Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019

CORRIDA DE GALGOS EM GUARDIZELA (GUIMARÃES) NÃO FOI AUTORIZADA

 

Da Divisão de Serviços Urbanos e Departamento de Serviços Urbanos e Ambiente da Câmara Municipal de Guimarães recebemos a seguinte informação:

 

CORRIDA DE GALGOS.png

 

«Exmo (a) Senhor (a)

 

Incumbe-me a Senhora Vereadora do Ambiente, Sofia Ferreira de informar, que o Município de Guimarães foi alertado através de denúncias da realização e uma corrida de galgos a 16 de Março na freguesia de Guardizela, num terreno privado.

 

Assim, e considerando que não existiu nenhum apoio do município na realização desta prova, nem de outras semelhantes, encetou os esforços para verificar a situação e em que moldes é que a prova estava a ser organizada.

 

Através da Veterinária Municipal, Guida Brito, foram contactados os responsáveis da Direcção Regional de Agricultura de Braga, que informaram que até ao momento não receberam nenhuma informação ou pedido acerca da realização da corrida de galgos do dia 16 de Março em Guardizela e que nunca receberam ao longo destes anos qualquer pedido de parecer para a realização de corridas de galgos, referiram ainda que a legislação portuguesa é omissa em relação às corridas de galgos.

 

Assim, o Município de Guimarães, numa óptica do bem-estar animal, informou a Junta de Freguesia de Guardizela das implicações negativas e prejudiciais desta prova, que de imediato nos informou que retirou todo o apoio à sua realização e solicitou aos organizadores que a mesma não se realizasse.

 

Neste contexto, o Município de Guimarães irá informar as autoridades que a prova não tem qualquer autorização, nem foi efectuado nenhum pedido, para que dentro das suas competências possam agir em conformidade, caso a mesma se realize.

 

Atenciosamente,

Isabel Oliveira

Divisão de Serviços Urbanos

Departamento de Serviços Urbanos e Ambiente

 ***

(Aviso: este texto foi corrigido para a grafia portuguesa em vigor (a de 1945), via corrector automático, visto a aplicação do AO90 ser ilegal, em Portugal, e este Blogue não pactuar com ilegalidades).

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:50

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2019

EM HONRA DE SÃO SEBASTIÃO GALGOS SERÃO MALTRATADOS NUMA CORRIDA EM GUARDIZELA

 

Guardizela é uma freguesia portuguesa do concelho de Guimarães. Um atraso de vida.

Os GALGOS são CÃES, animais protegidos por Lei. Ou não serão animais, em terras de Guardizela? E os CÃES SOFREM horrores nestas corridas.

Esta será 1ª corrida de Galgos, que manchará o povo desta freguesia.

Aqui deixo a minha mais veemente indignação e repulsa por esta iniciativa troglodita, que insulta São Sebastião e desonra a espécie humana.

Enviem também os vossos protestos para:

juntaguardizela@gmail.com;geral@cm-guimaraes.pt; sepna@gnr.pt; contacto@psp.pt

CC: geral@pan.com.pt

GUARDIZELA.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:06

link do post | Comentar | Ver comentários (10) | Adicionar aos favoritos
Domingo, 24 de Junho de 2018

«RAZÕES FILOSÓFICAS, RACIONAIS E MORAIS JUSTIFICAM SOBEJAMENTE O FIM DAS TOURADAS»

 

«Um excelente texto que deveria servir como doutrina para próximas intervenções públicas e orientação política. Óptimo seria fazer chegar ao Governo a recomendação da EU, aqui expressa: proibição de gastos de dinheiros públicos com estas aberrações – incluindo, naturalmente, as autarquias», referiu o meu amigo Comandante Manuel Figueiredo, ao enviar-me este artigo, via e-mail.

Meu caro amigo, o governo português conhece esta recomendação, mas faz ouvidos de mercador, porque o governo português não anda ali para servir a Nação, mas os lobbies, entre eles, o da tauromaquia.

Não é triste?

 

NARCISO MACHADO.jpg

 Narciso Machado

Opinião

 

 

«PÓVOA DE VARZIM, UM CONCELHO ANTITOURADAS

 

 

Espera-se que o movimento abolicionista, preocupado com o bem-estar animal e o sofrimento infligido aos touros, prossiga o seu caminho.

 

Em nota publicada na sua página oficial, do passado dia 20/6, o município povoense anunciou que, por deliberação aprovada por unanimidade, a câmara municipal declarou o concelho da Póvoa de Varzim “Antitouradas”, com efeitos a partir de Janeiro de 2019, ficando, portanto, proibidas, a partir dessa data, as “corridas de touros ou outros espectáculos que envolvam violência sobre os animais”. A praça de touros da cidade vai ser substituída por um pavilhão multiusos. Esta decisão aparece no seguimento da Câmara Municipal de Viana do Castelo que, em 2012, se tornou, formalmente, na primeira “Cidade Antitouradas” em Portugal.

