
A minha primeira reacção a esta notícia bizarra foi esta:
Não acredito nisto. É demasiado surrealista e estúpido para ser verdade. Só pode ser mentira, porque não sendo, Portugal bateu no fundo.
Depois que os Marinhenses Anti-touradas me confirmaram que isso é mesmo verdade, a minha reacção foi esta:
Isto só desprestigia Portugal, e confirma que o governo português não quer saber da Cultura Culta para nada. Para os governantes portugueses trogloditas, porque os há não-trogloditas, mas são poucos, apenas a barbárie tauromáquica conta como "cultura". E isto é absolutamente REPUGNANTE!

Isto é mais para a tragédia, do que para a comédia!!!!!
Quase sinto vergonha de ser portuguesa, só não digo que sinto completa vergonha, porque Portugal NÃO tem culpa nenhuma dos INCULTOS que o governam e não representam a totalidade dos Portugueses, mas apenas uma fatiazinha do povinho português que ainda NÃO evoluiu, e pior, NÃO tem intenção nenhuma de evoluir. Pudera! O mau exemplo, para esse povinho, vem de cima, a selvajaria tauromáquica está legislada, e a Cultura Culta – Cinema, Teatro, Concertos, Circo SEM Animais, e todas as outras verdadeiras Artes musicais, pictóricas, enfim, a ARTE, para essa gente, é tida como coisa menor, por isso os bilhetes para se assistir a espectáculos de ARTE, não recebem a benesse de deduções no IRS.
Mas para ver isto:

tem-se dedução no IRS.
Que ASCO me dá tal coisa, senhores governantes! Quanto ASCO!!!!!!!
Isabel A. Ferreira

O Touro não é um brinquedo.
Não é um número de circo, não é uma sombra para entreter multidões sedentas de sangue.
O Touro é terra, é vida, é força sagrada.
É a respiração da natureza materializada em músculo e olhar.
Os seus olhos carregam milénios.
Olhos que viram o homem nascer, cultivar, erguer templos, rezar aos céus.
Olhos que guardam segredos que nós já esquecemos, porque trocámos a sabedoria do silêncio pelo ruído da vaidade.
O Touro foi símbolo de deuses e guardião de colheitas.
Foi desenhado em cavernas, venerado em templos, celebrado em danças.
Não como vítima, mas como espírito.
Não como espectáculo, mas como essência.
Quando um Touro corre livre, a terra treme em festa.
É a dança da vida bruta, da alegria sem máscara.
É poesia em movimento.
E quem já o viu sabe: não há espectáculo humano que iguale a beleza de um Touro em liberdade.
Mas nós, que devíamos proteger o que é sagrado, aprisionamos o sagrado na arena.
Transformamos força em ferida.
Transformamos dignidade em espectáculo.
Transformamos vida em tragédia.
E depois dizemos que é tradição.
Como se a dor tivesse direito de se mascarar de cultura.
Como se a morte pudesse vestir-se de aplausos.
O Touro é muito mais do que isso.
É resistência. É paciência. É um mestre silencioso.
Só ataca quando provocado. Vive em paz até que a violência o arranque dela.
No fundo, ele é mais humano do que nós.
Olha bem para um Touro.
Olha a imponência dos seus chifres, a nobreza da sua postura, a calma da sua respiração.
Aquilo não é um animal para matar.
Aquilo é uma lição para aprender.
O Touro ensina-nos a dignidade.
O Touro ensina-nos a força.
O Touro ensina-nos a liberdade.
E talvez um dia, quando já não houver arenas nem gritos, apenas campos e silêncio, possamos finalmente perceber:
O Touro não nasceu para morrer no espectáculo humano.
Nasceu para viver na poesia da terra.
Fonte do texto:
https://www.facebook.com/photo/?fbid=2755293237997019&set=a.120862091440160
Foi muito triste. E disse muito da desumanidade de quem promove estes “espectáculos” onde usam e abusam de animais, que sofrem uma vida inteira, para que uns poucos se divirtam e outros poucos encham bolsos.
A SIC promoveu os maus-tratos no circo Monte Carlo, que ainda não evoluiu.
A RTP e a CMTV promoveram o circo Cardinali, que se recusa a evoluir.
E pensar que em Portugal já existem circos, cujo o único animal, que nele participa, é o humano, como deve ser, praticando as verdadeiras Artes Circenses!
E pensar que estes verdadeiros Circos não mereceram parangonas nas televisões portuguesas, que, Neste Natal, estiveram ao serviço dos maus-tratos a animais, da mediocridade e da pobreza cultural!
Deixo-vos com um texto intitulado «O circo não é divertimento para todos», onde são abordados todos os maus-tratos que os animais sofrem, desumanamente, para, por uns minutos, se apresentarem a um público que não faz a mínima ideia desse sofrimento, se fizesse, deixaria o circo vazio.
E pensar que tinham, por exemplo, os maravilhosos Circolando e Cirque du Solei para exibir!
Isabel A. Ferreira

