Quarta-feira, 20 de Maio de 2020

Lamentável: proposta do PAN, que excluía apoio a “artistas” (?) tauromáquicos, foi chumbada

 

Os “tauromáquicos”, nem sequer são ARTISTAS. Esqueceram-se? São TORTURADORES, logo, não são ARTISTAS.

Ainda não aprenderam a nova TERMINOLOGIA tauromáquica? Também nem sequer fazem “espectáculos”. A TORTURA não é um espectáculo, é uma actividade BÁRBARA.

Querer meter um actor, uma bailarina clássica, um pianista, um artista plástico, um cineasta, um poeta, um escritor, no mesmo saco de um TORTURADOR DE TOUROS, é da ignorância.


O PAN apresentou ontem, na Reunião da Comissão de Cultura e Comunicação, uma proposta que pedia um “apoio extraordinário à redução da actividade económica dos artistas e profissionais do espectáculo, com excepção para os profissionais do espectáculo tauromáquico“.

 

Pode ler-se no Artigo 26.º-A do Projecto de Lei chumbado, um reforço da tentativa de exclusão da Tauromaquia: “o apoio previsto no presente artigo não se aplica à actividade tauromáquica ou aos artistas tauromáquicos, qualquer que seja a sua modalidade“.

 

Os partidos chumbaram a proposta com a seguinte votação:

Contra: PSD, PS, PCP, CDS (sempre os mesmos trogloditas).

Abstenção: BE (uma surpresa, apesar do direito que têm em absterem-se).

Favor: PAN

Então e os Verdes? O Chega? A Iniciativa Liberal? A Joacine Katar Moreira?

Muito, muito lamentável. Pelo que se vê, a EVOLUÇÃO fica nas escadarias do Palácio de São Mento. Não há modo de lá entrar!

 

touradas.png

Fonte:

https://infocul.pt/actualidade/proposta-do-pan-que-excluia-apoio-a-artistas-tauromaquicos-foi-chumbada/?fbclid=IwAR0zq9njh5aoDpstIYAJelNmxLXzSxgbwRGuDUtmIUGtlhP_HgAYNyJdFzM

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020

«Garraiadas - A lamentável e retrógrada intervenção do deputado do CDS na Assembleia Municipal de Famalicão»

 

Esta publicação circulará por 145 países, de todos os continentes.

 

Levará ao mundo o atraso civilizacional desta gente involuída, que não encaixando o avanço da Humanidade, e não tendo um pingo de superioridade moral, serve os desvalores de uma época que há muito ficou para trás, e faz esta figura triste. Deplorável! Completamente descabida, fora do nosso tempo.

É que estas coisas da selvajaria tauromáquica nada têm a ver com "gosto" mas com ÉTICA, CIVILIZAÇÃO e EVOLUÇÃO.

Que vergonha!

E é isto um DEPUTADO?

 

Depois não se surpreendam com os maus resultados nas urnas.

Cada vez se afundam mais, com estes discursos pategos, desprovidos de racionalidade.

O CDS está condenado à extinção.

 

***

«Pedimos a máxima partilha da lamentável e retrógrada Intervenção do deputado do CDS na Assembleia Municipal  de Famalicão acerca das Garraiadas!

 

No ano passado foi entregue uma petição, em sede de Assembleia Municipal, a pedir o fim do licenciamento e apoio financeiro, assim como a organização das garraiadas, por parte da Câmara Municipal.

 

A Câmara Municipal de Famalicão é uma coligação PSD/CDS desde 2001, o facto de terem maioria absoluta leva-os a um comodismo absurdo e à livre vontade de fazerem o que querem sem terem em conta a vontade dos cidadãos!

 

É de lamentar a posição do deputado do CDS, pelo tom de gozo durante a sua intervenção.

 

A petição é um procedimento legal para a expressão da vontade dos cidadãos, além de um direito previsto na Constituição Portuguesa que temos ao nosso dispor para exercermos a nossa cidadania e assim defendermos aquilo que consideramos ser importante.

 

Famalicão tem vindo a mostrar melhorias, mas ainda está longe de ser um concelho que se quer evoluído, de respeito e compaixão por todos!

