Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2020

«Caiado Guerreiro: “As touradas têm mais de dois mil anos. Não se destrói assim a cultura”»

 

Qual "cultura"? Está a falar de qual "cultura": a CULTA ou a INCULTA?

Sim, porque as touradas pertencem ao rol das "culturas incultas" que, à medida que a civilização avança, vão sendo abandonadas.

Portugal ainda não abandonou esta "cultura medievalesca" porque ainda existem alguns trogloditas na governação, o que só traz desprestígio para Portugal.

Tenham vergonha na cara. Respeitem a CULTURA CULTA.

Torturar Touros numa arena jamais fez parte da Cultura Portuguesa.

 

Fiscalista - Copy.jpg

 

«O advogado foi um dos oradores convidados nas jornadas parlamentares do PSD, onde criticou algumas das propostas fiscais previstas no Orçamento do Estado para 2020.

 

Tiago Caiado Guerreiro, advogado e especialista em Direito Fiscal, discursou nas jornadas parlamentares dos sociais-democratas e foi o primeiro a receber aplausos ao criticar a medida do Orçamento do Estado para 2020 que prevê o aumento do IVA para as corridas de touros para 23%.

 

“As corridas de touros são algo com mais de dois mil anos e que está representado na nossa história. Como é que se pode acabar ou através desta medida perseguir as touradas? Podemos não gostar delas, mas não se destrói assim a cultura. Não há direito” afirmou o fiscalista.»

 

Fonte da notícia:

https://rr.sapo.pt/2020/01/07/politica/caiado-guerreiro-as-touradas-tem-mais-de-dois-mil-anos-nao-se-destroi-assim-a-cultura/noticia/177537/?fbclid=IwAR0ByezfSjBs9dFwJscNPnEe5BD1PPU3dl3BlBzbya5KT1Yhied7SGDgw8M

 

É esta a “cultura” de que fala o senhor fiscalista? Que até pode perceber de fiscalidades, mas de CULTURA não vê um palmo adiante do nariz. porque o que se vê no vídeo também acontece em Portugal: em Barrancos legalizado por Jorge Sampaio; e em Monsaraz (ilegalmente).

 

Limpem a boca antes de falar de CULTURA.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:16

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Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2020

«Se nos achamos inteligentes, é hora de agirmos como tal. Votos de uma década feliz.»

 

«Nascer branco não me tornou racista. Nascer homem não me tornou machista. Nascer humano não me tornou especista.» (Artur Jorge Alfama)

 

Um magnífico texto para ler e reflectir, depois de ver o vídeo.

 

 

Texto de Artur Jorge Alfama

 

«Agora que entrámos naquela que poderá vir a ser a década mais importante da nossa existência enquanto espécie, é bom recordar e incorporar nos nossos votos aquilo que nos rodeia, aquilo que é resultado directo ou indirecto das nossas acções individuais. Mais do que dinheiro, saúde, sucesso e felicidade, importa pedirmos a nós próprios uma mudança de comportamentos.

 

Nascer, comer, reproduzir-se e morrer. É este o projecto/resultado de vida de 99% dos humanos que, simultaneamente, se arrogam a um estatuto de superioridade face às restantes espécies, também elas com um projecto/resultado semelhante. Se somos superiores, é no poder de destruição que este pequeno filme de 10 minutos, baseado em dados científicos independentes, tão bem ilustra.

 

Está nas nossas mãos. Está nas dezenas de decisões de consumo que diariamente tomamos, tantas elas por hábito e por comodismo ou por, como tanto gostamos de chamar, "cultura".

 

Nascer branco não me tornou racista. Nascer homem não me tornou machista. Nascer humano não me tornou especista. Somos responsáveis pelas nossas escolhas e essa responsabilidade tem uma factura cujo valor ninguém tem capacidade de calcular. Uma factura cuja mais pequena e aparentemente inócua atitude, multiplicada por 7.600.000.000 indivíduos, tem um efeito devastador.

 

Não temos, individualmente, esse direito. Num mundo em que se quer para todos igualdade de oportunidades, não podemos manter padrões de consumo ou de comportamento insustentáveis.

 

Que a nova década traga novos hábitos, uma nova mundivisão, um novo paradigma. Pode ser a última oportunidade. Aproveitemo-la.

 

Continuo a ter muito para mudar e tenho um plano para o fazer. E vocês?

 

Se nos achamos inteligentes, é hora de agirmos como tal.

 

Votos de uma década feliz.»

