Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020

Reflexão sobre o direito à vida dos animais não-humanos

 

Em 2016, discutiu-se na Assembleia da República, se os menores de idade deveriam ou não participar ou assistir à barbárie das touradas, e à crueldade, à violência, à desumanidade que estão implícitas no que alguns teimam em chamar de “espectáculo" tauromáquico.

 

Na altura, o PEV (partido Os Verdes) pretendeu que ao que se chama erradamente “artistas tauromáquicos” (insultando-se, deste modo, os verdadeiros artistas que praticam as Artes Superiores da Humanidade) tivessem o 12º ano,  como se a instrução pudesse conferir sensibilidade a quem já nasce sem ela, e sem carácter. Tomemos como exemplo os professores universitários que se babam nas arenas, e aplaudem a tortura de Touros e Cavalos, e chamam a isso "arte".

 

A apetência pelo sadismo vem do berço. Há excepções, naturalmente. Gente, que apesar de ter e sido criada para ser sádica, consegue evoluir, no entanto, estes estão em minoria.

 

ROGER OLMOS.png

 

Estamos em 2020, e nada mudou a este respeito. As desafortunadas crianças, que têm a desventura de nascer no seio de famílias tauricidas, continuam a ser arrastadas à força para as arenas e para as escolas de toureio.

 

E quem se importa? Importo-me eu. E muitos mais. Mas não mandamos nada, porque em "democracia"  quem manda são os ditadores disfarçados de democratas.

 

Não faço fé nenhuma num governo que, em pleno século XXI D. C., ainda esteja a discutir algo que o mundo civilizado já tem como um conhecimento adquirido: o de que a violência e a crueldade não são valores humanos que possam ser transmitidos às crianças e aos jovens, e até mesmo aos adultos, através de uma actividade primitiva, bruta e sanguinária.

 

O que deve ser discutido na Assembleia da República, urgentemente, e ainda não foi discutido, é a abolição destas práticas cruéis, desumanas, violentas, atrozes a que chamam tauromaquia.

 

Como poderemos dizer que Portugal é um país evoluído, se está entre os oito países terceiro-mundistas que ainda mantêm esta prática grosseira, entre os 193 países que existem no mundo?

 

***

 

Todos os animais não-humanos têm o direito inapelável à Vida, uma vez que para viver nasceram. Tal como nós. Todos nascemos para viver e morrer. Sem excepção. Mas nascer, viver e morrer é algo que nos transcende, e os que se dizem seres humanos, mas praticam a desumanidade,  não têm o monopólio da Vida. Não são deuses, nem sequer Deus, para se arrogarem ser os donos da Vida. De todas as Vidas.

 

Todos os animais não-humanos merecem o nosso respeito. Mas haverá um limite?

 

Quando somos atacados por lombrigas, deveremos deixá-las devorar-nos?

 

Não mato moscas. Se elas me entram em casa, abro a janela e enxoto-as janela fora. E se for o mosquito zika? Então paro para pensar: ou eu ou ele.

 

E quanto a piolhos, pulgas, carraças e outros que tais parasitas... tal como os assassinos, ladrões, violadores, pedófilos da espécie humana?

 

Também aqui: ou eu ou eles. E se me atacarem tenho o direito à autodefesa.

 

Tudo isto é muito complicado. A vida é complicada, e é muito difícil viver.

 

Mas...

Existe um Mas:

 

Todos os animais, humanos e não-humanos têm o direito inapelável à Vida. Devem ser protegidos através da Lei Humana, uma vez que ainda existem animais homens-predadores inconscientes, involuídos, que nos governam, e que desconhecem a Lei Natural, que consiste em respeitar a Vida, qualquer vida, e protegê-la.

 

Não devemos matar nenhum animal apenas por matar ou para nos divertirmos. Esmagar uma formiga é um acto cobarde: o gigante contra o pequenino. Por que se haverá de esmagar uma formiga que não está a fazer-nos mal algum? Então não a esmaguemos.

 

Esta terá de ser uma questão de consciência, de evolução de mentalidade, de superioridade moral.

 

Contudo, uma parte da Humanidade, do povo, dos governantes, dos ministros, dos deputados, dos padres, dos legisladores ainda está muito longe dessa superioridade moral, para que sigam a Lei Natural e tenham uma postura consciente diante da Vida, qualquer vida, no cumprimento do preceito máximo da Humanidade, desde os tempos mais remotos: «Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti», que era o que os padres deviam ensinar nas igrejas.

