Terça-feira, 15 de Janeiro de 2019

DADA A NATUREZA DO ELEFANTE É BEM PROVÁVEL QUE ESTA IMAGEM SEJA VERDADEIRA

 

Recebido via e-amail:

Devido ao calor extremo que se fazia sentir na savana, o elefante apercebendo-se de a dificuldade do filhote acompanhar a mãe (leoa), recolheu-a na sua tromba e levou-a até à próxima poça de água.

E nós humanos com a mania de sermos os únicos inteligentes!

 

Realmente é uma maravilha, bastante provável. Mas também é provável que seja uma montagem. Hoje em dia fazem-se montagens fabulosas, que parecem verdade.

Contudo, dada a natureza do Elefante, esta limagem bem poderia ter acontecido.

 

ELEFANTE.jpg

 

«Concordo plenamente, se é verdade como tudo indica que é, a foto é de facto uma maravilha!

 

Actualmente em África os caçadores furtivos ganham a vida matando indiscriminadamente os elefantes e rinocerontes.

 

Um acto vergonhoso e indescritível.

 

Um verdadeiro negócio para a China e povos asiáticos envolventes.

 

Servem-se do marfim, reduzindo-o a pó, é vendido a preços pornográficos no mercado negro.

 

Dizem eles: o pó tem efeitos afrodisíacos!

 

A autoridade chinesa está conivente com este de tipo situações dos mafiosos e criminosos.

 

É de espantar como as Nações Unidas (ONU) não intervêm, nada fazem para por cobro a esta matança.

 

Deviam ser chamados à justiça internacional e exemplarmente punidos. (Amadeu Mata)

 

***

A verdadeira história desta imagem pode ser lida e vista neste link:

 


https://mumbaimirror.indiatimes.com/news/india/kruger-national-park-an-elephant-a-lioness-a-cub-and-an-april-fools-joke/articleshow/63679861.cms

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:07

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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018

VISITA DE XI JIPING A PORTUGAL: TAMBÉM OS VI EXACTAMENTE ASSIM…

 

Uma vergonha. Uma subserviência ao mais alto grau.

É bem certo que temos de ser cordiais, com quem nos visita, mas moderadamente, como convém. Pois para eles, somos apenas o instrumento das suas ambições. Nada mais.


Só faltou arrastar a língua pelo chão, que o futuro dono de Portugal pisou…

Quero ver quando o Celinho das Selfies for à China, se fecham as ruas para ele poder passar…

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 17:07

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Quarta-feira, 7 de Março de 2018

PORTUGAL VISTO POR TAIWAN

 

«Ele (o toureiro) não é um herói; ele (o toureiro) é um assassino)».

 

TAIWAN.png

Legendas das imagens, que também podem ser lidas em “chinês”: 1. “Tourada Portuguesa”: 2. “Ele não é um herói, ele é um assassino».

 

Recebi via e-mail, este trabalho sob o título «Portugal visto por Taiwan», da autoria de Eddie Lee, cidadão de Taiwan, uma pequena nação insular, a 180 km a leste da China, cuja capital é Taipé.

 

Neste trabalho, Eddie Lee mostra ao mundo, a História dos Portugueses, em 70 slides.

 

Começa com futebol e Cristiano Ronaldo. Está-se mesmo a ver, mas também inclui José Mourinho.

 

E a história começa com os Celtas, passa pelos Romanos, Invasões Bárbaras, Invasão Muçulmana, a Monarquia e o Império Colonial, a que Eddie chama “era dourada”, as Invasões Francesas, a Independência do Brasil, as várias revoluções republicanas, a entrada para a União Europeia, a entrega de Macau à China, a Lusofonia, o Charming Portugal, representado pelas belas paisagens portuguesas, desde o Douro ao Algarve, pintores famosos, como Malhoa, Fernando Pessoa (único escritor representado), umas beldades femininas (ao gosto de Eddie), Porto, Lisboa, Coimbra, monumentos, a crise em Portugal, incêndios, um estranho Portugal ocupado, representado por uma máscara vermelha da Anonymous, e a finalizar, a doçaria portuguesa e o vinho do Porto.

