Quinta-feira, 10 de Junho de 2021

Neste “10 de Junho” Marcelo Rebelo de Sousa, Fernando Medina e Carlos Brum andam por aí a envergonhar Portugal

 

Eu, como cidadã portuguesa, que se orgulha do país onde nasceu, mas não se orgulha NADA dos seus governantes, nem de alguns portugueses que se recusam a EVOLUIR, senti-me desmedidamente envergonhada, perante o discurso delirante de Marcelo, o acto pidesco da Câmara Municipal de Lisboa, e a troglodicite de um açoriano, que atravessará a Europa evoluída, em autocaravana, por conta do campeonato de futebol, a fazer propaganda à execrável “festa brava”, como se tal abominação fizesse parte da Cultura Portuguesa.

 

Nada disto prestigia Portugal!!!!!!!!

 

marcelo.png

 

Marcelo Rebelo de Sousa disse isto, como se isto fosse verdade: «Desenganem-se os profetas da decadência, Portugal é um país com futuro, que investe no mar (poluindo-o?); que não desperdiça fundos europeus (então e a corrupção, que por aí anda à solta?), que não se esquece dos seus emigrantes (não se esquecerá???) e sabe acolher quem vem de fora para construir um país melhor (principalmente os que foram para Odemira e os que vivem, sub-humanamente, em bairros de lata, na maior das pobrezas, sem qualquer esperança de uma vida melhor).

 

Portugal é um "país de futuro" apenas para os que vivem numa bolha a cheirar a mofo, e não têm a noção da realidade.

 

Este senhor, que anda por aí a representar (MAL) Portugal, não tem a mínima visão de futuro, e está a contribuir para o seu desaparecimento, como país independente, ao ser cúmplice, por exemplo, da fraude linguística, que nos transforma numa colónia brasileira.

 

Este senhor devia ter vergonha de andar por aí a enganar os mais incautos, e a vender um Portugal francamente decadente.

 

Ler notícia aqui:

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/investir-no-mar-nao-desperdicar-um-centimo-dos-fundos-europeus-e-saber-acolher-quem-faz-de-portugal-um-pais-de-futuro-os-recados-de-marcelo-neste-10-de-junho

 

 ***

 

Fernando Medina.png

 

Diz a notícia que a Câmara Municipal de Lisboa fez chegar às autoridades russas os nomes, moradas e contactos de três manifestantes russos que, no passado mês de Janeiro, participaram num protesto, em frente à embaixada russa em Lisboa, pela libertação de Alexey Navalny, opositor do governo de Vladimir Putin.

 

Fernando Medina diz que tal «não podia ter acontecido», mas o facto é que aconteceu, e pediu desculpa pelo "erro lamentável" da Câmara Municipal de Lisboa, mas isto é algo indesculpável.

 

Senhor Fernando Medina, tenha a hombridade de se demitir!

É o mínimo que pode fazer, depois deste acto pidesco, absolutamente imperdoável, num regime que se diz DEMOCRÁTICO. A quem pretende enganar com essa conversa de "erro lamentável"? Há erros que não podem ser lamentados, porque são irreversivelmente perversos. E este é um deles. Não tem a noção da gigantesca gravidade deste erro, sinónimo de propósito?

 

Ler notícia aqui:

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/fernando-medina-fala-em-erro-lamentavel-da-camara-de-lisboa

 

***

 

E este vai ENVERGONHAR Portugal, com a propaganda troglodita da "festa brava", numa Europa já civilizada, e que abomina esta prática bárbara e obsoleta, a cheirar ao mofo da Idade Média.

 

E pior do que isto, são estas parangonas que as televisões fazem a favor da PARVOÍCE! 

 

Carlos Brum.png

 

Será este o Portugal com futuro que tanto orgulha Marcelo Rebelo de Sousa?

