Terça-feira, 1 de Junho de 2021

A HIPOCRISIA do mundo, neste Dia Mundial da Criança

 

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Hoje, dia 01 de Junho, comemora-se o Dia Mundial da Criança, assinalado pela primeira vez, em 1950 nas Nações Unidas, com o objectivo de chamar a atenção para os problemas que as crianças então enfrentavam, ou seja, os mesmos problemas que, passados 71 anos, ainda enfrentam.

 

Oficialmente, o dia é assinalado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 20 de Novembro, data em que no ano de 1959 foram aprovados pela Assembleia-Geral da ONU os Direitos da Criança. Na mesma data (20 de Novembro), mas no ano de 1989, foi adoptada pela Assembleia-Geral da ONU a Convenção dos Direitos da Criança, que Portugal ratificou em 21 de Setembro de 1990.

O que fez o mundo, desde então, pelas crianças? Festas e festinhas, prendas e prendinhas, para as que já têm tudo.

E as outras? As que realmente interessam?

O que os governos fizeram ou  estão a fazer por elas?

 

Sabemos, que em pleno século XXI .d. C.:

guerras insanas matam e mutilam centenas de crianças todos os dias; todos os dias crianças são vítimas de abusos sexuais, de violência doméstica, de pedofilia, são assassinadas, demasiadas vezes, pelos próprios progenitores; são obrigadas a trabalhar horas a fio; são traficadas, usadas e abusadas; são mandadas para as guerras, transformadas em carne para canhão.

 

E o que é que os governos têm feito para acabar com todos estes crimes de lesa-infância?

 

Existe uma Declaração Universal dos Direitos da Criança, proclamada pela Resolução 1386 (XIV) da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 20 de Novembro de 1959, também conhecida como a Declaração de Genebra dos Direitos da Criança, um documento internacional que difunde os Direitos da Criança, elaborado por Eglantyne Jebb, adoptado pela Liga das Nações em 1924.

 

Recordemos o que diz a Acta da Criação da Declaração dos Direitos da Criança:

 

Preâmbulo



Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, a sua fé nos direitos fundamentais, na dignidade do homem e no valor da pessoa humana e que resolveram favorecer o progresso social e instaurar melhores condições de vida numa liberdade mais ampla;

Considerando que as Nações Unidas, na Declaração dos Direitos do Homem, proclamaram que todos gozam dos direitos e liberdades nela estabelecidas, sem discriminação alguma, de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, fortuna ou outra situação;

Considerando que a criança, por motivo da sua falta de maturidade física e intelectual, tem
necessidade uma protecção e cuidados especiais, nomeadamente de protecção jurídica adequada, tanto antes como depois do nascimento;

Considerando que a necessidade de tal protecção foi proclamada na Declaração de Genebra dos Direitos da Criança de 1924 e reconhecida na Declaração Universal dos Direitos do Homem e nos estatutos de organismos especializados e organizações internacionais preocupadas com o bem-estar das crianças;


Considerando que a Humanidade deve à criança o melhor que tem para dar,

A Assembleia Geral Proclama esta Declaração dos Direitos da Criança com vista a uma infância feliz e ao gozo, para bem da criança e da sociedade, dos direitos e liberdades aqui estabelecidos e com vista a chamar a atenção dos pais, enquanto homens e mulheres, das organizações voluntárias, autoridades locais e Governos nacionais, para o reconhecimento dos direitos e para a necessidade de se empenharem na respectiva aplicação através de medidas legislativas ou outras progressivamente tomadas de acordo com os seguintes princípios:

 

Princípio I – Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade. A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração. Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer excepção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição económica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família.

 

Princípio II – Direito a especial protecção para o seu desenvolvimento físico, mental e social.
A criança gozará de protecção especial e disporá de oportunidade e serviços a serem estabelecidos em lei e por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade.

 

Princípio III – Direito a um nome e a uma nacionalidade.
A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.

