Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017

A RACIONALIDADE É COMUM A TODAS AS ESPÉCIES

 

"Existe uma racionalidade profunda dentro de cada espécie", diz Sebastião Salgado

 

 

Tenho por Sebastião Salgado uma admiração incondicional.

 

É um Ser Humano completo. É um daqueles exemplares dignos da Humanidade.

 

Ele é um verdadeiro HOMEM. Ele é um ser que representa, na íntegra, tudo o que faz parte do que eu considero a Essência Humana.

 

Nenhum homem pode ser considerado um Ser Humano, se não tiver a DIGNIDADE de que fala Sebastião Salgado, quando estende essa DIGNIDADE a todas as outras espécies.

 

Bem-haja, Sebastião Salgado, por ser como é! Obrigada, pela sua  incomensurável lucidez.

Obrigada, pela luminosidade do ser cósmico que é!

 

 Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:09

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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2015

É O QUE DÁ “FABRICAR” UM ACORDO ORTOGRÁFICO (O DE 1990) COM BASE NA IGNORÂNCIA

 

Estão a esfarrapar a Língua Portuguesa

 

CORRUÇÃO.jpg

 

O que serão casos de “corrução”?

 

Palavrinha que não existe em nenhuma língua, ainda que aportuguesada, ou devo dizer abrasileirada?

 

Palavrinha que nem sequer existe no famigerado AO de 1990.

 

Porquê em Portugal isto acontece?

 

Reflictam nisto aqueles que querem mandar às malvas a Língua Portuguesa.

 

E por falar em “mandar às malvas”…

 

Vejam neste link o significado desta interessante expressão. É muito curioso.

 

http://www.jn.pt/live/Programas/default.aspx?content_id=3658465&seccao=Passeios

 

 

E é esta riqueza linguística que os governantes portugueses querem destruir, por interesses meramente económicos?

 

Isto é um verdadeiro CRIME.

 

***

É preciso ter em conta que a Língua Portuguesa é uma Língua Europeia, de raiz greco-latina, e como tal deve continuar a ser.

 

Não é uma língua sul-americana. Jamais será.

 

Os países lusófonos, que adoptaram a Língua Portuguesa como língua oficial, só têm duas opções: ou aceitam essa língua tal como ela é na sua forma materna (com cabeça, tronco e membros), ou arranjam outra língua para se comunicarem.

 

Mas não lhe chamem Língua Portuguesa.

 

E em Portugal, os governantes portugueses e todos os Portugueses que se prezam de o ser, devem, têm a obrigação de defender a Língua, conservando as suas raízes. a sua origem. 

 

Nenhuma outra língua europeia foi mutilada para atender a caprichos de editores e governantes desprovidos de Cultura crítica e dignidade. Cá... como lá...

***

Outra consequência desta ignorância

 

OPTIVISÃO1.jpg

 

«Partilho aqui convosco uma curiosa mensagem que entretanto recebi:

 

"O grupo Optivisão agora acha-se "o maior grupo ótico português".

 

Mas talvez o devesse saber que, em português, "ótico" significa "respeitante ao ouvido". Se se quiser falar da visão, deve dizer-se "óptico". Ora, parece-me que qualquer empresa deveria saber, antes de tudo, a actividade a que se dedica, e não anunciar disparates. De facto, há coisas com que não se brinca." [Luís Menezes Leitão

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10153668336978841&set=gm.553686408116011&type=3&theater

 

***

A palavra ó·ti·co é um adjectivo que vem do grego otikós, que significa: relativo ou pertencente ao ouvido ou à orelha; diz-se do medicamento que se emprega contra doenças do ouvido.

 

in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

 

***

Agora digam-me: o que estão a fazer à Língua Portuguesa?

Não estão a esfarrapá-la?

E nós vamos deixar que isto aconteça?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:45

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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015

OS CTT CORREIOS DE PORTUGAL NÃO ESTÃO DISPONÍVEIS PARA EVOLUIR

 

E CONTINUAM A CONSIDERAR A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA COMO UMA QUESTÃO DE “OPINIÕES, VONTADES, GOSTOS E COSTUMES” DOS CLIENTES

 

E eu nem quero acreditar!

 

É que poderiam, pelo menos, reconhecer que a tortura de seres vivos nada tem a ver com “opiniões, vontades, gostos ou costumes”, mas tão-só com uma descomunal falta de ética.

