Terça-feira, 8 de Junho de 2021

O mundo rural * português será mais troglodita ** do que o mundo rural dos países civilizados da Europa?

 

Claro que não! Venham os de Azambuja, venham os do Chega! Que invadam Lisboa, mas saibam que ruralidade jamais será sinónimo de tauromaquia. ***

 

*Rural = relativo ou pertencente ao campo ou à vida AGRÍCOLA; lugares que não estão situados em cidades. (Nada a ver com tauromaquia).

 

*Troglodita = cavernícola, primitivo, grosseiro, bruto, rude, cruel, violento [para com os Touros e Cavalos] – Aquele que apesar de ter nascido nos séculos XX/XXI d.C. NÃO evoluiu, e continua agarrado a práticas bárbaras, provenientes de um tempo bárbaro, onde a estupidez e a ignorância eram soberanas.

 

***Tauromaquia = actividade que se baseia e aplica em exploração, violentação, provocação, exposição a grande risco psicológico e físico e até de morte do cavalo e agressão psicológica, esgotamento e provocação de terríveis ferimentos ao touro, que ficará em sofrimento atroz e em condições deploráveis até ser abatido num dos dias a seguir. Apoiar isto revela um misto de ignorância, ausência de empatia, falta de sentido de ética, falta de sensibilidade, ganância por negócio que se faça e mesmo desequilíbrio mental com tendência sádica. É também, subserviência a interesses fortes sem escrúpulos, sem conhecimento científico, sem nobreza de carácter. (Dr- Vasco Reis – MÉDICO-VETERINÁRIO).

 

Posto isto, há que dizer que andam por aí uns trogloditas a manifestarem-se contra a Civilização, conta a Evolução, contra a Ética, como se fossem os donos do Mundo Rural Português, que nada tem a ver com a barbárie tauromáquica.

 

O porquê vamos ver mais adiante.

 

Mundo rural na Irlanda.png

Esta imagem representa o mundo rural da Irlanda, e de todos os que conheço, o mundo rural da Irlanda é o que mais se aproxima de um paraíso.

 

Recebi de um amigo esta mensagem:

 

«Isabel,

Envio-lhe este artigo, porque merece que eu lhe envie.

Merece uma resposta à altura.

Mas acontece, que é tão psiquiatricamente doentio, que não acho ser a pessoa ideal para lhe responder.

Repare só que ele também refere os mentirosos dados da sondagem da eurosondagem. Sondagem esta que não foi realizada em todo o continente, e cujos resultados, foram clara e previamente combinados.

Aliás, o líder da Eurosondagem é familiar do Moita Flores [um aficionado dos quatro costados]!

Leia, Isabel. Nunca li, mesmo tendo-o feito por alto, algo, tão psiquiatricamente doentio!»

https://observador.pt/opiniao/o-mundo-rural-invadira-lisboa-no-dia-em-que-proibirem-a-tauromaquia/

 

Então eu li-o, se bem que fiquei completamente NAUSEADA, ainda mais escrito por alguém que se diz médico-veterinário (terá um diploma tirado à Relvas?), um tal Pedro dos Santos Frazão, que é vice-presidente do partido Chega. E não ficará tudo dito?

 

Todos nós sabemos que todas as sondagens SÉRIAS, referem que 80 e tal % dos Portugueses NÃO SÃO TROGLODITAS.

 

Diz o tal “médico-veterinário” nesse artigo, que «o mundo rural invadirá Lisboa no dia em que proibirem a tauromaquia». 

 

Como se engana! Não é o mundo rural que tem a pretensão de invadir Lisboa. É apenas um grupelho de TROGLODITAS que confundem TORTURA com CULTURA, de tão cegos mentais que são. Nada sabem de ruralidade, e apenas pretendem servir um lobby decadente, que estrebucha no seu estertor.

 

Que venham invadir Lisboa. Venham, mas venham de mãos nuas, sem bandarilhas, sem espadas, porque, nesse dia, umas dezenas de manadas de Touros poderão passear-se pela capital, com os cornos desembolados, para os enfrentar cara a cara.

 

Depois há os de Azambuja, que não querem artistas que sejam contra as suas práticas trogloditas tauromáquicas. Tradições são outra coisa. As tradições dignificam o Homem. A tauromaquia esmaga a Humanidade com a sua perversidade.

 

Coitados! Já não sabem o que fazer mais.

 

Mas façam o que fizerem, digam o que disserem, jamais a tauromaquia será sinónimo de Ruralidade ou de Cultura.


Porque a tauromaquia é apenas uma doença do foro psiquiátrico, que tem cura, se os portadores de tal maleita tiverem vontade de se tratar, ou seja, de EVOLUIR.

Consultar este link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tauromaquia-doenca-do-foro-673168

 

Mundo Rural de Portugal.jpg

Fonte da imagem:

https://vilanovaonline.pt/2020/10/26/viver-meu-querido-mundo-rural/mundo-rural-em-portugal-profundo-i285978589370898314/

Este é o mundo rural em Portugal. Outro paraíso. Não ofendam o MUNDO RURAL com a vossa ignorância e estupidez, porque o mundo rural é feito de saber e de respeito pela Natureza.  Nada tem a ver com torturar Touros, para divertir sádicos.

