Quinta-feira, 28 de Novembro de 2019

O que talvez não se saiba sobre o AO90 e é crucial saber, para não se fazer papel de parvo

 

Fico pasmada com a ignorância que por aí vai, no que respeita ao modo como agora se escreve a Língua Portuguesa.

 

A maioria dos Portugueses não sabe o que é isso do AO90. Quando se pergunta por aí por que escrevem “fatura” em vez de faCtura, a resposta é de pasmar: «Agora escreve-se assim». E porquê? «Porquê o quê?». Por que é que agora se escreve assim? «Ora porque agora é assim, mandam escrever assim». Sabe o que é o Acordo Ortográfico de 1990? «O que é isso?».

 

Um destes dias, numa estação de serviço na A7, li o seguinte, num aviso colado à máquina registadora: «Se quiser fatura, deve pedi-la quando afatuar o pagamento». E isto já foge ao âmbito do “acordo”.

 

Ainda estava do lado de cá da fronteira com Espanha. Mas em Espanha não se escreve assim tão mal. Aliás, em país europeu nenhum, se escreve assim tão mal.

 

PARVOÍCE.jpg

 

Os Portugueses, no seu gosto desenfreado e patológico de imitar tudo o que é estrangeiro, acabam por cair na parvoíce e na deselegância, neste caso, na deselegância da escrita.

 

Em Portugal, como aliás em todos os países ditos lusófonos, quase ninguém sabe o que é o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), e as implicações perniciosas da sua aplicação.

 

E quando nos aparece alguém a dizer (uns, parvamente, outros, ingenuamente): «Ah! Agora escreve-se assim» e lhes falamos, por exemplo, no livro do Embaixador Carlos Fernandes «O Acordo Ortográfico de 1990 Não Está em Vigor» os parvos evocam imediatamente o Malaca Casteleiro (esse é que as sabe!); os ingénuos não se interessam por leituras, estão mais virados para o futebol e para os programas altamente "colturais" dos “casamentos” e "namoros", transmitidos na SIC e TVI, a somar às novelas.

 

E quem ganha com esta parvoíce de uns, e ingenuidade de outros?

 

Obviamente, os actuais governantes portugueses, os que se arvoram em "donos da Língua", e que recebem ordens para destruir a Língua Portuguesa e promover o Dialecto do Brasil.



Até porque eles sabem que Portugal é o país europeu com o maior índice de analfabetismo; e  também sabem que 80% da população não se interessa nada por estas coisas da Cultura, da Língua e da Identidade Portuguesas, e que as informações cruciais acerca das verdades sobre o AO90 confinam-se a um universo de 20% dos Portugueses.

 

É uma falácia dizer que o AO90 tem a ver com a evolução da Língua, quando é um tremendo retrocesso passar de cavalo para burro, ou seja, de Língua para Dialecto.

 

Posto isto, aqui deixo uma informação útil, assente nos pareceres de juristas, de linguistas habilitados (porque os há desabilitados, co mo Malaca Casteleiro e quejandos)  e dos estudiosos desta droga alucinogénia chamada AO90, e principalmente baseada no livro: «O Acordo Ortográfico de 1990 Não Está em Vigor – Prepotências do Governo de José Sócrates e do Presidente Cavaco Silva», do Embaixador Carlos Fernandes, que nenhum governante, incluindo o PR, e professores de Português leram, para estarem informados do que é essa fraude do AO90.

 

- O AO90 agride barbaramente a etimologia das palavras, empobrecendo a ortografia portuguesa, desenraizando-a da sua família indo-europeia;

 

- O AO90 é tecnicamente insustentável; juridicamente inválido, politicamente insciente e materialmente impraticável;

 

- O AO90 não tem validade internacional, até porque não passa de uma fraude;

 

- O AO90 é ilegal e inconstitucional, não estando em vigor na ordem jurídica internacional;

 

- Os professores ensinam nas escolas portuguesas, sob coacção, uma ortografia baseada na "Cartilha Brasileira", juridicamente ilegal, porquanto não existe lei alguma que o sustente;

 

- Na ordem jurídica internacional a Resolução do Conselho de Ministros (RCM) Nº 8/2011, que “obrigou” à aplicação do AO90, não tem qualquer valor de lei;

 

- Não é preciso ser um génio da jurisprudência para reconhecer que   Portugal agiu de má-fé e com abuso de poder, ao permitir que o 2º protocolo tivesse força de Lei, uma vez que este protocolo não foi ratificado por todos os países, segundo o tratado original;

 

- O AO90 é uma burla à Lei Constitucional e aos princípios elementares da Democracia e do Estado de Direito;

 

- O AO90 viola o princípio da igualdade dos Estados;

 

- Não existe Lei alguma que o torne obrigatório, a única Lei existente que está em vigor em Portugal e na ordem jurídica internacional é o Decreto-Lei Nº 35.228, de 8 de Dezembro de 1945, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 32/73, de 6 de Fevereiro de 1973, que não foi revogado;

 

- A Resolução do Conselho de Ministros (RCM) Nº 8/2011, que “obrigou” à aplicação do AO90, não tem valor de lei;

 

- Nenhum cidadão português pode ser penalizado por se recusar a aplicar o AO90, algo que é ilegal, é uma fraude e não tem validade internacional;

 

- Rejeitar o AO90 é um acto de cidadania, não punível por Lei;

 

- Quem aplica o AO90 ou está  mal informado ou de má-fé.

