Quarta-feira, 22 de Junho de 2022

PAN quer permitir o acesso de animais de companhia nas praias

 

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza deu hoje entrada no Parlamento de um projecto de lei que prevê o fim da interdição da permanência e circulação de animais de companhia nas praias, mediante a alteração do regime do ordenamento e gestão das praias marítimas, passando assim a ser permitido o acesso de animais de companhia a praias.

 

Praia das amoreiras.jpg

Praia das Amoreiras, a primeira praia para cães foi inaugurada no concelho de Torres Vedras, em 2020.

in  https://jornaldemafra.pt/2020/07/08/praiadas-amoeiras-inaugurada-a-primeira-praia-para-caes-do-concelho-de-torres-vedras-imagens/

 

A este propósito refere Inês Sousa Real, porta-voz e deputada do PAN que os animais de companhia fazem cada vez mais parte integrante das famílias. Toda e qualquer medida que promova e facilite a integração dos animais na vida dos seus tutores, em particular numa época em que sabemos que existe a necessidade de deslocarem com o agregado familiar, promove, consequentemente, o combate ao abandono, que continua a ser um flagelo no nosso país, que se agrava especialmente no período de Verão. Permitir que os animais de companhia acompanhem os seus tutores também nas férias e nas actividades de lazer poderá ter um impacto significativo na diminuição do crime de abandono de animais de companhia, para além de ser uma componente na socialização dos animais e promoção do contacto com a natureza dos próprios e dos seus tutores.

 

E acrescenta ainda que em países como Espanha, por exemplo, toda a costa tem praias disponíveis para que os tutores e os seus animais de companhia possam circular e permanecer. Em países como a Itália ou a Grécia, os cães podem estar nas praias, devendo os seus tutores observar as regras em vigor.

 

Com a presente proposta, o PAN pretende que o  actual regime legal passe a contemplar a demarcação das zonas autorizadas à permanência e à circulação de animais de companhia, desde que se cumpra as obrigações legais existentes, como por exemplo a necessidade de utilização de trela nos espaços de circulação comuns de acesso à praia e presença do tutor ou a obrigatoriedade de recolha de dejectos, devendo ser promovida a colocação de pontos de recolha e ainda a disponibilização de pontos de abeberamento para animais nos acessos à praia e que se evite também horas de maior calor, salvaguardando o bem-estar dos animais.

 

Em Portugal, encontram-se registados cerca de três milhões de animais de companhia no Sistema de Informação de Animais de Companhia, sendo que se estima que cerca de metade dos lares têm, pelo menos, um animal de companhia.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:00

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Quinta-feira, 9 de Junho de 2022

Os políticos portugueses andam por aí a “comemorar” o dia 10 de Junho (é o que dizem). Vejam o que António Mota diz a este propósito. E eu não posso deixar de estar mais de acordo!

 

Leiam o que António Mota diz a este respeito. E eu não posso deixar de estar mais de acordo!

Os iludidos políticos portugueses vivem numa bolha onde a realidade não entra.

Isabel A. Ferreira

 

Dia de Camões.jpg

Origem da imagem: Internet

 

Por António Mota

 in  https://www.facebook.com/antonio.mota.12139

 

«OH, MARCELO! OH, COSTA! OH, PORCA MISÉRIA! IDE TODOS À.»

 

1. 

Vi, algures aqui pela internet, umas fotografias publicadas por alguém que eu conheço. Santo Deus! Fiquei tão triste. É tão ridículo. Uns tanquinhos, uns jeepinhos, um helicópterozinho, mais umas merdas. Mas que raio de País. O que vão comemorar a 10 de Junho? E em Braga? Lá que façam isso em Lisboa, ainda vá que não vá. Mas em Braga?

 

2.

Vão comemorar o Dia de Portugal? Está bem. Mas que Portugal? Portugal o que é? É um país independente? Não. E hoje estou mal disposto, e não me venham com a merda de que hoje ninguém é independente. Não somos mais que um pequeno ignoto cantão, desprezado e abandonado por seus próprios dirigentes políticos, que se honram de serem terceiros secretários de Espanha, quartos de França e quintos da Alemanha, sendo Berlim a capital de toda a colónia dos EUA, chamada Europa. Não são as Forças Armadas as garantes da independência nacional? Por que se prestam a mais esta encenação circense? Ou basta-lhes aquela fitinha na boina, os desfilezinhos para engalanar qualquer anedota, ou para irem ganhar uns tostões doados caritativamente porque vão garantir a paz depois da guerra feita?