 

E esta é que é a grande questão.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:09

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Terça-feira, 8 de Maio de 2018

Reflexão sobre o direito à vida dos animais não-humanos

 

Em 2016, discutiu-se na Assembleia da República, se os menores de idade deveriam ou não participar ou assistir à barbárie das touradas, e à crueldade, à violência, à desumanidade que estão implícitas no que alguns teimam em chamar de “espectáculo" tauromáquico.

 

Na altura, o PEV (partido Os Verdes) pretendeu que ao que se chama erradamente “artistas tauromáquicos” (insultando-se, deste modo, os verdadeiros artistas que praticam as Artes Superiores da Humanidade) tivessem o 12º ano,  como se a instrução pudesse conferir sensibilidade a quem já nasce sem ela, e sem carácter. Tomemos como exemplo os professores universitários que se babam nas arenas, e aplaudem a tortura de Touros e Cavalos, e chamam a isso "arte".

 

A apetência pelo sadismo vem do berço. Há excepções, naturalmente. Gente, que apesar de ter e sido criada para ser sádica, consegue evoluir, no entanto, estes estão em minoria.

 

ROGER OLMOS.png

 

Estamos em 2018, e nada mudou a este respeito. As desafortunadas crianças, que têm o azar de nascer no seio de famílias tauricidas, continuam a ser arrastadas à força para as arenas e para as escolas de toureio.

 

E quem se importa? Importo-me eu. E muitos mais. Mas não mandamos nada.

 

Não faço fé nenhuma num governo que, em pleno século XXI D. C., ainda esteja a discutir algo que o mundo civilizado já tem como um conhecimento adquirido: o de que a violência e a crueldade não são valores humanos que possam ser transmitidos às crianças e aos jovens, e até mesmo aos adultos, através de uma actividade primitiva, bruta e sanguinária.

 

O que deve ser discutido na Assembleia da República, urgentemente, e ainda não foi discutido, é a abolição destas práticas cruéis, desumanas, violentas, atrozes a que chamam tauromaquia.

 

Como poderemos dizer que Portugal é um país evoluído, se está entre os oito países terceiro-mundistas que ainda mantêm esta prática grosseira, entre os 193 países que existem no mundo?

 

***

 

Todos os animais não-humanos têm o direito inapelável à Vida, uma vez que para viver nasceram. Tal como nós. Todos nascemos para viver e morrer. Sem excepção. Mas nascer, viver e morrer é algo que nos transcende, e os que se dizem seres humanos, mas praticam a desumanidade,  não têm o monopólio da Vida. Não são deuses, nem sequer Deus, para se arrogarem ser os donos da Vida. De todas as Vidas.

 

Todos os animais não-humanos merecem o nosso respeito. Mas haverá um limite?

 

Quando somos atacados por lombrigas, deveremos deixá-las devorar-nos?

 

Não mato moscas. Se elas me entram em casa, abro a janela e enxoto-as janela fora. E se for o mosquito zika? Então paro para pensar: ou eu ou ele.

 

E quanto a piolhos, pulgas, carraças e outros que tais parasitas... tal como os assassinos, ladrões, violadores, pedófilos da espécie humana?

 

Também aqui: ou eu ou eles. E se me atacarem tenho o direito à autodefesa.

 

Tudo isto é muito complicado. A vida é complicada, e é muito difícil viver.

 

Mas...

Existe um Mas:

 

Todos os animais, humanos e não-humanos têm o direito inapelável à Vida. Devem ser protegidos através da Lei Humana, uma vez que ainda existem animais homens-predadores inconscientes, involuídos, que nos governam, e que desconhecem a Lei Natural, que consiste em respeitar a Vida, qualquer vida, e protegê-la.

 

Não devemos matar nenhum animal apenas por matar ou para nos divertirmos. Esmagar uma formiga é um acto cobarde: o gigante contra o pequenino. Por que se haverá de esmagar uma formiga que não está a fazer-nos mal algum? Então não a esmaguemos.

 

Esta terá de ser uma questão de consciência, de evolução de mentalidade, de superioridade moral.