Se é, estamos muito mal servidos!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:36

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2021

Ministério da Cultura (?) insulta a Cultura Portuguesa ao meter no mesmo saco torturadores de Touros, músicos, cantores, actores, cineastas, artistas plásticos e circenses, comediantes, bailarinos, escultores…

 

Foi com enorme perplexidade que ouvi dizer que o Ministério da Cultura (?) vai apoiar com 438 Euros cada, dos fundos públicos, os toureiros, a quem chamam “artistas” tauromáquicos, no âmbito das Medidas de Apoio à Cultura, à conta da suspensão de actividades, devido à Covid-19. Ouvi dizer e fui conferir. E não é que é verdade?  

 

Que grande desilusão, senhora ministra da Cultura (?)! Isto é um insulto à CULTURA PORTUGUESA! Mas é o que temos: um Portugal que avalia muito por baixo os agentes culturais,  daí ser também avaliado por baixo, com uma ministra que ora diz que a questão da tauromaquia é uma questão civilizacional, ora considera os torturadores de Touros artistas, que já levam um chorudo subsídio do Estado, para andarem por aí a massacrar seres vivos, e agora põe-nos ao mesmo nível dos verdadeiros artistas portugueses; músicos, cantores, actores, cineastas, artistas plásticos e circenses, comediantes, bailarinos, escultores

 

Bem sei que os torturadores de Touros e gente quejanda, estão elegíveis na Classificação Portuguesa das Actividades Económicas, contudo, não deixa de ser um colossal insulto à CULTURA PORTUGUESA, pois em parte alguma do Universo e arredores, a prática bárbara de torturar seres vivos para divertir sádicos, jamais foi e jamais será do foro da Cultura, tão-só, do foro psiquiátrico, como um desvio comportamental, já bastamente estudado, e que envergonha a HUMANIDADE.

 

E atribuir um subsídio de 438 Euros a um torturador de Touros, e o mesmo valor a um bailarino, por exemplo, da Gulbenkian, é do foro da insensatez.

 

Envergonho-me deste Portugal terceiro-mundista, que não há meio de evoluir.

 

TOUREIRO.png

Bailarino.png

Origem da imagem:  http://www.villasegolfe.com/pt/arte-cultura/cultura/benvindo-fonseca/

 

Vale a pena consultar este link, e conhecer a fantástica história deste bailarino, e compará-la com a de um torturador de Touros, que nunca chegará a Embaixador da Boa-Vontade da Organização das Nações Unidas, nem jamais receberá o prémio Os Jovens na Criatividade com a ONU, porque a única coisa que sabe fazer na vida é ser CRUEL para com um ser vivo indefeso, fora do seu habitat, e inofensivo, quando na Natureza à qual pertence.

 

E este desequilíbrio cultural só acontece num país onde impera a mediocridade elevada ao infinito.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:45

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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2020

«Ministério da Cultura Vai Apoiar a Tauromáfia» [???]

 

Isto deve ser uma brincadeira de muito mau gosto. Um delírio de tauricidas.

Absolutamente inacreditável! Inconcebível!

Porém, a ser verdade, só mesmo num país onde a mediocridade é soberana, isto poderia acontecer.

A ser verdade, a senhora ministra da Cultura terá duas caras?
Não há muito tempo era pela Civilização, e agora é pelo atraso civilizacional?

Vejamos o que nos diz a Prótouro – Pelos Touros em Liberdade

(Isabel A. Ferreira)  

 

Prótouro.jpg

 

«De acordo com a website tauromafiosa “touro e ouro” o Ministério da Cultura reuniu com a Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos.

 

Na reunião reconheceu que a tauromáfia faz parte da cultura portuguesa e como tal é elegível para receber apoios relativamente às medidas da Covid.

 

A sério que a tortura de seres sencientes faz parte da cultura portuguesa?

 

O Ministério da Cultura acha que isto é cultura?

 

A ser verdade só podemos dizer que não existem palavras suficientes no dicionário para qualificar esta obscenidade.

 

Os empresários tauromáquicos vivem à tripa forra e a pandemia não lhes fez perder dinheiro porque a grande maioria tem outras profissões. Quanto aos tauricidas são de famílias ricas e recebem subsídios porque além de serem tauricidas são também ganadeiros como por exemplo os Moura Caetanos.

