Querem saber porquê?...
Porque ninguém gosta de emigrar.
Se vivermos bem no nosso país, não precisamos de ir penar para o país dos outros. É o que está a acontecer aos imigrantes, em Portugal, aos quais acenaram com o El Dorado português, e disseram-lhes venham, venham para o país do Sol, onde escorre leite e mel e há trabalho, habitação e assistência social para todos, todos, todos...
E eles vieram em massa, sem saber que Portugal é um país pequeno e pobre, onde nem todos cabem e o que há para repartir não dá para todos. É por isso que os nossos cidadãos activos e os jovens mais qualificados emigram, estando espalhados pelo mundo, com perspectivas de um futuro muito melhor do que aquele que poderão encontrar em Portugal, onde não existem políticas que os prendam ao torrão natal, por isso, existem numerosas comunidades portuguesas na diáspora, em todos os continentes.
Os desventurados imigrantes vieram em massa, e entre o caos e a esperança, entraram os que procuravam trabalho e vieram por bem, e os que vislumbraram em Portugal um território sem rei, nem roque onde podiam montar os seus negócios obscuros e reinar e é fartar, vilanagem...
Os políticos portugueses, movendo-se pela política de destruir Portugal, talvez a mando de forças ocultas (é por demasiado evidente que quem manda em Portugal NÃO é o governo português) deixaram entrar livremente o trigo, mas também o joio. Houve tempo em que para se emigrar era necessária uma carta de chamada, onde constasse uma fonte de trabalho e uma residência, só assim poderiam entrar num país de acolhimento.
Em Portugal, entrou-se à balda, sem trabalho, sem residência, sem luz ao fundo do túnel. E o resultado não podia ter sido pior.
Os que para cá vêm, que perspectivas de futuro têm, num país entregue a estrangeiros, e em vias de desaparecer do mapa? Porque é essa a política que está em curso. A destruição de Portugal. Basta estarem atentos às não-políticas, e a esta pouca vergonha de andarmos sempre a eleger os mesmos governantes, sem terem cumprido os mandatos completos, derivado a uma atávica incompetência.
Na campanha eleitoral, a decorrer, o que se vê? As mesmas caras, mais do mesmo, discursos já gastos pela estagnação, só ouvimos insultos uns aos outros, berros e mais berros, sem ideias novas para tirar Portugal do fosso em que se encontra. Os Portugueses pensantes estão fartos disto.
Não há perspectivas de futuro para Portugal. Perdemos a nossa Identidade, já não somos um País livre e soberano. Vivemos num país que faz-de-conta que é um país. Quem manda em Portugal são os estrangeiros: brasileiros, chineses, espanhóis, franceses, e já há quem esteja de olho neste pedaço de terra, que nos deixaram os nossos valorosos antepassados, à custa de grandes sacrifícios, muito sangue, suor e lágrimas, para que outras culturas venham agora para aqui instalar-se. E hoje já não temos guerreiros audazes que possam livrar-nos de investidas inadequadas! Como foi possível que em tão poucos séculos, a garra portuguesa tivesse desaparecido até à extinção.
Em Portugal não há políticas para nada, por isso o caos instalou-se por todo o lado: saúde, habitação, educação, cultura, fauna e flora. Somos um país sem Língua própria, sem rei nem roque, com governantes que não pugnam pelos interesses de Portugal, prestando vassalagem aos estrangeiros, com a maior das latas.
Qual o motivo que deu origem à chamada Expansão Portuguesa? Por que é que Portugal deu novos mundos ao mundo? Não foi porque o povo tinha vida boa, em Portugal. Além de que o rectangulozinho, chamado Portugal, situado na parte mais ocidental da Europa, banhado por um mar imenso, estava cheio de gente pobre e sem futuro, não podendo expandir-se por terra, com os espanhóis à porta, tiveram de expandir-se por mar.
E agora, desculpando-se com um Portugal envelhecido, dizem que precisam de imigrantes.
Dêem uma vida decente aos portugueses com idades activas e não os incentivem a ficar a viver à custa de subsídios de desemprego (conheci um casal que ele e ela (não tinham filhos) viviam de subsídios do Estado, mas ela vendia louças nas feiras, e ele fazia biscates de carpintaria, não pagavam impostos, e viviam a fazer pouco dos outros. Quantos ainda vivem deste modo em Portugal?).
Reduzam na despesa do Estado, não precisamos de tantos deputados, de tantos secretários de Estado, de tantos secretários de secretários e motoristas e carrões, em vez de carros (já nem digo carrinhos), e manjares dos deuses e andarem por aí a fazer viagens “turísticas”, à custa dos impostos dos portugueses, enfim, o despesismo estatal é uma vergonha, se lhe acrescentarmos o esbanjamento de dinheiros públicos na selvajaria tauromáquica, uma actividade bárbara, desadequada à civilização.
Gerem mal os dinheiros disponíveis para a despesa do Estado, e depois falha para pagar salários, para as infra-estruturas, para o SNS, para habitação social, enfim, para tudo e mais alguma coisa, que é necessário para uma vida estável.
Não há futuro para os jovens portugueses, em Portugal, e estes têm emigrar. E quem cá fica? Os velhos e os de meia idade. E depois dizem que precisam dos imigrantes, para ocuparem as vagas de trabalho que os parasitas portugueses, que vivem de subsídios, não querem. Permitem que eles entrem em Portugal à balda, e depois exploram-nos e deixam-nos a viver em condições sub-humanas, e não dão vazão às papeladas necessárias para se fixarem no País.

Marcelo Rebelo de Sousa ousou alertar para o colapso da economia portuguesa sem imigração. Preferia que Marcelo alertasse para a falta de políticas que possam fixar os nossos jovens no País.
Onde eu resido, existe um troço de passeio, numa rua, onde numa extensão de pouco mais de 100 metros, existem NOVE lojas de Indianos, Chineses e Bengalis cheias de quinquilharias e sempre vazias de clientes (!?).
No lugar onde eu moro, existem várias famílias estrangeiras com bons carros, e a viver em bons apartamentos, a fazer uma vida luxuosa mas não trabalham. De que viverão?
Um determinado tipo de violência instalou-se entre os que vivem mal, vivem nas ruas, sem emprego, sem perspectiva alguma de um futuro melhor, e continua-se a dizer venham, porque são precisos. Os que tiveram mais sorte, já têm a nacionalidade portuguesa, médico de família, já podem votar (!?). Uns são enteados e outros são filhos.
Alguma coisa vai mal na política imigratória.
Não é justo deixar entrar imigrantes em Portugal, para que vivam ao Deus dará...
