Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2020

As palavras são uma arma, podem ferir mais do que punhais

 

E no Arco de Almedina, aplicadas adequadamente às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.

 

 

Esta imagem vale mais do que mil palavras, mas se utilizar as palavras terei de dizer que quem fez isto é um cobarde, psicopata, tauricida, mau carácter, com muito maus instintos.

 

Há gente que critica a linguagem directa que utilizo para dizer das coisas rastaqueras da tauromaquia.

 

Confundem OPINIÃO com FACTOS.

 

Não percebem o que está escrito nas linhas, muito menos o que vai nas entrelinhas (o mais importante).

 

Falar sobre a COBARDIA DA TAUROMAQUIA não é falar de opiniões. É falar de FACTOS, comprováveis pelas imagens degradantes que existem aos milhares, e dizem mais do que mil palavras.

 

Opiniões, cada um tem as suas. Podemos concordar ou não com elas.

 

Já a TORTURA DE TOUROS E CAVALOS perpetrada por COBARDES foge ao âmbito das opiniões, porque ninguém tem o direito de torturar ninguém, e isto não é uma opinião, é um facto INDIGNO de seres humanos. Logo, quem o pratica será tudo menos humano, e tem de ser classificado com as palavras certas.

 

A forma correcta de lidar com a ESTUPIDEZ é chamá-la pelo próprio nome, ou seja, ESTUPIDEZ, para que quem leia compreenda o que se quer dizer. E mesmo assim, é uma desgraça. Impera por aqui uma iliteracia estarrecedora.

 

Agora vou usar um jargão de aficionado: quem não gosta do que lê neste Blogue, não LEIA.

 

Não vou mudar a minha linguagem quanto a algo que envergonha a Humanidade, só porque os aficionados e meia dúzia de falsos moralistas não gostam.

 

Aprendi que as palavras são para ser utilizadas conforme as circunstâncias. Se elas existem no dicionário são para classificar atitudes desprezíveis e adjectivar criaturas que andam no mundo a atormentar seres que não têm culpa da psicopatia de que sofrem os seus carrascos (poderia dizer algozes, agressores, verdugos, carrasqueiras).

 

Uma vez que se incomodam tanto com a linguagem que utilizo, digam-me como se adjectiva um cobarde (poderia dizer, medroso, poltrão, fraco); um torcionário (poderia dizer torturador); um psicopata (poderia dizer indivíduo clinicamente perverso com desvio comportamental); um sádico (poderia dizer cruel, depravado, mau, malvado); um bronco (poderia dizer, tosco, grosseiro, rude, obtuso); um bêbado (poderia dizer borrachão, ébrio); um tauricida (poderia dizer matador de touros) enfim… Digam-me como classificar toda esta gente que faz parte do mundo imundo e rasca (poderia dizer sujo, sebento, surrento, reles, ordinário) da tauromaquia, com palavras poéticas?  

 

Se não estavam habituados a esta linguagem sem papas na língua, paciência! Ela reflecte simplesmente a realidade da tauromaquia, que é assim mesmo. Não há outro modo de qualificá-la.

 

Já chega de DOURAR A PÍLULA.

 

Os que vêm a este Blogue, já tiveram mil e uma oportunidades de aprender alguma coisa sobre este mundo medíocre (poderia dizer rasca, reles, ordinário) da tauromaquia, com textos que apenas denunciam as crueldades tauromáquicas, com provas científicas e vídeos que valem mais do que mil palavras.

 

Mas não aprenderam nada.

 

E já não há pachorra.

 

O pior ignorante é aquele que tendo oportunidade de deixar de ser ignorante, NÃO QUER.

 

As palavras são uma ARMA. Podem ferir mais do que punhais. Estamos numa “guerra” e é legítimo utilizá-las.

 

Dentro do dicionário, elas não servem para nada.

 

Aqui, aplicadas ADEQUADAMENTE às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o meu principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.

 

E está a resultar.

 

Por exemplo, os forcados não sabiam que eram grandes COBARDES.

Agora já sabem.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:50

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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2020

O delírio da “prótoiro” é hilariante: quer impugnar o IVA das touradas (23%) e diz que vai queixar-se a Bruxelas

 

No mundo moderno e civilizado, que é o nosso, a tauromaquia está classificada muitos zeros abaixo de zero, não é considerada cultura, porque a tortura de seres vivos jamais poderia ser nivelada à CULTURA. No Tempo das Trevas até poderia ser, porque a ignorância era geral. Mas hoje não é.

 

A federação portuguesa de tauromaquia - protóiro exigiu a reposição do IVA das touradas para 6%, e, por milagre, a exigência não passou no Parlamento, e os 23% mantêm-se (o IVA devia subir para os 100%, porque não é impunemente que se tortura Touros e se quer privilégios e comparar a barbárie à Cultura Culta.  

 

Esquece-se a prótoiro que Bruxelas já fechou a porta à selvajaria tauromáquica. Se lá forem bater, levarão com a porta na cara.

 

E o que mais diz e quer a protóiro?

 

Imagem de cobardia.jpg

É para esta COBARDIA que a prótoiro quer o IVA a 6%? Sejam GENTE!

 

Num comunicado, a prótoiro, sem ter a mínima noção da realidade, diz que está a preparar um conjunto de acções legais que irão avançar em breve, tendo em vista a obtenção da declaração de ilegalidade da actual taxa de IVA de 23%, de modo a que o IVA aplicável aos espectáculos tauromáquicos volte a ser de 6%, como é seu direito enquanto um dos principais sectores culturais, legalmente reconhecido».

 

Reparem no delírio:  como é seu direito enquanto um dos principais sectores culturais, legalmente reconhecido? Principais sectores culturais? Isto ultrapassa a racionalidade, além de viverem no passado, vivem num mundo imaginário, a roçar a idiotice.

 

Ricardo Levesinho, presidente da associação portuguesa de empresários tauromáquicos acusa o governo de hostilizar o sector, atacando (pasme-se) os artistas e famílias que dependem desta actividade!!!!!!

 

Que artistas? Os torturadores de Touros não passam de tauricidas, e nem no mais terceiro-mundista dos mundos, os torturadores são artistas. E que famílias dependem, do quê, se recebem chorudos subsídios do Estado e vivem à tripa forra à custa dos impostos dos portugueses? E muitos têm outros empregos, até porque torturar Touros não é uma profissão, é um divertimento  selvático.

 

E dizem mais. Hélder Milheiro secretário-geral da prótoiro, diz que ao manter o IVA da tauromaquia nos 23%, “o governo permite-se dizer que há cultura de primeira e cultura de segunda, e por isso, que há portugueses de primeira e portugueses de segunda».



