Domingo, 28 de Outubro de 2018

TODA A VERDADE SOBRE AS TOURADAS

 

Tudo o que é feito ao touro antes, durante e depois das touradas

 

VERDADE DA TOURADA.jpg

 Antitourada 

 

1 - PRAÇA DE TOIROS CALAFIA.

 

2 - Um dia fui lá, e fiquei muito assombrado com tudo aquilo que vi...

 

3 - A CORRIDA DE TOIROS PARA MIM, É MATAR POR DIVERSÃO…

 

4 - Talvez já tenhas ouvido dizer que a festa de touros é uma arte, mas não é… É uma ciência... A Ciência da Tortura. E nada na festa brava é genuíno, excepto a dor.

 

5 - Eles acreditam ser muito valentes… mas não o são. Porque, desde pelo menos 24 horas antes de entrar na arena, o touro é mantido numa prisão às escuras, para que ao soltarem-no, a luz e os gritos dos espectadores o assustem e ele tente fugir, saltando as barreiras, o que produz no público a ilusão de que o touro é feroz, mas a condição natural do touro é fugir, NÃO é atacar.

 

6 - Cortam-lhe os cornos para proteger o toureiro. Põem-lhe às costas sacos de areia, durante horas. Batem-lhe nos testículos e nos rins, provocam-lhe diarreia, deitando sulfatos na água que bebe, para que chegue fraco e desorientado à arena. Untam-lhe os olhos com gordura para lhe dificultar a visão e deitam-lhe nas patas uma substância que lhe produz ardor e o impede de ficar quieto, para fazer reluzir a actuação do toureiro.

 

7 - Os cavalos dos picadores: Escolhem-se cavalos que já não têm valor comercial, porque o animal morre em 3 ou 4 corridas no máximo. É muito comum que o animal sofra múltiplas quebras de costelas ou várias perfurações. Coloca-se-lhe uma capa a simular que esta o protege, mas na realidade é para que o público não veja as feridas do cavalo que, com frequência, apresentam vísceras expostas.

 

8 - O trabalho do picador, para mim é degradante… Se o toureiro percebe que o touro investe com muita energia, ordena ao picador que faça o seu trabalho: Consiste em sangrar o touro para o debilitar, cravando-lhe no lombo uma lança que destrói alguns músculos (trapézio, romboideu, espinal e semiespinal, serráteis e transversos laterais) e, além disso, lesiona vasos sanguíneos e nervos. Tudo isto para que o toureiro possa brindar com a sua expressão artística, que se supõe este espectáculo dever ter. Um único golpe forte poderia destroçar imediatamente o touro, por isso, é feito em três tempos, “para maior deleite dos aficionados”.

 

9 - E o das Bandarilhas ainda é pior…As bandarilhas asseguram que a hemorragia continue, por isso, tentam colocá-las justamente no sítio já picado com os ganchos metálicos. O gancho move-se dentro da ferida a cada movimento do touro e com o roçar da muleta, o peso das bandarilhas tem precisamente essa função. Algumas têm um arpão de 8 cm a que chamam "de castigo", que lhe cravam se conseguiu desviar-se da lança do picador. As bandarilhas prolongam o agravamento e aprofundamento das feridas internas. Não há limite para o número de bandarilhas: tantas quantas forem necessárias para destroçar os tecidos e a pele do touro…

 

10 - Tal como está Demostrado, é tudo dum Grande Valor… A perda de sangue e as feridas na espinha dorsal impedem que o touro levante a cabeça de maneira normal, e é quando o toureiro pode aproximar-se mais. Com o touro já próximo do esgotamento, o toureiro já não se preocupa com o perigo e pode até dar-se ao luxo de virar as costas ao touro, depois de um passe especialmente artístico, atirando o peito para fora e pavoneando-se para receber os aplausos do público em histeria. Quando o touro atinge este estado lastimável, o matador entra na arena numa celebração de bravura e de machismo, enfrentando um touro exausto, moribundo e confuso.

 

11 - E falta ainda a famosa Espada! O touro é atravessado por uma ESPADA de 80 cm de comprido, que pode destroçar-lhe o fígado, os pulmões, a pleura, etc., segundo o lugar por onde penetre no corpo do animal. De facto, quando destroça a grande artéria, o touro agoniza com enormes vómitos de sangue. Na hora de matar, se o touro tiver um pouco de sorte, morre duma estocada, mas não como se pensa duma estocada no coração, porque a espada penetra pulmões e diafragma, por vezes uma artéria maior, daí a hemorragia ser mais visível. Por vezes morrem afogados no seu próprio sangue…

 

