Segunda-feira, 2 de Novembro de 2015

APENAS UMA SOMBRA

 

Um belo texto sobre a miséria da condição animal.

Para reflectir…

 

APENAS UMA SOMBRA.jpg

 

Um texto de "QUEBRA DO SILÊNCIO"

 

Perdido. Talvez seja essa a melhor definição para o estado actual dele. Desconhece como chegou àquele antro de tristeza cinzenta. Desconhece se é dia ou de noite: a pequena luz que ilumina o espaço não calendariza o tempo. Só o desprezo pela sua existência grita na intermitência daquela parca luz.

 

Se tem um nome, não o sabe. Se tem pai ou mãe é algo que também não deve passar-lhe pela cabeça. Ou se calhar passa-lhe, sabe-se lá. É complicado compreender um bicho; torna-se mais fácil desapropriá-lo, na nossa mente, de quaisquer emoções que ele possa sentir. Deste modo o desapego e a despreocupação tornam-se mais fáceis para o nosso coração.

 

Os seus olhos não discernem o quanto ele já cresceu e o quanto ele é renegado pelo mundo lá fora. Melhor assim, talvez. Melhor ignorar que do outro lado da parede ninguém se questiona sobre ele.

 

Se ele está bem.

Se ele precisa de alguém.

Se ele precisa de ser retirado daquele abraço gélido e sentir o cheiro da liberdade e o calor do amor puro. Embrulhar-se na erva fresca e respirar o sol.

 

Ninguém questiona.

E ele não sabe que ninguém questiona.

Melhor assim. Talvez.

 

Os seus olhos somente vislumbram os seus companheiros, igualmente encafuados em jaulas como a dele. O toque do metal é medúsico, ao ponto de trespassar a pele e petrificar os ossos. A fadiga emocional agita-os, tornando o choro e o lamento num silêncio ensurdecedor. Uma vez por outra aparecem os homens para deixar-lhes alimento, mas nem o mínimo gesto de carinho têm para com eles. Nem a mais pequena atenção. Simplesmente atiram com a comida aleatoriamente e nem nos olhos os encaram. São só bichos. Desconsiderá-los é a máxima consideração que têm por eles.

 

Uma vez por outra, também, repara que os mesmos homens retiram alguns dos bichos das suas jaulas e levam-nos pelo corredor a uma outra sala, para depois regressarem sem eles. É uma estranheza que lhe arrepia a pele e eriça-lhe o pêlo: uma incógnita que fica por desvendar eternamente e que o perturba.

 

Ele repara que aqueles que se encontram mais tempo naquela sala é que são os escolhidos para caminharem pelo corredor até serem engolidos pelo desconhecido. Provavelmente alguém veio buscá-los para oferecer-lhes a oportunidade que merecem: a liberdade, que é tão arbitrariamente pintada nas suas expectativas de bicho. A vontade de sentir o sereno Zéfiro que não entra naquele Hades sufocante e tenebroso. E a espera, a tremenda espera sem saber o seu destino. É uma ânsia que o mutila.

 

Como se disse, ele desconhece se é de dia ou de noite. Conceitos temporais como dias, semanas, meses ou anos não existem para ele.

Mas existem para nós.

 

Passam, portanto, cerca de quatro meses. A rotina é, finalmente, quebrada: um homem retira-o do seu pequeno espaço e leva-o pelo tal corredor misterioso. Os tons neutros do chão inquietam-no, deixando-o num pânico descomunal. Algo não está certo e ele sente-o. Sente que, afinal, se sair daquela ala, não será a liberdade a recebê-lo de braços abertos: se o fosse, não ouviria o berreiro infernal que se aproxima cada vez mais, num ritmo aterrorizante e descompassado.

 

Ele tenta soltar-se das amarras que lhe foram colocadas, mas em vão. As mãos que só olham para ele como uma coisa, e não como alguém, apertam-lhe a alma e obrigam-no a prosseguir. A agonia que continua a ouvir começa a sussurrar-lhe ao ouvido, dizendo-lhe que não há escapatória possível.