A recente notícia de que milhares de imigrantes receberam uma notificação para abandonarem voluntariamente o País, gerou alguma perplexidade. Porém tal procedimento administrativo sempre existiu, ocorre todos os anos, pelos mais variados motivos, e é algo que está previsto na Lei.
As estatísticas indicam-nos que em 2016, o total foi de 6.305 pessoas abrangidas por estes procedimentos; em 2017, foram 5.699; em 2018, 4.391; em 2019, 5.529; em 2021, ano estigmatizado pela pandemia e forte desaceleração administrativa, houve 1.534 pessoas abrangidas por estas medidas; igualmente em 2022, 2023 e 2024.
Portanto, em 2025 não será diferente.
Varrer a questão da imigração para debaixo do tapete e dizer que não há problemas é pretender enganar os ceguinhos.
Não existe uma política de imigração em Portugal. Uma política com regras, que sejam justas para quem vem e para quem cá está.
Alguém me dizia, aqui há dias, que Portugal precisa de regras claras, para a imigração, de prazos céleres, de combate às redes ilegais e protecção dos direitos humanos, de regulamentação e organização responsável, de garantir que quem vem para Portugal o faz com dignidade e dentro da lei. A gestão da imigração deve ser firme, mas humana. Rigorosa, mas sensata.
Dizer que não se passa nada e está tudo a correr às mil maravilhas é mentira.
O que faz falta em Portugal são políticas racionais.
Como podem dizer que sem imigração Portugal se desmorona, quando em Portugal existem mais de dois milhões de pobres, com tendência para aumentar, e milhares deles sem habitação condigna e a passar fome?
- Nos últimos 20 anos saíram de Portugal 2,1 milhões de portugueses, sendo que em 2023 saíram cerca de 75 mil portugueses?
- O número total de imigrantes com processos de regularização em dia já ultrapassa os 1,5 milhões.
- Em 2023 entraram em Portugal 328.978 imigrantes.
- O número de imigrantes residentes em Portugal em 2023, segundo dados provisórios da AIMA era de 1,044 milhões.
- A AIMA estima que o número de imigrantes em Portugal, no final do ano passado, possa ter chegado a 1,6 milhões.
- Tendo em conta que a população residente natural de Portugal, actualmente é de cerca de 10,6 milhões, número que representa a população que tem cidadania portuguesa por direito de nascimento e que reside em território nacional;
- Tendo em conta que a população residente em Portugal tem aumentado nos últimos anos, com um aumento de cerca de 46.000 pessoas em 2022, comparado com 2021;
- Tendo em conta que o número de portugueses com cidadania por direito de nascimento é substancialmente maior do que o número de pessoas que possuem cidadania portuguesa por outros meios, como naturalização ou descende de judeus sefarditas;
- Tendo em conta que a população estrangeira residente em Portugal representa cerca de 5% do total da população residente;
- Tendo em conta que Portugal é um território pequeno e pobre, onde ainda se passa fome, como pode aguentar a pressão de tantos imigrantes a entrar, quando milhares de portugueses são obrigados a sair por NÃO haver condições para se viver razoavelmente no próprio País?
Há aqui alguma coisa que não bate certo.
E o que há é falta de políticas racionais para fixar os Portugueses no seu próprio País, e falta de políticas racionais nos países de origem dos imigrantes para os fixar nos seus países.
Perguntem ao imigrantes se tivessem condições razoáveis nos seus países eles emigrariam para um país pequeno e pobre como Portugal, onde se tem os salários mais baixos da Europa, e tudo o resto é o mais caro da Europa.
Só dirão que preferem viver em Portugal do que nos seus países de origem aqueles que, de alguma forma, gozam dos privilégios que muitos autóctones não têm.
OBS.: ousei ousar escrever este texto realista, sem medo de que me apodam de racista e xenófoba, e sem a hipocrisia de tentar tapar o sol com uma peneira, simplesmente, porque sei que NÃO sou nem uma coisa nem outra, e não uso palas. E isso basta-me.
Isabel A. Ferreira
Anda por aí um modismo de destruição de monumentos que recordam um tempo que apenas quem o viveu teria o direito de pôr em causa.
Um povo que rejeita o seu passado e não consegue entendê-lo à luz desse mesmo passado, é um povo fracassado e sem futuro.
Não esquecer que o Brasil só é Brasil, porque os Portugueses descobriram o território, e o povoaram, sendo um dos povos colonizadores que menos mossa fez aos indígenas, verdadeiros donos daquelas terras, os quais colaboraram, por livre vontade, com eles, nas guerras travadas contra Ingleses, Holandeses, Franceses, Espanhóis. Além de a miscigenação (união de brancos com os indígenas) ser uma realidade na sociedade da época. E o Brasil tem o tamanho que tem, graças aos Bandeirantes.
Talvez por desconhecerem a verdadeira História do Brasil, ocultada e deturpada nas escolas brasileiras, o Brasil ainda não tenha conseguido encontrar o rumo certo para a Evolução Cultural. Falta-lhe o PASSADO.
Mas vamos aos factos.

Fonte da imagem: https://twitter.com/Midia1508/status/1430260482703757320/photo/1
Na passada terça-feira, a estátua de Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil, localizada no Largo da Glória, no Rio de Janeiro, foi incendiada e pichada em protesto contra o Marco Temporal, uma teoria segundo a qual os povos indígenas [os verdadeiros donos dos territórios que sempre foram deles, desde os tempos do colonizador], só teriam direito às terras [que legitimamente] sempre ocuparam] em 5 de Outubro de 1988, aquando da promulgação da Constituição Federal, algo defendido pelos camponeses e pelo governo Bolsonaro.
Segundo a notícia, essa interpretação desvaloriza as violências e expulsões forçadas, às quais os indígenas estiveram expostos ao longo do tempo, nomeadamente depois de o Brasil ter-se libertado do jugo do colonizador, sendo que foram sempre perseguidos pelos brasileiros emancipados; e também contra o Projecto de Lei nº 490, que prevê empreendimentos dentro das terras indígenas, como o plantio de soja transgénica e a construção de hidroeléctricas e rodovias.
A estátua foi erguida em 1900, para celebrar os 400 anos do descobrimento do Brasil, por Pedro Álvares Cabral.
Afinal, que culpa tem Pedro Álvares Cabral de os Brasileiros pós-1822 ainda não terem encontrado o caminho da Evolução Cultural?
Isabel A. Ferreira
Sempre foi assim, desde as minhas andanças por terras do Brasil.
A questão é: porquê ainda tem de ser assim, passados tantos anos?