Circolando – Circo português sem animais
O circo não é divertimento para todos
Para os menos atentos o circo transparece uma imagem de animação onde os animais executam truques com satisfação e sem qualquer desconforto aparente. Na realidade, os animais nos circos são torturados, abusados e mantidos prisioneiros para quase toda vida em nome do entretenimento.
Cães, elefantes, ursos, camelos, cobras, macacos, araras, papagaios, focas, cavalos, girafas, lamas, cabras, zebras, bovinos, póneis, tigres, pumas e leões, são as espécies animais que mais facilmente se podem encontrar em circos de todo o mundo. Estas mesmas espécies são maltratadas e mantidas famintas, em estado de desnutrição contínua. Passam a vida aprisionados em espaços minúsculos, privados da sua liberdade e expostos a uma sobrevivência rotineira, dolorosa e stressante. Muitos deles já tiveram uma família e um habitat, e foram tirados violentamente às mães, que para isso tiveram de ser mortas. Outros foram comprados a jardins zoológicos e a outros circos.
O estudo do comportamento das diferentes espécies demonstrou que todos os animais sofrem em cativeiro. Para além da fome os animais sentem frio, calor, alegria, tristeza, dor, aborrecimento, repulsa, e sofrem de stress (e muitos peritos afirmam que os mais evoluídos têm memória). Todo o aborrecimento pelo qual os animais passam é a causa principal da perda das suas capacidades naturais. Animais que, no meio selvagem, correriam dezenas de quilómetros por dia, são forçados a passar quase todas as horas dos seus dias em jaulas exíguas, muitas vezes superlotadas, nas quais mal se podem movimentar. A ansiedade e o stress resultantes das pobres condições de bem-estar em que são mantidos e da violência dos treinos a que são submetidos fazem com que fiquem com distúrbios comportamentais (tornam-se apáticos e neuróticos). Repetem permanentemente movimentos estereotipados, auto mutilam-se e, por vezes, até ocorre canibalismo.
No seu meio selvagem, e de acordo com as suas características fisiológicas e psicológicas, os ursos usados nos circos nunca andariam de bicicleta, os babuínos nunca montariam póneis, os tigres e leões nunca passariam por entre arcos em chamas e os elefantes nunca se manteriam apenas em duas patas.
Os circos nada oferecem de pedagógico: crianças são ensinadas a olhar para os animais como objectos de exibição, que se expõem, se exploram e dos quais se abusa. As crianças podem aprender mais sobre os animais e o seu comportamento natural em documentários sobre a vida selvagem.
Apresentam-se de seguida algumas espécies animais e os abusos dos quais são vítimas:
Elefantes:

