Terça-feira, 27 de Agosto de 2013

TORTURAR UM TOURO QUE NÃO PODE DEFENDER-SE É DE COVARDES, E FORJAR MENTIRAS SOBRE ALGUÉM QUE TEM OBRA PÚBLICA É DE PSICÓTICOS DELIRANTES

 

 ATENÇÃO ILHA TERCEIRA!

 

Este texto é para aqueles que não tendo argumentos que justifiquem a anormalidade da tourada à corda, comportam-se como psicóticos delirantes

 
 
 

Os terceirenses, adeptos das touradas à corda, andam tão desesperados com o que nunca lhes disseram, nem sequer imaginavam que pudesse ser realidade, pois nunca nenhum governante terceirense foi suficientemente lúcido para lhes dar a oportunidade de evoluírem, de se instruírem, ou de os tirar daquele submundinho tauromáquico em que vivem, não conhecendo nada mais do mundo, a não ser o pior que o dito ser humano tem: a crueldade.

 

Na sequência disso, recebi centenas de comentários a textos em que abordo a aberração da tourada à corda na Ilha Terceira (como já o fiz para Ponte de Lima, outra terra atrasada), e entre esses, este que vou destacar pelo delírio do seu autor, que foi apanhado numa armadilha, forjando mentiras a meu respeito, com o intuito, de me fazer calar.

 

Mas quem não deve não teme, e eu nunca me calo.

 

Já certa vez a prótoiro utilizou o mesmo estratagema, e deu-se mal, e este Gustavo Couto, foi repescar as patranhadas da protóiro e vai dar-se mal também.

 

Então eis o que diz este psicótico delirante (o bolt sublinhado é meu):

 

Gustavo Couto, deixou um comentário ao post O FLORIBERTO LUZ É UM AFICIONADO DA TOURADA À CORDA DOS AÇORES QUE DEIXOU ESTES COMENTÁRIOS NO MEU BLOG às 13:47, 2013-08-27.

Comentário:

«Bom dia, apenas hoje tomei conhecimento de toda a polémica que havido em torno dos seus comentários sobre as touradas na Ilha Terceira e apesar de saber que "é o combate que a apraz, e não a vitória", escrevo estas linhas.

 

É verdade os toiros são corridos nas ruas (tanto que mostra alguns vídeos), tal como é verdade que foi desclassificada no exame de vestibular para a Universidade Pública do Rio de Janeiro e que alega que tal aconteceu por preconceito e não por incompetência. (1)

 

É verdade que nos divertimos com os toiros a correram na rua (principalmente quando apanham alguém, lol), tal como é verdade que acabou o 1º ano do curso com distinção na Universidade Gama Filho (particular uma vez que não entrou noutra). (2)

 

É verdade que se bebe e se diverte em todas as touradas e que muito lixo se faz, como é verdade que comenta as nossas tradições (entre elas as touradas) sem que as tenha alguma vez visto nem tão pouco falado com alguém sobre o mesmo.

 

É verdade que nem todos os Terceirenses são aficionados, mas também é verdade que até esses já tiveram mais contacto com o toiro (no pasto e na rua) do que a Dra.

 

É verdade que o touro é exposto a uma carga de stress de cerca de 25 minutos quando é toureado na rua, como é verdade que defende a estratificação da sociedade e a superioridade étnica que legitima a escravidão dos negros e índios que durou anos. Quero com isto dizer que posso tirar uma conclusão acerca da sua pessoa com base apenas nestes fragmentos da sua vida e que em nada correspondem à verdade. (3)

 

Concluo com um link para para aquele que é para mim o melhor anúncio de todos os tempos e que foi realizado no Brasil para o "Folha de São Paulo" e que gostaria que desse bom uso ao mesmo. http://www.youtube.com/watch?v=8wEkNYErcdE P.S.

 

Vivemos numa era global e quem muito se expõe fica sujeito a que muito facilmente se recolha informação acerca de si, pelo que não está assim tão anónima... (4)

 

***

 

(Sem falsa modéstia):

 

(1) Esta é verdade. Já a contei em público. Fiz o exame de vestibular para a Universidade Pública, e o primeiro foi Português, e tirei a nota máxima (o único 10 entre todos os alunos que se apresentaram a exame); no segundo, História do Brasil, o examinador achando-me “exótica” perguntou-me a nacionalidade. Podia ter dito que era inglesa, como disse muitas vezes para poder trazer mais leite para casa, ou pão, ou açúcar, no tempo dos racionamentos.