 

 O mundo da tauromaquia é este que se vê neste vídeo:

 

E quem tiver um neurónio que seja, a funcionar, tire as suas ilações destas imagens.

 

E aqui podem ler o que dizem os de Azambuja:

https://www.publico.pt/2021/06/03/culturaipsilon/noticia/azambuja-nao-quer-artistas-tradicoes-tauromaquicas-1965208

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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Sábado, 29 de Maio de 2021

Touradas na RTP: 125 cidadãos, anti-Cultura, assinam carta contra a evolução, esquecendo-se de que as touradas e os trogloditas não têm lugar no Futuro

 

Touradas RTP.jpg

 

Sem qualquer surpresa, vemos os nomes de Carlos César, Manuel Alegre, Luís Castro Mendes, João Soares, Gabriela Canavilhas, Francisco José Viegas, e de 26 autarcas (18 socialistas), e de figuras do desporto, dos media, empresários, de 56 deputados de diversos partidos, tudo gente da INCULTURA, com os pés enterrados na Idade Média, sem a mínima visão de futuro.  Dizem que querem defender uma convivência democrática plural e tolerante da cultura, esquecendo-se que em Democracia há lugar para a CULTURA, mas não para a TORTURA de seres vivos, e que a liberdade deles acaba, quando a dos Touros e Cavalos começa.   

 

Também dizem que esperam do Estado «o cumprimento da Constituição da República e das leis que nela se fundamentam, com isenção doutrinária ou ideológica, como forma de respeito pelo dever de tratamento de igualdade de todos os cidadãos, no caso em apreço, o dever da promoção do acesso à cultura, de toda a cultura, sem discriminação, como a lei obriga», esquecendo-se de que em parte alguma da CRP se diz que a TORTURA de Touros e Cavalos faz parte da Cultura Portuguesa.

 

A carta foi dirigida a Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa, Graça Fonseca, Nuno Artur Silva, Nicolau Santos, Vieira de Andrade e Sebastião Coutinho Póvoas.

 

Chegados aqui não há necessidade de avançar mais nas (des)considerações deste pequeno grupo de cidadãos, que ainda NÃO EVOLUÍRAM, e pior, que se RECUSAM a evoluir, e estão a anos luz da verdadeira Cultura e Ética do mundo contemporâneo.

 

Para memória futura aqui fica o link da carta com os nomes desse grupinho insignificante numericamente e socialmente:  Carta Aberta pela Liberdade de Programação na RTP  

 

Como se sabe, as touradas não dão mais audiência à RTP, que está na cauda dos canais televisivos.

 

Também como se sabe, hoje em dia, só os sádicos, os psicopatas e os trogloditas se divertem com o SOFRIMENTO de um ser vivo. Sentem “orgulho” de ser trogloditas, e isso já diz muito da deformação mental dessa gente.

 

As touradas são uma forma bárbara de maus-tratos a animais sencientes. Ou os Touros e Cavalos não serão animais? Não se pode maltratar um Cão e um Gato, mas os Touros e os Cavalos podem ser massacrados nas arenas, para que os sádicos se divirtam. Isto é algo que está à margem do senso comum e de toda a racionalidade.

 

A transmissão de touradas NÃO É serviço público, que deva ser pago com os impostos dos Portugueses. Ponto final.

 

Cada vez mais este tipo de “diversão” está a ser rejeitado e repudiado pela sociedade que, lentamente (é certo), vai evoluindo e deixando as práticas medievalescas, que não combinam com os festivais de música de Verão, a que milhares de jovens aderem.

 

Às arenas vão sempre os mesmos e poucos, marialvas e betinhos, em excursões pagas pelas autarquias, com dinheiros do Povo. De resto, nem as moscas querem lá por os pés.

 

As touradas só ainda existem, porque o PS, o PSD, o CDS/PP, o PCP, o CHEGA e o IL, fomentam esta política de direita e cujos deputados estão ao serviço do lobby tauromáquico, que enche os bolsos à custa dos impostos que o povo paga, com sacrifício.

 

Não fosse esse servilismo rastejante, as medievalescas touradas, que nasceram para entreter uma realeza decadente, na vizinha Espanha, e que os reis Filipinos espanhóis implantaram em Portugal com todos os seus defeitos, já não existiriam há muito.

 

Mas em Portugal ainda há esta mentalidade pobre de copiar o que de mau se faz no estrangeiro, apenas porque é estrangeiro. E os políticos portugueses e administradores disto e mais daquilo, que, vá-se lá saber porquê, adoram ser servis e vergam-se com muita facilidade ao poderio torpe estrangeiro, infantilmente dizem que sim a tudo, como aqueles bonecos que abanam a cabeça sempre para a frente, a dizer que sim, que sim…

 

Só não dizem que sim aos apelos da Razão, da Lucidez, da Evolução, da Civilização, da Ética e isto porque adoram viver no passado, a rastejar na lama.