 

Ninguém quis saber dele. Ninguém se lembrou de pensar nele, mesmo sem saber da sua existência. Ninguém pensou em salvá-lo. Agora, ele encontra-se no mesmo estado em que estava quando chegou à sala, e que o acompanhou durante aquele tempo todo. Perdido.

 

Assim que ele chega ao outro lado, o seu destino está irreversivelmente registado. As suas súplicas chorosas ecoam pelo ar até um único golpe silenciá-lo definitivamente. Aos poucos, numa convulsão abismal, a sua vida abandona o corpo. Os seus pequenos olhos fecham-se, derramando a última lágrima que é olvidada por aqueles que o arrastaram até à morte. A compaixão, aqui, é proibida: se ninguém se deu ao trabalho de pensar nele, muito menos aqueles homens têm de fazê-lo. Afinal, é apenas um bicho.

Apenas uma sombra.

 

Apenas um porco

um bezerro

uma raposa

um cão.

 

Não importa o animal que pensou. Importa o sofrimento causado.

 

Na verdade, este texto retrata, de um modo muito amplo e suavizado, aquilo que os porcos passam na indústria pecuária: no entanto, também serve para retratar o que acontece com outros animais explorados no mesmo sector, com os animais que são aprisionados em fazendas de produção de peles e com os animais que foram abandonados e/ou atirados para os canis.

 

Todos os dias, a cada segundo, milhares de animais morrem porque ainda há quem os coma, quem os vista e quem os veja como lixo urbano. E, com isto, não estou a contabilizar os animais marinhos utilizados para propósitos alimentares e os que são alvo de experiências e de entretenimento.

 

Todos os dias, diversas almas somem dos seus corpos porque tiveram a triste sina de nascerem como animais não-humanos. A cada piscar de olhos (e só tendo em conta a indústria da carne, do leite e dos ovos) setecentas e trinta e seis vidas foram ceifadas. Cada um de nós pode fazer a sua parte ao abraçar uma filosofia de vida não-violenta.

 

Ao rejeitar a exploração, a tortura e a morte.

Ao rejeitar que os animais são coisas.

Cada um de nós é uma esperança para esses animais.

Essa esperança só precisa de ser despertada.

Desperte. Viva e deixe viver.

 

Fonte:

http://grito-silenciado.blogspot.pt/2015/11/apenas-uma-sombra.html?showComment=1446460397141#c8723926328641590772

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:17

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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Boicote total à Zara, que insiste em explorar cruelmente animais

 

É preciso ter consciência do mal

 

 

Vamos enviar manifestos de repúdio à ZARA.

 

A ZARA utiliza Coelhos, que são esfolados vivos e atirados sem dó nem piedade para uma gaiola para que o seu pelo cresça novamente.

 

Chegam a sangrar e a gritar de dor, como qualquer um de nós faria, se nos arrancassem a pele.  

Obrigatório ver este vídeo, principalmente quem usa peles:

 

https://www.facebook.com/photo.php?v=279735522189412&set=vb.199845816845050&type=2&theater

  

https://www.facebook.com/Zara?fref=ts

  

https://www.youtube.com/watch?v=PtAFHyXS31M

 

Petição contra venda de peles:

https://secure.avaaz.org/en/petition/Proibicao_da_exportacao_importacao_e_venda_de_peles_no_Brasil

  

Fonte: 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=858612444154099&set=a.367401929941822.112803.367385493276799&type=1&theater

***

Dez razões para deixarem o "angorá" fora do vosso guarda-roupa:  

 

A próxima vez que fizerem compras de roupas novas, por favor, percam um pouco de tempo a ler o rótulo da camisola ou cachecol. Se ele disser que é "angorá", a peça provavelmente começou por ser um animal vivo, cuja pele lhe foi repetidamente arrancada do corpo.

 

A seguir estão 10 razões para deixarem o "angorá" fora do vosso guarda-roupa.