 

Contudo, uma parte da Humanidade, do povo, dos governantes, dos ministros, dos deputados, dos padres, dos legisladores ainda está muito longe dessa superioridade moral, para que sigam a Lei Natural e tenham uma postura consciente diante da Vida, qualquer vida, no cumprimento do preceito máximo da Humanidade, desde os tempos mais remotos: «Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti», que era o que os padres deviam ensinar nas igrejas.

 

E esta é que é a grande questão.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:33

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Quarta-feira, 1 de Junho de 2016

Reflexão sobre o direito à vida dos animais não-humanos

 

Hoje, na Assembleia da República, vai discutir-se se menores de idade devem ou não assistir à barbárie das touradas, e à crueldade, à violência, à desumanidade que estão implícitas no que alguns teimam em chamar de “espectáculo" tauromáquico.

 

O PEV (partido Os Verdes) quer até que o que chamam de “artistas tauromáquicos” (insultando deste modo iníquo os verdadeiros artistas que praticam as Artes Superiores da Humanidade) tenham o 12º ano, como se a instrução pudesse conferir sensibilidade a quem já nasce sem ela. Tomemos como exemplo os professores universitários que se babam nas arenas, e aplaudem a tortura de Touros e Cavalos, e chamam a isso "arte". De que lhes serviu a instrução?

 

A apetência pelo sadismo vem do berço. Há excepções, naturalmente. Gente, que apesar de ter sido criada para ser sádica, consegue evoluir, contudo, são uma minoria.

 

ANIMAIS.png

 

Não faço fé nenhuma num governo que, em pleno século XXI da era cristã, ainda esteja a discutir algo que o mundo civilizado já tem como um conhecimento adquirido: que a violência e a crueldade não são valores humanos que possam ser transmitidos às crianças e aos jovens, e até mesmo aos adultos, através de uma actividade primitiva, bruta e sanguinária.

 

O que deveria hoje estar a ser discutida na Assembleia da República era a abolição destas práticas cruéis, desumanas, violentas, atrozes a que chamam tauromaquia.

 

Como poderemos dizer que Portugal é um país evoluído, se está entre os oito países terceiro-mundistas que ainda mantêm esta prática grosseira, entre os 193 países que existem no mundo?

 

***

Todos os animais não-humanos têm o direito inapelável à vida, uma vez que para viver nasceram. Tal como nós.

 

Todos os animais não-humanos merecem o nosso respeito.

 

Mas haverá um limite?

 

Quando somos atacados por lombrigas, deveremos deixá-las devorar-nos?

 

Não mato moscas. Se elas me entram em casa, abro a janela e enxoto-as janela fora. E se for o mosquito zika? Então paro para pensar. Ou eu ou ele.

 

E quanto a piolhos, pulgas, carraças e outros que tais parasitas... tal como os assassinos, ladrões, violadores, pedófilos da espécie humana?

 

Também aqui ou eu ou eles. E se me atacarem tenho o direito à autodefesa.

 

Tudo isto é muito complicado.

 

A vida é complicada, e é muito difícil viver.

 

MAS...

Existe um MAS...

 

Todos os animais têm o direito inapelável à vida. Devem ser protegidos através de uma lei, uma vez que ainda existem animais homens-predadores inconscientes, involuídos, para quem a Lei Natural não tem a mínima importância, ou melhor, desconhecem-na por completo.

 

Não devemos matar nenhum animal apenas por matar ou para nos divertirmos. Esmagar uma formiga é um acto cobarde: o gigante contra o pequenino. Por que se haverá de esmagar uma formiga que não está a fazer-nos mal algum? Então não a esmaguemos.

 

Esta terá de ser uma questão de consciência, de evolução de mentalidade, de superioridade moral.

 

E uma parte da Humanidade, do povo, dos governantes, dos ministros, dos deputados, dos padres, dos legisladores ainda está muito longe dessa superioridade moral, para que sigam a Lei Natural e tenham uma postura consciente perante a vida, qualquer vida, no cumprimento do preceito máximo da Humanidade, desde os tempos mais remotos: «Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti», que era o que os padres deviam ensinar nas igrejas.

 

E esta é que é a grande questão.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:31

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Terça-feira, 17 de Novembro de 2015

Milhares de Visons mortos para fabrico de casaco de peles...