- Antes de chegarem ao Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não se podem mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.
- Levam surras diárias, ficam sobre os seus próprios excrementos, até que o seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer.
- Os elefantes são animais que vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto pelos seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.
- Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza os elefantes andam dezenas de quilómetros diariamente.
- No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características da depressão causada pelo cativeiro. [Sou testemunha disto mesmo no circo Cardinali, metia dó vê-los a baloiçarem-se, acorrentados a uma pequena jaula].
"Como fazer para conseguir a atenção de um elefante de cinco toneladas? Surre-o. Eis como".
Saul Kitchener, director do San Francisco Zoological Gardens
Leões, Tigres e outros Felinos:

- De acordo com Henry Ringling North, no seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a pedestais e são enroladas cordas nas suas gargantas, para que tenham a sensação de estarem a sufocar.
- São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.
- Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.
- Passam a maior parte de suas vidas dentro de pequenas jaulas.
Alguns circos alimentam os felinos com cães e gatos abandonados.
Ursos:

- Têm o nariz partido durante o “treino”
- As suas patas são queimadas, para os forçar a ficar sobre duas patas
- São obrigados a pisar chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música
- Durante o “espectáculo” os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treino” e começam a movimentar-se, dando a impressão de estarem a dançar
- Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 da sua língua cortada
- Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro
- Alguns ursos auto mutilam-se, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas
Macacos:

- Apresentam o mesmo comportamento das crianças que sofrem abusos
- Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano
- São agredidos de modo a obedecer e obedecem apenas por medo
- Roer unhas e automutilação são comportamentos frequentemente encontrados em macacos cativos
- Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças
Cavalos, camelos, bois, cabras, póneis, burros e lamas:

- São açoitados e impedidos de fazer caminhadas
- Não são alimentados devidamente
- São agredidos para aprender
Todos os animais de circo:
- Não têm férias nem assistência veterinária adequada
- São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilómetros sem descanso, etc..
- Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treino”: choques eléctricos, chicotadas, privação de água e comida.
- Encontram-se sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças
Como ajudar?
Há várias coisas que podes fazer para reduzir o sofrimento dos animais. Pode ser algo tão simples como escrever uma carta ou fazer um telefonema num esforço para alterar o modo como estas instituições tratam os animais.
O que acontece aos animais se saírem do circo?
O local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente, e não a milhares de quilómetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes. Os animais resgatados dos circos são geralmente reinseridos nos seus habitats e em parques protegidos (ou santuários), que reúnem as mesmas condições.
É possível um circo existir sem animais?

Cirque du Soleil (imagem: Internet)
Perfeitamente! O circo “Cirque du Soleil”, que foi fundado em 1984 por Guy Laliberté, tem um misto de números de circo e entretenimento de rua. Ao longo das duas últimas décadas o Cirque du Soleil transformou-se num império de divertimento e deu a esta arte um novo sopro de vida, uma vez que defende um circo sem animais, “Não estamos bem certos se o lugar de um elefante ou de um tigre é ficar enjaulado metade da vida ou apresentar-se ao Mundo fazendo acrobacias.” Este circo tem actualmente 2400 empregados e 500 artistas de mais de 40 países. Cerca de 600 mil pessoas assistem às suas peripécias Mundo afora. O circo está muito mais saudável do que antes, porque as pessoas precisam de sonhar e ter esperança, e é disso que falamos!”.
[Lamentavelmente este maravilhoso circo abriu falância neste malfadado ano de 2020]
Fonte:
https://www.centrovegetariano.org/Article-274-O-circo-n-o---divertimento-para-todos.html
Num comunicado e num vídeo de propaganda fraudulenta, o Circo Nery insulta a inteligência humana, recusando a acusação de maus-tratos aos Tigres, que mantém enjaulados e amestrados (e sabemos como são amestrados), e hipocritamente a fazer-lhes “festinhas” diante das câmaras de vídeo, mas não mostrando como são barbaramente torturados nos bastidores (como é do conhecimento público).
Mas vamos dizer ao Circo Nery o que são maus-tratos.