 

1. Os desumanos trabalhadores destas fazendas, arrancam violentamente as peles dos coelhos com os animais vivos e a gritar de dor. (Ver vídeo acima)

 

2. Os coelhos suportam este sofrimento terrível e bárbaro a cada três meses da suas vidas.

 

3. Depois de lhes ter sido arrancado todo o pelo, os coelhos voltam às suas minúsculas gaiolas sujas, onde ficam imóveis, atordoados e em estado de choque.

 

4. Os coelhos, massacrados, são firmemente amarrados pelas pernas, suspensos no ar ou esticados em placas. Com ferramentas de corte bem afiadas, os carrascos vão-lhe cortando a pele e inevitavelmente, eles lutam desesperadamente para poder escapar.

 

5. O cheiro a amónia que vem a partir do chão encharcado de urina dos pobres animais, muitas vezes faz com que os seus olhos estejam sempre irritados e infectados.

 

6. Os coelhos na natureza podem andar livremente e sem grandes limitações, mas nas fazendas de peles, eles são encerrados individualmente em gaiolas de arame, não sendo estas muito maiores do que os seus próprios corpos.

 

7. As gaiolas são empilhadas em fileiras e estas em camadas sobre camadas, como qualquer outro animal de criação de industrial.

 

8. Por vezes tantas fileiras quanto os olhos podem ver.

 

9. Após dois a cinco anos, os coelhos que sobreviveram a este abuso repetido da extracção da pele, serão recolhidos e abatidos.

 

10. As suas gargantas são cortadas, e a pele é arrancada definitivamente dos seus frágeis corpos, os quais serão processados e vendidos para a comida humana.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=576488555752499&set=a.452981444769878.1073741825.100001740791934&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:46

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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

CRIANÇAS PORTUGUESAS EM RISCO NAS ESCOLAS DE TAUROMAQUIA = ANTROS DE CRUELDADE, VIOLÊNCIA E DESUMANIDADE

 

Qual o papel das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens nesta área? E o dos “pais”? E o do Governo Português?

 

(Foto: DR - http://diariotaurino.blogspot.pt/2011/12/el-juanito-na-escola-de-toureio-de-vila.html

 

Depois de ter frequentado a escola de toureio de Alter do Chão, esta criança, bezerrista, que dá pelo nome de "El Juanito", filho do bandarilheiro Hugo Silva, ingressou na Escola de Toureio José Falcão, em Vila Franca de Xira. Agora, tem como orientador um tal de Vítor Mendes, e dizem que o pequeno Juanito (pois, é pequeno na idade) sonha em tornar-se um torcionário. Isto lá é sonho de criança?

 

***

Em Portugal existem vários organismos que foram criados para supostamente protegerem as crianças e jovens portugueses que estão em risco, por muitos e variados motivos, entre eles quando são obrigados a actividades (…) inadequadas à sua idade, dignidade e situação pessoal ou prejudiciais à sua formação ou desenvolvimento, como é o caso dos que são enviados para escolas tauromáquicas (antros de crueldade, violência e desumanidade) altamente prejudiciais a um desenvolvimento psíquico saudável e de acordo com as normas da ética e dos valores humanos que regem as sociedades contemporâneas.

 

Podemos confirmar no Portal http://www.cnpcjr.pt/left.asp?11

 

O que são as CPCJ?

 

Nos termos do disposto na Lei n.º 147/99, de 1 de Setembro, as Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) são instituições oficiais não judiciárias com autonomia funcional que visam promover os direitos da criança e do jovem e prevenir ou pôr termo a situações susceptíveis de afectar a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral.

 

Pois o que fazem estas comissões em relação às crianças e jovens que estão expostos à violência que eles próprios exercem sobre bezerros e novilhos, nas várias escolas onde se ensina a torturar seres vivos para diversão?

 

Deixo a pergunta para quem tiver uma resposta positiva.

