Domingo, 28 de Outubro de 2018

TODA A VERDADE SOBRE AS TOURADAS

 

Tudo o que é feito ao touro antes, durante e depois das touradas

 

VERDADE DA TOURADA.jpg

 Antitourada 

 

1 - PRAÇA DE TOIROS CALAFIA.

 

2 - Um dia fui lá, e fiquei muito assombrado com tudo aquilo que vi...

 

3 - A CORRIDA DE TOIROS PARA MIM, É MATAR POR DIVERSÃO…

 

4 - Talvez já tenhas ouvido dizer que a festa de touros é uma arte, mas não é… É uma ciência... A Ciência da Tortura. E nada na festa brava é genuíno, excepto a dor.

 

5 - Eles acreditam ser muito valentes… mas não o são. Porque, desde pelo menos 24 horas antes de entrar na arena, o touro é mantido numa prisão às escuras, para que ao soltarem-no, a luz e os gritos dos espectadores o assustem e ele tente fugir, saltando as barreiras, o que produz no público a ilusão de que o touro é feroz, mas a condição natural do touro é fugir, NÃO é atacar.

 

6 - Cortam-lhe os cornos para proteger o toureiro. Põem-lhe às costas sacos de areia, durante horas. Batem-lhe nos testículos e nos rins, provocam-lhe diarreia, deitando sulfatos na água que bebe, para que chegue fraco e desorientado à arena. Untam-lhe os olhos com gordura para lhe dificultar a visão e deitam-lhe nas patas uma substância que lhe produz ardor e o impede de ficar quieto, para fazer reluzir a actuação do toureiro.

 

7 - Os cavalos dos picadores: Escolhem-se cavalos que já não têm valor comercial, porque o animal morre em 3 ou 4 corridas no máximo. É muito comum que o animal sofra múltiplas quebras de costelas ou várias perfurações. Coloca-se-lhe uma capa a simular que esta o protege, mas na realidade é para que o público não veja as feridas do cavalo que, com frequência, apresentam vísceras expostas.

 

8 - O trabalho do picador, para mim é degradante… Se o toureiro percebe que o touro investe com muita energia, ordena ao picador que faça o seu trabalho: Consiste em sangrar o touro para o debilitar, cravando-lhe no lombo uma lança que destrói alguns músculos (trapézio, romboideu, espinal e semiespinal, serráteis e transversos laterais) e, além disso, lesiona vasos sanguíneos e nervos. Tudo isto para que o toureiro possa brindar com a sua expressão artística, que se supõe este espectáculo dever ter. Um único golpe forte poderia destroçar imediatamente o touro, por isso, é feito em três tempos, “para maior deleite dos aficionados”.

 

9 - E o das Bandarilhas ainda é pior…As bandarilhas asseguram que a hemorragia continue, por isso, tentam colocá-las justamente no sítio já picado com os ganchos metálicos. O gancho move-se dentro da ferida a cada movimento do touro e com o roçar da muleta, o peso das bandarilhas tem precisamente essa função. Algumas têm um arpão de 8 cm a que chamam "de castigo", que lhe cravam se conseguiu desviar-se da lança do picador. As bandarilhas prolongam o agravamento e aprofundamento das feridas internas. Não há limite para o número de bandarilhas: tantas quantas forem necessárias para destroçar os tecidos e a pele do touro…

 

10 - Tal como está Demostrado, é tudo dum Grande Valor… A perda de sangue e as feridas na espinha dorsal impedem que o touro levante a cabeça de maneira normal, e é quando o toureiro pode aproximar-se mais. Com o touro já próximo do esgotamento, o toureiro já não se preocupa com o perigo e pode até dar-se ao luxo de virar as costas ao touro, depois de um passe especialmente artístico, atirando o peito para fora e pavoneando-se para receber os aplausos do público em histeria. Quando o touro atinge este estado lastimável, o matador entra na arena numa celebração de bravura e de machismo, enfrentando um touro exausto, moribundo e confuso.

 

11 - E falta ainda a famosa Espada! O touro é atravessado por uma ESPADA de 80 cm de comprido, que pode destroçar-lhe o fígado, os pulmões, a pleura, etc., segundo o lugar por onde penetre no corpo do animal. De facto, quando destroça a grande artéria, o touro agoniza com enormes vómitos de sangue. Na hora de matar, se o touro tiver um pouco de sorte, morre duma estocada, mas não como se pensa duma estocada no coração, porque a espada penetra pulmões e diafragma, por vezes uma artéria maior, daí a hemorragia ser mais visível. Por vezes morrem afogados no seu próprio sangue…

 

12 - E a Tortura continua... O touro, numa tentativa desesperada por sobreviver, resiste a cair, e tenta caminhar penosamente até à porta por onde o fizeram entrar, procurando uma saída a tanto maltrato e dor. Mas então apunhalam-no na nuca com o DESCABELLO, uma outra espada que termina numa lâmina de 10 cm. Apesar destes terríveis tormentos, o animal não consegue morrer de imediato pela sua grande força, mas finalmente cai ao solo, porque a espada foi destruindo os seus órgãos internos…

 

13 - Mestres? Artistas? Valentes? Ou antes, Ignorantes, Assassinos e Cobardes…

 

14 - E prossegue… Rematam com a PUNTILLA de 10 cm, com a qual lhe tentam seccionar a espinal-medula, ao nível das vértebras atlas e axis. O touro fica assim paralisado, sem poder sequer realizar movimentos com os músculos respiratórios, pelo que morre por asfixia, muitas vezes afogado no seu próprio sangue, que lhe sai em grandes golfadas pela boca e pelo nariz.

