Terça-feira, 13 de Novembro de 2018

O "ACORDO" QUE NINGUÉM QUER

 

«O «acordo ortográfico» é como aqueles bêbedos chatos que aparecem sem ser convidados: entra, instala-se e não pára de incomodar; mas – por piedade, temor ou excesso de civilidade – ninguém se atreve a pô-lo na rua.»

 

Viriato Teles no seu melhor.

VIRIATO TELES.jpg

 

Texto de Viriato Teles

 

«Uma boa notícia chegou de Luanda, onde esta semana a Academia Angolana de Letras pediu formalmente ao governo de João Lourenço que não ratifique o AO. Se seguida a sugestão, como se espera, Angola dará um passo decisivo para reverter um «acordo» que, como sublinha a AAL, «trouxe mais problemas do que resolveu».

Com uma lucidez que não se tem revelado nas instituições de aquém-mar, os angolanos colocam o dedo na ferida: «Face aos constrangimentos identificados e ao facto de não ser possível a verificação científica dos postulados de todas as bases do AO, factor determinante para a garantia da sua utilização adequada, a AAL é desfavorável à ratificação por parte do Estado angolano.»

As razões apresentadas são as mesmas que, por cá, os vários grupos de resistência cívica ao «acordo» têm sublinhado, com destaque para o «número elevado de excepções à regra» (as absurdas «facultatividades») que «não concorre para a unificação da grafia do idioma, não facilita a alfabetização e nem converge para a sua promoção e difusão».

A melhor definição do AO ouvi-a ao humorista brasileiro Gregório Duvivier: «O acordo ortográfico é como a tomada de três pinos: criou uma solução para um problema que não havia.»

Só que o problema, que não havia antes, passou a existir depois.

A confusão instalou-se, alastrou à semântica e à sintaxe, e na formulação escrita da língua portuguesa passou a vigorar a regra do «faz-como-te-der-jeito» – aliás uma constante em documentos oficiais, a começar pelo Diário da República, onde diariamente coincidem na mesma frase as ortografias de antes e de depois do «acordo», e às vezes até outras, inventadas ou induzidas pelo caos em volta.

A verdade é que, tirando Malaca Casteleiro e os seus prosélitos, é quase impossível encontrar defensores do «acordo». Porque é comprovadamente mau e ninguém gosta dele, nem sequer os que, por funções de Estado, se sentem no dever de o aplicar. Só tem faltado quem tenha a coragem de dar o primeiro passo para lhe pôr fim.

É um assunto incómodo para o governo, mesmo se, nele, o vate que ministra na Cultura assobia para o lado porque tanto se lhe dá escrever assim como assado. Felizmente o mesmo não pensa o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que até faz parte do grupo de Professores Contra o Acordo Ortográfico, no Facebook. Não chega, mas é um bom princípio.

Mas este é também um tema desconfortável para a oposição. Afinal, o «acordo» foi impulsionado politicamente, em Portugal, por duas das mais labruscas figuras que geriram o país e a cultura dele (Cavaco e Santana, sim, é bom lembrar) e atravessou a inércia dos sucessivos governos desde então. No parlamento, apenas o PCP levantou reservas e recentemente propôs a reversão. Os demais, à direita e à esquerda, continuam a preferir varrer a areia para debaixo do tapete.

Talvez o impulso da Academia Angolana de Letras ajude Portugal a, de uma vez por todas, encarar a questão de frente, colocando-lhe o ponto final que merece. Querem fazer um acordo? Pois então comecem por concordar em acabar com este, que não tem ponta por onde se lhe pegue.

(Em jeito de nota de rodapé, esclareça-se que a tomada de três pinos referida no texto foi adoptada como norma no Brasil, poucos anos atrás, como parte de um «plano de segurança» da rede eléctrica nacional. Um plano que, tal como o AO se revelou inútil – porém muito lucrativo para a indústria de material eléctrico, e particularmente para a multinacional que esteve na origem da criação deste suposto «sistema de segurança». Que não é eficaz e mais ninguém usa, mas potencialmente obrigou à substituição de tomadas em 60 milhões de casas em todo o Brasil, operação que terá movimentado para cima de 1400 milhões de reais, algo como 325 milhões de euros. Qualquer semelhança com os negócios que o AO gerou é, naturalmente, mera coincidência.)»