 

Princípio IV – Direito a alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a criança e a mãe.
A criança deve gozar dos benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados.

 

Princípio V – Direito a educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.
A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre de algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requeira o seu caso particular.

 

Princípio VI – Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.
A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afecto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe.

 

Princípio VII – Direito a educação gratuita e ao lazer infantil.
O interesse superior da criança deverá ser o interesse director daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais.

A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito.
A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita – em condições de igualdade de oportunidades – desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral, chegando a ser um membro útil à sociedade.

 

Princípio VIII – Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes.
A criança deve – em todas as circunstâncias – figurar entre os primeiros a receber protecção e auxílio.

 

Princípio IX – Direito a ser protegido contra o abandono e a exploração no trabalho.
A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração. Não será objecto de nenhum tipo de tráfico.

Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar a sua saúde ou a sua educação, ou impedir o seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

 

Princípio X – Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.
A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar as suas energias e aptidões ao serviço dos seus semelhantes.

 

***

 

Princípios que não estão a ser cumpridos pela maioria dos governos do mundo, incluindo Portugal, onde os maus-tratos, a fome, a pobreza, as violações, a violência doméstica, a pedofilia, assassinatos, na maioria das vezes, perpetrados pelos próprios progenitores, ainda vitimizam milhares de crianças, e se a estes crimes, juntarmos o crime também de lesa-infância, que está a ser cometido nas escolas portuguesas, obrigando as nossas crianças a escreverem incorrectamente a Língua Materna delas, fica-se com uma visão bem NEGRA da actuação dos governantes portugueses, no que respeita ao respeito a ter pelos DIREITOS de todas as Crianças, em Portugal.

 

***

Posto isto, deixo-vos com imagens que nos esmagam, permitidas pelos governantes deste mundo enlouquecido, onde umas crianças são mais crianças do que outras, e nada se faz para que todas as crianças do mundo, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade, tenham o DIREITO a uma infância vivida na sua plenitude, conforme consta da Declaração dos Direitos da Criança.  

 

Isabel A. Ferreira

(Imagens retiradas da Internet)

 

 © Reuters.png

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publicado por Isabel A. Ferreira às 09:46

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Quarta-feira, 22 de Abril de 2020

Grande verdade social…

 

Remeto este texto a quem promove a pobreza, a fome, a estupidez, a guerra e a crueldade    

 

 

Howard Zinn foi um historiador, cientista, político, activista e dramaturgo norte-americano, mais conhecido como autor do livro “A People's History of the United States”, que vendeu mais de um milhão de cópias desde que foi lançado em 1980

 

Por Howard Zinn

 

«O nosso problema

 

Desobediência civil não é o nosso problema.

 

O nosso problema é a obediência civil.

 

O nosso problema é que pessoas por todo o mundo têm obedecido às ordens de líderes e milhões têm morrido por causa dessa obediência.

 

O nosso problema é que as pessoas são obedientes por todo o mundo face à pobreza, fome, estupidez, guerra e crueldade.

 

O nosso problema é que as pessoas são obedientes enquanto as cadeias se enchem de pequenos ladrões e os grandes ladrões governam o país.

 

É esse o nosso problema.»

(Howard Zinn)

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:36

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Domingo, 19 de Abril de 2020

«O “vírus” esquecido…»

 

(Recebido via-email)

 

«Chegou a hora de todos os que governam a Terra se perguntarem porque razão há tanta desigualdade social, tanta miséria, tanta fome, tantas crianças a morrer de fome. Deste vírus, que foi esquecido, ninguém fala (!)»

 

Vírus esquecido.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:11

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Quarta-feira, 25 de Setembro de 2019

Por uma educação mais humanizada: mensagem aos políticos e aos educadores de crianças

 

Terminada a II Grande Guerra Mundial, foi encontrada, num campo de concentração nazista, uma mensagem dirigida aos professores.