 

E, claro, aquilo que me levou a escrever este texto: a tourada portuguesa, algo que vergonhosamente consta neste cartaz turístico, mas pela positiva, pois é a única coisa ligada a Portugal que traz uma mensagem: e a mensagem não poderia ser melhor: ele (o toureiro) não é um herói; ele (o toureiro) é um assassino.

 

Boa! Muito boa!

 

Uma digressão por Portugal, onde a única coisa má é a “Portuguese bullfighting”, tão adorada e apoiada pelo governo português.

 

Não é uma vergonha? Pois é!

 

Em nome dos Portugueses evoluídos, agradeço a Eddie Lee esta referência e esta crítica à actividade mais bárbara e medievalesca de Portugal.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:44

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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2018

A PERVERSÃO TAUROMÁQUICA NO MUNDO

 

São apenas oito, os países que ainda mantém esta prática medievalesca. Entre eles, encontra-se Portugal, que à conta disso, carrega o estigma de um atraso civilizacional terceiro-mundista.

E em pleno século XXI da era cristã, estarmos aqui a falar da tauromaquia no mundo é algo indigno para a Humanidade.

Mas enquanto esta praga não for extinguida, temos de continuar a combatê-la até que o último Touro e o último Cavalo sejam libertados das mãos dos seus carrascos.

 

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Comecemos pela recente recomendação da ONU

 

Recentemente, um comité sobre os Direitos das Crianças da ONU recomendou a Espanha (e apenas a Espanha, por que não também a Portugal ou à França, para referir apenas os três países da muito civilizada Europa que teimam em manter um pé na Idade Média?) a proibição da participação de crianças nas touradas, apontando nas suas conclusões que considera preocupantes os “efeitos dos danos” nas crianças nelas envolvidas.

 

Isto será uma manobra de diversão? A gota de água que não esvaziará o “copo tauromáquico”, porque a ONU esqueceu-se de que os “efeitos dos danos” também se fazem sentir nos adultos tornando-os insensíveis, sádicos e a anos luz da civilização.

 

Gehad Madi, membro do Comité, disse a este propósito, esta coisa espantosa: «O organismo, em geral, não é contra a tauromaquia na Espanha, já que é um evento histórico e cultural, mas usar crianças como toureiros é um exercício violento”.

 

Como disse, senhor Gehah Madi? A tortura de Touros e Cavalos é um evento histórico assim do género de um desfile onde se recria a corte de Isabel, a Católica, de Espanha? Ou um evento cultural, assim como o lançamento de um livro, ou um concerto de música clássica, ou uma peça de teatro?

 

Isto é inacreditável. O senhor Gehadi Madi não deve fazer a mínima ideia do que é uma tourada, para lhe chamar o que chamou.

 

E a ONU, para fazer esta triste figura, mais valia estar CALADA.

 

***

Lixo tauromáquico regressa à Ásia…

 

através de um projecto turístico (?) desenvolvido pelo montador português Marco José, em Guizhou, na China, (pasmemo-nos) destinado a mostrar a multiculturalidade de vários países, entre eles o nosso pobre país, tão mal representado por aí...

 

E como Portugal nada tem para exportar da sua Cultura Culta, exporta o lixo tauromáquico, com o aval do governo português.

 

Bem, isto nem sequer é para levar a sério, nem vai vingar, porque a China está a civilizar-se e as organismos animalistas estão atentas.

 

Um "tuguinha" (porque ser português é outra coisa) que precisa de sair da Europa e ir para os confins do mundo, carregando o lixo tauromáquico às costas, significa apenas uma coisa: a selvajaria tauromáquica está com os dias contados. Até porque isto não é uma tradição, e muito menos portuguesa. Isto é um costume bárbaro espanhol que os reis Filipes, de má memória, introduziram em Portugal para os atrasados mentais da época se divertirem. E foi ficando em Portugal, porque a raça dos parvos ainda não se extinguiu.