 

Fonte:

https://www.rtp.pt/noticias/opiniao/viriato-teles/o-acordo-que-ninguem-quer_1104494

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:51

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Terça-feira, 2 de Outubro de 2018

«TOURADA – TRADIÇÃO MARIALVA, PRIMÁRIA E SOEZ»

 

«Num tempo em que se pugna pela igualdade de direitos entre géneros, vemos o poder político a dar a precedência a uma tradição marialva, primária e soez. A questão não reside apenas em matar o touro - esse sim! Debate-se com galhardia ante o "mais forte" que se respalda num pobre e escravizado cavalo - mas na cobardia de fazer espectáculo para colocar hordas ululantes de imbecis sanguinários a aplaudir um gládio em que é suposto ganhar "o mais forte", ou seja, o marialva narcisista que substitui a chupeta de que ainda precisa para se afirmar e sentir-se apreciado, pela bandarilha. Abjectamente narcisista! Desonrosamente primevo! Um atentado à civilidade.»

(Conceição Lopes da Silva)

 

ALBUFEIRA.jpg

Selvajaria tauromáquica em Albufeira: repare-se na ENCHENTE de GENTE… E torturam touros para inglês ver, e o inglês nem sequer lá põe os pés, porque em Albufeira, dizem os Ingleses, «bullfight is bullshit», e quem é que tem pachorra para bullshit, quando se tem praias lindas onde podem banhar-se nas águas límpidas do oceano?

Só mesmo mentes deformadas e doentias acham que bullfight é coisa que alguém do Bem e de Bem possa assistir!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:54

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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

AINDA A QUESTÃO DA TOURADA PARA ANGARIAR FUNDOS PARA OS BOMBEIROS DA REGIÃO DE SANTARÉM…

 

ESTE SIM, É UM VERDADEIRO BOMBEIRO

 

BOMBEIRO.jpg

Um BOMBEIRO administra oxigénio a um filhote de hamster que estava dentro de uma rulote que se incendiou. A este tipo de BOMBEIROS, eu curvo-me e reverencio.

Mais imagens de BOMBEIROS salvadores de vidas neste link:

http://misteriosdomundo.org/10-imagens-de-bombeiros-que-arriscaram-suas-vidas-para-salvar-animais/

 

***

EM SANTARÉM TORTURAM-SE TOUROS PARA ANGARIAR UMA ESMOLINHA PARA OS bombeiros DA REGIÃO

(E querem que eu fique calada?)

 

SANTARÉRM.jpg

 

A propósito da INDIGNAÇÃO (à qual tenho direito) que demonstrei no texto que escrevi sobre esta macabra iniciativa, que encheu os bolsos de algum ganadeiro, das santas casas da (falsa) misericórdia, mas não os COFRES das corporações, em nome das quais esta carnificina se realizou, recebi este comentário, ao qual respondi.

 

João Forte, deixou um comentário ao post DISPAM A FARDA, BOMBEIROS DA REGIÃO DE SANTARÉM, PERDERAM A DIGNIDADE AO ACEITAREM DINHEIRO SUJO DO SANGUE DE INOCENTES BOVINOS SACRIFICADOS às 13:50, 2016-09-29.

 

 

Comentário:

Não lhe reconheço moral para dizer que os bombeiros têm de ser como você acha que têm de ser. Considero lamentável arrastar o nome dos bombeiros voluntários para a lama, de uma forma populista e demagógica. Não são os bombeiros que têm de decidir, mas sim as direcções. Isto é uma questão civilizacional, não "bombeirística". Como saberá, Santarém é uma região onde, infelizmente, isto se faz, portanto não confunda alhos com bogalhos sff. E, finalizando, não me leve a mal, mas não lhe reconheço qualquer autoridade para afirmar que "isto também é ser bombeiro", ou mesmo " dispam a farda. Não são dignos dela". A senhora não sabe o que é ser-se bombeiro/bombeira e os horrores e as dificuldades que passamos. Pode imaginar, mas daí a saber vai um passo muito grande. Resumindo, não confunda uma questão civilizacional com bombeiros.

 

***

 

João Forte, então estamos quites.

 

Eu também não lhe reconheço nem moral, nem cultura, nem qualquer outra virtude, para pretender fazer dos bombeiros, uns carniceiros, e aceitar esmolinhas manchadas do sangue e do SOFRIMENTO ATROZ de seres vivos inocentes, inofensivos, sencientes e indefesos. Certo?