 

15 - O Arrasto… Após lhe terem destroçado as vértebras, o touro perde o controlo sobre o seu corpo desde o pescoço para baixo. No entanto, a cabeça mantém-se intacta, pelo que está consciente de todo o horror que lhe está a acontecer e de como está a ser arrastado para fora da arena.

 

16 - NÃO SEJAS INDIFERENTE À SUA DOR… Consegues ver a lágrima que lhe escorre pela face? Não participes nestes eventos. As corridas de touros são uma tradição cruel que nos denigre como seres humanos.

 

17 - Antonio Gala, ex-toureiro, nascido em 1937, escreveu na crónica dominical do “El País”, a 30 de Julho de 1995, um artigo no qual confessava a sua "conversão" a anti-taurino: “E de repente [o touro] olhou para mim. Com a inocência de todos os animais reflectida nos olhos, mas também implorando. Era a revolta contra a injustiça inexplicável, a súplica face à crueldade desnecessária...”

 

18 - Reflecte, tal como eu… “A comiseração com os animais está tão intimamente unida com a bondade de carácter, que se pode afirmar que quem é cruel com os animais não pode ser boa pessoa.” Schopenhauer. Só os psicopatas gozam com o sofrimento doutros! Tu és um deles? Reflecte! Rejeita-a!!! Esta é uma tradição degradante que NÃO deve continuar …

 

19 - Como podes ajudar? Não assistas a corridas de touros; Não apoies políticos, artistas e comunicadores associados a esta crueldade; Não consumas produtos de empresas que as patrocinem; E o mais importante: Ensina os teus filhos a respeitarem os seres vivos…

 

20 - E, difundindo estas imagens, farás com que quem desfruta destas festas selvagens tome consciência do que faz… Recorda que por cada e-mail que envies podes fazer mudar a maneira de pensar de muita gente… Se tudo isto te tocou ao menos um pouco o Coração, une-te a mim!!!

 

21 - Ou, pelo menos, pensa bem nisto!!!

 

Fonte:

Ver mais fotos neste link:

http://pt.slideshare.net/mobile/AntiTourada/a-verdade-sobre-as-touradas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:17

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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2016

CINCO ESTRELAS DE FERRO PARA O MUNICÍPIO DE VILA FRANCA DE XIRA QUE CONTINUA NA SENDA DA INCULTURA TAUROMÁQUICA

 

ESTRELA FERRO XIRA.png

Autarcas de Vila Franca de Xira são a vergonha nacional e dizem ao mundo do atraso civilizacional desta cidade

 

Uma das particularidades que nos dizem se uma determinada localidade pertence ao mundo civilizado ou ao mundo cavernoso de humanóides que não evoluíram é o facto de ter activa uma arena de tortura de Touros, vulgo praça de Touros, ou práticas primitivas que implicam a utilização de Touros como “divertimento”.

 

Enquanto nos outros sete países (que em pleno século XXI ainda mantém estas práticas selváticas) a evolução no sentido de pôr fim a “divertimentos” inadequados a seres que se dizem humanos tem vindo a crescer consideravelmente, Portugal continua atolado no lodo, a defender o indefensável, e a distanciar-se cada vez mais da Civilização e da Cultura Culta, e nem o actual governo, dito de esquerda, parece interessado em abolir, de um modo inequívoco, este ignominioso entretenimento de broncos, talvez porque tenha a espinha dorsal demasiado curvada aos lobbies económicos, que são os verdadeiros “governantes” de Portugal.

 

Vila Franca de Xira encabeça o rol dos municípios com um atraso civilizacional considerável.

 

Naquela localidade respira-se o ar mofoso das trevas que a envolvem.

 

Os autarcas vila-franquenses, que já nasceram velhos, estão empenhados em defender a selvajaria, não olhando a meios, ainda que esses meios sejam retirados dos bolsos dos contribuintes.

 

O que se passou na Assembleia de Freguesia de Vila Franca de Xira, na passada semana, diz do atraso de vida daquela gente que se recusa a evoluir.

 

Do PSD já sabemos com que contamos. Do PS esperava-se um pouco mais, mas numa terra que deve milhares de Euros à civilização, não há lugar para iluminados: o Partido Socialista apresentou uma moção onde defende a selvajaria tauromáquica, a qual foi aprovada por unanimidade.

 

A Coligação dita “Novo Rumo”, mas que continua mais velha do que o próprio mundo, liderada pelo PSD, disse esta coisa mirabolante, mais parecendo um discurso de ofuscados:

 

Inúmeras vezes, e de uma forma que tem vindo a tornar-se mais frequente e agressiva, outros portugueses movidos por interesses de origem duvidosa nos têm atacado, vilipendiado e ofendido só porque amamos a festa de toiros e queremos ter o direito a vivê-la plenamente e não esperaríamos ouvir do primeiro-ministro a intenção de colocar nas autarquias a função de pôr fim às touradas. Não decidir o seu futuro, mas de forma crua, pôr-lhes fim”.