 

- Quem aplica o AO90 é cúmplice de uma ilegalidade, de uma inconstitucionalide, de mentiras e de fraudes cometidas pelos intervenientes;

Consultar este link, para confirmação:

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/documentosprovasmentirasfraudes-do-203378

 

- A aplicação ilegal do AO90 sujeita-nos à vergonha de Angola, Moçambique, Timor, Guiné Bissau e S. Tomé e Príncipe não aceitar o acordo porque têm mais respeito pela Língua Portuguesa do que os portugueses que o aplicam ilegalmente, sendo os governantes,  (presidente da República à cabeça, como Chefe de Estado), o primeiro-ministro, os ministros dos Negócios Estrangeiros e da Educação, os principais responsáveis pelo caos ortográfico instalado em Portugal.

 

***

 

Depois disto, a grande e crucial pergunta, que todos os Portugueses devem fazerprincipalmente os professores, exigindo uma resposta urgente e objectiva, antes de se curvarem servilmente diante do monstro ortográfico, é a seguinte:

 

Qual a Lei ou Decreto-lei que obriga os Portugueses a aplicarem o AO90?

 

É que só uma lei ou um decreto-lei poderá obrigar os cidadãos portugueses a aplicarem a ortografia brasileira, disfarçada de AO90Onde está essa Lei? E não venham com a RCM Nº 8/201, porque isto não tem qualquer valor de lei.

 

Ninguém é obrigado a fazer o mesmo que as outras pessoas fazem, só por imitação, ignorância ou servilismo (a isto chama-se carneirada). E carneirada é o que mais há em Portugal.

 

E não esquecer que passar a palavra sobre esta informação útil é um dever cívico de todos os Portugueses que se prezam de o ser.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:30

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Terça-feira, 14 de Abril de 2015

VÁRIAS CENTENAS DE DEFENSORES DOS ANIMAIS JUNTARAM-SE NA PRAÇA DO COMÉRCIO PARA DAR VOZ AOS QUE NÃO TÊM VOZ PARA SE DEFENDEREM DOS SEUS ALGOZES

 

Aconteceu em Lisboa, no passado Sábado, dia 11 de Abril, um facto ocultado pelos “grandes” media, vassalos do lobby tauromáquico, constituído por parasitas que vivem à tripa forra à custa dos impostos dos portugueses.

 

CORDÃO HUMANO ANIMAL.jpg

Eis um panorama do cordão humano pelos animais não humanos, realizado na Praça do Comércio, em que podemos ver, não 50 pessoas (como os da prótoiro apregoaram, não surpreendendo, pois a matemática não é o forte dessa “gente”), e também não dezenas de pessoas (como noticiaram dois diários online) mas algumas centenas de Seres Humanos que exercem o superior dever cívico de defender os indefesos.

 

Estiveram presentes vários grupos e associações e cidadãos a título individual, clamando melhor protecção para os animais em Portugal, e alterações legislativas que permitam alcançar esse objectivo.

 

Esta iniciativa teve o propósito de mobilizar a sociedade civil para esta causa, que também é nobre, e «educar e sensibilizar a população para o tema, embora essa tarefa devesse competir ao Estado. Porém, são as associações de protecção dos animais que estão a assumir esse papel do Estado, apesar de terem parcos recursos», salientou Rita Silva, presidente da Associação Animal, promotora desta acção.

 

Ora acontece que só se mobiliza a sociedade civil e se educa e sensibiliza a população se estes acontecimentos chegarem a todos os portugueses, e essa é uma tarefa dos órgãos de comunicação social, que aqui falharam redondamente, por estarem ao serviço não das populações, como é da ética jornalística, mas do abetesgado lobby tauromáquico.

 

Rita Silva esclareceu ainda que a Associação Animal «continua a condenar as touradas, não porque os Touros e Cavalos sejam mais importantes do que os outros animais, mas porque Portugal é um país em que muita gente, inclusivamente o legislador, ainda aceita que se barbarizem animais, cobrando bilhetes e ainda por cima dando subsídios encapotados, que são pagos pelos contribuintes, o que é inaceitável.»

