por ter sido filho único e não deixar descendência).

 

Durante o tempo em que convivemos e trabalhámos no mesmo jornal, eu apenas sabia que era Basílio de Sousa Dias, jornalista e historiador, habitante da noite portuense, boémio, que vivia em Vila Nova de Gaia, numa casa onde guardava um extraordinário espólio, e que uma tarde visitei, tendo sido mimoseada com um requintado lanche, confeccionado pelo próprio Basílio.

 

 Na altura em que trabalhávamos no mesmo jornal, ambos escrevíamos crónicas, e ele, por mais do que uma vez, me “censurou” por eu “bater” demasiado nos homens, e ele, como Homem, sentia-se lesado com as minhas observações.

 

Um dia expliquei-lhe os meus motivos.

 

...

 

Não haverá ninguém que não conheça o mito de PANDORA, que atribui a esta Eva grega, todos os males que afligem a Humanidade, uma vez que, devido à sua curiosidade, abriu uma pequena caixa onde os deuses guardavam esses males, espalhando-os pelo mundo. Contudo, lá no fundo da caixa, restou uma única coisa boa: a Esperança.

 

Ora, esta lenda só poderia ter sido inventada por um homem. Se fosse eu a criá-la, talvez a Pandora fosse um Pandoro, pois tanto quanto sei e observo, todos os males que desde tempos antigos afligiram a Humanidade foram (e continuam a ser) causados pela falta de inteligência, de visão e de discernimento dos homens que têm o poder de pôr e dispor da vida e da morte, no nosso Planeta.

 

Claro que, quando me refiro aos homens, é aos que escrevo com um h minúsculo. Todas as vezes que me refiro a um ser (masculino) superior utilizo o H maiúsculo, e para mim, a superioridade de um Homem tem a ver com a sua inteligência e com o seu modo prudente, sábio, lúcido e hábil de estar na vida. Em suma tem a ver com a sua Humanidade.

 

Se os homens parassem um pouco para reflectirem, por exemplo, na guerra, talvez chegassem à conclusão de que ela é a maior manifestação da sua própria imbecilidade. Lá pelas épocas pré-históricas, tais actos bélicos ainda se justificariam. talvez! Hoje, porém, em pleno século XXI  D.C., a proliferação de confrontos entre os povos é inadmissível e extremamente irracional.

 

Os grandes chefes, normalmente pequenos homens em mentalidade, enviam para a morte, jovens que se matam uns aos outros sem saberem porquê, em nome de ideais idiotas, a maior parte das vezes. E esta é uma das maiores provas do cretinismo dos actos de guerra.

 

Eu, se fosse Homem, recusar-me-ia, nem que tal me custasse a vida, a ir para uma guerra matar outros seres humanos, como eu, os quais nunca me fizeram mal, a propósito de coisa nenhuma.

 

Quem inventou a pólvora, as bombas atómicas, as armas nucleares e as outras? Os homens. Quem são os “cérebros” das células terroristas (o que considero um bando de requintados cobardes) que infernizam a vida de cidadãos pacatos? Os homens.

 

Quem são os chefes das máfias? Quem são os maiores criminosos? Os grandes bandidos da Humanidade? Os pedófilos? Os homens.

 

Quem inventa as leis que regem os povos, e que nem sempre correspondem às necessidades, aos anseios e às realidades das populações? Os homens.

 

 Quem governa (mal) os países (tirando uma ou outra mulher)? Os homens.

 

Quem contribui para a poluição do ar, das águas e do solo? São os homens, com as suas ridículas invenções, que proclamam em nome de um falso progresso. Depois é o «Ai Jesus!» que a camada de ozono vai mal; «Ai Jesus!» que a radioactividade está a contaminar a Natureza; «Ai Jesus!» que o Planeta está em risco!

 

Quem está a destruir o chamado “pulmão do mundo” – a floresta amazónica? São homens: fazendeiros dementes e ávidos de lucro, que matam os que querem preservar um dos lugares mais diversificados em flora e fauna que se conhece. Quem polui as águas dos rios, que desfeiam a paisagem e matam os animais e as plantas? São os donos de fábricas, que não respeitam a vida no Planeta.

 

Quem foram os Neros, os Hitlers e os Saddams da Humanidade? Foram homens. Quem dirigiu os campos de concentração alemães e os Gulags russos, lugares de extermínio de Homens, Mulheres e Crianças? Foram homens.

 

Normalmente são homens que estão à frente do destino da Humanidade; homens de mente mesquinha, que se escudam por detrás da sua pequenez de espírito e pouco se importam com a fragilidade das flores. São eles que dominam e pisam a verde erva que cresce nos campos.

 

Parece que estou a ouvir perguntar: e se o mundo fosse governado por mulheres, como seria? Não sei. Mas palpito que talvez muito melhor. Julgo que, pelo que se tem verificado do trabalho das (ainda poucas) mulheres que se têm encontrado no topo dos comandos, a grande maioria tem-se mostrado eficiente e pacifista. Porque a mulher é, acima de tudo, “criadora de vida”, é mãe, e compreende que os filhos da Pátria não são trapos que possam ser usados para limpar o lixo do mundo.