 

É que é preciso que fique bem claro: NÃO SOU EU que aplaudo a tortura de seres vivos para angariar fundos para os bombeiros.

 

E como já disse, um bombeiro, que é BOMBEIRO e SOLDADO DA PAZ não se presta ao papel de carniceiro. E se se presta, é porque concorda. E deixa de ser Soldado da Paz.

 

E atenção! Quem arrasta os bombeiros voluntários para a LAMA também não sou eu. São eles próprios, ao ACEITAR entrar neste jogo SUJO, onde o único animal HONESTO é o TOURO. Certo?

 

E vá aprender o significado de “populista” e demagógica” junto aos governantes e às direcções de bombeiros, pois não sou EU que faço política SUJA.

 

Também já disse e vou repetir alto:

 

OS BOMBEIROS (OS VERDADEIROS BOMBEIROS) NÃO TÊM OBRIGAÇÃO DE CUMPRIR ORDENS PARVAS DAS DIRECÇÕES PARVAS. HÁ DUAS OPÇÕES CHAMADAS “OBJECÇÃO DE CONSCIÊNCIA” E “DESOBEDIÊNCIA CIVIL”, PREVISTAS NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, ÀS QUAIS OS CIDADÃOS CONSCIENTES PODEM RECORRER QUANDO OS OBRIGAM A FAZER ALGO CONTRA A PRÓPRIA CONSCIÊNCIA CÍVICA.

 

Certo?

 

A sua ignorância abeira o ridículo. Quando é que OBEDECER a uma DIRECTIVA ESTÚPIDA é uma questão CIVILIZACIONAL? Jamais, nem no tempo da ditadura.

 

Sei muito bem que SANTARÉM é uma região TAURICIDA e CIVILIZACIONALMENTE ATRASADÍSSIMA, mas lá por ser uma região TAURICIDA e CIVILIZACIONALMENTE ATRASADÍSSIMA não significa que todos tenham de o ser, e muito menos os SOLDADOS, que se dizem da PAZ, mas aplaudem a VIOLÊNCIA e a CRUELDADE, cometidas COBARDEMENTE contra seres vivos indefesos.

 

VOLUNTARIAMENTE, sem interesses económicos, até são capazes de ir salvar cães e gatos, para ficarem bem na fotografia. Mas também VOLUNTARIAMENTE, mas já com INTERESSES ECONÓMICOS, deixam que bovinos indefesos sejam barbaramente torturados para receberem uma ESMOLINHA.

 

Diga lá qual o montante da FORTUNA que os bombeiros da região de Santarém receberam com a TORTURA DE BOVINOS?

 

E aqui não se confunde alhos com bUgalhos. Aqui DEFENDE-SE a VIDA de TOUROS INDEFESOS. Coisa que os bombeiros da região de SANTARÉM deviam ter feito e não fizeram.

 

Pois pouco me importa que me reconheça autoridade ou não. Estou-me nas tintas para a “avaliação” de alguém que não tem a mínima elevação moral, nem cultural nem social para discernir entre ANGARIAR FUNDOS CIVILIZADAMENTE e ANGARIAR FUNDOS MANCHADOS DE SANGUE INOCENTE, para as corporações locais.

 

Eu sou uma cidadã livre, com sentido cívico e cultura crítica. Tenho a autoridade que tudo isto me concede, para repetir isto bem alto:

 

SER BOMBEIRO TAMBÉM É SALVAR A VIDA DOS ANIMAIS CHAMADOS TOUROS, TÃO ANIMAIS COMO OS CÃES E GATOS, COMO OS BOMBEIROS, COMO EU, E COMO TODA A HUMANIDADE.

 

Certo?

 

Bem como, desprezando todos aqueles que não SABEM HONRAR UMA FARDA, tenho a autoridade cívica de lhes dizer: DISPAM A FARDA! NÃO SÃO DIGNOS DELA, UMA VEZ QUE NÃO SABEM HONRÁ-LA. É o mínimo que podem fazer para se ressarcirem do mal que provocaram.

 

SEI muito bem o que é SER BOMBEIRO, e as dificuldades por que as corporações passam. E por saber disso, todos os anos, contribuo com o MEU DINHEIRO (e não é pouco) para que os bombeiros se comportem como SOLDADOS DA PAZ, e não para que se comportem como CARNICEIROS.