Não há qualquer motivo, para que seja assim, mas sendo, e como quem não se sente, não é filho de boa gente, nem honra o País da sua origem, nunca deixei, nem deixo barato as falsidades e as afrontas à Cultura, à Língua e à História portuguesas.
E desta vez não foi diferente. Recebi dois comentários afrontosos, e o que fiz foi simplesmente defender a minha Bandeira – a Portuguesa.
Fiz mal?
Isabel A. Ferreira

Carlos comentou o post Portugal e Brasil: dois países, duas línguas... às 11:00, 14/05/2021 :

***
Carlos, vou ater-me, também de forma respeitosa, mas muito realista, apenas ao seu último parágrafo = trivial discurso de um brasileiro que se preza de o ser: «Só gostaria (ou gostava) de deixar uma dica, de forma respeitosa e sátira, em breve o Brasil vai colonizar Portugal que Portugal passará a se chamar "Brasil do Norte" e ainda falará o idioma "brasileiro de Portugal". Brincadeiras a parte, grande abraço e bom trabalho.»
Satírico ou não, brincadeiras à parte, ou não, o Carlos diz que gostaria (tempo futuro) ou gostava (tempo passado) de deixar uma dica, a dica que tantas vezes EU, nas minhas andanças pelo Brasil, num PASSADO, já bem passado, ouvi demasiadas vezes, para acreditar que num futuro, que já é PRESENTE, poderia acontecer: o de, um dia, Portugal poder ser colonizado pelo Brasil, a modos de vingança, por não se designar Inglaterra. O que ainda não se sabia era como o fazer.
Mas lá chegou um tempo em que os marxistas brasileiros, eivados de um ódio lunático por tudo o que fosse colonial, colonialismo e colonizadores, lembraram-se de estroncar a História comum aos dois países, pulverizando-a com asquerosas mentiras, que introduziram nas Escolas (que eu frequentei), começando aqui a vingança; e colonizar Portugal através da destruição da Língua Portuguesa, a qual Antônio Houais se apressou a deslusitanizar (o termo é dele).
Entretanto, o sonho da “Língua Brasileira”, preconizado por alguns intelectuais brasileiros, num passado distante, acordou do sono profundo em que estava mergulhado, quando uns tantos idiotas, entre pseudo-linguistas, políticos ignorantes e editores mercenários, engendraram e puseram em marcha o Acordo Ortográfico de 1990, pensando com isso que iriam “conquistar” Portugal, esquecendo-se que nem Napoleão Bonaparte, que fez três tentativas, o conseguiu. E o que os bravos Portugueses de antanho fizeram com os generais de Napoleão, os bravos Portugueses hodiernos continuarão (porque a acção já começou) a fazer com os novos candidatos a colonizadores.
E eis-nos chegados ao tal futuro, que já é presente, onde se estrebucha para manter essa colonização de Portugal, através da Língua, que, por CONVENIÊNCIA, ainda se chama portuguesa, mas que os Brasileiros, logo que possam, mudarão para BRASILEIRA.
Todos sabemos que esse dia chegará, entretanto, Portugal libertar-se-á dos colonos brasileiros e deixá-los-á livres e felizes com a VARIANTE BRASILEIRA do idioma português, e a Língua Portuguesa regressará às sua origens, ao seu território ibérico, dure o tempo que durar esse regresso, porque nos corre nas veias o sangue dos nossos bravos antepassados, que nunca permitiram que nem Castelhanos, nem Franceses, nem Ingleses, usurpassem o pequeno (em território) País que nos deixou Dom Afonso Henriques.
Um grande abraço, também para si.
Isabel A. Ferreira
***
- - - - - respondeu ao seu comentário no post «Opinião sobre “Contestação do Livro “1808” de Laurentino Gomes” de autoria de Isabel A. Ferreira» às 10:02, 14/05/2021 :

***
Gostaria de trocar ideias com quem tivesse um nome.
Não é o caso, ainda assim, vou responder, porque este comentário está eivado do ódio dos marxistas brasileiros, por tudo o que é colonial, colonialismo e colonizadores, então lembraram-se de estroncar a História comum aos dois países, pulverizando-a com asquerosas mentiras, como as que aqui relata, as quais introduziram nas Escolas brasileiras (que eu frequentei, por isso SEI), começando aqui a vingança, por Portugal não se designar Inglaterra.
Quando o Brasil se tornou independente, ficou INDEPENDENTE, e isto significa que os brasileiros poderiam ter acabado com a mentalidade colonizadora, mas não tiveram CAPACIDADE para o fazer. E a culpa NÃO É dos Portugueses hodiernos.
Seja quem for que está por traz deste comentário diz que é «extremamente contra julgar o passado através dos valores éticos e morais da actualidade, e não fez mais do que julgar esse passado à luz dos valores do tempo hodierno, ao dizer que é mais contra «quem não assume os erros cometidos no passado». Quais erros é que os Portugueses da actualidade cometeram, num passado que nem sequer viveram? Num passado em que todos os colonizadores colonizavam quase do mesmo modo, e digo quase, porque os Portugueses foram os menos agressivos.
De que INVASÃO do Brasil fala? Isso é linguagem de marxista IGNORANTE, porque os há com sabedoria.
O Brasil foi invadido por Holandeses, Franceses, Ingleses, mas NUNCA por Portugueses. Não sabia? Então fique a saber.
A história que vos contam nas mal-amanhadas escolas brasileiras é uma história de carochinha, muito eivada de uma ignorância da mais pura. Devia ter vergonha de envergonhar o Brasil com a sua desmedida ignorância.
O Brasil pós-independência foi afectado, sim, mas pela INCOMPETÊNCIA dos que não souberam aproveitar essa LIBERTAÇÃO, para se verem livres do jugo do colonizador. Em vez de aproveitarem a libertação, encolheram-se num complexo de colonizados, o complexo de inferioridade, o complexo de vira-lata (de que fala Nelson Rodrigues) que vos incapacitou de CRESCEREM como país e como povo. Agora querem pôr a culpa para os colonizadores? Olhem por vós abaixo. Vejam o que estão a fazer aos indígenas: invadem a terra deles, como se fossem os novos colonizadores, os verdadeiros INVASORES. Ao menos os portugueses nunca os expulsaram das suas terras. Os verdadeiros DONOS do Brasil são os indígenas. Os outros, vocês, vieram por acréscimo.