 

Mas naquele dia, tinha de dizer a verdade, porque havia papéis. E a minha folha de exame foi logo marcada. E claro, uma portuguesa nunca entraria numa Universidade do Estado. E não fui só eu. A um outro português, com um bigode que não enganava ninguém, chamado António, aconteceu-lhe o mesmo.

 

E não tivemos outra hipótese senão ir fazer a segunda chamada na Universidade Gama Filho, a mais conceituada da América Latina. As vagas eram 14. Os candidatos mais de 250. Entrei eu e o António também.

 

A MENTIRA é que NÃO FUI DESCLASSIFICADA E O PRECONCEITO NÃO FOI MEU.

 

(2) Também é verdade. A Universidade Pública não aceitava estrangeiros, tive de ir para a privada (ESTA É A VERDADE) e entrei para a melhor Universidade da América Latina (onde se pagava os olhos da cara) com as melhores notas. Acabei o primeiro ano com distinção, e fui das que por aquela Universidade passaram que teve as notas mais altas, por isso ofereceram-me uma Bolsa de Estudo para vir estudar para Coimbra (um sonho meu).

 

- Até aqui nada de especial. É verdade e é público.

 

(3) Este ponto, porém, é absolutamente de alguém que delira, que não me conhece e não conhece a minha obra, os valores que defendo.

 

Gustavo Couto, se é que tem CAPACIDADE DE LER, leia o meu livro CONTESTAÇÃO, e verá lá os valores que defendo, e que pratico. Se ainda não esgotou, está à venda na livraria online da Chiado Editora.

 

(4) É verdade, vivemos numa era global, e todas as VERDADES se sabem.

 

E obviamente não sou nenhuma ANÓNIMA. Assinei milhares de textos, durante VINTE ANOS, a trabalhar para diversos jornais diários portugueses, como correspondente de imprensa, e tenho oito obras publicadas. Mas não admira que na Ilha Terceira não saibam quem sou.

 

Agora, as MENTIRAS forjam-nas os psicopatas, que não tendo argumentos para defender uma aberração, tentam DIFAMAR (e isto sim, é difamar, se me chamar bronca, não me difama, apenas diz algo que não me faz enfiar carapuças), quem tem um nome público.

 

Também existe na Ilha Terceira alguém chamado Popeye, que inventou alguém que diz que me conheceu no Brasil… e até anda a escrever um folhetim sobre a minha pessoa…  

 

O nome pelo qual era conhecida no Brasil não é o mesmo pelo qual sou conhecida hoje. O Popeye é um MENTIROSO.     

 

Hoje adopto um nome literário. E isabéis… há muitas, como os chapéus….


Enfim…

 

Mas uma coisa ficou aqui provada pelo próprio comentador: é verdade que a tourada à corda é um costume de broncos.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:42

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Quarta-feira, 26 de Junho de 2013

«FORCADOS, UM SÍMBOLO DE VERGONHA NACIONAL»

 

Pois, se os forcados são suficientemente covardes para se atirarem com fúria para cima de um Touro torturado, ferido, a sangrar, em grande sofrimento, são capazes de todas as violências.

 

São eles próprios uma violência ambulante

 

E consideram-se eles "símbolos" da identidade portuguesa!

Bela identidade!

 

 

 

Por Prótouro (Pelos touros em liberdade)

 

«A “prótoiro” num dos seus ataques de diarreia verbal e mental, acusa a SIC de associar o forcado, símbolo de Portugal, a comportamentos impróprios.

 

A megalomania da “prótoiro” não conhece limites! O forcado até pode ser um símbolo do mundinho tauromáquico, mas jamais será um símbolo de Portugal.

 

Bem pelo contrário, os forcados são pessoas violentas que vivem num mundo violento e que se destacam por comportamentos impróprios de pessoas civilizadas. Quando o afirmamos, não o fazemos de modo gratuito, mas sim baseados em factos concretos:

 

- 2003 uma largada de vacas no concelho de Montemor-o-Novo acaba em cena de pancadaria, na origem de tudo está uma agressão de elementos dos forcados de Montemor. A violência foi de tal ordem, que o presidente da junta de freguesia de Lavre, Fernando Monteiro, afirmou o seguinte ao jornal “Público” : “Foram eles que provocaram tudo. São uns arruaceiros. Onde quer que vão armam violência e são protegidos por serem filhos das famílias influentes da zona: os Vacas de Carvalho, os Veiga, os Malta, os Barata Freixo. Acho que já é tempo de serem punidos”.