 

Artur Jorge Alfama

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:34

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Quarta-feira, 27 de Novembro de 2019

«A Concentração dos Subsídio-Dependentes»

 

«Quem eram afinal os tipos que se concentraram no passado dia 22 no Terreiro do Paço em defesa do mundo rural?

Trabalhadores rurais? Não.

Todos os que compareceram mais não eram que a escumalha que vive à pala de subsídios tais como ganadeiros de touros de lide, galgueiros, caçadores etc.»

Fonte:

 Prótouro

Pelos touros em liberdade

https://protouro.wordpress.com/2019/11/26/a-concentracao-dos-subsidio-dependentes/

 

concentração 1.jpg

 

Concentração 2.jpg

 

«Os verdadeiros defensores do mundo rural aqueles que não torturam animais e não são subsídio-dependentes permaneceram nos seus locais de trabalho.

 

O mundo rural existe e tem que ser ajudado mas esse não esteve na concentração no Terreiro do Paço bem pelo contrário.

 

Todos os presentes mamam na teta do estado e não querem perder os chorudos subsídios que lhes são dados através dos nossos impostos.

 

Os autarcas que apoiaram esta obscenidade são aqueles que desbaratam dinheiros públicos para apoiar estes parasitas e que depois se justificam com a tradição e a cultura das regiões.

 

A tradição e a suposta cultura neste país serve sempre para justificar o injustificável, ou seja, que os animais existem para serem objecto de abuso e de tortura em espectáculos abomináveis.

 

Enquanto os partidos com maioria sentados no parlamento continuarem vendidos aos lobbies destes sociopatas este país no que respeita aos direitos dos animais jamais passará da cepa torta!»

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:12

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Quinta-feira, 10 de Outubro de 2019

Esta barbárie acontecerá enquanto os partidos políticos trogloditas (PS, PSD, PCP, CDS/PP) não evoluírem

 

«Não é uma imagem bonita, porque a tauromaquia é FEIA. Reparem: este touro suportou as dores provocadas pelos ferros que lhe foram cravados, as de ter partido uma perna, e tantas outras. Aconteceu esta semana,  

EM VILA FRANCA DE XIRA,

PORTUGAL»

 

TOURO.jpg



Se querem que a tauromaquia seja abolida, não se limitem a fechar os olhos quando esbarram neste tipo de imagens. Sugerimos a assinatura de duas petições, que visam distanciar as touradas da verdadeira Cultura e, já que é dia de tourada na RTP1, o envio de uma mensagem de indignação ao provedor do telespectador.


Petições para assinar:


https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT94346
http://basta.pt/nao-em-meu-nome/



Link para pedir ao Provedor do Telespectador da RTP que esta deixe de emitir touradas:


http://media.rtp.pt/empresa/provedores/enviar-mensagem-ao-provedor-do-telespectador/

 

Fonte:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/a.1050063075024035/2758299190867073/?type=3&theater

 

***

Assinei as petições.

E esta é a mensagem que enviei ao Provedor do Telespectador da RTP:

 

Exmo. Senhor Provedor,

 

Embora sabendo que o senhor não manda nada, nesta matéria, envio-lhe esta mensagem, a solicitar-lhe que faça chegar a quem manda, o nosso protesto, o nosso repúdio, a nossa indignação motivados pela transmissão, na RTP1, de touradas, uma selvajaria indigna de seres humanos, e que só traz desprestígio para Portugal e para essa estação televisiva.

 

Não é por acaso que a RTP tem o nível mais baixo de audiências, até porque os Portugueses não gostam de ver o seus impostos a serem esbanjados em TORTURA DE SERES VIVOS, uma actividade de trogloditas, para trogloditas.

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:55

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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2019

«PETIÇÃO: LEIRIA – CAPITAL EUROPEIA DA CULTURA, SEM TAUROMAQUIA»

 

Marinhenses.png

 

Ora viva!

 

 

Vamos todos assinar a Petição «Leiria - Capital Europeia Da Cultura, Sem Tauromaquia» no endereço https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT94346?

 

Não interessa onde reside. Por favor, assine-a e partilhe-a.

 

Da nossa parte, estamos a apoiar esta Petição não só porque a Marinha Grande é um dos 26 municípios que compõem a Rede Cultura 2027 (criada para promover a candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura) como também porque é cada vez mais importante darmos o nosso melhor para que a tauromaquia não seja promovida/classificada como Cultura. A indústria tauromáquica já começou a colar-se à referida candidatura, como se pode perceber visitando um endereço mencionado no segundo parágrafo do texto da Petição. Temos de demonstrar que somos muitos, os que entendem que Tortura não é Cultura!

