Sábado, 14 de Dezembro de 2019

«Jornal Espanhol: Rede de compadrio do governo Socialista de Portugal é algo sem precedentes na Europa»

 

Estou banzada com esta notícia, embora tudo isto seja possível num país como Portugal, sem rei nem roque, sem língua própria, sem governação credível, onde impera a corrupção, as fraudes. Onde não há a mínima vergonha na cara. Onde se morre por falta de assistência médica. Onde o ensino é caótico. Onde se põem os interesses dos estrangeiros acima dos interesses dos portugueses. Onde a pobreza é uma triste realidade.

Num país assim, a natalidade tem de ser baixíssima. Quem se atreve a dar filhos a um país onde não se vislumbra uma luz para o FUTURO? 

E os actuais governantes lá vão cantando e rindo, levados, levados sim... como nos tempos de má memória, que estão a retornar...

 

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«Um jornal Espanhol pôs o dedo na ferida do “familigate” Português. Deu com a “língua nos dentes” sobre mais de meia centena de casos de familiares envolvidos em negociatas no Governo.

 

Ao todo, diz o jornal, são 57 os vínculos familiares que o poder Socialista em Portugal tem. O mesmo jornal, o ABC, diz que isto é algo sem precedentes na Europa.

 

“Até doze famílias estão envolvidas na rede criada pelo primeiro-ministro, António Costa, após quatro renovações consecutivas. Uma estrutura chefiada pelo Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e sua esposa, Ana Paula Vitorino, Ministra do Mar”, diz o jornal.

 

O jornal diz ainda que existe indignação, num ano eleitoral. E cita também Rui Rio, do PSD, que fala num “escândalo de corrupção governamental”.

 

“Os portugueses assistem impotentes ao desdobramento do socialismo entre os socialistas”, continua o jornal, citando alguns dos caos mais polémicos.

 

No Facebook há várias partilhas sobre esta noticia, com frases como “É isto, só não vê quem não quer!” que mostra o descontentamento dos Portugueses com este “familigate”.

 

Fonte:
https://www.tuga.press/jornal-espanhol-rede-de-compadrio-do-governo-socialista-de-portugal-e-algo-sem-precedentes-na-europa/?fbclid=IwAR3LwXpWQYomE-W_fQQkAZjK4CUJhP_0gXGUR_3ApVaeX28PqlJNbydv6oU

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:41

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Quinta-feira, 9 de Maio de 2019

NO MÉXICO COMO EM PORTUGAL, QUEM PROTEGE ESTAS CRIANÇAS ENTREGUES À CRUELDADE E À VIOLÊNCIA?

 

Pobre criança, que não tem infância, nem terá futuro.

Será um adulto alienado, sádico a pender para o psicopata.

E quem se importa?

Onde está o Estado?

 

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A imagem é de um catraio mexicano.
Mas mexicano, espanhol ou português não irá dar tudo ao mesmo, quando se trata de lançar as crianças para a fogueira da iniquidade?
 

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10157503327322638&set=a.387955197637&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:54

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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

«O HUMANO CHÃO SAGRADO…»

 

Portugal bateu no fundo. Rasteja num chão conspurcado, a muitos níveis.

Senhores governantes portugueses, pedimos, com toda a humildade, que reflictam sobre a magnífica mensagem implícita neste texto. Não se deixem levar por enganos, por artes e artimanhas de quem não tem um pingo de escrúpulos. Devolvam a Portugal a dignidade perdida.

 

Sejam Homens e Mulheres inteiros.

 

Mas sobretudo, sejam Seres Humanos Racionais.

 
 
 

Por António Moura

 

«Vivemos tempos complexos, prenhes de incertezas e de interdependências, em que cada situação não é a situação, cada problema não é o problema, cada resposta não é a resposta.

 

A multidiversidade das nossas circunstâncias, individuais e colectivas, exige-nos um activo e permanente diálogo, de cada um de nós consigo próprio, nos seus múltiplos eus, e com o Outro, também ele múltiplo e actuante, nas inúmeras comunidades a que pertencemos e nos sentimos pertencer.