 

E NENHUMA NECESSIDADE justifica ter de TORTURAR ANIMAIS SENCIENTES para angariar fundos, quando há mil e uma maneiras de angariar fundos HONESTAMENTE. CIVILIZADAMENTE. Ou não?

 

Agora gostaria que me EXPLICASSE essa sua última frase: «não confunda uma questão CIVILIZACIONAL com bombeiros».

 

Como disse? O que é isto? O que é que eu confundo? Que questão CIVILIZACIONAL é esta?

 

Quem parece estar a confundir as questões é você, pois em nenhuma parte do mundo, é da CIVILIZAÇÃO torturar seres vivos para angariar fundos. Só mesmo num país terceiro-mundista como Portugal, onde ainda existem localidades, como Santarém, com um COLOSSAL ATRASO CIVILIZACIONAL, e onde bombeiros que enchem a boca a exigir RESPEITO, desrespeitam a VIDA de INFELIZES BOVINOS, para receberem uma ESMOLINHA, que nem dá para as garrafas de água de um só dia.

 

Olhe que não sou eu que preciso de lições de CIVILIDADE, João Forte. Pode crer.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2016

DENÚNCIA: RESTAURANTE PLANEIA MATANÇA DE PORCO PARA VENDA DA CARNE AO PÚBLICO EM VIANA DO CASTELO

 

… fazendo da morte de um ser senciente uma festa…

 

Numa iniciativa ilegal (sabendo como sabemos que a veterinária municipal está de férias), proibida em Portugal e demonstrativa de uma apetência patológica para aplaudir o sofrimento e a morte de um Porco ao vivo.

 

Isto só acontece num país onde o sadismo é incentivado por uma legislação absurda.

 

Enviada para:

dirgeral@dgav.pt, ct.vct.dvct.npa@gnr.pt, correio.asae@asae.pt

 

MATANÇA DE PORCO XXX.jpg

 

Excelentíssimas autoridades,

 

Repetindo o feito do ano passado, sem ter aprendido absolutamente nada, e continuando a optar pela ignorância, pela ilegalidade e pelo prazer mórbido de ver a morte de perto, os proprietários de um restaurante em Viana do Castelo, não só estão a promover uma "matança de porco ao vivo " como também a vender bilhetes para esta carnificina, onde a carne do animal será distribuída ao público…

 

Independentemente da crueldade desta iniciativa, também aqui fica em causa a legalidade deste acto, que de acordo com a informação que nos foi dada por vós, a venda da carne destes animais ao público não é autorizada, ainda que seja permitida a matança para consumo familiar.

 

Mas sem “ESPECTÁCULO” PÚBLICO, obviamente.

 

Este acto anormal repete-se, mesmo depois de no ano passado ter sido denunciado, o que nos leva a crer que as autoridades NADA FIZERAM para travar estas iniciativas carniceiras, em público.

 

Ou será que me engano?

 

Aqui fica a denúncia pública.

 

O cartaz é público, e só não o coloco aqui na íntegra, para não fazer propaganda grátis a um restaurante de tão baixo nível ético.

 

Aguardando que vossas Excelências tomem as medidas adequadas para que esta carnificina pública não se concretize e nem sequer volte a repetir-se a intenção (como cidadã portuguesa tenho o direito cívico de exigir que se cumpram as normas de uma civilidade, ainda que mínima) subscrevo-me atentamente,

 

Isabel A. Ferreira

 

PS:

Repare-se na "festa" ao redor da morte de um ser senciente, que tem a inteligência de uma criança humana de três anos.

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publicado por Isabel A. Ferreira às 15:16

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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2015

MISTURAR PATINAGEM ARTÍSTICA COM SELVAJARIA TAUROMÁQUICA É DESPREZAR A ARTE DE DANÇAR SOBRE PATINS

 

QUE VERGONHA, HÓQUEI CLUBE DA MEALHADA!

QUE FALTA DE LUCIDEZ!

 

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O Hóquei Clube da Mealhada, este ano, decidiu CONSPURCAR a arte de dançar sobre patins, ao realizar o II Festival de Patinagem Artística fazendo alusão à SELVAJARIA TAUROMÁQUICA, uma prática selvática e primitiva que está a ser contestada em todo o mundo civilizado, e a perder cada vez mais adeptos.

