Segunda-feira, 18 de Abril de 2016

«GOVERNO PORTUGUÊS, PARE IMEDIATAMENTE A EXPORTAÇÃO DE CÃES E GATOS PARA A COREIA DO SUL E FILIPINAS»

 

ASSINEM A PETIÇÃO, POR FAVOR

http://www.thepetitionsite.com/830/339/500/portuguese-government-stop-immediately-the-export-of-dogs-and-cats-to-southkorea-and-philippine/#sign

 

PETIÇÃO.jpg

«Portuguese Government, stop immediately the export of dogs and cats to South Korea and Philippine» - Petition

 

Na sequência da Carta Aberta que dirigi a capoula santos (passarei a escrever os nomes dos governantes portugueses em letras minúsculas, como protesto à vergonhosa submissão do governo português ao ilegal e inconstitucional AO/90) sobre a petição de Stephanie Christie, que põe Portugal de rastos, devido á exportação de cães e gatos para os citados países, recebi um pedido de divulgação desta outra petição criada no dia 11 do corrente mês, nestes termos:

 

«Agradecia a divulgação da minha petição, pois tenho conhecimento de uma Petição publica de 2015, que passou despercebida em Portugal e que tem apenas cerca de 2.032 assinaturas.

 

Gostava de ir mais longe para acabar com esta vergonha de fazer dinheiro à custa de limpar os nossos canis... da maneira, como se sabe, o que fazem aos animais antes de os comer...

 

Fiquei chocada com esta notícia de 2015, que por acidente tive conhecimento em pesquisas na net!!

 

Agora com o PAN (mesmo que só com 1 deputado), tenho esperança de que isto acabe o mais depressa possível e se encontrem outras soluções para os nossos animais.

Porque as HÁ!

 

(…)

Melhores cumprimentos,

G. S

 

***

Todos esperamos que esta vergonha termine o mais depressa possível.

 

Também continuo a esperar que o senhor capoula santos, ministro da Agricultura, se digne responder ao que é solicitado na carta aberta que lhe dirigi.

 

***

Ainda a propósito da venda de cães e gatos portugueses para países onde aqueles são barbaramente exterminados para servirem de comida, recebi também esta mensagem que, por considerá-la um tanto insólita, passo a transcrever:

 

«Quem és? E qual a razão de fazeres isto? Para fazeres dinheiro?

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/carta-aberta-a-capoula-santos-ministro-632861

Isto é falso!

Paula Quintas»

 

***

Então, por desconfiar que por trás deste nome de “mulher” possa estar uma criatura do sexo masculino (à qual não posso chamar HOMEM), que costuma utilizar este tipo de linguagem nos comentários que me dirige, respondi-lhe do seguinte modo:

 

«Primeiro: quem és tu Paula Quintas, para te dirigires a mim nestes termos PIDESCOS?

 

Que me lembre, não lhe dei a liberdade de me tratar por TU.

 

Segundo: não interessa QUEM sou, mas O QUE FAÇO.

 

Terceiro: que motivos terá uma cidadã livre pensadora de exercer o seu DIREITO DE CIDADANIA, senão o de participar activamente na construção de um mundo melhor, coisa que compete aos governantes, e que os governantes não fazem?

 

Quarto: por acaso a Paula Quintas é pau-mandado de capoulas santos? A carta aberta é dirigida ao ministro da Agricultura. E é o ministro da Agricultura que terá de dizer se o teor da petição da Stephanie Christie é FALSO OU NÃO.

 

Quinto: eu não sou membro do governo português, não sou mercenária, nem corrupta para exercer o meu DIREITO DE CIDADANIA por dinheiro algum do mundo.

 

Porque EU, ao contrário de uma grande maioria dos membros do governo, NÃO ESTOU À VENDA, nem sirvo Lóbis.

 

Espero que TENHA ENTENDIDO».

 

***

A Paula Quintas entendeu, que eu já sei.