 

Esse diálogo, raramente fácil e tantas vezes duro, quer-nos inteiros e livres, donos das nossas Emoções (que dão sentido à nossa Vida), das nossas Razões (que nos apontam os caminhos e as escolhas que podemos/devemos fazer), das nossas Acções/Omissões (que definem as consequências do que somos, do que queremos ser).

 

Esse diálogo, connosco e com o Outro, tem como base indispensável um Passado que necessitamos conhecer, compreender, criticar e aceitar. Munidos deste entendimento, podemos dar dimensão ao Presente em que estamos e somos, naquela multitude individual e colectiva a que não podemos, nem devemos, fugir.

 

Tendo um Passado que assumimos como nosso, olhamos para o Presente como um ponto de partida rumo ao Futuro, à Utopia.

 

Sempre na linha do horizonte, sempre inalcançável, mas sempre inspiradora do melhor que temos em nós, para nos construirmos.

 

Para essa construção, porém, não é suficiente convocarmos as Emoções, as Razões, as Acções, individuais e colectivas. A Utopia não se alcança, mas o Futuro não se constrói apenas mirando-a, vogando nas nuvens do etéreo: urge darmos-lhe um chão, firme e fértil, onde possamos plantar, e ver nascer e florescer, livres e inteiros, os Afectos que nos definem como Seres Humanos.

 

A esse chão, tão úbere quanto exigente de permanente alimento e especiais cuidados, chamo Respeito.

 

É neste chão sagrado que podemos construir o Amor, a Amizade, a Solidariedade, a Liberdade. Ah, e essa ainda tão rara flor que é a Dignidade da, e na, diferença, de cada um de nós e do Outro.

 

É neste chão sagrado que encontramos o sentido da Vida que vivemos, integrando, inteiros e livres, a Natureza e a Humanidade, expressão incontornável da nossa condição humana. E descobrindo que a Eternidade existe e é, também ela, profundamente humana, porque habita os nossos Afectos.

 

Mas os tempos que vivemos são, também, conturbados, prenhes de conflitos e de confrontos, tantas vezes fatais (todas as vezes são demais!).

 

São tempos que nos afligem, que nos colocam dúvidas, angústias e medos.

 

São tempos de uma exigência extrema, colocando o diálogo de nós connosco, e de nós com o Outro, nos limites simultaneamente mais débeis e mais letais da sobrevivência, nos limites em que é imenso o risco de não nos reconhecermos e de vermos o Outro como inimigo.

 

São tempos em que nos é imprescindível acreditar. Não no sentido messiânico de uma qualquer fé, mas de confiar. Confiar no Outro, indivíduo ou instituição, que, também ele, ou ela, demonstra confiar em nós, em cada um de nós.

 

Em tempos de tamanha exigência, é imperioso lembrar que também esta Confiança releva, e se constrói, nesse mesmo chão sagrado: o Respeito.

 

Hoje, no meu País, os indivíduos, e as instituições, cujas Acções/Omissões deveriam ter como consequência primeira e imprescindível a Confiança – sem ela, o Presente e uma comunidade torna-se incompreensível, e o seu Futuro impossível de almejar -, alienaram todas as Razões, destruíram todos os Afectos: restam angústias, medos, indignação, revolta.

 

Hoje, no meu País, governantes e instituições políticas exercem o poder de forma ilegítima, pois todas as suas Acções/Omissões são levadas a cabo contra um Povo inteiro, que não respeitam.

 

São, por isso, politicamente insustentáveis.

 

Mas porque destruíram, com indisfarçável arrogância e ignóbil prepotência, o chão sagrado do Respeito em que nos devemos construir como Seres Humanos, são, também, humanamente insuportáveis.

 

Por exclusiva responsabilidade dos governantes e das instituições políticas, é impossível conciliar a sua manutenção com a aspiração humaníssima do Povo na construção de um Futuro Livre e Digno em que nos possamos, todos, rever.

 

Porque politicamente insustentáveis, e humanamente insuportáveis, o nosso Futuro como Comunidade soberana, em que o Respeito por nós próprios e pelo Outro seja uma prática inalienável, exige a demissão destes governantes e a efectiva colocação das instituições políticas ao serviço do Povo.