 

Muito Obrigado pela sua tão importante participação.

 

Com amizade,

Marinhenses Anti-touradas

 

P.S. Confira por favor se, além de ter assinado agora a Petição «Leiria - Capital Europeia Da Cultura, Sem Tauromaquia» e validado a sua assinatura por intermédio de um e-mail de confirmação de assinatura recebido, também já assinou a Petição Contra a classificação da tauromaquia como Património Cultural Imaterial de Portugal

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:36

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Terça-feira, 30 de Abril de 2019

PARA RECORDAR: UMA ENTREVISTA ANTIGA E RETRÓGRADA DE PAULO RANGEL, CANDIDATO DO PSD ÀS “EUROPEIAS”

 

É preciso saber em quem não se deve votar, por recusar a evolução de Portugal.

Só um animal inferior se sente superior aos outros animais.

Superior em quê? Nas iniquidades que comete?

 

«Caso o passar do tempo tenha apagado de algumas memórias a famosa entrevista do Paulo Rangel ao Jornal Sol no dia 25 de Outubro de 2008, quando era Líder Parlamentar do PSD, aqui vão algumas das afirmações deste Euro Candidato onde ele se revela no seu melhor…» (Rui Silva)

 

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"Não faz sentido haver um Dia dos Animais."

 

"Os animais merecem protecção, mas não são titulares de direitos."

 

"Não são eles que têm esse direito de ser bem tratados e protegidos. Nós é que temos essa obrigação."

 

"Para mim essa é uma concepção errada (a de que os animais devem ter direitos). Acho que só as pessoas devem ser titulares de direitos."

 

"Os animais sofrem, mas não sofrem como nós."

 

"A caça ou as touradas, enquanto tradições com determinadas características e determinados limites, são toleráveis. Fazem parte da Cultura."

 

"Muitas tradições não acabaram e estas (caça e touradas) são daquelas que para mim não devem acabar."

 

"Faço uma separação ontológica entre as pessoas e os animais."

 

"Num contexto cultural devidamente integrado, certas tradições (como a caça e as touradas) – ainda que possam chocar algumas pessoas – são admissíveis. É a minha posição."

 

"Não sou contra a exibição de touradas na RTP."

 

"Desde que devidamente contextualizado, a transmissão de touradas pela RTP (ainda que expondo crianças às imagens de violência), não vejo nisso qualquer problema."

 

"A menos que esteja em causa a extinção de espécies, não acho mal a utilização de peles para confecção de vestuário."

 

"A dignidade humana é um valor superior ao da dignidade dos animais. O Homem é ontologicamente diferente dos restantes animais."

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1265841763562820&set=a.254396101374063&type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:32

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Sexta-feira, 12 de Abril de 2019

E ASSIM VAI O INADMISSÍVEL E ARRUINADO ENSINO EM PORTUGAL

 

Ao cuidado de todos os que estão envolvidos no sistema de (des)ensino português, incluindo pais e encarregados de educação.

 

A imagem que aqui reproduzo (tive o cuidado de esconder o nome do Agrupamento, por motivos óbvios) chegou-me via-email, destinada a uma querida aluna, a meu cargo, nestas férias de Páscoa.

 

4º ano de escolaridade.

 

Fotocopiei a mensagem, e dei-a a ler à aluna. Só lhe pedi para ler alto o que a professora escreveu. E aguardei o resultado, esperando que a criança (de 10 anos) tivesse a mesma reacção que eu (porque as crianças não são as estúpidas que os governantes querem que sejam), quando me vi diante deste documento timbrado, do Governo de Portugal, Ministério da Educação e Ciência.

 

Scan.jpg

 

Marquei a vermelho os trechos com os quais a aluna esbarrou e me questionou, com os olhos esbugalhados (e não estou a inventar), e reproduzo fielmente as falas da menina (em sublinhado) que se seguiram.

 

Primeira linha: o trabalho de féria é importe. Hã? Não é assim, pois não?

Não, não é. Então como será?

Imediatamente a menina disse: o trabalho de férias é importante.

Muito bem.

Mas a professora não sabe escrever?

Saberá, mas está baralhada. Continua.

 

Segunda linha: agradeço que percam um pouco do vosso de tempo. O quê? Do vosso DE tempo? É do vosso tempo, não é?

Exactamente.

Mas o que é isto? A professora não sabe escrever?

Estaria distraída.