 

Mas já está em vias de extinção...

 

Isto é uma vergonha para Portugal.

 

Desejo ao montador português que tenha o maior fracasso para a sua empreitada, porque isto  não é maneira de prestigiar Portugal nem a sua Cultura.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:05

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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2018

PARA ONDE CAMINHA A HUMANIDADE?

 

Isto é HORRÍVEL!

Pobres macaquinhos! Foram clonados para serem TORTURADOS!

E chamam a isto EVOLUÇÃO da ciência?

Shame on China!

 

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:40

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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2016

Cuidado Portugal!!!

 

(Recebido via e-mail)

 Não precisarei de tecer comentários.  

 

A opinião sobre a Europa, de Kuing Yamang, professor chinês de Economia, que viveu em França, dirá tudo.

 

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Kuing Yamang

 

1 - A sociedade europeia está em vias de se autodestruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...

 

2 - Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seu impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

 

3 - Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

 

4 - Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

 

5 - Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

 

6 - Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

 

7 - Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!

 

8 - Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...

 

9 - Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado..

 

10 - (Os europeus) vão directos a um muro em alta velocidade...

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:40

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Domingo, 17 de Julho de 2016

COMISSÃO EUROPEIA ALIMENTA A INDÚSTRIA DA VAIDADE

 

(Um texto de André Silva que nos fala da hipocrisia reinante na União Europeia)

ELEFANTE.png

(Origem da imagem: http://p3.publico.pt/sites/default/files/4_2013/elefantes.png)

 

Texto de André Silva

 

 

OriginalSize$2016_01_28_19_44_27_152902[1].jpgPorta-voz e Deputado do PAN

 

No dia 1 de Julho a Comissão Europeia (CE) apresenta um documento no qual sustenta a sua decisão de se opor a uma proibição global do comércio de Marfim. Por incrível que pareça esta não foi uma notícia com relevância suficiente para se fazer ouvir em Portugal. Esta decisão juntou 29 governos africanos num apelo global a um reposicionamento da CE sob pena da extinção em massa do elefante africano. Vários especialistas têm vindo a alertar há anos para o desaparecimento da espécie a curto prazo, vítima da caça furtiva para obter marfim, se não forem tomadas medidas enérgicas.

 

A taxa de mortalidade destes animais é tal, que a cada 15 minutos, um elefante em algum lugar é morto por caçadores furtivos. Os especialistas asseguram que as populações de elefantes traumatizados em África são cada vez mais noctívagos e migram em grupos até 550 numa tentativa de se protegerem dos caçadores furtivos. A Comissão Europeia argumenta que, em vez de uma abrangente proibição, o melhor será encorajar os países com o número de elefantes em crescimento a "gerirem de forma sustentável " as suas populações.

 

 Com 28 membros, a União Europeia (UE) representa o maior bloco de eleitores na CITES — Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção. A capacidade de financiamento e a dinâmica comercial da UE são fortes influências no mundo em desenvolvimento, para além do seu poder de influenciar também nas questões éticas, de protecção ambiental e direitos dos animais. Pelo que a posição assumida nesta matéria é contraditória, se por um lado, a Europa afirma concordar com uma extensão da proibição actual do comércio do chamado “ouro branco”, por outro, adopta um sistema de excepções na proibição que permitem a exportação de alguns produtos derivados de marfim.

 

 Se o elefante africano fosse incluído na listagem do «anexo I» da CITES — que abrange todas as espécies em vias de extinção, o comércio internacional de marfim seria proibido integralmente. E a posição da Europa chega-nos, camuflada de um demagógico e incoerente pedido de equilíbrio. De acordo com declarações oficiais de um representante da UE ao The Guardian, reconhece-se que o comércio interno de marfim deve ser proibido, nas situações em que pode facilitar o comércio ilegal, mas não estão totalmente de acordo com a inclusão do elefante africano no referido anexo, querendo em vez disso, “encorajar os países africanos a terem um diálogo” e enquanto os tecnocratas do sistema incitam o diálogo, existem seres vivos sensíveis a serem mortos e extintos em grande escala para alimentar a vaidade do Ser Humano.