12 - E a Tortura continua... O touro, numa tentativa desesperada por sobreviver, resiste a cair, e tenta caminhar penosamente até à porta por onde o fizeram entrar, procurando uma saída a tanto maltrato e dor. Mas então apunhalam-no na nuca com o DESCABELLO, uma outra espada que termina numa lâmina de 10 cm. Apesar destes terríveis tormentos, o animal não consegue morrer de imediato pela sua grande força, mas finalmente cai ao solo, porque a espada foi destruindo os seus órgãos internos…

 

13 - Mestres? Artistas? Valentes? Ou antes, Ignorantes, Assassinos e Cobardes…

 

14 - E prossegue… Rematam com a PUNTILLA de 10 cm, com a qual lhe tentam seccionar a espinal-medula, ao nível das vértebras atlas e axis. O touro fica assim paralisado, sem poder sequer realizar movimentos com os músculos respiratórios, pelo que morre por asfixia, muitas vezes afogado no seu próprio sangue, que lhe sai em grandes golfadas pela boca e pelo nariz.

 

15 - O Arrasto… Após lhe terem destroçado as vértebras, o touro perde o controlo sobre o seu corpo desde o pescoço para baixo. No entanto, a cabeça mantém-se intacta, pelo que está consciente de todo o horror que lhe está a acontecer e de como está a ser arrastado para fora da arena.

 

16 - NÃO SEJAS INDIFERENTE À SUA DOR… Consegues ver a lágrima que lhe escorre pela face? Não participes nestes eventos. As corridas de touros são uma tradição cruel que nos denigre como seres humanos.

 

17 - Antonio Gala, ex-toureiro, nascido em 1937, escreveu na crónica dominical do “El País”, a 30 de Julho de 1995, um artigo no qual confessava a sua "conversão" a anti-taurino: “E de repente [o touro] olhou para mim. Com a inocência de todos os animais reflectida nos olhos, mas também implorando. Era a revolta contra a injustiça inexplicável, a súplica face à crueldade desnecessária...”

 

18 - Reflecte, tal como eu… “A comiseração com os animais está tão intimamente unida com a bondade de carácter, que se pode afirmar que quem é cruel com os animais não pode ser boa pessoa.” Schopenhauer. Só os psicopatas gozam com o sofrimento doutros! Tu és um deles? Reflecte! Rejeita-a!!! Esta é uma tradição degradante que NÃO deve continuar …

 

19 - Como podes ajudar? Não assistas a corridas de touros; Não apoies políticos, artistas e comunicadores associados a esta crueldade; Não consumas produtos de empresas que as patrocinem; E o mais importante: Ensina os teus filhos a respeitarem os seres vivos…

 

20 - E, difundindo estas imagens, farás com que quem desfruta destas festas selvagens tome consciência do que faz… Recorda que por cada e-mail que envies podes fazer mudar a maneira de pensar de muita gente… Se tudo isto te tocou ao menos um pouco o Coração, une-te a mim!!!

 

21 - Ou, pelo menos, pensa bem nisto!!!

 

Fonte:

Ver mais fotos neste link:

http://pt.slideshare.net/mobile/AntiTourada/a-verdade-sobre-as-touradas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:17

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Sábado, 3 de Março de 2018

NÃO HÁ DIFERENÇA ALGUMA ENTRE UMA CRIANÇA HUMANA E UM ANIMAL NÃO-HUMANO

 

Diz Morrissey. Mas a Ciência comprova-o...

E nem precisava de comprová-lo.

Basta conviver com animais não-humanos e ter crianças por perto, e estar atento a todos os sentidos de uns e de outros, para constatar que os sentidos dos não-humanos diferem dos nossos apenas por serem muito mais apurados do que os sentidos humanos…

 

MOPRRISSEY.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:30

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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018

«TENTATIVA DE CONTRADITÓRIO A UM AMIGO LICENCIADO, QUE AFIRMA ACREDITAR QUE AS PLANTAS SOFREM!»

 

Para os que nos “atiram” com o sofrimento das alfaces... quando querem justificar o consumo de animais, que eles dizem que não sofrem…

 

ALFACES.jpg

Imagem: Internet

 

Texto do Dr. Vasco Reis (Médico-Veterinário)

 

«As plantas são seres de vida vegetativa. Desenvolvem reacções a estímulos físicos, químicos, bioquímicos. Assim, assimilam, sintetizam a partir do que assimilam, crescem, reproduzem-se, sem consciência, sem raciocínio, sem decisão voluntária.

 

Pergunto: sentem como e que tipo de estímulos e com que finalidade útil? Onde estão as estruturas sensoriais? Algo comparável a órgãos de sentidos, nervos, Sistema Nervoso Central? Há várias décadas que opino, servindo-me de argumentos da ciência, da lógica, da filosofia.