Mais delírios de quem vive num mundo de alucinações.

 

Só existe a Cultura Culta (onde se inclui a gastronomia. o folclore, a cultura popular) e à Cultura acrescenta-se CULTA, para não se confundir com a cultura das cebolas e das batatas. A tortura de Touros e Cavalos está fora desta denominação. Andaram séculos a ouvir que a tauromaquia era coisa de “gente fina”, de reis, rainhas, príncipes e princesas e marialvas, e portanto era “cultura”… sim, poderia ser cultura nessa época onde reinava a mais gigantesca ignorância.

 

Mas o mundo evoluiu. E a tauromaquia, hoje, não passa de uma prática selvática, sem representatividade alguma na sociedade portuguesa.

E o que é que a protóiro e seu acólitos ainda não perceberam nisto?

O mundo rejeita a tauromaquia:

UNESCO não vai reconhecer as touradas como Património Cultura Imaterial da Humanidade

No Parlamento Europeu aperta-se o cerco à tauromaquia: nova Política Agrícola Comum retira os apoios financeiros para a criação de touros (ditos) “bravos”


O que é que a prótoiro e a associação portuguesa de empresários tauromáquicos ainda não perceberam?

 

A tauromaquia é uma prática marginalizada, sim, por não se encaixar mais numa sociedade do século XXI d. C. Acabou. O próximo passo é a ABOLIÇÃO.

Os Portugueses pagam impostos a mais, com grande sacrifício, e esse dinheiro NÃO DEVE servir para se andar por aí a TORTURAR TOUROS, e a encher os bolsos a parasitas da sociedade. Não querem passar por portugueses de segunda? Então EVOLUAM! Aprendam a tocar VIOLINO, em vez de andarem por aí, a torturar Touros!



Isabel A. Ferreira


 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:52

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Terça-feira, 3 de Novembro de 2020

«Antes de ires a uma praça de Touros ver crueldade, pensa nisto»

 

in Blog Contra a Tauromaquia, em Portugal e no mundo!

Pelos Touros, pelos Cavalos e pelas Pessoas, pelos Direitos Humanos

 

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2020/09/12/antes-de-ires-a-uma-praca-de-touros-ver-crueldade-pensa-nisto/

 

É isto mesmo, Mário Amorim.

 

Pensa nisto.jpg

 

Antes de ires a uma praça de touros ver crueldade, pensa nisto:


1º A tauromaquia não respeita o bem-estar, a vida de outros seres sencientes, que têm exactamente o mesmo direito que tu, de serem felizes.


2º A tauromaquia prejudica gravemente o bem-estar psicológico de crianças e jovens.


3º O mundo que gira em torno da tauromaquia é um mundo mafioso.


4º No mundo da tauromaquia, não existem sentimentos do coração, como a empatia, a bondade, a compaixão e o altruísmo.


5º O mundo da tauromaquia é um mundo violento. É cruel, é bárbaro.


6º A tauromaquia é uma prática criminosa.


– Portanto, não sejas conivente com o crime tauromáquico.

Então, antes de ires assistir a tão vil espectáculo, pensa em tudo isto!

 

Mário Amorim

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:54

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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2020

Quando prestigiadas marcas vêem o seu nome ligado à selvajaria tauromáquica sem saberem como nem porquê…

 

Aconteceu com a ODISSEIAS. E esta marca não foi a única, nem foi a primeira vez que os tauricidas usaram e abusaram de marcas acreditadas no mercado, para publicitar a selvática prática da tauromaquia.

Sigam-me nesta odisseia (série de acontecimentos anormais) desta marca, que, sem saber, promoveu uma tourada em Santarém.

 

ODISSEIAS.jpg

 

Nos finais de Setembro, a conhecida marca ODISSEIAS apareceu associada à promoção de uma tourada, em Santarém. Nas redes sociais o montador de cavalos Francisco Palha ofereceu uma "Odisseias Box" como forma de divulgar a tal tourada.

 

Aceitando o apelo da Plataforma Basta, enviei uma mensagem à ODISSEIAS, a pedir um esclarecimento:

Foi com profunda indignação que tomei conhecimento que a marca ODISSEIAS aparece associada à promoção de uma tourada em Santarém.

Segundo as notícias publicadas na imprensa tauromáquica, o cavaleiro Francisco Palha está a realizar um passatempo oferecendo uma "Odisseias Box" para duas pessoas, no âmbito da promoção de uma tourada no próximo sábado (26 de Setembro) em Santarém.

Neste sentido gostaria de saber se a ODISSEIAS tem conhecimento da utilização da sua marca para promover esta tourada e se a marca ODISSEIAS apoia ou pretende associar-se à promoção da actividade tauromáquica em Portugal?

Com os melhores cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

***

E o esclarecimento veio, via e-mail.

Vou reproduzir a troca de mensagens, que então troquei com  a ODISSEIAS, porque considero isto algo inconcebível: um torcionário apoderar-se do nome de uma empresa, sem o conhecimento ou o consentimento dela, para promover uma prática selvática, e ficar impune.

 

Primeiro foi o Tiago que teve a amabilidade de me responder:

 
Tiago Lima (Odisseias Puras SA)

25 de set. de 2020 10:22 GMT+1

Estimada Isabel Ferreira,

Esperamos que esta mensagem a encontre bem.

Agradecemos o seu contacto que mereceu a nossa melhor atenção.

No seguimento do mesmo somos a informar que não tínhamos qualquer conhecimento do exposto pelo que formalizamos por esta via que

não foi feita nenhuma permuta ou oferta da nossa parte para esse ou outro fim no âmbito da referida actividade.

Para questões adicionais não hesite em contactar-nos.

Agradecemos a sua preferência,

Boas Experiências!

Tiago Lima
Experience Assistant

 

***


Minha resposta:

Isabel A. Ferreira <isabel.bonari@gmail.com>

25/09/2020, 10:35

   

para Info

 

Exmo. Sr. Tiago Lima,

 

Agradeço a gentileza da sua resposta. Eu estou bem, obrigada. Espero que o senhor também se encontre bem.

Gostaria que me esclarecesse o seguinte: se a vossa empresa não tinha qualquer conhecimento do que foi exposto, como é que o nome ODISSEIAS está envolvido neste evento, que envergonha a Humanidade, sem o vosso CONSENTIMENTO?

Não configurará isto um crime?

Poderia explicar-me, para que eu possa explicar aos meus leitores (tenho intenção de publicar esta matéria no meu Blogue «Arco de Almedina») o que sucedeu, então, para que a ODISSEIAS fosse usada como isca para promover uma prática bárbara, aberrante, cruel e violenta, que não dignifica o Homem, nem a vossa empresa?

Muito obrigada.