 

E espero que isto não volte a acontecer, ou seja, nem as insinuações parvas das Paulas Quintas que por aí deambulam, nem a venda dos nossos amados cães e gatos para servirem de comida a trogloditas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:02

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Sábado, 19 de Setembro de 2015

NÃO VOTAREMOS NOS PARTIDOS QUE ESTEJAM DE ACORDO COM O ACORDO ORTOGRÁFICO 1990

 

(Sugestão de carta a enviar aos Partidos Políticos na corrida ao Poder governativo de Portugal)

O que pensam os candidatos sobre pessoas a dormirem nas ruas por terem perdido as suas casas, idosos a sobreviverem com 200 euros, crianças a irem para escola com fome, etc., TODOS NÓS JÁ SABEMOS, porque eles (os candidatos) fartam-se de falar nelas, obviamente com promessas que NÃO CUMPREM.

Eu SEI o que eles pensam acerca disto. Não sei o que eles pensam acerca do AO90. E para votar, EU tenho de saber o que eles pensam acerca de todas as questões que EU considero relevantes para o País.

E a VENDA da Língua Portuguesa, para mim, é algo tão REPUGNANTE, como as promessas não cumpridas sobre todas as questões sociais referidas…

 

20116_633716416730030_2305632944700673588_n AO.png

Nem mais…

Origem da foto: https://www.facebook.com/TradutoresContraAO90?fref=ts

 

Excelentíssimos candidatos a primeiro-ministro e a deputados à Assembleia da República,

 

Na qualidade de cidadã eleitora, dirijo-me a Vossas Excelências, enquanto candidatos a governantes de Portugal, no sentido de obter uma indicação do vosso posicionamento relativamente ao “Acordo Ortográfico” de 1990 (AO90).

 

  1. Como é, certamente, do vosso conhecimento, o AO90 não foi objecto de qualquer discussão pública em Portugal, nem em 1990/1991, nem entre 2005 e 2008, quando o 2.º Protocolo Modificativo ao AO90 foi aprovado e ratificado, tendo reduzido a 3 o número mínimo de ratificações necessárias para a sua entrada em vigor.

 

Aquando da ratificação deste 2.º Protocolo Modificativo, foram emitidos 27 Pareceres de Linguistas e Entidades especializadas, dos quais a quase totalidade (25) eram contrários à Reforma do AO90.

O AO90 não reúne consenso internamente, visto que a esmagadora maioria dos Portugueses (estima-se que em percentagem superior a 90%) é contrária às alterações de grafia preconizadas; nem externamente, visto que não foi, nem há a expectativa de vir a ser, ratificado por Angola e Moçambique.

 

Em resultado dos deficientes critérios que adopta, o AO90 não “unifica” as ortografias do Português de Portugal e do Português do Brasil.

 

Diariamente vemos publicados em jornais, livros e outras publicações, e mesmo no Diário da República, textos contendo erros de aplicação do AO90, com palavras inventadas como “batéria” por bactéria, “pato” por pacto, “helicótero” por helicóptero, “interrução” por interrupção, “convição” por convicção, “perceção” por percepção, etc..

 

Os “aplicadores” do AO9 nem sequer conhecem as regras do mesmo.

As “regras” sobre acentuação e hifenização são absurdas, contraditórias e de impossível compreensão e interiorização.

 

Uma autêntica catástrofe linguística!

 

Os próprios instrumentos utilizados pelo Estado para a “aplicação” do AO90, nomeadamente o conversor “Lince”, violam o Tratado que dizem “aplicar”, ao reduzirem significativamente as facultatividades/duplas grafias permitidas pelo “Acordo”, e escolhendo, de entre as grafias alternativas permitidas, aquelas que nos afastam das maioritariamente utilizadas no Brasil; ou até mesmo palavras inexistentes (“conceção”, “receção”, “perceção”, entre cerca de 500 novas palavras).

 

Acresce que a eliminação das consoantes etimológicas faz a nossa grafia divergir da herança greco-latina, que é comum às principais Línguas europeias.

 

A Língua Portuguesa, com este “acordo” deixou de ser Europeia.

 

O que será agora? Ninguém sabe. Nem sequer os próprios promotores desta aberração.

 

O AO90 veio introduzir instabilidade sem conseguir operar qualquer “unificação”, acentuando, em vez de atenuar, as diferenças entre as variantes da Língua.

 

  1. Tal como a maioria das pessoas, como Portuguesa, considero imperioso que Portugal se desvincule do Tratado do AO90 e respectivos Protocolos Modificativos e que, em consequência, seja reposta internamente a ortografia costumeira (pré-AO90), a única que consegue assegurar a estabilidade necessária a uma sociedade com grau elevado de literacia como se pretende.