 

 Grandes empresas como a Google e a Amazon já recusaram participar neste comércio cruel. Se a situação não se inverter, o elefante africano está condenado pela caça furtiva, que visa as suas presas, em marfim. O “ouro branco” faz o seu circuito pela Malásia, Vietname, Filipinas ou Hong-Kong, antes de chegar ao seu destino final, a China, e, numa parte menor, a Tailândia, países onde o marfim é trabalhado para dar origem a jóias, esculturas e outras obras de arte populares entre os asiáticos ricos.

 

 Estamos prestes “a ir a banhos” e ainda bem, pessoal e profissionalmente foi um ano particularmente intenso e este é também um período de balanço. Tenho tido um contacto muito próximo com a necessidade de um novo projecto de sociedade pensado para o século XXI. Mas também tenho tido um contacto muito próximo, com a ideologia que ainda vigora e que promove uma economia de consumo infinito, num sistema ecológico de recursos finitos, a objectificação dos restantes animais e ecossistemas, tal como a competição e a agressividade em detrimento da cooperação e da não-violência.

 

 Se a coordenação e cooperação entre os países e entre os vários organismos e instituições de cada país fosse uma realidade e uma vontade política genuína não teríamos animais em risco de extinção para alimentar a indústria da vaidade.

 

Fonte:

http://p3.publico.pt/pet/noticias/21114/comissao-europeia-alimenta-industria-da-vaidade

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:17

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Quarta-feira, 13 de Abril de 2016

CARTA ABERTA A CAPOULA SANTOS, MINISTRO DA AGRICULTURA DE PORTUGAL

 

Petição estrangeira põe Portugal de rastos, devido á exportação de cães e gatos 

 

CHINA.jpg

 

Exmo. senhor ministro,

 

Deparei-me hoje com uma petição internacional CONTRA Portugal baseada no facto de estarmos a exportar cães e gatos para países como a China, Coreia, Filipinas etc., onde os animais são utilizados para comida, experiências e outras barbaridades.

 

Eis o link para a petição:

http://www.yousignanimals.org/Did-you-know-Portugal-has-agreed-to-sell-CATS-and-DOGS-to-China-to-be-cooked-alive-SIGN-NOW-t-6474

 

A petição baseia-se em notícias que saíram durante o anterior governo em que a ministra da Agricultura era assunção cristas (escrevo o nome em minúsculas, seguindo o teor do AO/90, que obriga a escrever, por exemplo, os meses do ano, derivados de nomes de deuses, em minúsculas).

 

Gostaria de poder garantir à autora da petição que isto não está a acontecer. Que isto não passa de uma monumental mentira.

 

Que Portugal não se presta a tão baixas actividades, se bem que existam as touradas e outras actividades quejandas, que arrastam na lama o bom nome da Nação.

 

Como pode ler na petição, os comentários sobre Portugal são do pior que se possa imaginar...

 

Agradeço que o senhor ministro tenha a hombridade de nos dar uma resposta, para que possamos dizer à Stephanie Christie que Portugal não é um país assim tão bárbaro.

 

Muito obrigada,

Isabel A. Ferreira

***

Matérias relacionadas com esta petição, nos seguintes links:

 

http://expresso.sapo.pt/economia/portugal-exporta-cao-para-a-coreia-e-filipinas=f921505

 

http://greensavers.sapo.pt/2015/04/27/portugal-exporta-caes-e-gatos-para-coreia-do-sul-e-filipinas/

 

http://www.centrovegetariano.org/Article-63-C%25E3es%2Bpara%2Bconsumo%2Bhumano.html

 

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76970

 

http://bbcnews.com.br/noticia/128754-chineses-comem-bebes-para-aumentar-desempenho-sexual.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:55

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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2015

«WORLD ELEPHANT DAY» – ACÇÕES DE CONSCIENCIALIZAÇÃO MARCAM O DIA MUNDIAL DOS ELEFANTES

 

É muito triste chegarmos ao ano de 2015 depois de Cristo e andarmos a lutar pela protecção da fauna e da flora do Planeta Terra.