Aguardo resposta.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

***


Resposta, desta vez, da  amável e simpática Marta:

Marta Lino (Odisseias Puras SA)

25 de set. de 2020 12:34 GMT+1

Bom dia Isabel,

Eu passo a esclarecer.

É que qualquer pessoa, pode adquirir os nossos vouchers .

Ou seja, se a Isabel desejar, pode passar por um hipermercado, Loja Fnac, Worten, entre outros e adquirir um pack. 

O evento não teve consentimento, não demos autorização.

Todas as atividades promovidas pela nossa empresa são devidamente publicitadas no nosso site assim com nas redes sociais oficiais.

Soubemos de facto do sucedido, quando centenas de emails de clientes e não clientes nos facultaram esta informação. 

Esta situação está reportada e a ser tratada.

Com os meus cumprimentos,

Marta Lino

Experience Assistant
www.odisseias.com

 

***

Mas eu pretendi ir mais longe e respondi:

Isabel A. Ferreira <isabel.bonari@gmail.com>

25/09/2020, 16:53

   

para Info

Exma. Senhora Marta Lino,

Agradeço a gentileza do esclarecimento.
Esperamos que a ODISSEIAS faça um comunicado público a esclarecer isto mesmo, e a descartar-se do evento, obrigando os promotores da tourada a retractarem-se, seria o mínimo a fazer. Porque usar o nome de alguém ou de uma empresa sem consentimento é crime.

Aguardamos esse comunicado público.
Muito obrigada.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

***

 

A Marta respondeu-me:

Marta Lino (Odisseias Puras SA)

25 de set. de 2020 17:06 GMT+1

Muito obrigada Isabel,

Pela sua resposta amabilidade e sugestão que será passada internamente.

Com os nossos maiores cumprimentos e desejo de um excelente fim de semana.

Marta Lino

Experience Assistant
www.odisseias.com

***


Dois e-mails de circunstância depois (agradecimentos e renovações de bom fim-de-semana) a Marta enviou-me este outro e-mail:

Marta Lino (Odisseias Puras SA)

28 de set. de 2020 12:08 GMT+1

Bom dia Isabel,

Espero que se encontre bem,

A informação foi passada à Administração da nossa parte como colaboradores.

Reforço que a Odisseias não está associada à Tauromaquia, e fomos envolvido de forma inadvertida e sem nosso conhecimento, pelo que esta situação está ser tratada internamente com os procedimentos corretos.

Recebemos inúmero emails de vários clientes e não clientes, que infelizmente nem tivemos de forma de responder de forma personalizada porque a caixa de entrada ficou completamente a preenchida, recebemos ainda injurias, nomes sem precedentes, que até podemos entender mas de forma nenhuma tratamos os nossos assim. 

Fomos arrastados para uma situação que está a ter o seu devido encaminhamento.

Boa semana Isabel.

Com os maiores cumprimentos, 

Marta Lino

Experience Assistant
www.odisseias.com


***

Como, entretanto, recebi uma mensagem da ODISSEIAS para saberem do meu grau de satisfação na resposta à minha solicitação, enviei-lhes esta outra mensagem:

 

isabel.bonari@gmail.com

26 de set. de 2020 11:31 GMT+1

Exmos. Senhores,

 

Avaliarei o meu grau de satisfação, quando a ODISSEIAS emitir o comunicado público (que sugeri) a condenar a atitude dos que USARAM o nome da empresa, sem o conhecimento desta, para promover a selvajaria tauromáquica.

Muito obrigada.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

A simpática e amável Marta voltou a responder ao meu e-mail:

Marta Lino (Odisseias Puras SA)

25 de set. de 2020 19:18 GMT+1

Grata Isabel.

Sei que já foi retirado do evento a nossa marca Odisseias associada.

Muito obrigada por tudo e por todos os que nos tem facultado informações e sugestões.

Cumprimentos,

Marta Lino

Experience Assistant
www.odisseias.com

 

***
 E eu:

Isabel A. Ferreira <isabel.bonari@gmail.com>

28/09/2020, 12:31 (há 11 dias)

   

para Info

Bom dia, Marta Lino,

Penso que agora tenho informação suficiente para esclarecer os meus leitores.
Agradeço a vossa disponibilidade para tratar deste assunto, que a ser assim, como dizem, é gravíssimo. Ninguém pode USAR a marca de uma empresa sem o consentimento dela. E se este foi o caso, é caso para processo judicial, porque uma empresa que tenha o seu nome associado à tauromaquia, perde prestígio, ainda mais não dando consentimento.

Espero que tenha também uma boa semana.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

***

A Marta agradeceu, e aqui acabou esta odisseia.

Fiquei sem saber se houve algum esclarecimento público por parte da ODISSEIAS, ou  se o montador de Cavalos foi punido pelo seu (suposto) acto de uso e abuso da marca.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:59

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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2020

A verdade perversa sobre a tortura de Touros e Cavalos, antes, durante e depois da lide

 

Está terminada mais uma época em que os psicopatas e os sádicos saem das escuras cavernas em que vivem uma vida de miséria moral, cultural e social, para poluírem o mundo com a gosma repugnante da prática tauromáquica.

 

E é preciso que os cobardes, que atacam bovinos indefesos, numa arena, saibam que não passam de uma praga que o mundo civilizado rejeita e despreza.

 

 

 O texto que se segue é de leitura obrigatória, porque conta a verdade total e absoluta acerca desta prática selvagem

 

Depois de o ler ninguém mais será o mesmo.

Ninguém mais poderá ficar indiferente.

 

Ninguém mais terá a coragem de apresentar uma desculpa para a ignorância de não saber o que é este ritual cruel e desumano, que dá pelo nome de “tauromaquia” e é apoiado pelos governos de oito tristes países terceiro-mundistas.

 

O que apresento é uma descrição horripilante do que sofrem os Touros e os Cavalos antes, durante e depois de serem cobardemente torturados numa arena.

 

Um relato que desmistifica, por completo, a “arte” e a “cultura” com que rotulam o tauricídio.

 

O que se lerá pertence ao domínio da mais ignominiosa crueldade.

 

E crueldade é crueldade, independentemente do país onde ela ocorre.

E ela ocorre também em Portugal.

 

E a crueldade praticada contra inocentes e indefesos animais não tem lugar numa sociedade moderna, em parte alguma do mundo.

 

 ***

O Touro dito de “lide” é fabricado por ganadeiros e nasce, vive e desenvolve-se unicamente para ser torturado numa arena.

 

Durante quatro anos seguimos os passos de um pequeno e frágil bezerro, que se transformou num animal forte, e mostrou a sua valentia numa praça da morte.