 

3.

Vão comemorar o Dia de Camões? Mas qual Camões, se todos os dias os nossos políticos assassinam a nossa cultura, incluindo a literária, retirando-a das escolas, reduzindo Os Lusíadas a meia dúzia de tretas, tiradas de episódios desgarrados, e sem uma conexão do todo? Mas qual Camões, se os nossos políticos não entendem sequer o valor literário e cultural de Camões e de Os Lusíadas em termos de Literatura Universal? Mas qual Camões, se já o sanearam do ensino, e querem sanear ainda mais?

 

4.

Vão comemorar essa riqueza inestimável que é a Língua Portuguesa? Como se atrevem a sugerir sequer isso apenas, estes políticos que temos travestidos de tudo, incultos, irresponsáveis, vadios, câmaras de ar cheias de metano, que aprovaram ilegalmente um Acordo Ortográfico, sem qualquer pudor, desprezando a história, a cultura, a tradição, o estudo, a democracia e, não contentes, o impuseram indignamente à socapa, impondo-o, de novo ilegalmente, nas escolas, na função pública, na merda dos jornais subservientes sempre à espera do subsídio, nos jornais particulares, prostitutas de esquina, que a tudo obedecem? E vergonhosamente, na televisão, até nas legendas, que qualquer detentor da quarta classe no tempo do fascismo faria melhor? Ai pensavam que o problema era o Sócrates? O Sócrates era apenas o Kan-klux-klan a quem tiraram a carapuça, mas os encapuzados lá continuam no seu caminho autocrático, fascista, sebenta, mentiroso, analfabeto e hipócrita.

 

5.

Vão comemorar a diáspora, como se isso fosse o orgulho de um desígnio nacional, quando, na verdade, desprezam a comunidade emigrante e a sua descendência? Na verdade, a diáspora elege quatro deputados, manda dinheiro para os bancos, que não fica protegido, organiza uns ranchos folclóricos como pode, e organiza umas festas para receber com algum estrondo o desprezo que os visita. E viva! E viva o senhor presidente! E vira, Maria. E até ó despois. Onde estão as escolas portuguesas? E as universidades portuguesas? E as escolas portuguesas para servirem as comunidades emigrantes, honrarem a Língua Portuguesa, e divulgá-la, honradamente, como merece?

 

Oh, Marcelo! Oh, Costa! Oh, porca miséria! Ide à!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:49

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Quinta-feira, 28 de Abril de 2022

A decadência da tauromaquia é cada vez mais uma realidade inexorável

 

«Tal como acontece em Portugal, também em Espanha há cada vez menos pessoas a assistirem a touradas. A tauromaquia está cada vez mais próxima do fim.

[Imagem que mostra a bancada de Las Ventas, durante uma “importante” tourada, no dia 24/04/2022]
  (Marinhenses Anti-touradas)

Fonte: https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/5358023584231161/

 

LAS VENTAS.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:27

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Sexta-feira, 25 de Março de 2022

Notícia no Jornal “The Guardian”, 18/Março/2022: «As touradas ainda beneficiam de milhões de euros por ano em subsídios agrícolas da EU»

 

Shame on you EU! 

«Bullfighting still benefits from millions of euros a year in EU farming subsidies

 

«Public funds to farms breeding bulls keeping ‘cruel practice’ of bullfighting alive, say animal rights campaigners

Activistas dos Direitos dos Animais dizem que fundos públicos para as ganadarias   mantêm viva a 'prática cruel' das touradas.

Faço também meu este desabafo de um cidadão português, que, mo eu, se envergonha dos políticos que temos:

«A União Europeia a dar subsídios de muitos milhões aos criadores de Touros para as touradas, através dos agricultores, no nosso caso, através da CAP.

Que moral tem essa canalha de burocratas?

Não têm moral, nem vergonha, nem dignidade!