 

Até quando é que vamos continuar a pagar para a sobrevivência de uma indústria em agonia?

 

A única maneira de acabar com esta bandalhice é votar em quem quer erradicar esta aberração, caso contrário, esta gentalha vai continuar a encher os bolsos à custa de todos nós!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/10/13/ministerio-da-cultura-vai-apoiar-a-tauromafia/comment-page-1/?unapproved=5390&moderation-hash=6e17cba4ea97a1523164db2c9b148777#comment-5390

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:51

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Sexta-feira, 24 de Julho de 2020

Estudantina Universitária de Coimbra - "À Meia Noite ao Luar" - Em quarentena

 

Esta é a verdadeira CULTURA PORTUGUESA.

*

Versão de "À meia-noite ao Luar", desta vez em quarentena, mas com a participação de 140 Estudantinos de 24 países. Dedicado a todos aqueles que trabalham para que a vida continue normal, dentro dos possíveis, tanto profissionais de saúde e fornecedores de bens básicos. Nesta versão contámos também com a honrosa presença de um membro que infelizmente já não pode estar presente da maneira que desejávamos, Paulo Saraiva, a voz de solista original na gravação deste tema no nosso primeiro álbum Estudantina Passa, de 1989.

*

Belíssimo!

Obrigada, Estudantina Universitária de Coimbra. Convosco regressei à MINHA Coimbra, ao meu tempo de estudante. Coimbra será sempre Coimbra, enquanto vós existirdes.

*

«Um POVO que tem “esta força” no seu âmago e consegue, apesar de todas as vicissitudes, tal encanto, é imorredouro»

*

É com este POVO e com esta FORÇA que se faz Portugal...

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:42

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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018

A prótoiro CONFUNDE CULTURA COM TORTURA E ACUSA PAN DE “CENSURA CULTURAL”…

 

Isto daria para rir, se não fosse tão trágico, tão irracional, tão aparvalhado...

 

IVA.jpg

 

A prótoiro, despudoradamente, acusa também o PAN de “atacar a cultura portuguesa”, ao propor o fim da isenção de IVA, no que chama de prestação de serviços dos artistas tauromáquicos

 

Chamar a torturadores de Tourosartistas”, insultando com isto os cultores das verdadeiras ARTES, e dizer que esses torturadores “prestam serviços”, ou seja, torturam Touros até à morte, para divertir sádicos e psicopatas, é de muito mau gosto, de muito baixo nível e de uma ignorância pavorosa.

 

A prótoiro confunde tortura com Cultura, demonstrando uma cegueira mental descomunal, e acha que o PAN ataca a “cultura portuguesa”, como se a selvajaria tauromáquica fizesse parte da verdadeira Cultura Portuguesa. Nem aqui, nem na Cochinchina!

 

A prótoiro vive fora do nosso tempo. Da modernidade. Cheira ao mofo, de tanto estar encavernada!

 

Mas, coitados, é o sonho deles que está a ir pelo cano abaixo, devagarinho…

 

E não é pelo facto de terem partidos políticos trogloditas a apoiar a selvajaria tauromáquica (o que põe Portugal na cauda do mundo civilizado) que esta prática medievalesca vá ascender a “cultura”, e muito menos portuguesa, e que se consiga travar a sua natural decadência. O apoio dos partidos trogloditas só diz do atraso civilizacional dos seus componentes.

 

É que o mundo está a evoluir, e o PAN a crescer…

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:25

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Sábado, 30 de Junho de 2018

BENAVENTE - FESTA DE QUE AMIZADE?

 

Quem deu a notícia foi a SIC, com grandes parangonas, destacando a Banda Filarmónica, a tocar o Paso Doble "A Tourada", para dizerem, logo ali, ao que vinham.