 

... usados por "gente" sem alma...

 

visons.jpg

(Enviaram-me esta imagem sem identificação. O autor que me contacte, por favor)

 

Holocausto de animais como nós… que sofrem tanto como nós… e têm tanto direito à vida como nós…

 

Em nome de quê?

 

Porquê?

 

Isto faz parte da desumanidade de criaturas que querem, a toda a força, que as consideremos racionais.

 

Racional?

Isto?

 

Nunca. Em parte alguma do Universo.

 

E quem usa casacos fabricados com peles de animais sacrificados em nome da futilidade e do lucro, não é boa gente… nem sequer é gente primitiva, porque o povo primitivo cobria-se com as peles dos animais, que serviam para se alimentarem, porque não tinham outra alternativa. Mas não os torturavam.

 

Porém, hoje, ninguém fica nu, ou passa frio… se não tiver a pele de uma animal para se cobrir.

 

Existem tantas alternativas!

 

Porquê então sacrificar animais tão inocentes e inofensivos, para satisfazer a vaidade e a ganância de criaturas desumanas?

 

Como conseguem carregar o peso de tantas mortes às costas?

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:36

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Sábado, 7 de Março de 2015

A ÉTICA DA VIDA QUE TANTOS DESCONHECEM

 

Até muitos dos que tiveram a oportunidade de frequentar o ensino superior e ocupam cargos de poder, são professores catedráticos, comentadores de televisão, mas nada aprenderam sobre a Ética da Vida

 

Como é lamentável!

 

984127_579198175444714_707607113_n[1].jpg

Repare-se  na expressão de felicidade deste porquinho, que a Ciência considera o terceiro animal mais inteligente depois do Homo Sapiens (porque a  inteligência no animal homem-predador é nula)

 

Todos têm direito á vida pelo seu nascimento e pela sua existência!

A palavra Ética só faz sentido se for aplicada a todos os seres vivos.
E nisto reside a superioridade moral do Homem.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/medicina.veterinaria/photos/a.135904329774103.16366.129645703733299/579198175444714/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:56

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Quinta-feira, 24 de Abril de 2014

UM PÉSSIMO EXEMPLO DE APROXIMAÇÃO DAS CRIANÇAS À PSICOPATIA IMPLÍCITA NA TAUROMAQUIA

 

Segundo os da prótoiro, as palavras-chave para este atentado à integridade moral, social e física das crianças são: touradas, crianças e pedagogia.

 

Só mesmo gente encalhada das ideias é que se lembraria de incluir aqui a palavra “pedagogia”, cujo significado manifestamente desconhecem.

 

 

Um novilho a ser torturado por torturadorzinhos…

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10152033073442045&set=pcb.10152033079717045&type=1&theater

 

Dizem eles (os da prótoiro) que a herdade da Algramassa recebeu os meninos do Centro Educativo (como?) Alice Nabeiro!

 

Dizem também que aquela foi uma tarde divertida que fez as delícias dos mais pequenos, em que Marcos Tenório, Joaquim Bastinhas e toda a família proporcionaram, no tentadeiro, verdadeiras aventuras com um novilho (à tortura chamam “aventura”)! Montaram póneis, enfim, usaram e abusaram de jovens animais, tiraram algumas fotos (que podem ver-se no link indicado) e prometeram repetir…  

 

Mas antes que repitam, aqui fica este alerta.

 

***

Pedagogia é a ciência que tem por objecto de estudo o processo de ensino e aprendizagem, e a Educação para a Cidadania, que visa contribuir para a formação de pessoas responsáveis, autónomas, solidárias, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres em diálogo e no respeito pelos outros (incluindo nestes “outros” todos os seres vivos), com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo, tendo como referência os direitos e deveres humanos.

 

Ora os prótoiros têm o hábito de exigir o que entendem por seus “direitos”, liberdade” e “cultura”, apelando à democracia, desconhecendo, por completo, o significado de cada um destes conceitos, e não falam nos deveres que têm pelo simples facto de “respirar” o ar do Planeta Terra.

 

Então, para não morrerem ignorantes, e para que não digam que não vos informo, aqui deixo esta carta da autoria de uma Grande Senhora da Cultura Culta, esperando que sirva para subirem uns tantos degraus na evolução pessoal.