 

António Moura»

 

Fonte:

http://infinitesimoimprescindivel.blogspot.pt/2013/10/o-humano-chao-sagrado.html?spref=fb

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:56

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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017

AS CRIANÇAS E OS ANIMAIS NÃO-HUMANOS NÃO VOTAM, POR ISSO ESTÃO VOTADAS AO ABANDONO EM PORTUGAL…

 

Palavras para quê?

As imagens valem mais do que mil palavras…

E é esta “educação” que o governo português promove entre as crianças mais expostas a todas as crueldades, no país: os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica.

Que futuro para estas crianças?

 

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Origem das fotos: Internet

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:17

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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2017

«O PLANETA TERRA ÉS TU…»

 

Uma ideia, guião e voz de Carlos Chavira.

Este vídeo foi produzido com o único propósito de agitar a consciência do nosso Planeta.

Humanos. Que palavra incrível!

Somos considerados a espécie mais inteligente do Planeta. No entanto…

 

 

… somos a pior de todas as espécies.

 

O que fazemos neste mundo? Quem nos trouxe aqui? Qual a nossa missão no Planeta? Talvez nunca possamos entender, mesmo quando parece que a nossa única missão é acabar lentamente com ele e com as suas espécies.

 

Já pensaste que talvez este Planeta não nos pertence, e ainda assim cuidar dele está nas nossas mãos?

 

Os outros animais estavam aqui muito antes de nós. Somos apenas os seus convidados. Temos vindo a invadir o seu território e estamos a destruir o seu habitat.

 

Eles suportaram-nos durante séculos, perdoaram-nos inúmeras vezes e continuamos a ignorar a situação deles.

 

Temos sido os seus sequestradores, os seus assassinos. Ainda assim aceitam-nos como seus donos.

 

Somos a única espécie que ataca, destrói, aniquila, contamina e extingue por ambição ou só para viver um pouco melhor.

 

O mundo é teu, é nosso, é de todos nós. Ainda assim, lembra-te que o mundo também é deles e temos de entender que eles não nada podem fazer para se salvarem e muito menos para salvar o Planeta.

 

O planeta Terra está a morrer, estamos a destruí-lo de forma vertiginosa e ele está faminto de amor. Não lhe sobra muitas forças e apesar de tudo, continua generosamente a dar-nos os melhores espectáculos desde que cá chegámos.

 

O Planeta tem sido o melhor anfitrião da nossa espécie. Não merecerá o nosso reconhecimento?

 

Se nos foi dada a capacidade de falar, pensar, criar, construir e ajudar, porque simplesmente nos calamos, ignoramos, destruímos e matamos?

 

Abre os olhos, tu também estás a morrer junto com o seu Planeta, o único planeta no nosso sistema solar onde nos foi dado o privilégio de viver.

 

Somos milhares de milhões neste Planeta, somos uma espécie pensante, racional, dominante, por que não nos damos conta disso?

 

Somos capazes de conquistar países, a Lua, e inclusive planetas. Ainda assim não somos capazes de conquistar os nossos próprios corações.

 

Toca o teu coração, sente o que está a dizer, ouve aquilo que ele pede de forma gritante e entendamos que precisamos de coexistir no mesmo planeta.

 

Começa por te mudares a ti mesmo. Faz essa proposta a ti mesmo, faz com que os teus filhos saibam e entendam, e que os mais velhos se lembrem que no dia em que a Humanidade deixar de existir e alguma outra espécie encontrar o nosso planeta, verão que fomos uma espécie que se equivocou, que caiu, porém, levantou-se e corrigiu os seus erros.

 

O Planeta já não é o mesmo e já não podemos esperar mais. Todos sabemos o que precisamos de fazer. O tempo urge. O futuro do planeta está nas tuas mãos. Ajuda-o, porque o planeta Terra és tu.

 

Que a indiferença não te vença.

 

Partilha-o agora mesmo, ainda vais a tempo…

 

Carlos Chavira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:14

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015

OS JOVENS TROCAM TOURADAS POR FESTIVAIS DE MÚSICA

 

CRATO.jpg

Origem da foto tirada em Agosto de 2015, no Crato:

http://www.novasbatidas.com/crato-vila-alentejana-transforma-se-num-festival-de-verao/

 

No Crato (vila alentejana situada a 22 km de Portalegre, um viveiro de selvajaria tauromáquica) vivem durante o ano cerca de 1600 pessoas. Mas, durante o Festival de Música de Verão, o número aumenta e a vila recebe mais de 15 mil festivaleiros, por dia…

 

(Entenda-se por “festivaleiros” jovens mentalmente saudáveis).