 

Razões filosóficas, racionais e morais justificam sobejamente o fim das touradas, susceptíveis de estimular os maus instintos. São cada vez mais os movimentos cívicos a pedir às entidades públicas para tomarem medidas eficazes na defesa dos animais, pretensões que vão tendo correspondência por parte de alguns municípios portugueses. Viana do Castelo e agora Póvoa de Varzim são um bom exemplo. Actualmente, embora não o declarem formalmente, são já muitas as câmaras (vg. Guimarães) que seguiram o mesmo caminho e algumas associações de estudantes acabaram até com as garraiadas nas suas festas.

 

O Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) através do seu deputado (André Silva) à Assembleia da República, levou na agenda para o Parlamento, além de outras iniciativas, o tema sobre a defesa intransigente dos direitos dos animais, pretendendo que a Constituição reconheça a sua dignidade, à semelhança do que acontece no Tratado de Funcionamento da União Europeia (TFUE), bem como a restrição relativamente à organização de touradas, proibindo menores a assistir a esses espetáculos.

 

À decisão do executivo da Povoa de Varzim reagiu “A Prótoiro - Federação Portuguesa da Tauromaquia” alegando que “a tauromaquia é um traço centenário da cultura e identidade dos Poveiros e a sua praça um ex-libris da cidade e do norte de Portugal”.

 

Já em crónicas anteriores, no PÚBLICO, versando tal a matéria, referi que a invocação da tradição para justificar esses entretenimentos cruéis é manifestamente inaceitável à luz dos valores actuais da nossa sociedade. Na verdade, sendo Portugal rico de tradições culturais, pretende-se que se reveja, não em actos bárbaros, mas cada vez mais nas suas ancestrais virtudes, na convicção de que somos apenas usufrutuários dum património cultural imaterial, com a obrigação de o transmitir aumentado e valorizado. Mas, como é evidente, nessa valorização não pode caber, de modo algum, práticas de enorme violência só para mero divertimento. É que a todas as manifestações de cultura acumuladas, através das gerações, deve corresponder a tentativas de aproximação de valores ideais, nomeadamente lutar por um mundo livre de crueldade e violência gratuita contra animais indefesos, apenas para divertir.    

 

Recorde-se que o movimento “Abolição das Corridas de Touros” denunciou que a “barbárie chega a tal ponto que os touros, quando saem das arenas, são metidos em camiões e ficam ali, por vezes até segunda-feira, que é quando são encaminhados para o matadouro. Não têm espaço para se deitarem, não bebem água e as bandarilhas são-lhe retiradas com ajuda de uma navalha”.

 

Os estudiosos e investigadores, quando falam do significado e das origens da lide de touros, identificam-nas com os bárbaros espectáculos circenses da antiguidade. Outros autores, indo mais longe, reportam as suas origens a mitos religiosos e sacrifícios cruentos, de cariz pagão, de civilizações muito mais remotas.

 

Uma medida importante contra as touradas foi a decisão do Parlamento Europeu ao aprovar uma proposta a impedir a utilização de fundos europeus para financiar touradas. Trata-se de uma excelente medida, que, por ir ao encontro da vontade de uma larga maioria dos cidadãos europeus e portugueses, deve merecer uma atenção muito especial do governo e das autarquias, já que é inaceitável que fundos europeus sejam utilizados para financiar, directa ou indirectamente, uma actividade que explora o sofrimento animal para entretenimento. De acordo com artigo 13.º do TFUE, aceite pelo Tratado de Lisboa, a “União e os Estados-membros deverão ter plenamente em conta as exigências em materia de bem-estar dos animais, enquanto seres sensíveis, respeitando simultaneamente as disposições legislativas e administrativas”. Daqui resulta o dever de reconhecer os deveres de protecção e bem-estar dos animais por parte do legislador da UE e dos Estados membros.

 

Um estudo publicado em 2007 revelou que uma larga maioria dos portugueses não querem as corridas de touros em Portugal e muito menos transmitidas pela RTP, com o dinheiro dos contribuintes. Mais recentemente, “A Plataforma Basta” divulgou, no passado dia 18/6, uma sondagem, segundo a qual 69% dos lisboetas discordam da realização de touradas no Campo Pequeno e não concorda com o apoio da autarquia a espectáculos tauromáquicos. Na sequência desta informação, o PAN pediu uma reunião com o presidente da câmara, Fernando Medina (cf. PÚBLICO, 19.06.18).

 

Espera-se que o movimento abolicionista, preocupado com o bem-estar animal e o sofrimento infligido aos touros, prossiga o seu caminho.»

 

Fonte:

https://www.publico.pt/2018/06/23/opiniao/opiniao/povoa-de-varzim-um-concelho-antitouradas-1835596

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:57

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Sábado, 28 de Julho de 2012

O ABOMINÁVEL CAMPEONATO DE TIRO AOS POMBOS NA PÓVOA DE VARZIM

 

 

A prática do tiro aos pombos é absolutamente desprezível, abominável, coisa de criaturas com mentes doentias, e tem de ser proibida de vez!