 

Pois “senhores” da Coligação dita “Novo Rumo” (que querem mais do mesmo, e nada de novo debaixo do Sol, por isso continuam velhos), quem ataca, quem vilipendia, quem ofende a civilização, a Humanidade e os Touros sois vós, com esse vosso costume bárbaro, rejeitado em todo o mundo, e desprezado pela esmagadora maioria dos Portugueses.

 

Os autarcas vila-franquenses são uma vergonha para Portugal.

 

Apenas uma minoria inculta, parada num tempo anterior ao homem das cavernas, ainda defende a selvajaria tauromáquica.

 

Durante o ano de 2015, tiveram oportunidade de evoluir.

 

Rejeitaram essa evolução. É chegado o momento da distribuição das Estrelas: de Ferro para os atrasados. De Ouro, para os evoluídos.

 

Por isso, a Vila Franca de Xira foram atribuídas cinco Estrelas de Ferro (considerado o vil metal), o máximo na escala dos municípios que ao manterem esta macabra e vampírica forma de “diversão”, sofrem de um colossal atraso civilizacional.

 

***

Mais informação sobre a atribuição das Estrelas, aqui:

ATRIBUIÇÃO DE “ESTRELAS DE OURO” ÀS AUTARQUIAS ANTI-TOURADA E “ESTRELAS DE FERRO” ÀS AUTARQUIAS PRÓ-TOURADA

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/atribuicao-de-estrelas-de-ouro-as-509120

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:54

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Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

A VERDADE SOBRE AS TOURADAS

 

Tudo o que é feito ao touro antes, durante e depois das touradas

 

VERDADE DA TOURADA.jpg

 Antitourada 

 

1 - PRAÇA DE TOIROS CALAFIA.

 

2 - Um dia fui lá, e fiquei muito assombrado com tudo aquilo que vi...

 

3 - A CORRIDA DE TOIROS PARA MIM, É MATAR POR DIVERSÃO…

 

4 - Talvez já tenhas ouvido dizer que a festa de touros é uma arte, mas não é… É uma ciência... A Ciência da Tortura. E nada na festa brava é genuíno, excepto a dor.

 

5 - Eles acreditam ser muito valentes… mas não o são. Porque, desde pelo menos 24 horas antes de entrar na arena, o touro é mantido numa prisão às escuras, para que ao soltarem-no, a luz e os gritos dos espectadores o assustem e ele tente fugir, saltando as barreiras, o que produz no público a ilusão de que o touro é feroz, mas a condição natural do touro é fugir, NÃO é atacar.

 

6 - Cortam-lhe os cornos para proteger o toureiro. Põem-lhe às costas sacos de areia, durante horas. Batem-lhe nos testículos e nos rins, provocam-lhe diarreia, deitando sulfatos na água que bebe, para que chegue fraco e desorientado à arena. Untam-lhe os olhos com gordura para lhe dificultar a visão e deitam-lhe nas patas uma substância que lhe produz ardor e o impede de ficar quieto, para fazer reluzir a actuação do toureiro.

 

7 - Os cavalos dos picadores: Escolhem-se cavalos que já não têm valor comercial, porque o animal morre em 3 ou 4 corridas no máximo. É muito comum que o animal sofra múltiplas quebras de costelas ou várias perfurações. Coloca-se-lhe uma capa a simular que esta o protege, mas na realidade é para que o público não veja as feridas do cavalo que, com frequência, apresentam vísceras expostas.

 

8 - O trabalho do picador, para mim é degradante… Se o toureiro percebe que o touro investe com muita energia, ordena ao picador que faça o seu trabalho: Consiste em sangrar o touro para o debilitar, cravando-lhe no lombo uma lança que destrói alguns músculos (trapézio, romboideu, espinal e semiespinal, serráteis e transversos laterais) e, além disso, lesiona vasos sanguíneos e nervos. Tudo isto para que o toureiro possa brindar com a sua expressão artística, que se supõe este espectáculo dever ter. Um único golpe forte poderia destroçar imediatamente o touro, por isso, é feito em três tempos, “para maior deleite dos aficionados”.

 

9 - E o das Bandarilhas ainda é pior…As bandarilhas asseguram que a hemorragia continue, por isso, tentam colocá-las justamente no sítio já picado com os ganchos metálicos. O gancho move-se dentro da ferida a cada movimento do touro e com o roçar da muleta, o peso das bandarilhas tem precisamente essa função. Algumas têm um arpão de 8 cm a que chamam "de castigo", que lhe cravam se conseguiu desviar-se da lança do picador. As bandarilhas prolongam o agravamento e aprofundamento das feridas internas. Não há limite para o número de bandarilhas: tantas quantas forem necessárias para destroçar os tecidos e a pele do touro…

 

10 - Tal como está Demostrado, é tudo dum Grande Valor… A perda de sangue e as feridas na espinha dorsal impedem que o touro levante a cabeça de maneira normal, e é quando o toureiro pode aproximar-se mais. Com o touro já próximo do esgotamento, o toureiro já não se preocupa com o perigo e pode até dar-se ao luxo de virar as costas ao touro, depois de um passe especialmente artístico, atirando o peito para fora e pavoneando-se para receber os aplausos do público em histeria. Quando o touro atinge este estado lastimável, o matador entra na arena numa celebração de bravura e de machismo, enfrentando um touro exausto, moribundo e confuso.