 

Conceito de perigo

 

Segundo podemos ler no referido Portal, considera-se que a criança ou o jovem está em perigo quando, designadamente, se encontra numa das seguintes situações (para o caso só nos interessa o que está sublinhado)

 

1- Está abandonada ou vive entregue a si própria;

 

2- Sofre maus tratos físicos ou psíquicos ou é vítima de abusos sexuais;

 

3- Não recebe os cuidados ou a afeição adequados à sua idade e situação pessoal;

 

4 - É obrigada a actividade ou trabalhos excessivos ou inadequados à sua idade, dignidade e situação pessoal ou prejudiciais à sua formação ou desenvolvimento;

 

5 - Está sujeita, de forma directa ou indirecta, a comportamentos que afectem gravemente a sua segurança ou o seu equilíbrio emocional;

 

6 - Assume comportamentos ou se entrega a actividades ou consumos que afectem gravemente a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento sem que os pais, o representante legal ou quem tenha a guarda de facto lhes oponham de modo adequado a remover essa situação.

 

***

Posto isto, devemos acrescentar que os maiores responsáveis depois do Governo Português, o qual permite a existência destes antros de crueldade, de violência e de desumanidade, são os que se dizem “pais”, que deviam zelar por um desenvolvimento saudável dos seus filhos, e atiram-nos sem o mínimo de consciência, para a toca de carrascos, onde aprendem a torturar bovinos bebés (bezerros e novilhos).

 

Por muito menos, já vi  comissões e magistrados a retirarem os filhos aos “pais”.

 

Estas crianças correm riscos tanto ou mais danosos que os maus tratos físicos (exceptuando a pedofilia e abusos sexuais pelos próprios pais, que é dos crimes mais asquerosos que existem, e as penas para tais crimes são tão leves como as penas das aves…) ou uma pobreza que poderá ser minimizada com a ajuda de instituições existentes para esse efeito.

 

Com tantas instituições de caridade que existem por aí, e assistentes sociais em todas as Câmaras Municipais, nenhuma família pobre em Portugal tem necessidade de passar fome. E se passa é porque as instituições não funcionam.

 

Alguma vez estes organismos pretensamente “protectores” de menores de 6 anos até aos18 anos se dignaram a fazer alguma coisa em prol da saúde mental destes negligenciados pelos próprios “pais”, pelas autoridades e pela sociedade?

 

Quando vem um Ministro da Educação dizer que é preciso investir na educação, é a este “tipo de educação” que está a referir-se? Sim, porque para a educação pedagógica, pelo que vemos, não há verbas para nada, mas para as escolas de toureio, os $$$$$$$$ nunca falham. Nem que se deixe famílias a passar fome, com os cortes de salários.

 

Para touradas e afins… o dinheiro nunca falta. Enfim, são opções de alienados…

 

E os “professores” de toureio. Nomeadamente os que leccdionam em escolas públicas? Esses, envergonham os verdadeiros professores que trabalham em prol de uma educação para a cidadania, seguindo a ética e os valores humanos.

 

A dessensibilização sistemática destas crianças e jovens nestes antros de tortura, onde o desrespeito pela vida de seres sencientes é hediondo e transmitido como algo aceitável e não condenável, está a formar uma geração de monstros, igual à que hoje ainda vamos tendo nessas terrinhas taurinas, onde se verifica um atraso civilizacional desmedido.

 

Isto vai contra todas as leis (que existem em Portugal apenas para constar) de protecção de crianças e jovens.

 

Por isso é premente exigir o fim destas escolas tauromáquicas.

 

É urgente proteger as crianças e jovens de hoje.

 

Não podemos deixar que o futuro venha já a cair de podre. 

 

E principalmente é urgente responsabilizar os “pais” destes inocentes, para que não sejam transformados em corpos sem sensibilidade, sem qualquer empatia pelos outros e sem alma.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:57

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Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2014

HIPÓC(a)ritas

 

 

Por João Varela

 

Os Bombeiros de Setúbal produziram um calendário para 2014 onde no mesmo constam fotos de bombeiros em pose de modelos com o tronco nu.

 

O objectivo com este calendário era que as receitas das vendas do mesmo revertessem para a Cáritas.

 

Este acto nobre foi rejeitado pela entidade em causa, provavelmente pelas fotos apresentadas. Ora, se o "homem foi feito à imagem de Deus" onde mora a maldade no seu corpo? Não será que a maldade habita apenas os olhos e as mentes de quem vê os corpos dos bombeiros?