 

Para disfarçar falaram de comezainas, abordaram a “amizade da festa” e a terminar, um indefeso e desventurado Touro a ser assediado na rua… tudo com muita boçalidade à mistura

 

Pergunto: as gentes de Benavente (vila portuguesa do distrito de Santarém) não conhecerão os divertimentos civilizados dos tempos modernos? Têm de se “divertir” a molestar um bovino indefeso, retirado do seu habitat natural, e fazer dele um brinquedo, como se ele fosse de borracha?

 

BENAVENTE.jpg

 A criança da foto foi colhida por um Touro, em Benavente, durante uma largada de touros, aqui há tempos. Estava acompanhada daquele que tem o dever inalienável de a proteger, e não a protegeu: o progenitor. Portugal continua a não cumprir as suas obrigações e a fugir a responsabilidades que lhe compete, no que respeita à protecção de menores, que são expostos à violência da tauromaquia.

 

Os de Benavente saberão que a "largada de Touros” é uma prática medieval, cruel e violenta, e não é coisa que se ofereça aos olhos das crianças, como se fosse um divertimento civilizado? Isto não é normal, nos tempos que correm.

 

Isto ainda consta do rol dos divertimentos do século XXI D.C.? Sabem que os bovinos são mamíferos ruminantes, e como tal, pacíficos, e que é uma crueldade retirá-los do seu habitat natural e andar a assediá-los na rua, aos gritos, como se ali também fossem largados uns tantos doidos saídos de um manicómio?

 

Sabem que este tipo de "divertimento" pertence a um tempo medievalesco, que há muito ficou para trás?

 

Sabem que esta é uma coisa que não dignifica Benavente, nem educa as crianças da terra, no sentido da civilização?

 

Sabem que a "largada de Touros” é sinónimo de atraso civilizacional?

 

Se não sabem, estou a informar-vos.

 

Gostaria que esta minha informação vos fosse proveitosa, e que retirassem da vossa falsa “festa da amizade” a vossa profunda inimizade pelos Touros. Amizade significa sentimento de afeição e simpatia recíprocas, uma relação de entendimento, concordância, afinidade, entre dois ou mais seres, que podem ser humanos ou não-humanos?

 

Pois é! Uma “festa de amizade” onde se molesta psicologicamente e até fisicamente seres vivos, incluindo seres humanos, não é uma “festa de amizade”, é um castigo, configura uma prática de maus-tratos.

 

Espero tê-los sensibilizado no sentido de substituírem a “largada de Touros” por uma prática mais condizente com o século XXI, como por exemplo, um festival de música, com os cantores da moda. Ou um arraial de música popular portuguesa, que, isso sim, é cultura portuguesa.

 

Sabem, na semana passada fui a um arraial e fartei-me de dançar aquelas modinhas a que chamam música pimba. Adoro dançar música pimba, sabiam? Mas só nos arraiais das festas de aldeia e dos Santos Populares.

 

Não conheço Benavente. Gostaria de ir a Benavente dançar num arraial. Jamais irei a Benavente, enquanto não sair do rol das terras atrasadas civilizacionalmente.

 

O povo de Benavente merece melhor.

 

Aqui deixo esta sugestão civilizada. Garanto-vos que as crianças e até os adultos divertir-se-iam muito mais. E civilizadamente. Que é o mais importante. E Benavente deixaria de estar virada para trás.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:01

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Quinta-feira, 1 de Março de 2018

Acção em tribunal tentou acabar com o AO90 nas escolas, onde jamais deveria ter entrado

 

É um crime o que estão a fazer às crianças e aos jovens alunos portugueses, obrigando-os a aplicar a grafia brasileira, que nada tem a ver com Portugal, com a Cultura Linguística Portuguesa e com a identidade portuguesa.

 

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Um grupo de cidadãos e a Associação Nacional de Professores de Português (ANPROPORT) entregaram, em 17 de Novembro de 2016, ao Supremo Tribunal Administrativo, em Lisboa, uma acção que impugnava a resolução do Conselho de Ministros 8/2011, que mandou aplicar nas escolas portuguesas o chamado AO90 que, gostem ou não gostem que se diga isto alto, mas é a mais pura verdade, não passa da grafia brasileira, vigente no Brasil desde 1943.