 

- 2009 os forcados de Montemor, envolvem-se numa cena de pancadaria com os seguranças da discoteca “Praxis” em Évora.

 

- 2011 vários forcados envolvem-se à pancada nas bancadas do Campo Pequeno.

 

- 2012 forcados do Ramo Grande, Ilha Terceira, envolvem-se em cenas de desacatos com seguranças da discoteca “Kapital”.

 

- 2013 forcados de Montemor envolvidos em rixa em Alcácer do Sal.

 

Estes são alguns dos casos que foram relatados pela imprensa, quantos outros existirão que o não foram? Apostamos que casos como estes são mais que muitos, o que prova que o forcado é sem dúvida um símbolo que envergonha Portugal.

 

Se existisse uma taça, que premiasse os forcados envolvidos em desacatos e rixas, essa iria para o grupo de forcados de Montemor.

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade»

 

http://protouro.wordpress.com/2013/06/26/forcados-um-simbolo-de-vergonha-nacional/comment-page-1/#comment-1467

 

***

 

Mas essas cenas de violência já vêm de longe. Quem não se lembra do grupo do Salvação Barreto que nos anos 60 (séc XX) andava pelas noites de Lisboa a destruir tudo que lhe aparecia pela frente? (Carlos Ricardo)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:20

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Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

UM TRIBUTO AOS MILHARES DE POMBOS ASSASSINADOS NA PÓVOA DE VARZIM, PARA GOZO DE COVARDES MATADORES

 
 
 

Centenas de covardes matadores, apoiados pelo Presidente da Câmara da Póvoa de Varzim, José Macedo Vieira, caçador e aficionado de touradas, foram até àquele município com o propósito de libertar o instinto primitivo e cruel que os afasta da ESPÉCIE HUMANA.

 

Mataram, por prazer, milhares de inocentes e indefesos pombos, enquanto voavam para o que poderia ser a liberdade.

 

Chamaram-lhe “copa do mundo”

 

Como é belo o voo de um pombo.

 

Como é monstruosa e rude, esta prática de tiro aos pombos.

 

Aqui deixo o meu tributo aos pombos assassinados, e o meu mais veemente repúdio pelo acto repugnante das carcaças de gente sem alma, que os mataram por puro prazer.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:40

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Sexta-feira, 31 de Maio de 2013

«VAMOS À VACA, VAMOS À VACA… QUE BELA VACA…» É ASSIM QUE CANTAM OS BRONCOS DE PONTE DE LIMA PARA CELEBRAREM O DIA DO CORPO DE DEUS

E o mundo civilizado só pode lamentar tanta parolice!

 

O Presidente do Município, é um triste coitado, pois não tem saber, nem lucidez, nem poder para pôr fim a um evento tão grosseiro, que arrasta o nome de Ponte de Lima para a lama, como se vê neste vídeo que promove esta diversão idiota.

 


Não fica tudo dito?

 

E nem sequer o município tem a noção da figura ridícula que faz ao promover publicamente tamanha parvoíce.

 

 

É isto a “Vaca das Cordas”: um bando de bêbados covardes a puxar pelas ruas um animal manietado com cordas, ofegante, de língua de fora, cornos embolados (até nisso são covardes, pois nem sequer deixam ao animal a oportunidade de defender-se com as suas próprias armas).

 

E anda esta gente inútil, pelas ruas, a fazer figura de parva e a celebrar o CORPO DE DEUS…

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:14

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Quinta-feira, 30 de Maio de 2013

A ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA (AIP) ESTÁ A PROMOVER UM “WORKSHOP SOBRE FESTA BRAVA” E UMA SESSÃO PRÁTICA DE TAUROMAQUIA NA COMPANHIA DE LEZÍRIAS

 

Que vergonha AIP! Que desprestígio!

 

O que levará uma Associação como a AIP a promover um evento de tão baixo nível cultural e ético e que desmoraliza os associados, que ficarão conotados com a barbárie e a tortura para divertimento de sádicos?

 

 

Torturar bebés bovinos é de gente covarde e sem carácter algum, e a AIP sendo conivente com tal crime contra a VIDA, iguala-se na covardia aos psicopatas tauricidas.

