Segunda-feira, 26 de Novembro de 2018

«O “EXPRESSO”, AS TOURADAS COM VELCRO E OS AFICIONADOS EM PARAFUSO»

 

Por

Prótouro – Touros em Liberdade:

https://protouro.wordpress.com/2018/11/25/o-expresso-as-touradas-com-velcro-e-os-aficionados-em-parafuso/

 

«O jornal “Expresso” de ontem publicou em manchete que o deputado socialista João Pedro Alves vai apresentar um projecto-lei para modificar as touradas em Portugal de modo que as mesmas sejam feitas com velcro tal como acontece nos E.U. A. (Califórnia e Texas) e no Canadá. A Grécia não tem touradas nem com velcro nem sem velcro tal como o jornal menciona. A única tourada que se realizou na Grécia teve lugar nos anos 70 organizada por um tauromafioso português.

Afirma o jornal que o senil Manuel Alegre acha interessante e que a “prótoiro” e o PAN acham que é uma solução possível.»

 

EXPRESSO.jpg

 

«Quando lemos a manchete tivemos de imediato a certeza que o PAN jamais aceitaria tal solução como possível, porque estamos a falar de um partido que apresentou um projecto-lei para abolir a tauromaquia, projecto esse que foi rejeitado pelo parlamento.

 

E não estávamos errados porque de imediato o PAN se apressou e bem a desmentir tal declaração.

 

Resta portanto saber no que à “prótoiro” diz respeito se a mesma aceitaria tal solução possível como o jornal afirma ou não. O presidente da “prótoiro” Paulo Pessoa de Carvalho afirma que jamais disse tal coisa o jornalista afirma que o que publicou é exactamente o que o mesmo lhe disse.

 

E com este diz que disse os aficionados entraram em parafuso porque para os mesmos a possibilidade de touradas com velcro é inaceitável já que é transformar a suposta cultura e arte num circo.

 

Se as touradas com velcro são um circo – note-se que somos absolutamente contra as mesmas porque embora os bovinos não sejam dilacerados por bandarilhas são sujeitos a altos níveis de abuso e stress – então a pergunta que se impõe é porque é que os tauricidas portugueses aceitam participar nas mesmas no E.U.A. e no Canadá e não aceitam tal prática em Portugal?

 

A resposta é simples porque o dinheiro que esta escumalha recebe fala mais alto. Já o dissemos várias vezes a tauromaquia não é arte nem cultura é um negócio, negócio sujo em que o único inocente é o animal explorado, torturado e morto num espectáculo de terror que enche o bandulho a todos os terroristas que vivem do mesmo e que delicia todos bandalhos que o aplaudem!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:26

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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2016

«O homem é a espécie mais insana...»

 

«O Homem é a espécie mais insana. Venera um Deus invisível e destrói a Natureza visível…sem se aperceber de que esta Natureza, que ele destrói, é o Deus invisível que ele venera» (Hubert Reeves)

 

HUBERT REEVES.jpg

Hubert Reeves é um astrofísico, cosmólogo e divulgador de ciência, nascido em 13 de Julho de 1932, em Montreal, Canadá.

 

Entrevista a Samuel Silva ao Jornal Público:

 

Hubert Reeves: “Não acredito que os seres humanos possam exterminar a vida”

Publicou Um Pouco mais de Azul há mais de 30 anos, o livro que o lançou numa carreira com mais de uma dezena de títulos de divulgação científica. Tem também uma carreira científica notável. Cosmólogo, nascido no Canadá, fez de França a sua casa depois de se ter sido escolhido para director do Centro Nacional da Investigação Científica.

 

As mãos de Hubert Reeves traem-no quando tenta abrir uma garrafa de água. Aos 81 anos, a destreza física começa a faltar-lhe, mas a forma enérgica como expõe o seu pensamento permanece intocada. Continua a ler as principais revistas científicas “por prazer”, mas também “por dever”: “Se as pessoas querem que eu seja capaz de lhes falar sobre as últimas novidades, preciso de estar actualizado.”

 

Reeves esteve na Porto Business School, na última quinta-feira, para uma conferência sobre Cosmos, Sustentabilidade e Responsabilidade, onde explora algumas das ideias do seu último livro editado em Portugal “Onde Cresce o Perigo Surge Também a Salvação” (Gradiva). Em breve deverá editar um novo livro sobre o mar, a Terra e as placas tectónicas, dedicado ao público juvenil.