 

Os ditos seres racionais REGREDIRAM MUITO em relação aos primitivos, porque os primitivos eram primitivos. Os de 2015 d. C. já foram à Lua, a Marte… Estão a destruir a Terra, e não descansam enquanto não forem pousar noutros planetas para os destruírem também...

 

Não é muito triste?)

 

ELEFANTE.png

 

(Ontem) dia 12 de Agosto, defensores de animais de todo o mundo estão reunidos para celebrar os elefantes e apoiar um futuro em que esses animais serão respeitados e protegidos. Este é o quarto ano que activistas celebram o Dia Mundial dos Elefantes. As informações são da Care2.

 

O Dia Mundial dos Elefantes foi lançado em 2012 pela documentarista canadense Patricia Sims e pela Elephant Reintroduction Foundation da Tailândia. No mesmo dia, estreou o filme “Return to the Forest“, de Sims, que explora a jornada e bela transformação que ocorre quando os elefantes cativos são devolvidos, de uma vida connosco, para a sua casa na floresta, e como a sua presença é vital na Natureza.

 

Apesar de ser uma espécie carismática e amada por pessoas de todas as idades, os elefantes da África e da Tailândia estão em sérios apuros. Desde o primeiro Dia Mundial do Elefante, indivíduos, celebridades e dezenas de organizações que estão trabalhando em soluções que visam garantir a sua sobrevivência futura em todo o mundo, uniram-se em apoio à causa, pois a ameaça de perdê-los para sempre está se tornando uma possibilidade real e iminente.

 

A caça na África atingiu níveis sem precedentes, sendo que alguns acreditam que, se continuar no ritmo actual, ela poderá acabar com os elefantes inteiramente nos próximos 10 anos. Estima-se que haja menos de 40.000 elefantes asiáticos restantes na natureza, que continuam a enfrentar a ameaça de caça, a perda de habitat e sendo levados para serem explorados pela indústria do turismo.

 

“Tantas pessoas ao redor do mundo amam os elefantes, mas não estão cientes de que os elefantes estejam em crise. O Dia Mundial do elefante ajuda a aumentar a segurança para os elefantes e expandir o habitat porque cria uma oportunidade de levantar um grito de guerra. «Temos de aumentar o volume sobre a crise pela qual passam esses animais, a fim de colocar mais pressão sobre os líderes para que tomem medidas significativas, para atrair recursos desesperadamente necessários, e convencer as pessoas a não comprarem marfim», disse Misty Herrin, director de campanha #SaveElephants da The Nature Conservancy, em um comunicado.

 

Infelizmente, elefantes selvagens não são os únicos em problemas. Activistas também têm trabalhado para acabar com a sua exploração em cativeiro e na indústria do entretenimento, e ampliar a consciência sobre o facto de os elefantes pertencerem ao meio selvagem, não a circos, jardins zoológicos ou atracções turísticas.

 

Como ajudar:

 

Neste ano, os defensores dos elefantes estarão novamente intensificando o trabalho no sentido de aumentar a conscientização sobre a situação dos elefantes cativos e selvagens, promovendo eventos, instando as autoridades a tomar medidas para proteger os elefantes e usando os media sociais para obter apoio. Enfim, há muitas maneiras fáceis de participar.

 

Apoiar o aumento da protecção legal para os elefantes

 

Em Junho, o Centro para a Diversidade Biológica entrou com uma petição para que os elefantes africanos fossem declarados como duas espécies separadas – elefantes da floresta e elefantes da savana – e para que o seu status fosse actualizado sob a Lei das Espécies Ameaçadas, o que acrescentaria ainda mais força com as leis destinadas a protegê-los.

 

Por favor, assine e compartilhar a petição instando o Fish and Wildlife Service dos EUA a reclassificar os elefantes e actualizar o seu status como espécie ameaçada de extinção.