 

Nota: Os peticionários não receberam qualquer resposta oficial à petição

(entregue a 27.4.2019)

 

Link Vídeo Completo da Sessão, vejam todas as intervenções: https://www.youtube.com/watch?v=rVjMZvScxpk

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:42

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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2019

«Compreende-se a vergonha de Marcelo, já não há independência para comemorar»

 

«O Presidente Marcelo fez apenas figura de corpo presente, quedo e mudo. Compreende-se a sua vergonha, porque já não há independência para comemorar.» - (Paulo Morais)

in:

Blogue Portugal Glorioso

https://portugalglorioso.blogspot.com/2019/12/um-dezembro-nao-ha-independencia-para-comemorar.html

 

DIAUMDEZEMBROmarcelo.png

 

«Nas cerimónias do PRIMEIRO DE DEZEMBRO, DIA da Restauração da INDEPENDÊNCIA, o Primeiro-Ministro ANTÓNIO COSTA esteve AUSENTE e o Presidente MARCELO fez apenas figura de corpo presente, QUEDO E MUDO. Compreende-se a sua vergonha, porque JÁ NÃO HÁ INDEPENDÊNCIA PARA COMEMORAR.


Os maiores grupos económicos estão dominados pelo capital estrangeiro. A EDP e a REN estão controladas por chineses, que contratam Luís Amado ou Seixas da Costa (do PS), Eduardo Catroga (do PSD) e Celeste Cardona (do CDS) como seus representantes. Na GALP pontificam angolanos, a par do Grupo Amorim: contratam Costa Pina (do PS), Luís Todo-Bom (do PSD) e Adolfo Mesquita Nunes (do CDS).


O BPI é controlado por espanhóis, que têm a seu soldo Lobo Xavier e outros. No BCP, mais uma vez chineses e angolanos. Na ANA (aeroportos) mandam os franceses da VINCI e ao seu serviço está o social-democrata Luís Arnaud. E... ETC. A Economia Nacional está na mão de estrangeiros, os políticos portugueses estão ao seu serviço, fazendo o papel histórico de Miguel de Vasconcelos ou até do Conde Andeiro.


Perdida a Independência, resta a esperança que surja um grupo de conjurados (40 são bastantes) que, sob o comando de um novo D. João IV, ponha fim a este servilismo doentio.



A imagem da SIC é deprimente: protagonistas tristes, informação errada, nesta data que ficou obscura.»


Paulo de Morais

***

 

Nota: falta acrescentar a independência linguística, que Portugal perdeu para o Brasil. (Isabel A. Ferreira)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019

LI NO JORNAL QUE AO TODO SÃO 17 PARTIDOS QUE CONCORREM ÀS ELEIÇÕES EUROPEIAS

 

 

Também li: «Campanha eleitoral já está nas ruas. Saiba quem são os candidatos ao Parlamento Europeu e o que defendem».

Bem, então li a notícia para saber quem são e o que defendem.

Ora bolas! Li que são 17 partidos que concorrem às eleições europeias (aliás, mais legislativas do que europeias), e os partidos que a notícia apresentou foram: PS, PSD, CDS, CDU, BE e PDR, apenas aqueles que actualmente têm assento no Parlamento Europeu.

Quem são os outros?

Destes, eu já lhes conheço de cor e salteado os discursos rotos, de tão gastos.

Estou interessada em ouvir os OUTROS.

Quem são os OUTROS ONZE, além do PAN?

 

Parlamento-Europeu.jpg

É preciso sentar neste Parlamento gente NOVA , que traga ideias NOVAS.

 

Origem da notícia e da imagem:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/campanha-eleitoral-ja-esta-nas-ruas-saiba-quem-sao-os-candidatos-ao-parlamento-europeu-e-o-que-defendem-443639

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:45

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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2018

DEPUTADOS PRESENTES EM REUNIÃO DA “Prótoiro”

 

Texto publicado por Prótouro Pelos Touros em Liberdade

https://protouro.wordpress.com/2018/12/04/deputados-presentes-em-reuniao-da-protoiro/

 

A “prótoiro” realizou no passado dia 29 uma reunião para discutir a estratégia para a tauromaquia e para a qual não convidou a imprensa tauromáquica.

 

REUNIÃO.jpg

 

Mas na dita cuja pasmem-se estiveram presentes representantes dos partidos que apoiaram a descida do IVA na Assembleia da República, ou seja deputados do CDS, PSD, PS e PCP.

 

O não terem convidado a imprensa foi propositado já que não queriam os mesmos revelassem o que foi discutido e postassem fotos dos deputados, portanto, sem fotos não sabemos quem foram os canalhas.

 

Os alarves que estiveram presentes não têm um pingo de vergonha na cara já que para além de terem votado para apoiar o lobby tauromáquico, agora também participam nas reuniões da “prótoiro”!

 

E se participam nessas reuniões é caso para perguntar em que outras coisas da “prótoiro” participarão?

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:07

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2018

O CAÇADOR MANUEL ALEGRE FICOU MELINDRADO PORQUE A MINISTRA DA CULTURA DEFENDEU A CIVILIZAÇÃO

 

Pois é! É que a caça está no mesmo patamar das touradas, ou seja, ambas são práticas bárbaras, onde se tortura e mata animais indefesos, por mero divertimento.