 

 

Imagens de TV mostraram o momento em que o chifre esquerdo do touro rasgou de maneira terrível a face de um toureiro chamado Padilla e chegou a deixar o seu globo ocular fora da órbita, num momento macabro do mundo das touradas.

 

Os espectadores gritaram de horror na cidade espanhola. O porta-voz do hospital disse que Padilla tinha sofrido danos nos olhos, músculos, ossos e pele, quando o touro o atirou ao chão e o feriu.

 

As imagens mostram também Padilla fugindo do anel, enquanto o touro foi distraído por assistentes na praça de touros. "Eu não posso ver, eu não posso ver nada", gritava o matador enquanto era levado ao hospital.

 

Cirurgiões utilizaram placas de titânio para reconstruir partes da sua estrutura óssea facial e a cavidade ocular. Um dos assistentes da praça de touros disse que Padilla teve sorte de o chifre não penetrar no seu cérebro.

 

TOURO TORTURADO.jpg

 

E é a isto que os tauricidas psicopatas, diagnosticados por especialistas como tal, reduzem o magnífico animal que é um Touro

 

E não me venham dizer que isto não acontece em Portugal

 

 

Resumindo o percurso do Cavalo usado para toureio:

 

«Como animal de fuga que é, procuraria a segurança pondo-se à distância daquilo de que desconfia ou que considera ser perigoso.

No treino e na lide montada, ele é dominado pelo cavaleiro com os ferros na boca, mais ou menos serrilhados, puxados pelas rédeas e actuando sobre as gengivas (freio; bridão - com acção de alavanca, ambos apertados contra as gengivas por uma corrente de metal à volta do maxilar inferior – barbela), coisa muito castigadora.

 

É incitado pela voz do cavaleiro e por outras acções, chamadas hipocritamente de “ajudas”, como sejam de esporas que são cravadas provocando muita dor e até feridas sangrentas.

 

Ele é impelindo para a frente para fugir à acção das esporas, devido à dor que elas lhe provocam e a voltar-se pela dor na boca e pelo inclinar do corpo do cavaleiro ou a ser parado por tracção nas rédeas.

 

Resumindo: o cavalo é obrigado a enfrentar o touro pelo respeito/receio que tem do cavaleiro, que o domina e o castiga, até cravando-lhe esporas no ventre e provocando-lhe dor e desequilíbrio na boca. Isso transtorna-o de tal maneira, que o desconcentra do perigo que o touro para ele representa de ferimento e de morte e quase o faz abstrair disso.

 

É, portanto, uma aberração, comprovativa da maior hipocrisia, quando cavaleiros tauromáquicos afirmam gostarem muito dos seus cavalos e lhes quererem proporcionar o bem-estar.

 

Revoltante e vergonhoso é que tal crueldade seja permitida legalmente, feita "espectáculo" e publicitada.) (Dr. Vasco Reis - Médico Veterinário).

 

***

O que sofre o Touro dito de “lide”

 

É óbvio que os touros sofrem quer antes, quer durante, quer após as touradas. A deslocação do animal do seu habitat, a sua introdução num caixote minúsculo em que ele não pode mover-se e onde fica 24 horas ou mais, o corte dos chifres e as agressões de que é vitima para o enfurecer; ao que se segue a perfuração do seu corpo pelas bandarilhas que são arpões que lhe dilaceram as entranhas e lhe provocam profundas e dolorosas hemorragias; e finalmente, na tourada à portuguesa, o arranque brutal dos ferros; e tudo isto já sem se referir a tortura das varas e do estoque na tourada à espanhola — representam sem quaisquer dúvidas sofrimento intenso e insuportável para um animal tão sensível que não tolera as picadas das moscas e as enxota constantemente com a cauda quando pasta em liberdade.

 

A SIC exibiu, há tempos, um documentário sobre o que se passa na retaguarda das touradas. Quando chegou à fase final do arranque das farpas o funcionário da praça não permitiu a filmagem por considerar o acto demasiado impressionante. Mas pudemos ouvir os horrendos uivos de dor que o animal emitia do seu caixote exíguo e que eram de fazer gelar o sangue dos telespectadores. Na tourada à espanhola com picadores, o quadro ainda é mais cruel: o touro é perfurado ainda mais profundamente pela comprida e afiada ponta da "puya" que lhe rasga a pele, os músculos e os vasos sanguíneos, provocando-lhe intencionalmente uma dor intolerável e uma abundante hemorragia, enquanto um cavalo, de olhos vendados, é corneado pelo touro enraivecido e com frequência derrubado e ferido — e tudo isto para gáudio de uma multidão que a cada novo ferro cravado e a cada nova e mais profunda perfuração da vara, vibra com um gozo em que a componente sádica é óbvia.

 

A expressão “festa brava” não é uma expressão apropriada, pois em primeiro lugar, torturar e matar um animal não é uma “festa”, e em segundo lugar, o Touro quando entra na arena, está tão confuso, tão psicologicamente atormentado e tão fisicamente debilitado que é difícil rotulá-lo de «bravo». Estará, sim, desesperado pelo suplício a que foi sujeito durante vários dias, antes da lide, e tenta desesperamente fugir dali.

 

Por outro lado, como pode um herbívoro ser “bravo”?

 

Os aficionados justificam a tourada chamando-lhe “tradição”. Os opositores às corridas de Touros mantém que não importa qual seja a história, elas são um acto puramente cruel que já deveria pertencer ao passado.

 

O negócio da crueldade

 

Um dos grupos que mais apoia as corridas é a indústria do turismo. Dizem eles. Os agentes de viagens e os promotores das corridas de Touros descrevem a luta como uma “competição festiva e justa”.

 

O que eles não revelam é que os Touros não têm a possibilidade de defender-se, e muito menos de sobreviver. E estão sempre em desvantagem.

 

Muitos ex-toureiros reconhecidos referiram que se neutraliza os Touros, debilitando-os intencionalmente, golpeando-lhes os rins e prendendo-lhes pesos ao pescoço durante várias semanas antes do que eles chamam “luta”.

 

A Fundação Brigitte Bardot, um grupo francês opositor das corridas de Touros, descreve outros métodos utilizados para debilitar o Touro: «A maioria das vezes, os animais entram na arena cegos, porque são deixados na escuridão durante 48 horas, antes da lide. A seguir os Touros são golpeados na cabeça com sacos de areia, durante muito tempo e violentamente, para privá-los dos seus sentidos».

 

Uma prática também habitual é raspar os cornos dos Touros, retirando-lhes alguns centímetros. Os cornos dos Touros, tal como os bigodes dos gatos, ajudam os animais a orientarem-se, e qualquer mudança repentina altera a sua coordenação.