 

Filosofemos: a natureza, que parece ser utilitária, não iria dar capacidade de sofrimento, sensibilidade álgica ou capacidade de sentir pânico a seres que não podem fugir daquilo que os fere, a seca, o fogo, o corte, certo? Sabes que há pseudocientistas que afirmam coisas de fantasia ou que servem interesses dos que fazem negócio com produtos de origem animal para a alimentação e que pretendem invalidar o argumento da compaixão e empatia dos vegetarianos e veganos, que para pouparem os seres sencientes animais, optam e servem-se exclusivamente dos seres não sencientes vegetais para se alimentarem? Não podemos acreditar em tudo o que se publica!!! Há muita asneira! Há muita vigarice! Acredito que a natureza "deu" a TODOS OS ANIMAIS a capacidade de sentirem desconfiança, medo, etc., e dor física para se afastarem do perigo ameaçador ou que já os fere. Isso é essencial para a fuga e tentativa de sobrevivência. Não teria sentido para as plantas!!! Abraço!»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:42

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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2018

PARA ONDE CAMINHA A HUMANIDADE?

 

Isto é HORRÍVEL!

Pobres macaquinhos! Foram clonados para serem TORTURADOS!

E chamam a isto EVOLUÇÃO da ciência?

Shame on China!

 

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:40

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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017

HINO DE AMOR AOS ANIMAIS NÃO-HUMANOS

 

As pessoas que convivem com animais não-humanos têm algo em comum: um amor profundo por eles. Um sentimento que não pode ser explicado e que, infelizmente, (ainda) muitas pessoas não podem entender, porque nunca o experimentaram.

 

E quem não gosta de animais não-humanos, também não gosta de animais humanos. Mas quem gosta de animais não-humanos, inevitavelmente, gostará dos animais humanos. 

 

Os nossos amigos e companheiros do dia-a-dia sentem um amor incondicional pelos seus donos, sem esperar nada em troca, e não há como resistir a tanto amor.

 

HINO DE AMOR AOS ANIMAIS.jpg

Origem da imagem: Internet 

 

São Francisco de Assis, bem como a Madre Teresa de Calcutá também sentiam esse amor profundo pelos animais. São Francisco considerava-os seus irmãos. Madre Teresa deixou-nos uma declaração de amor a eles.

 

«Por que amar os animais?

 

Porque dão tudo sem pedir nada. Porque frente ao poder do homem que conta com armas, eles são indefensos.

 

Porque são eternas crianças, não sabem nem de ódios, nem de guerras. Porque não conhecem o dinheiro e contentam-se apenas com um tecto onde se refugiar do frio.

 

Porque se fazem entender sem palavras, porque o seu olhar é tão puro como a sua alma.

 

Porque não sabem nem de invejas, nem de rancores, porque o perdão é algo natural neles. Porque sabem amar com lealdade e fidelidade. Porque dão a vida sem ter de ir a uma luxuosa clínica. Porque não compram amor, simplesmente o esperam e porque são nossos companheiros, eternos amigos que nunca traem. Porque estão vivos.

 

Por isso e mil coisas mais, eles merecem o nosso amor. Se aprendermos a amá-los como eles merecem, vamos estar mais perto de Deus”.

***

 

Os Pais devem ensinar os filhos a respeitar os animais

 

Ser bons pais implica mil e uma pequenas coisas, mas sobretudo implica incutir nas crianças valores humanos e bons princípios, e como é que isso se consegue sem neles (nos princípios) incluir o respeito por todos os animais que connosco partilham o mesmo Planeta?

 

Desta forma evitará que o seu filho se torne um adulto vazio de sentimentos como a empatia, a compaixão, a solidariedade, necessárias a uma vida mental e emocionalmente saudável.

 

Pense que, para o seu filho, você é um modelo a seguir. Na etapa de crescimento das crianças, elas tendem a imitar os pais. É por isso que você deve aproveitar esse período para ensinar aos seus filhos que é fundamental não fazer aos outros o que não gostaria que fizessem a si, sejam esses outros humanos ou não humanos. Todos somos Vida, e a Vida é tão importante para nós como é para os restantes animais, tão animais como nós, em todos os sentidos: biológico, emocional, sentimental. Só que nunca conviveu com animais é que não sabe disto. E a Ciência, aqui, nem sequer é necessária.

 

Desta forma, os seus filhos crescerão mentalmente saudáveis e serão adultos responsáveis, educados nos valores humanos e respeito pela Vida, logo, seres humanos válidos para a sociedade.

 

É que como dizia Mahatma Gandhi… «A grandeza de um país e do seu povo pode ser medida pela maneira como trata os seus animais».

 

E Portugal é um país sem grandeza alguma, pois mantém práticas desumanas, cruéis e violentas contra todas as espécies de animais, apesar da existência de uma Lei que pouco significado tem na prática, porque uns animais são mais animais do que outros.

 

E isso diz da pequenez dos políticos que o governam.

 

Reflictam nisto.