O que estes nossos trogloditas sem vergonha - somos os melhores do mundo - mereciam era que o The Guardian publicasse, em complemento, o caso português: a cobertura dada pelos governos, a baixeza moral (e material) reinante no Parlamento, a exposição das crianças à violência, etc..

Uma condenação pública poderia ser remédio santo.» (M. Figueiredo).

 

Touro em agonia.jpeg

É isto que a União Europeia financia

 

As touradas, na Europa [apenas em Portugal, Espanha e França, os três tristes países, AINDA trogloditas na Europa] estão a ser mantidas vivas devido aos milhões de euros pagos pela UE, afirmam activistas, apesar das tentativas dos deputados de proibir os subsídios.

 

O financiamento vai para ganadarias que criam Touros de “lide”, através da política agrícola comum (PAC) da UE, um sistema de apoio de longa data, de subsídios dados ao sector.

 

A União de Criadores de Touros de Lide de Espanha, que representa os interesses de 347 ganadeiros, estimou que a proibição do pagamento de subsídios significaria um impacto económico de cerca de 200 milhões de Euros por ano para o sector na [apenas em Portugal, Espanha e França, e NÃO “across Europe”].

 

Em 2015, num movimento aclamado pelos defensores dos Direitos dos Animais que descreveram as touradas como uma “prática cruel”, os eurodeputados votaram esmagadoramente a favor do bloqueio de fundos agrícolas “para o financiamento de actividades tauromáquicas letais”.

 

No entanto, mais de seis anos depois, houve poucas mudanças, com a proibição deixada de lado devido a preocupações de que modificaria as disposições legais da PAC.

Joe Moran, da organização de defesa dos animais Eurogroup for Animals, disse: “Embora concordemos inteiramente com os eurodeputados na sua indignação moral e no que estão a tentar fazer, as vias legais para fazer isso são bastante difíceis. Na verdade, eu diria que são impossíveis.”

 

A eliminação total dos fundos exigiria que o bem-estar animal fosse uma competência oficial da UE, juntamente com uma lei que proibiria a criação de Touros para esse fim ou proibiria totalmente as touradas, acrescentou Moran, [algo que seria da racionalidade fazer]

 

Um funcionário da UE disse que, embora não haja fundos especificamente designados para a criação de Touros de “lide”, “não está excluído”, e os criadores de Touros ainda podem receber fundos públicos de financiamento agrícola.

 

Desde 2003, os subsídios agrícolas da UE têm sido atribuídos principalmente à quantidade de terra cultivada, e não à produção ou ao destino final dos produtos.

 

Os eurodeputados do partido “OS VERDES” apresentaram uma emenda à PAC de 2020 pedindo a proibição de fundos para o gado cujo destino final era “a venda para actividades relacionadas com touradas, mas foi descartada quando a Comissão Europeia, o Conselho da UE e o parlamento finalizaram a política.

 

O eurodeputado português FRANCISCO GUERREIRO descreveu os fundos como “um balão de oxigénio que está continuamente a ajudar esta indústria a manter-se à tona”, uma vez que o número de eventos envolvendo Touros diminuiu.

 

A indústria de touradas (…) [nos três países europeus AINDA trogloditas] acumulou perdas relatadas de mais de 150 milhões de Euros (…) durante a pandemia de Covid, já que eventos como o de San Fermín, em Pamplona foram cancelados e os Touros enviados directamente para o abate.

 

A pandemia apareceu quando o sector estava a lutar para se recuperar da crise económica de Espanha, que viu municípios sem dinheiro interromperem eventos envolvendo Touros. Em 2007 – um ano antes do impacto financeiro – 3.651 eventos com Touros foram realizados em toda a Espanha. Uma década depois, o número de eventos caiu para 1.553.

 

A Praça de Touros de Las Ventas, em Madrid, ficou deserta, após o cancelamento da temporada de touradas de 2020 devido ao bloqueio do coronavírus.

O bloqueio pode ser a morte das touradas em Espanha? [Se não é devia ser]

 

As associações de criadores em Espanha, França e Portugal continuam a defender as cerca de 1.000 explorações de Touros reprodutores para touradas em toda a UE.