 

11 - E falta ainda a famosa Espada! O touro é atravessado por uma ESPADA de 80 cm de comprido, que pode destroçar-lhe o fígado, os pulmões, a pleura, etc., segundo o lugar por onde penetre no corpo do animal. De facto, quando destroça a grande artéria, o touro agoniza com enormes vómitos de sangue. Na hora de matar, se o touro tiver um pouco de sorte, morre duma estocada, mas não como se pensa duma estocada no coração, porque a espada penetra pulmões e diafragma, por vezes uma artéria maior, daí a hemorragia ser mais visível. Por vezes morrem afogados no seu próprio sangue…

 

12 - E a Tortura continua... O touro, numa tentativa desesperada por sobreviver, resiste a cair, e tenta caminhar penosamente até à porta por onde o fizeram entrar, procurando uma saída a tanto maltrato e dor. Mas então apunhalam-no na nuca com o DESCABELLO, uma outra espada que termina numa lâmina de 10 cm. Apesar destes terríveis tormentos, o animal não consegue morrer de imediato pela sua grande força, mas finalmente cai ao solo, porque a espada foi destruindo os seus órgãos internos…

 

13 - Mestres? Artistas? Valentes? Ou antes, Ignorantes, Assassinos e Cobardes…

 

14 - E prossegue… Rematam com a PUNTILLA de 10 cm, com a qual lhe tentam seccionar a espinal-medula, ao nível das vértebras atlas e axis. O touro fica assim paralisado, sem poder sequer realizar movimentos com os músculos respiratórios, pelo que morre por asfixia, muitas vezes afogado no seu próprio sangue, que lhe sai em grandes golfadas pela boca e pelo nariz.

 

15 - O Arrasto… Após lhe terem destroçado as vértebras, o touro perde o controlo sobre o seu corpo desde o pescoço para baixo. No entanto, a cabeça mantém-se intacta, pelo que está consciente de todo o horror que lhe está a acontecer e de como está a ser arrastado para fora da arena.

 

16 - NÃO SEJAS INDIFERENTE À SUA DOR… Consegues ver a lágrima que lhe escorre pela face? Não participes nestes eventos. As corridas de touros são uma tradição cruel que nos denigre como seres humanos.

 

17 - Antonio Gala, ex-toureiro, nascido em 1937, escreveu na crónica dominical do “El País”, a 30 de Julho de 1995, um artigo no qual confessava a sua "conversão" a anti-taurino: “E de repente [o touro] olhou para mim. Com a inocência de todos os animais reflectida nos olhos, mas também implorando. Era a revolta contra a injustiça inexplicável, a súplica face à crueldade desnecessária...”

 

18 - Reflecte, tal como eu… “A comiseração com os animais está tão intimamente unida com a bondade de carácter, que se pode afirmar que quem é cruel com os animais não pode ser boa pessoa.” Schopenhauer. Só os psicopatas gozam com o sofrimento doutros! Tu és um deles? Reflecte! Rejeita-a!!! Esta é uma tradição degradante que NÃO deve continuar …

 

19 - Como podes ajudar? Não assistas a corridas de touros; Não apoies políticos, artistas e comunicadores associados a esta crueldade; Não consumas produtos de empresas que as patrocinem; E o mais importante: Ensina os teus filhos a respeitarem os seres vivos…

 

20 - E, difundindo estas imagens, farás com que quem desfruta destas festas selvagens tome consciência do que faz… Recorda que por cada e-mail que envies podes fazer mudar a maneira de pensar de muita gente… Se tudo isto te tocou ao menos um pouco o Coração, une-te a mim!!!

 

21 - Ou, pelo menos, pensa bem nisto!!!

 

Fonte:

Ver mais fotos neste link:

http://pt.slideshare.net/mobile/AntiTourada/a-verdade-sobre-as-touradas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:10

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Segunda-feira, 1 de Junho de 2015

E SE EM VEZ DE UM MORTO E SEIS FERIDOS, FOSSEM SEIS MORTOS E UM FERIDO NA LARGADA DE TOUROS EM AZAMBUJA?

 

… Talvez Luís Sousa, o presidente socialista deste município, que sofre de um colossal atraso civilizacional, entendesse que este tipo de “diversão” não é, de todo, adequada a pessoas, mas tão-só a ogres de outros tempos.

 

azambuja_feira_maio AZAMBUJA.jpg

 

Um “divertimento” de broncos que mata e esfola, mas não tem importância alguma, para o presidente da câmara da vilória… O mais importante é a “valentia” dos touros. E veja-se: o da imagem devia se um daqueles de mil arrobas…

 

Isto só num país onde a ignorância e a violência marcam pontos e têm um lugar de destaque na legislação.

 

Este macabro episódio conta-se de uma penada: não é que durante a Feira de Maio, em Azambuja, que prima pela imbecilidade dos “divertimentos” que oferece ao um povo que ainda não saiu da Idade Média, uma criatura, com cerca de 60 anos, morreu durante uma largada de touros, quando levou uma forte cabeçada de um dos touros da noite, na zona do coração, e o impacto provocou um derrame interno na artéria aorta, que lhe foi fatal, e mais seis ficaram feridos, dois deles em estado grave, e a “festa” continuou?