Para ver o vídeo neste link:
Façam um vídeo a mostrar como amestram os Tigres, e como os “convidam” amavelmente a fazerem coisas para as quais eles não nasceram. São “homens” para isso?
Os maus-tratos aos animais da Selva, usados nos circos terceiro-mundistas, não se baseiam apenas nas pauladas ou nos choques eléctricos que lhes infligem, para que façam o que não lhes foi destinado, pela Natureza, fazerem.
Os maus-tratos começam no acto da retirada deles do seu habitat, quando são roubados às suas progenitoras. Depois, ao serem colocados em camiões e jaulas e transportados sem as mínimas condições, e são aprisionados e torturados, para trabalharem o resto da vida a entreter pessoas que, por uma hora de “espectáculo” (degradante e agressivo) condenam estes magníficos animais a uma vida inteira de grande sofrimento, solidão e confinamento à jaula.
Ao fazerem-lhes isto, os Tigres perdem a sua dignidade, a sua vontade de viver, estão aprisionados, escravizados, não podem correr livremente e nadar, como é da sua condição, resignam-se à prisão, confinados a uma jaula e, por medo dos bárbaros castigos, OBEDECEM aos seus carrascos, tal como os escravos humanos obedeciam (e ainda hoje continuam a obedecer).
Nenhum animal, à excepção do HOMEM, nasceu para o Circo. O circo foi a mais humilhante e aterradora “humanização” que os “homens” fizeram aos animais, ao longo de séculos: obrigá-los a saltar sobre o fogo, a andar de bicicleta, colocá-los de joelhos em cima uns dos outros, vestirem-nos, subjugados pelo chicote constantemente, tudo condutas para as quais não nasceram. Em nome de quê?
O habitat dos Tigres é a Selva, não é dentro de camiões e espaços pequenos vedados, não é dentro da jaula de um circo terceiro-mundista.
Já existe uma moratória, que obriga a que os animais selvagens aprisionados em circos sejam entregues a reservas, onde estarão livres e em segurança 24 horas por dia, onde poderão ser bem alimentados, e correr e nadar e estar junto dos da sua espécie, e com sorte, voltar à Selva. Eles não querem saber para nada, das “festinhas hipócritas” que os seus carrascos lhes fazem à frente das câmaras.
Por tudo isto, ou o Circo Nery entrega os Tigres, ou continuaremos a fazer campanhas para o boicotar.
Isabel A. Ferreira
Texto adaptado do original, neste link:
https://www.facebook.com/groups/CampanhaAntitouradasPortugal/permalink/2168190419886392/
O circo Nery está a anunciar “espectáculos inesquecíveis”, em Alverca do Alentejo, que exibirão TIGRES BRANCOS.
Ora acontece que o Tigre Branco é um animal da Selva, NÃO do circo.
Quem for ver estes degradantes espectáculos tem de saber que está a contribuir para a infelicidade de belos animais da Selva, confinados a gaiolas e torturados para fazerem aquilo para o qual não nasceram.