 

E até hoje, continua tudo na mesnma, como se tal acção não tivesse existido. E isto só acontece num país sem rumo, sem rei nem roque, que é tudo menos um Estado de Direito.

 

Já outras acções foram apresentadas neste sentido, mas o silêncio ao redor disto é demasiado ruidoso.

 

As petições, está visto, não funcionam em Portugal, do mesmo modo que funcionam nos países verdadeiramente democráticos, em que basta o povo mostrar-se descontente com alguma situação, para que esta seja eliminada.

 

Os actuais governantes portugueses estão-se nas tintas para o Povo, para Portugal e para a Cultura Portuguesa.

 

Há aqueles que “tremem” só de pensar em abandonar a versão simplex da grafia alvitrada pelo AO90, porque seria muito complicado regressar aos cês e aos pês mudos. É complicado para os adultos, que não conseguem pensar a Língua. Mas não para as crianças e jovens. Se eu consegui, quando era criança, porque não as outras?

 

As crianças e os jovens, esses, conseguem aprender e desaprender tudo muito mais facilmente do que um adulto; e aprenderão a escrever, sem a mínima dificuldade, a Língua Portuguesa na sua versão original e íntegra, porque com lógica, do que a do AO90, cheia de incongruências e de erros básicos, que um aluno mais atento deteCta e rejeita, porque não é parvo.

Que mal fizeram as nossas crianças e os nossos jovens para merecer tão pouca sorte?


Além disso, há um detalhe: os nossos alunos são portugueses, são europeus, vivem em Portugal. Se é que me faço entender. E se todas as gerações anteriores conseguiram aprender e pensar a Língua Portuguesa, porque haveria esta geração de ser mais estúpida? Apenas porque uns poucos acham que é, e que não consegue escrever direCtor, porque como vai saber que direCtor leva um C, se não se lê? Este argumento é tão, mas tão estúpido, que bastaria isto para mandar às malvas o AO90 mais quem o engendrou.

 

As crianças portuguesas do Ensino Básico, que estão a aprender Inglês, sabem que quando têm de escrever “direCtor” em Inglês, escrevem o C. Mas em Português não sabem?

 

Por acaso acham os acordistas que uma criança portuguesa não tem inteligência para deteCtar esta parvoíce?

 

É mais fácil aprender a escrever quando há lógica, do que quando há ignorância.

 

A resolução do Conselho de Ministros 87/2011, do XVIII Governo Constitucional, liderado pelo socialista José Sócrates, ordenou a aplicação do AO90 ao sistema de ensino, a partir de 2011/12.

 

Os juristas entendem que esta resolução contém evidentes ilegalidades e que o AO90, juridicamente, não está em vigor e  é inconstitucional a vários níveis.

 

E o presidente da República Portuguesa, que tem formação jurídica, assobia para o lado, porque entenderá que para Portugal é mais importante os beijinhos e as selfies, do que um dos maiores símbolos da nossa identidade: a Língua Portuguesa, utilizada por sete dos oito países de expressão lusófona, na sua versão culta e europeia?

 

Haja bom senso e senso comum, porque as nossas crianças e os nossos jovens merecem melhor.

Ou não?

Continua-se a aguardar que os tribunais digam de sua justiça.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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Segunda-feira, 14 de Março de 2016

Carta aberta ao senhor presidente da República, doutor Marcelo Rebelo de Sousa

 

MARCELO.png

O ainda Professor Marcelo Rebelo de Sousa e Maurício do Vale, à direita, autor do desvairado apontamento que desprestigia Portugal, a Cultura Portuguesa e o novo Presidente da República

Origem da imagem:

https://protouro.wordpress.com/2016/03/14/se-a-estupidez-matasse/

 

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa

Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

 

Tive o desprazer de ler, num aficionado e desprestigiado órgão de comunicação social, o seguinte texto, intitulado «Presidente, vá por si», assinado por um amigo de V. Excelência, o também aficionado Maurício do Vale, no qual faz um brinde toureiro, ao novo Presidente da República, como se um brinde toureiro (seja lá o que isto for) seja algo que eleve a condição e o prestígio do representante máximo da Nação Portuguesa.