 

Os caçadores matam animais e dizem que fazem muito por eles (animais) e pela Natureza, como se nós fôssemos muito estúpidos.

A etapa de caçador, no percurso evolutivo do homem, é a etapa mais primitiva. De caçador passou a colector, de colector a agricultor, e hoje o Homem vai à Lua.

Manuel Alegre é caçador. Não seria preciso dizer mais nada.

Mas vou dizer, porque me repugna os poetas que gostam de matar ou ver matar e torturar animais indefesos, algo que não faz parte da Cultura e da Civilização do Homem Contemporâneo.

 

alegre.jpg

Origem da imagem: Internet

 

O ex-candidato presidencial Manuel Alegre manifestou-se esta quinta-feira muito incomodado com as declarações da ministra da Cultura, Graça Fonseca, sobre as touradas no Parlamento. "É este tipo de intolerâncias que cria os Bolsonaros", disse Manuel Alegre ao jornal PÚBLICO.

 

Contudo, de acordo com Leonardo Boff, com o qual estou completamente de acordo, «tudo tem limites, também a tolerância, pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram as suas vidas porque ergueram a sua voz e tiveram a coragem de dizer: "não te é permitido fazer o que fazes". Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa, insensibilidade ética ou comodismo. Não devemos ter tolerância com aqueles que têm poder de erradicar a vida do Planeta e de destruir grande parte da biosfera

 

Não devemos ter tolerância com aqueles que se divertem a matar e a torturar animais indefesos, porque tal não faz parte da Ética, da Civilização, da Evolução Humana.

 

Não podemos ser tolerantes com gente que não respeita a Vida. A vida de qualquer ser vivo é tão importante para ele, como a nossa vida é importante para nós. Daí que não possamos ser tolerantes com gente que mata e tortura animais apenas para se divertir ou passar o tempo.

 

Não podemos ser tolerantes com os trogloditas, sejam eles caçadores/poetas, ou escritores, ou pintores, ou presidentes da República, ou tauricidas.

 

Incomodado com a posição defendida pela ministra da Cultura relativamente às touradas, Manuel Alegre assume que "atitudes como" a de Graça Fonseca "colocam a democracia em causa".

 

Mas qual democracia? Torturar e matar animais não-humanos é uma atitude antidemocrática, porque não farás aos outros (sejam esses outros animais humanos ou não-humanos) o que não gostas que te façam a ti. E este é um princípio democrático, que remonta quase ao início dos tempos. Um preceito universal já conhecido dos povos muito antigos.

 

Ao explicar que o Governo não pretende recuar no fim da isenção do IVA para toureiros, Graça Fonseca disse: "Quanto à tauromaquia não é uma questão de gosto, é de civilização e manteremos como está". O CDS logo se indignou, no hemiciclo e fora dele, mas agora também os socialistas estão a mostrar o seu desagrado.

 

Eu direi: estão a mostrar o seu IMO. Não estão a demonstrar o seu desagrado. Os socialistas (não serão todos, mas como não se manifestam, são medidos pelo mesmo alqueire) estão de conluio com as máfias tauromáquica e da caça. Os socialistas apoiam estas políticas carniceiras de direita, e que já foram monárquicas.

 

E Manuel Alegre diz ao PÚBLICO, esta coisa espantosa: «O que está aqui em causa com as suas (da Ministra da Cultura) declarações é a liberdade de uma grande tradição ibérica reflectida por muitos escritores e artistas de todas as áreas. (…) Agora são as touradas, depois há-de ser a caça e depois o livro que podemos ou não ler ou o filme que podemos ou não ver".

 

Pois. O problema aqui é que a caça pode vir a ser atingida pela flecha certeira da Civilização. O que vale é que os caçadores são uma espécie em extinção. A nova geração é feita de outro barro. Jamais a Cultura Culta, da qual fazem parte os livros e os filmes, estarão no mesmo saco da caça e das touradas.

 

Como é possível aliar um costume bárbaro, introduzido em Portugal pelo rei espanhol Filipe I (II de Espanha, e que não regulava lá muito bem da cabeça) a uma tradição ibérica, reflectida por muitos escritores e artistas de todas as áreas, como se os tais escritores e artistas, que os trogloditas tanto gostam de citar, fossem deuses intocáveis ou gente de boa índole, e não tivessem grandes pancas, ou não fossem cruéis como Picasso, ou com graves problemas psicológicos, como Hemingway (que se suicidou) e Garcia Lorca. Além disso, na época dessa gente não se sabia o que hoje se sabe sobre a senciência animal. Mas a dúvida persistirá: uma vez bárbaro, bárbaro para sempre. Os contemporâneos têm toda a informação, e continuam aficionados, porque pau que nasce torto nunca se endireita (são raros os que se endireitam), e o facto de serem artistas ou escritores ou frequentarem universidades não implica que tenham boa índole. Os maiores assassinos da História da Humanidade foram (e são) gente com cursos e cargos dos mais superiores. Porque isto da boa índole, do carácter, do IMO forma-se no berço.