 

ctt_1_1 ESQUERDA.NET2.jpg

 Os CTT Correios de Portugal caíram do cavalo

(A imagem é da esquerda.net)

 

Na sequência do texto referente a este link

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/ctt-confunde-concertos-de-musica-e-525711

 

onde prestei esclarecimentos a dois leitores, e do qual dei conhecimento aos CTT, estes enviaram-me a seguinte inacreditável mensagem (ah! e a propósito, o meu nome não é Isabel Ferreira, mas sim Isabel A. Ferreira)

 

Exma. Senhora

 

Isabel Ferreira,

 

Gostaríamos, desde já, de agradecer o seu contacto, que mereceu a nossa melhor atenção.

 

Informamos que, os CTT Correios de Portugal, são uma empresa nacional e com extrema proximidade ás populações.

 

O respeito pela vontade dos nossos clientes, gostos e costumes têm de ser nosso apanágio.

 

É desta forma, que respeitamos a sua opinião e a de outros.

 

Do mesmo modo colocamos ao dispor, da vontade dos nossos clientes, as ofertas que alguns possam valorizar, sem no nosso caso, nos sentirmos no direito dos adjetivar. 

 

Lembramos que, para qualquer informação ou esclarecimentos mais detalhados, poderá consultar o nosso site www.ctt.pt ou ligar para a Linha CTT, disponível dias úteis e sábados das 8h às 22h, através do 707 26 26 26.

 

Com os melhores cumprimentos,

Carla Santos

 

CTT.png

 

A esta mensagem só tenho a dizer o seguinte:

 

O que os senhores administradores dos CTT Correios de Portugal entendem por “vosso apanágio” é simplesmente o apoio de olhos vendados a um costume bárbaro, que mais de 80% da população portuguesa rejeita, e milhões de pessoas por todo o mundo repudiam e combatem.

 

Esse “vosso apanágio” é a valorização da crueldade e da violência contra um ser vivo inocente, inofensivo e indefeso, encurralado numa arena para ser cobardemente torturado por psicopatas, para que um bando de alienados aplauda o sofrimento atroz infligido a esse animal, quem tem um ADN semelhante ao meu, que também sou um animal, e por isso sei dar valor à VIDA e ao SOFRIMENTO de um ser senciente.

 

Esse “vosso apanágio” é fruto de um desconhecimento total do que biologicamente é um Touro e um Cavalo.

 

E para que não cristalizem a ideia de que “vender bilhetes para a selvajaria tauromáquica» é do foro das «opiniões, vontades, gostos e costumes de clientes», fiquem a saber que esta selvajaria nada tem a ver com opiniões, vontades, gostos ou costumes, mas tão-só com Ética, Civilidade, Civilização, Evolução, Cultura Culta, Humanismo, Empatia, Misericórdia, Compaixão, Dignidade… enfim, com todos os valores que enobrecem os verdadeiros Seres Humanos.

 

E não sou eu que o digo. São os homens sábios que, felizmente, sempre existiram no mundo.

 

O que faz falta em Portugal é o culto da Leitura das obras desses Homens Sábios.

 

Mas o que fazer, num país onde o Ensino e a Educação deixam tanto a desejar?

 

Senhores administradores dos CTT Correios de Portugal, o que pedimos é muito simples: não confundam um espectáculo como este:

 

 

com uma prática bárbara como esta:

 

Por favor, façam esse favor a vós próprios.

 

Aos CTT não basta pretenderem ser respeitáveis, devem PARECER respeitáveis.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:10

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Terça-feira, 24 de Março de 2015

TEMOS O DEVER DE NOS INDIGNARMOS COM A FALTA DE DIGNIDADE DE CERTOS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

 

Afinal, quem paga os salários dos deputados?

 

É o povo, obviamente.

 

E se há coisa que eu, como povo, não tolero num governante é a falta de dignidade para exercer um cargo que é pago também com o meu dinheiro.

 

De um aficionado vulgar, de um ganadeiro inculto, de um forcado cobarde ou de um torturador estou habituada a receber os comentários mais desprezíveis e obscenos que possam imaginar-se.

 

De um deputado da nação, não é comum, mas aconteceu.

 

E porque considero grave o comportamento deste deputado centrista, tornarei pública a nossa troca de “galhardetes”.

 

CDS PP.jpg

 

Tudo começou quando um deputado do CDS/PP veio a público dizer que se envergonhava de algumas coisas, das quais havia participado na Assembleia da República Portuguesa.

 

Ora, entre essas coisas, não li uma, que envergonha até as pedras da calçada, e que o referido deputado não mencionou.

 

Daí que lhe enviei e tornei pública a seguinte mensagem:

 

Exmo. Senhor deputado,

 

Li esta entrevista de V. Exa. e pasmei:

 

(…)  

Pensei que ia ler que se sente envergonhado TAMBÉM por ter votado em leis que permitem a selvajaria tauromáquica, algo que desqualifica, sem qualquer apelo, um deputado da nação...

 

Mas não.