 

Há que dizer BASTA a esta vergonhosa situação, que não dignifica a Nação Portuguesa e os Portugueses, que sentem orgulho em ser Portugueses.

 

Está mais do que na hora de o governo português, liderado por um Partido Socialista com uma asa na direita, rejeitar esta política a cheirar à monarquia decadente de outrora.

 

Está mais do que na hora de evoluir, e de caminhar com a espinha dorsal bem erecta, à maneira do Homo Sapiens Sapiens.

 

Pois é certo e seguro que as touradas e os trogloditas que as praticam, apoiam e aplaudem não têm lugar no FUTURO.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:21

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Domingo, 16 de Maio de 2021

Quando a Língua e a História de Portugal se cruzam com a Língua e com a História do Brasil o resultado não pode ser pior

 

Sempre foi assim, desde as minhas andanças por terras do Brasil.

 

A questão é: porquê ainda tem de ser assim, passados tantos anos?

 

Não há qualquer motivo, para que seja assim, mas sendo, e como quem não se sente, não é filho de boa gente, nem honra o País da sua origem, nunca deixei, nem deixo barato as falsidades e as afrontas à Cultura, à Língua e à História portuguesas.

 

E desta vez não foi diferente. Recebi dois comentários afrontosos, e o que fiz foi simplesmente defender a minha Bandeira – a Portuguesa.

Fiz mal?

Isabel A. Ferreira

 

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Carlos comentou o post Portugal e Brasil: dois países, duas línguas... às 11:00, 14/05/2021 :

 

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***

 

Carlos, vou ater-me, também de forma respeitosa, mas muito realista, apenas ao seu último parágrafo = trivial discurso de um brasileiro que se preza de o ser: «Só gostaria (ou gostava) de deixar uma dica, de forma respeitosa e sátira, em breve o Brasil vai colonizar Portugal que Portugal passará a se chamar "Brasil do Norte" e ainda falará o idioma "brasileiro de Portugal". Brincadeiras a parte, grande abraço e bom trabalho

 

Satírico ou não, brincadeiras à parte, ou não, o Carlos diz que gostaria (tempo futuro) ou gostava (tempo passado) de deixar uma dica, a dica que tantas vezes EU, nas minhas andanças pelo Brasil, num PASSADO, já bem passado, ouvi demasiadas vezes, para acreditar que num futuro, que já é PRESENTE, poderia acontecer: o de, um dia, Portugal poder ser colonizado pelo Brasil, a modos de vingança, por não se designar Inglaterra. O que ainda não se sabia era como o fazer.

 

Mas lá chegou um tempo em que os marxistas brasileiros, eivados de um ódio lunático por tudo o que fosse colonial, colonialismo e colonizadores, lembraram-se de estroncar a História comum aos dois países, pulverizando-a com asquerosas mentiras, que introduziram nas Escolas (que eu frequentei), começando aqui a vingança; e colonizar Portugal através da destruição da Língua Portuguesa, a qual Antônio Houais se apressou a deslusitanizar (o termo é dele).

 

Entretanto, o sonho da “Língua Brasileira”, preconizado por alguns intelectuais brasileiros, num passado distante, acordou do sono profundo em que estava mergulhado, quando uns tantos idiotas, entre pseudo-linguistas, políticos ignorantes e editores mercenários, engendraram e puseram em marcha o Acordo Ortográfico de 1990, pensando com isso que iriam “conquistar” Portugal, esquecendo-se que nem Napoleão Bonaparte, que fez três tentativas, o conseguiu. E o que os bravos Portugueses de antanho fizeram com os generais de Napoleão, os bravos Portugueses hodiernos continuarão (porque a acção já começou) a fazer com os novos candidatos a colonizadores.

 

E eis-nos chegados ao tal futuro, que já é presente, onde  se estrebucha para manter essa colonização de Portugal, através da Língua, que, por CONVENIÊNCIA, ainda se chama portuguesa, mas que os Brasileiros, logo que possam, mudarão para BRASILEIRA.



Todos sabemos que esse dia chegará, entretanto, Portugal libertar-se-á dos colonos brasileiros e deixá-los-á livres e felizes com a VARIANTE BRASILEIRA do idioma português, e a Língua Portuguesa regressará às sua origens, ao seu território ibérico, dure o tempo que durar esse regresso, porque nos corre nas veias o sangue dos nossos bravos antepassados, que nunca permitiram que nem Castelhanos, nem Franceses, nem Ingleses, usurpassem o pequeno (em território) País que nos deixou Dom Afonso Henriques.

 

Um grande abraço, também para si.

Isabel A. Ferreira

 

***

 

- - - - - respondeu ao seu comentário no post «Opinião sobre “Contestação do Livro “1808” de Laurentino Gomes” de autoria de Isabel A. Ferreira» às 10:02, 14/05/2021 :

 

Capture 2.PNG

 

***

 

Gostaria de trocar ideias com quem tivesse um nome.