 

Link da foto: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=585224718175005&set=a.472890756075069.108951.143034799060668&type=1&ref=nf

 

Diz-se que esta iniciativa (anormal) destina-se a associados da AIP, os quais, mediante o pagamento de 50€ podem “desfrutar", ou seja GOZAR SADICAMENTE esta actividade que inclui a lide de animais jovens considerada (IMAGINE-SE) "um verdadeiro desafio para os mais corajosos"…

 

Desafio para os mais CORAJOSOS?

 

LIDAR inocentes e inofensivos BEZERRINHOS será de GENTE?

 

Isto não é coisa de HOMENS INTEIROS!

 

Isto é coisa de COVARDES PREDADORES.

 

TORTURAR TOUROS é já uma covardia monstruosa. Mas torturar animais jovens ultrapassa tudo o que possamos imaginar.

 

Serão todos os associados da AIP a favor de tão primitivo e bárbaro entretenimento?

 

Veremos quantos associados quererão passar por primitivos, bárbaros  e sádicos.

 

É já no dia 1 de Junho. Sábado. Dia em que se celebra o Dia Mundial da Criança.

 

Não poderia a AIP organizar um evento que pudesse AJUDAR AS CRIANÇAS MAIS DESFAVORECIDAS E QUE ESTÃO A PASSAR FOME EM PORTUGAL?

 

Não seria isso mais CIVILIZADO e ÚTIL do que TORTURAR POBRES BEZERROS para entreter sádicos?

 

Aqui deixo o meu veemente REPÚDIO e INDIGNAÇÃO por mais este evento de BRONCOS, que só serve para fazer fretes ao desprezível lobby tauromáquico.

http://goo.gl/0upQL

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:09

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Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

AFICIONADOS ACABARAM À BATATADA NAS BANCADAS DA ARENA DE MOURA, ONDE SE REALIZOU TORTURA DE TOUROS COM CASA MEIO VAZIA

 

É assim o mundinho da tauromaquia: violência na arena, violência nas bancadas, violência em casa, violência nas ruas, enfim… é um fartar de violência…

 

E que outra coisa se pode esperar de gente que nasceu com a brutalidade a correr-lhe nas veias?

 

 

 

No passado sábado, dia 11 de Maio, nesta arena alentejana de Moura (que em breve ficará para sempre vazia) realizou-se uma tourada que acabou mal, com os aficionados à batatada, nas bancadas, numa cena de pancadaria “à antiga”, diz a fonte, sem mortos, mas com feridos que tiveram de ser levados ao hospital (e nós é que pagamos a conta).

 

 

 
Violência  nas bancadas...

 

E tudo por o último Touro não ter sido pegado pelo grupo de covardes, perdão, forcados “de serviço”.

 

Uns entenderam que aquilo era um escândalo, outros entenderam outra coisa, e vá que, como se já não bastasse a violência na arena, a “tourada” continuou nas bancadas com os sádicos aos chutos, socos e pontapés.

 

Triste cena, com um significado específico: o fim apróxima-se à velocidade de um soco.

 

Já estamos em contagem decrescente.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:33

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Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

A JUVENTUDE TAURINA PORTUGUESA NÃO CONHECE O CONCEITO DE LIBERDADE NEM DE DEMOCRACIA

 

Um cartaz que só demonstra a ignorância de quem confunde liberdade com tortura

 

 

A liberdade desses “outros” termina quando começa a liberdade de os Touros terem direito à sua própria vida.

 

Não temos de estar todos de acordo (nas opiniões).

 

De acordo.

 

Acontece que no que se refere a touradas, não falamos de opiniões, mas de factos, atitudes covardes e sádicas, sem ética, nem moral, nem inteligência.

 

Podridão e psicopatia.

 

E a liberdade não assenta na premissa da TORTURA.

 

Vocês não defendem a liberdade.

 

Defendem a tortura, a violência e a estupidez.

 

Isto nada tem a ver com democracia, porque esta também não tem nada a ver com tortura.

 

Perderam uma boa oportunidade de estar calados e não fazer figura de parvos.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:02

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Terça-feira, 7 de Maio de 2013

AS PALAVRAS SÃO UMA ARMA, PODEM FERIR MAIS DO QUE PUNHAIS

 

E no Arco de Almedina, aplicadas adequadamente às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o meu principal objectivo:

INCOMODAR E AGITAR AS CONSCIÊNCIAS ENTORPECIDAS

 

 

 

Esta imagem vale mais do que mil palavras, mas se utilizar as palavras terei de dizer que quem fez isto é um covarde psicopata tauricida com maus instintos.

 

 

Há gente que critica a linguagem directa que utilizo para dizer das coisas rastaqueras da tauromaquia.