É lamentável que se continuem a transportar e exibir animais selvagens enjaulados de terra em terra. Qual é a pedagogia desta barbaridade?
Existe uma moratória para acabar com estes maus-tratos a animais selvagens, mas as autarquias têm de fazer a sua parte, actualizando os seus regulamentos, e não licenciar esta exploração de seres vivos. Se cidades Portuguesas e de todo o mundo já estão conscientes e já o proibiram, para quando Alverca do Ribatejo?
Os circos devem limitar-se às Artes Circenses protagonizadas por ARTISTAS HUMANOS. Os circos devem acabar com a exploração dos animais selvagens que mantém aprisionados e em grande sofrimento. Os circos devem entregá-los aos responsáveis por Santuários, que os acolherão, para mais tarde serem libertados nos seus habitats.
É hora de acabar com esta exploração que não dignifica a Arte Circense.
Por isso, BOICOTE o Circo Nery, se não quiser ser cúmplice do SOFRIMENTO dos Animais Selvagens.
***
Apela-se a todos os que têm esta consciência, para que escrevam às seguintes autoridades a dizerem do vosso desagrado em relação a esta barbárie.
Enviar e-mail para:
Presidente da Junta de Freguesia de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, Exmo. Carlos Manuel Gonçalves.
E-mail: presidente@jf-alvercasobralinho.pt
Delegação da Câmara Municipal em Alverca do Ribatejo
Telefone: 219 583 149/99
E-mail: del.alverca@cm-vfxira.pt
SEPNA: sepna@gnr.pt
E deixem mensagens de repúdio neste link do Circo Nery:
https://www.facebook.com/Circo-Nery-190175794849116/
Carta à Direcção da ACP
Peço a colaboração de todos
Escrevam para:
acpporto@acp.pt, apoio.socio@acp.pt, acpamoreiras@acp.pt, acpvilareal@acp.pt, acpviana@acp.pt, acpviseu@acp.pt, acpguarda@acp.pt, acpcbranco@acp.pt, acpcoimbra@acp.pt, acpevora@acp.pt, acpfaro@acp.pt, acpbraga@acp.pt, acpalmada@acp.pt, acpsantarem@acp.pt, acpbraganca@acp.pt

À Direcção do ACP,
Foi com enorme desagrado que tive conhecimento de que o ACP ofereceu bilhetes com desconto para o Circo Victor Hugo Cardinali, que utiliza animais de várias espécies nos seus espectáculos, retirando-os dos seus habitats, escravizando-os barbaramente.
São do conhecimento público as condições degradantes em que vivem estes animais, e o modo como são torturados para que façam o que não nasceram para fazer, e custa a acreditar que uma empresa socialmente responsável, como o ACP, promova e apoie este tipo de barbárie.
Daí que recuse a ser cliente do ACP enquanto esta empresa continuar a ser conivente com maus-tratos a animais, e solicito que revejam com urgência a vossa postura no que respeita a esta matéria.
Porque é urgente EVOLUIR.
Agradeço uma resposta a esta solicitação que, espero, seja positiva.
Com os meus cumprimentos,
Isabel A. Ferreira
***
Maria João, deixou um comentário ao post ACP apoia o circo Victor Hugo que escreviza animais às 09:32, 2016-12-22.
Comentário:
Infelizmente não foi apenas o ACP a contribuir para o sr. Cardinali ganhar dinheiro, se investigar mais um bocadinho descobrirá o nome das várias empresas que fazem a festa de Natal dos filhos dos funcionários no circo Cardinali, e são centenas de bilhetes vendidos, ou melhor, espectáculos exclusivamente pagos pelas empresas. Seria útil essas empresas serem confrontadas com aquilo que estão a patrocinar. Além de estarem a financiar um espéctaculo onde os artistas não-humanos são humilhados e sofrem horrores, passam às crianças a ideia de que ter animais no circo é normal e faz parte do Natal.
***
Infelizmente existem mais empresas. Agradeço que mas indique, porque não tive tempo de averiguar.
No asqueroso cartaz que anuncia mais um evento repugnante de tortura de bovinos, pergunta-se:
Quem ganhará? (entre eles e elas).
Obviamente ganhará a estupidez, a crueldade, a violência, a ignorância, o sadismo, a incultura, a subserviência dos autarcas poveiros ao inculto lobby tauromáquico.
Perderá a cidade, que continua no rol das localidades com um monumental atraso civilizacional, com uma arena de tortura activa, uma cidade onde é permitido todo o tipo de maus-tratos a animais, onde se dá tiro aos pombos, onde se caça raposas, onde se tortura touros, onde animais selvagens estão enjaulados e escravizados nas arenas do circo de um cardinali…
Os cartazes da selvajaria tauromáquica e os do circo onde se vê carrascos agarrados a leões e a cavalos, conspurcam a cidade, agridem a inteligência dos cidadãos, esmagam a sensibilidade dos seres que são verdadeiramente humanos.
A Póvoa de varzim é uma cidade onde definitivamente NÃO APETECE VIVER, ao contrário do que apregoa a propaganda municipal…
Roubados às mães deles; submetidos a choques eléctricos; espancados; levados à loucura: eis a realidade dos animais de circo.
Não levem os vossos filhos a ver circos onde os animais são usados e abusados
Nesta quadra Natalícia (ou noutra qualquer quadra) está a pensar levar os seus filhos ou netos a Circos com ANIMAIS?
Então, antes de tomar tal decisão, saiba que as “habilidades” que esses animais fazem na arena do circo, NADA têm a ver com o SEU COMPORTAMENTO NORMAL!
Eles fazem-no porque são obrigados a fazê-lo… Brutalmente OBRIGADOS nos treinos… Às escondidas de toda a gente… E isso passa-se em todos os circos com animais, inclusive em Portugal…!
NÃO SOMOS CONTRA OS CIRCOS… SOMOS CONTRA A UTILIZAÇÃO DE ANIMAIS EM CIRCOS…!!!!
***
O CIRCO EM IMAGENS
(ver aqui)
Está prevista a realização de uma tourada à corda na freguesia da Feteira, Ilha do Faial, integrada nas festividades de Nossa Senhora de Lourdes.