 

Isto é bastante elucidativo das preferências da juventude portuguesa.

 

No Crato também há touradas, mas estas ficam-se pelos carrascos que lá vão torturar seres vivos, pelos ganadeiros que enchem os bolsos à custa dos dinheiros públicos, e pelas famílias deles.

 

O lobby tauromáquico, coitado, anda aflitinho, tão aflitinho, que está a fazer um esforço sobre-humano para tentar IMPINGIR o culto da barbárie não só a jovens e crianças, como a cidadãos que, estando totalmente DESINFORMADOS sobre o que é “isto” da tauromaquia, inclusive achando que “isto” faz parte da cultura portuguesa e acreditando que os Touros são feitos de pau e sumo de tomate, fazem figuras tristes, ao aceitarem, sem o mínimo sentido critico, o que lhes impingem.

 

Mas os jovens querem lá saber de ir a arenas ver torturar Touros!

 

O que eles querem é música. Festivais de música, onde podem dançar, cantar e dar aso à alegria saudável, própria da juventude.

 

Às arenas vão os que são OBRIGADOS a ir, e alguns irão à força de ameaças e pancadaria.

 

É por estas e por outras que as arenas estão cada vez mais às moscas (e mesmo estas evitam ir sujar as suas belas patinhas nesses antros conspurcados), e os festivais de música contam com milhares de jovens.

 

Os governantes devem SABER INTERPRETAR estes números.

 

Devem principalmente dar oportunidade às CRIANÇAS (as maiores vítimas da bestialidade dos adultos) de aprenderem a ser compassivas, para que no futuro possam ser cidadãos úteis á sociedade, e não uns INÚTEIS e PARASITAS como são os seus progenitores e TODOS os responsáveis pela (des) educação delas, incluindo, obviamente, os governantes.

 

É PRECISO DAR FUTURO AO FUTURO, URGENTEMENTE...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:28

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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2015

ESTE É O FUTURO DA HUMANIDADE!

 

A próxima etapa da evolução humana deve partir da gentileza, da cortesia, do gesto cuidadoso do homem para com os animais não-humanos.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:38

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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2015

OS PORCOS SÃO MUITO MAIS DIGNOS… DO QUE ALGUNS “JORNALISTAS”…

 

DIGNIDADE DOS PORCOS.jpg

Foto: Mark Clifford/Barcroft Media/Getty Images

 

Por que é que os porcos são muito mais dignos?

Ora leiam porquê…

 

  ***

 O "jornalista" escreveu o seguinte:

Alfredo Leite.jpg«O triunfo dos porcos»

Origem da foto: https://protouro.wordpress.com/2015/10/09/os-rancios-saem-da-toca/

«Das surpresas que a noite eleitoral trouxe, terá sido a eleição de um "utópico assumido" a mais surpreendente. Mas talvez não tenhamos a noção do pasmo onde nos pode levar a utopia de André Silva, o solitário eleito do PAN.

 

Da leitura das 163 páginas com os princípios programáticos, percebemos uma nova dimensão da acção política. Porquê? Porque André não poderá frustrar as expectativas de quem o elegeu e a quem prometeu, por exemplo, um sistema de partilha de horas diárias entre vitelo e progenitora. Nesta questão fracturante, o PAN recusa que o vitelo seja retirado 48 horas após o parto porque isso é "bastante negativo no desenvolvimento (…) dos animais". O ecléctico documento prevê também a proibição do "uso de animais não humanos para acções de mendicidade", embora não refira o mendigo propriamente dito.

 

Não se pense, contudo, que o PAN não se preocupa com os animais humanos. Ostentando uma invulgar amplitude de medidas de defesa ambiental, o PAN surpreende ao propor "distribuir gratuitamente copos menstruais" no sentido de garantir "a gestão saudável dos recursos", até porque o gasto "em pensos higiénicos, tampões e outros meios de higiene feminina é incomensurável".

 

É, portanto, a economia. E os estúpidos somos nós

 

(Este texto foi transcrito para Língua Portuguesa - é que nem sequer a Língua respeitam)

 

Fonte do texto:

http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/alfredo_leite/detalhe/o_triunfo__dos_porcos.html

 

 

Mas qual é a dúvida?