 

Quando olho, por exemplo, para a figura de Hitler, e penso que, um dia, ele foi uma criança, naturalmente linda... O que teria feito dele um monstro?...

 

Pitágoras (filósofo grego do século V a.C.) dizia: «Educai as crianças e não será necessário castigar os homens».

 

Será que as crianças de outrora (hoje a minoria de homens que desgovernam o nosso Planeta, não foram educadas por mulheres?

 

Não sei! Talvez fossem educadas num mundo selvagem, à margem das mães!

 

Hoje a Ciência pode explicar o que vai na cabeça dos homens, e por que é que os homens são tão diferentes das mulheres, no que respeita ao comportamento.

 

Como gostaria de ver uma pomba branca a sobrevoar uma flor, numa noite escura...

 

 

Como gostaria que os homens se tornassem HOMENS, para que a Humanidade pudesse ter a dignidade dos seres mal denominados de irracionais.

 

...

 

Basílio de Sousa Dias entendeu as minhas razões. Afinal, eu considerava-o um HOMEM. Não havia razão para sentir-se lesado na sua honra.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Quinta-feira, 19 de Abril de 2018

A BARBÁRIE EM VILA MEÃ (VISEU) NO SEU MELHOR

 

Matança de porco em Vila Meã - Sobral, Mortágua (Viseu)

 

Atentem neste cartaz da

Associação Recreativa, Social, Cultural e Desportiva de Vila Meã

 

É a maior demonstração do lado quinto-mundista de Portugal, do lado hipócrita dos governantes, que, apesar da existência de algumas leis que declaram proteger os animais, e uma até que reconhece a sua natureza de seres vivos dotados de sensibilidade, permitem que se mate publicamente, num ritual bárbaro, o terceiro animal mais inteligente a seguir ao Homem inteligente (porque os há completamente irracionais, como os que levam a cabo estes actos bárbaros e medievalescos).

 

 

MATANÇA.png

 

 

Isto vai acontecer em Vila Meã, Sobral Mortágua (Viseu) num país cujos governantes apoiam costumes sanguinários.

 

Matar brutalmente animais em público, diante de crianças, é algo inconcebível num país que se quer evoluído e civilizado; num país que se quer de primeiro-mundo.  

  

MANDEMOS UMA QUEIXA PARA:

 

(ASAE) - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica

Tel. 217 983 600

Email: correio.asae@asae.pt

 

Unidade Operacional I - Porto

 

Tel. 225 070 900

CC:

julio.norte@cm-mortagua.pt

 

 O SEPNA não pode fazer nada.

 

(Sugestão de texto):

 

Exmos. Srs.

 

Tomei conhecimento, através deste vergonhoso cartaz, da prática ilegal e macabra que se realizará daqui a duas semanas, em Vila Meã.

 

Venho por este meio alertar Vossas Exas. para este facto impróprio de um país visitado por tantos estrangeiros que já se manifestam nas redes sociais perante o cartaz.

 

Não desejamos passar a imagem medieval que ele traduz e muito menos a cena degradante que se irá desenrolar, caso a vossa intervenção não seja atempada e eficaz.

 

Atenciosamente,

(Nome)

Isabel A. Ferreira

 

(Peço desculpa à Câmara Municipal de Amarante por ter confundido Vila Meã de Viseu, com Vila Meã de Amarante)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:50

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Terça-feira, 20 de Março de 2018

CELEBREMOS ESTA PRIMAVERA...

 

PRIMAVERA.png

 

CELEBREMOS ESTA PRIMAVERA…

 

… sobre o que restou do Verão passado, quando um fogo desesperado queimou Vida, queimou Árvores, queimou Ninhos e milhares de Passarinhos…

 

A Natureza ficou, então, mais pobre, mas mais pobre ainda ficou o Homem pobre de espírito, que não cuida das suas florestas, nem da sua fauna…

 

Celebremos esta Primavera sobre as cinzas que ficaram do Verão passado, quando a Natureza se revoltou contra o artificialismo dos Homens, cegos pela ganância de ter mais e mais… sem medir as consequências dos seus desastrosos actos…

 

Celebremos esta Primavera que chega amedrontada com o futuro que se vislumbra ainda tão incerto…

 

Onde estão as Árvores? Onde estão os Ninhos? Como podem regressar os Passarinhos?

 

Já não se ouvem chilreios, nem o rumorejar da folhagem, quando o sopro de um Vento, ainda sonolento, desperta nas madrugadas…

 

Celebremos esta Primavera como um réquiem para a Vida que deixou de ser, porque o ter se mostrou mais premente e esmagou a essência e a magia contidas nos segredos mais profundos e nos silenciosos gemidos das nossas Florestas…

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:17

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