 

Não é o caso, ainda assim, vou responder, porque este comentário está eivado do ódio dos marxistas brasileiros, por tudo o que é colonial, colonialismo e colonizadores, então lembraram-se de estroncar a História comum aos dois países, pulverizando-a com asquerosas mentiras, como as que aqui relata, as quais introduziram nas Escolas brasileiras (que eu frequentei, por isso SEI), começando aqui a vingança, por Portugal não se designar Inglaterra.


Quando o Brasil se tornou independente, ficou INDEPENDENTE, e isto significa que os brasileiros poderiam ter acabado com a mentalidade colonizadora, mas não tiveram CAPACIDADE para o fazer. E a culpa NÃO É dos Portugueses hodiernos.

 

Seja quem for que está por traz deste comentário diz que é «extremamente contra julgar o passado através dos valores éticos e morais da actualidade, e não fez mais do que julgar esse passado à luz dos valores do tempo hodierno, ao dizer que é mais contra «quem não assume os erros cometidos no passado». Quais erros é que os Portugueses da actualidade cometeram, num passado que nem sequer viveram? Num passado em que todos os colonizadores colonizavam quase do mesmo modo, e digo quase, porque os Portugueses foram os menos agressivos.


De que INVASÃO do Brasil fala? Isso é linguagem de marxista IGNORANTE, porque os há com sabedoria.

 

O Brasil foi invadido por Holandeses, Franceses, Ingleses, mas NUNCA por Portugueses. Não sabia? Então fique a saber.

 

A história que vos contam nas mal-amanhadas escolas brasileiras é uma história de carochinha, muito eivada de uma ignorância da mais pura. Devia ter vergonha de envergonhar o Brasil com a sua desmedida ignorância.

 

O Brasil pós-independência foi afectado, sim, mas pela INCOMPETÊNCIA dos que não souberam aproveitar essa LIBERTAÇÃO, para se verem livres do jugo do colonizador. Em vez de aproveitarem a libertação, encolheram-se num complexo de colonizados, o complexo de inferioridade, o complexo de vira-lata (de que fala Nelson Rodrigues) que vos incapacitou de CRESCEREM como país e como povo. Agora querem pôr a culpa para os colonizadores? Olhem por vós abaixo. Vejam o que estão a fazer aos indígenas: invadem a terra deles, como se fossem os novos colonizadores, os verdadeiros INVASORES. Ao menos os portugueses nunca os expulsaram das suas terras. Os verdadeiros DONOS do Brasil são os indígenas. Os outros, vocês, vieram por acréscimo.

 

A sua insistência na INVASÃO do Brasil é demonstrativa de uma ignorância atroz. Quando os Portugueses chegaram às terras que depois baptizaram de Terras de Santa Cruz, o BRASIL NÃO EXISTIA. Nem o Brasil nem os brasileiros, que hoje atacam os indígenas e lhes querem tomar as terras, que são deles, por DIREITO. Isso não vos ensinam nas escolas? Mas deviam ensinar.

 

Nenhum português hodierno se enaltece por aquilo que eram os VALORES daquela época, e válidos para TODOS os outros povos colonizadores.

Nós ORGULHAMO-NOS pelo nosso feito de dar novos mundos ao mundo, não nos orgulhamos das barbaridades cometidas por TODOS os que colonizaram territórios nessa época: Ingleses, Holandeses, Franceses, Espanhóis (só estes EXTERMINARAM três civilizações avançadas, da época: a Inca, a Asteca e a Maia).


Olhe, vá estudar HISTÓRIA do Brasil nos livros escritos por HISTORIADORES, e não nos livros escritos por imbecis ignorantes, que não têm a mínima noção da infinitude da ignorância deles.

 

Só quando os brasileiros ignorantes (porque os há com saber) se dignarem estudar a HISTÓRIA tal como ela é, e não através da lupa fosca de marxistas ignorantes, talvez a relação Brasil/Portugal possa levar outro rumo.



Ah! E não se esqueçam: DEIXEM de INVADIR (aqui sim, o termo é este) os territórios dos INDÍGENAS BRASILEIROS, os verdadeiros donos desses territórios, dos quais os Portugueses nunca os expulsaram. Deixem os Indígenas em paz. Estamos no ano 2021 d. C., e não no ano de 2021 a. C.

 

E quando quiser comentar, sugiro que vá à certidão do seu nascimento, (se é que a tem) e veja o nome que lá consta, para o USAR com legitimidade, nos comentários.

 

E saiba que a sua falta de discernimento e saber, neste comentário, é um INSULTO ao Brasil e ao Povo Brasileiro INSTRUÍDO.


Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:22

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Terça-feira, 16 de Março de 2021

«Urge que os nossos políticos se consciencializem de que qualquer incentivo à crueldade contra animais é também um incentivo à criminalidade contra pessoas»

 

Tradição, Cultura e Arte são o que o Homem cria para tornar a Humanidade mais sensível, mais inteligente, mais civilizada, mais evoluída, mais bela…

 

Tradição, Cultura e Arte nada têm a ver com as grosseiras e cruéis actividades tauromáquicas, que apenas os toscos praticam, apoiam e aplaudem.

 

Vejamos o que nos diz a Associação Amigos dos Animais da Ilha Graciosa.

 

Isabel A. Ferreira

 

Touros no campo.jpeg

Origem da imagem:  https://olhares.com/touros-no-pasto-foto3442125.html

 

«Nenhuma tradição que se alicerce na crueldade e sofrimento de seres sencientes, como o são todos os animais, porque sentem e sofrem como nós, é aceitável, quer do ponto de vista cultural, quer do ponto de vista ético e moral. Urge que os nossos políticos se consciencializem de que qualquer incentivo à crueldade contra animais é também um incentivo à criminalidade contra pessoas.

 

Os Touros são animais muito pacíficos que passam a maior parte da sua vida nos pastos; são sujeitos a uma situação de extrema brutalidade que não só lhes inflige muito sofrimento, mas também os obriga a comportarem-se de uma forma muito diferente da habitual (pois têm todo o direito de se defenderem dos seus algozes), o que lhes dá a falsa reputação de “bravos”.

 

É inegável que os Touros sofrem antes, durante e após as touradas (sejam de que modalidade forem). Desde a deslocação do animal do seu habitat, a sua introdução num caixote minúsculo no qual não se consegue mover e onde fica 24 horas ou mais, o corte dos chifres (a sangue frio) e as agressões de que é vítima para o enfurecer, a perfuração do corpo, tudo isto representa sem quaisquer dúvidas (e não é necessário ser-se muito culto, qualquer analfabeto sensível sabe disto) um sofrimento intenso e insuportável para um animal tão sensível.»

 

Associação Amigos dos Animais da Ilha Graciosa

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:25

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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2021

Marcelo Rebelo de Sousa: a imagem do cansaço, da frustração, da incompetência, da irresponsabilidade…

 

Todos falharam nesta questão da Covid-19.

António Costa (pelo governo) e Marcelo Rebelo de Sousa (como Chefe de Estado) andaram a brincar aos governantezinhos, e hoje, Portugal, um pequeno país com cerca de 10 milhões de habitantes, é o país do mundo (entre 196) que regista mais casos diários por milhão de habitantes, e é o 2º pior em número de mortos-covid.

 

Por que temos de ser únicos, pela negativa, nestas e em muitas outras matérias cruciais para a vida dos Portugueses?  



O número de mortos por Covid (a acreditarmos nos números) é elevadíssimo.

O número de mortos não-Covid, também está a ser elevadíssimo, por falta de assistência médica: milhares de consultas, cirurgias e tratamentos adiados. Já se morre dentro de ambulâncias, já se morre em casa por covid e por não-covid. Se já se morria sentado numa cadeira nas urgências dos hospitais, antes da pandemia, e as coisas pioraram substancialmente, depois da pandemia.

Neste e em muitos outros aspectos estamos ao nível de um país terceiro-mundista.

 

O que se passará na cabeça dos nossos governantes? Com esta de quererem agradar a gregos e a troianos, estão a atirar o País para o abismo.

 

Querem acabar com Portugal e com os Portugueses, ou isto é mesmo falta de competência e lucidez da classe política?

 

Todos estão a falhar em todas as outras questões relevantes para o País:  ambiente, economia, transportes, justiça, bem-estar e qualidade de vida, ensino, educação, cultura, e na questão da Língua, que está a mergulhar Portugal num analfabetismo funcional sem precedentes.

 

Anda-se por aí a fazer-de-conta que somos um País. E isto é muito, muito triste…

 

Isabel A. Ferreira

 

Marcelo Rebelo de Sousa.png

Fonte da imagem: https://executivedigest.sapo.pt/covid-19-governo-nao-conseguiu-antecipar-terceira-vaga-admite-marcelo/

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:56

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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2021

Cultura vai receber 42 milhões de euros "a fundo perdido" e cada trabalhador do sector vai ter direito a receber 438 euros

 

Espero que não esbanjem o dinheiro destinado à CULTURA naquilo que alguns desalumiados consideram "cultura" e não passa de SELVAJARIA: a tauromaquia.

 

Nem só de pão vive o homem. A Cultura é o sal da vida; não é o sangue de Touros derramado numa arena.

 

Há quem se insurja contra os apoios para a Cultura. Mas estes devem insurgir-se contra os subsídios destinados aos parasitas da sociedade, como os toureiros e gente quejanda; aos subsídio-dependentes; aos malandros, etc., para os quais vão milhares de Euros.

 

Por não sermos um País de mais CULTURA, a miséria moral e social espreita a cada esquina. Por não sermos um País de mais CULTURA, os corruptos grelam por aí, sem que ninguém tenha capacidade para os atirar borda fora.  