 

Manuel Alegre diz que a introdução do IVA agora decidida "é uma perseguição aos toureiros e a uma actividade que mexe com milhares de pessoas". Mas que milhares de pessoas? Talvez umas centenas. Contudo, uma actividade sangrenta, brutal, irracional, inculta, estúpida, cruel e desumana, ainda que mexa com centenas de pessoas, não pode justificar a sua existência. Essas pessoas que vão plantar batatas, porque plantar batatas também alimenta bocas. Poderá não dar para comprar Ferraris e Porches, mas alimenta bocas.

 

E Manuel Alegre não se contentou a fazer uma triste figura com estas declarações anti-civilização. Teve o desplante de deixar um aviso a Graça Fonseca e a outros políticos, como se ele fosse o dono do mundo, e disse esta coisa incrível: "Falar de touradas pode dar muita visibilidade, mas há problemas mais graves de que os deputados e governantes não falam, como por exemplo o desaparecimento dos cavalos marinhos da Ria Formosa ou a proliferação de eucaliptos por todo o país".

 

Pois o governo da geringonça não fala desses problemas e de muitos outros mais, aliás muito cabeludos, como o da ilegalidade do acordo ortográfico de 1990, por exemplo, porque não lhes convém, o que não tira que a actual Ministra da Cultura, confrontada com a pergunta da deputada do CDS/PP, não tivesse o direito e o dever de lhe responder adequadamente, colocando a questão no plano da Civilização.

 

Era o que mais faltava, um caçador vir admoestar uma Ministra da Cultura, a mais culta que já tivemos desde há longos, longos anos, apenas porque esta defendeu a Civilização!

 

E Manuel Alegre conclui, de um modo, inacreditável, apenas condizente com mentalidade da direita: «Isto não é uma questão de gostar ou não gostar. Isto não pode ser uma questão de natureza filosófica como a ministra quer fazer crer».

 

Pois esta coisa das touradas só é uma questão filosófica, uma questão social, uma questão cultural, uma questão moral, uma questão civilizacional, que a senhora Ministra da Cultura, sendo uma senhora culta, teve a lucidez e a coragem de levar para um hemiciclo que, na sua maioria, pugna pela incultura e pela incivilização.

 

E nós, a esmagadora maioria dos Portugueses, estamos com a senhora Ministra da Cultura, e vaiamos o poeta da carnificina.

 

Faço inteiramente minhas as palavras do Comandante Manuel Figueiredo, um dos muitos portugueses que enviaram à senhora Ministra Graça Fonseca, o seu apoio:

 

DECLARAÇÃO.png

 

Para terminar, diz a notícia que o primeiro socialista a mostrar a sua indignação foi o deputado Luís Moreira Testa, que escreveu no Facebook: «Gabriel García Márquez, Mario Vargas Llosa, Ernest Hemingway ou Federico García Lorca. É desta civilização que eu faço parte, mas também da de Goya, Dalí ou Picasso e de tantos outros, como Jorge Sampaio ou Manuel Alegre».

 

Pois o senhor Luís Moreira Testa tem todo o direito de expressar o que lhe vai na alma, e os seus gostos literários e de amizade. Contudo, é preciso dizer que a todos os cidadãos citados, falta-lhes o sentimento maior que faz de um ser, um verdadeiro Ser Humano: a empatia. Dir-se-á, igualmente, que todos esses senhores ficarão para a História, quando a bárbara tauromaquia estiver extinta, como ficaram os imperadores romanos, apoiantes do bárbaro Circo Romano, ou seja, serão lembrados como seres incivilizados, incultos, primitivos, dotados de instintos cruéis, ou seja, ficarão lembrados como seres desumanos.

 

Todos esses nomes já constam do Livro Negro da Tauromaquia, facto que não dá prestígio a nenhum deles.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

https://www.publico.pt/2018/11/01/politica/noticia/manuel-alegre-tipo-intolerancias-touradas-cria-bolsonaros-1849611#comments

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:40

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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018

TAURICIDAS DEVEM PAGAR IVA UMA VEZ QUE NÃO SÃO ARTISTAS

 

Texto:

Prótouro

Pelos touros em liberdade

 

«PROMESSAS LEVA-AS O VENTO»

André Silva o incorruptível deputado do PAN anunciou que o PS lhe garantiu que no orçamento de 2019 os tauricidas que o Código do IVA considera artistas tauromáquicos deixarão de beneficiar de isenção de IVA.