Sim, sim, ela é muito distraída. Às vezes ela escreve mal no quadro e temos de a corrigir.

Isso acontece. Vá, continua a ler.

 

E fomos parar à sexta sugestão onde se fala de treinar os algoritmos e (…) a subtração (que a aluna leu subtrâção, e muito bem).

 

E mais adiante os números fraccionários (frácionárius), inclusive a (…) subtracção (que a aluna leu subtráção, e muito bem)…

O quê? É subtracção ou subtração?

Não havia como enganar a criança. Jamais o faria.

Expliquei: subtracção (subtráção) é grafia portuguesa, é Português. Subtração (subtrâção) é grafia brasileira, é Brasileiro.

Mas nós somos portugueses!

Pois somos.

Então porque querem que se escreva à brasileira? Isto só me baralha!

 

Como responder a esta pergunta? Com a verdade, evidentemente. Às perguntas das crianças sempre devemos responder com a verdade, para que elas possam desenvolver o espírito crítico que falta aos governantes, a muitos pais e encarregados de educação, e aos próprios professores, que se entregam a esta missão desonrosa de enganar as crianças.

 

E a verdade é que os governantes portugueses, desde Cavaco Silva a Marcelo Rebelo de Sousa, todos eles, primeiros-ministros, ministros e deputados da ex-Nação Portuguesa, e professores e jornalistas servilistas e todos os outros marias-vão-com-as-outras, dotados de coluna vertebral cartilaginosa, trocaram a Língua Portuguesa pela Língua Brasileira, pelos motivos mais vis:  mania de grandeza e dinheiro.

 

A aluna bem sabe o que é a Língua Brasileira, porque tem uma colega brasileira na turma, que fala diferente e diz coisas diferentes das nossas. Não fala Português.

 

Não fala.

 

Esta “carta aos alunos” escrita atabalhoadamente (sem revisão) em mixordês (mistura de português com brasileiro) é inadmissível.

 

Não será a única.

 

Os maiores exemplos da mixórdia ortográfica vêm de cima, da presidência da República, do gabinete do primeiro-ministro, dos restantes ministros, de todos os grupos parlamentares. Dos próprios professores que, nas páginas do Facebook, escrevem as maiores barbaridades, incluindo palavrões.

 

Os manuais escolares são uma autêntica mina de disparates, desde as águias com grandes dentes, às invasões francesas para prender Dom João VI, e cheios de desenhos e desenhinhos, como se as crianças fossem muito estúpidas, não dando qualquer oportunidade à imaginação.

 

O que pretendem os governantes com este tipo de ensino idiota? Formarem os analfabetos funcionais do futuro, para que sejam tão submissos como os analfabetos funcionais da actualidade?

 

E há mais: é proibido dar más notas ou chumbar os alunos, para mostrar ao mundo que o sucesso escolar em Portugal existe. Quando isto não passa de uma grande aldrabice!

 

Alunos que escrevem gatafunhos, que ninguém entende, têm MUITO BOM a Português, ou melhor, a Brasileiro. Intolerável.

 

É inadmissível o que está a passar-se em Portugal no que respeita à Educação, ao Ensino, à Cultura.

 

DEMITA-SE senhor ministro da Educação e Ciência. Permitir uma tal balbúrdia no Ensino é um postura terceiro-mundista.

 

E os pais e encarregados de educação deviam tomar uma atitude drástica e EXIGIR um ensino de qualidade para os seus filhos, como está consignado na Constituição da República Portuguesa.

 

 

Com esta “carta” fiquei tão escandalizada e indignada quanto a aluna, que apesar dos seus dez anos, tem algo que falta aos actuais governantes: inteligência para ver as coisas tal como elas estão, ou seja, MAL. Muito MAL.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:55

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Quinta-feira, 21 de Março de 2019

JOVEM DE 16 ANOS EM ESTADO GRAVE APÓS COLHIDA DE TOURO EM SANTARÉM

 

Em plenas festas de São José. E nem São José valeu a este jovem, que ficou gravemente ferido, quando um Touro, em legítima defesa, o colheu, no recinto da picaria, provocando-lhe um traumatismo crânio-encefálico.

Mas isto não faz parte da tão apregoada ARTE e CULTURA tauromáquicas? Que importa que morram, que fiquem feridos ou estropiados! O que interessa é a ARTE e a CULTURA que “isto” representa, e soma e segue… sempre...