Numa época em que o retrocesso educacional, social, cultural, e civilizacional é uma realidade assustadora, faz todo o sentido relembrar as palavras contidas nessa carta, que não interessa se foram idealizadas por alguém, ou se foram realmente escritas por um sobrevivente de um campo de concentração.

O que interessa é que o conteúdo da carta transmite uma cruel realidade que já existiu e pode repetir-se.

A mensagem apela para uma EDUCAÇÃO mais HUMANIZADA, algo que está a perder-se, dando lugar a um vazio de valores, só visto nesses tempos tenebrosos, em que a vida humana valia menos do que um monte de esterco.

 

O futuro não precisa de MONSTROS.

O futuro precisa de SERES HUMANOS.

 

campo8117895.jpg

Isto jamais deveria ter acontecido, numa sociedade construída pelo dito "racional" Homo Sapiens Sapiens. Mas aconteceu.

 

Contudo, ainda hoje, os mares e os rios são campos de concentração, onde morrem crianças e adultos, fugindo da ignomínia de governantes, buscando uma vida mais humanizada, que não encontram nos seus países. Campos de concentração são as cidades onde todos os dias se morre devido a guerras insanas. E a pobreza e a fome, que afectam milhões de seres humanos, também são uma espécie de campos de concentração, onde ainda se morre, pelo simples querer de hominídeos graduados em colégios e universidades.

 

Eis a mensagem do sobrevivente do campo de concentração nazi:

 

«Prezado Professor, sou sobrevivente de um campo de concentração. Os meus olhos viram o que nenhum homem jamais deveria ter visto:

 

- Câmaras de gás construídas por engenheiros formados.

- Crianças envenenadas por médicos diplomados.

- Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas.

- Mulheres e bebés fuzilados e queimados por graduados em colégios e universidades.

 

Assim, tenho as minhas dúvidas acerca da Educação.

 

O meu pedido é este: ajude os seus alunos a tornarem-se humanos. Os seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou psicopatas hábeis.

 

Ler, escrever e saber aritmética, só serão importantes se fizerem as nossas crianças mais humanas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:43

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Sexta-feira, 26 de Abril de 2019

O que é preciso é criar desassossego...

 

Para os que não sabem dos propósitos que me moveram quando optei por agitar consciências (o meu ofício…)

Nenhuma estrutura imperfeita cai, se não for abanada…

 

José Afonso.png

 

Sou uma cidadã portuguesa, livre-pensadora, desassossegada, e avessa à mediocridade e aos medíocres que ocupam cargos de responsabilidade no meu País.

 

Vejo o mundo com um sentimento de esplendor e, frequentemente, ajo dessa forma.

 

Sou possuída por um sentimento de “desejar estar aqui” e fico surpreendida quando os outros não co-participam desse sentimento.

 

Tenho grandes dificuldades em aceitar a autoridade absoluta sem explicações ou escolha.

 

Sou desassossegada. Logo, desassossego. Porque desassossegar é preciso.

 

O marasmo nunca fez avançar o mundo.

 

Eu, simplesmente, nunca farei certas coisas como, por exemplo, ver passar o vento sem entrar na tempestade. Nasci com asas no pensamento e preciso de “voar” para me realizar como pessoa.

 

Sinto-me frustrada com sistemas ritualmente orientados e que não necessitam de pensamento criativo. Como o sistema vigente. Parado num tempo antigo, que me sufoca. Que me esmaga. Que me estrangula.

 

Frequentemente encontro um modo melhor de fazer as coisas, o que me transforma numa questionadora e inconformista com qualquer sistema medíocre que se me apresente pela frente.

 

Por vezes, pareço anti-social, a menos que esteja com pessoas do mesmo tipo que eu. Se, ao meu redor, não existem outras pessoas com o nível de consciência semelhante ao meu, torno-me introvertida e, sentindo-me como se ninguém me entendesse, isolo-me.