 

PAN IVA.jpg

 

Claramente e sem sombra de dúvidas que essa medida é da mais elementar justiça, já que pessoas que ganham a vida a torturar e matar animais, não podem num estado de direito, ser equiparadas a pessoas que trabalham em artes performativas que não incluem a matança de seres vivos.

 

No entanto, prometer é uma coisa e viabilizar é outra já que o orçamento tem que ser aprovado na generalidade e na especialidade e consequentemente, o que o PS prometeu, pode ser uma armadilha ou seja, dizemos sim ao gajo que nos anda sempre a chatear e depois aquando da aprovação do orçamento não passa nada já que sabemos à partida que o PSD, o CDS, o PCP e muitos dos nossos deputados que estão vendidos à tauromáfia vão votar contra.

 

Por favor não nos acusem de ser pessimistas, porque esse não é o caso, mas conhecendo os políticos que nos governam há resmas de anos todo o cuidado é pouco e como tal até à votação final do orçamento não vamos lançar foguetes.

 

A nós estes partidos fedorentos não nos enganam, porquanto, os mesmos só existem para encher os bolsos deles próprios, dos amigalhaços e da tauromáfia.

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2018/10/08/promessas-leva-as-o-vento/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Quarta-feira, 14 de Março de 2018

«SE PENSAR MUITO, MUITO, MUITO, MUITO, MUITO, CONSIGO COLOCAR-ME NO LUGAR DO OUTRO»

 

Um artigo de André Silva (deputado do PAN) com o qual concordo plenamente… e junto-me ao coro das críticas à candidata a primeira-ministra de Portugal, que não tem o mínimo senso comum...

 

«Cristas afirmou que "talvez" tenha pena dos animais se pensar "muito, muito, muito, muito, muito". Para além deste enorme esforço cognitivo, reforçou ainda que olha para a tourada "como um bailado" e que no CDS a tauromaquia é uma tradição com um elevado número de aficionados. Vejamos: talvez esta visão estratégica nem sequer esteja assim tão apurada»

 

ANDRÉ SILVA.jpg

 

Pan (o) p´ra mangas

Por André Silva

13-03-2018

 

«Assunção Cristas teve um fim-de-semana muito ocupado com a realização do congresso do CDS em Lamego, no qual enviou muitos recados políticos que materializam a estratégia do já habitual e tradicional tango entre o jogo político e o jogo mediático. Até aqui, nada de novo. O que é mesmo bizarro é que alguém que afirma ver-se como Primeira-Ministra de Portugal reduza a realidade dos assuntos sensíveis a afirmações a "preto e branco".

 

Sobre a crueldade das touradas, Cristas afirmou que "talvez" tenha pena dos animais se pensar "muito, muito, muito, muito, muito". Para além deste enorme esforço cognitivo, reforçou ainda que olha para a tourada "como um bailado" e que no CDS a tauromaquia é uma tradição com um elevado número de aficionados. Vejamos: talvez esta visão estratégica nem sequer esteja assim tão apurada. Aliás, acredito que cada vez mais simpatizantes do CDS não se revêm nesta posição do partido. Mas vá aceitando que são necessários os sound bites generalistas e de compreensão fácil, não deixa de ser surpreendente a ligeireza com que uma candidata a Primeira Ministra, que se assume como afável e humana, desconsidere a sensibilidade da maioria da população portuguesa sobre este tema.

 

Se o CDS acredita que o expoente da excelência da nossa espécie está num ser humano arriscar a sua vida em frente a um animal e que a manutenção de tradições violentas é prioritária em relação à evolução humana – evolução esta que num dado momento passou a rejeitar a crueldade e a brutalidade gratuitas para divertimento de alguns –, então este partido não reúne os mais elevados princípios éticos para se posicionar como a principal alternativa ao Governo. E mesmo que a perpetuação do tauronegócio defendida pelo CDS fosse uma possibilidade, teria que ocorrer um retrocesso civilizacional no nosso país, cujos cidadãos estão cada vez mais comprometidos com uma democracia evoluída e com uma sociedade que não se alimenta do conflito estéril e da dominação de alguns por outros.

 

Comprometido com o sentido humanista que entende a cultura como um contributo caracterizador da evolução mental e civilizacional das sociedades que também serve para nos tornarmos melhores – e que, na verdade, melhor corresponde à sensibilidade contemporânea –, talvez possa deixar uma alternativa cultural para Assunção Cristas poder apreciar com a família: uma grande estreia de animação, O Touro Ferdinando, que para além de retratar questões contemporâneas como a protecção e o bem-estar animal, é um filme divertido e que educa pela sensibilidade, pelo respeito e pela empatia com todas as formas de vida. Sem querer revelar tudo, adianto já um pequeno resumo: pela sua figura imponente e assustadora, Ferdinando é escolhido como o maior e o mais rápido touro para participar nas corridas em Madrid. Mas como tem um coração generoso e não gosta de lutar com os outros, tudo faz para voltar à calma e à tranquilidade da quinta onde vivia.