 

Ajudar a pressionar os Estados Unidos pelo fim do comércio de marfim

 

Como o segundo maior mercado para o marfim atrás da China, aos EUA tem sido cobrado intensificar os seus esforços para combater o tráfico de animais selvagens com acções significativas. Agora, espera-se que uma regra, que foi formalmente anunciada pelo Fish and Wildlife Service (FWS) em Julho, venha praticamente a acabar com o mercado nos estados, na medida em que aplicará mais restrições às importações e exportações e proibirá a venda de marfim em todas as fronteiras.

 

Por favor, assine e compartilhe a petição instando o Fish and Wildlife Service a apoiar a proibição do comércio de marfim.

 

Você também pode fazer um comentário público em apoio às regulamentações mais rígidas para o comércio de marfim directamente no Registro Federal até 28 de Setembro.

 

Não comprar marfim

 

É desnecessário explicar que a aquisição de objectos de marfim – mesmo se forem anunciados como “legais”, ajudam a manter o mercado em movimento e a prover uma cobertura para o comércio ilegal do marfim de elefantes mortos recentemente.

 

Apoiar santuários de elefantes

 

Conheça e apoie organizações que trabalham para dar a elefantes cativos uma vida melhor, devolvendo-os a ambientes onde eles podem viver livremente, como a Elephant Reintroduction Foundation e a Elephant Nature Park, na Tailândia, assim como a David Sheldrick Wildlife Trust, na África. Nos Estados Unidos, dentre os principais santuários actuantes, estão o Elephant Sanctuary e o Performing Animal Welfare Society (PAWS).

 

Ser uma voz para os elefantes em cativeiro

 

Apesar de mais e mais áreas estarem proibindo o uso de animais selvagens em circos, e do Ringling Bros. ter dado recentemente um grande passo ao anunciar que iria “aposentar” os elefantes que explora, ainda existem outras empresas que viajam ao redor do mundo e que continuam a usar elefantes. Nós podemos enviar uma forte mensagem de que é hora de parar, evitando as empresas e locais que continuam a usá-los.

 

Assine a petição pedindo ao Congresso americano que aprove a Traveling Exotic Animal Protection Act, que irá proibir o uso de animais selvagens em circos, pelo bem desses animais.

 

Nós também podemos ajudar a dar voz aos elefantes que ainda se encontram em zoológicos e que precisam de ajuda, como Asha, Lucky e Lucy, assinando a petição em seus nomes, e a petição para países como o Zimbábue, pedindo para que pare de retirar os filhotes de elefantes das suas mães, na Natureza, para levá-los para o cativeiro.

 

Fazer um “Elegrama

 

A Nature Conservancy, que é patrocinadora oficial do Dia Mundial dos Elefantes deste ano, está pedindo a simpatizantes que façam imagens à mão para o seu Projeto #Elegram, que será arrematado por 150.000 dólares por doadores generosos para o trabalho de preservação de elefantes na África. Basta pintar, desenhar, esboçar ou esculpir uma imagem de um elefante, tirar uma foto do trabalho e enviá-lo para a sua galeria.

 

Espalhar a mensagem

 

Se você está espalhando a mensagem sobre os esforços para ajudar os elefantes em sites dos media social, visite o site do World Elephant Day para obter banners para partilhar, e adicione as hashtags #WorldElephantDay, #GoGrey, #BeHerd, #Elegram, #SaveElephants, #JoinTheSTAMPede, # 96Elephants e #SayNoToIvory.

 

Para mais informações sobre maneiras de ajudar os elefantes e apoiar organizações que trabalham a favor dos mesmos, consulte o site.

 

Fonte: ANDA

(Este texto foi transcrito para Língua Portuguesa).