 

Texto adaptado de:

https://meusanimais.com.br/conheca-mensagem-madre-teresa-calcuta-amor-pelos-animais/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:25

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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALBUFEIRA, A NÓDOA NEGRA DO ALGARVE

ALBUFEIRA.JPG

 

Exmo. Senhor Carlos Eduardo da Silva e Sousa (PSD)

 

Por princípio, a não ser que, por qualquer imperiosa circunstância, a isso seja obrigada, não costumo sujar as solas dos meus sapatos no chão de localidades que têm activa uma arena onde se torturam seres vivos para divertimento de sádicos e de psicopatas, sim, porque é dos sádicos e dos psicopatas deleitarem-se com o sofrimento alheio.

 

Foi o que aconteceu, desta vez. Na passada semana, a força de uma circunstância obrigou-me a pisar o chão de Albufeira, município que consta do rol das localidades portuguesas com um atraso civilizacional considerável, pelo simples facto de manter vivo um costume bárbaro, do tempo em que imperava a mais profunda ignorância: a cruenta actividade a que chamam “corrida de touros”.

 

Não, não é uma cidade bonita. Sim, tem boas praias, como as da Falésia, da Rocha Baixinha, dos Tomates, dos Olhos de Água, do Barranco das Belharucas, entre outras, frequentadas por turistas portugueses e estrangeiros, de um certo nível cultural, que nada tem a ver com a barbárie propagandeada nos cartazes terceiro-mundistas que se encontram no percurso dessas praias, e que causa mal-estar e náuseas a esses turistas.

 

Francamente, senhor Carlos Eduardo da Silva e Sousa (PSD), o senhor acha (porque pensar é para quem sabe) que os turistas que se deslocam a Albufeira estão interessados num divertimento de broncos primitivos que se recusam a evoluir?

 

Quando me vi diante daquele monstruoso edifício que dá pelo nome de “Praça de Toiros” (Bullring, em inglês, para afugentar os estrangeiros) senti-me como se estivesse numa aldeola onde a civilização ficou à porta.

 

É que isto de civilização nada tem a ver com hotéis de luxo, resorts, grandes supermercados, belas praias, campos de golf e outras coisas deste género, que pertencem ao que se denomina progresso, mas progresso nem sempre rima com sucesso.

 

O verdadeiro grau de civilização de determinada sociedade é medido pela forma como trata os seus animais, ou os seus indivíduos mais frágeis.

 

Ora como se sabe, as touradas não têm mais lugar numa sociedade civilizada. O ser humano tem evoluído no sentido de cada vez mais respeitar o sofrimento e a vida dos animais não humanos e, por esse motivo, as touradas têm vindo a ser repudiadas e proibidas em muitas cidades e regiões, nos oito países (entre os 193 que existem no mundo) onde ainda esta selvajaria se pratica.

 

Trata-se de uma actividade bárbara que não serve absolutamente nenhum interesse do ser verdadeiramente humano. Serve apenas obscuros interesses económicos e o sadismo e psicopatia de uma minoria que insiste em sustentar e perpetuar esse “gosto” mórbido, de se entreter à custa do sofrimento de um animal herbívoro, senciente e manso, que nasceu para pastar e conviver tranquilamente com os da sua espécie, em campos verdejantes.

 

A selvajaria tauromáquica promove apenas violência e crueldade gratuitas; deseduca as crianças a quem criminosamente obrigam a assistir a tais práticas selváticas e cruéis, inclusive provocando-lhes traumas para a vida (basta ler os estudos já efectuados que o provam); e representam uma afronta à ciência que já demonstrou e provou sobejamente que os Touros são animais sencientes, racionais e conscientes tal como nós, animais humanos.

 

Para que o senhor Carlos Eduardo da Silva e Sousa (PSD) não diga que não sabia, informo-o de que em Março de 2012, um grupo de neurocientistas de renome internacional, declarou pela Universidade de Cambridge que todos os mamíferos, aves, répteis e outros animais de várias espécies, além de serem sencientes têm também consciência. Isto significa que eles têm plena noção do que se passa à sua volta e que, tal como o animal humano, têm a capacidade de experimentar sofrimento físico e emocional, como dor, tristeza, medo, stress, pânico, mas também alegria, amor e emoção.

 

Sugiro-lhe que leia este artigo onde poderá ler esta declaração:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/declaracao-de-cambridge-sobre-a-511642

 

Está mais do que provado que, aos olhos da ciência (mas bastaria estar aos olhos de qualquer pessoa civilizada, sensível e compassiva; eu, por exemplo, desde criança que o sei, porque desde criança convivo com animais de muitas espécies) que não existem diferenças fundamentais entre nós, humanos, e os restantes animais não humanos.