 

Esse processo de desvinculação implica nomeadamente que o Governo renegoceie o Tratado do AO90 e o 2.º Protocolo Modificativo; e que a Assembleia da República aprove essa desvinculação.

 

É nesse sentido que peço a Vossas Excelências que tomem posição relativamente a esta temática, desde logo.

 

Na qualidade de candidatos a primeiro-ministro e a deputados, são a favor ou contra o AO90?

 

  1. No caso de Vossas Excelências serem contra o AO90, como exteriorizarão esse posicionamento?

 

1) Recusarão utilizar o AO90 no exercício dos cargos para os quais sejam eleitos ou designados, nomeadamente na Assembleia da República e no Governo?

 

2) De que forma tencionam fazer com que Portugal se desvincule do Tratado do “Acordo Ortográfico” de 1990 e deixe de o “aplicar” na ordem jurídica interna?

 

3) Comprometem-se a requerer a fiscalização da constitucionalidade do AO90 e dos regulamentos que o implementam ao Tribunal Constitucional (nos termos do artigo 281.º, n.º 2, alínea f) da Constituição)?

 

4) Comprometem-se a tomar a iniciativa de convocar um Referendo Nacional sobre o AO90?

 

5) Em que sentido votarão a Iniciativa de Referendo dos Cidadãos ao AO90, na Assembleia da República?

 

  1. Pretendo tornar claro que é essencial, para mim, saber a posição que perfilham enquanto candidatos, e a do vosso Partido, quanto às questões apresentadas, e nomeadamente quanto à disponibilidade para promoverem a desvinculação de Portugal do “Acordo Ortográfico” e para viabilizar a Iniciativa de Referendo ao mesmo AO90, que será apresentada à Assembleia da República.

 

Por ser frontalmente contra o «Acordo Ortográfico» de 1990, NÃO VOTAREI no Partido por vós representado, caso não receba resposta a favor da desvinculação do AO90.

 

E como eu estão milhares de Portugueses com responsabilidade cívica.

 

Com os meus cumprimentos (que não podem ser os melhores, como gostaria) por motivos óbvios,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:14

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Terça-feira, 9 de Junho de 2015

A melhor forma de comemorar o Dia de Camões é devolver a Portugal a Língua Portuguesa

 

Amanhã, o governo português pretende celebrar o Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades, com cerimónias hipócritas, que em nada dignificam um país que está a ser  vendido  e a perder um dos seus maiores símbolos identitários: a Língua Portuguesa.

 

LUIZ VAZ DE CAMÕES.jpg

 

Esta estátua jacente de Luís Vaz de Camões encontra-se no Mosteiro dos Jerónimos. Os seus restos mortais estarão ali ou não, mas o que importa é o Homem de Letras que ele foi, e amanhã será celebrado numa língua que não é a Língua de Camões, aquela Língua que ele usou para tornar grande um Portugal pequeno.

 

Se pudesse falar, lá do limbo, onde com certeza se encontra, diria, desgostoso:

 

«Parai, ó (h)omens sem honra! Arrancastes as raízes da Língua, com a qual celebrei os feitos dos Portugueses, e agora só restam palavras desfeadas, afastadas das suas origens, para contar as proezas imperfeitas dos que venderam, por baixo preço, o meu País!»

 

***

 

Eu, como cidadã portuguesa, não pactuarei com esta traição à minha Pátria.

 

Que acordo permitiu unificar que língua?

 

A Língua Portuguesa não foi, com toda a certeza.

 

A Língua Portuguesa não é aquela mixórdia de palavras mal escritas e mal ditas que o governo português pretende impingir-nos.

 

Com isto, as editoras perderam uma boa cliente: eu gastava fortunas em livros, e agora não gasto.

 

Espero que quem ama verdadeiramente a sua Pátria e os seus valores culturais identitários, digam um rotundo NÃO a esta deslealdade para com os Homens (com H maiúsculo) que nos deixaram uma Língua, e omens (sem H nenhum – se não se lê, não se escreve, não é esta a nova regra deformatória da nossa Língua?) a mataram por trinta dinheiros.

 

Amanhã, em vez de flores, depositarei as minhas lágrimas no túmulo de Luís Vaz de Camões.

 

Os governantes portugueses depositarão flores no túmulo de Luís "Vás" de Camões.

 

E isto não é a mesma coisa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:27

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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