A sua insistência na INVASÃO do Brasil é demonstrativa de uma ignorância atroz. Quando os Portugueses chegaram às terras que depois baptizaram de Terras de Santa Cruz, o BRASIL NÃO EXISTIA. Nem o Brasil nem os brasileiros, que hoje atacam os indígenas e lhes querem tomar as terras, que são deles, por DIREITO. Isso não vos ensinam nas escolas? Mas deviam ensinar.
Nenhum português hodierno se enaltece por aquilo que eram os VALORES daquela época, e válidos para TODOS os outros povos colonizadores.
Nós ORGULHAMO-NOS pelo nosso feito de dar novos mundos ao mundo, não nos orgulhamos das barbaridades cometidas por TODOS os que colonizaram territórios nessa época: Ingleses, Holandeses, Franceses, Espanhóis (só estes EXTERMINARAM três civilizações avançadas, da época: a Inca, a Asteca e a Maia).
Olhe, vá estudar HISTÓRIA do Brasil nos livros escritos por HISTORIADORES, e não nos livros escritos por imbecis ignorantes, que não têm a mínima noção da infinitude da ignorância deles.
Só quando os brasileiros ignorantes (porque os há com saber) se dignarem estudar a HISTÓRIA tal como ela é, e não através da lupa fosca de marxistas ignorantes, talvez a relação Brasil/Portugal possa levar outro rumo.
Ah! E não se esqueçam: DEIXEM de INVADIR (aqui sim, o termo é este) os territórios dos INDÍGENAS BRASILEIROS, os verdadeiros donos desses territórios, dos quais os Portugueses nunca os expulsaram. Deixem os Indígenas em paz. Estamos no ano 2021 d. C., e não no ano de 2021 a. C.
E quando quiser comentar, sugiro que vá à certidão do seu nascimento, (se é que a tem) e veja o nome que lá consta, para o USAR com legitimidade, nos comentários.
E saiba que a sua falta de discernimento e saber, neste comentário, é um INSULTO ao Brasil e ao Povo Brasileiro INSTRUÍDO.
Isabel A. Ferreira
Nem o Rei mais avoado, cometeu a insensatez de estrangeirar a Língua herdada de Dom Diniz, o Rei Trovador. Nenhum dos mais incompetentes governantes republicanos jamais se rebaixou ao poder estrangeiro. Tinha de vir um socialista (José Sócrates) e um social-democrata (Cavaco Silva) já na era pós-25 de Abril (que se arma em democrata), para substituir a grafia portuguesa, pela grafia de uma ex-colónia que desprezou a língua que herdou, mutilando-a e desenraizando-a das suas nobres origens europeias.
Vem isto a propósito do comentário que recebi de Sérgio Lopes, ao meu texto «(Des)concerto de Ano Novo».

Sérgio Lopes comentou o post (Des)concerto de Ano Novo às 00:26, 03/01/2020 :
Isabel, pode fazer chegar ao Senhor ministro mais isto, sff? https://www.ufmg.br/online/arquivos/015374.shtml |
***
Caro Sérgio Lopes,
Não sei a que senhor ministro se refere. O primeiro-ministro? O dos Negócios (DOS) Estrangeiros? O da (Des) Educação? Na dúvida, faz-se chegar isto a todos. E a mais alguns.
Não sei se tudo o que lhes envio é lido por eles ou não. Alguns têm a amabilidade de me responder. Outros, não. Tenho cá para mim, que talvez leiam, quando muito, por mera curiosidade. Se lêem e levam em conta o que lhes envio, isso é outra história.
Mas o que lhe quero dizer, caro Sérgio Lopes, é que é devido aos “marios perinis” brasileiros que se escreve e fala tão mal no Brasil. (Atenção! E isto não é ser xenófoba ou racista, como os ignorantes gostam de me taxar. Isto é relatar um facto. Certo?).
Esses “marios” transformaram o que ainda chamam “Português” (porque lhes dá jeito, para parecer que têm um idioma a sério) numa linguagem que já não é a portuguesa. Nem pouco mais ou menos.
Todos os que estudam Línguas estrangeiras (Inglês, Francês, Alemão, Castelhano) estudam a GRAMÁTICA como ponto fundamental de partida para uma LINGUAGEM ESCRITA ESCORREITA, porque é a escrita (e não a oralidade) que fixa o pensamento, algo que no Brasil se perdeu por completo. Nenhum país com uma Língua Íntegra, abdica da aprendizagem da Gramática. Nenhum. E todos fixaram a Língua.
Apenas países, com índices elevados de analfabetismo, como é o caso único do Brasil e de Portugal, se atiram para a triste aventura de simplificar o estudo da Língua, apenas porque ao Povo, conduzido por políticas e políticos culturalmente pobres e ignorantes, não lhe deram oportunidade de desenvolverem capacidades intelectuais para uma primorosa aprendizagem. E isto só acontece no Brasil e em Portugal. Em mais nenhum país do mundo civilizado.
O Brasil abdicou do estudo do Português e da Gramática (que foram substituídos pela disciplina «Comunicação e Expressão» paupérrima em saberes), simplesmente porque está-se nas tintas para a Língua herdada do colonizador, a pedra no sapato dos brasileiros que sofrem da “síndrome do colonizado”, e apenas destes, o que os impede de avançar culturalmente, mas não só. Os “marios”, que espigam no Brasil como uma lepra, não contentes com os estragos que já fizeram no que respeita à Língua herdada do repudiado colonizador, pretendem estender esses estragos à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Mas não vão conseguir.
São os que sofrem da “síndrome do colonizado” que suspiram por algo que nunca acontecerá: «Se tivéssemos sido colonizados pelos Ingleses seríamos os Estados Unidos da América do Sul…». Este sonho americano dos “marios” está assente numa gigantesca ignorância. Aos “marios” da Língua juntam-se os “marios” da História que, no Brasil, é ministrada de um modo completamente pervertido, induzindo os desventurados alunos a monumentais erros, que depois espalham por aí (a Internet está cheio deles) numa lamentável demonstração de ignorância, também monumental, sobre a realidade histórica, que não pode ser sonhada, mas tão-só admitida tal como ela foi. Não podemos reescrever a História, tal como ela aconteceu. O que podemos é aprender com os erros da História, para não os repetir no futuro.
Lamento muito que, passados tantos anos, desde que frequentei escolas brasileiras, nada tenha mudado para melhorar o Ensino, muito pelo contrário, comprovo que tudo piorou desastrosamente.
O Brasil, sendo um país grande, jamais será um grande país, enquanto não aceitar o seu passado português e a História comum a todos os países colonizadores. Enquanto não aprenderem que a HISTÓRIA não se faz sobre aquilo que nós gostaríamos que tivesse acontecido, mas sobre a realidade que caracteriza cada época.