 

E quando digo diferenças são as que justifiquem a utilização de animais como objectos de tortura em práticas absurdas e sádicas, para as quais são violentamente retirados do seu habitat, drogados, amedrontados, provocados, feridos, antes, durante e depois da lide, e, os que conseguem resistir, durante vários dias sem tratamento, comida ou água, são mortos cruelmente num qualquer matadouro. E isto é um fim de vida demasiado torturante, inglório e indigno para um animal que os tauricidas dizem “honrar”.

 

Como cidadã portuguesa, senti-me envergonhada em Albufeira, diante de turistas estrangeiros que ali foram ao engano. Albufeira, que poderia comparar-se às mais civilizadas estâncias balneares do mundo, não fossem os cartazes vergonhosos a apelar à crueldade e violência, espalhados pelos percursos das praias, que eu não recomendo aos meus amigos estrangeiros

 

O senhor não tem vergonha de permitir algo tão degradante, cruel e primitivo em pleno século XXI, da era cristã, em Albufeira?

 

Alenta-me saber que já há muitos autarcas e outros políticos dispostos a lutar pelo fim de algo que tem tanto de dispensável quanto de sugador de impostos. É inadmissível que mais de 16 milhões de euros sejam retirados, anualmente, das nossas contribuições e impostos e canalizados para sustentar a selvajaria tauromáquica, em todas as suas cruéis vertentes. Todos sabemos que as touradas têm apresentado prejuízo e caso não fôssemos nós, cidadãos portugueses, a sustentá-la contra a nossa vontade, elas já não teriam lugar em Portugal.

 

Mais de 90% dos portugueses repudia as touradas como qualquer outro evento que se baseie em maltrato de animais, e creio que o senhor presidente da Câmara Municipal de Albufeira, com certeza, gostaria de figurar no rol dos autarcas portugueses mais civilizados e compassivos, de modo a merecer os votos dos seus munícipes mais evoluídos. Cada vez mais a consciência dos portugueses eleva-se e rejeita os autarcas que apoiam estas práticas bárbaras.

 

No próximo ano, gostaria de regressar a uma Albufeira limpa dos cartazes que anunciam esta terrível e venal “arte” de torturar e matar animais em público; que traumatiza as crianças e adultos sensíveis; que agrava o estado dos neuróticos atraídos por estas práticas cruentas; desnaturaliza a relação entre o homem e o animal, afronta a moral, a educação, a ciência e a cultura; e provoca asco às pessoas civilizadas.

 

Para que o senhor saiba o que pensam os estrangeiros desta barbárie, sugiro-lhe que veja e ouça este vídeo:

 

 

Esperando o melhor acolhimento desta minha carta, que apenas tem a intenção de contribuir para a evolução de Albufeira, despeço-me com fé e esperança no triunfo da lucidez,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:32

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Segunda-feira, 19 de Junho de 2017

NA ILHA TERCEIRA (AÇORES-PORTUGAL) A ESTUPIDEZ CONTINUA...

 

O povo da ilha Terceira foi atacado pelo vírus da estupidez, há um longuíssimo tempo. Este é um vírus que provoca um bloqueio nos neurónios e as criaturas não conseguem raciocinar normalmente. Trata-se de uma doença para a qual existe cura, porém, estupidamente, os governantes, também atacados por este vírus, não permitem que esta doença seja erradicada, porque lhes convém manter um povo bronco e submisso.

 

Investigadores norte-americanos encontraram o micróbio com impacto fundamental nas funções cognitivas dos indivíduos. A mentalidade fica completamente deformada, aparvalhada, e o resultado é o que podemos ver neste vídeo.

 

 É assim que os broncos se divertem, na ilha Terceira (Açores): com marradas, gritos, histeria, muito álcool e muita, muita estupidez… E depois querem ser considerados “gente” normal… O fulano do vídeo não morreu. Para a próxima estará lá outra vez. Só desistem quando morrem…

 

(Para que confirmem)

Cientistas descobrem o Vírus causador da Estupidez Humana!!!

(Se bem que a estupidez só pode ser humana. Nenhum animal não humano é estúpido)

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O que nós sempre achámos que era um problema de nascença ou até mesmo de educação, afinal é mesmo a causa de um vírus que afecta a capacidade cognitiva dos humanos, limitando a aprendizagem e a memória, tornando-os assim menos inteligentes.

 

Este vírus chama-se ATCV-1 e foi descoberto, acidentalmente a partir de um estudo sobre micróbios na garganta, por cientistas da Universidade John Hopkins e da Universidade de Nebraska.

 

De acordo com o jornal britânico «The Independent», os cientistas da Johns Hopkins Medical School e da Universidade de Nebraska encontraram o vírus quando estavam a estudar micróbios na garganta, para uma outra investigação. De forma surpreendente, os pesquisadores descobriram ADN nas gargantas de indivíduos saudáveis que coincidia com o ADN de um vírus conhecido por afectar as algas verdes.