 

Foi uma desilusão.

 

Deve envergonhar-se de muita, mas muita coisa, em que participou no Parlamento, mas a de ser aficionado da tortura de seres vivos é a mais vil de todas.

 

Tenho vergonha dos políticos que se vergam (sabe-se lá porquê! ou saberemos?) a um lobby inculto, macabro, obscuro, selvático, primitivo, grosseiro, uma minoria desclassificada, para manter uma prática bárbara, digna apenas de broncos.

 

Envergonhe-se disto, em primeiro lugar, senhor deputado. E depois, envergonhe-se de tudo o resto que levou à descredibilização da classe política e dos políticos portugueses.

E acho muito bem que não volte a candidatar-se à Assembleia da República, porque esse órgão do poder tem de ser dignificado, urgentemente.

 

Com a minha mais veemente indignação,

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Ora o Exmo. Senhor Deputado, respondeu-me o seguinte:

 

Exma. Senhora,

 

Já me tinham, na verdade, prevenido para que o fanatismo chega a ser uma doença incurável.

 

Desejo as melhoras e que não seja nada de particularmente grave.

 

Cumprimentos,

 

Deputado (…)

 

***

Na verdade, não esperava esta resposta, vinda de um deputado da nação, a alguém que ajuda a pagar-lhe o salário. Até porque (a resposta) está ao nível do mais vulgar aficionado de selvajaria tauromáquica, e não ao de um deputado da nação.

 

Como não admito que alguém, a quem ajudo a pagar o salário, se dirija a mim, nestes termos, contestei:

 

Exmo. Senhor Deputado,

 

A resposta de V. Exa. não me surpreendeu, pois é o vulgar argumento dos que não têm argumentos racionais e lógicos, para defender o indefensável: a tortura de seres vivos para divertir os marialvas que não cortaram o cordão umbilical que os liga aos tempos salazaristas.

 

Estará V. Exa. a falar de si próprio? Saberá como se designa esse "fenómeno" em Psicologia? Transpor para os outros os próprios "defeitos"?

 

Chama-se projecção, ou seja um mecanismo de autodefesa, a acção de expulsar inconscientemente os sentimentos ou desejos individuais considerados totalmente inaceitáveis, ou muito vergonhosos, obscenos e perigosos, atribuindo-os a outra pessoa.

 

Relembro a V. Exa. que não sou eu que vou aplaudir a tortura de Touros para as arenas. Algo imoral, anti-ético, e que pertence ao rol do fanatismo ritualista de um passado muito primitivo.

 

Relembro a V. Exa. que "fanáticos" (que significa apaixonados) são os aficionados da selvajaria tauromáquica, são os terroristas islâmicos, são todos aqueles que fanaticamente pugnam pela barbárie, que os mantém tão cegos que não conseguem raciocinar.

 

Eu não sou fanática dessa barbárie, ao contrário de V. Exa., cujo fanatismo é tanto, que o cega, não deixando lugar para a racionalidade.

 

Disto é que devia envergonhar-se. O nome de V. Exa. ficará para a História como um deputado que pugnou pela tortura de seres vivos, na Assembleia da República. É desse modo que os seus descendentes o lembrarão, numa época em que a selvajaria tauromáquica será tida como uma vergonha da humanidade, tal como o é hoje o Circo Romano.

 

Eu sou apaixonada pela Cultura Culta e abomino a selvajaria, qualquer selvajaria, principalmente vinda de gente que tem cargos públicos e devia pugnar pela dignidade desses cargos e do bom nome do País que serve. Se a isto quiser chamar "fanatismo" esteja à vontade. Não me faz qualquer mossa.

 

Doença, têm os aficionados. Chama-se PSICOPATIA, que está estudada por especialistas, nessa matéria. Alteração de personalidade, porque não é normal, uma pessoa no seu juízo perfeito gostar de ver torturar um ser vivo, e aplaudir o atroz sofrimento dele. Isto não é uma doença incurável para aqueles que se se deixam tratar. Nos outros, nos mais fanáticos, como V. Exa., será um caso perdido.

 

Com esta postura, V. Exa. revela a inconsciência de um conhecimento mais profundo que lhe permita fazer uso do seu intelecto e discernir sobre questões morais, sobre o que é certo e errado em situações que envolvem tortura e sofrimento. Revela grande ausência de carácter na postura confortável que partilha com padrões arcaicos de comportamento institucionalizado na sociedade, demonstrando uma real falta de consciência ética e falta de conhecimentos elementares no que diz respeito ao conhecimento das espécies animais.

 

Espero que a Assembleia da República se livre urgentemente de deputados como V. Exa., que não lhe confere prestígio algum.