Lamento pelo rapaz, que foi OBRIGADO à força (e ao bofetão, na maioria das vezes) a expor-se a estes perigos, com a conivência dos progenitores, da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, da igreja católica, e, consequentemente, com o apoio explícito do ESTADO PORTUGUÊS, que nada faz para acabar com estas tragédias. E ninguém aprende nada com elas.

 

Este é o Portugal pequenino, medíocre, troglodita, que existe dentro do outro Portugal: do Portugal para “inglês ver”.

 

picaria-santarem.jpg

 

«O jovem foi transportado para o Hospital Distrital de Santarém tendo sido depois transferido para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde está internado e a realizar exames.

 

A vítima foi socorrida pelos Bombeiros Municipais de Santarém que estiveram de prevenção nas festas. Os bombeiros assistiram ainda outras duas pessoas no local também devido a colhidas».

 

E nós todos a pagarmos para isto.

Os tauricidas não estão propriamente a trabalhar em prol da Humanidade e do Planeta, quando estas tragédias acontecem.

Então porquê os contribuintes portugueses têm de pagar estas contas? Além da REVOLTA que tudo isto provoca a quem é dotado de EMPATIA, e sofre com o sofrimento dos Touros, e lamenta o que acontece a quem adora torturar seres vivos.

 

Quanta miséria moral, social e cultural vai em Santarém!

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://correiodoribatejo.pt/jovem-de-16-anos-em-estado-grave-apos-colhida-nas-festas-de-s-jose/?fbclid=IwAR1dRN2KERwSmpO34ySQvz1J0Tz3DgiK9Ca_jckr04Z16dail2LeszEDjdw

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:54

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Quarta-feira, 20 de Março de 2019

NA SECÇÃO DE “CULTURA”, DO CORREIO DA MANHÃ LÊ-SE: «TOUREIRO ENRIQUE PONCE COM LESÕES MUITO GRAVES APÓS COLHIDA DE TOURO»

 

Então isto não faz parte da CULTURA e da ARTE tauromáquicas?

Esperar o quê? Quem vai para uma arena atacar ferozmente, cruelmente, um animal sensível e dotado de instinto de sobrevivência e defesa, está sujeito a estas artes de dá e leva.

 

O protagonista deste acto altamente cultural e artístico é um MATADOR DE TOUROS, uma profissão das mais cultas, existentes à face da Terra, quiçá do Universo, e que tem como objectivo divertir os sádicos, que tanto aplaudem os ataques dos matadores como as acometidas dos Touros, em legítima defesa, porque quanto mais sangue, melhor, para os vampiros tauromáquicos.

 

Enrique Poce.jpg

Momento em que o matador é colhido pelo matado (a ser)...

 

A notícia refere que se confirma o cenário mais duro para o matador espanhol Enrique Ponce, de 47 anos, colhido pelo touro 'Declamador', de 532 kg, na corrida das Fallas de Valencia, na passada segunda-feira.

 

O Touro, muito legitimamente, ao defender-se do seu carrasco, deixou-lhe duas roturas de ligamentos no joelho, a tíbia e uma costela fracturadas e duas perfurações no glúteo. O matador estava ainda a recuperar de uma lesão no joelho esquerdo, que ficou completamente torcido na queda, após ter sido projectado pelo Touro. O seu apoderado e também sogro, Victoriano Valência, disse que o «Enrique tem a perna destroçada e está destroçado também».

 

Está a perna, está o matador e está também o Touro, que foi abatido, depois de barbaramente torturado, não esquecer.

 

Mas isto faz parte da cultura e arte tauromáquicas. Ou não faz? É disto que os sádicos gostam. Gostam de ver o matador torturar o Touro até à morte, e gostam de ver o Touro defender-se e deixar a sua marca nos seus torturadores. Tudo muito cultural e artístico.

 

Para quê tanta estranheza à volta disto?

 

O Touro é torturado barbaramente, e qualquer animal, incluindo o homem, quando se vê atacado por feras, instintivamente faz tudo para se defender. Umas vezes consegue. Outras, não. Este “Declamador” conseguiu. E uma vez que estava condenado a uma morte inglória, ainda teve forças para deixar a sua marca no carrasco.

 

Mas agora vem o mais insólito: diz a notícia que, ontem, Dia do Pai, este MATADOR DE TOUROS deveria receber do rei de Espanha o Prémio de Cultura (isto não é engano) para celebrar o dia do pai na companhia dos seus filhos e da família. Mas, coitado, foi obrigado a viajar para Madrid, onde deverá ser sujeito a uma intervenção cirúrgica, que o fará perder a maior parte da temporada tauromáquica. É menos uns Touros que tortura e mata.