 

E já agora que valores são estes que rejeitam a obra divina mas aceitam receitas oriundas de tortura animal? Para mim isto tem um nome: hipocrisia!

 

E sendo que esta instituição de seu nome "Cáritas", baseia o seu trabalho na alegada caridade alheia, onde está a caridade pelos que necessitam ao rejeitarem tão nobre acto por parte dos Bombeiros de Setúbal?

 

Bom, já que falamos de caridade talvez valha a pena ler o que a Bíblia acerca deste tema, livro este que esta gente alegadamente deveria seguir.

 

Ora 1 Coríntios 13:1-13 diz acerca da "caridade":

 

"1. Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.

 

2. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.

 

3. Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!

 

4. A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.

 

5. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.

 

6. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.

 

7. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

 

8. A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.

 

9. A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.

 

10. Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.

 

11. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.

 

12. Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.

 

13. Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade."

 

Pois bem, a meu ver esta entidade de caridade nada tem, mas tem de hipocrisia, daí que encerre esta minha reflexão com uma sugerindo que mudem de nome para HIPÓCRITAS!

 

Fonte:

http://abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt/2014/01/hipocaritas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+AbolioDaTauromaquiaEmPortugalENoMundo+(ABOLI%C3%87%C3%83O+da+tauromaquia+em+Portugal+e+no+Mundo)

 

***

 IMAGENS CHOCANTES... (?)

 

Qual destas imagens é mais chocante para si?

 

A CÁRITAS recusou uma oferta dos Bombeiros de Setúbal, porque as imagens de bombeiros em tronco nu, não terão agradado à instituição. Os bombeiros editaram um calendário de grande sucesso, cujo objectivo é a recolha de fundos para uma instituição de solidariedade.

 

Curiosamente a CÁRITAS não tem o mesmo problema em associar a sua imagem às touradas, daí que a nossa pergunta seja esta:

 

Qual destas imagens é mais chocante para si?

 

Fonte:

http://abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt/2013/12/imagens-chocantes.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+AbolioDaTauromaquiaEmPortugalENoMundo+(ABOLI%C3%87%C3%83O+da+tauromaquia+em+Portugal+e+no+Mundo)

 

***

CARIDADEZINHA: SÓ ACEITAM DINHEIRO SUJO DE SANGUE

 

Tão púdicas e tão CRUÉIS!!! Para quem já esqueceu a CARIDADEZINHA: SÓ ACEITAM DINHEIRO SUJO DE SANGUE

"Calendário erótico já tem mais de 500 encomendas, mas a Cáritas recusa a ajuda"

 

"Cáritas recusa dinheiro dos bombeiros de Setúbal

 

A página de Facebook tem quase 15 mil fãs

 

A Cáritas recusou o dinheiro obtido com a venda do calendário erótico dos

Bombeiros Sapadores de Setúbal.

 

Segundo o Correio da Manhã, a associação ligada à Igreja Católica foi a primeira escolha dos bombeiros, que mantêm o objectivo de ajudar uma instituição de solidariedade social e em breve vão revelar qual foi a escolhida.

 

As fotografias dos bombeiros continuam a ser um sucesso e em apenas dois dias, a página de Facebook criada para promover o calendário tem quase 15 mil fãs.

 

O calendário custa 4 euros e as encomendas podem ser feitas através da rede social."

http://www.ionline.pt/artigos/portugal/bombeiros-setubal-fazem-calendario-sexy

Bombeiros despidos em calendário
Solidariedade em Setúbal
http://www.vidas.xl.pt/noticias/fotos/FotosDetalhe/bombeiros_despidos_em_calendario142522703.html

Calendário Bombeiros Sapadores
https://www.facebook.com/calendariobombeirossapadores

 

Fonte

http://abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt/2013/12/caridadezinha-so-aceitam-dinheiro-sujo.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+AbolioDaTauromaquiaEmPortugalENoMundo+(ABOLI%C3%87%C3%

83O+da+tauromaquia+em+Portugal+e+no+Mundo)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:22

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