Uma vez mais vamos escrever ao Bispo dos Açores para dizer-lhe que a Nossa Senhora de Lourdes celebra-se com orações, música sacra, flores, enfim, coisas mais dignas de Nossa Senhora, que não abençoa a crueldade cometida contra as criaturas de Deus…
Exmo. e Revmo. Senhor:
Dom António de Sousa Braga
Integrada nas festividades de Nossa Senhora de Lourdes, está prevista a realização de uma tourada à corda, actividade que anualmente é responsável por mais de 300 feridos e a média anual de uma morte.
Considerando a crise socioeconómica em que os Açores estão mergulhados, à qual não ficam imunes as paróquias que se debatem com falta de recursos;
Considerando que não há tradição ou divertimento que justifiquem o sofrimento e maus- tratos a um animal, seja uma tourada, circo, ou uma apanha ao marrão que também está inserida no programa;
Considerando que a Igreja Católica deveria ter uma posição clara relativamente às touradas, que, foram condenadas e proibidas pelo Papa Pio V, que as considerava como espectáculos alheios de caridade cristã;
Considerando que as touradas em nada contribuem para educar os cidadãos para o respeito aos animais, além de causarem sofrimento aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas;
Considerando que a tourada à corda prevista vem conspurcar as respeitadas festas de Nossa Senhora de Lourdes;
Vimos apelar a V. Reverendíssima para que intervenha junto de quem de direito para que retire do programa a referida tourada a qual origina sofrimento, sem qualquer justificação, aos animais e que use com parcimónia o dinheiro esbanjado para o efeito.
Ressalvo que embora seja argumentado que a tourada é de iniciativa privada, em nada justifica que uma freguesia, uma cidade e uma ilha, tenham a sua imagem manchada com a prática violenta, na qual se recorre ao uso de animais para diversão das pessoas.
O movimento de consciencialização, relativamente à manutenção destas práticas, é cada vez maior, chegando à própria ONU, que já se manifestou em relação aos danos psicológicos e orais que causa às crianças.
Não permitam que o Faial fique marcado como mais uma localidade que tende a regredir naquilo que são as boas práticas. Não permitam que a boa imagem, de Natureza viva, de vida náutica, de misticismo, seja marcado pela realização de práticas violentas que nada acrescentam de positivo.
Com os meus cumprimentos,
Isabel A. Ferreira
***
Contactos, para enviarem esta ou outra carta mais personalizada:
Para: geral@diocesedeangra.pt, seminariodeangra@mail.telepac.pt, geral@feteira.com, geral@cmhorta.pt, jornalincentivo@gmail.com, tribunadasilhas@gmail.com
É muito triste chegarmos ao ano de 2015 depois de Cristo e andarmos a lutar pela protecção da fauna e da flora do Planeta Terra.
Os ditos seres racionais REGREDIRAM MUITO em relação aos primitivos, porque os primitivos eram primitivos, mas não torturavam animais, nem poluiam o Planeta. Os de 2015 d. C. já foram à Lua, a Marte… Estão a destruir a Terra, e não descansam enquanto não forem pousar noutros planetas para os destruírem também...
Não é muito triste?