 

Cara Assunção Cristas, recomendo mesmo e asseguro que sairá da sala de cinema com muito, muito, muito, muito, muito maior capacidade de se colocar no lugar do outro.»

 

Fonte:

 http://www.sabado.pt/opiniao/convidados/andre-silva/detalhe/se-pensar-muito-muito-muito-muito-muito-consigo-colocar-me-no-lugar-do-outro?ref=andre-silva_Destaque

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:37

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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2018

AO90 – DESVINCULAÇÃO PROPOSTA PELO PCP REJEITADA PELO PS, PSD, CDS E BE

 

Uma vergonha.

 

Nada que já não fosse esperado, dada a subserviência que reina na Assembleia da República no que respeita à versão simplex da Língua Portuguesa, ou seja, ao dialecto/crioulo brasileiro, mais fácil de aprender…

 

O único que manteve a racionalidade na defesa da desvinculação de Portugal do Acordo Ortográfico de 1990 foi o PCP que, não detendo a maioria parlamentar, não conseguiu levar a água ao seu moinho.

 

 

Conclusão: a Inteligência não venceu no Parlamento. Temos uns deputados vendidos. Impatrióticos e altamente subservientes ao Brasil (salvo honrosas excePções).

 

Quero aqui deixar uma mensagem, especialmente para o deputado Jorge Campos, que defendeu a posição do Bloco de Esquerda, neste breve, infrutífero e pobre debate considerando que «o abandono do AO de 1990 acarretaria riscos, nomeadamente a nível de tratados internacionais e de manuais escolares».

 

Que tratados internacionais são esses? Este desacordo não faz parte de nenhum tratado internacional, por motivos que os juristas já explicaram. E que fizesse! O que interessa um tratado internacional que prejudica Portugal, os Portugueses e a sua Cultura Linguística? O que é mais importante?

 

E que riscos acarretaria para os manuais escolares? Não se destroem milhares de manuais, para se fazerem outros? Então destruam-se os manuais abrasileirados e editem-se manuais que não enganem as crianças portuguesas.

 

A insistência em prolongar o caos ortográfico instalado, terá consequências inimagináveis num futuro que já começou.

 

Mas a luta continuará, até que a Racionalidade vença.

 

O que temos de fazer é colocar gente inteligente no Poder.

 

Não foi por acaso que, precisamente ontem, o presidente da República e o ministro dos negócios da Língua estavam em São Tomé e Príncipe a inaugurar uma escola de Língua Portuguesa. Resta saber que língua. A Portuguesa ou o dialecto brasileiro, que querem impingir ao países ex-lusófonos? Sim, porque a lusofonia já não existe. Nem sequer é obrigatória existir.

 

cplp-pt[1].jpg

É este, erradamente, chamado português brasileiro que o Brasil e, vá-se lá saber por alma de quem, também Portugal, querem impingir aos restantes países da já injustificável CPLP.

 

Cada povo seguiu o seu rumo, e na África e em Timor, apesar da Língua oficial ser a Portuguesa, os dialectos autóctones, que são bastantes, prevalecem sobre a língua herdada do ex-colonizador. E muito bem.

 

No Brasil, porém, a situação é outra.

 

Ora, foi Portugal que levou a esses mundos a Língua Portuguesa, e esses mundos só têm duas coisas a fazer: ou respeitam, na íntegra, a língua que herdaram e livremente adoptaram, ou desvinculam-se dela e criam e abraçam os seus próprios dialectos, que são muito válidos, mas não lhes chamem português daqui ou dali, porque Português, Português, só o de Portugal, que a ex-colónias adoptam ou não.

 

O Brasil (conforme podemos ver nesta imagem) foi o único que nunca cumpriu os acordos assinados com Portugal e que dele se desvinculou, em 1943, quando criou um dialecto próprio a que, erradamente, chamou Português Brasileiro.

 

Não há um Português brasileiro versus um Português europeu. Não há. O Português, a Língua Portuguesa é de Portugal, pois foi Portugal que lhe deu o nome, e sendo Portugal um país europeu, é óbvio que a língua é europeia. Indo-europeia. Assim como a Língua Inglesa é da Inglaterra, a Língua Castelhana, de Espanha, a Língua Alemã, da Alemanha. Bem como o Latim era a Língua do Latium (Lácio) uma região da Itália Central, onde a cidade de Roma foi fundada, e não da Península Ibérica. Ponto.