 

Os estúpidos são mesmo aqueles que não conseguem ver um palmo adiante do próprio nariz, e se metem a escrever disparates deste desmedido calibre.

 

Aqueles que só pensam nas pessoas, não têm consciência cósmica.

 

O Planeta não pertence ao animal homem. A

Vida não é só do animal homem.

 

O animal homem não é a medida de todas as coisas.

 

Quem assim pensa, ainda não evoluiu mentalmente. Possui uma “consciência” nivelada à de uma bactéria.

 

É que André Silva, o solitário eleito do PAN, possui uma consciência cósmica.

 

O PAN pertence ao futuro. Não está preso a um passado impregnado de ignorância.

 

(Interrompo apenas para dizer que sou militantemente apartidária).

 

O PAN tem a percepção de que o dever de um Governante é pugnar pelo bem-estar dos animais humanos (vulgo pessoas), pelo bem-estar dos animais não humanos (onde se incluem os porcos, o terceiro animal mais inteligente depois do animal homem); e pela preservação da Natureza (o meio ambiente em que todos nós, animais, vivemos).

 

Um verdadeiro Governante tem o dever de proteger a fauna e a flora do seu País, globalmente.

 

Mas esta evolução só as mentes superiores alcançam.

 

Por isso, não podemos esperar que os alfredos leites do mundo entendam um programa eleitoral que engloba a VIDA CÓSMICA, na qual todos os seres vivos estão incluídos. Inclusive os porcos.

 

Pudessem os Portugueses terem esta perspectiva cósmica de governação.

 

Infelizmente o atraso mental que por aí grassa ainda é muito acentuado.

 

Por isso ainda há quem não tenha vergonha de esparramar por aí a sua profunda ignorância.

 

George Orwell, uma consciência cósmica, autor de «O Triunfo dos Porcos» (em inglês “Animal Farm”), foi vilmente insultado nesta tentativa de plágio…

 

E o Jornalismo, uma vez mais, foi enlameado.

 

Porque há OPINIÕES e opiniões.

 

E quem não consegue ver a diferença… está fora do futuro.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:59

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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2015

BLOCO DE ESQUERDA E PAN GRANDES VENCEDORES DAS LEGISLATIVAS 2015

 

A Democracia tem destas coisas:

nem sempre o que parece, é.

 

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Ontem, os portugueses foram a votos, e decidiram colocar Portugal em banho-maria, embora se tivesse dado um passo em frente que, na minha modesta opinião, merece ser destacado:

 

Os grandes vencedores das eleições legislativas 2015 foram, sem qualquer dúvida, o Bloco de Esquerda e o PAN.

 

Porquê?

 

Porque Portugal perdeu. A abstenção de 43,07% nestas eleições foi a maior de sempre. Um enorme desastre.

 

Porque a coligação PSD/CDS/PP perdeu a maioria absoluta (elegeu 104 deputados).

 

Porque o PS perdeu estas eleições (tem apenas 85 deputados).

 

Porque a CDU perdeu para o Bloco de Esquerda (com 17 deputados).

 

Porque uma série de pequenos partidos simplesmente perderam…

 

Quem ganhou então?

 

O Bloco de Esquerda, que de oito deputados passou para 19. Grande vitória!

 

E o PAN que nunca se sentou na Assembleia da República, e tem agora um deputado. Grande vitória também!

 

E esta é que é a grande verdade.

 

Não chega para revolucionar o governo. Não chega.

 

Mas chegará para fazer alguma mossa.

 

E é isso que os que votaram no Bloco de Esquerda e no PAN esperam destes partidos: que façam alguma mossa.

 

Os outros pequenos partidos só atrapalharam: contribuíram para que se dispersassem votos, que eram necessários para uma mudança radical na governação. Espero que cada um faça agora uma reflexão séria sobre o papel que não representaram nestas eleições, e desistam a favor de um partido de esquerda que tenha viabilidade e possa ser a grande alternativa aos da direita: PSD/CDS/PP e PS (que perdeu credibilidade ao aceitar para líder um oportunista direitista).

 

Existe uma enorme carência de liderança à esquerda.