 

Diz ele:

 

“A Tauromaquia é uma escola de ética e estética. De solidariedade e doutros valores. Respeito e solenidade. Elegância no gesto, rigor e determinação. Sublimando arte, sortilégio de Vida em encontro com a Morte. Brinda-se. Entrega total, aproximando-se de Deus, como dizia o aficionado Padre Teodoro!

 

Hoje e aqui, em arena de esperança, um brinde a quem já nos acentua que valemos muito mais do que pensamos, mensagens de liberdade de pensamento e expressão, abraços de AFECTOS que unem. A Tauromaquia está consigo, feliz pelo seu advento e CARÁCTER de popularidade ilustre, como a Festa de Toiros, baluarte de portuguesismo, como dizia Ramalho Ortigão.

 

Início de tempo novo. Um brinde toureiro: “Senhor Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, vá por si e que o vejamos muitas vezes!”

 

Não posso dizer que fiquei “chocada” com este pequeno (parvo) texto, que diz bem da perturbação mental de que sofrem os que vêem na tortura de seres sencientes, ética e estética, solidariedade, valores, respeito, solenidade, elegância, arte, sortilégio de vida em encontro com a morte, entrega total aproximando-se de Deus (aqui a culpa é dos padres católicos), festa de Touros como baluarte de portuguesismo (nem sequer a ironia de Ortigão foi entendida!).

 

Não fiquei “chocada”, pois é mais do que sabido que o mundo tauromáquico não passa de uma alucinação, onde alienados mentais “vivem” uma mentira propagada desde o tempo das trevas, como se fosse verdade.

 

Nascendo-se, crescendo-se e vivendo-se fechado num mundinho muito limitado, desvirtuado pela ignorância, e onde a evolução nunca teve a oportunidade de entrar, provocando, deste modo, uma estagnação total nas mentalidades, é muito natural que se escreva o que o articulista escreveu, com uma monumental falta de noção do ridículo.

 

Ali, sublima-se a vidinha pequena que se vive, por não se conhecer outros horizontes, outros mundos, outras vivências maiores. E então, naquelas mentes deformadas, a tortura de um ser vivo transforma-se em arte, em estética, em ética, em tudo aquilo de que já ouviram falar, mas que não fazem a mínima ideia do que é.

 

É assim como quando alguém sabendo que é chique usar gravata, enfia na cabeça uma boina velha, calça umas tamancas, veste umas farpelas maiores do que o próprio corpo, amarra ao pescoço a tal gravata que comprou com muito sacrifício, e sai para a rua a pavonear-se como se fosse um lorde.

 

Eu não fiquei “chocada” com o que Maurício do Vale escreveu. Não fiquei.

 

Porém, senti-me fortemente agredida na minha inteligência, na minha condição de cidadã portuguesa, na minha dignidade, em tudo o que aprendi na Universidade que, tal como V. Excelência, tive o privilégio de frequentar.

 

Lá, aprendi os conceitos de Cultura e de Civilização, que V. Exa. poderá (se assim o entender, obviamente) consultar neste link:

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/22410.html

 

E foi precisamente neste meu saber que me senti agredida, fustigada, esmagada, como se as palavras do articulista fossem pedregulhos arremessados por uma besta (pronuncia-se bésta) medieval, contra a Humanidade.

 

Senhor Presidente da República, mas estes são aqueles que nunca tiveram a oportunidade de se instruírem, de se cultivarem, de evoluírem. Ou mesmo que tivessem. É mais do que sabido que as licenciaturas, os doutoramentos, ou quaisquer outros graus académicos não conferem dignidade ao ser humano, se este não nasceu predisposto a evoluir.

 

Mas convenhamos… V. Excelência agora é o Presidente da República Portuguesa. Não pode andar por aí na boca do povo, como um aficionadozinho qualquer. Não fica bem ao representante máximo da Nação.