 

Por sua vez, Ricardo Oliveira afirmou ter ido propositadamente de Vila Franca de Xira a Lisboa, acompanhado dos seus amigos, para participar nesta iniciativa e defender, entre muitas outras coisas, que «em Portugal é urgente acabar com as touradas, onde se maltratam seres vivos»; e Sheila Cristiano, com um dos seus cães ao colo, referiu «ser altura de agravar as penas para quem maltrata os animais e criticou o comportamento de certos criadores que maltratam as fêmeas e os machos unicamente a pensar no lucro da venda dos animais

 

Entre a multidão que, entretanto se foi avolumando, encontrava-se o deputado do PSD, Cristóvão Norte, um dos autores da lei de criminalização de maus tratos e abandono de animais de companhia, que confirmou «ainda haver um longo caminho a percorrer, em termos legislativos, nomeadamente em alterar o estatuto jurídico dos animais, de modo a distinguir os animais das coisas, o que lhes daria maior protecção, fazendo votos para que a Assembleia da República continue a legislar no sentido de uma protecção jurídica mais ampla para os animais, naquilo que seria um «passo civilizacional significativo».

 

Ora no passado Sábado, dia 11 de Abril, deu-se um passo significativo na luta pelos Direitos dos Animais, de todos os animais, não excluindo, como os legisladores portugueses excluem, os Touros e Cavalos, os animais utilizados nos circos e os que servem para a alimentação dos humanos, os quais são barbaramente, cobardemente, cruelmente torturados, uns para diversão de uma minoria inculta, e outros por mera maldade.

 

Esperemos que a Assembleia da República também dê o mais depressa possível, o passo civilizacional que é necessário dar, para que Portugal entre no rol dos países civilizados e evoluídos.

 

Até lá seremos o que somos: o Portugal das mentes pequeninas.

 

Fonte:

Agência Lusa

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:44

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Quarta-feira, 11 de Junho de 2014

JOAQUIM SIQUENIQUE, ORGANIZADOR DO FUT-TOURO DOS BOMBEIROS DA MALVEIRA, INDIGNOU-SE COM A INDIGNAÇÃO DO ARCO DE ALMEDINA

 

 

Então enviou um comentário para o Blog e um e-mail (com o mesmo conteúdo, mais este recado:

 

«Venho por este meio transcrever o que publiquei no meu perfil no Facebook! Não peço que me respeite, mas que respeite os BOMBEIROS!!!»

 

 

 

 

Joaquim Siquenique, deixou um comentário ao post OS BOMBEIROS DA MALVEIRA PRETENDEM JOGAR FUT-TOIRO NAS INSTALAÇÕES DO QUARTEL? às 01:08, 2014-06-10.

 

«INDIGNAÇÃO

 

Sendo eu, Joaquim Siquenique um dos responsáveis pela organização da Garraiada dos Bombeiros Voluntários da Malveira, não posso ficar calado com a difamação do bom nome desta casa da qual faço parte, e que com muita honra visto esta farda!

 

- Senhor Joaquim Siquenique, se alguém está a difamar os Bombeiros da Malveira, são os organizadores de um evento idiota que não dignifica nem dá bom nome sequer à mais baixa das instituições que possam existir por aí, muito menos a uma Corporação de Bombeiros.  E não sou eu que estou a organizar esse evento.

 

Vão os Bombeiros da Malveira levar a efeito uma garraiada como tem sido habitual desde à 3 anos atrás, garraiada esta que serve para angariar fundos para a Associação.

 

- Angariar fundos com garraiadas, isto é, através do sofrimento e da humilhação de um ser vivo, não é digno de Bombeiros Voluntários, Soldados da Paz, Vida por Vida. Ou acham que um bovino não tem uma vida?

 

E é bom que fique a saber o seguinte: «Qualquer modalidade tauromáquica, seja ela não cruenta (sem derramamento de sangue) ou cruenta (com derramamento de sangue), implica sempre sofrimento psicológico e físico dos animais envolvidos, logo é sempre cruel. Portanto, não pode ser aceite, nem tolerada e muito menos pactuada por qualquer indivíduo, grupo ou associação. A tourada trata-se de uma infame e covarde malfeitoria importada de Espanha. O maltrato começa pela violência da captura e do transporte dos inocentes bovinos em pânico e claustrofobia e prossegue na tourada e no pós tourada de um animal deprimido, acabrunhado, ferido, dorido, infectado, posto doente.Quem organiza isto, quem colabora, quem assiste demonstra, pelo menos, ignorância e insensibilidade e é corresponsável pela tortura". Dr. Vasco Reis - Médico Veterinário - Aljezur).

 

Isto, como reparou, não sou eu que o digo. É um Médico Veterinário. Mas qualquer pessoa que tenha sensibilidade e bom senso sabe do sofrimento dos bovinos, nestas festas de broncos.