 

Nunca, como hoje, esse órgão do poder legislativo, esteve tão desqualificado, por muitos e variados motivos, e mais este.

 

Com os meus cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira  

 

***

 

Ora o senhor deputado, não gostou da minha contestação, e refutou deste modo:

 

Exm.a Senhora,

 

Constato, com profundo pesar, que os meus desejos de melhoras e de que não estivéssemos perante um caso particularmente grave não foram favoravelmente acolhidos pelo destino. Lamento-o.

 

Verifico também que V. Ex.ª usa frases e ideias (se lhes podemos chamar de "ideias") que são vulgares nos que padecem de similar fanatismo, mas, para mais, no seu caso, revestidas de singular vulgaridade.

 

V. Ex.ª não me conhece de parte nenhuma, nem conhece o que penso ou não penso sobre as matérias em que discorre. O seu discurso é de puro ódio e completamente desconexo, nos lugares-comuns que vai bolsando.

 

Verifico ainda que V. Ex.ª dispõe de tempo em excesso, privilégio que usa em modo particularmente anti-social. Esse não é o meu caso.

 

Volto a desejar melhoras. Passe bem.

 

Cumprimentos,

Deputado (…)

 

***

 

Não sou de me vergar, nem perante um Rei, muito menos a um deputado que perde a sua dignidade, ao não respeitar o lugar que ocupa: o de servidor de um País e de um Povo aos quais pertenço.

 

Respondi-lhe à letra, como não podia deixar de ser.

 

Exmo. Senhor Deputado,

 

Francamente! Esperava que eu me vergasse a um comentário tão descortês, como o que me enviou?

 

Saiba que estou habituada a que os aficionados de touradas, mesmo os que não tiveram a oportunidade de frequentar uma universidade, me mimoseiem precisamente com as mesmas palavras que me dirigiu.

 

Estudaram todos pela mesma cartilha na escola primária. Dizem todos o mesmo. Não admira. E continua a projectar em mim, o que V. Exa. é. Não me surpreende.

 

A resposta de V. Exa. corresponde exactamente à ideia que sempre fiz de alguém que vai para a política sem nada saber da Arte Política.

Pois está muito enganado, em tudo o que diz. Nem sequer tem a capacidade de destrinçar o que é a vulgaridade (por exemplo, a resposta descortês que V. Exa. me enviou), de superioridade moral, que é algo que verdadeiramente lhe falta.

 

 

Não conheço V. Exa.?

 

Pessoalmente não conheço, e espero nunca vir a conhecer, porque não é propriamente alguém que me interesse conhecer.

 

Mas não se esqueça que, desafortunadamente, é uma “figura pública” que todos os portugueses (e não só eu) conhecem através dos seus actos pouco elevados na Assembleia da República, pelo que diz nas televisões, e quando aparece nas arenas de tortura de bovinos, a aplaudir a tortura e o sofrimento deles.

 

E há algo mais: V. Exa., tal como o mais vulgar aficionado, não sabe distinguir “ódio” que é um sentimento menor que os aficionados de touradas consagram aos bovinos, para lhe aplaudirem o tormento, de INDIGNAÇÃO. Como é possível, se são dois sentimentos tão diferentes?

 

Quanto ao tempo que disponho em excesso, deve ser igual ao de V. Exa.. Só que o meu é fruto de uma política de desemprego que V. Exa. ajudou a criar. E o de V. Exa. será fruto de um dolce fare niente, inerente ao cargo político que ocupa.

 

Quanto ao termo anti-social, que utiliza, tem a certeza de que ele se aplica à minha pessoa?

 

Olhe que não! Olhe que não!

 

Olhe que não sou eu que vou aplaudir o sofrimento de touros numa arena. E esse é o caso de V. Exa.. Existem provas.

 

E por fim deixo-lhe aqui um desafio, para ver quem deseja a quem as melhoras:

 

Desafio-o a consultar um psiquiatra imparcial, que nos avalie aos dois, psicologicamente. Que avalie os nossos comportamentos. A nossa mente.

 

E terá uma colossal surpresa.

 

Com os meus cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

***

 

Bem… a partir daqui fui bloqueada na “conta” deste deputado, no site da Assembleia da República.

 

O que não me admirou nada.

 

E eu só queria que alguém, que ocupa um cargo do Governo Português, me apresentasse um argumento racional, lógico, ético, culto, evoluído, civilizado, que justificasse a prática da selvajaria tauromáquica em Portugal.

 

Nem o Doutor Paulo Portas, a quem dirigi uma gentil Carta Aberta, ainda não conseguiu enviar-me um só argumento que fosse.