 

Bem sei que V. Excelência já me confessou, em particular, que não é aficionado. Mas as suas atitudes públicas desmentem-no. Talvez tenha de confessar publicamente, a sua não afición, para que os Portugueses tenham a certeza de que o Palácio de Belém não está ocupado por alguém que aplaude e se diverte com a tortura de um ser senciente, tão animal como qualquer um de nós, com as nossas dores, emoções, sentimentos… Tal e qual. Diz a Ciência, e eu confirmo, porque desde criança que convivo com animais não-humanos de várias espécies.

 

Talvez Vossa Excelência tenha de confessar publicamente que não pode brindar com os aficionados o brinde toureiro, que lhe propôs o articulista, e que também não pode ser visto nem muitas nem poucas vezes nesses lugares de tortura animal, porque não é digno de um Presidente da República.

 

Se realmente Vossa Excelência pretende ser o Presidente de todos os Portugueses (apesar de ter sido eleito por pouco mais de dois milhões de eleitores, entre nove milhões) terá de ter em conta o que a esmagadora maioria quer para Portugal, a este respeito, ou seja, a abolição da tauromaquia.

 

Vossa Excelência não pode correr o risco de se ver, aleatoriamente, envolvido nesse mundo com cheiro a mofo, a bosta, a urina, a suor, a sangue, a miséria moral, e imerso em escuridades, que é o mundo da tauromaquia, porque agora Vossa Excelência é o Presidente da República Portuguesa.

 

E tal cargo acarreta uma responsabilidade acrescida no que respeita ao respeito a ter por toda a fauna portuguesa, seja ela humana ou não-humana.

 

Com os meus melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Quarta-feira, 9 de Março de 2016

A Marcelo Rebelo de Sousa, XX Presidente da República Portuguesa

 

O que espero do novo Presidente da República Portuguesa, como cidadã portuguesa, livre, mas com deveres e direitos consignados na Constituição da República Portuguesa (CRP)

 

MARCELO.jpg

Origem da imagem:

http://www.publico.pt/politica/noticia/e-possivel-trabalhar-em-consensos-de-regime-para-alem-das-diversidades-1718939

 

Espero que o Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, como representante da República Portuguesa, cumpra escrupulosamente o que, no acto de posse, jurou, hoje, perante todo o País:

 

«Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa».

 

Funções que, apesar de juradas, nem sempre são cumpridas fielmente pelos investidos, nesta função.

 

Espero, especificamente, e porque esta é uma das minhas bandeiras, que mantenha intacto, um dos maiores símbolos da identidade portuguesa: a sua Língua, que está a ser fustigada e vendida, ao desbarato, aos lobbies livreiros português e brasileiro, cuja única motivação é uma desmedida e insultuosa apetência para encher cofres particulares.  

 

Mas não só. Existem motivos políticos obscuros que estão a destruir, intencionalmente, a Língua Portuguesa.

 

Espero que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, não deixe que este linguicídio vá avante, até porque a aplicação do AO90, que o governo português impôs ao funcionalismo público, incluindo os que deveriam ser os primeiros a rejeitar tal imposição, os Professores de Língua Portuguesa, é ilegal e inconstitucional, de acordo com abalizados juristas, não estando, deste modo, a ser nem defendida nem cumprida a CRP, por quem de direito.

 

Espero igualmente, que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa saiba honrar, com dignidade, a Cultura Portuguesa (a minha outra bandeira) da qual não faz parte a crueldade e a violência contra seres sencientes. Algo que não enobrece um Povo que se quer civilizado, evoluído e culto.

 

Finalmente espero o que todos esperamos que um Presidente da República faça pelo país que representa, no que respeita à governação do País, à corrupção reinante, às injustiças e desigualdades sociais, enfim, o que todos nós já sabemos, por não ser tabu.

 

Posto isto, como cidadã portuguesa, livre, mas com deveres e direitos, só me resta desejar que o Doutor Marcelo Rebelo de Sousa não me desiluda, enquanto Presidente da República, como me desiludiu como cidadão comum, e como professor universitário com responsabilidades no Ensino, Educação e Cultura Culta.