 

Os partidos que já passaram pelo governo mostraram-se, todos eles, com um pé fincado num passado que ficou parado no dia 24 de Abril de 1974.

 

A abstenção de 43,07% só prejudicou Portugal.

 

Uma grande fatia do povo português está-se nas tintas para quem governa o país.

 

Agora não se queixem. Não têm esse direito.

 

Os que não votaram irão pagar a factura desse alheamento.

 

Quem serão os abstencionistas?

 

Não sabemos ao certo. Mas poderão estar entre os que andaram nas ruas a contestar o governo PSD/CDS/PP? Poderão. É que nem sempre a treta diz com a careta.

 

A enorme contestação às políticas débeis e desastrosas em todos os sectores da vida pública, realizadas pela coligação PSD/CDS/PP não se notou grande coisa nas urnas: apenas no facto de ter perdido a maioria.

 

Ainda assim, 36,8% dos portugueses votaram nessa coligação tão contestada.

 

E 32,4% votou no PS, que também já demonstrou a sua incompetência no poder.

 

Os portugueses, que votaram no Bloco de Esquerda e no PAN e nos outros (demasiado) pequenos partidos, que só serviram para partir Portugal em pedacinhos, fizeram uma boa tentativa para mudar alguma coisa.

 

Mudaram. Mas era preciso muito mais.

 

Colocaram mais bloquistas no poder. E um elemento do PAN.

 

Foi muito bom, mas isto não chega para que possa haver uma mudança drástica no rumo da governação.

 

As expectativas não são as melhores.

 

A coligação ganhou, mas terá muita dificuldade em governar.

 

Dizem os entendidos, que este governo não tem pernas para andar.

 

Andará aos tropeções. A manquelitar, como um coxo.

 

É bem provável.

 

Então, chegou o momento de reflectir.

 

Temos estes partidos:

 

PaF, PS, BE, CDU, PAN no poder, sem poder de decisão soberano.

 

E mais estes…

 

PSD, PDR, PCPT/MRPP, L/TDA, PNR, MPT, PTD-MAS, NC, PPM, JPD, PURP, CDS, CDS-PP-PPM, PPV/DC, PTP, PDA, “pedaços” de forças sem força alguma nos destinos do país. Para que servirão tantas pequenas "forças"?

 

O futuro é incerto.

E agora, Portugal?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:16

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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2015

FALTAM VERBAS PARA APOIAR ESCOLAS DE ENSINO ESPECIAL, MAS PARA OS DOZE ANTROS DE TOUREIO OS APOIOS NÃO FALTAM

 

Isto é imoral, é inversão de valores, é privilegiar a violência e a crueldade, é marginalizar crianças inocentes, é capar o futuro.

 

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(Origem da foto: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/colegios-de-ensino-especial-reabrem-sem-dinheiro-1681250

 

É inadmissível que num Estado que se diz de Direito se pratique uma política tão distorcida, tão prejudicial à camada mais frágil da sociedade, ou seja, às crianças dependentes dos adultos para progredirem moralmente e intelectualmente, tanto as que necessitam de um ensino especializado, para poderem viver com dignidade e serem integradas na comunidade, como é de seu direito, como as que são forçadas a entrar numa arena para aprenderem a ser algozes e assassinas de seres vivos para mera diversão de alienados.

 

Que governantes e dirigentes são estes que, deste modo vil, violam a Constituição da República Portuguesa e os mais elementares Direitos das Crianças e permitem que a umas falte o ensino de que necessitam, e a outras lhes incutam sementes de violência e crueldade para que no futuro próximo (já livre da praga da tauromaquia), sejam marginalizadas por continuarem ligadas a um passado sangrento e vergonhoso, que não fará parte desse futuro?

 

O que pretenderão os actuais governantes e dirigentes portugueses com esta postura obscura que não pugna pela evolução da sociedade, muito pelo contrário, enterra-a num passado que o 25 de Abril não conseguiu destruir, porque não foram cortadas pela raiz as ervas daninhas que, durante anos a fio, impediram o crescimento das árvores do conhecimento e da liberdade, que são a base da evolução de um povo?

 

Essas ervas daninhas continuam por aí, infiltradas em partidos políticos com assento na Assembleia da República, lugar onde não se pratica uma Política de Estado, mas uma potiliquice de partidos vendidos a lobbies.