 

Pois claro!

 

Mas o que importa a vida dos azabumbados, que se divertem a torturar bovinos indefesos que, vendo-se acossados, defendem-se como podem, e às vezes (demasiado poucas) conseguem virar o feitiço contra o feiticeiro (e com toda a legitimidade)?

 

A vida dos tontos, para o socialista Luís Sousa, que hipocritamente diz “lamentar” a morte do sexagenário, vale zero, e ainda tem o desplante de dizer que «o perigo está sempre subjacente à “festa brava” e que nesse aspeCto (assim com C porque sem C lê-se aspêto e não sei o que parece), este ano os touros têm merecido fortes elogios pela sua bravura».

 

Bravo, Luís Sousa! Assim é que se fala. Quanto mais “bravos” os touros forem, melhor, porque há mais probabilidade de haver mortos e feridos com fartura, para que a festa fique ainda mais “brava”.

 

Eu, se não lesse isto na fonte que cito, nem acreditava.

 

Como pode a cegueira mental desta “gente” ser tão cega?

 

Como pode haver um cérebro assim, tão mirrado?

 

Pois para Azambuja e o socialista José Sousa aqui fica o “prémio” Estrela de Ferro - por esta morte e estes feridos que, ao que parece, pouco contam em Azambuja.

 

O que conta é o dinheiro que alguns metem ao bolso, à custa da tortura de indefesos bovinos e da bacoquice de um povo indiferente.

 

AZAMBUJA.png

 

Fonte:

http://www.rederegional.com/index.php/sociedades/12681-um-morto-nas-largadas-de-touros-de-azambuja 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:45

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015

“EL JUANITO” UM FORTE CANDIDATO A ESTROPIADO OU À MORTE PRECOCE

 

João Silva, mais conhecido por “El Juanito”, é um miúdo a quem roubaram a infância. A quem arrancaram a inocência do ser criança.

 Aos quatro anos foi lançado ao mundo da selvajaria tauromáquica e transformado num tauricida, vulgo torturador e matador de touros para diversão, com o aval do governo português e da CPCJ.

 

João Silva ainda é menor de idade.

E só podia ser de Monforte.

 

PDSMOURAO127.JPG

Fonte da imagem

http://farpasblogue.blogspot.pt/2015/02/a-colhida-de-el-juanito-em-mourao.html

Uma colhida sem consequências graves, em Mourão, um destes dias. Já não é a primeira. No ano passado, no dia 30 de Março, “El Juanito” foi colhido na praça de touros de Villanueva del Fresno (Badajoz). Um dia, as coisas poderão correr mal.

E de quem é a culpa?

 

Dos progenitores, que o lançaram  a este mundo de violência e crueldade, aos quatro anos de idade?

 

De uma lei bastarda, que permite esta violência e crueldade?

 

Do governo português, que apoia esta violência e crueldade?

 

Da igreja católica, que abençoa esta violência e crueldade?

 

Da comissão de protecção de crianças e jovens que nada faz para travar esta violência e crueldade contra menores?

 

Segundo foi noticiado, a colhida de "El Juanito" (o ainda menor de idade, dito diestro de Monforte), no acto macabro que, no dia 1 de Fevereiro de 2015, abriu oficialmente a temporada nacional da selvajaria tauromáquica, em Mourão, foram «momentos dramáticos»…

 

Sim… momentos de grande drama que o governo português proporciona, sem o mínimo respeito pela vida humana e não humana, e pelo bem-estar dos seres humanos e não humanos.

 

Se um dia “El Juanito” sai de uma colhida estropiado ou morto, quem aplaudirá?

 

Naturalmente os que promovem estes degradantes “espectáculos” de violência e crueldade que não dignificam o ser humano, nem a cultura de um povo.

 

As vítimas desta falta de humanidade são os touros, em primeiro lugar, pois são barbaramente torturados para entreter pacóvios; depois, as pessoas sensíveis que são vergastadas psicologicamente com esta degradação moral, cultural e social, que lhes esmaga a alma; e por último, os que se lançam (ou, neste caso, são lançados) a uma arena para torturar seres vivos, e de lá saem feridos, estropiados ou mortos.

 

Digam-me: isto será da racionalidade?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:01

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Quarta-feira, 30 de Julho de 2014

“GRANDIOSA” CORRIDA DE TOUROS EM AMARANTE COLOCARÁ A CIDADE ABAIXO DE LIXO

 

Que vergonha Amarantinos! Não permitam que conspurquem a vossa bela cidade de Amarante com algo tão macabro e sangrento, indigno de seres humanos, como é a tortura de bovinos.

 

Como é possível a Junta de Freguesia de Frejim, presidida por uma "senhora", consentir que se realize uma tourada, dentro dos seus domínios?

 

Num tempo em que existem mil e um divertimentos civilizados, Amarante irá sujar o seu nome com algo que não dignifica o ser humano e é um divertimento inculto, de carniceiros para carniceiros.