 

Confundem OPINIÃO com FACTOS.

 

Não percebem o que está escrito nas linhas, muito menos o que vai nas entrelinhas (o mais importante).

 

Falar sobre a COVARDIA DA TAUROMAQUIA não é falar de opiniões. É falar de FACTOS, comprováveis pelas imagens degradantes que existem aos milhares, e falam mais do que mil palavras.

 

Opiniões, cada um tem as suas. Podemos concordar ou não com elas.

Já a TORTURA DE TOUROS E CAVALOS perpetrada por COVARDES foge ao âmbito das opiniões, porque ninguém tem o direito de torturar ninguém, e isto não é uma opinião, é um acto INDIGNO de seres humanos. Logo, quem o pratica será tudo menos humano, e tem de ser classificado com as palavras certas.

 

A forma correcta de lidar com a ESTUPIDEZ é chamá-la pelo próprio nome, ou seja, ESTUPIDEZ, para que quem lê compreenda o que se quer dizer. E mesmo assim, é uma desgraça. Impera por aqui uma iliteracia estarrecedora.

 

Agora vou usar um jargão de aficionado: quem não gosta do que lê neste Blog, não LEIA.

 

Não vou mudar a minha linguagem quanto a algo que envergonha a Humanidade, só porque os aficionados e meia dúzia de falsos moralistas não gostam.

 

Aprendi que as palavras são para ser utilizadas conforme as circunstâncias. Se elas existem no dicionário são para classificar atitudes desprezíveis e adjectivar criaturas que andam no mundo a atormentar seres que não têm culpa da psicopatia de que sofrem os seus carrascos (poderia dizer algozes, agressores, verdugos, carrasqueiras).

 

Uma vez que se incomodam tanto com a linguagem que utilizo, digam-me como se adjectiva um covarde (poderia dizer, medroso, poltrão, fraco); um torcionário (poderia dizer torturador); um psicopata (poderia dizer indivíduo clinicamente perverso com desvio comportamental); um sádico (poderia dizer cruel, depravado, mau, malvado); um bronco (poderia dizer, tosco, grosseiro, rude, obtuso); um bêbado (poderia dizer borrachão, ébrio); um tauricida (poderia dizer matador de touros) enfim… Digam-me como classificar toda esta gente que faz parte do mundo imundo e rasca (poderia dizer sujo, sebento, surrento, reles, ordinário) da tauromaquia, com palavras poéticas?  

 

Se não estavam habituados a esta linguagem sem papas na língua, paciência! Ela reflecte simplesmente a realidade da tauromaquia, que é assim mesmo. Não há outro modo de qualificá-la.

 

Já chega de DOURAR A PÍLULA.

 

Os que vêm a este Blog, já tiveram mil e uma oportunidades de aprender alguma coisa sobre este mundo medíocre (poderia dizer rasca, reles, ordinário) da tauromaquia, com textos que apenas denunciam as crueldades tauromáquicas, com provas científicas e vídeos que valem mais do que mil palavras.

 

Mas não aprenderam nada.

 

E já não há pachorra.

 

O pior ignorante é aquele que tendo oportunidade de deixar de ser ignorante, NÃO QUER.

 

As palavras são uma ARMA. Podem ferir mais do que punhais. Estamos numa “guerra” e é legítimo utilizá-las.

 

Dentro do dicionário, elas não servem para nada.

 

Aqui, aplicadas ADEQUADAMENTE às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o meu principal objectivo: INCOMODAR E AGITAR AS CONSCIÊNCIAS ENTORPECIDAS.

 

E está a resultar.

 

Por exemplo, os forcados não sabiam que eram grandes COVARDES.

 

Agora já sabem.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:46

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Quinta-feira, 4 de Abril de 2013

TURISTAS CULTOS NÃO VÃO AO campo pequeno VER COVARDES A TORTURAR TOUROS E CAVALOS

 

Isto não faz parte dos roteiros turísticos de qualidade

 

 

 

 

Na página da prótoiro lê-se o seguinte:

 

«O jornal inglês Daily Telegraph recomenda uma ida às touradas no Campo Pequeno como uma das atracções obrigatórias para os turistas que visitem Lisboa

 

O artigo onde se faz esta “recomendação” foi escrito por Guyan Mitra, que, com certeza, nunca foi a uma tourada, e disse o que disse porque ouviu dizer (o sublinhado é meu):   

 

«Num artigo intitulado "As atrações de Lisboa: o que ver e fazer na Primavera", o jornal britânico Daily Telegraph sugere diversos lugares e eventos a não perder, nos próximos meses, na capital portuguesa.