 

Antonio Bañuelos, presidente da União de Criadores de Touros de Espanha, disse: “É discriminatório criar esse conceito de que o destino desse gado pode estar vinculado ao recebimento de fundos ou não. Muitas das ganadarias produzem uma variedade de produtos ao mesmo tempo que criam Touros, o que significa que qualquer proibição prejudicaria seu direito de acesso a financiamento em pé de igualdade com outros agricultores da EU

 

A indústria também pressionou os eurodeputados alegando que os Touros de lide, criados em áreas extensas, têm menos impacto no meio ambiente do que porcos ou ovelhas.

 

Uma associação de veterinários espanhóis, anti-touradas, disse que o sofrimento público infligido aos touros era injustificável. Disse ainda aos eurodeputados que instrumentos que vão desde bandarilhas, a espadas de 80 cm foram usadas ​​em Touros durante touradas que duraram cerca de 15 minutos, causa “feridas profundas, hemorragias significativas, sofrimento intenso e morte dolorosa”.

 

Bañuelos afirmou que a morte de um touro de “lide” é “mais rápida e acarreta menos sofrimento” do que muitos animais criados comercialmente. [O que é mentira].

 

Existem milhares de animais que morrem todos os dias em circunstâncias muito dolorosas. Mas o foco está na tourada porque é a mais exposta quando se trata de publicidade e é um alvo fácil”, disse. [Não é por isso, é pela cruel DIVERSÃO com o sofrimento atroz de um ser vivo].

 

Traduzido do original que pode ser consultado aqui:

https://www.theguardian.com/environment/2022/mar/18/bullfighting-still-benefits-from-millions-of-euros-a-year-in-eu-farming-subsidies

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:03

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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2022

A “Taula de Canvis”, ou como os primeiros banqueiros eram tratados quando roubavam o povo

 

Recebi este interessantíssimo texto via-email

E fica a pergunta: em Portugal, vamos começar por quem?

Vale a pena ler.

 

Taula de Canvis.jpeg

 

A ‘Taula de Canvis’

 

A Taula de Canvis (Tábua/Mesa de Câmbios) apareceu em Espanha, durante o reinado de Jaime I, o “Conquistador” (1213-1276). Esta foi a primeira instituição financeira (o precedente mais directo dos bancos públicos, mais tarde complementado com os bancos privados), que apareceu em diferentes cidades Espanholas, em resposta às necessidades geradas pelo aumento do comércio e viagens de longas distâncias, que ocorreram desde a Idade Média, tanto terrestres como marítimas, que ligavam os portos Mediterrânicos (Marselha, Génova, Veneza, Valência) com os portos europeus do Atlântico, do norte e sul da Europa (França, Inglaterra, Flandres, Escandinávia, Sevilha, Lisboa).

 

A legislação romana que regia este negócio foi então renovada, sendo estes alguns dos principais artigos desta legislação ‘bancária’.

 

Em 13 Fevereiro de 1300, foi estabelecido que qualquer banqueiro que declarasse falência ou bancarrota, seria humilhado perante todo o povo, por um acusador público e forçado a viver rigorosamente a pão e água até que devolvesse aos seus credores o valor total dos respectivos depósitos.

 

Em 16 de Maio de 1301, foi decidido que os banqueiros seriam obrigados a obter fianças e garantias de terceiros para poderem operar, e aqueles que assim não fizessem não seriam autorizados a estender a colcha (manta) sobre suas mesas (taulas) de trabalho (câmbios).

 

O objectivo desta legislação era mostrar a toda a população que esses banqueiros não eram tão confiáveis quanto os que usavam a colcha sobre a mesa, ou seja, que estavam suportados por garantias.

 

Qualquer banqueiro que quebrasse esta regra (por exemplo, que trabalhasse com a colcha sobre a mesa, mas sem terem a fiança de garantia) seria imediatamente considerado culpado de fraude.

 

No entanto, apesar desta lei, alguns banqueiros logo começaram a enganar os seus clientes.

 

Devido a estas situações de ilegalidade, em 14 de Agosto de 1321, foi estabelecido que os banqueiros que não cumprissem imediatamente com os seus compromissos, seriam declarados em bancarrota e se não pagassem as suas dívidas no prazo de um ano, cairiam em desgraça pública, a qual seria apregoada pelos acusadores públicos para todo o povo do reino.