Os Brasileiros desconhecem que, de todos os povos colonizadores (Espanhóis, Ingleses, Franceses, Holandeses), os Portugueses foram os menos cruéis, os menos destruidores, os menos racistas, e os que deixaram um maior legado cultural, algo que os Brasileiros pós-1822, não souberam absorver nem valorizar, fechando-se, infortunadamente, no seu “complexo de vira-lata”, conforme lhe chamou o dramaturgo e escritor brasileiro Nelson Rodrigues, o que os impediu de crescer.
Portanto, meu caro Sérgio Lopes, mandarei esta resposta ao seu comentário, a todos os ministros, para que eles próprios possam tirar ilações e escrever, ao menos, uma página sem nódoas, na nossa História Coeva, extinguindo aquele que foi o maior erro histórico, desde a fundação de Portugal.
É que nem o Rei mais avoado, cometeu a insensatez de estrangeirar a Língua herdada de Dom Diniz, o Rei Trovador. Nenhum dos mais incompetentes governantes republicanos jamais se rebaixou ao poder estrangeiro.
Tinha de vir um socialista (José Sócrates) e um social-democrata (Cavaco Silva) já na era pós-25 de Abril, que se arma em democrata, para substituir a grafia portuguesa, pela grafia de uma ex-colónia que desprezou a língua que herdou, mutilando-a e desenraizando-a das suas nobres origens europeias.
Por conseguinte, meu caro Sérgio Lopes, dispensamos todos os “marios”.
Isabel A. Ferreira
Ou não fossem os Portugueses e Espanhóis dois povos com “tradição” predadora, quando se trata de animais não-humanos, que eles usam e abusam e maltratam em nome do LUCRO e do DIVERTIMENTO.
A destruição das espécies, do meio ambiente e do Planeta soma e segue impunemente...

A organização ambientalista Greenpeace alertou para a pesca excessiva de tubarões no Atlântico Norte, por parte de barcos portugueses e espanhóis, considerando que tem consequências “devastadoras” para algumas espécies.
O alerta partiu do director para os Oceanos da Greenpeace no Reino Unido, Will Mccallum, um dos activistas que esta semana confrontaram um barco espanhol a 200 milhas do arquipélago dos Açores que estava a pescar tubarões.
O protesto foi pacífico, explicou à agência de notícias espanhola Efe, precisando que apenas exibiram uma mensagem onde se lia “tubarões sob ataque”, e documentaram as capturas que estavam a ser feitas. O barco, disse, devia dedicar-se à pesca sustentável do peixe espada, mas tinha mais captura de tubarão.
O caso não é uma excepção, já que, segundo uma informação hoje divulgada pela organização ambientalista, numa recente travessia do Atlântico Norte o “Esperanza”, o maior barco da Greenpeace, documentou que as capturas de tubarão quadruplicavam em peso as de peixe-espada.
Os tubarões são especialmente cobiçados pelas suas barbatanas, consideradas uma iguaria em algumas culturas asiáticas.
A Greenpeace estima que os barcos espanhóis e portugueses estão a capturar anualmente cerca de 25.000 tubarões anequim, nome comum das espécies ‘Isurus oxyrinchus’ e ‘Isurus paucus’. Os tubarões anequim estão classificados na Lista Vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza como em risco de extinção.
“Fazem-no às claras, não é algo que escondam. A ciência é muito clara, não estamos a fazer o suficiente para proteger os tubarões. Não há limites para estes barcos quando estão no mar”, disse McCallum.
Num relatório recente da Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ORGP-ICCAT, na sigla original) afirmava-se que mesmo que as capturas de tubarão anequim cessassem há apenas 50% de hipóteses de a população recuperar até 2040.
“Pode ser que tenhamos ido longe de mais”, disse o responsável da Greenpeace, acrescentando que quanto ao tubarão azul (‘Prionace glauca’) não há dados sobre o tamanho das populações, pelo que “não faz sentido” pescar tanto de uma espécie sobre as quais não se sabe quantos exemplares existem. Os tubarões azuis estão na Lista Vermelha com o estatuto de espécie “quase ameaçada”.
No relatório, a Greenpeace pede limites rígidos para a pesca de tubarões e quer um tratado global para a criação de santuários em 30% das grandes áreas oceânicas até 2030, para permitir a recuperação das espécies.
Actualmente apenas 1% dos oceanos está protegido, de acordo com a Greenpeace, que afirma que algumas populações de tubarões foram reduzidas em até 99% devido à actividade humana.
Fonte:
… e a associação internacional de tauromaquia ameaça com tribunais… como se leis idiotas pudessem ter validade “ad aeternum”…
«As pessoas não querem, a cidade não quer, a câmara não quer, quem é esta gente para impor touradas? De todas as vezes que os tribunais espanhóis foram chamados a pronunciarem-se ficou claro que o povo é quem mais ordena. NÃO ÀS TOURADAS!» (CAPT)
in https://www.facebook.com/groups/CampanhaAntitouradasPortugal/permalink/2276297532409013/

A associação internacional de tauromaquia apresentou uma comunicação formal à cidade de Oviedo, discordando do projecto de reforma da praça de touros Buenavista que visa abolir a tauromaquia.
Diz-nos a notícia que «de acordo com as informações públicas emitidas pela sessão e as investigações feitas por entidades amadoras do Principado das Astúrias envolvidas, a Praça de Touros de Oviedo poderia ser usada para diferentes actividades artísticas, desportivas e culturais, excluindo e proibindo a celebração de mostra tauromáquica, para a qual foi construído.»
E a esta atitude chama-se evolução.
E vêm os outros e dizem:
«A este respeito, o alcaide foi avisado como presidente da corporação, que as três leis que estão em vigor na Espanha, não só previnem este suposto saque cultural, mas forçam por mandato expresso aos Poderes Públicos Centrais, Autónomos e Municipais, como é o caso, para a conservação e enriquecimento da tauromaquia.»
A esta atitude chama-se atraso civilizacional.
Portanto, a Praça de Touros Buenavista de Oviedo, pode e deve ser objecto de uma reforma que exclui o uso habitual para o qual foi construído, ou seja, a realização de uma prática bárbara, desadequada aos tempos modernos que, em parte alguma, a não ser nas atrasadas localidades onde ainda se pratica esta barbárie, é considerada património cultural imaterial, mas a tauromaquia não passa de património imaterial da estupidez, nos tempos que correm.
A associação internacional de tauromaquia acha que lá por existirem leis idiotas que legitimam esta prática medievalesca, ela (a prática hedionda da tauromaquia), está protegida e não é censurável. Como se enganam!