 

Isabel A. Ferreira

 

Vitorino Silva 1.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:55

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Terça-feira, 24 de Novembro de 2020

CHEGA e CDS/PP apresentaram no Parlamento, propostas de alteração ao Orçamento de Estado para 2021 em defesa dos interesses dos torturadores de Touros e Cavalos

 

Mas não são apenas estes dois partidos que estão no Parlamento a servir os interesses dos tauricidas, que vivem à custa dos nossos impostos, recebendo milhões de Euros, que poderiam ser canalizados para a verdadeira Cultura, que anda, por aí, sobre brasas, mas não, os tauricidas, que se passeiam nos seus Ferraris e Porches, e vivem à tripa forra, forrados com os dinheiros que fazem falta ao que é essencial a Portugal.

 

A IL (Iniciativa Liberal), o PSD e o PS também andam pelo Parlamento Português a defender os interesses dos tauricidas, como se eles fossem agentes da Cultura Culta (aqui incluídas as culturas popular, gastronómica, folclórica…), quando não passam de agentes da única “cultura”  inculta existente em Portugal – a tauromáquica, uma vez que os tauricidas e os seus apoiantes parlamentares fazem muita questão de considerar “cultura” a tortura de seres vivos.

 

Mas também temos o muito civilizado PCP a apoiar esta “cultura” tauricida, no Parlamento (isto acontece quando os extremos da direita e da esquerda se tocam).

António Filipe, membro do Partido Comunista, diz que os comunistas são pessoas civilizadas.

 

Serão? Em qualquer parte do mundo, uma pessoa civilizada não apoia a tortura de seres vivos, em circunstância alguma.

 

É urgente abolir todas as práticas selváticas que torturam animais para divertimento.

É urgente que a bota (civilização) bata com a perdigota (abolição da tauromaquia).

Só assim poderemos dizer que Portugal é, de facto e de direito, um país civilizado.

Até lá, é apenas um país que busca o caminho que leva à evolução social, moral, cultural e intelectual, do qual anda ainda muito desviado... 

 

António Filipe.png

 

Os comunistas serão pessoas civilizadas quando deixarem de apoiar a prática selvática da tauromaquia. Até lá serão pessoas improgressivas (isto para ser simpática). 

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:50

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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2020

Nunca a democracia portuguesa esteve tanto em risco como nos tempos que correm

 

Porque os que se dizem seus guardiães comportam-se como pequenos ditadores: querem, podem, mandam e dizem o que bem lhes apetece, não respeitando a Casa da Democracia.

Por vezes, fazem do Parlamento uma arena de combate, com “olés” e tudo, o que não dignifica a Democracia.

E Democracia é outra coisa.

 

SS.png

 

Se Augusto Santos Silva não é fofinho com tiranos, eu, como cidadã portuguesa, que paga impostos, para ser bem servida pelos governantes que os gerem (infelizmente mal) e a quem ajudo a pagar os salários, também não tenho de ser fofinha com os tiranos que estão no PODER, a pôr por água abaixo com atitudes ditatoriais, o esforço para manter a Democracia, que, aliás, nunca o foi a 100%, porque não houve nenhum político pós-25 de Abril que tivesse a coragem de desembaraçar Portugal de práticas monárquicas, que não dignificam os Portugueses e o País.

 

Também não posso ser fofinha com o ditador que mantém a Língua Portuguesa cativa, nos calabouços do Poder, estando com isso a destruir um dos nossos mais preciosos patrimónios.  

 

Então, ora chegando-se mais para aqui, ora chegando-se mais para ali, os que se dizem de esquerda, unem-se frequentemente com os da direita, para viabilizar políticas retrógradas, e depois vituperam os da direita, por se unirem à direita para criarem uma geringonça de direita, nos Açores, tão legítima quanto a geringonça de esquerda, que os socialistas criaram no continente, em 2016, quando perderam as eleições para o social-democrata Pedro Passos Coelho.

 

Se uns podem, por que não os outros? Perguntam os que estão atentos a estes meandros da politiquice, em que se transformou a falsa “democracia” portuguesa.  

 

A verdade é que todos os partidos políticos, incluindo o presidente da República,  morrem de medo da ascensão do CHEGA, mas tudo fazem para que o CHEGA, aproveitando a tibieza e atitudes ditatoriais dos socialistas, e do pobre contributo que os comunistas e bloquistas e centristas e sociais-democratas e o próprio presidente estão a dar para a construção de um Portugal que se quer civilizado e longe da cauda da Europa, e que não seja a chacota do mundo, com o seu linguajar básico, que representa um nível baixo de literacia (uma vergonha!), o CHEGA vai se chegando à frente, sub-repticiamente, como quem não quer a coisa…



E de quem é a culpa? É de uma esquerda que baralha todos os cromos, e pretende construir uma sociedade esvaziada da sua História, da sua Cultura [culta, porque a inculta está protegida], das suas Raízes, faz o que quer, e não o que deve.  E isto paga-se caro.