 

Decorrido esse prazo de um ano, o banqueiro que continuasse em dívida para com os seus credores, seria imediatamente decapitado em frente da sua mesa (taula), e as suas propriedades seriam vendidas localmente para pagar aos seus credores.

 

Existem provas documentais de que esta lei foi aplicada algumas vezes.

 

Por exemplo, o banqueiro catalão Francesc Castelló foi decapitado em frente da sua mesa em 1360, em estrita conformidade e cumprimento desta lei.

 

E fica a pergunta: em Portugal, vamos começar por quem?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:08

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Sábado, 30 de Outubro de 2021

Arena d’Évora: vergonha nacional, afinal, NÃO há autoridades em Portugal, e tudo não passa de uma grande FANTOCHADA

 

ARENA D'éVORA.PNG

Fonte da imagem para interagirem com a Arena d'Évora:

https://www.facebook.com/1247201205382503/posts/3775400459229219/

 

Quando se trata de tauromaquia, em Portugal, NÃO HÁ vitórias. Em Espanha há. E evolui-se. Por algum motivo há-de ser.

 

As denúncias dos cartazes para este abominável evento a ter lugar na Arena d’Évora VALERAM ZERO. Houve bastantes denúncias, a várias “autoridades”.

Estas:

igacgeral@igac.pt, sepna@gnr.pt, gabinete.pm@pm.gov.pt, gab.ministro@medu.gov.pt, gabinete.ministro@mc.gov.pt, canal.parlamento@ar.parlamento.pt, gp_ps@ps.parlamento.pt, gp_psd@psd.parlamento.pt, gp_pp@pp.parlamento.pt, bloco.esquerda@be.parlamento.pt, gp_pcp@pcp.parlamento.pt, pev.correio@pev.parlamento.pt, Pan.correio@pan.parlamento.pt, gabinete@ch.parlamento.pt, Gabinete@il.parlamento.pt, gabinetejkm@ar.parlamento.pt, cristina.rodrigues@ar.parlamento.pt, gab.presidente@cm-lisboa.pt, correiopgr@pgr.pt, correio@sg.mj.pt, gfcj@pgr.pt, cnpdpcj.presidencia@cnpdpcj.pt,

 

Eu também denunciei. Até para a PGR, que me respondeu nada ter a ver com isso. Isso é competência da IGAC. Como sabemos, a IGAC é aficionada a 1000%, portanto, as denúncias para a IGAC valem ZERO.

 

A salvação seria uma grande tempestade lá para aqueles lados. Essa é que poderia ser a AUTORIDADE mais competente para salvar as crianças da bárbara lavagem cerebral, que lhes querem fazer. Contudo, dizem-me que a arena foi remodelada e que até podiam chover pedras! A não ser que algum milagre acontecesse, para encher de racionalidade as autoridades a quem o abuso foi denunciado.



Tudo em vão.
Não vivemos num país a sério, nem temos autoridades competentes, para evitar que progenitores sem consciência atirem os filhos para a crueldade das arenas de tortura de Touros. Um crime de lesa-infância. Mas quem para punir este crime?


Tudo não passa de uma grande FANTOCHADA. Até o pedido para fazer as denúncias. Se não servem para nada. Até esta coisa de RECOMENDAR que os menores de 16 anos não devem assistir a touradas, quando existe a possibilidade de elas irem com os progenitores, como se isso tornasse as touradas menos CRUÉIS, e as crianças não possam ser traumatizadas para toda a vida, e virem a ter mentes tão deformadas, como os dos que as obrigam a assistir a estas crueldades.

 

TUDO UMA GRANDE FANTOCHADA!!!!!



E vejam o que fazem ao pobres Touros que são levados para a arena com 20 horas de antecedência e ali ficam, desorientados e maltratados, até à hora de serem TORTURADOS diante de crianças.



Isto revolta até um pedregulho, portanto, nem pedregulhos, nem HOMENS temos no PODER. De que matéria será feito o PODER? Dessa mesmo, que quem me lê e é HUMANO está a pensar.   

Isabel A. Ferreira

Para ver o vídeo clicar em ver no Facebook

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:51

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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2021

O líder do CDS/PP assiste à tortura de seis Touros e dezenas de Cavalos, na Chamusca

 

Num país a sério, com um governo a sério e evoluído, um líder político ou um deputado da Nação jamais ousaria aplaudir e apoiar a tortura de seres vivos.

 

Francisco Rodrigues dos Santos, líder da bancada do CDS/PP no Parlamento português, foi à praça de Touros da Chamusca assistir e aplaudir a tortura de seis Touros e dezenas de Cavalos, desconhecendo que os Touros e Cavalos são tão animais como as Tartarugas que se encontram num tanque da Quinta Conde dos Arcos, situada nos Olivais, para as quais recentemente o CDS/PP solicitou protecção à Câmara Municipal de Lisboa. Ou uns são mais animais do que outros?


«É sempre importante saber quem está do lado da civilização e do respeito pelos animais e quem está contra eles, ao lado da violência e da crueldade»
(Plataforma Basta de Touradas)

 

Sabemos que a evolução não está ao alcance de todas as mentalidades, mas é inconcebível que não esteja ao alcance de gente que teve a oportunidade de evoluir, frequentando uma Universidade, e não aproveitou essa oportunidade.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte: https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069/4748753401822095/

 

CDS e a hipocrisia.jpg

 

Em Portugal é isto que se vê, na imagem.

Em Espanha, encaminha-se para a EVOLUÇÃO.

 

«A lenta agonia da tauromaquia em Espanha, ajudada pela covid-19 e por decisões políticas»

 

Eduardo Briones - ERuropa Press - Getty Images.jpg

 

Esta colhida sofrida pelo toureiro Emilio de Justo em Sevilha, em Setembro de 2021, não teve consequências graves. Já o sector tauromáquico vive com dificuldade desde que a pandemia atacou. (Foto: Eduardo Briones/Europa Press/Getty Images)

 

Governo de Pedro Sánchez exclui as corridas de touros do cheque cultural de 400€ que beneficiará os jovens que façam 18 anos em 2022. Sector queixa-se desta decisão, que agrava os males contraídos desde que a pandemia atacou.

 

Ler notícia aqui:

https://amp.expresso.pt/internacional/2021-10-27-A-lenta-agonia-da-tauromaquia-em-Espanha-ajudada-pela-covid-19-e-por-decisoes-politicas-cfbdf62a?fbclid=IwAR2ZQtIalhmq-XgyQ5cDU2jUiMC93xB5FgJIh5z8qxvHV3yrmL2noB4r4fU

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Terça-feira, 26 de Outubro de 2021

Em Espanha como em Portugal as corridas de Galgos são algo absolutamente abominável, onde seres extremamente sensíveis são expostos a uma extrema crueldade, abandono e morte

 

Em Espanha como em Portugal há que ACABAR com esta crueldade.
No entanto em Espanha existe a AnimaNaturalis um organismo que se interessa verdadeiramente por esta questão.

 

Em Portugal não existe nem partidos políticos nem organismos que façam verdadeiras campanhas contra esta barbaridade. E os Galgos são CÃES.  Em contrapartida, em Portugal temos Pedro do Carmo, deputado do PS que preside à Comissão responsável pela apreciação das iniciativas legislativas para o fim das corridas de Galgos, o qual diz ter assistido a uma e disse ser um "extraordinário espectáculo"?



É por estas e por outras, que Portugal continua na cauda da Europa em inúmeras questões cruciais para a Evolução Humana. Em Portugal apenas faz-se-que-faz-se.

 

Mas vejamos o que está a ser feito em Espanha.

Isabel A. Ferreira

 

Salvemos os Galgos.jpg

SALVEMOS OS GALGOS

 

Por AnimaNaturalis

 

A nossa equipa de investigação conseguiu obter imagens de uma corrida de Galgos organizada na Andaluzia (Villarrubia, 11/09/2021). Aceder a esse tipo de evento nunca foi fácil, pois os galgueiros sabem que estão na nossa mira, e que vamos atrás deles.


Estes cães são explorados à exaustão e quando já não servem para correr são abandonados ou simplesmente abatidos da forma mais cruel.

 

O nosso compromisso é lutar até às últimas consequências para que os Galgos usados ​​na caça e nas corridas tenham as mesmas protecções que os demais cães que vivem em nossas casas, pois até agora são considerados meros instrumentos.

 

Mais de 50.000 galgos são abandonados a cada ano, de acordo com dados de várias investigações, incluindo as nossas próprias investigações. Eles são usados ​​como armas para caçar animais como lebres e coelhos, mas também em corridas onde competem por prémios e apostas.

 

Nessas corridas, os Galgos são obrigados a perseguir uma isca que finge ser uma lebre, mas não porque tenham um especial espírito de caçador, mas porque foram treinados desde cachorros para os estimular. Os Galgos excitam-se ficam rapidamente   quando vêem outros a correr. Quem convive com um Galgo sabe que correr os diverte. No entanto, não podem suportar essa velocidade por muito tempo, porque se esgotam rapidamente.

 

Quando competem, substâncias de vários tipos são-lhes aplicadas   para desinchar as  almofadas dos pés ou para tornar a sua recuperação mais rápida. Há relatos do uso de arsénio, estricnina e até mesmo metanfetaminas ou anabolizantes para que atinjam o desempenho máximo, apesar de encurtar as suas vidas.

 

A nossa campanha "Salvemos a los Galgos"  presentemente está a pressionar as autoridades. Estaremos a protestar nas cidades mais importantes da Espanha, aumentando o debate que existe sobre este tema. Continuamos a infiltrar-nos entre os caçadores e os galgueiros, investigando e conseguindo desmascarar sua exploração e abuso.

 

Os Galgos, lebres, cães de caça e todos os outros cães usados ​​em actividades como a caça e corridas devem ter as mesmas protecções dos demais animais, ou até mais. Ao estarem sujeitos a actividades não-naturais e de grande exigência, devem ser continuamente monitorizados por veterinários e ter um controle rigoroso.

 

O nosso objectivo é acabar com essas actividades de uma vez por todas, mas sabemos que esse objectivo não poderá ser imediato. Por isso insistimos numa maior atenção a esses animais, fiscalização permanente e multas altíssimas para todos os abusos, morte ou abandono.

 

Aïda Gascón Bosch
Directora de AnimaNaturalis en España
www.AnimaNaturalis.org
 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:14

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Domingo, 24 de Outubro de 2021

A crueldade das touradas

 

As imagens dizem tudo  

 

Crueldade, cobardia, estupidez, violência, aberração, psicopatia, sadismo, tudo isto classifica o que se vê neste vídeo. A tourada é uma actividade sanguinária praticada em várias cidades de qpenas oito países terceiro-mundistas, em que Portugal se inclui.

 

Centenas de milhares de Touros morrem todos os anos, em Portugal, na Espanha e França (que pertencem à Europa civilizada, não sabemos como…); e na Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e México.

 

Há quem pretenda que isto seja “arte”, “cultura”, “património cultural imaterial”, «bem de interesse cultural" e se perpetue indefinidamente… Mas quem assim pretende, é portador de uma mente DEFORMADA.

 

Mas o ano de 2013 é o ano limite…

 

Vamos ver se entre os governantes dos referidos países tauricidas há Homens Inteiros…  

 

***

 

Arsénio Pires, deixou um comentário ao post A creldade das touradas às 14:42, 2013-01-22.

Comentário:

 

Imagens da realidade tauricida difíceis de contemplar! Imagens de horror que só mentecaptos, psicopatas e sádicos poderão classificar de "cultura"! Quem pode ficar insensível perante tal atrocidade? Quem poderá contemplar tal VERGONHA HUMANA sem se conter e gritar: - ABAIXO com as touradas! Acabemos com esta "coisa" que rebaixa o Homem ao mais ínfimo grau de todos os seres vivos! Nenhum animal IRRACIONAL é capaz de tal atitude de divertimento com o sofrimento e morte de seres vivos e sensíveis! E o Homem é que é RACIONAL? Onde está a RAZÃO? Estamos no séc. 21 e 2013 é o ano do fim desta VERGONHA MUNDIAL! ABAIXO com as touradas! TAURICIDAS, mudem de rumo e deixem de viver à custa do sangue de seres indefesos!

 

***

 

É absolutamente inconcebível que tais imagens ainda façam parte da vida dos dias de hoje, Arsénio.

 

É inacreditável que governantes permitam tal demência nos seus países, com a cumplicidade de uma Igreja Católica que abençoa os tauricidas.

 

É imoral. É cruel. É violento. É macabro!

 

Morra atourada!! Morra a psicopatia e sadismo taurinos!  

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:29

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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2021

Cristina Rodrigues, deputada não-inscrita, propõe fim das touradas e reconversão das praças de Touros

 

Eis algo que pode fazer sair Portugal do rol dos países terceiro-mundistas. A saber: Portugal, Espanha, França, México, Colômbia, Peru, Venezuela, Equador e Costa Rica".

 

Cristina Rodrigues apresentou, ontem, na Assembleia da República, um projecto de lei, no qual propõe a abolição das touradas e a criação de apoios para reconverter as praças de Touros em espaços culturais, através da aprovação em Orçamento do Estado de uma verba específica para esse efeito.

 

Cristina Rodrigues.jpg

A deputada não-inscrita Cristina Rodrigues

Foto: MÁRIO CRUZ/LUSA

 

Cristina Rodrigues justifica a necessidade de levar adiante este projecto «não só pelo crescente desinteresse da sociedade portuguesa na tourada e, por oposição, a evolução que tem ocorrido relativamente à protecção e bem-estar dos animais e ao crescente reconhecimento dos seus direitos, sendo a tourada um evento que já não deve ter lugar nos dias de hoje».  

 

Cristina Rodrigues considera ainda que é «urgente que Portugal dê mais este passo e deixe de integrar o reduzido grupo de países que ainda admitem esta actividade bárbara, considerando que «a tauromaquia é uma actividade que tem vindo a sofrer um grande declínio, existindo cada vez menos pessoas, em Portugal e no mundo, a concordar com a utilização de animais para fins de entretenimento".  

 

Cristina Rodrigues salienta que a tauromaquia, para além da dor física, provoca no Touro um elevado nível de stress e que, apesar de os animais não morrerem na arena [excepto em Barrancos, legalmente, graças ao ex-presidente Jorge Sampaio, e em Monsaraz, ilegalmente, graças ao fechar-de-olhos das autoridades, que apesar de se dizerem competentes, são de uma incompetência inacreditável!] são abatidos dias depois, se coincidir com um feriado ou fim-de-semana, por os matadouros estarem fechados, ficando os animais a sofrer e as morrer lentamente, uma vez que nas praças não há condições para os abater depois das corridas.  Assim é que é.

 

Cristina Rodrigues refere também que a Lei de Protecção aos Animais «consagra no n.º 1 do artigo 1.º, expressamente, a proibição de todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal».

 

Acrescente-se que esta Lei não considera ANIMAIS os Touros e os Cavalos envolvidos nas touradas. Se considerasse, não haveria touradas, uma vez que estas são tortura pura para os desventurados Touros e Cavalos.

 

Cristina Rodrigues considera que a excepção às touradas, prevista nesta lei, só vem confirmar que o legislador estava bem ciente de que se trata de maltratos injustificados, e citando o estatuto jurídico dos animais, salienta que esta legislação "determina expressamente que os animais são seres vivos dotados de sensibilidade e objecto de protecção jurídica em virtude da sua natureza".

 

Cristina Rodrigues dá ainda como exemplo a aprovação, pelo Parlamento Europeu, de uma emenda para que os fundos da Política Agrária Comum não sejam usados para apoiar a reprodução ou a criação de Touros destinados às actividades tauromáquicas, e lembrou igualmente a proposta de José Manuel Fernandes (PSD) e de Gérard Deprez, que pediam que os fundos não fossem usados para financiar as actividades letais da tauromaquia.

 

Posto isto, esperamos todos que os restantes deputados da Nação, tenham em consideração esta exposição da Deputada não-inscrita, Cristina Rodrigues, e rumem em direcção à EVOLUÇÃO.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:28

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