 

O Brasil, ao desvincular-se, por opção (nada contra) da Língua Portuguesa, não criou um português brasileiro, mas sim um dialeto (grafado à moda do Brasil, e que deve ler-se “dialêto”) brasileiro, ou crioulo brasileiro, oriundo da Língua Portuguesa. E é este dialeto brasileiro que o Brasil deve adoptar, assim como Cabo Verde adoptou o Crioulo Cabo-verdiano como Língua Oficial de Cabo Verde, passando a Língua Portuguesa para língua estrangeira.

 

DIALETO BRASILEIRO.png

Será este o novo mapa que se pretende produzir com o AO90? Estarão todos os países aqui mencionados dispostos a esta imposição?

 

O Brasil devia seguir o bom exemplo de Cabo Verde. Ficar com o seu dialeto/crioulo brasileiro e cortar definitivamente o cordão umbilical com Portugal. E ter a Língua Portuguesa como língua estrangeira. É que amigos, amigos, negócios à parte. Esta foi sempre a melhor política.

 

E Portugal, devia ter vergonha na cara, por rejeitar a ortografia portuguesa, a única em vigor em Portugal, para a substituir pelo dialecto/crioulo brasileiro. Pois se já temos a maior taxa de analfabetos da Europa, essa taxa irá aumentar consideravelmente, se a Inteligência não se instalar no Parlamento Português.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:35

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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

ANTÓNIO COSTA - O “TATICISTA”…

 

Seja lá o que isto for… não sou eu que o digo…

 

ANTÓNIO COSTA1.png

 

Com todo o respeito, isto não é coisa que se chame a uma pessoa, ainda mais sendo primeiro-ministro de Portugal

 

Há dias li uma notícia em que se dizia que António Costa, o nosso mui ilustre primeiro-ministro, era um “socialista bem-sucedido”, entre os mais influentes na Europa, e quem o disse foi o Politico, um jornal norte-americano, que anunciou o ranking de 28 personalidades a ter em conta, por estarem a «moldar, a agitar e a fazer mexer a Europa». E o nosso primeiro-ministro surge em nono lugar, e é descrito como um “caso raro na Europa de hoje”, mas também como “um duro lutador político escondido atrás de um pronto sorriso de campanha”, além de ser considerado também «alguém que conseguiu impor-se como um campeão da mudança, capaz de reverter as medidas austeras da recessão».

 

Contudo, não há bela sem senão. Embora o jornal Politico salvaguarde a vitória do PS nas últimas eleições autárquicas, vai dizendo, como quem não quer dizer, mas diz, que António Costa perdeu popularidade com as críticas face à sua posição em relação aos incêndios de Pedrógão Grande, que, diga-se de passagem, foi de uma ligeireza atroz.

 

E aqui o Politico parece estar mal informado, porque António Costa não perdeu popularidade apenas devido ao modo como reagiu a uma tragédia que matou para cima de meia centena de pessoas (não contando com as de Outubro), mas está a perdê-la por outros motivos que, não envolvendo vidas humanas, envolve a honra, a dignidade e a identidade portuguesas, algo que não anda nas bocas do mundo, mas é de uma importância vital para um Estado que se quer de Direito e uma Democracia que se quer civilizada e culta.

 

Pois temos de ter em conta também o seguinte: a incapacidade, a incompetência, a ligeireza, a falta de consciência política demonstrada pelo governo de António Costa, diante de várias circunstâncias que estão a deixar o país de rastos. A saber (e obviamente) : os incêndios que devastaram Portugal, e que mataram mais de uma centena de seres humanos, ceifou milhares de animais não-humanos, destruiu extensões imensas de floresta, campos agrícolas, fábricas, habitações, e tudo porque o governo PS, deu continuidade ao desgoverno dos anteriores governos - PS, PSD, PSD/CDS, e só depois do abanão de Marcelo Rebelo de Sousa, é que se tomou uma atitude; o vergonhoso roubo de armas num paiol do Estado; o surto de legionella, que (para já) matou seis pessoas e infectou mais de 50, num hospital público; o uso do Panteão Nacional e a hipocrisia de António Costa, que foi convidado e mentiu ao País, quando se mostrou indignado com a jantarada do Web Summit; as vigarices, que se reproduzem como coelhos, envolvendo membros do governo e outros políticos, como a mais recente e grave vigarice da associação Raríssimas; a insistência em manter práticas trogloditas, para servir um lobby macabro, e nelas investir dinheiros públicos (refiro-me à tauromaquia e outras maquias); a vergonhosa subserviência ao Brasil, no que respeita à imposição ilegal da ortografia brasileira às inocentes e indefesas crianças portuguesas, que está a arrastar Portugal para uma babel ortográfica sem precedentes; isto entre muitas outras questões cruciais, que este governo não tem conseguido gerir com eficácia e inteligência. E enganam-se aqueles que pensam que este governo é um mãos-largas, quando está a tirar de um lado para pôr no outro. Isto não é governar. É servir lobbies. Pelo menos, foi isto que aprendi quando estudei História das Teorias Políticas. Além disso, de um governo que se diz de esquerda, EU, pessoalmente, espero muito mais, do que políticas de direita e subserviência.