 

Raspar os cornos dos Touros é uma prática ilegal. Por isso, às vezes, depois das corridas, um veterinário examina-os. Contudo, em 1997 a Confederação de Profissionais de Corridas de Touros, incluindo 230 matadores em Espanha, fizeram greve, opondo-se a essas inspecções veterinárias.

 

Os manifestantes reclamavam que os veterinários não tinham a “experiência suficiente” para examinar os Touros.

 

No entanto, muitos reconhecem isto como outro dos aspectos da corrupção que se infiltra num negócio que proporciona a cada um dos matadores profissionais mais de um milhão de dólares por ano. Em 1996, Espanha registou um total de 1.400 milhões de dólares na venda de entradas.

 

Mutilação sistemática

 

Num "espectáculo" típico, o Touro entra na arena e é abordado por indivíduos que o esgotam, correndo ao seu redor em círculos e enganando-o para que se fira.

 

Quando o Touro já está cansado e lhe falta o ar, acercam-se dele os picadores. Estes são indivíduos montados a Cavalo, cujos olhos estão vendados, e os quais cravam lanças no lombo e músculos do pescoço do Touro.

 

Isto dificulta a capacidade do animal levantar a cabeça.

 

Os “cavaleiros” volteiam e pressionam as lanças para se assegurarem de que o Touro perde uma grande quantidade de sangue. Logo aparecem os bandarilheiros a pé, que se encarregam de distrair o Touro e se precipitam sobre ele, até que lhe cravam mais lanças. E o sangue sempre a jorrar.

 

Quando o Touro fica completamente debilitado em consequência da perda de sangue, estes bandarilheiros correm à volta do Touro novamente em círculos até que este fique tonto e a perseguição pára.

 

Finalmente aparece o matador, e depois de provocar algumas investidas contra o animal já moribundo, desfere-lhe um golpe com a sua espada.

 

Após a estocada final, e quando o Touro não morre logo, um novo verdugo é chamado à arena para apunhalar até à morte o esgotado, o sofrido e dócil animal.

 

A adaga deve cortar a medula espinal, porém por vezes, mesmo isto pode falhar, deixando o Touro plenamente consciente, mas paralisado, e se o público está contente com o tauricida, as orelhas e a cauda do Touro são cortadas e exibidas como troféus.

 

O Touro é depois arrastado para fora da arena, acorrentado pelos cornos.

 

Alguns minutos mais tarde, outro Touro entra na arena e o ciclo recomeça.

 

«Posso entender como as pessoas vêm isto como uma barbárie», disse um reconhecido matador francês de 19 anos, de nome Chamaco, mas, acrescentou «a morte do Touro é como a assinatura de uma pintura», com a diferença que esta “peça” é rapidamente esquartejada para vender a sua carne.

 

Este tauricida é famoso por deleitar a assistência: «Ele grita ao animal, fazendo-lhe gestos irracionais e apoteóticos, provocando-o, fustigando-o e pedindo que dance com ele», descreve um espectador.

 

Outras vítimas

 

Os Touros não são as únicas vítimas na arena. O editor de uma revista norte-americana aficionada admitiu que, aos Cavalos utilizados nas touradas, são-lhes administradas drogas atrás das orelhas, vendam-lhes os olhos para que não fujam do Touro (os quais temem por natureza), e batem-lhes com frequência. Fora as picadas das esporas que os fazem sangrar violentamente.

 

Estes Cavalos, que por vezes são corneados, geralmente têm as orelhas tapadas com jornais molhados para lhes enfraquecer a capacidade auditiva, e as suas cordas vocais são frequentemente cortadas para que os seus gemidos não perturbem a assistência.

 

Quem já assistiu a uma tourada ouviu alguma vez um Cavalo relinchar de dor?

 

Sabem para que servem as bandas de música enquanto a lide decorre? Para abafar os gritos dos Touros.

 

Os Cavalos são por vezes Cavalos de arado, muito velhos para serem úteis, e acabam por ser abatidos por Touros que chegam a pesar cerca de meia tonelada.

 

Em determinadas ocasiões os Touros corneiam os Cavalos e as suas feridas são tapadas com palha para que não se vejam nem o sangue nem as vísceras. Outras vezes, como aconteceu há pouco tempo, com Xelim, o Cavalo do tauricida Rui Fernandes, o qual ficou com os intestinos pendurados, depois de ter levado uma cornada, acabando por morrer.

 

 

A reprodução dos Touros

 

A criação selectiva permite aos ganadeiros criar um Touro que morrerá de um modo mais satisfatório para o público.

 

Os Touros são seleccionados para serem cruzados com vacas que, quando são atacadas com lanças, respondem investindo sempre da mesma maneira. Eles são criados para voltarem a ser torturados repetidamente.

 

Outros rituais reprováveis

 

A corrida de Touros mexicana também inclui a novilhada, ou corrida de novilhos. Os Touros bebés, alguns com apenas algumas semanas de vida, são transportados para a arena, onde espectadores, muitos dos quais crianças, os apunhalam até à morte.

 

Estes massacres finalizam quando os espectadores cortam as orelhas e a cauda às pequenas crias que geralmente estão totalmente conscientes e encharcadas no seu próprio sangue.

 

As chamadas “corridas de Touros não sangrentas”, que são legais em muitas cidades nos Estados Unidos da América, admitem a participação de pessoas que provocam e atacam o Touro. Enquanto que molestar e açoitar o animal fazem parte do "espectáculo", a matança deve ser realizada fora da arena.

 

Na Colômbia há um festival anual em que Touros solitários são atormentados por milhares de pessoas que crêem que estão a pôr à prova a sua “valentia” (ajudados por um ambiente festivo e grandes quantidades de álcool).

 

«Se não morre alguém é algo monótono» lamenta Carlos Pérez, presidente do comité que organizou o dito evento em 1966.

 

Mas o toureiro colombiano Luis Cuadrado admite «é apenas um Touro contra milhares de imbecis». Cuadrado prefere sentar-se no chão até que o Touro esteja suficientemente perto para cravar-lhe a lança, e foge logo para ficar em segurança.

 

Estes festivais duram entre 4 e 5 dias, e pelo menos 35 touros são mortos por dia.

 

A oposição

 

Em 1567, o Papa Pio V decretou que «as exibições de animais ou Touros que são torturados são contrárias aos deveres cristãos e à piedade», e pediu «que se pusesse um fim àquelas diversões sangrentas, miseráveis e mais apropriadas aos demónios do que aos homens».

 

Os próprios aficionados das corridas de Touros não podem negar que tal prática é uma barbárie.

 

O autor mexicano Eduardo del Río, que glorificou a morte dos Touros nos seus livros, descreveu as touradas como «um obstáculo para a humanização do homem».

 

Lyn Sherwood, editor de uma revista a favor das corridas de Touros declarou orgulhosamente, «não tenho nenhum problema moral de promover algo que considero moralmente injustificável».

 

Fonte:

http://www.petalatino.com/cmp/ent-toros.html

http://www.bullfightingfreeeurope.org/index_por.html

http://tourada-portugal.blogspot.pt/p/calendario-tauromaquico.html

 

Drogas utilizadas para enfraquecer os Touros nas arenas

 

Anti-inflamatórios

Apirinas, analgésicos e antipiréticos, cujo objectivo é minorar as dores e o coxear, mascarando assim as lesões antes do reconhecimento anterior à lide.

 

Estimulantes cardio-respiratórios

Anfetaminas com efeito de estímulo cardíaco, circulatório, respiratório e de reflexos. Em exemplares com pouca força ajudam a uma melhoria.

 

Estimulantes do Sistema Nervoso

Nicotina em doses baixas, vitaminas B1 e B2 que têm como finalidade incrementar a energia e os reflexos.

 

Estimulantes musculares

Vitamina E.

 

Hormonas

Hormonas sexuais e anabolizantes cujo objectivo é produzir efeitos anabolizantes e eliminar o stress para dar ao touro uma maior resistência durante a lide. Os animais tratados com estas hormonas são exemplares que apresentam lentidão de movimentos, falta de agilidade e reflexos de fadiga rápida.

***

  

Os aficionados chamam a isto “tradição”, “cultura”, "arte" “identidade”, “luta justa”, “valores”, "respeito pelo touro," entre outras designações absurdas.

 

Espanta-me nunca se terem lembrado de chamar acupunctura a esta suposta inócua, ou até mesmo benéfica, actividade. Para além do visível enorme sofrimento e agonia a que o touro é sujeito durante a catarse que é vivida na praça, já nos curros, longe das câmaras e dos ouvidos, estes instrumentos que perpetuam esta prática bafienta e medieval, são retirados, cortando -se a carne do animal. A frio.

 

Se dói? Se causa sofrimento? É dilacerante!

 

Por um mundo mais justo, por um engrandecimento da humanidade, pelo respeito e harmonia entre todos os seres, por um passo civilizacional: Abolição das touradas já!

 

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«Retiram-me do campo, onde sou feliz. Onde como erva e onde convivo com a minha família e companheiros. Retiram-me do bem-estar e da felicidade, para depois, num transporte stressante e psicologicamente torturador, me levarem para onde vou ser vítima, da mais vil tortura, tanto física, como psicológica.

 

Lá chegado, o meu tormento continua e começa a aumentar. Durante dois dias, não como e não bebo. Durante dois dias, estou enfiado num local escuro, a onde mal me posso mexer. E durante esses dois dias, sou torturado, física e psicologicamente. Querem que eu chegue à arena da praça, 80% sem as minhas faculdades físicas e psicológicas para facilitar a lide daqueles que dentro da praça irão torturar-me. E por isso o fazem, durante essas horríveis 48 horas.

 

Cortam-me a ponta dos chifres, para diminuir a minha visão periférica, e dessa forma, facilitar, também, a lide daqueles que dentro da praça me irão torturar.

 

Depois entro nos curros, antes de entrar na arena da praça. Lá, para terem a certeza de que entro na arena 80% sem as minhas faculdades físicas e psicológicas, continuam a tratar-me barbaramente.

 

Quero ver-me livre de tanta dor; de tanto sofrimento; de tanta tortura. Nessa altura, vejo uma porta a abrir. Na hora, penso que finalmente me vão deixar em paz. Mas infelizmente não. Não é nada disso. Entro e deparo-me com um local circular. Procuro um canto pelo qual possa fugir, mas não encontro. Nesse momento, chamo os meus companheiros; peço-lhes ajuda, mas nada podem fazer para vir em meu socorro. Vejo gente e mais gente à minha volta, e em cima, ao redor desse local. Gente ávida de ver-me a ser barbaramente torturado. Gente ávida de ver o meu sofrimento. Gente ávida de ver pontas de ferros a serem espetadas no meu corpo e o sangue a jorrar e a escorrer.

 

Ao fim de tudo o que passei; depois de ter sido barbaramente torturado, o que quero é morrer, para parar de sofrer!

 

Mas eu, touro de lide, não posso deixar de fazer uma pergunta: se aqueles que me torturam, física e psicologicamente tanto me querem tourear, porque não o fazem de igual para igual, sem que eu tenha as pontas dos chifres cortadas, sem que eu tenha sido torturado, física e psicologicamente, para que depois de ter perdido 80% das minhas faculdades, físicas e psicológicas, facilite a lide deles, e sem que utilizem ferros para espetarem em mim???»

 

Assinado: “Touro de Lide

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:33

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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2020

A tauromaquia esmiuçada através da Ciência Médico-Biológica

 

Porque os anos passam, e Portugal marca passo, não progride, não avança, não se civiliza, não tira o pé, que tem fincado, na Idade Média, retorno a mais este excelente texto do Dr. Vasco Reis, Médico-Veterinário (*), o qual dedico a um barranquenho que me escreveu, levado por uma ignorância de que não tem culpa. Mas depois de ler as palavras que se seguem, já não tem desculpa.

 

Também o dedico aos nossos  (des)governantes e deputados da Nação, que não conseguem passar da cepa torta e continuam a apoiar a selvajaria descrita neste texto, por quem estudou a fundo o que é ser animal.

 

TERNURA ENTRE BOVINOS.jpg

Quanta ternura! Quanta beleza! Quanta dignidade! Por que têm de ser torturados em nome dos prazeres mórbidos de gente desprezível?

 

Texto de Vasco Reis (Médico-Veterinário)

 

 TAUROMAQUIA I

 

Na Tourada à Portuguesa, importa mencionar: o terrível sentimento de claustrofobia e pânico que o touro sofre desde que é retirado violentamente da campina e transportado em aperto e confinado; o maltrato antes da lide na arena com a finalidade de o enfraquecer física e animicamente; a provocação e a tortura durante a lide e no fim desta, com a retirada sempre violenta e muito dolorosa das bandarilhas; após a lide, metido no transporte e no curro onde fica esgotado, deprimido, ferido, dorido e febril, em acidose metabólica horrível que o maldispõe e intoxica, até que, dias depois, a morte o liberte de tanto sofrimento.

 

O cavalo sofre esgotamento e terrível tensão psicológica ao ser usado como veículo, sendo dominado, incitado e lançado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de pôr-se a uma distância segura.

 

À força de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e corrente à volta da mandíbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por síncope/paragem cardíaca, ferimentos mais ou menos graves, até a morte na arena.

 

É difícil, senão impossível, acreditar que toureiros e aficionados amem touros e cavalos, quando os submetem a violência, risco, sofrimento.

 

Importa reconhecer que em todas as actividades tauromáquicas, mais ou menos cruentas, o sofrimento da captura, claustrofobia e pânico da prisão, do transporte, do curro, estão sempre presentes.

 

TAUROMAQUIA II

 

Aqui umas noções concisas de Ciência a quem interessar:

 

Sistema nervoso, mais ou menos evoluído, é algo comum aos animais.

 

Plantas não têm sistema nervoso, não têm sensibilidade, não têm consciência.

 

Não têm a capacidade de fugir ao perigo, à agressão, por exemplo, ao corte, à seca, ao fogo.

 

Animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso. Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga para poderem sobreviver. Sem essas capacidades não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são essenciais e condição de sobrevivência.

 

Afirmar-se que nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância ou intenção de negar uma verdade vital. Alguém acha que isso é possível aos humanos?

 

A ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.

 

As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento.

 

O senso comum apreende e a ciência confirma isto. Portanto, homem, cão, gato, touro, cavalo, coelho, porco, ovelha, cabra, etc., sentem e sofrem de maneira semelhante, seja privação da liberdade, tensão de transporte, sede e fome, medo e pânico, cansaço, agressão, ferimento.

 

Depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada.

 

Conclusão comportamental ética?

 

Seres humanos (tauromáquicos) não devem infligir a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os próprios infligidores (tauromáquicos) não aceitariam ser submetidos.

 

TAUROMAQUIA III

 

E porque se permite a Tauromaquia, actividade que assenta na violência e no sofrimento público de animais, legalizado e autorizado por lei e até apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?

 

Para perpetuar uma tradição cruel e retrógrada, que sacrifica animais, prejudica a sociedade e o relacionamento com outros seres nossos companheiros da Terra, embota a sensibilidade, deseduca a juventude para uma vida pacífica e compassiva?

 

Para que se cumpra uma lei que permite a tortura, lei essa que é contra a Lei de Protecção dos Animais?

 

Para satisfazer algumas poucas pessoas entusiastas da Tauromaquia, actividade indissociável de violência e de sofrimento?

 

Para exibicionismo e proventos para os artistas que violentam os animais (touros e cavalos) ou que se aproveitam deles depois destes estarem feridos e esgotados?

 

Para sustentar alguns postos de trabalho à custa do sofrimento dos touros e cavalos?

 

Para permitir negócios à custa do sofrimento de touros e cavalos?

 

Para atraírem turistas incautos ao engano? Na sua maioria estes saem das praças incomodados e indignados com o espectáculo?

 

Embora esta actividade contribua para dissuadir a vinda a Portugal de muitos turistas, porque abominam a tauromaquia e evitam este país de arenas de tortura?

 

Embora indignem, revoltem e envergonhem imensos portugueses conscientes e compassivos, por este massacre se passar no nosso país?

 

Embora se comprometa a reputação de Portugal pelo desrespeito cruel pelos animais, ao contrário do que aqui devia ser princípio?

 

É claro, que uma verdadeira democracia não permite e legaliza a tortura.

 

Por estas razões apelamos a que não assistam a touradas e afirmem e divulguem o vosso repúdio por esta cruel actividade.

 

Vasco Reis (13.6.13)

 

(*)  Este artigo é escrito por um Médico-Veterinário, Dr. Vasco Reis, que foi, em tempos, veterinário nas touradas e assistiu in loco, às barbaridades infligidas a Touros e Cavalos, antes, durante e depois dos espectáculos tauromáquicos, sendo, por isso, um testemunho absoluta e indiscutivelmente credível.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Domingo, 5 de Julho de 2020

Fim de subsídios públicos à tauromaquia

 

Vejam como agir aqui: 📧 https://bit.ly/3iGSZBU =

Sabiam que, em Portugal, têm vindo a ser canalizados, ano após ano, milhões de euros de dinheiros públicos para a tauromaquia [ = tortura de Touros e Cavalos] ?

 

 Por exemplo, em 2019, a Câmara Municipal de Santarém destinou cerca de 20 mil euros às touradas. Quinze mil euros foram para a compra de bilhetes para oferta e o restante para pagar o seguro dos forcados locais. Choca-te? Então, façam qualquer coisa.

 

O Fim aos Subsídios Públicos à Tauromaquia está prestes a ser discutido em Plenário. Têm uma mensagem-tipo que podem enviar por e-mail para os grupos parlamentares. Está aqui: https://bit.ly/3iGSZBU

E aqui está a lista de dinheiros públicos que vão para a tauromaquia, elaborada pela Associação Animal:


http://www.enterrartouradas.org/images/Base_de_Dados_Dinheiro_Publico_TM.pdf?fbclid=IwAR1DxiojuBYi-naeaL7FiS_ySVlY1EnS7bp0j55qkL4TqhaeCEhOSjdP8m0

 

Marinhenses Anti-touradas

 

TOUROS SANTARÉM.jpg

 

Fonte: https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3353672761332930/?type=3&theater

 

Chegou o momento para dizermos aos deputados que elegemos o que queremos que eles façam exactamente.

 

Por favor, enviem as vossas mensagens para:


gp_ps@ps.parlamento.pt; gp_psd@psd.parlamento.pt; bloco.esquerda@be.parlamento.pt; gp_pcp@pcp.parlamento.pt; GPCDS@cds.parlamento.pt; pan.correio@pan.parlamento.pt; PEV.Correio@pev.parlamento.pt; gabinete@il.parlamento.pt; gabinetejkm@ar.parlamento.pt;

Com CC a: info@animal.org.pt



Exmos. Senhores deputados da Nação,


Está para ser discutida em Plenário, a Iniciativa Legislativa de Cidadãos cujo Projecto-Lei “sugerido” determina o fim dos subsídios públicos à tauromaquia.



É público e oficial que muitos órgãos do poder local oferecem (directa e indirectamente) subsídios para as actividades tauromáquicas, quando se sabe que, infelizmente, muitos portugueses estão em situação de desemprego, ou com empregos precários e situações de fome, incluindo crianças e idosos que não têm apoios sequer para as necessidades básicas. A maioria dos concelhos que disponibiliza dinheiro para as actividades tauromáquicas não dispõe sequer de um gabinete de apoio à vítima, e normalmente são concelhos onde existe muita pobreza.


 Nestes concelhos verifica-se igualmente falta de dinheiro para a manutenção e gestão dos Centros de Recolha Oficial de animais errantes, contudo, para as práticas violentas e cruéis da tauromaquia o dinheiro não falta, e isto é algo que ofende a sensibilidade de uma sociedade já evoluída, e que enquanto membro activo dessa sociedade, pretendo ver mudado.