 

Depois há coisas inadmissíveis. Aquela de o primeiro-ministro de Portugal ter mencionado o Partido CHEGA como um partido de extrema-direita e XENÓFOBO. Isto poderá ser dito por qualquer cidadão português, mas não por um primeiro-ministro. Não esquecer que o deputado André Ventura foi eleito. Tem os seus direitos dentro do Parlamento. Não está no Parlamento porque resolveu estar. É extremista? É xenófobo?

 

Pois… Então há que não ser fofinhos com ditadores, nem de esquerda, nem de direita.

 

Neste momento temos em curso uma ditadura de esquerda. Todos o dizem. E, pelo andar da carruagem, não me surpreenderá nada que possamos vir a ter uma ditadura de direita, ambas perniciosas, em igual medida.


Haja coragem para mudar os paradigmas, e não pretender apagar Portugal do mapa. Porque é isto que está em causa.


Os Portugueses anseiam por uma DEMOCRACIA, que o seja de verdade. Porque o que temos é uma ditadura, nada fofinha, fantasiada de democracia.

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Não sou fofinho com tiranos”, respondeu esta quarta-feira o ministro Santos Silva à acusação da Iniciativa Liberal (IL) de “tibieza” com a China, acusando em contrapartida o partido liberal de estar "encostado a quem gosta de ditadores” nos Açores.»

 

A notícia pode ser lida aqui.

https://www.publico.pt/2020/11/11/politica/noticia/nao-fofinho-tiranos-santos-silva-il-encostada-gosta-ditadores-1938778

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:36

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Sexta-feira, 31 de Julho de 2020

O Touro que se vê na imagem foi humilhado e torturado na arena do “campo pequeno”, em Lisboa, a capital terceiro-mundista de Portugal…

 

… e deixado a morrer lentamente, nos curros, sem lenitivos que lhe aliviassem o sofrimento atroz, enquanto aguardava que o transportassem para o matadouro…

 

Que destino mais cruel!

 

E chamam a isto cultura. E é isto que os deputados da nação do PS, PSD, PCP, CDS/PP e CHEGA apoiam com os nossos IMPOSTOS.

 

E a verdadeira cultura que se LIXE!

 

O que fazer? Não votar nesta gente!

 

Isabel A. Ferreira

 

LUXO.jpg

 

Marinhenses Anti-touradas

 

O Luxo já foi humilhado e torturado na arena do Campo Pequeno. Está agora nos curros, num sofrimento que nem conseguimos imaginar, a aguardar pelo transporte para o matadouro. Por este indivíduo e pelos restantes 5 que foram obrigados a participar na tourada que ainda está a decorrer na capital de Portugal, nada mais poderemos fazer. E pelo futuro de outros? Não custa tentarmos trazer mais gente para a causa da abolição da tauromaquia, pois não? O que acham de conseguirmos um programa de investigação sobre touradas e tudo o que de mais cruel se passa em torno das mesmas? Contamos com mais assinaturas em https://bit.ly/2X8YIHk? Muito obrigado!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3426783844021821/?type=3&theater 

 

***

E é como diz Manuel Molinos, director-adjunto do JN, num artigo intitulado «Touradas, sim, futebol, não»

 

«É cada vez mais complexo perceber o puzzle que a covid-19 criou, quando todos os dias há peças novas e mais difíceis de encaixar.

 

As touradas estão de regresso com direito a vivas e olés do público que, aristocraticamente, se irá sentar no Campo Pequeno a assistir, com a mesma satisfação de sempre, à barbárie que ali se pratica sobre os touros.

 

Ironicamente, o retorno das corridas aconteceu no mesmo dia em que o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso foi ouvido no Parlamento sobre a morte de mais de 70 cães e gatos, durante um incêndio que atingiu dois abrigos ilegais do concelho. Há, portanto, sobre a vida animal, uma hierarquia política de sofrimento tragicamente diferente: morrer num fogo é mais grave do que ser torturado numa arena.

 

Já sabíamos também que as touradas ocupam um lugar especial na sociedade. Continuam a contar com o financiamento público. São uma festa de elite. Do que não estávamos à espera era que os aficionados fossem vistos como gente mais civilizada, dando garantias de respeitar o uso obrigatório de máscara e de manter o distanciamento social.

 

Só que o português que não é polido o suficiente para ir ao estádio ver um jogo de futebol é o mesmo a quem o Governo pede para fazer férias cá dentro, consumir produtos portugueses, frequentar restaurantes e usar os transportes públicos, à falta de melhor solução.