 

E eis-nos chegados a 2015 ainda com cenas do calibre desta que vemos na imagem: uma criança que frequenta o Clube Taurino de Alter do Chão, integrado no Agrupamento de Escolas daquele concelho alentejano, o qual é uma estrutura de “ensino” estatal (não é insólito?), onde cerca de 50 menores, alguns deles com 4/5 anos aprendem as disciplinas da violência, da crueldade, da tortura, da insensibilidade, da desumanidade praticadas contra um bovino bebé, indefeso, inocente e inofensivo, quase tanto como os seus pequenos algozes, a quem não é perguntado se querem ou não querem aquela vida de malfeitores.

 

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Criança de Alter do Chão aprende como maltratar um bovino bebé

(Origem da foto: http://diariotaurino.blogspot.pt/2011/07/alter-do-chao-parrita-ja-e-professor.html

 

Numa época em que por todo o mundo milhares de pessoas contestam esta forma cruel e primitiva de divertir uma minoria ridícula e inculta, e muitas cidades estão a rejeitar este costume bárbaro que envergonha a modernidade, os governantes e dirigentes portugueses teimam em continuar a fomentar e a apoiar antros de tortura de bovinos bebés e a formar monstrinhos para os lançar num futuro sem futuro.

 

E para que se tenha uma ideia de quão ridícula e perniciosa é esta politiquice de apoio a antros de toureio, deixo aqui alguns dos que eles chamam “objectivos” para “moldar a personalidade” de crianças que nada sabem da vida e nunca virão a saber se as condenarem a esta violência e obscuridade, praticados (por exemplo) na Escola de Toureio de Alter do Chão (com dinheiros públicos):

 

- Fazem colóquios e visitas a ganadarias e coudelarias (onde lhes falam de ética e de como devemos respeitar os touros e os cavalos, que também são animais, tanto quanto (agora por lei) devemos respeitar os animais cães e gatos?)

 

- Formar bons aficionados, fomentar o espírito de grupo e o contacto directo com a realidade tauromáquica (onde lhes falam de ser bom aficionado da empatia para com todos os seres vivos? Do espírito de grupo para construírem um futuro onde a violência e a crueldade não têm lugar? Contacto directo com a tortura, o sangue, a dor, o sofrimento dos bovinos nas arenas para divertir sádicos, algo que devem rejeitar veementemente se querem ser gente?)

 

- (Esta é a mais caricata) Melhorar a formação intelectual e social dos jovens, fomentar o espírito de partilha e prestigiar a escola e a comunidade de Alter do Chão (formação intelectual com a leitura de bons livros de Ciências Sociais, História, Literatura, Filosofia, Política? Melhorar a formação social levando as crianças a teatros, ou a visitar museus, exposições de arte? Partilhar conhecimentos e saberes sobre os mais básicos direitos dos Homens, das Crianças e dos Animais? Prestigiar a Escola de Alter do Chão, colocando-a ao nível do Colégio Luso-Francês do Porto, por exemplo?)

 

- Reunião semanal para analisar as notícias taurinas que marcaram os últimos dias e, nesses encontros, são projectadas novas iniciativas a desenvolver em prol da tauromaquia (falar-lhes-ão dos fracassos da tourada, da falta de público, da abolição dessa tragédia bovina em muitas cidades, e dos estropiamentos e das mortes dos toureiros nas arenas? Projectam iniciativas para incutir nas crianças a empatia pelos seres vivos que sofrem como elas, quando são feridas nas suas próprias carnes?)

 

- Um dos momentos altos da vida do clube taurino é a recepção a toureiros na escola (dirão às crianças que os toureiros ou os forcados não passam de cobardes que atacam e torturam animais indefesos para exibirem uma virilidade que não têm? Levarão á escola escritores ou poetas para lhes falarem de palavras benévolas e da poesia das flores?)

 

Francamente!

 

Que futuro pretenderão os governantes e dirigentes portugueses para as crianças portuguesas mais desprotegidas: as portadoras de deficiências e as que são obrigadas a frequentar antros de violência, crueldade e tortura?

Seria pedir muito que respondessem a esta pergunta tão simples?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:51

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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