 

E eu já dei a minha palavra de honra que deponho as minhas armas pacíficas (as palavras) no dia em que um governante justifique racionalmente a existência da tortura de seres vivos, para divertir os aficionados desta prática selvagem, que têm assento na Assembleia da República Portuguesa.

 

Será pedir muito?

 

 ***

Pouco tempo depois de ter publicado este texto, recebi este e-mail do senhor deputado visado neste post:

 

Exm.ª Senhora,

 

Informo que não foi bloqueada na minha conta. É, contudo, uma sugestão.

 

A mensagem que recebeu era tão-só um sinal subtil de que se esgotou a minha paciência para a aturar.

 

Em complemento das preocupações que anteriormente já lhe transmiti, acrescento, agora, que dizem a fúria faz bem: estimula a corrente sanguínea. Tenha, todavia, muito cuidado com a tensão arterial.

 

Recomendo-lhe, ainda, que cuide bem da sua dignidade. E do seu tempo também.

 

Passe bem. E por favor deixe de me maçar com as suas obsessões.

 

Cumprimentos,

Deputado (…)

 

***

Bem, por aqui se vê a exiguidade moral e mental deste deputado centrista, a quem o povo português paga o salário, esperando dele uma atitude condizente com o cargo que ocupa.

 

Infelizmente não honra nem dignifica a Assembleia da República Portuguesa.

 

É lamentável. Muito lamentável.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:39

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Sábado, 28 de Fevereiro de 2015

PSD, PS E CDS APROVAM MENORES COMO FORCADOS? QUE ESPÉCIE DE GOVERNANTES SERÃO ESTES?

 

Apenas votaram contra o PEV, três deputados socialistas e um democrata-cristão?

 

O Bloco de Esquerda e o PCP abstiveram-se?

 

Esta gente estará na posse das suas faculdades mentais?

Venderiam a alma ao diabo?

 

E é nas mãos desta gente desqualificada que o destino de crianças e jovens está entregue?

FORCADOS DE LISBOA.jpg

 

Por Falar Noutra Coisa

 

 «Então diz que o Parlamento aprovou uma lei que diz que os menores já podem ser forcados?

 

Eu cá acho muito bem, dá gosto ver a juventude a querer preservar os valores tão portugueses. Dá gosto ver jovens que preferem pegar toiros para mostrar que não têm uma pila pequena, do que beber 20 shots de absinto e fumar 10 cigarros de penalti.

 

Eu sinceramente não vejo nenhum mal nisto, aliás quanto mais novos melhor, que a probabilidade de falecerem com um corno entravado na laringe é mais alta. Já agora, que estamos numa de perder tempo a aprovar leis parvas, para além de permitir menores serem forcados, sugiro permitir os seus pais serem enforcados. Numa arena, com gente a aplaudir que é para recordarmos tradições da idade média

 

***

ESTÃO OU NÃO ESTÃO A PEDIR ESTE TIPO DE COMENTÁRIO? 

 

***

 

«PSD, PS e CDS aprovaram esta sexta-feira um diploma que permite a menores acederem à atividade de forcado tauromáquico, mas o diploma gerou divergências nas bancadas socialista e do CDS.

 

O texto final proveniente da Comissão Parlamentar de Segurança Social e de Trabalho teve a oposição do Partido Ecologista «Os Verdes», de três deputados socialistas (Pedro Delgado Alves, Isabel Santos e Rosa Albernaz) e do democrata-cristão João Rebelo.

 

Bloco de Esquerda e PCP optaram pela abstenção, opção de voto à qual se juntaram os deputados socialistas Eduardo Cabrita, Pedro Nuno Santos, Inês de Medeiros, Carlos Enes, Manuel Mota e António Cardoso.

 

Após a votação, em declarações agência Lusa, o dirigente socialista Pedro Delgado Alves classificou a atividade tauromáquica como sendo de risco. «No texto final não ficou devidamente acautelada a proteção de menores numa atividade de risco», referiu o ex-líder da JS».

Fonte:

http://www.tvi24.iol.pt/politica/touradas/psd-ps-e-cds-aprovam-menores-como-forcados?utm_campaign=editorial-tvi24&utm_source=facebook&utm_medium=social

 

***

Parlamento aprovou, menores já podem ser forcados
(Ler mais esta notícia neste link:)

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/parlamento-aprovou-menores-ja-podem-ser-forcados-1687594

 

***

Isto é absolutamente inacreditável.

 

Mas esperar o quê de governantes retrógrados, incultos e, sobretudo, cegos mentais (para não dizer outra coisa?)

 

Como se já não bastasse os cobardes forcados, aprovam a existência de cobardes forcadinhos?

 

Em que época vegetam estes governantes?

 

Não terão dignidade, nem honra, nem vergonha naquelas caras deles?