 

Na mesma medida em que o mundo evolui, os tauricidas estão a ser marginalizados como uns inúteis e parasitas da sociedade.

 

Por isso, o lobby tauromafioso anda DESESPERADAMENTE a infiltrar-se em todos os cantos e recantos artísticos, com o intuito de “salvar” o que já está irremediavelmente perdido.

 

Contudo, que os tauromafiosos o façam, não nos surpreende, pois é próprio da sociopatia pretender que a demência se encaixe no que se denomina saúde mental.

 

Agora que um clube, que deveria pugnar pela pureza da Arte e dar um exemplo de civilidade aos jovens patinadores, aceite entrar neste jogo de alienados e ignorantes, é absolutamente inacreditável e inaceitável.

CLUBE.png

Estrela de Ferro para um Clube que não SOUBE RESISTIR e VERGOU-SE perante a IGNOMÍNIA

 

Este II Festival de Patinagem Artística, organizado pelo Hóquei Clube da Mealhada, a realizar amanhã, ficará para sempre ligado ao culto da crueldade, da violência e da tortura de seres vivos, ao aceitar que uma torturadora de bovinos e cavalos “amadrinhasse” um festival que nada tem a ver com a barbárie, e aceitasse a colaboração «do aficionado Marco Gomes que colocou à disposição o seu espólio» (esta frase não é minha, foi retirada do Tauródromo) - (espólio???? que espólio????)» e também da colaboração do montador de cavalos Joaquim Bastinhas, que acha de primordial importância a divulgação e preservação da selvajaria tauromáquica, como se a selvajaria tauromáquica fosse algo que o mundo civilizado tivesse algum interesse em divulgar ou preservar.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:30

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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015

OS CTT CORREIOS DE PORTUGAL NÃO ESTÃO DISPONÍVEIS PARA EVOLUIR

 

E CONTINUAM A CONSIDERAR A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA COMO UMA QUESTÃO DE “OPINIÕES, VONTADES, GOSTOS E COSTUMES” DOS CLIENTES

 

E eu nem quero acreditar!

 

É que poderiam, pelo menos, reconhecer que a tortura de seres vivos nada tem a ver com “opiniões, vontades, gostos ou costumes”, mas tão-só com uma descomunal falta de ética.

 

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 Os CTT Correios de Portugal caíram do cavalo

(A imagem é da esquerda.net)

 

Na sequência do texto referente a este link

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/ctt-confunde-concertos-de-musica-e-525711

 

onde prestei esclarecimentos a dois leitores, e do qual dei conhecimento aos CTT, estes enviaram-me a seguinte inacreditável mensagem (ah! e a propósito, o meu nome não é Isabel Ferreira, mas sim Isabel A. Ferreira)

 

Exma. Senhora

 

Isabel Ferreira,

 

Gostaríamos, desde já, de agradecer o seu contacto, que mereceu a nossa melhor atenção.

 

Informamos que, os CTT Correios de Portugal, são uma empresa nacional e com extrema proximidade ás populações.

 

O respeito pela vontade dos nossos clientes, gostos e costumes têm de ser nosso apanágio.

 

É desta forma, que respeitamos a sua opinião e a de outros.

 

Do mesmo modo colocamos ao dispor, da vontade dos nossos clientes, as ofertas que alguns possam valorizar, sem no nosso caso, nos sentirmos no direito dos adjetivar. 

 

Lembramos que, para qualquer informação ou esclarecimentos mais detalhados, poderá consultar o nosso site www.ctt.pt ou ligar para a Linha CTT, disponível dias úteis e sábados das 8h às 22h, através do 707 26 26 26.

 

Com os melhores cumprimentos,

Carla Santos

 

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A esta mensagem só tenho a dizer o seguinte:

 

O que os senhores administradores dos CTT Correios de Portugal entendem por “vosso apanágio” é simplesmente o apoio de olhos vendados a um costume bárbaro, que mais de 80% da população portuguesa rejeita, e milhões de pessoas por todo o mundo repudiam e combatem.

 

Esse “vosso apanágio” é a valorização da crueldade e da violência contra um ser vivo inocente, inofensivo e indefeso, encurralado numa arena para ser cobardemente torturado por psicopatas, para que um bando de alienados aplauda o sofrimento atroz infligido a esse animal, quem tem um ADN semelhante ao meu, que também sou um animal, e por isso sei dar valor à VIDA e ao SOFRIMENTO de um ser senciente.