 

As multidões incomodam-me. Gosto da solidão. De ficar só. De pensar, criar, idealizar. Sonhar com um mundo ideal, que sei, nunca existirá, porque os homens nunca serão seres perfeitos.

 

Sim, sou sensível, por isso sinto-me esmagada com a espantosa insensibilidade que me rodeia. Tenho um excessivo montante de energia cósmica, que me catapulta para cenários utópicos.

 

Sou bastante intuitiva e trago comigo, desde a nascença, uma perseverante tendência para o idealismo.

 

Distraio-me facilmente e, por vezes, tenho um baixo poder de concentração, mas tal não me arreda do caminho que devo seguir.

 

Sou bastante sensível às Artes, a todas as Artes, à Música, à Pintura, às paisagens grandiosas e sublimes, ao Belo, ao Bom e ao Bem (a Filosofia dos três Bês, que sigo religiosamente); as minhas paixões são História, Música, Religião e Arte, daí não me entender com a mediocridade que é promovida pelo sistema político vigente no mundo, e pelos líderes religiosos de todas as crenças; aprecio conversar sobre Deus (não aquele deus inventado pelo Homem), sobre o princípio do Mundo, sobre a Vida planetária e sobre o Universo e os outros seres que nele vivem. Costumo desenhar figuras exóticas, seres extraterrestres e formas estranhas, provenientes da minha imaginação cósmica.

 

Por isso, reajo mal à estupidez e à ignorância optativa.

 

Preocupo-me bastante com as questões humanitárias; com a fome no mundo; com as guerras, que são a maior prova da irracionalidade do Homem; com os problemas sociais e ambientais, com o uso e abuso dos animais não-humanos, por isso, vivo indignada com o poder podre que governa o mundo e o transforma num Érebo, reino da escuridão inferior, quando poderia ser um Paraíso.

 

Emocionalmente, preciso de estabilidade e segurança por parte das pessoas que me rodeiam.

 

Oponho-me particularmente à autoridade, se esta não for democraticamente orientada, por isso, não aceito ditaduras, nem de esquerda, nem de direita, e muito menos uma democracia opressora, como a que, actualmente, nos tiraniza.

 

É fácil sentir-me frustrada, porque tenho grandes ideais, mas a falta de recursos e de pessoas que me compreendam e acompanhem, por vezes, comprometem o meu objectivo final.

 

A minha aprendizagem faz-se através da explicação e do raciocínio, e resisto à memorização mecânica ou a ser simplesmente “ouvinte”.

 

Não consigo ficar quieta ou sentada muito tempo, a menos que esteja envolvida em algo do meu interesse maior.

 

Sou bastante compassiva, mas abomino os seres desumanos. 

 

Em geral, tenho um autoconceito elevado, não porque me sinta superior a um lagarto, mas porque consigo ver para além do visível, e isso incomoda-me, porque se eu consigo, por que não os que (des)governam o mundo?

 

Não tenho medo das ameaças que me fazem, com o intuito de me desviarem das minhas intenções, dos meus objectivos.

 

Se alguém me diz que estou a proceder mal, mas se eu entendo o contrário, simplesmente demonstro que não sabem o que dizem.

 

E este é o meu mundo pintado de azul. 

 

Rosa azul.jpg

 

E agora que já sabem quase tudo sobre a minha pessoa, espero ter contribuído para uma melhor compreensão daquilo que me propus concretizar, e a certeza de que não desistirei.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:05

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Domingo, 18 de Dezembro de 2016

BOAS FESTAS??????

 

 

Os votos andam por aí… de boca em boca…

 

Os católicos celebram o nascimento do Menino Jesus, que nasceu numa manjedoura, humildemente…

 

O mundo rejubila com pais-natal e luzes… e um apelo irracional ao consumismo…

 

Enquanto isso… no outro lado da Vida, existe o caminho da morte, da tortura, da fome, da violência, da guerra…

 

E o mundo importa-se? Os governantes insanos que promovem guerras insanas importam-se?