 

As políticas de desconfinamento não podem voltar a ter dois pesos e duas medidas, como aconteceu no passado com as manifestações de maio e os anúncios de festas partidárias. E muito menos, tal como no "Admirável Mundo Novo", transmitirem a ideia de que em Portugal há os "Alfas", com direito a tudo, e os "Ipsilones", para servir e obedecer

 

Fonte:

https://www.jn.pt/opiniao/manuel-molinos/touradas-sim-futebol-nao-12483508.html?fbclid=IwAR1Fumhjv0cAiOFfuky5LL93ILfdqbePXIV48YBG4eRpQOCxQ0tNafj1V-M

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2020

Tortura, não é Cultura! Tortura não é Cultura! Tortura não é Cultura! Tortura não é Cultura! O que é que o CDS/PP não entende nesta frase?

 

 É necessário fazer um desenho?

Um desenho, não. Uma imagem?

Aqui está ela:

 

TORTURA NÃO É CULTURA.png

Isto é TORTURA.

Isto NÃO É Cultura. Nem “espectáculo”. Isto é TORTURA. Vamos repetindo, para ver se encaixam, porque está difícil encaixarem isto. por que será? Terão o cérebro desactivado?

 

CDS TROGLODITA.png

 

Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS-PP, no passado , esteve em Santarém, uma localidade ainda com um pé na Idade Média, e disse ser inadmissível a “política de gosto” e a “visão preconceituosa” da ministra da Cultura, Graça Fonseca, para com a tauromaquia, pedindo uma política cultural que respeite os aficionados.

 

Como disse? Respeitar os aficionados? Umas criaturas que NÃO RESPEITAM a vida de seres sencientes, de sere vivos? De animais como eles? Por alma de quem? Quem não respeita a VIDA, seja de que criatura for, NÃO MERECE o mínimo respeito. E quem pratica e apoia esta barbárie, também, não merece respeito algum.

 

Ó Dr. Francisco, Dr. Francisco, apesar de ter frequentando o Ensino SUPERIOR (?) não sabe que torturar Touros nada tem a ver com GOSTOS, mas com CULTURA CULTA, com CIVILIZAÇÃO, com ÉTICA, com VALORES HUMANOS?

 

Não sabe?


A nossa Ministra da Cultura sabe, por isso, ela faz muito bem em não incluir esta prática bárbara, cruel, violenta e boçal, no rol da Cultura. E o IVA para isto devia ser 1.000%, e não 23%.

 

É por estas e por outras que o CDS/PP está condenado à extinção, aliás, bem como as touradas, e não surpreendeu absolutamente nada que os últimos resultados eleitorais, fossem uma razia. Os próximos serão piores.

 

Não reconhecer que torturar Touros, para divertir sádicos, nunca foi, não é e jamais será Cultura, é de mentes que ficaram estagnadas no passado. Não evoluíram.

 

Também não querem uma lotação de 25%, nos antros, para a prática da tortura? Querem ser candidatos a ocupar camas de hospital, infectados com a Covid-19?

 

Como é possível um “deputado da Nação” afirmar que a tauromaquia faz parte da cultura portuguesa (não faz), tem raízes profundas na sociedade (não tem) e, nos termos da lei (qual lei?) é considerada uma arte performativa (arte quê?) que encerra em si um sistema de valores (que valores?), de crenças (que crenças?), e de tradições (que tradições?) , que resultam da liberdade do povo português (que liberdade, a de torturar?) e da sua caracterização cultural (que caracterização?) ». Isto é de uma ignorância descomunal! É de quem não conhece a Lei. Não sabe o que é Cultura, nem valores, nem tradições, nem arte. Nem coisa nenhuma.

 

O deputado da Nação também mentiu, ao dizer que este sector se encontra inactivo desde Outubro, com risco de arrastar para a “pobreza” milhares de famílias e prejudicar financeiramente os concelhos onde se realizam eventos taurinos, porque este sector recebe milhares de Euros “roubados” ao erário público, para manter estes parasitas tauromáquicos. Ninguém morre de fome, porque estão cheios de FARTURA.



E como diz Sandro Figueiredo Pires, no Facebook, «enquanto centenas de milhares de agentes culturais das mais variadas áreas - inclusive das festas e romarias de Verão que por este país todo não se vão realizar -  [esses sim]  estão a passar fome... o CDS/ PP tem como prioridade cultural do país...espetar e maltratar em arenas centenas de animais para gáudio de uns milhares de nababos que vivem e sempre viveram à custa dos impostos que esses verdadeiros agentes culturais pagaram... Batemos palminhas ou mandamos este tipo para um lugar que eu cá sei?!?!?!»



E ainda há mais, para enterrar o CDS/PP e todos os que apoiam a TORTURA de Touros:

Assembleia_26.06.2020_Plenário ISR1 Tauromaquia VIRAL

 

TORTURA NÃO É CULTURA!


PSD e CDS vieram "de fininho" incluir a barbárie da INDÚSTRIA TAUROMÁQUICA num debate sério sobre o Estado da Cultura e sobre os apoios para profissionais das artes e do espectáculo que enaltecem o nosso país. Mas 
Inês de Sousa Real deu-lhes a resposta certa.

 

Muito bem, Inês Sousa Real.

A tauromaquia nada mais é do que a política do mau gosto. Boa! 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:37

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