 

Esse “vosso apanágio” é fruto de um desconhecimento total do que biologicamente é um Touro e um Cavalo.

 

E para que não cristalizem a ideia de que “vender bilhetes para a selvajaria tauromáquica» é do foro das «opiniões, vontades, gostos e costumes de clientes», fiquem a saber que esta selvajaria nada tem a ver com opiniões, vontades, gostos ou costumes, mas tão-só com Ética, Civilidade, Civilização, Evolução, Cultura Culta, Humanismo, Empatia, Misericórdia, Compaixão, Dignidade… enfim, com todos os valores que enobrecem os verdadeiros Seres Humanos.

 

E não sou eu que o digo. São os homens sábios que, felizmente, sempre existiram no mundo.

 

O que faz falta em Portugal é o culto da Leitura das obras desses Homens Sábios.

 

Mas o que fazer, num país onde o Ensino e a Educação deixam tanto a desejar?

 

Senhores administradores dos CTT Correios de Portugal, o que pedimos é muito simples: não confundam um espectáculo como este:

 

 

com uma prática bárbara como esta:

 

Por favor, façam esse favor a vós próprios.

 

Aos CTT não basta pretenderem ser respeitáveis, devem PARECER respeitáveis.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:10

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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2014

RESPONDENDO AOS LIMIANOS QUE SE SENTEM OFENDIDOS COM A VERDADE

 

Pela enésima vez:

 

Precisamente pelo facto de eu ser anti-tortura de seres vivos indefesos para divertir broncos, ser cidadã portuguesa com direitos, mas também com o dever cívico de denunciar o que conspurca o bom nome do meu País, e por ser livre-pensadora, assiste-me o direito de me indignar (consignado na Constituição da República Portuguesa) pela incultura e incivilidade que grassa em Ponte de Lima, que poderia ser uma Vila, mas não é.

 

Não passa de uma vilória, cujo povo se diverte com práticas grosseiras e repugnantes.

 

Certo? Ou vão dizer-me que é mentira?

 

Um dos grandes defeitos de certas pessoas que aqui vêm comentar é desconhecerem a Língua Portuguesa e os Valores Humanos.

 

Quem se sente insultado com o meu legítimo direito à indignação, e confunde insultos com as palavras adequadas que utilizo para designar práticas brutas, e os que praticam, aplaudem, promovem e consentem (sem reagir) a execrável selvajaria tauromáquica que se realiza em Ponte de Lima, o que não direi eu que, tendo o direito inviolável à minha integridade moral, consignada na Constituição, e a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado, e o dever de o defender, também consignados na Constituição, sou agredida diariamente com estas práticas brutais, que ferem a minha sensibilidade e violentam o meu bem-estar.

 

E para que se saiba, o Estado Português tem o dever (está na Constituição) de promover a melhoria da qualidade de vida de todos os Portugueses, mas prevarica ao abrigo de uma lei que legitima a tortura e a violência, que ferem susceptibilidades. 

 

Eu sou Portuguesa, e não tenho qualidade de vida, porque sou agredida diariamente com a brutalidade legitimada numa lei parva, que os governantes portugueses teimam em manter, motivados por interesses duvidosos.

 

Ora, em Ponte de Lima existem broncos que, caso não se saiba, significa incivilizados, toscos, rudes, grosseiros, obtusos, enfim, tudo o que são os que praticam, aplaudem, promovem e consentem (sem reagir) a selvajaria tauromáquica.

 

Se algum limiano se inclui no rol dos broncos (há quem lhes chamem parolos, o que vem dar ao mesmo) que existem em Ponte de Lima aos magotes, o problema não é meu.

 

Infelizmente não vivemos numa Democracia. Se vivêssemos numa Democracia, estes costumes bárbaros espanhóis estariam extintos há muito. Foi para abolir todas as práticas fascistas que se fez o 25 de Abril. Mas o que mudou?

 

Continuamos numa ditadura, disfarçada da mais repulsiva democracia.

 

Finalmente, como a selvajaria tauromáquica não é uma questão de opinião, mas uma questão de Ética e Civilidade, recuso-me a respeitar quem cobardemente não respeita um ser vivo indefeso. 

 

Quem concorda ou respeita a “opinião” dos extremistas islâmicos, que também se divertem a torturar seres vivos amarrados e indefesos, e depois decapitam-nos barbaramente?  