 

Será que o rei de Espanha já se lembrou de conceder o Prémio de Cultura a Arturo Pérez-Reverte, ou a Carlos Ruiz Zafón, ou a Javier Cercas, ou a Almudena Grandes, grandes escritores espanhóis da actualidade? Ou a Literatura não será Cultura para o rei de Espanha? Se me quisessem dar a mim tal coisa, recusá-la-ia.

 

A falta que faz o Senso Comum!

 

Quando se dá o Prémio de Cultura a um matador de touros, não ficará tudo dito sobre a incultura de um povo?

 

(Nós cá também temos disto)

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da imagem e da notícia:

https://www.cmjornal.pt/cultura/detalhe/toureiro-enrique-ponce-com-lesoes-muito-graves-apos-colhida-de-touro?fbclid=IwAR1cMiquST9-bqHnWWe_04PcZKpSLkx0IXWDSfeFuiDc8Ozv1SbvaIRPhQE

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:19

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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2019

VEJA-SE ONDE OS AUTARCAS PORTUGUESES GASTAM OS DINHEIROS DOS CONTRIBUINTES: NA TORTURA DE TOUROS

 

E depois dizem que não há dinheiro para a Saúde, para a Educação, para a Habitação, para a Cultura, sim, porque, como o mundo inteiro sabe, a selvajaria tauromáquica não é coisa da Cultura.

Para apoiar uma tourada, a realizar a 17 de Março, integrada nas Festas de São José (mais uma, para celebrar o Pai adoptivo de Jesus Cristo), a Câmara Municipal de Santarém comprou (com os dinheiros dos contribuintes), 10 mil euros em bilhetes (cerca de 1.300 entradas), que serão distribuídos pela população através das juntas de freguesia. Outras duas touradas a realizar durante a temporada taurina, terão apoio de 5 mil euros, cada (...), diz a notícia.

Isto é imoral, mas demonstra que a tauromaquia está "tuberculosa", em último grau... diz a minha amiga Maria João Gaspar Oliveira, no Facebook. E eu concordo com ela, porque, na verdade, só deste modo, conseguem povo na assistência, e mesmo assim, sempre os mesmos, em todos os antros,  onde se realizam estas práticas desadequadas aos tempos modernos.

 

pega.jpg

E chamam "valentia" pegar um Touro moribundo, mais morto do que vivo, a sangrar por dentro e por fora, com dores atrozes... Valentes são os Touros que, mesmo em grande sofrimento, por vezes, conseguem reunir as derradeiras forças e mandar os forcados desta para melhor. E dizer isto não é aplaudir, porque aplaudir, aplaudem, em júbilo, os sádicos na arena. Isto é simplesmente dizer a verdade nua e cruamente, como estas verdades devem ser ditas.

 

Esta notícia está na Categoria: Cultura. Esqueceu-se o órgão de tal informação, do prefixo IN, na categoria de cultura. E reza assim:        

 

Bilhetes à borla para a tourada de 17 de Março em Santarém nas juntas de freguesia…

 

É que (diz também a notícia), a Câmara de Santarém quer que os habitantes do concelho continuem a sentir a Praça de Touros Celestino Graça como um factor determinante para o município e essa é uma das razões principais do apoio que a autarquia vai dar à associação Praça Maior, que gere os destinos do espaço desde o início do ano.

 

E quem o disse foi a vice-presidente e vereadora com o pelouro da (in)cultura na Câmara Municipal de Santarém, Inês Barroso, que muito (in) culturalmente, salientou a importância da festa brava, para se compreender a história do concelho e da região. E isto até se compreende: é uma região com um atraso civilizacional muito acentuado, e a explicação está dada, senhora vereadora. Não podia ser mais clara.

 

E isto é que é dar a um povo-marionete um entretenimento de elevadíssima qualidade, para o manter obtuso. É que um povo obtuso é mais submisso e fácil de manobrar.

 

Mas esta gente não tem culpa deste atraso. É que isto, por mais incrível que pareça, é legal, e apoiado pela esmagadora maioria do Parlamento português e pela igreja católica, ambos ao serviço da tauromáfia.

 

E viva a INCULTURA instalada em Portugal!

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.rederegional.com/index.php/cultura/24972-bilhetes-a-borla-para-a-tourada-de-17-de-marco-em-santarem-nas-juntas-de-freguesia?fbclid=IwAR0h7EzFA6Lt0-u4IUSIoOHm6RyeIS5Nc8P6tXsdbkHBBLN0LI10CLNtVIw

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:30

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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