 

«CARTA DOS DEVERES DO SER HUMANO»

 

Por Filomena Marta

 

Considerando que existe, e muito bem, uma Declaração Universal dos Direitos do Homem, que deverá sempre ser defendida e cumprida;

 

Considerando que o Homem é um ser imperfeito e muitas vezes inquinado pela maldade, mesquinhez de espírito e ignorância;

 

Considerando que o Homem é o maior responsável pela destruição do Planeta e das espécies que nele habitam, com os mesmos direitos à vida do próprio Homem;

 

Considerando que o Homem tem a capacidade e habilidade de matar e torturar por prazer, quer sejam elementos da sua própria espécie ou de outras espécies habitantes do Planeta;

 

Considerando que o direito à existência deve estar intimamente ligado à dignidade e excelência de carácter;

 

Considerando que toda a vida animal e vegetal deve ser respeitada e protegida, independentemente da espécie;

 

Considerando que o ser humano é o factor de maior destruição e desequilíbrio ambiental à face da Terra;

 

Considerando que o Homem se considera supostamente um Ser Superior e dotado de racionalidade, deve essa superioridade e racionalidade impor também os seguintes deveres:

 

1. É dever do Homem ser uma criatura digna, consciente e compassiva

 

2. É dever do Homem evoluir e tornar-se todos os dias um ser humano melhor

 

3. É dever do Homem erradicar de si próprio e da sua sociedade humana a maldade, a tortura e o terror

 

4. É dever do Homem cuidar da sustentabilidade do Planeta e de todas as criaturas que nele habitam

 

5. É dever do Homem não destruir florestas

 

6. É dever do Homem recuperar e reflorestar as áreas destruídas por si ou por catástrofes, quer sejam naturais ou infligidas por humanos sem escrúpulos

 

7. É dever do Homem manter vivos e saudáveis os oceanos, rios e lagos

 

8. É dever do Homem recuperar e limpar todos os cursos de água por si prejudicados e destruídos

 

9. É dever do Homem respeitar os habitats de outras espécies animais do Planeta

 

10. É dever do Homem não colocar em risco a existência e sobrevivência de outras espécies animais, que consigo partilham o Planeta Terra

 

11. É dever do Homem garantir que as espécies animais, colocadas em risco pelo aumento e avanço do território humano, possuem meios e locais suficientes para sobreviver e florescer, sem ser colocada em perigo a sua existência

 

12. É dever do Homem não maltratar, perseguir, caçar e matar outros animais por desporto, prazer individual ou de grupo, por maldade ou para obter benefícios económicos com a morte ou exploração de outros animais, de todas as espécies

 

13. É dever do Homem proteger e cuidar de todos os animais, tanto da sua espécie como de outras espécies, domésticas ou selvagens

 

14. É dever do Homem prestar assistência a todos os seres doentes ou feridos

 

15. É dever do Homem proteger e cuidar das espécies que domesticou, quer para sua companhia, quer para utilização no trabalho ou na sua alimentação

 

16. É dever do Homem tratar todos os animais com a consciência de que todos os animais são seres vivos, que como o Homem têm cérebro e coração, sangram, sentem dor, medo, angústia e alegria, e que como o Homem têm a capacidade de amar e como ele morrem

 

17. É dever do Homem punir outros seres humanos que se revelem indignos da sua espécie, provocando sofrimento e morte a outros seres vivos, de todas as espécies animais

 

18. É dever do Homem proteger e tratar os fracos e os indefesos, sejam humanos ou não

 

19. Todos os seres humanos que não cumpram estes deveres colidem com a Declaração Universal dos Direitos do Homem

 

20. Para ter direito à vida e à dignidade é preciso cumprir o dever de dar a todas as espécies, igualmente, o direito à vida e à dignidade»

 

Fonte:

http://animasentiens.com/index.php?option=com_content&view=article&id=72&Itemid=68&lang=pt

 

***

 NESTA CARTA ESTÁ IMPLÍCITO O ESPÍRITO DO “25 DE ABRIL”, QUE FICOU POR CUMPRIR…

 

MAS AINDA PODEMOS IR A TEMPO DE SALVAR ESSE ESPÍRITO.

 

 BASTA ENCONTRAR A LUCIDEZ ENTRE CAOS.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:59

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