[Ontem] dia 12 de Agosto, defensores dos animais de todo o mundo estiveram reunidos para celebrar os Elefantes e apoiar um futuro em que esses animais serão respeitados e protegidos. Este é o quarto ano que activistas celebram o Dia Mundial dos Elefantes. As informações são da Care2.
O Dia Mundial dos Elefantes foi lançado em 2012 pela documentarista canadense Patricia Sims e pela Elephant Reintroduction Foundation da Tailândia. No mesmo dia, estreou o filme “Return to the Forest“, de Sims, que explora a jornada e bela transformação que ocorre quando os elefantes cativos são devolvidos, de uma vida connosco, para a sua casa na floresta, e como a sua presença é vital na Natureza.
Apesar de ser uma espécie carismática e amada por pessoas de todas as idades, os Elefantes da África e da Tailândia estão em sérios apuros. Desde o primeiro Dia Mundial do Elefante, indivíduos, celebridades e dezenas de organizações que estão trabalhando em soluções que visam garantir a sua sobrevivência futura em todo o mundo, uniram-se em apoio à causa, pois a ameaça de perdê-los para sempre está se tornando uma possibilidade real e iminente.
A caça na África atingiu níveis sem precedentes, sendo que alguns acreditam que, se continuar no ritmo actual, ela poderá acabar com os elefantes inteiramente nos próximos 10 anos. Estima-se que haja menos de 40.000 elefantes asiáticos restantes na Natureza, que continuam a enfrentar a ameaça de caça, a perda de habitat e levados para serem explorados pela indústria do turismo.
“Tantas pessoas ao redor do mundo amam os elefantes, mas não estão cientes de que os elefantes estejam em crise. O Dia Mundial do Elefante ajuda a aumentar a segurança para os elefantes e expandir o habitat porque cria uma oportunidade de levantar um grito de guerra. «Temos de aumentar o volume sobre a crise pela qual passam esses animais, a fim de colocar mais pressão sobre os líderes para que tomem medidas significativas, para atrair recursos desesperadamente necessários, e convencer as pessoas a não comprarem marfim», disse Misty Herrin, director de campanha #SaveElephants da The Nature Conservancy, em um comunicado.
Infelizmente, elefantes selvagens não são os únicos em problemas. Activistas também têm trabalhado para acabar com a sua exploração em cativeiro e na indústria do entretenimento, e ampliar a consciência sobre o facto de os elefantes pertencerem ao meio selvagem, não a circos, jardins zoológicos ou atracções turísticas.
Como ajudar:
Neste ano, os defensores dos elefantes estarão novamente intensificando o trabalho no sentido de aumentar a conscientização sobre a situação dos elefantes cativos e selvagens, promovendo eventos, instando as autoridades a tomar medidas para proteger os elefantes e usando os media sociais para obter apoio. Enfim, há muitas maneiras fáceis de participar.
Apoiar o aumento da protecção legal para os elefantes
Em Junho, o Centro para a Diversidade Biológica entrou com uma petição para que os elefantes africanos fossem declarados como duas espécies separadas – elefantes da floresta e elefantes da savana – e para que o seu status fosse actualizado sob a Lei das Espécies Ameaçadas, o que acrescentaria ainda mais força com as leis destinadas a protegê-los.
Por favor, assine e compartilhar a petição instando o Fish and Wildlife Service dos EUA a reclassificar os elefantes e actualizar o seu status como espécie ameaçada de extinção.