 

«Este é o exemplo perfeito de que os microorganismos “inócuos” podem afectar o nosso comportamento e cérebro», explicou Robert Yolken, um virologista que liderou o estudo original.

 

Por norma, este apenas existia em algas verdes presentes nos lagos e nos rios, mas nunca tinha sido encontrado no corpo humano.

 

Por isso, da próxima vez que encontrarem alguém estúpido, pensem que afinal ele pode ser apenas uma vítima deste vírus e aconselha-o a dirigir-se ao hospital mais próximo… se mesmo assim não ficar melhor, é porque é mesmo um nível de estupidez que nem a ciência consegue curar!

 

Este será o caso dos portugueses adeptos do divertimento mais estúpido existente em Portugal: touradas à corda, de praça, à portuguesa, e todos os outros (circo, corridas, festas de matança de porcos) que envolvem o uso e abuso de animais não humanos.

 

Fontes:

http://www.ela-e-ele.com/cientistas-descobrem-o-virus-causador-da-estupidez-humana/

http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/microbio/descoberto-virus-responsavel-pela-estupidez

http://www.dn.pt/ciencia/interior/e-normal-a-estupidez-propagarse-e-um-virus-4231562.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:14

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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016

A ORIGEM CIENTÍFICA DA "AFICIÓN"

 

Hoje brindo-vos com este espectacular texto, da autoria da minha amiga Teresa Botelho, publicado no seu Blogue «Retalhos de Outono», onde ela apresenta uma síntese bastante realista do que é o mundinho tauromáquico.

 

Parabéns, Teresa. Disse tudo o que há a dizer, de um modo que, com toda a certeza, todos entenderão logo à primeira. (I.A.F.)

 

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Texto de TERESA BOTELHO

 

Embora a Igreja Católica não tenha achado graça nenhuma à teoria da Evolução das Espécies de Charles Darwin que matava de vez o Adão, a Eva, a maçã e a diabólica cobra, a verdade é que teve que calar a boca e fazer vista grossa às evidências científicas!

 

E as evidências mostram que o cérebro e a inteligência nele contida, não é apenas atributo da posição bípede do Homo Sapiens africano que depois migrou para a Europa e Ásia, mas também dos Primatas que o antecederam.

 

Ora como hoje decidi enveredar pela Antropologia, fui escavar em certas regiões deste país, onde encontrei surpresas extraordinárias e as explicações exactas para as minhas questões, mas para não ferir susceptibilidades e porque os achados arqueológicos nem sempre foram todos homogéneos, não me alongarei em grandes pormenores geográficos.

 

Em certas regiões do nosso país, encontrei crânios diferentes dos já descobertos em escavações europeias e que possivelmente terão também ligação com outros que se virão a encontrar em Espanha e em certas regiões de França. São espécies novas de hominídeos, cujo tamanho do cérebro não evoluiu tanto como o vulgar Homo europeu.

 

A essa importante descoberta de um Neandertal - b), decidi chamar Homo Sanguinarium e por coincidência, conheci mesmo alguns dos seus descendentes que embora já conseguindo algumas verbalizações do tipo grunhido e cobrir as partes íntimas com roupas, apresentam uma caixa craniana de resumido volume e são apelidados de "Grunhos".

 

Muitos deles têm ventres avantajados e exalam um estranho odor a queijo ressequido e alho!

 

Irritam-se facilmente, chegando mesmo a vias de facto, sobretudo em casa, onde se sentem mais fortes, mas fora dela, só se alteram acompanhados pelos da sua espécie.

 

No Verão, ficam sequiosos e por vezes cambaleantes, sobretudo quando vão em magote interagir com bovinos atados com cordas, nas ruas das suas aldeias.

 

Os mais urbanos, levam a família toda a uns recintos redondos, onde outros da mesma espécie, espetam ferros em touros vivos.

 

Entre os "espetadores" de ferros, há uns que vestem colans e casacos brilhantes com lantejoulas e fazem grandes bailados em frente dos animais, antes de os ferirem.

 

Os touros têm as hastes cortadas nas pontas, mas às vezes rompem os colans aos dançarinos e mostram que a fruta que está por baixo, não é grande coisa e lá se perdem na areia os enchumaços de algodão super absorvente que maravilhavam as fêmeas dos Homos "embolados" da assistência...

 

Há também uns outros, mais espertos que espetam os ferros no bicho de cima de outro bicho. Chamam-lhes cavaleiros, mas esses não correm tantos riscos, porque a montada apara quase sempre os piores golpes.

 

São mais abastados que os demais, porque vão arrebanhando dinheiros públicos e só ali vão para os justificar e exibir a sua fraca figura.

 

Depois vêm os dos barretes abraçar o touro, talvez com vontade de lhe pedirem desculpa, mas sem sorte, porque o bicho já está nas últimas e nem os vê, apesar de algumas vezes voarem mesmo sem terem nascido com asas.

 

Mas é no final que entram os mais corajosos e que se chamam "Limpa Bonicos" que com as suas enormes pás, reúnem toda a merda reminiscente no solo e que será depois distribuída aos espectadores em saquinhos coloridos como recordação.

 

Todos eles, no entanto, revelam caixas cranianas ínfimas, comparadas com as dos touros e cavalos que sacrificam.

 

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Esta espécie de Homo Sanguinarium, apesar de se encontrar em extinção, reúne ainda bastantes da sua espécie, conseguindo mesmo alguns deles, chegar a cargos no governo.

 

Há ainda outros que como não sabiam fazer mais nada, tornaram-se religiosos e até bispos, o que não é de espantar porque esses costumam ter vários vícios, além de gostarem de ver sangue...

 

E por aqui me fico, embora muito mais houvesse para dizer, mas que guardarei para o Nobel da Ciência!

 

Fonte do texto:  Blogue «Retalhos de Outono»

http://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2016/08/aficion_80.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:43

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Domingo, 28 de Agosto de 2016

BARRANCOS - CAPITAL PORTUGUESA DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Em Barrancos tudo é feito à bruta: a tourada, a morte do Touro e até o modo como se aplaude a morte deste ser senciente, muito mais sensível do que qualquer um destes pré-humanos que o torturam e aplaudem a sua dolorosa morte.

 

Repare-se na t-shirt do (a) barranquenho (a).

 

Em Barrancos diz-se que a tradição é a cultura de um povo. Mas Albert Einstein considera que a tradição é a personalidade dos imbecis.

 

Eu acredito mais no saber dos sábios.

 

Que vergonha, Doutor Jorge Sampaio, ter o seu nome ligado à barbárie de Barrancos!

 

BARRANCOS.jpg

    Foto: Nuno Veiga

 

O Médico Veterinário, Dr. Vasco Reis, deixa-nos esta reflexão, com a qual concordo plenamente, e da minha parte, também tenho o nome do Dr. Jorge Sampaio (entre muitos outros) na lista negra dos que, em Portugal, contribuíram para reter a evolução do meu País, com actos dignos de trogloditas, e que ficarão perpetuados no «Livro Negro da Tauromaquia» que está a ser escrito, para louvor dos Touros e Cavalos sacrificados ao longo dos últimos séculos, e para desonra dos tauricidas e aficionados de todas as vertentes da selvajaria tauromáquica, o que envergonhará, com toda a certeza, os seus descendentes.

 

«Há muitos responsáveis e cúmplices pela atrocidade pública que acontece em Barrancos, além do Jorge Sampaio e do Durão Barroso e dos deputados da Assembleia da República que em 2001 votaram a lei que legalizou "a excepção de Barrancos". Para o "cocktail" das causas devem contribuir: ignorância; “tribalismo troglodita” do meio onde nascem e crescem os futuros aficionados e que, pelos vistos, "impregna" os cérebros de maneira quase indelével de gentes anónimas e proeminentes e de alguma comunicação social e de alguns membros dos governos e de responsáveis pela educação de crianças e de jovens e de autoridades permissivas e de legislação permitindo a tortura pública de seres sencientes, touros e cavalos, etc. Pessoalmente, cortei publicamente em 2001 o relacionamento amistoso e de companheirismo, que mantinha com o Jorge Sampaio, desde os tempos da nossa luta académica em 1961/62 como membros da RIA, a qual se opôs, apoiada por milhares de jovens, à agressão do governo fascista contra os estudantes no âmbito do "Dia do Estudante"!» (Vasco Reis).

 

O Dr. Vasco Reis, que já lidou de perto com Touros e Cavalos, tem estudos científicos superiores nas áreas, entre outras, da Biologia, Zoologia, Anatomia, Deontologia e Bioética, Embriologia, Fisiologia, Genética, Reprodução Animal, enfim, uma sucessão de saberes que lhe dá autoridade para dizer que «os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso».

 

Também lhe dá autoridade para dizer que:

 

«Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.»

 

Portanto, «afirmar-se que nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital.

 

O que move os governantes a apoiar estas práticas bárbaras é uma monumental ignorância e interesses obscuros de uma máfiazinha à qual se vergam, vá-se lá saber porquê!

 

Sujam o nome. Arrastam o nome pela bosta que os bovinos, tomados de um medo que também é humano, deixam pelo chão, mas preferem sujar o nome, do que ouvir a voz da Ciência, do Saber, da Razão.