 

O princípio é o mesmo.

 

Quem confunde insulto com indignação deve muitos Euros ao Saber.

 

É da verdade que a selvajaria tauromáquica é uma morta-viva, em vias de extinção, porque o tempo dos ignorantes está a esgotar-se.

 

E a prova disso foram os fiascos que, este ano, foram mais do que muitos.

 

E só mais uma achega: se os limianos que se sentem ofendidos com a verdade querem fazer alguma coisa por Ponte de Lima, comecem por rejeitar o que Ponte de Lima tem de pior: os seus broncos e as práticas imbecis.

 

Quando eles deixarem de existir… Ponte de Lima será então uma Vila e não mais uma vilória obsoleta, que, para quem não sabe, significa antiquada, ultrapassada, fóssil, retrógrada, tal como as selvajarias que ali são praticadas.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:35

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Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014

«TOURADAS – UMA BÁRBARA E RELES PRÁTICA SANGUINÁRIA QUE A LARGA MAIORIA DOS AÇORIANOS E PORTUGUESES QUEREM ABOLIR…»

 

TOURADAS: uma bárbara e reles prática sanguinária que a larga maioria dos açorianos e portugueses cada vez mais ignoram e querem abolir, pela vergonhosa tortura de vidas que sentem e sofrem como gente, e pela incivilidade que dá da Região e do país, aos olhos do mundo civilizado, de onde provêm os turistas de qualidade que buscam locais de natureza conservada e onde se respeitam a vida dos animais.

 

"A grandeza de uma terra e o grau de civilidade do seu povo podem ser avaliados pela forma como se relaciona e cuida dos seus animais" (M.Gandhi)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10202404936556209&set=a.3395344653865.140960.1577186131&type=1&theater
publicado por Isabel A. Ferreira às 17:33

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Segunda-feira, 9 de Setembro de 2013

OS DUQUES DE BRAGANÇA ENVERGONHAM PORTUGAL E A REALEZA EUROPEIA AO ESTAREM PRESENTES E APOIAREM A CORRIDA DE TOUROS DE HOMENAGEM AO REAL GRUPO DE MOURA

 

Que espécie de “realeza” será esta?

Que decepção!

 

 

No próximo dia 13 de Setembro, os Duques de Bragança presidirão à corrida de touros que se realizará na arena alentejana de Moura, onde será comemorado o aniversário do Real Grupo de Forcados Amadores de Moura - o único em Portugal a que D. Duarte concedeu a designação de Real Grupo de Forcados.

  

http://farpasblogue.blogspot.pt/2013/08/duques-de-braganca-na-corrida-de.html

 

Sinto-me defraudada, por um dia ter acreditado que este casal pudesse trazer algo de novo a um possível regresso da Monarquia a Portugal, uma vez que a República, implantada em 1910, se transformou num embuste.

 

Agora fiquei sem chão.

 

Nem República, nem Monarquia.

 

Vivo num Portugal que terei de reinventar, com governantes imaginários, à medida de uma Cultura e de uma Civilização superiores…

 

Não é fácil ser agredida constantemente por estes desatinos medievais, em pleno século XXI d. C., realizados por gente que deveria ser um exemplo da mais nobre civilidade e não passa de um paradigma da mais plebeia vulgaridade.

  

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:29

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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

A SÍNDROME DA TOURADICE AGUDA É UMA DOENÇA GRAVE, CUJA CURA ESTÁ PARA BREVE…

 

 

Mas enquanto não vem, temos de ter paciência com as “entidades” do Paleolítico Inferior

 

 

 

Esta imagem diz tudo sobre o que é a Síndrome da Touradice Aguda

 

 

Luis Soares disse sobre AS TOURADAS ESTÃO COM O PÉ NA COVA TANTO NA ILHA TERCEIRA COMO NAS RESTANTES REGIÕES ONDE A CIVILIDADE AINDA NÃO CHEGOU na Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013 às 21:08:

 

 «Boas novamente, Começo pela pergunta que fez sobre a ilha terceira e a sua, \"evolução\". Creio que está a falar sem saber mesmo.. tanto a nível tecnológico, como social nós estivemos sempre um pé à \" vossa \" frente.

 

Ai ainda não havia microondas já nós íamos aquecendo o leite com eles... Ai não sabiam o que era a coca cola já aqui se dava arrotos (se me permite a brincadeira) à custa dela... E até em termos sociais...

 

Basta ver a maneira como acolhemos as pessoas e a vossa. E até a forma de argumentar, a minha e a sua. Contínuo a dizer, e com conhecimento do que digo, as touradas estao bem firmes, o ano passado as praças estiveram cheias, mais q o anterior...e note-se que estamos em crise.

 

As touradas à corda, já muitos touros estão escolhidos para a festa. Este ano vai haver mais duas que o ano passado salvo erro... Eu até podia explicar o porquê de o touro nao estar cansado, e fraco.

Com factos científicos, mas, não é necessário. Basta ver uma pega para se ver que é uma autentica batalha entre David e Golias... O silêncio na arena... O medo... Mas já que está a dizer em por no lugar do touro. Pq nao se mete no lugar do forcado. Até pq qualquer um pega um touro... Ele está cansado e fraco. É impossível alguém dizer que um forcado é covarde!! 
 
Reforçando a ideia de que as touradas estão bem seguras..em Barcelona as touradas vão voltar a acontecer. Felizmente... E depois diz q só falta um empurrão.

 

Hum.. quem é que não quer aceitar os factos aqui?... Pegando no exemplo do fado, que dei no comentário anterior, creio ser tão descabido como o número de países com touradas... Teem de começar a respeitar mais as pessoas. Com os melhores cumprimentos,»

 

***

 

Vamos lá a ver por partes:

 

Primeiro: não confunda progresso tecnológico com evolução de mentalidades. Vocês até podem ter ido todos à Lua num foguetão fabricado pelas vossas mãos, mas continuam com uma mentalidade de homens pré-históricos, e é isso que conta, para o que estamos a discutir.

 

Segundo: Graças a Deus que a minha forma de argumentar não é igual à sua, de contrário sofreria de um complexo de inferioridade que me poria de rastos.

 

Terceiro: Todos os ditos “espectáculos” onde são utilizados BOVINOS MANSOS são DEPLORÁVEIS e só TRAZEM DESPRESTÍGIO À VOSSA TERRA. E vá informar-se sobre os estudos científicos em relação aos Touros. Terá uma surpresa muito desagradável, para si, claro, não para os Touros.

 

Quarto: Deus me livre e guarde de me meter no lugar de um forcado. Faria o papel mais RIDÍCULO e COVARDE da minha vida. NÃO, OBRIGADA! Prefiro ser AGITADORA DE CONSCIÊNCIAS, e “massacrar” com palavras. E quer goste ou não goste: o FORCADO não passa de um GRANDE COVARDE. Sempre foi. Só que nunca ninguém vos tinha DITO esta VERDADE, e cresceram com a MENTIRA da valentia.

 

Quinto: as touradas estão tão seguras como uma maçã podre no ramo de uma macieira. Ao mínimo toque CAIRÁ.

 

Sexto: a que pessoas se refere, quanto ao respeito? Àquelas que RESPEITAM a Vida? Os Animais? A Natureza? O Planeta? Os Valores Humanos? Sim, essas merecem todo o nosso respeito.

 

As outras, as que não respeitam nada disso, não valem um tostão furado.

 

***

 

Jay Nandi, deixou um comentário ao post A SÍNDROME DA TOURADICE AGUDA É UMA DOENÇA GRAVE, CUJA CURA ESTÁ PARA BREVE… às 16:07, 2013-02-28.

Comentário:

 

«O mito dos forcados serem valentes não passa disso mesmo - um mito. Mais uma mentira da indústria tauromáquica. Hooligans que atacam em bando bovinos feridos não podem ser classificados como valentes em parte alguma do mundo. São apenas covardes e ainda por cima são muito pouco inteligentes. Arriscam a vida por causa nenhuma e isso é estúpido e suicida. Por isso são chamados de "suicide squad" e são uma vergonha para todos os portugueses

 

***

Exactamente Jay. Passaram a vida toda a acreditar nas mentiras dos que os EXPLORAM, e acham-se uns heróis e uns valentes.

Como estão enganados!

Nunca ninguém lhes tinha ABERTO OS OLHOS. Nunca ninguém lhes tinha dito a VERDADE.

Mas agora que já sabem que são os MAIORES COVARDES, continuam a teimar em sê-lo.

A TEIMAR NO ERRO é uma forma de IGNORÂNCIA.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:32

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