 

Eu nem acredito que tal coisa pudesse ter acontecido!

 

E para que serve as comissões de protecção a crianças e jovens?

 

Para receberem o ordenado ao fim do mês sem nada fazerem de útil por essas crianças e jovens que caem nas mãos de loucos irresponsáveis?

 

Portugal está entregue a pataratas.

 

Continuem a votar nesses pataratas.

 

Já falta pouco para que nos atolem no lamaçal medieval, se é que já lá não estamos atolados até ao pescoço...

 

A minha indignação e a minha repulsa são absolutamente ilimitadas…

 

Se esta classe “política” portuguesa já estava avaliada por baixo e já fora do prazo, a partir de hoje está quilatada muitos zeros abaixo de zero, ou seja a um nível máximo de absoluta incompetência e desatino...

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:44

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

QUAL A DIFERENÇA ENTRE O HOMEM DE NEANDERTAL E UM TOUREIRO?

O homem de Neandertal é uma espécie extinta, do género Homo, que habitou a Europa e partes do oeste da Ásia, desde cerca de 350. 000 até aproximadamente 29.000 antes da era cristã, tendo coexistido com o Homo Sapiens.

 

Na sua época, o Homem de Neandertal dava os primeiros passos para entrar na Humanidade e no Futuro

 

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 A réplica do rosto de um Homem de Neandertal, onde se vislumbra um rasgo de dignidade e humanidade

 

Passados milhões de anos, em pleno século XXI da era cristã, o toureiro, uma criatura muito menos evoluída do que o Homem de Neandertal, está cristalizado num mundo ainda mais primitivo do que aquele em que viveram os humanóides, que caçavam animais apenas para se alimentarem e vestirem as suas peles, e desconhecendo, por completo, o sentimento da crueldade, matavam-nos pelo instinto natural de sobrevivência.

 

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Esta é a expressão diabólica de um toureiro do século XXI da era cristã, onde não se vislumbra o mínimo rasgo de dignidade nem de humanidade, mas tão-só um olhar diabólico e de ódio por um ser vivo indefeso, inocente e inofensivo que ele barbaramente tortura, e depois matará com todos os requintes de malvadez.

 

Por motivos de sobrevivência?

Não.

 

Apenas para divertimento dele próprio e de uma plateia de sádicos.

 

Quanto mais dignos e humanos e civilizados eram os Homens de Neandertal!

 

E naquela época ainda não existiam governantes.

 

E o mundo era muito mais humano.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:46

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Sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

«A TOURADA À CORDA É TÃO ÍNTIMA QUE NEM DAMOS POR ELA DO PONTO DE VISTA INTELECTUAL…»

 

Esta frase resume o atraso mental que grassa numa ilha onde a evolução ainda não chegou, e muito menos a intelectualidade, mas mostra também o atraso civilizacional outorgado por um Governo que desconhece a importância do bom senso, numa sociedade do Século XXI d. C.

 

TOURADA À CORDA.jpg

 

Por que será que ao lermos este texto ficamos com a sensação de que estamos perante um fenómeno insólito, que acontece apenas em localidades fechadas em si mesmas, onde não entra a luz, nem o saber, nem a lucidez, nem sequer a vontade de mudar e de entrar na modernidade?

 

Por que será que a leitura deste texto nos provoca um desmedido amargo, por não vislumbrarmos uma luzinha ao fundo de um túnel, há tantos séculos desalumiado, e que parece não terminar em lado nenhum…?

 

Por que será que nos ofende o odor da podridão das palavras que se proferem sem a mínima lógica, esperando que se veja na tourada à corda algo “culturalmente válido”… a merecer a atenção da UNESCO?

 

Por que será que o Governo português, para vergonha de Portugal, mantém ainda vivo este símbolo da mentalidade primitiva que via no sacrifício de animais um modo de apaziguar os demónios da incultura que atazanavam os espíritos débeis?

 

Por que será que nenhuma autoridade, de todas as que já abordei, conseguiu dar-me uma resposta racional para a existência deste insulto à portugalidade e à dignidade de um povo?

 

É que dizerem-me que nada é afectado pela questão relativa à “legalidade dos espectáculos tauromáquicos” é o mesmo que me dizerem que os legisladores portugueses legalizam a crueldade e a violência contra animais não humanos indefesos, porque esse é o atributo maior da humanidade.

 

É urgente que as autoridades portuguesas dêem aos portugueses uma justificação lógica para tamanha agressão à inteligência dos Portugueses.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:19

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Terça-feira, 15 de Julho de 2014

A TORTURA DE BOVINOS PROMOVIDA PELOS CAÇADORES E AUTARCAS DA PÓVOA DE VARZIM FOI UM AUTÊNTICO FIASCO

 

APENAS UM TERÇO DOS LUGARES ESTAVAM PREENCHIDOS

  

Um sinal dos tempos, num país em que se rejeitam cada vez mais os maus-tratos aos animais e em que a abolição da tauromaquia está para breve.