Ajudar a pressionar os Estados Unidos pelo fim do comércio de marfim
Como o segundo maior mercado para o marfim atrás da China, aos EUA tem sido cobrado intensificar os seus esforços para combater o tráfico de animais selvagens com acções significativas. Agora, espera-se que uma regra, que foi formalmente anunciada pelo Fish and Wildlife Service (FWS) em Julho, venha praticamente a acabar com o mercado nos estados, na medida em que aplicará mais restrições às importações e exportações e proibirá a venda de marfim em todas as fronteiras.
Por favor, assine e compartilhe a petição instando o Fish and Wildlife Service a apoiar a proibição do comércio de marfim.
Você também pode fazer um comentário público em apoio às regulamentações mais rígidas para o comércio de marfim directamente no Registro Federal até 28 de Setembro.
Não comprar marfim
É desnecessário explicar que a aquisição de objectos de marfim – mesmo se forem anunciados como “legais”, ajudam a manter o mercado em movimento e a prover uma cobertura para o comércio ilegal do marfim de elefantes mortos recentemente.
Apoiar santuários de elefantes
Conheça e apoie organizações que trabalham para dar a elefantes cativos uma vida melhor, devolvendo-os a ambientes onde eles podem viver livremente, como a Elephant Reintroduction Foundation e a Elephant Nature Park, na Tailândia, assim como a David Sheldrick Wildlife Trust, na África. Nos Estados Unidos, dentre os principais santuários actuantes, estão o Elephant Sanctuary e o Performing Animal Welfare Society (PAWS).
Ser uma voz para os elefantes em cativeiro
Apesar de mais e mais áreas estarem proibindo o uso de animais selvagens em circos, e do Ringling Bros. ter dado recentemente um grande passo ao anunciar que iria “aposentar” os elefantes que explora, ainda existem outras empresas que viajam ao redor do mundo e que continuam a usar elefantes. Nós podemos enviar uma forte mensagem de que é hora de parar, evitando as empresas e locais que continuam a usá-los.
Assine a petição pedindo ao Congresso americano que aprove a Traveling Exotic Animal Protection Act, que irá proibir o uso de animais selvagens em circos, pelo bem desses animais.
Nós também podemos ajudar a dar voz aos elefantes que ainda se encontram em zoológicos e que precisam de ajuda, como Asha, Lucky e Lucy, assinando a petição em seus nomes, e a petição para países como o Zimbábue, pedindo para que pare de retirar os filhotes de elefantes das suas mães, na Natureza, para levá-los para o cativeiro.
Fazer um “Elegrama“
A Nature Conservancy, que é patrocinadora oficial do Dia Mundial dos Elefantes deste ano, está pedindo a simpatizantes que façam imagens à mão para o seu Projecto #Elegram, que será arrematado por 150.000 dólares por doadores generosos para o trabalho de preservação de elefantes na África. Basta pintar, desenhar, esboçar ou esculpir uma imagem de um elefante, tirar uma foto do trabalho e enviá-lo para a sua galeria.
Espalhar a mensagem
Se você está espalhando a mensagem sobre os esforços para ajudar os elefantes em sites dos media social, visite o site do World Elephant Day para obter banners para partilhar, e adicione as hashtags #WorldElephantDay, #GoGrey, #BeHerd, #Elegram, #SaveElephants, #JoinTheSTAMPede, # 96Elephants e #SayNoToIvory.
Para mais informações sobre maneiras de ajudar os elefantes e apoiar organizações que trabalham a favor dos mesmos, consulte o site.
Fonte: ANDA
(Este texto foi transcrito para Língua Portuguesa).
Fonte: