E no Arco de Almedina, aplicadas adequadamente às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.
Esta imagem vale mais do que mil palavras, mas se utilizar as palavras terei de dizer que quem fez isto é um cobarde, psicopata, tauricida, mau carácter, com muito maus instintos.
Há gente que critica a linguagem directa que utilizo para dizer das coisas rastaqueras da tauromaquia.
Confundem OPINIÃO com FACTOS.
Não percebem o que está escrito nas linhas, muito menos o que vai nas entrelinhas (o mais importante).
Falar sobre a COBARDIA DA TAUROMAQUIA não é falar de opiniões. É falar de FACTOS, comprováveis pelas imagens degradantes que existem aos milhares, e dizem mais do que mil palavras.
Opiniões, cada um tem as suas. Podemos concordar ou não com elas.
Já a TORTURA DE TOUROS E CAVALOS perpetrada por COBARDES foge ao âmbito das opiniões, porque ninguém tem o direito de torturar ninguém, e isto não é uma opinião, é um facto INDIGNO de seres humanos. Logo, quem o pratica será tudo menos humano, e tem de ser classificado com as palavras certas.
A forma correcta de lidar com a ESTUPIDEZ é chamá-la pelo próprio nome, ou seja, ESTUPIDEZ, para que quem leia compreenda o que se quer dizer. E mesmo assim, é uma desgraça. Impera por aqui uma iliteracia estarrecedora.
Agora vou usar um jargão de aficionado: quem não gosta do que lê neste Blogue, não LEIA.
Não vou mudar a minha linguagem quanto a algo que envergonha a Humanidade, só porque os aficionados e meia dúzia de falsos moralistas não gostam.
Aprendi que as palavras são para ser utilizadas conforme as circunstâncias. Se elas existem no dicionário são para classificar atitudes desprezíveis e adjectivar criaturas que andam no mundo a atormentar seres que não têm culpa da psicopatia de que sofrem os seus carrascos (poderia dizer algozes, agressores, verdugos, carrasqueiras).
Uma vez que se incomodam tanto com a linguagem que utilizo, digam-me como se adjectiva um cobarde (poderia dizer, medroso, poltrão, fraco); um torcionário (poderia dizer torturador); um psicopata (poderia dizer indivíduo clinicamente perverso com desvio comportamental); um sádico (poderia dizer cruel, depravado, mau, malvado); um bronco (poderia dizer, tosco, grosseiro, rude, obtuso); um bêbado (poderia dizer borrachão, ébrio); um tauricida (poderia dizer matador de touros) enfim… Digam-me como classificar toda esta gente que faz parte do mundo imundo e rasca (poderia dizer sujo, sebento, surrento, reles, ordinário) da tauromaquia, com palavras poéticas?
Se não estavam habituados a esta linguagem sem papas na língua, paciência! Ela reflecte simplesmente a realidade da tauromaquia, que é assim mesmo. Não há outro modo de qualificá-la.
Já chega de DOURAR A PÍLULA.
Os que vêm a este Blogue, já tiveram mil e uma oportunidades de aprender alguma coisa sobre este mundo medíocre (poderia dizer rasca, reles, ordinário) da tauromaquia, com textos que apenas denunciam as crueldades tauromáquicas, com provas científicas e vídeos que valem mais do que mil palavras.
Mas não aprenderam nada.
E já não há pachorra.
O pior ignorante é aquele que tendo oportunidade de deixar de ser ignorante, NÃO QUER.
As palavras são uma ARMA. Podem ferir mais do que punhais. Estamos numa “guerra” e é legítimo utilizá-las.
Dentro do dicionário, elas não servem para nada.
Aqui, aplicadas ADEQUADAMENTE às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o meu principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.
E está a resultar.
Por exemplo, os forcados não sabiam que eram grandes COBARDES.
Agora já sabem.
Isabel A. Ferreira
Pois, se os forcados são suficientemente cobardes para se atirarem com fúria para cima de um Touro torturado, ferido, a sangrar, em grande sofrimento, já moribundo, são capazes de todas as violências.
São eles próprios uma violência ambulante.
E consideram-se eles "símbolos" da identidade portuguesa!
Bela identidade!
Por Prótouro (Pelos touros em liberdade)
«A “prótoiro” num dos seus ataques de diarreia verbal e mental, acusa a SIC de associar o forcado, símbolo de Portugal, a comportamentos impróprios.
A megalomania da “prótoiro” não conhece limites! O forcado até pode ser um símbolo do mundinho tauromáquico, mas jamais será um símbolo de Portugal.
Bem pelo contrário, os forcados são pessoas violentas que vivem num mundo violento e que se destacam por comportamentos impróprios de pessoas civilizadas. Quando o afirmamos, não o fazemos de modo gratuito, mas sim baseados em factos concretos:
- 2003 uma largada de vacas no concelho de Montemor-o-Novo acaba em cena de pancadaria, na origem de tudo está uma agressão de elementos dos forcados de Montemor. A violência foi de tal ordem, que o presidente da junta de freguesia de Lavre, Fernando Monteiro, afirmou o seguinte ao jornal “Público” : “Foram eles que provocaram tudo. São uns arruaceiros. Onde quer que vão armam violência e são protegidos por serem filhos das famílias influentes da zona: os Vacas de Carvalho, os Veiga, os Malta, os Barata Freixo. Acho que já é tempo de serem punidos”.
- 2009 os forcados de Montemor, envolvem-se numa cena de pancadaria com os seguranças da discoteca “Praxis” em Évora.
- 2011 vários forcados envolvem-se à pancada nas bancadas do Campo Pequeno.
- 2012 forcados do Ramo Grande, Ilha Terceira, envolvem-se em cenas de desacatos com seguranças da discoteca “Kapital”.
- 2013 forcados de Montemor envolvidos em rixa em Alcácer do Sal.
Estes são alguns dos casos que foram relatados pela imprensa, quantos outros existirão que o não foram? Apostamos que casos como estes são mais que muitos, o que prova que o forcado é sem dúvida um símbolo que envergonha Portugal.
Se existisse uma taça, que premiasse os forcados envolvidos em desacatos e rixas, essa iria para o grupo de forcados de Montemor.
Prótouro
Pelos touros em liberdade»
Fonte:
***
Comentário:
Mas essas cenas de violência já vêm de longe. Quem não se lembra do grupo do Salvação Barreto que nos anos 60 (séc XX) andava pelas noites de Lisboa a destruir tudo que lhe aparecia pela frente? (Carlos Ricardo)
Que vergonha AIP! Que desprestígio!
O que levará uma Associação como a AIP a promover um evento de tão baixo nível cultural e ético e que desmoraliza os associados, que ficarão conotados com a barbárie e a tortura para divertimento de sádicos?
Torturar bebés bovinos é de gente covarde e sem carácter algum, e a AIP sendo conivente com tal crime contra a VIDA, iguala-se na covardia aos psicopatas tauricidas.
Link da foto: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=585224718175005&set=a.472890756075069.108951.143034799060668&type=1&ref=nf
Diz-se que esta iniciativa (anormal) destina-se a associados da AIP, os quais, mediante o pagamento de 50€ podem “desfrutar", ou seja GOZAR SADICAMENTE esta actividade que inclui a lide de animais jovens considerada (IMAGINE-SE) "um verdadeiro desafio para os mais corajosos"…
Desafio para os mais CORAJOSOS?
LIDAR inocentes e inofensivos BEZERRINHOS será de GENTE?
Isto não é coisa de HOMENS INTEIROS!
Isto é coisa de COVARDES PREDADORES.
TORTURAR TOUROS é já uma covardia monstruosa. Mas torturar animais jovens ultrapassa tudo o que possamos imaginar.
Serão todos os associados da AIP a favor de tão primitivo e bárbaro entretenimento?
Veremos quantos associados quererão passar por primitivos, bárbaros e sádicos.
É já no dia 1 de Junho. Sábado. Dia em que se celebra o Dia Mundial da Criança.
Não poderia a AIP organizar um evento que pudesse AJUDAR AS CRIANÇAS MAIS DESFAVORECIDAS E QUE ESTÃO A PASSAR FOME EM PORTUGAL?
Não seria isso mais CIVILIZADO e ÚTIL do que TORTURAR POBRES BEZERROS para entreter sádicos?
Aqui deixo o meu veemente REPÚDIO e INDIGNAÇÃO por mais este evento de BRONCOS, que só serve para fazer fretes ao desprezível lobby tauromáquico.
É assim o mundinho da tauromaquia: violência na arena, violência nas bancadas, violência em casa, violência nas ruas, enfim… é um fartar de violência…
E que outra coisa se pode esperar de gente que nasceu com a brutalidade a correr-lhe nas veias?
No passado sábado, dia 11 de Maio, nesta arena alentejana de Moura (que em breve ficará para sempre vazia) realizou-se uma tourada que acabou mal, com os aficionados à batatada, nas bancadas, numa cena de pancadaria “à antiga”, diz a fonte, sem mortos, mas com feridos que tiveram de ser levados ao hospital (e nós é que pagamos a conta).
E tudo por o último Touro não ter sido pegado pelo grupo de cobardes, perdão, forcados “de serviço”.
Uns entenderam que aquilo era um escândalo, outros entenderam outra coisa, e vá que, como se já não bastasse a violência na arena, a “tourada” continuou nas bancadas com os sádicos aos chutos, socos e pontapés.
Triste cena, com um significado específico: o fim apróxima-se à velocidade de um soco.
Já estamos em contagem decrescente.
Isabel A. Ferrreira
Um cartaz que só demonstra a ignorância de quem confunde liberdade com tortura
A liberdade desses “outros” termina quando começa a liberdade de os Touros terem direito à sua própria vida.
Não temos de estar todos de acordo (nas opiniões).
De acordo.
Acontece que no que se refere a touradas, não falamos de opiniões, mas de factos, atitudes covardes e sádicas, sem ética, nem moral, nem inteligência.
Podridão e psicopatia.
E a liberdade não assenta na premissa da TORTURA.
Vocês não defendem a liberdade.
Defendem a tortura, a violência e a estupidez.
Isto nada tem a ver com democracia, porque esta também não tem nada a ver com tortura.
Perderam uma boa oportunidade de estar calados e não fazer figura de parvos.
E no Arco de Almedina, aplicadas adequadamente às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.
Esta imagem vale mais do que mil palavras, mas se utilizar as palavras terei de dizer que quem fez isto é um cobarde, psicopata, tauricida, mau carácter, com muito maus instintos.
Há gente que critica a linguagem directa que utilizo para dizer das coisas rastaqueras da tauromaquia.
Confundem OPINIÃO com FACTOS.
Não percebem o que está escrito nas linhas, muito menos o que vai nas entrelinhas (o mais importante).
Falar sobre a COBARDIA DA TAUROMAQUIA não é falar de opiniões. É falar de FACTOS, comprováveis pelas imagens degradantes que existem aos milhares, e dizem mais do que mil palavras.
Opiniões, cada um tem as suas. Podemos concordar ou não com elas.
Já a TORTURA DE TOUROS E CAVALOS perpetrada por COBARDES foge ao âmbito das opiniões, porque ninguém tem o direito de torturar ninguém, e isto não é uma opinião, é um facto INDIGNO de seres humanos. Logo, quem o pratica será tudo menos humano, e tem de ser classificado com as palavras certas.
A forma correcta de lidar com a ESTUPIDEZ é chamá-la pelo próprio nome, ou seja, ESTUPIDEZ, para que quem leia compreenda o que se quer dizer. E mesmo assim, é uma desgraça. Impera por aqui uma iliteracia estarrecedora.
Agora vou usar um jargão de aficionado: quem não gosta do que lê neste Blogue, não LEIA.
Não vou mudar a minha linguagem quanto a algo que envergonha a Humanidade, só porque os aficionados e meia dúzia de falsos moralistas não gostam.
Aprendi que as palavras são para ser utilizadas conforme as circunstâncias. Se elas existem no dicionário são para classificar atitudes desprezíveis e adjectivar criaturas que andam no mundo a atormentar seres que não têm culpa da psicopatia de que sofrem os seus carrascos (poderia dizer algozes, agressores, verdugos, carrasqueiras).
Uma vez que se incomodam tanto com a linguagem que utilizo, digam-me como se adjectiva um cobarde (poderia dizer, medroso, poltrão, fraco); um torcionário (poderia dizer torturador); um psicopata (poderia dizer indivíduo clinicamente perverso com desvio comportamental); um sádico (poderia dizer cruel, depravado, mau, malvado); um bronco (poderia dizer, tosco, grosseiro, rude, obtuso); um bêbado (poderia dizer borrachão, ébrio); um tauricida (poderia dizer matador de touros) enfim… Digam-me como classificar toda esta gente que faz parte do mundo imundo e rasca (poderia dizer sujo, sebento, surrento, reles, ordinário) da tauromaquia, com palavras poéticas?
Se não estavam habituados a esta linguagem sem papas na língua, paciência! Ela reflecte simplesmente a realidade da tauromaquia, que é assim mesmo. Não há outro modo de qualificá-la.
Já chega de DOURAR A PÍLULA.
Os que vêm a este Blogue, já tiveram mil e uma oportunidades de aprender alguma coisa sobre este mundo medíocre (poderia dizer rasca, reles, ordinário) da tauromaquia, com textos que apenas denunciam as crueldades tauromáquicas, com provas científicas e vídeos que valem mais do que mil palavras.
Mas não aprenderam nada.
E já não há pachorra.
O pior ignorante é aquele que tendo oportunidade de deixar de ser ignorante, NÃO QUER.
As palavras são uma ARMA. Podem ferir mais do que punhais. Estamos numa “guerra” e é legítimo utilizá-las.
Dentro do dicionário, elas não servem para nada.
Aqui, aplicadas ADEQUADAMENTE às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o meu principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.
E está a resultar.
Por exemplo, os forcados não sabiam que eram grandes COBARDES.
Agora já sabem.
Isabel A. Ferreira
Isto não faz parte dos roteiros turísticos de qualidade
Na página da prótoiro lê-se o seguinte:
«O jornal inglês Daily Telegraph recomenda uma ida às touradas no Campo Pequeno como uma das atracções obrigatórias para os turistas que visitem Lisboa.»
O artigo onde se faz esta “recomendação” foi escrito por Guyan Mitra, que, com certeza, nunca foi a uma tourada, e disse o que disse porque ouviu dizer (o sublinhado é meu):
«Num artigo intitulado "As atrações de Lisboa: o que ver e fazer na Primavera", o jornal britânico Daily Telegraph sugere diversos lugares e eventos a não perder, nos próximos meses, na capital portuguesa.
O jornalista Guyan Mitra começa por referir que Lisboa é um destino que se pode visitar em qualquer altura do ano, já que "nunca faz demasiado frio ou demasiado calor”.
"Tendo como pano de fundo o sempre presente oceano Atlântico, esta delicada cidade beijada pelo sol vive numa espécie de conto de fadas latino" onde ainda há "costumes e tradições antigas", salienta Guyan Mitra, na introdução do artigo.
A feira internacional Arte Lisboa, que decorre em Maio na Fil, o festival de cinema IndieLisboa, a Feira do Livro e o festival Rock in Rio são apenas alguns dos eventos recomendados a quem visitar a cidade nesta Primavera.
Guyan Mitra sugere ainda uma visita às touradas do Campo Pequeno, avisando que em Portugal o touro não é morto na praça e que, goste-se ou odeie-se, "esta é uma das tradições da cidade".
Entre as sugestões do roteiro, o jornalista recomenda vários hotéis como o "charmoso" Bairro Alto Hotel, o Hotel Florida que considera "divertido" com o seu tema dedicado a Hollywood, o LX Boutique à beira do rio, o contemporâneo Jeronimos 8 ou o incontornável Lapa Palace.
No perfil do jornalista Guyan Mitra pode ler-se que o colaborador do Daily Telegraph tem laços fortes com a cidade de Lisboa que já visitou diversas vezes desde os seus 17 anos. Guyan considera que Lisboa faz um "casamento mais perfeito entre a praia e a cidade do que qualquer outro destino", incluindo o Rio de Janeiro.»
***
Pois!
Acontece que um turista culto inglês sabe perfeitamente o que é uma tourada, e matando ou não matando o touro na arena, o ritual é do mesmo modo sangrento e nada recomendável.
É sabido que quando algum turista vai a uma tourada por engano, sai de lá ao primeiro touro, e a chorar, horrorizado, com tamanha carnificina.
Vão esperando, vão, os turistas cultos, fazem turismo culto. Não lhes interessando o que de mais baixo há numa cidade.
Isto é um facto.
Só vai ao campo pequeno ver touradas, gente pequena… do cérebro.
Não tenham qualquer dúvida.
***
A respeito deste artigo, o mesmo Daily Mail escreveu há uns anos atrás como as famílias de Inglaterra estavam descontentes por "colaborar" com o barbarismo das touradas.
Vale a pena a leitura.
Este ritual degradante contará com os habituais covardes, que irão sacrificar 6 magníficos Touros, previamente maltratados, para entrarem na arena já bastante enfraquecidos, sem visão, sem cornos, e estraçalhados por dentro.
Os covardes tauricidas farão tudo, isto é, usarão de todas as armas tauromáquicas sobre seres indefesos, inocentes e fragilizados apenas para mostrarem uma “virilidade” que nem com uma lupa consegue ver-se.
Enfim, não terão casa cheia, porque está mais do que visto que em Portugal só os sádicos, os bêbados, os necrófilos, os destrambelhados mentais (e não serão tantos assim) é que vão assistir e aplaudir um ritual sanguinário, que vem do tempo das bruxarias.
Se a comunicação social cumprisse a sua função, esta “coisa” que se anuncia no jornal Correio da Manhã como um acontecimento social de “elevado nível” seria noticiado como a festa ridícula de marialvas ridículos, que já estão fora de prazo.
Desejo que tudo corra bem para os 6 magníficos Touros e que eles possam enfrentar estes covardes com a dignidade dos seres superiores que são, muito mais do que os seus ridículos carrascos. O seu sacrifício não será em vão. Todas estas mortes serão um dia desagravadas da maneira mais atroz.
Para os carrascos desejo que tudo corra mal.
Porquê?
Porque já estamos todos fartos de tanta ESTUPIDEZ!
Vejam o que eles consideram “amizade” e “camaradagem”
E o que vemos nós aqui? Um bando de covardes contra um inocente, debilitado e indefeso tourinho.
Além de grandes covardes, os conceitos deles são nivelados pelo que de mais baixo existe à face do planeta Terra.
Valentia, mas valentia a sério, era ver esta espécie de “homens” numa arena a enfrentar o maior leão da selva esfomeado.
Isso é que demonstrava a valentia deste grupelho.
Agora, tantos, para um só tourinho fragilizado?
Tenham vergonha nessas caras!|
Vão brincar com carrinhos e bolinhas de sabão.
A verdadeira história da Engrácia Prótoiro
Para o génio Albert Einstein há duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana, e do primeiro, não está seguro.
Pela verdade, pelo desmascaramento da prótoiro, pela abolição do cruel ritual tauromáquico, pela libertação dos Touros e dos Cavalos, e principalmente por uma explicação que devo a todos quantos seguiram a história que fui publicando sobre a falsa “Engrácia” e que foram interagindo comigo sem se aperceberem, este texto é imperioso.
Não havia outro modo de desmascarar a “engrácia prótoiro”.
Eu andava atrás desta "engrácia", já há algum tempo. Agora fartam-se de rir com o que pensam ter sido uma comédia.
Nem inteligência tiveram para se aperceberem de que estavam a ser gozados (por mim). E nas mensagens privadas, a tal "engrácia" nem desconfiou que estava a cair numa armadilha.
Pediu-me amizade no Facebook. Desconfiei imediatamente, pois com um nome daqueles, Maria Engrácia Facas (note-se a propensão para as armas cortantes) não me mereceu qualquer confiança.
Deixei passar algum tempo. Depois decidi aceitar, até para ver no que dava. E como já esperava, lá veio o início da conversa nas mensagens privadas do Facebook. A conversa começou em 18/3 (atenção que a linguagem da “engrácia” está intocável – uma das pistas).
10:40
Maria Engrácia Facas
Talvez ainda não saiba Isabel.
Que pouca vergonha
Mais uma associação enganada pela protoiro
Isto tem de ser desmascarado
11:43
Isabel A. Ferreira
Maria Engrácia Facas, não é por nada, mas sendo amiga da prótoiro, porque veio contar-me esta notícia?
11:47
Maria Engrácia Facas
Desculpe Isabel mas eu não sou amiga da protoiro. mantenho o like apenas para poder acompanhar o que eles vão partilhando.
Já expliquei isto a varios amigos que temos em comum e que fizeram a mesma observação. Para além do mais eu venho de uma familia que era criadora de toiros bravos e por isso estou por dentro de todas aalcatruas que eles fazem.
12:08
Isabel A. Ferreira
Eu também sigo a página. Mas não preciso de colocar lá o "gosto". Não é preciso.
12:25
Maria Engrácia Facas
E como recebemos as notificações?
14:14
Isabel A. Ferreira
Não recebemos. Não é necessário receber as notificações para seguir a página.
18:19
Maria Engrácia Facas
Já retirei Isabel.
19:10
Isabel A. Ferreira
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Terça-feira
16:20
Maria Engrácia Facas
Boa tarde Isabel. Vi agora na pagina da Animal que o responsável pelo donativo de racao da Patolas e Patinhas foi um dos directores da Prótoiro. Investiguei e foi o José Carmo Reis! Que coisas se escondem por detrás deste donativo sujo de sangue? Que pessoas conseguiu ele comprar? Passo esta informação porque a Isabel quando escreve faz com impacto que eu não tenho. Bem haja. Beijinho
17:32
Isabel A. Ferreira
Tudo o que está por detrás das sujeiras da prótoiro é obra do Carmo Reis. Toda a gente sabe disso. Toda a gente o conhece. É o elemento desestabilizador desse organismo tauricida.
Já não surpreende ninguém.
Obrigada pela informação. Beijinhos.
***
(Este foi um recado velado para o José Carmo Reis, já não tendo a mínima dúvida de quem era a tal “engrácia”).
Entretanto a “engrácia” comentou algo numa publicação no meu mural do FB, ou seja, cantou o fado da desgraçadinha (que eu apoiei, evidentemente). E então começou a verdadeira FARSA:
Quarta-feira
19:49
Maria Engrácia Facas
Obrigada pelo seu apio Isabel
Tudo o que disse é verdade mas pensei ser melhor por aqui continuar a conversa. Eu fui casada durante 27 anos com um filho bastardo da familia (palha mas não revele). O meu nome verdadeiro é Maria Engrácia Facas Palha. Era ele que tratava da ganadaria e teve sempre problemas com o alcool. Fui agredida anos a fio e a agressão não era só fisica. A pior era a psicologica constantemente deitando-me a baixo e rebaixando-me junto de tudo e todos. Levei muita pancada Isabel. Muita. mas acompanhei sempre a vida no campo e a ganadaria embora nunca tivesse gostado de touradas. mas sempre que queria falar o medo era sempre maior.
(O resto da história fui publicando no Blogue, à excepção do que a “engrácia” não queria que fosse revelado, e alguma coisa que EU não quis revelar, para poder investigar)
***
Bem, comecei logo por investigar a família Palha.
A desgraçadinha da “engrácia” tinha um filho Palha que morreu num acidente, mais o pai Palha.
Ora sabendo como sabemos da "importância" da Ganadaria Palha, foi fácil descobrir que não houve mortos dos “famosos” Palha, apenas um acidente de um tal Joaquim Palha.
Se houvesse mortos de tal monta, haveria notícias em todos os pasquins pró-tourada. Mas nem uma notícia, a não ser a do acidente do Joaquim.
E pronto.
A partir daqui foi só continuar a fazer o jogo da “engrácia”. Queria ver até onde ia a prótoiro, e pegá-la numa esquina.
E foi fácil.
Quando acharam que estavam a enganar-me, fizeram uma grande festa, embebedaram-se todos, e depois escreveram o texto que foi publicado, e riram-se muito. E acharam que enganaram quem já tem muita experiência nestas coisas e é “especialista” em investigação.
E depois disto lá veio a enxurrada de comentários IDIOTAS de gente como o Miguel Pereira, António, Rui Ferreira, Pró-Toiro, João Bruges, Manuel Marçal, Anónimos… às carradas, e com muito tintol à mistura…
Acham que vou publicar tanta idiotice?
Façam o seguinte: vão todos para a escola primária, sigam para a secundária, frequentem uma universidade ESTRANGEIRA (as nossas estão viciadas), leiam muito, deixem de BEBER e depois tentem escrever. Talvez saia alguma coisa que valha a pena publicar.
***
De tudo o que a “engrácia” quis “desabafar” com a Isabel há muita coisa verdadeira nas entrelinhas.
Pois as “engrácias” tauricidas não conseguem ter imaginação para inventar histórias novas. De modo que, quase tudo o que a “engrácia” quis denunciar podemos comprovar.
Uma coisa é certa e segura:
Os tauricidas embebedam-se à grande, e a violência doméstica é o prato do dia (mulher, filhos e Bezerros, e tudo o que é vivo e se lhes mete à frente, e depois, claro, Touros e Cavalos).
Os Touros são maltratados desde que nascem. E os Bezerrinhos que são seleccionados para serem "Touros de lide" são sacrificados em treinos, como podemos ver no link, no fim destas linhas.
Reparem na "espadinha com pico" usada pelos cobardes contra um bebé bovino, e no sangue que mancha a camisa. Ou será sumo de tomate?
Reparem também no despertar da líbido que a tortura provoca nestes psicopatas. a tal necrofilia.
Ó "Engrácia" como pudeste ser tão pascácia?!!!!
***
O mundo imundo da ganadaria Palha
(Carreguem em "imagens" e vejam...)
http://www.naturales-tauromaquia.com/reportagens/3244-academia-do-cp-na-ganadaria-palha
(Entretanto, este link foi eliminado, para que o mundo não VEJA verdade macabra que a tauromaquia esconde).
Isabel A. Ferreira