 

O jornalista Guyan Mitra começa por referir que Lisboa é um destino que se pode visitar em qualquer altura do ano, já que "nunca faz demasiado frio ou demasiado calor”.

 

"Tendo como pano de fundo o sempre presente oceano Atlântico, esta delicada cidade beijada pelo sol vive numa espécie de conto de fadas latino" onde ainda há "costumes e tradições antigas", salienta Guyan Mitra, na introdução do artigo.

 

A feira internacional Arte Lisboa, que decorre em Maio na Fil, o festival de cinema IndieLisboa, a Feira do Livro e o festival Rock in Rio são apenas alguns dos eventos recomendados a quem visitar a cidade nesta Primavera.

 

Guyan Mitra sugere ainda uma visita às touradas do Campo Pequeno, avisando que em Portugal o touro não é morto na praça e que, goste-se ou odeie-se, "esta é uma das tradições da cidade".

 

Entre as sugestões do roteiro, o jornalista recomenda vários hotéis como o "charmoso" Bairro Alto Hotel, o Hotel Florida que considera "divertido" com o seu tema dedicado a Hollywood, o LX Boutique à beira do rio, o contemporâneo Jeronimos 8 ou o incontornável Lapa Palace.

 

No perfil do jornalista Guyan Mitra pode ler-se que o colaborador do Daily Telegraph tem laços fortes com a cidade de Lisboa que já visitou diversas vezes desde os seus 17 anos. Guyan considera que Lisboa faz um "casamento mais perfeito entre a praia e a cidade do que qualquer outro destino", incluindo o Rio de Janeiro

 

***

 

Pois!

 

Acontece que um turista culto inglês sabe perfeitamente o que é uma tourada, e matando ou não matando o touro na arena, o ritual é do mesmo modo sangrento e nada recomendável.

 

É sabido que quando algum turista vai a uma tourada por engano, sai de lá ao primeiro touro, e a chorar, horrorizado, com tamanha carnificina.

 

Vão esperando, vão, os turistas cultos, fazem turismo culto. Não lhes interessando o que de mais baixo há numa cidade.

 

Isto é um facto.

 

Só vai ao campo pequeno ver touradas, gente pequena… do cérebro.

 

Não tenham qualquer dúvida.

 

http://bit.ly/YxV2uJ

 

 

***

A respeito deste artigo, o mesmo Daily Mail escreveu há uns anos atrás como as famílias de Inglaterra estavam descontentes por "colaborar" com o barbarismo das touradas. 

 

Vale a pena a leitura.

 

 

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1034484/How-family-Britain-paying-alive-barbarism-bullfighting.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:16

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campo pequeno ESPERA CERCA DE 5 MIL SÁDICOS NA ABERTURA DA TEMPORADA DA TORTURA DE TOUROS E CAVALOS

 

 

Este ritual degradante contará com os habituais covardes, que irão sacrificar 6 magníficos Touros, previamente maltratados, para entrarem na arena já bastante enfraquecidos, sem visão, sem cornos, e estraçalhados por dentro.

 

Os covardes tauricidas farão tudo, isto é, usarão de todas as armas tauromáquicas sobre seres indefesos, inocentes e fragilizados apenas para mostrarem uma “virilidade” que nem com uma lupa consegue ver-se.

 

Enfim, não terão casa cheia, porque está mais do que visto que em Portugal só os sádicos, os bêbados, os necrófilos, os destrambelhados mentais (e não serão tantos assim) é que vão assistir e aplaudir um ritual sanguinário, que vem do tempo das bruxarias.

 

Se a comunicação social cumprisse a sua função, esta “coisa” que se anuncia no jornal Correio da Manhã como um acontecimento social de “elevado nível” seria noticiado como a festa ridícula de marialvas ridículos, que já estão fora de prazo.

 

Desejo que tudo corra bem para os 6 magníficos Touros e que eles possam enfrentar estes covardes com a dignidade dos seres superiores que são, muito mais do que os seus ridículos carrascos. O seu sacrifício não será em vão. Todas estas mortes serão um dia desagravadas da maneira mais atroz.

 

Para os carrascos desejo que tudo corra mal.

 

Porquê?

 

Porque já estamos todos fartos de tanta ESTUPIDEZ!

 

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/campo-pequeno-espera-cerca-de-5-mil-aficionados

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:54

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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