 

E os que falam em nome dos deuses importam-se…?

E tu? Importas-te…

 

CR1.jpg

… com esta fome…?

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… com esta guerra…?

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 … com esta morte…?

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 … com este suicídio forçado…?

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 … com o uso de armas químicas…?

CR6.jpg

… com armar meninos para serem soldados…?

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 … com crianças/produtos expostos para venda…?

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 …com esta violência doméstica…?

CR9.jpg

 … com o trabalho infantil…?

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 … com a escravatura infantil…?

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 …com os prisioneiros do mal…?

CR12.jpg

 …com esta redução à condição de nada…?

 

CR13.jpg

…com a morte como única opção…?

 

Não, não me peçam para celebrar a hipocrisia…

 

Não enquanto o mundo estiver impregnado da loucura de governantes insanos…

 

Eu, individualmente, nada posso fazer para os impedir, a não ser mostrar as imagens dessa insanidade e indignar-me com ela…

 

(Origem das imagens: Internet)

 

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:13

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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016

ISTO É A INFÂMIA DAS INFÂMIAS, A COBARDIA DAS COBARDIAS

 

Isto passa-se em Lisboa, capital de Portugal, país integrado na Europa(onde também existe selvajaria tauromáquica).

 

Não é em nenhuma aldeola do interior de um país qualquer…

 

«Além de CRUEL, DEPRIMENTE E MONSTRUOSO, é irónico! Em frente a UMA IGREJA, no LARGO DA MISERICÓRDIA, pratica-se um acto "extremamente religioso", inclusive, à frente de Turistas, que devem ter achado este "postal" uma coisa maravilhosa, própria de um País de terceiro-mundo

 

 

«Temos três carrascos: um assobia, chamando a atenção deles para verem que, GENEROSAMENTE, lhes está a atirar comida para lhes matar a fome -SIM, ELES VÊM PORQUE TÊM FOME!

 

Outra subtilmente vai vaporizando o produto maldito, muito empenhada "porque é o trabalho dela" – MATAR -. Por fim, o malvado do "homem" do assobio, dispara a rede, deixando os Pombos num desespero absoluto, enquanto os carrascos se juntam para terminarem a acção, metendo os desgraçados -já mais mortos que vivos-, na caixa.

 

ISTO NÃO É PONTUAL, FAZEM-NO CONSTANTEMENTE! Também há os que, quando interpelados, inventam histórias simpáticas, como dizerem que é só para os levar para fora da zona!!! Há acéfalos que acreditam!!! A "zona" é no canil de Monsanto, onde morrem gaseados!

 

Aos que reclamam por causa dos Pombos existirem, lembrem-se: Eles não pediram para nascer e são vítimas de perseguição, fome, sede, maus tratos e morte, todos os dias!

 

É assim, que em Lisboa se resolve o "problema de excesso de Pombos"! É assim que os POMBOS MORREM: GASEADOS e ENVENENADOS, pela própria autarquia! Tudo para que possam poupar uns trocos na limpeza de monumentos e afins e, depois, os poderem investir nos seus próprios luxos ou para "aquelas" obras que lhes dão jeito executar, a eles e aos amigos que têm as empresas!

 

Não acham estranho que as pessoas que têm Pombais não sofram de nenhuma doença "de pombos"?! Em Bragança, existe um programa de recuperação de Pombais, existem vários em cada Aldeia e, cada um alberga largas dezenas de Pombos. Os habitantes dessas aldeias e quem entra nos Pombais para limpar e tratar deles, não está a morrer! Não acham estranho que, quando éramos miúdos e eles nos vinham comer à mão, nunca nos tivessem transmitido nenhuma doença?! Não acham estranho que eu esteja viva, mesmo pegando neles, quando estão doentes?!