 

Lamentamos que os autarcas poveiros promovam a tortura de seres vivos para uma minoria sádica e inculta, transformando a cidade da Póvoa de Varzim num antro de carnificina, que não é visitado por quem preza a Dignidade e a Vida.

 

Transformem a arena da morte num Palácio de Cristal onde a Cultura Culta aconteça.

 

Não são os espectáculos da Rádio Onda Viva que lavarão o sangue dos bovinos ali torturados, e extrairão o cheiro a sarro, a bosta, a urina, ao mofo, a um passado macabro, tenebroso, que empesta o ar que se respira na cidade, e que em pleno século XXI já devia ter dado lugar ao cheiro a mar…

 

Mas quem por ali passa sente o odor podre da crueldade que se pratica sobre bovinos indefesos, e da ignorância que ainda impera em gente que devia viver a modernidade, mas está impregnada de trevas medievais.

 

Que pobreza moral desmesurada!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685.58389.215151238518447/792605387439693/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:25

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Domingo, 22 de Junho de 2014

A CORRIDA DO PORCO PRETO, NO SÃO JOÃO DE BRAGA, ATIROU A CIDADE PARA O NÍVEL ABAIXO DE LIXO

 

Quiseram desenterrar costumes bárbaros medievais, e o retorno a um passado onde a ignorância e a crueldade imperavam manchou a ex-moderna cidade de Braga.

 

A estupidez medieval aconteceu. Espera-se que pela última vez.

 

 

Foto: Ana Barros in https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10202294374460583&set=a.10202294292538535.1073741922.1227891809&type=1&permPage=1

 

Este é o infeliz Libório, que foi retirado do seu habitat e, em pânico, com o barulho dos bombos e dos foguetes, foi perseguido e maltratado por um bando de gente histérica.

 

***

 

(Para verem este vídeo têm de carregar onde diz YouTube, no canto direito, em baixo.) 

 

REGRESSO AO PASSADO

 

Por Noémia Pinto

 

(Subscrevo integralmente este magnífico texto - I.A.F.)

 

«Parece que ontem, dia 20 de Junho, se cumpriu uma «tradição» em Braga, manchando a festa alegre que se pretende que o S. João seja. Uma tradição que não era cumprida há 98 anos. Saudosa, portanto!

 

Diz quem viu e até faz (má) locução na TV Minho que foi «um momento bonito». Eu olho para aquelas imagens e ocorrem-me vários adjectivos. Nenhum deles será bonito. Bonito, bonito seria deixarem o Libório no seu cantito.

 

Foi-me garantido, ainda na véspera de tão fantástica ressurreição, por um amigo próximo que estava na organização de tamanha crueldade, que o animal não sofreria qualquer dano. Eu, conhecedora do comportamento humano quando em «matilha» e frequentemente em estado de pouca sobriedade, imaginava o que por aí viria.

 

Infelizmente, pelo que li de relatos de quem viu o acontecimento e foi mais imparcial do que o magnífico repórter da TV Minho e pelo que vi nas imagens, a realidade foi mais ou menos como eu a imaginara.

 

O pobre porco, assustado com toda a confusão, medo que terá sido também agravado pelo disparo de morteiros, recusou-se a sair do veículo de transporte, pelo que foi puxado pelas orelhas e pela cauda para sair. Como insistia em não fazer o gosto à populaça, foi pontapeado. Aterrado, lá saiu da carrinha, desatando a correr. Como por vezes corria em sentido oposto àquele em que era suposto que corresse, era arrastado pelas orelhas e pela cauda.

 

Para quem garantia que ninguém poderia tocar no porco, algo falhou aqui, não? E depois desta vergonha, vão continuar a dizer que o animal não sofreu nada? Pelo menos sejam honestos e digam que não querem saber se o animal sofre ou não porque todos se consideram superiores a ele. Ou estão agora com medo dos tais «jeitosos que andam a chatear»?

 

Que o povo triste, ignorante, que mal ganha para a côdea goste destes acontecimentos, que representam o ponto alto nas suas vidas sem cor, até percebo. O que não percebo é que, mais uma vez, os estudantes estejam ligados a uma prática bárbara. Os estudantes devem ser motor de mudança dos países e suas sociedades. Os estudantes devem desenvolver o seu espírito crítico e a sua humanidade, libertando-se ou afastando-se da boçalidade e da barbárie. O que aqui aconteceu foi o oposto. Os estudantes ajudaram a que a barbárie e a crueldade se instalassem.