 

De acordo com o Dr. Vasco Reis, «a ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes. As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende e a ciência confirma-o

 

Augusto Cury, médico, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em psicanálise, professor e escritor brasileiro diz que «a capacidade de se colocar no lugar do outro é uma das funções mais importantes da inteligência. Demonstra o grau de maturidade do ser humano

 

Logo, a incapacidade de os tauricidas e aficionados se colocarem no lugar dos bovinos, que são torturados barbaramente, demonstra não terem qualquer grau de maturidade humana e serem portadores de um QI abaixo de zero.

 

Diz o Dr. Vasco Reis que «depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada». Pois!

 

Mas os nossos governantes, e nomeadamente o ex-presidente da República, Dr. Jorge Sampaio (que até estudou em Londres) em vez de levar a evolução a Barrancos, fê-la regredir para o tempo cavernícola, se bem que eu considere os homens das cavernas muito mais civilizados do que os actuais barranquenhos, simplesmente porque não deixaram qualquer vestígio de crueldade para com os animais, que matavam exclusivamente para se alimentarem deles, e não para se divertirem com o seu sofrimento.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:03

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Quinta-feira, 14 de Julho de 2016

TRIBUTO A MARIA HELENA CAPETO – A NATUREZA É A MEDIDA DE TODAS AS COISAS

 

Quando me vi com Tiiti de Gayport – Tributo ao Amor, o livro de Maria Helena Capeto, nas minhas mãos, o meu primeiro gesto foi acariciar o rosto de Tiiti, na capa do livro, numa espécie de ritual de boas vindas. E mal sabia eu o que esperar desta leitura.

 

Este é um livro que todas as pessoas devem ler, porque aprenderão a viver em harmonia com a Vida, com a Natureza e a compreender melhor o Universo, não o Universo que nos “mostra” a Ciência, mas o outro, aquele que é o verdadeiro Universo, onde toda a Vida está entrelaçada, e que apenas uns poucos alcançam.

 

TIITI.jpg

 

Li este livro avidamente.

 

Trata-se de uma fascinante declaração de amor eterno a um ser que escolheu a autora para com ela partilhar as alegrias e as tristezas da própria existência.

 

Quando temos um animal, não somos nós que o escolhemos. É ele que nos escolhe. É ele que, de um modo ou de outro, vem ter connosco, ou leva-nos até ele, para que o recebamos e com ele partilhemos a vida e as emoções, com uma cumplicidade única e inevitável.

 

Mas Tiiti é também um ponto de partida para uma reflexão intimista de uma outra realidade que foge aos nossos sentidos mais terrenos.

 

Com Tiiti, Maria Helena Capeto compreendeu que «tudo faz parte do mesmo tecido cósmico, tudo nele está entretecido e entrelaçado», e a partir daqui, reescreveu magistralmente os conceitos que temos da Vida, da Natureza, do Cosmos, da Ciência que não nos diz nada, ou quase nada, porque a essência do mistério da Vida não é para dizer, mas para sentir. Para intuir. Para ser, sem ter como ser provado.

 

Com Tiiti de Gayport confirmei o que sempre havia intuído: os homens não têm a capacidade de compreender a linguagem da Natureza, como têm os animais não humanos, que o homem tanto nega e menospreza. E no entanto, considera-se uma espécie “superior” a todas as outras espécies. E não tem motivo algum para tanto.

 

Saberá realmente o Homem quem é o Homem, de onde vem e para onde vai, e qual o seu verdadeiro lugar no Cosmos?

 

O animal humano vê o mundo à medida da sua estreiteza de espírito.

 

Fascinei-me com a lucidez com que Maria Helena Capeto nos coloca diante da nossa insignificante “civilização”, que pode ser destruída num segundo, se assim o entender a Mãe Natureza.

 

E o que é o homem perante a força ingovernável dessa Natureza?

 

O homem julga-se o dono do mundo, o dominador do mundo.

 

Como se engana!

 

Quem domina o Planeta são as poderosas forças da Natureza, que o homem não tem como vencer.

 

O homem é apenas uma pequena porção daquela poeira cósmica de que todas as coisas terrenas e não-terrenas são feitas. Todas, incluindo os animais, ditos não humanos, tão desvalorizados pelo homem.

 

Se a humanidade, e apenas a humanidade fosse exterminada hoje, os restantes animais e as plantas continuariam a viver, agora mais tranquilamente sem a predação humana.

 

O que dizer mais sobre Tiiti de Gayport?

 

Ocorre-me declarar que, a partir desta leitura, fiquei com a certeza de que a Natureza é a medida de todas as coisas, e não o homem, como ele julga que é.

 

Sejamos humildes.

 

Termos consciência de nós próprios é sabermos que não fazemos qualquer falta a nenhuma outra criatura. Pelo contrário, o homem sem a restante vida planetária não sobreviveria nem um só dia.

 

Obrigada, Maria Helena Capeto, por esta bela lição de Amor, que tão profundamente me tocou.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:03

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