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2015/08/12/world-elephant-day-acoes-de-conscientizacao-marcam-o-dia-mundial-dos-elefantes/comment-page-1/#comment-394

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:30

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Quarta-feira, 8 de Abril de 2015

CTT CONFUNDE CONCERTOS DE MÚSICA E ESPECTÁCULOS DE DANÇA COM SELVAJARIA TAUROMÁQUICA (ESCLARECIMENTO)

 

A propósito deste texto, que pode ser consultado no seguinte link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/ctt-confunde-concertos-de-musica-e-523139

recebi dois comentários que passarei a transcrever e a responder, à guisa de esclarecimento público

 

CTT.jpg

 

Comentário no post CTT CONFUNDE CONCERTOS DE MÚSICA E ESPECTÁCULOS DE DANÇA COM SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Eu não defendo nem acuso, nem sequer tenho posição, contudo e neste contexto creio que tudo não passa de comércio. Senão vejamos, a Senhora parece ter uma posição muito correcta face aos direitos dos animais, devo considerar que a sua roupa não tem ar ...Eu não defendo nem acuso, nem sequer tenho posição, contudo e neste contexto creio que tudo não passa de comércio. Senão vejamos, a Senhora parece ter uma posição muito correcta face aos direitos dos animais, devo considerar que a sua roupa não tem artigos made in China? Que não tem um smartphone? Que não possui mada que possa eventualmente derivar das péssimas condições de trabalho que existem por esse mundo fora em países super-populados e escravos da produção em massa? Devo concluir que neste momento imperfeito, todos incluindo eu, somos egoístas, somos idealistas... contudo o mundo em que vivemos requer um pouco mais de realismo. Infelizmente, e volto a salientar que não defendo touradas ou qualquer outro tipo de manifestação parecida, mas do ponto de vista comercial os CTT como a Fnac, como outro tipo qualquer de bilheteiras está no seu direito COMERCIAL de vender entradas para tal acontecimento. Respeitosamente, Dário Falardo.

Dário Falardo a 7 de Abril 2015, 22:57:57

 

***

Exmo. Senhor Dário Falardo:

 

 

Agradeço este seu comentário, porque me dá a oportunidade de desmistificar ideias fixas e preconcebidas, a propósito do nosso dever cívico de proteger a vida, e de contribuir para uma sociedade evoluída, assente em valores humanos e complacentes.

 

Diz que «não defende nem acusa, nem sequer tem posição», se todos fossem assim, o mundo não avançaria. Os indiferentes são o maior entrave à evolução das sociedades.

 

Diz também que “neste contexto tudo não passa de comércio». De que comércio, Sr. Falardo? O senhor tem a ousadia de considerar “comércio” a tortura de seres vivos praticada por psicopatas, para divertir sádicos?

 

E sim, é verdade. Eu tenho uma postura muito correcta, face ao direito de TODOS os animais: humanos e não humanos. Daí que além de defender os direitos deles, não uso nada “Made in China”. Sou adepta de comprar produtos exclusivamente portugueses.

 


E não, não tenho um smartphone. Por que haveria de ter?

 

E também não compro absolutamente nada que derive das péssimas condições de trabalho que existem por esse mundo fora em países super-populosos e escravos da produção em massa. Por que haveria de comprar, se tenho outras opções?

 

O momento, o mundo, as circunstâncias da vida podem ser imperfeitas, mas todos nós, seres humanos, até porque somos racionais, temos o DEVER de pugnar pela perfeição, e não andar no mundo só por ver andar os outros, e ser indiferente a tudo e a todos os que nos rodeiam.

 

E se o senhor se diz egoísta, saiba que eu não me considero egoísta. Sou bastante altruísta. E também sou IDEALISTA, mas foram sempre os idealistas que fizeram as grandes revoluções no avanço do mundo.

 

Finalmente devo dizer-lhe que nem os CTT, nem a FNAC têm o direito de colocar o vil metal acima da VIDA, ainda que essa vida seja a de Touros e Cavalos, que são seres sencientes e animais como nós.

 

E o que chama “vender entradas para tal acontecimento” significa simplesmente vender entradas para a selvajaria tauromáquica, que é algo que não prestigia nem os CTT, nem a FNAC.

 

E eu, porque não tenho outra opção, de vez em quando, muito de vez em quando, lá tenho de comprar um selo aos CTT, mas para evitar dar lucro a essa empresa, que apoia a tortura de seres vivos, utilizo preferencialmente o e-mail, para me comunicar com o mundo.