A tauromaquia é uma actividade cruel, contra a qual o mundo civilizado se opõe, eu incluída, e recuso-me a pactuar com esta barbárie, como cidadã, que paga os seus impostos, e deseja veementemente que sejam gastos em prol do bem da sociedade, e não em tortura de seres vivos, para que uma minoria involuída possa divertir-se, por desconhecer os divertimentos civilizados.  

 

é sabido que esta prática é legal, porém, isto não significa que ela seja aceitável, e muito menos seja financiada com os meus impostos.  


Assim sendo, e independentemente dos interesses que Vossas Excelências defendem no Parlamento, no que respeita a esta prática bárbara, venho solicitar o fim do financiamento a esta actividade, e já agora, lembrar que a abolição da tauromaquia é da inteligência, uma vez que a tauromaquia é incultura, algo que é desadequado aos tempos hodiernos.

 

Ao eleger Vossas Excelências como meus representantes na Casa da Democracia, que essencialmente é a Casa do POVO, gostaria ainda de lembrar que numa Democracia o bem comum deve estar acima de todo e qualquer interesse privado.  

 

Esperando que Vossas Excelências tenham em consideração estas reflexões, e em nome do bem comum, se inclinem para o que a esmagadora maioria do povo português espera, ou seja, que seja decretado o fim dos subsídios públicos para a tauromaquia, envio os meus melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:39

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2020

Vitória! Cancelado o evento tauromáquico "Liga dos Toureiros e Forcados" promovido pelo tauricida João Moura Jr. e apoiado pela Fundação LVida

 

Graças às diversas denúncias efectuadas por quem luta pela abolição desta praga chamada tauromaquia, junto das autoridades competentes, o tauricida João Moura Jr. cancelou um evento cruel e ilegal, onde iam ser torturados Touros, na sua herdade privada, no próximo mês de Julho, cujas receitas reverteriam para a Fundação LVida (como isto é possível?)

 

De uma vez por todas: a tortura de Touros, seja em que modalidade se apresentar, NÃO É CULTURA, mas tão só uma prática cruel e violenta que deve ser banida da sociedade portuguesa, para que se possa respirar CIVILIZAÇÃO.

 

Os tauricidas devem evoluir e começar a dedicarem-se às hortas, aos pomares, às searas, nas suas herdades (geridas com os impostos dos portugueses, quais parasitas da sociedade).  É mais civilizado e CULTO ser-se agricultor, do que ser-se torturador de Touros e Cavalos, para divertir sádicos e psicopatas.

 

CANCELADO.png

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069/3309951799035603/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:57

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2020

«Deputados do PSD Querem Dar Ainda Mais Dinheiro aos Ganadeiros»

 

Depois querem ter bons resultados nas eleições!

O texto que se segue, publicado no Blogue Prótouro - Pelos Touros em Liberdade explica, muito bem explicadinho, este assalto aos cofres públicos, para encher os bolsos dos torturadores de Touros.

Os deputados do PSD não aprenderam nada com a mensagem tácita desta invasão do novo coronavírus?

Portugal não precisa de deputados trogloditas! Precisa de EVOLUIR! Já se faz tempo! (Isabel A. Ferreira)

 

Gado.jpg

 

«Os deputados do PSD Ribatejo enviaram uma carta à Ministra da Agricultura onde afirmam que estão muito preocupados com os prejuízos dos ganadeiros de brava de lide, ou seja, as mães dos touros que são torturados em touradas.

 

«Isaura Morais e João Moura eleitos por Santarém vão mesmo ao ponto de afirmar que o facto de muitos bovinos não serem vendidos para tortura pode gerar prejuízos muito superiores a sete milhões de euros.

 

É preciso ter muita lata para pedir ainda mais dinheiro para gentalha que recebe anualmente milhões em subsídios nacionais e europeus quando milhares de portugueses estão em lay-off e muitos até a passar fome.

 

Em 2011 o ganadeiro José Dias afirmava ao jornal “O Mirante” e citamos:

 

“Os ganadeiros são na sua maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades, que se dedicam ao negócio mais por paixão. Ninguém pode viver directamente de uma ganadaria.”

 

Claro que são ricos têm propriedades com milhares de hectares de terra e criam outros animais para além de bovinos para touradas. Muitos criam cavalos e muitos até têm outros negócios que nada têm a ver com tauromaquia.

 

Estes deputados deveriam ser corridos a pontapé do partido uma vez que estão mais preocupados com a trampa da indústria tauromáquica do que com milhões de portugueses!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade»

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/04/19/deputados-do-psd-querem-dar-ainda-mais-dinheiro-aos-ganadeiros/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:27

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Quarta-feira, 11 de Março de 2020

«Beja: Protesto Anti-tourada | 14 de Março | 14:00-16:30»

 

Cancelada tourada.png

 

Será que pela assistência desta actividade bárbara ser apenas de uma escassa dezena de trogloditas, não é preciso cancelar a tourada, ou querem ser candidatos à infecção do Covid-19?

Na Espanha cancelam-se as touradas.

Em Portugal, em plena época de crise epidémica, continuam a realizá-las, em nome da estupidez. Só mesmo num país sem rei nem roque.

Porém, no próximo sábado (14/03), haverá uma manifestação pela abolição da tauromaquia em Beja. Decorrerá em frente à praça de touros, em dia da polémica tourada “solidária”.

Para quem está na zona de Beja ou tem a possibilidade de ir até lá, fica uma ligação para mais informações sobre este importante protesto, organizado pela Eco Roots.

Ver mais informação aqui:

https://www.facebook.com/events/3147493265282815/

 

Antro de Beja.jpg

Antro tauromáquico de Beja (imagem de uma evidente decadência)

 

Barbárie não combina com solidariedade, e nunca poderá ser justificada como caridade, porque não passa de pura crueldade.

 

Numa altura em que a tauromaquia começa a ver o fim dos subsídios e o aumento do imposto sobre as entradas, apelar à tortura de Touros à pala de uma hipócrita solidariedade, para justificar uma actividade bárbara, cruel, violenta, é anormal.

 

Como se não bastasse, tem como “atracção” o Moura Júnior, porque o sénior, ao que parece, já não vai. Isto é gente que têm dado muito que falar nos últimos tempos por conta dos maus-tratos a animais: Touros, Cavalos, Cães. Uma vergonha!

 

A Eco Roots junta-se assim ao movimento anti-tourada, e conta com a presença de quem puder e quiser ir,  no próximo dia 14 pelas 14 horas, em frente à Praça de Touros de Beja.

 

 Todas as vozes de gente senciente são contra as touradas em Portugal.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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