 

Para terminar, quero partilhar convosco o que descobri na página aberta de Facebook de um dos magníficos organizadores das fantástica e nada cruel «corrida»: um desenho do dito senhor a perseguir o porquito, utilizando uma linguagem que só por si ajuda a apelar ao que de mais baixo o ser humano tem dentro de si.

 

Para mim, a crise maior é esta, a perda de valores tão elementares como o respeito pelos outros, quer sejam os outros humanos, quer sejam outros animais. Convivemos todos neste espaço redondo, cada vez mais estragado, o mínimo que podemos fazer é respeitarmos o outro. Seja ele quem for. O regresso de tradições cruéis só nos fica mal.»

Fonte:

http://aventar.eu/2014/06/21/regresso-ao-passado-3/#more-1216916

 

***

BRAGA ENVERGONHADA NA RTP

(Ver o vídeo)

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=746839&tm=8&layout=122&visual=61

 

«Durante os serviços noticiários de hoje, Braga, a NOSSA CIDADE, é retratada como um palco de atrasados mentais que querem vivem na Idade Média.

 

 Estas imagens não foram invejadas em lado algum de Portugal, provocaram sim estupefacção dos portugueses (mesmo os que estão no estrangeiro) pelo facto de não se tratar de imagens de uma terra recôndita e com atraso civilizacional, mas sim da 3ª CIDADE DO PAÍS!

 

Os que estiveram presentes na "Corrida do Porco Preto" não são os que não estiveram lá, são uma minoria da cidade.

 

Grande parte dos que, movidos pela curiosidade, se deslocaram ao local, ficaram chocados e sem reacção, um sentimento estranho e inexplicável diante de alguns que até se divertiam com a vida deste animal, transformada em miserável, sem dignidade, sem apreço, sem nada

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?v=258337511018502&set=vb.252006934984893&type=2&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:53

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Sábado, 14 de Junho de 2014

LINGUAGEM DE UMA “PROFESSORA” AFICIONADA, NATURAL DE ELVAS

 

  

No seu Trabalho e Formação no FB consta: Gustavo Eiffel; IAE Gustavo Eiffel; Técnica de Segurança e Higiene do Trabalho (Santarém); IPT. Instituto Politécnico de Tomar (página oficial) (Tomar);Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento (Entroncamento, Santarém, Portugal)

 

Vou transcrever algumas frases (as mais significativas) retiradas do Facebook, onde ela esgrimia com anti-touradas, a propósito de uma largada de Touros a realizar hoje em São Vicente (Elvas)

 

(Peço desculpa pela grosseria da linguagem, mas faço questão de publicar estas frases, no original, para mostrar aos governantes portugueses o tipo de gente que eles apoiam com as suas leis irracionais)

 

 

 

*** Trata o toiro como um animal de estimação.... se conseguires dou te um louvor!!!!! Hehehehe

 

*** Pff vê se mesmo que nem ou não leste bem o evento ou estas a inventar... fica a saber que faz se muito dinheiro porque somos muitos

 

*** Por isso é que os forcados e cavaleiros estão calados vocês n tem argumentos e por isso misturam as coisas.... pfffffff. N alimento mais esta bacurada... haaa e não comam carne de animais.... coitadinhos!!!! Apareçam se tem coragem. .

 

*** People estes filhos da puta dos anti taurinos nunca vão acabar com aficion.... deixem nos falar!!!!! É para saber que eu também sei ofender... depois de Três dias de conversa isto já cheira mal!!!! Somos muitos muitos.... a adicionar é uma cultura é tradição que já dura à anos e está gentinha de merda nunca vai acabar com isso aposto que são daqueles anti taurinos que comem carne de boi!!!! E nem sabem como ele foi morto.... mas aficionados eu ontem no batizado tinham um porco no espeto e não comi porque coitadinho deve ter sofrido muito....

 

*** Estou xeinha de medo

 

*** Cada um escreve como quer....

 

*** Deiam a cara

 

*** va estudar como eu digo aos meus alunos

 

*** Anti taurinos são só merda.... merdas e da grande!!! Começaram e agora estão se a sentir ofendidos temos pena.... freguesias vamos rebentar c eles..... basta por um toiro à frente

 

*** Aí filho.... anda cá k eu ñ te aleijo

 

***

A frase que mais me chamou a atenção foi «va estudar como eu digo aos meus alunos».

O que terá esta “professora” aficionada para ensinar aos seus alunos?

 

É esta a "coltura" que está consignada na irracional lei da tauromaquia.

 

Mas quem fica mal, no meio disto tudo, são os governantes, que perderam a vergonha… e a dignidade.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:40

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