 

 

 Exma. Senhora Presidente da Junta de Freguesia de Fregim, Senhora Dona Sandra Fraga:

 

Não sei como uma “senhora” permite tal barbaridade dentro dos seus domínios…!

 

Sim, existe uma lei (uma lei bacoca, bastarda, ilegal e irracional, que exclui Touros e Cavalos do Reino Animal) que permite que se torture animais para divertir sádicos, violando todas as normas da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, que Portugal aceitou, mas apenas no papel, pois é um país que pratica a carnificina mais abominável contra os animais não humanos que, enfim, são portugueses também.

 

Mas isso não significa que tenha de a seguir. Pode e deve embargar todas as iniciativas de tortura, dentro da sua área de acção.

 

Pode e deve.

 

É que andam por aí, pelo norte do País, uns incultos  a aliciar os autarcas mais aliciáveis (porque os há com personalidade forte, que se recusam a colaborar com tal indigência), e pelo que vemos, a senhora de Fragim, deixou-se levar na conversa, ou então é aficionada deste costume bárbaro.

E só lhe fica mal.

 

Senhora Presidente, farei minhas as palavras de uma cidadã espanhola, Pepi Vegas (uma activista da causa da Abolição das Touradas em Espanha) e direi que «uma sociedade civilizada é aquela que avança atendendo à consciência ética dos cidadãos».

 

E todos nós sabemos que a maioria dos Amarantinos rejeita a tourada em Portugal.

 

Enquanto no mundo inteiro, uma esmagadora maioria de cidadãos está a manifestar-se contra este acto selvagem, que em Portugal é permitido pela tal lei irracional, em Amarante regressa-se a um passado onde imperava a ignorância, a incultura e a incivilização.

 

«O comportamento atroz praticado sobre um bovino, por diversão, não pode ser justificado, nem como tradição (que não o é) nem como interesse turístico», pois os turistas cultos não assistem a eventos incultos. É a ralé da sociedade, felizmente uma minoria, que ainda vai aplaudir uma tal selvajaria.

 

Como cidadã que repudia a tortura (seja de que ser vivo for, humano ou não humano) e a crueldade cobarde que caracteriza as touradas, é meu dever cívico manifestar a V. Excelência esse meu repúdio e sugerir-lhe que proporcione ao povo amarantino, uma alternativa de diversão mais condizente com os Valores Humanos e com a Ética que predominam nas sociedades modernas contemporâneas. 

 

Estaremos de olhos postos em Amarante, esperando que a Senhora Presidente tenha em conta estas linhas, que dizem do sentimento da esmagadora maioria dos Portugueses e cidadãos do mundo civilizado, a qual rejeita veementemente esta prática selvagem.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:47

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Segunda-feira, 21 de Julho de 2014

VAMOS FECHAR A PRAÇA DE TORTURA DE BOVINOS EM ALBUFEIRA

 

Anotem na V/Agenda!

 

 

Dia 22 Agosto - 20h - Rotunda da Corcovada - Junto à Praça de Touros - Albufeira

 

Por favor apoiem, apareçam e divulguem!

 

Quem pertencer a associações ou colectivos, por favor tragam faixas, cartazes, T-shirts, apitos, tambores, etc., identificativos.

 

Juntos vamos acabar com as touradas e fechar esta praça de tortura!

 

Basta de massacre de animais por diversão!

 

TORTURA NÃO É CULTURA!!!!

 

Obrigado pela ajuda.

 

CAAT - Cidade de Albufeira Anti Touradas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:17

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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

ROMPENDO OS DOGMAS DA TAUROMAQUIA

 

O Touro de lide não existe, pois não há tal classificação taxonómica

 

 

QUE TE DIZ ESTA IMAGEM?

 

Por: Derecho Sin Fronteras

 

O Touro, erradamente rotulado como “de lide” não é agressivo, tão-só é obrigado a defender a sua vida.

 

As vítimas das arenas são torturadas e assassinadas contra a sua vontade, uma vez que os seus direitos lhes são negados pelo seu carrasco, que justifica a sua atitude com mentiras, ignorância e discriminação.

 

Já chega de sangue como diversão.

 

Já chega de ignorar os direitos de quem tem uma linguagem e aparência diferentes, e permitir que se mascare a ignorância e a corrupção como cultura.

 

A tauromaquia é um crime organizado e legalizado.  

 

A tauromaquia é uma doença social que deve ser erradicada.

 

JÁ!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=526397057430826&set=a.124239214313281.21612.120433714693831&type=1&theater

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:39

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Terça-feira, 30 de Abril de 2013

UMA VEZ AFICIONADO EMPERRADO, SEMPRE AFICIONADO…

 

Depois de muitas pelejas, uma vez mais, cheguei à conclusão de que esgrimir com aficionados emperrados (porque os há desemperrados e escolhem evoluir) é perda de tempo.

 

 

 

 

Um aficionado nasce ignorante, mas se lhe damos oportunidade de evoluir, não aceita. Porquê? Haverá uma explicação genética para esta atitude pouco inteligente?

 

Prova disso foi o meu diálogo com um pró-tourada, que até se mostrou aberto a discutir o tema da Abolição das Touradas, mas… na hora H, recuou. Não conseguiu seguir a linha do raciocínio e desistiu, pura e simplesmente.

 

O Paulo é um amigo da prótoiro.

 

E o diálogo começou com uma explicação minha:

 

Isabel – (…) Isto é apenas uma questão de coerência.

Sirvo uma Causa, que tem como principal "inimiga" a prótoiro.

Nem todos os que forem amigos da prótoiro têm de ser meus inimigos.

Mas não estou sozinha nesta Causa, Paulo.

 

PauloSei que não está, há muitos defensores dos direitos dos animais por esse mundo fora, e em Portugal também. E, num exercício de coerência natural e linear, ser pró-tourada não faz muito sentido a quem defende os animais (eu tomei nota que referiu prótoiro, que será outro aspecto).

 

Como em tudo na vida, o maniqueísmo não é a melhor opção. Entre o branco e o preto, há uma infinidade de graus de cinzento. Uma vez mais, respeito a sua opção, legítima, e terei todo o gosto em continuar esta conversa por esta via, se desejar, pois talvez encontremos entre ambos alguns dessas variantes de cinzento que me referia. Dou-lhe apenas uma perspectiva, pessoal: sou firme defensor dos direitos dos animais, já defendi várias acções sobre essa causa, sempre tive (e tratei bem) animais, domésticos ou outros, por minha influência (de certa forma) a milha filha adora-os e quer fazer carreira e opção de vida em cuidar deles.

 

Contudo, não sou um anti-tourada.

 

Será incoerente? De forma maniqueísta, é fácil concluir que sim. De forma maniqueísta, também se poderia afirmar que todos os defensores dos animais deveriam ser vegetarianos.... como vê, argumentos de um lado ao outro não faltam. Pelo que a pergunta é esta: o que é um defensor dos animais numa sociedade montada para satisfazer os direitos e necessidades dos humanos?

 

IsabelQuer saber a minha opinião, Paulo? Acho que a sua posição é bastante incoerente. Pois os animais não se limitam aos cães e gatos. Os touros e cavalos também são animais sencientes que sentem a dor tal como nós, têm consciência e direito à vida.

 

Então porquê defender uns, e deixar torturar outros?

 

Se todos os defensores de animais deveriam ser vegetarianos?

Isso depende da consciência de cada um. Eu não consigo comer um bife de um animal que defendo e que considero meu irmão. Sinto-me mal. É como se estivesse a comer um bife do lombo do Paulo. Para mim, é exactamente o mesmo.

 

Já viu o horror, que isto é?

 

Os direitos dos seres humanos acabam quando começam os direitos dos outros seres vivos.

 

As necessidades dos humanos podem ser satisfeitas sem torturar outros seres que têm uma estrutura biológica igual à nossa.

 

Além disso, quando falamos de touradas, de circos, de lutas de animais, a própria caça desportiva, não estamos a falar de satisfazer necessidades ou de direitos humanos. Estamos a falar de tortura para diversão.

 

Penso que não será o mesmo. E está provado cientificamente que os que torturam animais para se divertirem sofrem de um distúrbio mental, pois não têm a noção nem a capacidade de discernir entre uma pedra e um ser vivo.

 

PauloMuito bem, fica a sua opinião. Alguns argumentos acompanham, outros parecem-me fundamentalistas.

 

Mas enfim, está no seu direito. Tem esse direito, e eu de discordar. A própria fraseologia (incoerência, distúrbio mental) deixa pouca (ou nenhuma) margem para perceber o outro lado.

 

Se tudo fosse tão simples como escreve...

 

IsabelSabe, Paulo essa do "fundamentalista" nunca percebi. É um termo que se usa demasiado. Será moda? Quanto ao "distúrbio mental" o termo não é meu. É de especialistas na matéria.

 

Esta questão também é uma questão de sensibilidade. Quem não a tiver, não entenderá nunca que um Touro e um Cavalo são tão animais como nós, e merecem tanto respeito e vida, como nós.

 

Paulo: Não sei se será moda, Isabel, é como leio algumas das coisas que escreveu. Outras, nem por isso, como lhe disse.

 

Há especialistas para todos os gostos, e um verdadeiro especialista (para mais clínico) não usa tal jargão. Aliás, "distúrbio mental" é um termo muito redutor e simplista, que não se usa, nem em psiquiatria, nem em psicologia. Então de onde virá?

 

Quanto à sensibilidade, de acordo. Aliás, é o que faz não ser "fundamentalista". Acredite-me quando lhe digo que, provavelmente, não terá mais apreço por cavalos e toiros do que eu, que nasci e cresci no seu meio.

 

Agora, não haverá outras razões? Os princípios que defende são tão absolutos que não admitem excepções? Sabe que a raça de touro bravo provavelmente já se tinha extinto... que os cavalos de lide recebem tratamento menos rigoroso que alguns de escola hípica...

 

Há muitas variáveis, Isabel. Percebo-a perfeitamente, mas o problema da maioria dos anti/pró qualquer coisa é o "tudo ou nada". E com tudo ou nada, nada se resolve, tudo se exalta. Vou prescindir, assim, do termo fundamentalista e usar maniqueísta, que me é mais caro, e que me parece mais adequado.

 

Temo que, hoje ou no futuro, não avaliará correctamente o peso das minhas palavras (repare que nunca usei a questão da tourada para argumentar...).