É da racionalidade rejeitar leis que vão contra a Ética e insultam a Humanidade.
Torturar animais não faz parte das actividades éticas humanas. São um insulto ao Bom Senso e ao Senso Comum, logo, têm de ser extintas.
E queira ou não queira, goste, ou não goste a tal associação internacional de tauromaquia, esta prática será extinta. E já faltou mais tempo.
Fonte da notícia:
O Correntes d’Escritas, que já vai na sua 20ª edição, realizar-se-á de 16 a 27 de Fevereiro do corrente ano (2019), na Póvoa de Varzim, com a presença de mais de 140 escritores de expressão castelhana, de expressão luso-africana (Língua Portuguesa), de expressão cabo-verdiana (Crioulo Cabo-Verdiano, oriundo do Português) e de expressão brasileira (oriundo do Português.

O objectivo inicial deste evento foi aglomerar escritores de expressão ibérica, vindos de todo o mundo, onde as Línguas Portuguesa e Castelhana eram veículos de comunicação. Duas línguas nascidas na Península Ibérica, e espalhadas pelo mundo, na época dos Descobrimentos, encetados por Espanhóis e Portugueses, que chegaram a dividir o mundo, através de um tratado celebrado entre o Reino de Portugal e a Coroa de Castela para dividir as terras "descobertas e por descobrir" por ambas as Coroas, fora da Europa, e assinado na povoação castelhana de Tordesilhas, em 07 de Junho de 1494, e que ficou conhecido por Tratado de Tordesilhas.
Acontece que, na Península Ibérica, actualmente, só resta intacta a Língua Castelhana que, apesar de espalhada pelo mundo, nomeadamente América do Sul e América Central, jamais teve necessidade de se “adaptar” às várias formas do Castelhano que é falado nos territórios descobertos ou colonizados pela Espanha. São mais de 500 milhões de pessoas, falantes do Castelhano. O Castelhano é o segundo idioma mais falado no mundo, depois do Mandarim; é uma das seis línguas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU); e é usado como língua oficial da União Europeia, do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL). E jamais ouve necessidade de acordos ortográficos, para unificar esta Língua, tão espalhada pelo mundo, e com tantas e preciosas variantes.
A outra Língua Ibérica, a Portuguesa, já não é portuguesa, já não é ibérica. Já não se encaixa no Correntes d’Escritas. E a maior prova é o que se vê nesta imagem, que agride, que esmaga, que insulta a alma portuguesa:

O Cine Teatro Garrett, localizado junto do Largo David Alves, na Póvoa de Varzim, é um dos palcos onde decorrerão as actividades deste evento. E decidiu-se enfeitar o local com estes cartazes suspensos, com algumas palavras escritas em Português, como criatividade (em Castelhano creatividad), escrita (em Castelhano escritura), amor (em Castelhano amor); e o que é que ali está a fazer, pendurado, aquele vocábulo, afeto, e que qualquer criança do segundo ano da escola básica lê “âfêtu”, que é como isto deve ser lido, e os espanhóis também lerão e não o reconhecerão como um vocábulo ibérico? Ah! Sim, é um vocábulo importado do Brasil, do léxico brasileira, que os políticos portugueses, nos querem impingir. E daí? O que é que este evento de Expressão Ibérica tem a ver com a Língua que será a Brasileira, que tanto se distanciou da expressão ibérica? Ah! Sim, o acordo ortográfico. Mas que acordo? Quem acordou o quê?
Em Língua Portuguesa, na tal língua de expressão ibérica, o vocábulo escreve-se afeCto, tal como em Castelhano: afecto.
Na Península Ibérica, nos países sul-americanos e centro-americanos de expressão castelhana, nos países africanos de expressão portuguesa, e em Portugal, ninguém reconhece este AFETO como sendo da família: Indo-europeia, Itálica, Românica, Ítalo-ocidental, Românica ocidental, Galo-ibérica, Ibero-românica, Ibero-ocidental, Galaico-portuguesa, Português, do qual o Brasil se distanciou, criando outra língua: a brasileira.
Tal como a família do Castelhano: Indo-europeia, Itálica, Românica, Ítalo-ocidental, Românica ocidental, Galo-ibérica, Ibero-românica, Ibero-ocidental, Castelhano, que todos os países de expressão castelhana respeitaram.
AFETO é um vocábulo brasileiro, que faz parte de uma infinidade de vocábulos, a que os Brasileiros suprimiram as consoantes mudas, em 1943, e que os malaqueiros decidiram adoPtar, menosprezando os vocábulos ibéricos, apenas porque lhes deu na veneta, e porque acham que em 273 milhões de falantes de Português, 205 milhões são Brasileiros, isso é o suficiente para transformarem uma Língua Ibérica numa língua sul-americanizada, cheia de brasileirismos, e esvaziarem a Língua Portuguesa das suas raízes europeias.
Entre os escritores que participarão neste evento, contam-se alguns nomes que constam da lista dos anti-acordistas. Deles esperamos que aproveitem a oportunidade para exigirem ao presidente da República, que presidirá à cerimónia de abertura do Correntes, em 19 de Fevereiro, pelas 11h30, no Casino da Póvoa de Varzim, que cumpra a Constituição da República Portuguesa, e devolva a Portugal a grafia portuguesa.
A conferência de abertura, contará com a presença do director da CPLP, Jorge Carlos Fonseca que, obviamente, juntamente com os editores acordistas, que enchem a Feira do Livro com edições acordizadas e traduções dos autores de Língua Castelhana em acordês, estão ali para promoverem não as duas Línguas de expressão ibérica, mas tão-somente fazer propaganda a um acordo que o Brasil já considerou um desacordo.
Ainda hoje, um brasileiro meu amigo, Wilson Raiano, me questionou: «Isabel A. Ferreira, o que a política tem a ver com a língua? Filmes e novelas brasileiras são exportadas para todo o mundo, inclusive China. A língua e costumes fazem parte do pacote».
E eu respondi-lhe: «Em princípio, a Língua nada deveria ter com a política. Mas, infelizmente, os políticos brasileiros e os políticos portugueses deram-lhes para meter o bedelho onde não eram chamados, e estão a negociá-la como se ela fosse uma NOVELA. E a Língua Portuguesa não é uma novela, não é samba de uma nota só. É o Património Cultural Imaterial mais precioso que um País pode ter, e como tal deve ser intocável e preservado. E que o Brasil exporte novelas e samba, inclusive para a China, nada contra. Porém, os costumes e a Língua de cada país não são produtos exportáveis para consumo, mas apenas para o conhecimento do outro.»