 

Continuando com o que disse o Politico: este afirma que os apoiantes de Costa esperam que a rápida recuperação económica de Portugal “restaure rapidamente a posição do primeiro-ministro, assegurando que o objectivo é garantir uma maioria absoluta nas próximas eleições parlamentares, em 2019″.

 

O “taticista”

 

Bem, mas como não só de “economia e finanças” vive uma Nação, quem quiser ter a maioria absoluta, nas próximas eleições legislativas, terá de ter em conta também estes aspectos:

 

1 – Terá de devolver a Portugal a ortografia portuguesa. Os acordistas são uns poucos escravos do poder e alguns mercenários. Os que pugnam pela Língua Portuguesa, de matriz culta e europeia, que está em vigor (tudo o resto é trapaça) são aos milhares, e estes votariam em quem fizesse o seu acto de contrição e se propusesse a servir Portugal, com dignidade e respeito pela sua Cultura Culta. Não o estrangeiro.

 

E é aqui que entra o “taticista”. É que isto é uma consequência da invasão linguística estrangeira. Li isto no rodapé da SIC Notícias, quando estavam a debater o “socialista bem-sucedido” que é António Costa, distinguido pelo Político.

 

Taticista”? O nosso primeiro-ministro é isto? Fiquei a magicar no significado da palavra.   De repente pensei se não queriam dizer “esteticista”. É que nem toda a gente sabe pronunciar ou escrever determinados vocábulos, assim como helicóptero, que muitos dizem e escrevem “licóteros”, ou eucaliptos, que outros tantos dizem e escrevem “clipes”. Já ouvi estas pérolas na boca de senhores doutores, não inventei nada. “Taticista” será talvez esteticista na linguagem dos tatibitates? Consultei bons dicionários de Língua Portuguesa e nada de “taticista”. Bem, mas supondo que o nosso primeiro-ministro possa ser esteticista, será que se ocupa do belo e do sentimento que ele (o belo) desperta em nós, e nós não nos damos conta disso? As dúvidas são muitas, porque esta coisa de substituírem a ortografia portuguesa pela brasileira, deu origem ao nascimento de palavras hilariantes. E esta é uma delas.

 

 

2 – Terão de virar à esquerda na questão da tauromaquia. Os tauricidas ficam-se por uns 18%. Até agora o PS e o PCP (que se dizem de esquerda, têm alinhado com a política de direita (CDS, PSD), nesta matéria, e mais do que isso, retrocederam ao tempo da monarquia, porque isto de touradas é coisa de reis, betinhos, marialvas e sádicos. Um partido realmente de esquerda, não alinha com estas ancianias, que nada têm a ver com a verdadeira Democracia, em que o povo é quem mais ordena. Estas ancianias estão ligadas à lobbycracia instalada na Assembleia da República, onde quem verdadeiramente manda são os vários lobbies ali infiltrados. É que já dizia Gandhi que a grandeza de uma nação vê-se pelo modo como os seus animais são tratados, e Portugal tem uma noção de “animais” muito deturpada.

 

3 – Terá de mudar as más políticas dos governos anteriores (PS, PSD e PSD/CDS), e esta era a primeira coisa que o actual governo devia ter feito, se quisesse mudar de paradigma, no que respeita ao Ensino, à Educação, à Cultura, à Saúde, à Agricultura, à Pesca, enfim, mudar todo o sistema, para que este pudesse ser credível aos olhos dos Portugueses. Porque os estrangeiros, esses, pelo que se vê, não levantam o tapete que cobre Portugal, e não vêem o lixo que está acumulado debaixo dele, há anos.

 

Pode parecer pouco, mas este é o caminho da evolução que queremos para Portugal, e isto dará, com toda a certeza, a maioria absoluta a quem se propuser ousar ser diferente de todos os que já passaram por São Bento.

 

É que (como se canta na Chula) «Pr'a melhor está bem, está bem, pr’a pior já basta assim!»

Ou não basta?

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia do Político:

https://zap.aeiou.pt/costa-socialista-bem-sucedido-os-influentes-na-europa-183002

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:17

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