 

São Pássaros lindos, inteligentes, que já muito serviram os humanos, mas que são abatidos sem a menor compaixão por parte de quem manda, de quem executa e de quem vê! EXISTEM FORMAS DE CONTROLO DE REPRODUÇÃO, DE EFICÁCIA COMPROVADA, noutros países mais evoluídos! "Nós", continuamos a optar pelo barato, pela crueldade e desrespeito para com os animais!

 

Quem filmou e quem começou a apitar no momento do disparo da rede, merecem o meu respeito, foram os únicos que se manifestaram contra esta BARBARIDADE!»

 

(Soubemos que quem filmou este vídeo foi ameaçado de prisão)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:53

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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

A POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (PSP) EMITIU UM CARTAZ COM UMA MENSAGEM ABSOLUTAMENTE VERDADEIRA

 

Disse bem, a PSP: UM ANIMAL NÃO É UM BRINQUEDO.

Aqui vemos um adorado CÃO.

É crime abandoná-lo. 

CARTAZ DA PSP.jpg

 

Mas nesta foto abaixo vemos um Touro e um Cavalo.

 

TORTURA DE CAVALO E TOURO.jpg

 

Estes serão brinquedos?

Serão touros e cavalos de pau?

 

Estes não sentirão fome, nem sede, nem frio, nem medo?

 

Estes não são animais?

 

Onde está a coerência? A lucidez?

 

Estes podem ser mais do que abandonados:  torturados para divertir broncos e marialvas?


Torturar um ser vivo não é crime em Portugal?

 

Sei que a PSP teve boas intenções.

 

Mas o governo português não só não tem boas intenções como lhe falta lucidez e conhecimentos básicos de Biologia.

 

Não é Dr. Paulo Portas, vice-Primeiro ministro, aficionado assumido de selvajaria tauromáquica?

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:55

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Terça-feira, 9 de Setembro de 2014

VIANA DO CASTELO VAI EM FRENTE…

 

Um COBARDE é isto… (o de duas pernas, obviamente)

 

«Viana vai em frente...

 

Não se pode admitir que isto aconteça todos os anos e nem que uma Câmara (Municipal) tenha de ficar paralisada durante 3 semanas só porque um "teimoso quer ser livre"!

 

Todos nós sabemos que o que aconteceu (em Viana do Castelo no passado dia 7 de Setembro) foi um acto ILEGAL.

 

As forças de segurança falharam. Era deles a obrigação de agir!

 

Se um de nós montar uma barraquinha sem licenças a polícia intervém...

 

Se pararmos o carro 5 minutos sem ser no parque, a polícia vem logo de livreco nas mãos.

 

Então porque permitiu aquilo??

 

Falharam...

 

Deve ter sido a fome! Por isso lhes foi servido um jantar!

 

Nada que eu não tenha já visto em outros restaurantes. Estamos num país onde se compram as almas a preço de saldo!»

 

(Ana Macedo)

 

***

Faço minhas as palavras da Ana Macedo.

Mas isto não fica assim…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:59

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Terça-feira, 24 de Junho de 2014

Grande verdade social…

 

Remeto este texto a quem promove a pobreza, a fome, a estupidez, a guerra e a crueldade    

 

 

Howard Zinn foi um historiador, cientista, político, activista e dramaturgo norte-americano, mais conhecido como autor do livro “A People's History of the United States”, que vendeu mais de um milhão de cópias desde que foi lançado em 1980

 

Por Howard Zinn

 

«O nosso problema

 

Desobediência civil não é o nosso problema.

 

O nosso problema é a obediência civil.

 

O nosso problema é que pessoas por todo o mundo têm obedecido às ordens de líderes e milhões têm morrido por causa dessa obediência.

 

O nosso problema é que as pessoas são obedientes por todo o mundo face à pobreza, fome, estupidez, guerra e crueldade.

 

O nosso problema é que as pessoas são obedientes enquanto as cadeias se enchem de pequenos ladrões e os grandes ladrões governam o país.

 

É esse o nosso problema.»

(Howard Zinn)

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:27

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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