 

Fica, de qualquer modo, o alerta. Sabe, há ideologias políticas que dizem que os homens são todos iguais... Na prática serão?

 

É algures nos tons de cinzento que reside a resposta, não no preto ou no branco.

 

Isabel: Acho que o Paulo precisa informar-se melhor. TUDO o que escrevo está fundamentado.

 

Para não ir mais longe, deixo-lhe aqui este texto, que está na Internet, mas há muitos mais:

 

«Os termos transtorno, distúrbio e doença combinam-se aos termos mental, psíquico e psiquiátrico para descrever qualquer anormalidade, sofrimento ou comprometimento de ordem psicológica e/ou mental. Os transtornos mentais são um campo de investigação interdisciplinar que envolves áreas como a psicologia, a filosofia, a psiquiatria e a neurologia. As classificações diagnósticas mais utilizadas como referências no serviço de saúde e na pesquisa hoje em dia são o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais - DSM IV, e a Classificação Internacional de Doenças - CID-10.»

 

Quanto ao apreço por Touros e Cavalos, desculpe, se tivesse VERDADEIRO apreço por eles, não gostaria de vê-los SOFRER. Gostaria, sim, de vê-los livres, a pastar nos campos. Sem arreios, sem trelas, sem selas. Esse seu "apreço" terá outro nome.

 

Com animais não humanos não pode haver excepções, bem como não pode haver excepções com animais humanos. TODOS somos ANIMAIS. Ponto final.

 

Vejo que também está muito desinformado sobre o touro bravo, que é algo QUE NÃO EXISTE NA NATUREZA. Ele é "fabricado" pelos ganadeiros, com um fim único. O Touro é simplesmente um bovino como outro qualquer. Manso, digno e que merece respeito. Extinguir-se-á mais depressa o homem do que qualquer outro animal não humano. Isto não sou eu que digo. É a CIÊNCIA.

 

Quando se trata de VIDA (seja humana ou não humana) tem de ser TUDO OU NADA. Não pode haver meio-termo. Estamos a falar de SOFRIMENTO, TORTURA, MASSACRE, VIOLÊNCIA, CRUELDADE. Nestas circunstâncias tem de se ser RADICAL.

 

Essas teorias políticas de que fala valem zero.

 

Os homens nunca foram iguais (estamos a falar de DIREITOS e de OPORTUNIDADES) porque os políticos NUNCA QUISERAM.

 

Quando se trata de seres vivos, tudo tem de ser OU PRETO OU BRANCO. Não pode haver dúvidas. Não poder haver zonas cinzentas.

 

Coloque-se sempre no lugar das outras criaturas. E verá do que estou a falar.

 

O mal do homem é ter a PRETENSÃO de querer ser um deus e o DONO DO MUNDO. E não passa de um serzinho insignificante, que à beira da cratera de um vulcão, tendo por companhia um verme, é tão “poderoso” quanto esse verme.

 

A MÃE NATUREZA é que dá as cartas no jogo da VIDA. Não o homem.

 

Por isso, sejam mais modestos. Mais solidários com os outros seres.

 

Paulo: Ficamos assim. É, fica clara a sua posição. Sei que não reteve (discordando ou não) a minha, pelo que mais diálogo se tornará infrutífero. É pena, fico sempre desapontado nestes casos.

 

Isabel: Olhe, Paulo, o desapontamento é todo meu, porque tendo a certeza de que a razão não está do lado de quem gosta de ver torturar animais, fico triste e cada vez mais desapontada com os homens.

 

Daí eu preferir as causas dos animais não humanos. Eles precisam e merecem.

 

***

Como se vê, de repente fez-se escuro e o Paulo não aguentou a argumentação.  É sempre assim… Até com os mais “letrados”, como é o caso deste Paulo, isto acontece.

 

 

Por isso, tentar converter um aficionado emperrado numa pessoa evoluída é missão impossível.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:32

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Sexta-feira, 12 de Abril de 2013

«POIS BEM, PESSOAL DE PONTE DE LIMA, QUE SEJA CONTRA TOURADAS…»

 

 

Algo que se passou no ano passado… mas é actual…

 

 

«PONTE DE LIMA, para mim, perdeu muito. Uma terra cheia de cultura, uma terra cheia de história, uma terra de grande festividade, que defende boas causas e como é que é possível apoiar as touradas?

 

Mas as touradas são cultura? O sofrimento dos animais é algo de diversão?

Será que poderiam trocar os lugares do touro com o senhor responsável?

 

Ah já sei agora CULTURA É TUDO QUE POSSA DAR DINHEIRO! Pois bem, pessoal de Ponte de Lima, que seja contra touradas, vamos fazer partilha da foto e dar a nossa opinião, para ver se sensibilizamos alguma coisa e o resto do pessoal também o pode fazer. Quero opiniões!

 

ANDRÉ QUINTELA»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151006904734794&set=a.473180284793.267494.569079793&type=1&theater

 

***

Então limianos? O que têm a dizer?

 

Haverá alguém em Ponte de Lima que seja contra esta “coisa” primitiva?

 

Manifestem-se.

 

Até agora todos os que se manifestaram são a FAVOR da IGNORÂNCIA.

 

Não haverá ninguém contra?

 

O André Quintela quer opiniões.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:30

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