 

Porque se me desiludir, não me terá nunca como uma inimiga, porque a minha genética não permite germinar, dentro de mim, inimizades, mas ter-me-á, seguramente, e com todo o respeito, como uma pedra no sapato.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:48

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Quarta-feira, 19 de Março de 2014

A RTP CONTINUARÁ A TRANSMITIR TOURADAS EM 2014 MAIS DO QUE EM 2013? PARA QUEM?

 

As moscas, além de não gostarem de touradas, não vêem televisão…

 

 

Li algures que a RTP transmitirá mais corridas de touros em 2014 do que transmitiu em 2013, sendo já a primeira no próximo dia 2 de Maio, em directo da arena de Estremoz, uma terrinha onde a evolução ainda não bateu à porta.

 

Mas ainda há mais.

 

Dizem que estão agendadas corridas nas arenas da Póvoa de Varzim, (TV/Norte), de Angra do Heroísmo (Ilha Terceira, Açores), da Monumental de Albufeira (terrinhas onde se alapou a pobreza mental) e do campo pequeno, (aquele antrozinho de betinhos, marialvas e tias) onde (dizem) que este ano se comemorará o 50º aniversário da vergonhosa chamada “Corrida TV”…

 

Mas nós não acreditamos nisto.

 

Sabem porquê?

 

Porque a RTP é uma estação televisiva, de serviço de utilidade pública, e portanto, sendo de utilidade pública, não pode andar a esbanjar o dinheiro dos portugueses com programas que, além de não terem qualquer utilidade (nem pública nem privada), viola leis e regras bem definidas, no que diz respeito à violência transmitida a cores e em directo.

 

Apesar de vivermos num país sem autoridade e sem justiça, poderia ao menos haver um responsável ou outro, com um cérebro a funcionar em pleno, na RTP.

 

E é isso que esperamos que exista na estação televisiva de serviço púlico.

 

Ou não existirá?

 

Há uns poucos dias, a RTP transmitiu a Gala Prémios Lumen, com um espectáculo de grande qualidade, visto por 603 mil espectadores, bem contadinhos, onde se destacou a premiada Rita Blanco, que fez questão de lembrar ao presidente da estação, senhor Alberto da Ponte, a questão da protecção dos animais.

 

Não sei se o senhor Alberto da Ponte estava atento, mas aquela curta intervenção da Rita Blanco fez toda a diferença, naquele espectáculo. Foi como uma pedrada no charco.

 

Ou não seria?

 

Pensámos que a palavra de uma premiada e grande actriz, como é a Rita Blanco, pudesse ser levada a sério pelos cérebros iluminados, que julgamos existir na RTP.

 

Depois desta Gala e desta intervenção, não pretenderá o senhor Alberto da Ponte descer o nível da programação da RTP e transmitir uma carnificina, para uma minoria de portugueses incultos. Certo?

 

Já não serão os 603 mil espectadores, bem contadinhos. Nem pouco mais ou menos.

 

Contudo, se continuar a ser subserviente ao lobby da incultura, da carnificina, da ignorância, não tenha dúvida de que as audiências irão baixar manifestamente, até porque, este ano as campanhas que aí vêm contra quem arriscar apoiar e promover a tauromaquia serão implacáveis. 

 

Tourada é algo que não condiz com os Prémios Lumen.

 

Por falar nisso, não vimos lá ninguém da tauromaquia a ser distinguido…

 

Haveria algum motivo para esta tão grave lacuna?  

 

Se a tauromaquia faz parte da “cultura” portuguesa… como dizem, e se se premiou os melhores dessa cultura… por que um torcionário, desses, que são bons, mesmo muito bons a torturar bovinos, não recebeu um Prémio Lumen?


Francamente, senhor Alberto da Ponte, não queira descer ao nível dos curros.
***

(Pós publicação)

 
(Acabaram de me dizer que isto (das transmissões) é um bluff dos tauricidas. Se é... esperemos que seja, para bem da RTP e dos Portugueses e de um  Portugal Culto)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:37

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