 

(Um comunicado da ANIMAL)

 

Em Fevereiro de 2003, o Tribunal Judicial da Comarca de Guimarães deu provimento a um procedimento cautelar interposto pela ANIMAL, proibindo uma prova de tiro aos pombos que estava prevista para acontecer no Clube Industrial de Pevidém, sito no concelho de Guimarães. No dia da prova, e não obstante a ordem judicial decretada, os responsáveis deste clube de tiro prosseguiram com a mesma, desobedecendo deliberadamente a esta sentença judicial, o que fizeram com a cumplicidade da PSP local, cujo comandante afirmou, perante os elementos da ANIMAL presentes no local, que não interviria “porque a «fina-flor» da economia de Guimarães estava naquela prova de tiro aos pombos”. Isto, mesmo estando explicitamente obrigado pela dita sentença a intervir e impedir a prova.

 

No seguimento deste acto de desobediência qualificada, o Tribunal Judicial de Guimarães aplicou as sanções previstas na providência cautelar decretada, nomeadamente uma multa de 10.000 euros por cada dia de incumprimento da decisão judicial (a prova durou dois dias, nos quais foram mutilados e mortos a tiro 5.000 pombos), decisão que foi contestada, por recurso, pelo Clube Industrial de Pevidém, então representado pelo Ministro-Adjunto do Primeiro-ministro, Henrique Chaves, na sua contínua defesa do tiro aos pombos em Portugal. O recurso, entretanto apreciado pelo Tribunal da Relação de Guimarães, foi agora dado como improcedente por este tribunal de apelo, que considerou que a sanção aplicada ao Clube Industrial de Pevidém deve manter-se e ser executada (nomeadamente com o pagamento de uma multa de 20.000 Euros).

 

Depois de, a propósito de uma acção principal de um processo judicial contra o tiro aos pombos, também em resposta a um recurso interposto pelo à data Ministro Henrique Chaves, os Desembargadores do Tribunal da Relação de Guimarães terem já, num Acórdão, considerado que esta prática é, além de cruel, proibida pela Lei de Protecção dos Animais, esta é uma decisão judicial que vem reforçar o caso contra o tiro aos pombos, sendo mais uma das cada vez mais expressivas e fortes vitórias judiciais da ANIMAL, no seu esforço para pôr fim a esta prática alegadamente desportiva, mas que é na verdade aberrante, e que consiste em matar cerca de 60.000 pombos por ano em provas de tiro ao alvo.

 

Infelizmente, e depois de vários anos sem que se conhecessem provas de tiro aos pombos, esta prática voltou em força, não havendo sequer qualquer pudor em escondê-la.

Neste momento está a ser organizado mais um campeonato de tiro ao voo (vulgo tiro aos pombos) na Póvoa de Varzim, mais propriamente em S. Pedro de Rates, apoiado e promovido pela autarquia local. Espantemo-nos agora: José Macedo Vieira, Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim é, nada mais, na menos, do que o sócio n.º 1 do Clube de Tiro de São Pedro de Rates! Ver:

 

http://www.cm-pvarzim.pt/groups/staff/conteudo/noticias/povoa-de-varzim-ira-acolher-campeonato-da-europa-de-tiro-ao-voo/).

 

Prevê-se que milhares de animais sejam mortos, que agonizem até à morte, pois nem todos os tiros são certeiros e os animais ficam a agonizar durante dias, ou até que algum dos intervenientes lhes parta o pescoço para que morram mais rapidamente.

 

A prática do tiro a alvos vivos é absolutamente desprezível e tem que ser proibida de vez! Um dos pontos que prevemos no Projecto-Lei para uma Nova Lei de Protecção dos Animais em Portugal, ver:

 

http://animal.org.pt/pdf/Projecto-Lei_Lei_de_Proteccao_dos_Animais.pdf

 

é exactamente esse. Acreditamos que enquanto esta barbaridade não for proibida por lei, dificilmente conseguiremos impedi-la.

 

Infelizmente no presente não temos meios disponíveis para proceder judicialmente, de modo que nos limitaremos a fazer uma denúncia pública do que ali se passará, além de vos pedirmos que escrevam ao Presidente da Câmara da Póvoa de Varzim informando-o de que boicotarão a cidade e pedirão a todos os vossos amigos e conhecidos para que façam o mesmo, enquanto a cidade for uma cidade de tortura, quer pela existência de touradas, quer de tiro aos pombos.

 

Poderão fazer a vossa reclamação aqui:

 

 http://www.cm-pvarzim.pt/on-line/contacto

 

A ANIMAL agradece, em nome dos animais, a sua colaboração!

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:26

link do post | Comentar | Ver comentários (6) | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

 

Novembro 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
15
16
17
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Posts recentes

CORRIDA DE GALGOS EM GUAR...

EM HONRA DE SÃO SEBASTIÃO...

«RAZÕES FILOSÓFICAS, RACI...

O ABOMINÁVEL CAMPEONATO D...

Arquivos

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Direitos

© Todos os direitos reservados Os textos publicados neste blogue têm © A autora agradece a todos os que os divulgarem que indiquem, por favor, a fonte e os links dos mesmos. Obrigada.
RSS

Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

Comentários

Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação. Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo. Em resumo: comente com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o seu comentário seja mantido.

Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt