Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2017

Morte na arena

 

Esta imagem é terrível.

Nos olhos do Touro a morte espreita exactamente do mesmo modo que nos olhos do torturador de Touros.

 

MORTE NA ARENA.png

Repare-se bem: a expressão é a mesma. Animal Touro e animal homem morreram na arena, com uma diferença: o Touro, com honra, porque foi barbaramente torturado, até à morte; o tauricida, desonrado, porque morreu aos cornos do Touro, que cobardemente torturou.

 

Obviamente não aplaudo a morte do Touro.  Também não aplaudo a morte do carrasco. Mas não serei hipócrita ao ponto de dizer que a morte do torturador de Touros abala os meus sentimentos.

 

Não abala. Não consigo sentir nem tristeza, nem alegria. Deveria sentir algo? Poderia sentir compaixão, sim, se o tauricida estivesse ali forçado, a lutar pela vida, como lutavam os gladiadores no Circo Romano: ou matavam ou morriam. Os carrascos de Touros, não. Estão ali porque querem mostrar a uma plateia sádica, uma virilidade que não têm, diante de um animal INDEFESO. E isso é imperdoável.

 

É terrível quando a morte de uma criatura que se assemelha a um ser humano, mas não se comporta como um ser humano, não nos abala. Como não nos abala a morte de um terrorista, de um violador, de um pedófilo, de um assassino. 

 

Pelo contrário, a expressão dolorida do indefeso Touro esmaga-me. 

 

Esta imagem mostra-nos dois seres que já foram vivos e agora estão mortos e jazem no chão, desfeitos pela mesma morte, que os atacou de modo diferente.

 

Existe uma diferença brutal no modo como ambos foram mortos.

 

O Touro, indefeso, que não foi para a arena por sua livre e espontânea vontade, depois de barbaramente torturado, antes e durante a lide, foi morto propositadamente para gáudio de sádicos tauricidas.

 

O torturador de Touros, que foi para a arena por sua livre e espontânea vontade de torturar e matar um Touro, foi morto porque o Touro, muito legitimamente, reuniu as derradeiras forças para se defender do seu carrasco. E conseguiu.

 

O Touro morreu com Honra. O torturador morreu sem ela.

 

E é isto que os sádicos aplaudem e que governantes, com cérebros microscópicos, apoiam.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:28

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Terça-feira, 30 de Agosto de 2016

Tauromaquia - Doença do foro psiquiátrico

 

RECOMENDAÇÃO

Devido aos comentários disparatados que tenho recebido acerca deste texto, recomendo que os leitores o leiam com os olhos do cérebro (se é que me entendem).

Este texto é para ser interpretado, não é para ser deturpado.

Façam esse favor a vós próprios.

Obrigada.

Isabel A. Ferreira

 

Há uns dias, escrevi um texto onde considerava a tauromaquia uma doença do foro psiquiátrico, mas há quem a considere do foro urológico:  «Estes tipos sofrem todos de disfunção eréctil!» diz José Melo.

 

A este propósito, um “ilustre desconhecido” enviou-me o seguinte comentário:

 

Comentário no post QUANDO OS AFICIONADOS NASCEM COM O CÉREBRO DESCIDO...

 

Quando diz que é uma doença, pode indicar-me qual é a classificação DMS? Obrigada

Desconhecido a 25 de Agosto 2016, 11:33

 

Pois é a esta pergunta que tentarei responder, à luz das modernas descobertas das Ciências da Psicologia e da Psiquiatria e das Ciências Biológicas

 

TOUREIRO1.jpg

 

Os primeiros registos desta prática sangrenta remontam ao século XII, tendo como principal palco de acção a Espanha. Em Portugal, esta barbárie foi introduzida em 1580, quando o nosso País foi ocupado pelos Reis Filipes (Filipe I, Filipe II e Filipe III de Portugal, respectivamente II, III e IV de Espanha) tendo depois sido disseminada pelo mundo, nomeadamente na América do Sul (onde se situam cinco dos oito tristes países que actualmente ainda mantém esta prática medieval e selvática), durante o período da expansão colonizadora, levada a cabo por ambos os países.

 

Portanto, durante alguns séculos, a tauromaquia e tudo e todos os que a rodeavam, desde toureiros a cavalo e a pé, forcados, bandarilheiros, novilheiros, campinos, e obviamente os aficionados, aqueles que frequentavam as ditas praças de touros, para aplaudir aquilo que consideravam um acontecimento cultural e artístico, dos mais majestosos, frequentado pela populaça, mas também por reis, rainhas, príncipes e princesas, artistas e escritores, o que demonstra que as doenças mentais ou os desvios comportamentais podem ocorrer no seio de qualquer classe social, da mais baixa à mais alta e indepentendemente do nível de instrução, era algo que fazia parte de uma sociedade ainda pouco ou nada evoluída, com poucas opções de divertimentos cultos, numa época em que a Santa Ignorância e o Santo Obscurantismo imperavam, a todos os níveis, e em que as mulheres e as crianças não tinham nenhuns direitos, e muito menos os animais não-humanos que, nessa época, eram tratados por bichos, sobre os quais recaíam as mais hediondas superstições, e muitas delas ainda hoje perduram nas localidades portuguesas mais atrasadas civilizacionalmente.

 

Aliás, este conceito de direitos do homem só apareceu nos finais do século XVIII (em 1789, em plena época da Revolução Francesa). A Declaração Universal dos Direitos da Criança, só foi proclamada em 1959, e até esta data as crianças eram consideradas ao nível de qualquer animal não-humano. Quanto à Declaração Universal dos Direitos dos Animais só foi proclamada pela UNESCO em 1978, assinada por quase todos os países do mundo, e promulgada por Portugal.  

 

TOUREIRO2.jpg

 

Ora foi a partir deste ano de 1978 que os activistas, com base neste documento, começaram a “fazer barulho” que se ouvisse, ao redor dos maus tratos infligidos aos animais não-humanos, nos países terceiro-mundistas, mas também nos ditos primeiro-mundistas.

 

E os tempos foram evoluindo, e com eles milhares de pessoas também, ficando, no entanto, uma parte dessa humanidade parada no tempo das trevas e de um obscurantismo que permanece até aos dias de hoje.

 

Paralelamente, as Ciências Biológicas foram também evoluindo, e descobriu-se a senciência animal (como se tal fosse necessário para condenar a tortura) e demonstrou-se que os animais, até então considerados irracionais, não eram assim tão irracionais, e começou-se a designá-los por não-humanos, e até apareceu a expressão “pessoas não-humanas” para designar algumas espécies, como os Símios e Cetáceos, entre outros.

 

Mas não só as Ciências Biológicas evoluíram.

 

No campo da Psicologia e da Psiquiatria foram surgindo novas áreas de estudo, e o que antes parecia normal, hoje é considerado um comportamento desviante, do foro da insanidade mental.

 

Na Grécia antiga, por exemplo, a pedofilia era uma prática comum e aceitável socialmente, até porque a criança não tinha quaisquer direitos, e era tratada como um animal irracional e sem alma. Aliás, tal como a mulher e os escravos.

 

Hoje, a pedofilia não só é considerada um crime, como está entre as doenças classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) entre os transtornos da preferência sexual.

 

TOUREIRO3.png

Deterioração mental

 

O mesmo se passa em relação à tauromaquia e a todos os seus intervenientes, desde os que a praticam (psicopatas), aos que a aplaudem (sádicos), como também aos que a apoiam e promovem, os aficionados, também sádicos, a qual, hoje em dia, é uma prática contestada em todo o mundo, pela sua descomunal perversidade.

 

Até a terminologia na tauromaquia mudou.

 

A tauromaquia passou a designar-se selvajaria tauromáquica.

 

O heróico toureiro hoje não passa de um cobarde tauricida ou torcionário; o cavaleiro é um cavalgador; o “valente” forcado é apenas um cobarde carrasco, bem como os bandarilheiros e novilheiros não passam de desalmados carrascos.

 

E tudo começa na infância.

 

Até há poucos anos, nos distúrbios revelados na psicopatia, na sociopatia, na condutopatia e no transtorno de personalidade, não estavam incluídos aqueles que, num passado medieval, eram considerados uns heróis, por lidarem um bovino a que chamavam touro bravo (que não existe na Natureza) e que nada sofria, mas que na realidade não era mais do que um manso e senciente herbívoro, torturado desde a nascença para se apresentar agressivo (bravo) diante dos seus carrascos.

 

E esta mentira circulou durante séculos e tornou-se verdade para aqueles que hoje se recusam a aceitar as evidências científicas, que, entretanto, ficaram mais do que provadas: o bovino é um ser pacífico, herbívoro, senciente e sofre horrores quando está a ser lidado pelos cobardes psicopatas, seus carrascos, tal como qualquer humano sofreria.

 

A partir desta comprovação, os tauricidas e aficionados passaram a ser incluídos no rol dos portadores de distúrbios mentais, afectivos e sexuais.

 

TOUREIRO4.jpg

 Os psicopatas costumam maltratar animais na sua infância e juventude. Esta é uma afirmação do FBI norte-americano, a partir de um estudo baseado em entrevistas a homicidas e psicopatas. Decapitar gatos e esquilos ou disparar sobre cães são algumas das crueldades que estes jovens podem cometer.

 

Ora tendo em conta que animais somos todos nós (humanos e não-humanos) e que está provado cientificamente que os bovinos, sendo animais como nós, são sencientes e padecem dos mesmos sofrimentos, como se fossem um de nós, e o que lhes fazem a eles é como se o fizessem a um de nós, o termo psicopata encaixa-se na perfeição a um tauricida e a um aficionado de tauromaquia, pois esse termo é atribuído a indivíduos com um padrão de personalidade caracterizado por um comportamento desviante, pela ausência da capacidade de sentir empatia/remorso e compaixão, falham em relação aos valores éticos e morais, são clinicamente indivíduos perversos e portadores de distúrbios mentais graves.

 

Os aficionados e tauricidas vivem na zona fronteiriça entre a normalidade e a doença mental.

 

Os indivíduos já nascem velhos e com essa predisposição, e se crescem num meio propício, estas características tendem a desenvolver-se e a cristalizar-se nos seus cérebros emurchecidos.

 

Em sociedade eles agem como indivíduos normais, por isso fazem questão de se considerarem “seres humanos como os outros”, mas apresentam manifestações patológicas no seu comportamento.

 

São bastante desequilibrados emocionalmente e sofrem de distúrbios afectivos e sexuais.

 

Prova disto mesmo são os impropérios que aficionados e tauricidas lançam, nomeadamente, às activistas, onde a nota principal recai sobre uma frustrada actividade sexual que eles transpõem para nós, como se estivessem a dirigir-se às mães, mulheres e filhas deles, algo que Sigmund Freud denominou Projecção Psicológica.

 

Vejam neste link, do que estou a falar:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/358058.html

 

Estes indivíduos necessitam de atacar violentamente um bovino indefeso e inofensivo, ou de aplaudir esse ataque cruel e violento para exorcizar a invirilidade de que sofrem (eles) e a frustração sexual (elas). Para além disso precisam de atacar também os que defendem a Vida, qualquer Vida, porque para eles a Vida dos outros não tem qualquer significado. Apenas a deles interessa.

 

Normalmente a classe social onde estão inseridos pode ser um factor desencadeante desses comportamentos desviantes, mas não são preponderantes, e os estudos universitários não são garantia, nem remédio para erradicar essa patologia. Por isso, vemos professores catedráticos, presidentes da República, ministros, deputados, artistas, escritores e jornalistas, entre os que aplaudem a tortura de um ser vivo.

 

O sadismo é um desequilíbrio patológico do controlo das emoções e dos impulsos dos indivíduos que já nascem com a propensão para sentir prazer com o sofrimento de um ser vivo; frequentemente têm um comportamento anti-social e sofrem de um excesso de crueldade.

 

TOUREIRO5.jpg

 

Assim sendo, e usando as palavras do psiquiatra forense brasileiro Guido Arturo Palomba, aparentemente, os aficionados e tauricidas são indivíduos normais e lúcidos, mas têm uma conduta deformada.

 

Os aficionados de tauromaquia podem apresentar-se como indivíduos “normais”, mas são extremamente sádicos, portadores de transtornos de personalidade e de perturbação de comportamento, deformação moral e, no limite, são psicopatas, nomeadamente os tauricidas e cobardes forcados.

 

Vamos analisar os portadores deste transtorno de personalidade:

 

De acordo com o psiquiatra, Guido Arturo Palomba, um indivíduo com transtorno de personalidade apresenta alguns defeitos básicos:

 

- São altamente egoístas (não pensarão os tauricidas e afins só neles, e em satisfazer o seu desejo mórbido de ver sofrer um ser vivo, o que os leva a arrastarem-se até a uma arena para “gozarem” o sofrimento de um animal como eles?);

 

- Não se arrependem dos seus actos (não é verdade que nenhum deles jamais admite que o acto de aplaudir ou de praticar a selvajaria tauromáquica é um acto reprovável, e não se arrependem nunca do que fazem, porque acham que é o certo?); «assim, destaca-se enfaticamente a completa falta de remorso do criminoso psicopata, os seus critérios de emoção destoam em género, número e grau dos critérios normais do paradigma de normalidade psico-emocional do homem e mulher classificados como normais, daí o profundo mal-estar que as suas práticas criminosas provocam na sociedade em geral.»;

 

- Têm valores morais distorcidos (os aficionados não acham que podem torturar um ser vivo apenas porque é “tradição”, apesar de lhes serem apresentados dados científicos que provam que os bovinos são seres sencientes, tal como todos nós?;

 

- Gostam ou não se incomodam com o sofrimento alheio (este é o maior indicador do transtorno mental e de personalidade dos aficionados e tauricidas: não só sentem prazer como não se incomodam com o ATROZ E VISÍVEL sofrimento dos bovinos.

 

O que dizer dos indivíduos que aplaudem o que se passa nestas imagens tão cruéis?

 

De acordo com o psiquiatra Guido Arturo Palomba, e como já se referiu, aparentemente, os psicopatas são indivíduos normais e lúcidos, mas têm uma conduta deformada, e este problema foi descrito pela primeira vez em 1835, como insanidade moral (...) e ao longo dos anos, já foi chamado de psicopatia, sociopatia, condutopatia e transtorno de personalidade.

 

E as características apresentadas pelos tauricidas e aficionados não farão parte destas doenças do foro psiquiátrico?

 

Para finalizar posso ainda acrescentar o contributo da Ciência das Expressões Faciais, através da qual um especialista pode diagnosticar a insanidade mental, por exemplo, destes exemplares de tauricidas com que ilustrei este meu texto.

 

Isabel A. Ferreira

***

Fontes:

Este texto foi escrito a partir de estudos publicados na Internet, nomeadamente o do psiquiatra Guido Arturo Palomba e também no Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais - DSM-5, da American Psychiatric Association (Climepsi Editores).

 

EL MALTRATO ANIMAL ES UNA PSICOPATÍA

https://www.psicologiapuebla.com/maltrato-animal-una-psicopatia/

SAIBA AS CARACTERÍSTICAS QUE MARCAM UM PSICOPATA

https://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/saiba-as-caracteristicas-que-marcam-um-psicopata,c0398c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

OS TORTURADORES DE ANIMAIS

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/os-torturadores-de-animais-571714

PERSONALIDADE E PSICOPATIA: IMPLICAÇÕES DIAGNÓSTICAS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

http://www.scielo.br/pdf/epsic/v17n3/14.pdf

PROJECÇÃO FREUDIANA/ PROJECÇÃO SEGUNDO FREUD

http://psicoativo.com/2016/01/projecao-freudiana-projecao-segundo-freud.html

A CIÊNCIA DAS EXPRESSÕES FACIAIS DAS EMOÇÕES E MICRO-EXPRESSÕES: TENDÊNCIAS DA PSICOLOGIA MODERNA

http://ceapuem.blogspot.pt/2014/05/normal-0-false-false-false-en-us-x-none_5220.html

 

A LIGAÇÃO ENTRE VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS NÃO HUMANOS E VIOLÊNCIA CONTRA SERES HUMANOS 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/ligacao-entre-violencia-contra-animais-691311

 

(Entre muitos outros)

Tudo o que é dito sobre as patologias descritas e sobre os psicopatas é do domínio da Psicologia, da  Psiquiatria e da Psicanálise, e encaixam-se nos distúrbios apresentados pelos tauricidas e aficionados.

***

A PROPÓSITO...

 

A propósito deste artigo, um amigo escreveu o seguinte comentário: «Apesar de concordar com todos estes comentários e de ter a absoluta convicção de que só podem ser doentes as pessoas que praticam e/ou assistem a espectáculos deste tipo, e que por mim todos esses mentecaptos podiam desaparecer da face da Terra, gostaria de ver realizado um estudo (se é que ainda não existe) que analise especificamente o pensamento dessas personagens. Um estudo realizado por profissionais ligados ao estudo da mente sobre todas essas bestas»

 

Pois o que tenho a dizer sobre este comentário é que já existem estudos  e já foram publicados acerca destes indivíduos que se divertem com o sofrimento de um ser vivo.

 

 Para se mudar um paradigma, alguém tem de começar. Eu dei esse primeiro passo, com os meus parcos conhecimentos das cadeiras de Psicologia que concluí na Universidade.

 

Talvez seja aconselhável acrescentar neste meu texto, este pormenor, para que não digam que inventei tudo: eu estudei Psicologia, embora não seja Psicóloga diplomada.

 

Portanto, nada do que aqui escrevi, o escrevi sem conhecimentos, e  sem base em estudos dos estudiososda matéria.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:54

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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2016

Professora catedrática defende a selvajaria tauromáquica com uma monumental ignorância

Se eu não lesse o que li (transcrito mais abaixo) não acreditaria.

 

Chama-se Maria Alzira Seixo. Passou pela Universidade de Lisboa. É lá professora catedrática. Mas estudou na escola da Moita. E quem estuda numa escola da Moita, por muito que tente elevar-se culturalmente nas universidades, não sai da cepa torta.

 

As universidades dão “canudos”, mas não dão consciência ética, nem boa índole a ninguém.

 

Ou se nasce com um ADN que permite evoluir, ou já se nasce velho, e  nada o fará evoluir...

 

FLOR DO CAPOTE.jpg

Eis a “flor” do capote de que fala Maria Alzira Seixo…. Só que o carrasco (vulgo toureiro) não conseguiu evitar a cornada do Touro que, legitimamente, se defendeu… Olé!

 

Vejam o que Maria Alzira Seixo escreveu na sua página do Facebook, no passado dia 14 de Agosto de 2016 (marco a data para que não pensem que o texto foi escrito a 14 de Agosto de 1216… em plena Idade das Trevas)

 

«Tourear é isto: produzir ‘a flor’ do capote (diz a poesia de João Cabral de M. Neto) enquanto o toureiro que o cita tenta evitar a cornada do touro, que quer matar o homem. O touro (animal selvagem tal o leão, tigre, leopardo) quando entra na arena é para atacar e matar tudo o que se mexa: um gato, um homem, um cavalo, etc, e tourear é, com uma capa, afrontar o perigo e evitar ser morto. Há 3 fases na lide: capote (esta), bandarilhas (para ‘acordar’ o animal depois dos 15m durante os quais ele persegue o toureiro no capote, e, espetadas no cachaço, zona de espessa gordura a seguir ao pescoço, têm o efeito de simples picadas tal uma injecção intra-muscular no homem, dizem os biólogos (e o touro também, que após uma bandarilha não tuge nem muge, continua a correr atrás do homem), e fazem sangue se são mal espetadas, por um mau toureiro, que é logo vaiado) e ainda a muleta, q em Espanha inclui a morte do touro (e também deve ser indolor), e em Portugal é simulada. NINGUÉM SE DIVERTE na tourada: não é para rir! é um espectáculo sério, de silêncio, de arte e força de ânimo, como a ópera e o ballet. Exige conhecimento para se apreciar. Tudo o que se diga como tormentos e crueldade é pura imaginação da observação empírica, ignorante e leviana

 

Direi como um comentador se referiu a este texto, inacreditável e eivado da mais profunda ignorância: «É triste ler isto. Medieval e repugnante».

 

Na verdade, é triste, muito triste ler isto. Principalmente quando se compara esta barbárie à Ópera e ao Ballet. Ainda mais, escrito por alguém que frequentou uma Universidade, e que é (pasmemo-nos!) professora universitária. Catedrática.

 

Isto é um texto tipicamente medieval.

 

Além de ser, obviamente repugnante, é demonstrativo de uma falta dos conhecimentos mais básicos.

 

Zero a Biologia.

Zero a Zoologia.

Zero a Arte.

Zero a Cultura Culta.

Zero a Sentido Crítico.

Zero a Ética.

Zero a Moral.

Zero a Sensibilidade.

Zero a Compaixão.

Zero a Bom Senso.

Zero a Humanismo.

 

Podem ler muito mais neste link, onde ficou registado este devaneio e os comentários ao que uma “professora universitária”, sem a mínima noção do ridículo, sem o mínimo sentido crítico, escreveu.

 

Uma autêntica nulidade.

A vergonha da classe dos Professores Catedráticos.

https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fcdn.fbsbx.com%2Fv%2Ft59.2708-21%2F13659400_10201820197063139_1989316314_n.pdf%2FDo-Facebook.pdf%3Foh%3Deb34725ba4ed0546b5ee2f1263ece711%26oe%3D57B688DC%26dl%3D1&h=CAQEQqf7U

 

***

Recado a Maria Alzira Seixo:

 

Maria Alzira Seixo, deixo-lhe aqui a oportunidade de optar pelo saber.

Esqueça a Moita e o que a Moita fez de si. Consulte estes textos e saiba a verdade sobre a perversidade das touradas.

 

«A tourada, razão da existência do Touro bravo?» Ou a queda de um mito...

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/98835.html?thread=1885459#t1885459

 

A tourada vista por um Médico-Veterinário

 http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/572988.html

 

A verdade perversa sobre a tortura de Touros e Cavalos, antes, durante e depois de lide

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/484004.html

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:46

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2015

ISTO É A ARTE DE BEM CORNEAR

 

O Touro tem toda a legitimidade de se defender do seu carrasco.

Numa arena a única vítima é o Touro. Já se sabe.

O algoz está ali de livre e espontânea vontade.

Se um bombista-suicida morre, é porque escolheu morrer.

Se um tauricida é corneado, é porque escolheu ser corneado.

O Touro não escolhe nada.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:15

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Quarta-feira, 4 de Março de 2015

GOVERNO PORTUGUÊS ESBANJA 310 MIL EUROS NO FILME “GRANDE CIRCO MÍSTICO” MAS NÃO TEM DINHEIRO PARA RECUPERAR A ESCOLA DE MÚSICA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL

 

Até quando os portugueses vão permitir que os dinheiros públicos sejam devastados em tortura animal, acto que só conspurca a dignidade humana?

 

Enquanto isso, os alunos da Escola de Música do Conservatório Nacional estão a passar grandes dificuldades para exercerem uma arte que sublima a alma humana.

 

Que tipo de governo é este?

 

GRANDE CIRCO MÍSTICO.jpg

 

«O "Grande Circo Místico" é um filme dirigido por Carlos Diegues numa coprodução portuguesa, francesa e brasileira que está neste momento a ser realizado em Lisboa (Portugal), e que usa animais do circo de Victor Hugo Cardinali.

 

A intenção de o fazer no nosso país deveu-se à lei que proíbe no Brasil a utilização de animais em circos e que infelizmente ainda não vigora em Portugal.

 

No entanto, não obstante a exploração destes animais, o nosso Governo apoiou esta produção com um financiamento escabroso de 310 000 euros (através do Instituto do Cinema e Audiovisual 110 000 iniciais e posteriormente mais 200 mil euros de apoio no âmbito do programa Coproduções Minoritárias).

 

Assim sendo, todos os contribuintes deste país estão a pagar para se torturem e usarem animais. Segundo uma vez proferiu Victor Hugo Cardinali:

 

«Eu bati no elefante porque ele não queria fazer o exercício, e isso não nego. Não podemos deixar que um animal faça aquilo que quer, ou então não há respeito, e o domador não está ali a fazer nada».

 

(Esquece-se Victor Hugo Cardinali que um domador de animais não passa de um desprezível e repugnante CARRASCO de seres indefesos, que não nasceram para ser DOMADOS).

 

Além de usados e explorados, estes animais são submetidos a hediondas torturas físicas e psicológicas.

 

De uma coisa sabemos: com o nosso dinheiro não!

 

 

Optámos, assim, por marcar a nossa acção de protesto em frente ao Palácio da Ajuda, onde se localiza o Gabinete do Secretário Geral da Cultura em Lisboa, na próxima Terça-feira, 10 de Março, às 16h30

 

Por Favor estejam presentes, partilhem o evento ao máximo e façam chegar este protesto o mais longe possível.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/events/1546428132311875/

 

***

VEJAM NESTE LINK QUEM É CACÁ DIEGUES, O REALIZADOR DO ABOMINÁVEL “GRANDE CIRCO MÍSTICO”, QUE NÃO PÔDE SER RODADO NO BRASIL, MAS PODE SER EM PORTUGAL, PORQUE PORTUGAL É O CAIXOTE DO LIXO QUE VEM DE FORA

 

http://www.anda.jor.br/09/02/2015/ignorando-sofrimento-animais-cineasta-insiste-filme-prestigia-circos-exploradores

 

***

11018627_961725063872191_2141781600787007915_n CAC

Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?id=961725063872191&set=gm.1547043182250370&type=1&theater

 

NEM ANIMAIS DIGITAIS. QUE USE OS PARENTES DELE QUE TAMBÉM SÃO ANIMAIS

***

Não queremos e tão pouco apoiamos a exibição deste filme catastrófico de Caca Diegues que faz glórias ao circo mais CRUEL E NEFASTO DO MUNDO POIS TEM EM SEU PRÓPRIO DONO O RELATO QUE MAU TRATA QUALQUER ANIMAL PARA QUE ELE APRENDA A LIÇÃO DO PICADEIRO! É um filme monstruoso e de repúdio total de toda a sociedade dos protectores dos animais , activistas , defensores e afins ..... VAMOS TODOS DIZER NÃO A ESTE FILME SEM VALOR CULTURAL ALGUM. UM VERDADEIRO DESRESPEITO À SÉTIMA ARTE! (Rodrigo Fujisawa).

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Sábado, 28 de Fevereiro de 2015

O GOVERNO PORTUGUÊS ANDARÁ MERGULHADO NAS TREVAS MEDIEVAIS PARA CONSIDERAR TAURICIDAS E AFINS PROFISSÕES DO SÉCULO XXI DA ERA CRISTÃ?

 

Eu recuso-me a acreditar nisto.

 

Mas li que o «novo regime das profissões ligadas à tourada tem acordo no Parlamento» e que tal “coisa” foi aprovada, na passada Sexta-feira.

 

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Diz a notícia que as “actividades” ligadas à selvajaria tauromáquica vão ter um novo regulamento, cuja proposta, submetida pelo governo português, obteve concordância na Assembleia da República.

 

Isto soa muito mal.

Diz que a troika exigiu mais regulamentação no que respeita às profissões, e ao que parece os governantes portugueses entendem que a tortura que os tauricidas praticam contra bovinos para diversão se encaixa numa “profissão”, como se isso fosse decente e honesto.

 

Ora os tauricidas e afins não passam de carrascos, e a profissão de carrasco já foi extinta há alguns séculos. Mas os governantes portugueses ainda não se aperceberam disso.

 

Então o que fizeram?

 

Apresentaram o regime de acesso e exercício da actividade de artista tauromáquico (como se os tauricidas pudessem alguma vez ser artistas) e de auxiliar de espectáculo tauromáquico, em Março do ano passado, e pelo que se lê, depois de várias audições com os representantes da tauromáfia, e realizadas algumas variações ao redor da tortura, ajustadas entre a maioria PSD/CDS, PS e PCP, a declaração de carrasco como “profissão”, seria votada em plenário.

 

E veja-se o que andaram a discutir os governantes, como se a selvajaria tauromáquica fosse algo que dignificasse o governo e o País e merecesse alguma discussão que não ma da abolição:

 

«As alterações à proposta inicial do Governo de Passos Coelho foram poucas, mas segundo João Figueiredo, deputado do PSD e presidente do grupo de trabalho da Comissão de Segurança Social e Trabalho que trabalha o documento há quase um ano, o objectivo foi “não provocar touradas fora das arenas” e “não deixar pontas soltas”. Para isso, os deputados quiseram, segundo disse João Figueiredo ao Observador, acautelar que todas as actividades que intervêm na “festa” brava são “dignificadas”, como se torturar e matar bovinos numa arena para divertir pacóvios e sádicos pudesse pertencer ao mundo da dignidade, da respeitabilidade, da decência, do decoro e da sanidade mental.

 

Isto é inacreditável!

 

Diz a notícia ainda que ao diploma original foi acrescentada a diferenciação entre os “profissionais” e os amadores (como os cobardes forcados) e foi reforçado o facto de não ser possível a um menor de 18 anos participar na “festa” brava (a nível amador, porque a nível profissional até uma criança de 10 anos pode matar um touro para divertir pacóvios e sádicos que não tem a menor importância).

 

A participação de menores nesta prática selvática está sujeita a autorização e comunicação à Comissão de Proteção de Menores, que arranca crianças a mães que não podem pagar uma casa, porque estão desempregadas, mas não arranca crianças a progenitores que lançam os filhos a uma arena para torturar e matar bovinos, incitando-os à violência e à crueldade.

 

Ainda segundo o deputado, o grupo de trabalho, que ouviu toureiros, grupos de forcados e criadores de touros “funcionou de forma aberta e franca” e por isso, todos os grupos parlamentares que participaram (PSD, CDS, PS e PCP) acordaram as alterações.

 

Isto só demonstra que os deputados desses partidos não fazem a mínima ideia do que andam ali a fazer, ou melhor, andam a fazer fretes ao lobby tauromáquico, como se estivessem hipnotizados.

 

A existência de um regulamento tauromáquico já prova a inferioridade mental de quem o aprovou…

 

Mas depois de aprovarem a “profissão” de cobardes forcadinhos, menores de idade… bateram completamente no chão.

 

QUE VERGONHA!

QUE BAIXEZA!

Fonte

http://observador.pt/2015/02/25/novo-regime-das-profissoes-ligadas-a-tourada-tem-acordo-no-parlamento/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:02

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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

ANTÓNIO COSTA, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA, CONFUNDE ARTE COM TORTURA

 

António Costa já atribuiu esta Medalha Municipal de Mérito, Grau Ouro, a um carrasco, em plena arena do campo pequeno

 

(ver o link)

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tortura-gratuita-e-humilhacao-de-475652

 

 

JOÃO BRAGA.jpg

 

«João Braga, nome maior do universo do Fado, foi agraciado com a Medalha Municipal de Mérito - Grau Ouro, por António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

 

João Braga, uma das mais carismáticas vozes do Fado, recebeu a 10 de Novembro a Medalha Municipal de Mérito - Grau Ouro que lhe foi entregue pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa.

 

A medalha foi entregue no decorrer do concerto "Saudade, Património do Fado" que se realizou no Teatro Municipal São Luiz.

 

Neste concerto, João Braga fez uma viagem pelos maiores êxitos dos seus mais de 40 anos de carreira, apresentando ainda cinco novos intérpretes: Francisco Salvação Barreto, Teresinha Landeiro, Carmo Moniz Pereira, Teresa Brum e Matilde Cid.

 

O Regulamento da Medalha Municipal define a condecoração como uma forma de "distinguir as pessoas singulares ou colectivas, nacionais ou estrangeiras, de cujos actos advenham assinaláveis benefícios para a Cidade de Lisboa, melhoria nas condições de vida da sua população, desenvolvimento ou difusão da sua arte, divulgação ou aprofundamento da sua história, ou outros de notável importância que justifiquem este reconhecimento

 

***

João Braga canta fado. E muito bem. É um artista.

 

Agora, que António Costa confunda Arte com tortura e lhes dê o mesmo valor é uma atitude de quem não sabe o que faz. Uma atitude completamente descabida.

 

Gostaria de dizer a João Braga que fico feliz com esta condecoração.

 

Mas não fiquei.

 

O Fado e o Fadista merecem melhor e maior distinção.

 

É que a Medalha Municipal de Mérito, Grau Ouro, ficou conspurcada ao ser atribuída a um torcionário.

 

(Fonte)

http://www.hardmusica.pt/lazer/concertos/27844-joao-braga-recebe-medalha-de-ouro-da-cidade-de-lisboa.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:48

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Sexta-feira, 20 de Junho de 2014

IGAC NÃO AUTORIZA O CATRAIO ROUXINOL A FAZER PROVA DE PRATICANTE

 

 

No meio de tanta insensatez, no que diz respeito a menores andarem enrolados em touradas, transgredindo as leis existentes, houve um rasgo de ponderação, e o Rouxinol não pôde “cantar” na arena.

 

O IGAC está no bom caminho. Esperamos que todos os organismos responsáveis pelo bem-estar das nossas crianças, adolescentes e jovens tomem isto em atenção.

 

É que para psicopatas, já basta os que temos hoje.

 

O futuro tem de estar limpo.

 

 

«Segundo o farpasblog parece que o IGAC tirou o PIO ao rouxinol Jr.

 

A Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) não autorizou o jovem cavaleiro Luís Rouxinol Jr. a fazer (…) como estava previsto e anunciado, a prova para cavaleiro praticante no Campo Pequeno.

 

Segundo a nova lei - que não tem a ver ainda com o novo Regulamento Tauromáquico, mas sim com a actividade profissional de menores - é preciso ter 18 anos (e ele não tem ainda) ou ter completado o 12º ano (e Rouxinol ainda não completou) para ascender a esta classe de cavaleiro praticante.

 

Foi o director de corrida (…) no Campo Pequeno, Manuel Gama, quem, depois de notificado pela IGAC, informou (…) a empresa da praça de Lisboa e o próprio representante do jovem toureiro da impossibilidade legal de realizar a prova. O cavaleiro, filho do veterano Luís Rouxinol, actuará na mesma, como está anunciado, mas terá de aguardar por nova data para se submeter à prova de praticante.»

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=740404362676717&set=np.63517601.100000123032483&type=1&theater&notif_t=notify_me

 

***

Melhor faria se deixasse a ocupação de carrasco de Bovinos, e se dedicasse a algo mais condizente com a condição humana.


Assim, está candidato a ser um desprezado psicopata, sem futuro, uma vez que a tauromaquia está pendurada por um fio de aranha, sobre um abismo.


publicado por Isabel A. Ferreira às 15:21

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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

ROMPENDO OS DOGMAS DA TAUROMAQUIA

 

O Touro de lide não existe, pois não há tal classificação taxonómica

 

 

QUE TE DIZ ESTA IMAGEM?

 

Por: Derecho Sin Fronteras

 

O Touro, erradamente rotulado como “de lide” não é agressivo, tão-só é obrigado a defender a sua vida.

 

As vítimas das arenas são torturadas e assassinadas contra a sua vontade, uma vez que os seus direitos lhes são negados pelo seu carrasco, que justifica a sua atitude com mentiras, ignorância e discriminação.

 

Já chega de sangue como diversão.

 

Já chega de ignorar os direitos de quem tem uma linguagem e aparência diferentes, e permitir que se mascare a ignorância e a corrupção como cultura.

 

A tauromaquia é um crime organizado e legalizado.  

 

A tauromaquia é uma doença social que deve ser erradicada.

 

JÁ!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=526397057430826&set=a.124239214313281.21612.120433714693831&type=1&theater

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:39

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