 

NUNCA foi nossa intenção MAGOAR animais mas sim promover uma das atividades que é CULTURA PORTUGUESA e tentar angariar fundos para a sobrevivência da Associação!

 

- De boas intenções anda o inferno cheio. Como não tem intenção de MAGOAR? Retirar um bovino do seu habitat é já uma crueldade, e transformá-lo num brinquedo é de quem não tem um mínimo de inteligência. Os bovinos não são para brincar. Sabia?

Além disso, utilizar animais para divertimento faz parte da INCULTURA. Andaram anos a ouvir mentiras, e agora fazem delas verdades. Da CULTURA PORTUGUESA fazem parte o fado, os Ranchos Folclóricos… mas não a TORTURA DE ANIMAIS. É preciso que também saiba disto.

 

Se querem angariar fundos para a sobrevivência da Associação, angariem com eventos CIVILIZADOS: concertos, quermesses, jogos, música… Tanta coisa pode ser. Não com manifestações de BRONCOS, que só dão má fama aos bombeiros.

 

Não queremos com isto desrespeitar ninguém!!! Tentamos agradar a todos, fazendo várias atividades ao longo do ano para aproximar a população a nòs e não a afastar, porque nòs precisamos da população!!!

 

 - O pior DESRESPEITO fazem os bombeiros da Malveira a si próprios. E quem não se respeita a si próprio, como pode pretender ser respeitado?

 

A tortura de bovinos não aproxima ninguém de bom senso dos bombeiros. Só os afasta de vós.

Respeitem-se a vós próprios, respeitem a FARDA, respeitem o juramento que fazem, e não façam figura de parvos, organizando actividades parvas, dignas apenas de gente primitiva e tosca.

 

 Sendo eu um dos responsáveis da organização da garraiada não posso permitir que a Sra. Isabel A Ferreira responsável do blog (http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/os-bombeiros-da-malveira-pretendem-431545), ofenda os meus colegas e o bom nome desta associação!

 

- Sendo eu uma cidadã portuguesa tenho o DEVER CÍVICO de denunciar estes insultos à inteligência das pessoas de bem, e a crueldade contra seres sencientes, animais como nós, com que uma organização de bombeiros envergonha os portugueses, as Corporações dos Soldados da Paz, Portugal, e viola os Direitos dos Animais.

Fique sabendo, senhor Joaquim Siquenique, que quem tem aqui motivos para estar indignada SOU EU, e não quem organiza um evento cruel, de baixo nível e indigno de seres humanos.

 

Se quer que respeitem a sua opinião, RESPEITE quem está disposto a ajudar os outros e por vezes a dar a própria vida!!!

 

Respeito a sua opinião, mas não me posso calar perante esta ofensa...

 

- A minha indignação não tem nada a ver com opiniões ou gostos. Tem a ver com Ética, com Bom Senso, com Civilização, com Evolução, com Cultura Culta, tudo aquilo que os organizadores deste evento idiota não têm.

 

Quem não respeita a vida do outro, não merece respeito. Ou pensa que o outro não é um bovino também?

 

E eu não desrespeitei os BOMBEIROS. Eu apenas me indignei com um punhado de indivíduos que se dizem bombeiros, por estarem a organizar um evento cruel, que faz parte de um passado onde imperava a ignorância.

 

Hoje em dia só é ignorante quem quer. Informação não falta.

E se depois do que aqui se disse os bombeiros da Malveira continuarem a pretender dizer que o Fut-Touro faz parte da Cultura Portuguesa… então devo dizer que optaram por continuar na ignorância. E a culpa é toda vossa.

"Não têm vergonha? Não sabem fazer nada mais civilizado? É preciso divertirem-se à moda dos broncos? Logo os bombeiros, que deviam zelar pela vida de todos os seres vivos?

 

Que raça de bombeiros são os da Malveira?

 

Falsos bombeiros. Carniceiros.

 

Deixem os bovinos em Paz, se querem ser considerados soldados da Paz.

 

De outro modo, dispam a farda, porque não a sabem honrar. "

 

Atenciosamente,

 

Joaquim Siquenique»

- Pois repito tudo aquilo que já disse:

 

Não têm vergonha? Não sabem fazer nada mais civilizado? É preciso divertirem-se à moda dos broncos? Logo os bombeiros, que deviam zelar pela vida de todos os seres vivos?

 

Que raça de bombeiros são os da Malveira?

 

Falsos bombeiros? Carniceiros?

 

Deixem os bovinos em Paz, se querem ser considerados soldados da Paz.

 

De outro modo, dispam a farda, porque não a sabem honrar.

 

Mas a culpa é das autoridades maiores que regem as corporações dos Bombeiros, que deviam desautorizar estes eventos que não dignificam, nem honram a classe.

 

Angariar fundos através do sofrimento de um ser vivo é digno apenas de carrascos.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:01

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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