 

Quanto à FNAC não compro absolutamente nada, na FNAC, nem a nenhuma empresa que apoie a selvajaria tauromáquica.

 

Se eu não agisse deste modo, que moralidade teria para defender as minhas causas?

 

Com todo o respeito…

 

***

Ana Sofia da Rocha Simões, deixou um comentário ao post CTT CONFUNDE CONCERTOS DE MÚSICA E ESPECTÁCULOS DE DANÇA COM SELVAJARIA TAUROMÁQUICA às 23:04, 2015-04-07.

Comentário:

 

Boa noite, D. Isabel Devo dizer-lhe, enquanto defensora da abolição das touradas e de todas as tradições do género que envolvam animais, que concordo com a seu manifesto incómodo em relação à atitude dos CTT, como posto de venda de bilhetes para esse tão deprimente espetáculo. Também concordo que não devia fazê-lo mas com o que não posso concordar é que tenha exposto num blog, um "sitio" público a que toda a gente tem acesso, o nome da funcionária que lhe respondeu. A Senhora deve saber tão bem quanto eu que os funcionários de empresas como os CTT mais não fazem do que cumprir ordens e nada têm que ver com as decisões da empresa onde trabalham. Por muito indignada que a Senhora tenha ficado com a resposta que lhe foi dada, e com direito, creio que deveria ter-se escusado a mencionar o nome da pessoa que assina a resposta que pode, até, ser tão defensora dos animais como a senhora. O mundo do trabalho não é fácil hoje em dia e com esta atitude, mesmo que inconscientemente, a Senhora pode estar a prejudicar uma pessoa que apenas se limita a fazer o seu trabalho sem que isso signifique que concorde com as medidas da empresa que representa. Boa noite Ana Sofia Simões

 

***

Exma. Senhora D. Ana Sofia da Rocha Simões,

 

Agradeço igualmente este seu comentário, que me dá a oportunidade de esclarecer algo que, ao que parece, não está claro aos olhos dos leitores dos Blogues.

 

O que tornei público foi um comunicado que todas as pessoas que escreveram para os CTT a pedir que não apoiem a selvajaria tauromáquica, receberam também. E está muito divulgado no Facebook. Ora quando tornamos público um pedido como o nosso, é natural que a resposta também seja pública e assinada por quem de direito.

 

Concordo que o nome que deveria constar no comunicado não deveria ser o de uma funcionária, mas o dos responsáveis maiores pelos CTT.

 

Mas as coisas não funcionam assim.

 

Sei perfeitamente que as funcionárias, as secretárias de Suas Excelências não têm qualquer culpa das imoralidades dos seus patrões. Nem isto aqui ficou em causa.

 

Penso que ao publicar o nome de quem assinou o comunicado, não violei regra alguma, nem expus o bom nome da senhora, até porque sabemos que ela apenas se limitou a assinar o “recado” que deveria ter a assinatura dos patrões.

 

E, se reparar, em momento algum, coloquei em cheque a honorabilidade da senhora, dirigindo-me sempre aos CTT, e não à senhora que assinou o comunicado que foi igual para todos, e não só para mim, como são todos os comunicados de empresas.

 

Contudo, qualquer comunicado que tornemos público tem de ter uma assinatura para se tornar credível.

 

Penso que ninguém, que seja minimamente racional, entenderá que o conteúdo do comunicado corresponde ao pensar de quem o assinou.

 

Sabemos que é simplesmente o pensar dos CTT.

 

Sei que o mundo do trabalho não é fácil, mas sei também que ao publicar o comunicado, tal qual nos chegou, não estaremos a prejudicar quem o assinou.

 

Sempre se publicaram os comunicados das instituições com as respectivas assinaturas.

 

Porém, se a senhora que o assinou for prejudicada, de algum modo, agradeço que me comunique, ela própria, para que eu possa tomar as providências necessárias para que não lhe seja atribuída uma culpa que não tem.

 

Muito obrigada.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:30

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