E pensar que nunca perdi uma edição, até ao ano em que trocaram a Língua Portuguesa pela sul-americana e começaram a vender gato por lebre e a encher a Feira do Livro com obras acordizadas! E autores, que jamais consentiriam ser acordizados, estão a ser desonrados. Deste modo, perderam uma leitora, que gastava cerca de 200 Euros nesta Feira do Livro, todos os anos.
E para concluir deixo-vos com esta RADIOGRAFIA DO AO90 que recebi via e-mail, e que seria bom ser lida em voz alta numa das sessões que integrarão o Correntes d’Escritas, que já perdeu a sua essência, e hoje não passa de um logro:
O AO90:
Não podia estar mais de acordo.
Isabel A. Ferreira
Recebi um comentário curioso, que me proponho esmiuçar e divulgar, para servir de LIÇÃO a todos os que pensam com a cabeça do dedo mindinho do pé, e vêm ao meu Blogue fazer “discursos” machistas.
Se querem argumentar comigo sejam racionais e tenham um mínimo de conhecimento sobre as matérias que pretendem comentar.
É que já não há pachorra para tanta ignorância optativa, uma doença social que, no entanto, tem cura.

Vicente Dias comentou o post MONSARAZ - A INACEITÁVEL, INACREDITÁVEL E CONDENÁVEL RESPOSTA DA PRESIDENTE DA CNPDPCJ às 07:22, 06/09/2018 :
Achei muito engraçado o comentário da "harmonia entre os seres", vindo de uma pessoa que odeia o Brasil e os Brasileiros, tem preconceito não apenas contra o Brasil mas contra tantas outras coisas, como demonstra o seu facebook e este mesmo blogue. Quanto ódio, quanta negatividade. Que horror. Isabel A. Ferreira é uma pessoa triste, ou pelo menos é isso o que eu sinto após ter lido este blogue. |
Senhor Vicente Dias, agradeço o seu comentário, porque ele vai dar-me a oportunidade de lhe dar uma LIÇÃO (gratuita), uma vez que o seu problema, e o de todos aqueles que “pensam” como o senhor, é a grande ignorância que vos avassala; é a iliteracia, que vos faz ler “alhos” quando escrevo “bugalhos”; é um desconhecimento total da Língua Portuguesa, que vos faz confundir INDIGNAÇÃO ou REVOLTA (um direito que me assiste, consignado na Constituição da República Portuguesa) com ÓDIO; é não ter capacidade intelectual para discernir entre SENTIDO CRÍTICO e SEGUIDISMO (qualidade de quem segue ou é defensor incondicional de alguma ideia, teoria ou partido, sem NUNCA SE QUESTIONAR OU FAZER JUÍZOS DE VALOR); e finalmente é aquele complexo de inferioridade que esmaga os do sexo masculino, quando estão diante de uma MULHER que PENSA, que CONTESTA, que DENUNCIA sem papas na língua.
Aconselho-o a ouvir, até ao fim, esta grande mulher, de nome CIDINHA CAMPOS, neste vídeo, porque ela e eu temos a mesma GARRA, e quando uma mulher desta qualidade moral e cultural fala, os homens CALAM-SE. Ouça principalmente o silêncio dos homens quando a Cidinha começou a falar, e que perdurou durante todo o seu discurso.
Nesta brilhante e assertiva intervenção, Cidinha Campos não demonstrou ódio pelos seus parceiros políticos, demonstrou, isso sim, uma legítima REVOLTA igual à minha, quando tenho de abordar as indignidades cometidas por ignorantes do mesmo calibre dos que são “atacados” neste vídeo.
Posto isto, passo a responder às suas considerações, às considerações de alguém que olha para os meus textos como um boi para um palácio.
1.
Achou muito engraçado o comentário da "harmonia entre os seres", vindo de uma pessoa que odeia o Brasil e os Brasileiros? Pois não me surpreende que tivesse achado engraçado, porque como já referi acima, ao senhor falta-lhe capacidade intelectual para interpretar o que escrevo, sobre Portugal e os Portugueses, sobre o Brasil e os Brasileiros, sobre Espanha e os Espanhóis, o universo em que deambulo, nas minhas mais visíveis causas, e os quais apresentam atitudes bastante censuráveis.
Agora preste atenção: uma pessoa de Bem e do Bem não odeia pessoas, nem povos, nem países; eventualmente poderá odiar as atitudes prejudiciais às sociedades humanas, e acções abomináveis contra a VIDA e o Planeta, perpetradas pelos pobres de espírito, (não confundir com pobres em espírito) que deambulam pelo mundo e vivem num nível de evolução ainda muito primitivo, e são, obviamente, passíveis de críticas, para que possam evoluir. De contrário, achariam que as barbaridades que cometem são a coisa certa.
2.
A sua incapacidade para compreender as coisas é tanta que não sabe o significado da palavra negatividade e aplica-a incorrectamente. Não sei se já reparou que a negatividade está nos indivíduos que andam neste mundo a praticar acções que prejudicam as sociedades humanas e a VIDA do Planeta, incluindo os outros seres vivos.
A negatividade não está em quem DEFENDE a sociedade, a VIDA e o Planeta dos seus predadores.
3.
Que horror! digo eu, senhor Vicente Dias! Horrorizo-me com a falta de discernimento e senso comum que infestam a sociedade portuguesa e aqueles portugueses seguidistas, que não têm o mínimo sentido critico, e que se recusam a evoluir. E que se recusam a curar-se da doença social, denominada ignorância optativa.
O Professor Pedro Domingos diz que «quem tem falta de senso comum é idiota». Concordo plenamente. E são esses idiotas, que andam por aí a idiotar, que combato veementemente, exercendo o meu direito de cidadania.
4.
O senhor também não tem capacidade nem conhecimentos suficientes para avaliar psicologicamente a minha pessoa, por isso, errou no diagnóstico, até porque nem sequer sabe o significado da palavra triste, quando diz que a Isabel A. Ferreira é uma pessoa triste (taciturna, sinistra, trágica, sombria).
A Isabel A. Ferreira é tão-só uma pessoa indignada com a ignomínia dos maus, que dilaceram a harmonia entre os seres, e com a incompetência e inércia de governantes que fazem de Portugal o quintal deles, e nos envergonham perante o mundo civilizado.
A Isabel A. Ferreira é também insubmissa, tem espírito crítico, é dotada de senso comum, e não anda no mundo só por ver andar os outros.
Não é obrigado a ler o que escrevo, mas se lê e isso o incomoda, dou por cumprida a minha missão.
Isabel A. Ferreira
Têm a certeza? Sabem o que é herança cultural?
Acham mesmo que o que se vê nas imagens mostradas neste vídeo tem a ver com herança cultural lusa? Uma prática selvática herdada dos monarquistas espanhóis é herança lusa? E cultural?
Só mentes deformadas podem ver nestas imagens uma “herança cultural” instrutiva.
Aprendam com Narciso Machado:
https://www.publico.pt/2018/06/23/opiniao/opiniao/povoa-de-varzim-um-concelho-antitouradas-1835596
As personagens insólitas e macabras que fazem parte da ERC (entidade reguladora para a comunicação social) deram parecer negativo ao projecto de lei do Bloco de Esquerda para que a transmissão televisiva de touradas se faça em horário tardio, por causa das crianças, mas a ERC considera que esta selvajaria é "parte integrante da herança cultural lusa".
Contudo, a ERC não se fica só por esta ignorância. Diz mais. A ERC considera que as práticas selváticas, cruéis e violentas inerentes à tauromaquia não são sequer susceptíveis de influir negativamente na formação da personalidade das crianças e de adolescentes, não havendo por isso "quaisquer impedimentos legais à sua transmissão.
Bem, esta afirmação de uma ignorância descomunal, só por si, classifica as personagens insólitas que fazem parte da ERC.
Mas quem é a ERC para ter capacidade de dar pareceres do foro psicológico e psiquiátrico?
Os da ERC vivem na Idade Média, são tremendamente obscurantistas, como podem ter discernimento para dar pareceres racionais e adequados à modernidade, em relação a uma matéria que causa REPULSA ao mundo civilizado?
Vivem entocados, são uns parasitas da sociedade, e andamos nós a pagar salários a estas personagens retrógradas e antiquadas, para darem pareceres idiotas, baseados nas mais descomunais ignorâncias!
A ERC devia ser simplesmente extinta. Não é um organismo imparcial. Existe para servir lobbies, e não os verdadeiros interesses dos Portugueses, que na sua esmagadora maioria REPUDIAM esta prática selvática. Enquanto o mundo avança, estes retrógrados afundam-se em tempos medievalescos, e passam, ao mundo, uma mensagem troglodita.
A mediocridade marca pontos não só na ERC como na Assembleia da República, onde todas as ignorâncias, que amarfanham o nosso País, são forjadas.
O Bloco de Esquerda bem poderia ter apresentado um projecto mais ousado, propondo o fim das transmissões de tal selvajaria na televisão pública. Já chega de tanta estupidez! De tanta crueldade! De tanta violência! De tanta falta de discernimento!
E andamos nós a pagar impostos para serem esbanjados deste modo vil e anacrónico.
Tudo isto merece a nossa maior REPUGNÂNCIA.
Isabel A. Ferreira
Sei que não quer saber. Não está interessado. Se estivesse, não faria orelhas moucas aos numerosos apelos dos mais eminentes intelectuais dos países lusófonos que, energicamente, rejeitam o AO90, por este ser a maior fraude de todos os tempos.
Mas ainda assim, vou contar-lhe o que se passou no passado fim-de-semana… em Espanha…

Origem da imagem: Internet
… quando participei numa espécie de “tertúlia”, realizada algures na Galiza, num lugar frequentado por escritores, poetas, jornalistas, artistas plásticos, cineastas (sendo o mais famoso que por lá passou, o genial Mel Gibson) actores e também pessoas absolutamente comuns, com as mais diversas profissões, enfim, um lugar onde se discute e se troca Culturas, Artes, Literaturas, Ideias, Ideais e Políticas comuns, ou menos comuns… enquanto fazemos as refeições.
Como sempre acontece, sou a única cidadã de nacionalidade portuguesa, que pára por aquelas paragens, com a frequência possível. Nunca encontrei lá as mesmas pessoas.
Desta vez estava representado o México, Suíça, várias regiões de Espanha e Portugal (eu). E adivinhe, senhor primeiro-ministro, qual foi o teor de uma das conversas: Portugal e a sua Língua, que nenhum dos presentes dominava. Comunicámo-nos em Castelhano e Inglês.
Então, aproveitei a ocasião para sondar aquelas pessoas, viajadas, cultas e conhecedoras do mundo, acerca do que pensavam sobre um país, que foi colonizador (tal como Espanha), vergar-se ao ex-colonizado (Brasil) adoptando a ortografia brasileira, destruindo, por completo, as raízes latinas, e a integridade de uma das mais belas línguas indo-europeias -- a Língua Portuguesa.
A estupefacção foi enorme!
Os Mexicanos, que se encontravam presentes, e que foram colonizados por Espanha, consideraram rara esta submissão; os Espanhóis, que colonizaram parte das Américas do Sul e Central, disseram que era raríssimo o ex-colonizador absorver a língua alterada do ex-colonizado, a Espanha jamais o faria; da Suíça veio uma interrogação que me deixou surpreendida, porque existe a ideia de que os Brasileiros têm uma língua, e os Portugueses têm outra língua «Portugal está a adoptar o brasileño?» Assim mesmo: o brasileño.
Exactamente. Portugal está a adoptar o brasileño. Disse eu. E acrescentei: «Mas isto nem é raro, nem é raríssimo. Isto é caso único na História de toda a Humanidade. Conhecem algum país (ex) colonizador que tivesse adoptado a Língua do (ex) colonizado?»
Ninguém conhecia. Bem puxámos pela memória. Mas não há memória de uma coisa assim, em tempo algum...
Pois é, senhor primeiro-ministro. Não tive como defender o governo de Portugal e esta sua política de vassalagem. Nem podia. Deixei bem vincada a minha repulsa, e o descontentamento de milhares de Portugueses, o qual, doravante, aquelas pessoas terão agora oportunidade de espalhar por onde passarem…
Desta vez, não pude salvar Portugal de ser amesquinhado.
Por vezes, acontece estar eu naquele lugar, onde predomina o multiculturalismo, e Portugal vem à baila, e alguém se lembra de o apoucar, então eu, imbuída de um patriotismo à la Padeira de Aljubarrota, defendo a sua História, a sua Cultura e a sua Língua com as garras de fora.
Mas no que respeita à desveneração que o actual governo português e o presidente da República consagram ao símbolo maior da nossa identidade, a Língua Portuguesa, eu nada posso fazer.
Envergonho-me deles (do governo e do PR que temos). E disse-o lá, bem alto...
De resto, faço o que posso e sei, para que Portugal regresse à sua origem linguística, a europeia, porque não existe outra.
Isabel A. Ferreira