Ainda fala de ciência com o mesmo entusiasmo que tinha nas primeiras palestras feitas nas noites das suas férias em França, nos anos 1970?


Tanto quanto consigo ver, sim. Para mim é sempre muito importante poder falar de ciência.

Quando percebeu que a ciência podia ser interessante para uma audiência mais vasta?


Era estudante e dava palestras em Montreal [Canadá]. Um dia fui dar uma palestra a uma escola de estudantes problemáticos. A directora da escola estava à espera que eles fossem grosseiros comigo ao ponto de ela e outro professor terem ficado à espera à porta, na expectativa de terem de me ajudar. Mas não houve problemas e para mim foi uma experiência agradável.

E nessa altura percebeu que a ciência não interessa apenas aos cientistas?


Sim, em particular a astronomia. É um assunto agradável, porque fala para as pessoas. É uma área onde podemos compreender, fazer física, mas também podemos sonhar. E isso é um bom tema para uma audiência. Esta história passou-se no Quebeque, de onde sou, e encontro alguma similitude com Portugal. Temos uma história análoga: quando eu era miúdo, o Quebeque era uma região muito religiosa, onde o conhecimento e o ensino eram completamente governados pelos padres e pela Igreja. Em 1960, aconteceu o que chamamos a “Revolução Tranquila” e isto mudou completamente as coisas. Costumava ser ensinada às pessoas uma verdade eterna e, de repente, foram deixadas no vácuo. Por alguma razão, a astronomia tornou-se muito importante para preencher esse espaço. E encontro coisas muito semelhantes em Portugal, depois de 1974 e da Revolução dos Cravos. Passou a haver um grande interesse em olhar para as questões do Universo. Havia gente que vivia numa espécie de certeza e, de repente, teve a necessidade de pensar sobre estas coisas. Agora as pessoas estão sozinhas e não há uma autoridade que lhes diga o que pensar.

Na ciência, é sempre preciso ter dúvidas?


Fundamentalmente, sim. Questionar tudo. Por que devo acreditar nisto? Em que devo acreditar? E, muito frequentemente, a ciência não dá a resposta. Uma questão simples sobre a bomba atómica: devemos fazer bombas atómicas? A ciência não responde a isso. Diz como se faz uma bomba, mas não diz se a devemos fazer.

Desde a década de 1980, quando começou a publicar livros, houve mudanças na forma como as pessoas acolhem a ciência?


A corrida à Lua abriu um grande interesse pela ciência e pela astronomia. E isto voltou a sentir-se agora com a exploração de Marte. Tinha sido dito que este interesse ia diminuir, que não ia haver um grande espectáculo como no tempo de [J. F.] Kennedy, [antigo presidente dos EUA], mas a Internet mostrou que o interesse das pessoas pelo tema ainda é muito grande.

Está no campo da divulgação científica há décadas e publicou vários livros. Qual é a grande diferença que sente com a Internet?


Todo o conhecimento está lá, o que não era de todo o caso nos anos 1970 ou 1980. O que não mudou é que continua a ser preciso alguém para intermediar. Mesmo que o conhecimento esteja lá, as pessoas que não conhecem não vão procurá-lo espontaneamente. E isso é um papel importante do “apresentador”, que é quem diz: “Aqui está alguma coisa que pode interessá-lo.” A Internet até tornou mais importante o papel do intermediário.

Nos seus livros, torna interessante ler sobre o assunto. Por que é que isso importante?


Se os livros tiverem apenas ciência árida, não vão despertar interesse em lado nenhum. A ciência diz-lhe alguma coisa acerca da sua origem e toda a gente está interessada em saber de onde vem e qual é a história. Mas é importante que alguém diga que a química, a física, a geologia, são todos capítulos desse sítio de onde alguém veio.

Acredita que a divulgação tornou as pessoas mais conscientes da necessidade de ter conta as descobertas científicas?


Tem de haver alguma coisa entre a religiosidade – num sentido absolutamente naïf – e a ciência pura. Não é preciso fazer parte de nenhum grupo evangelista, nem negar toda a possibilidade de espiritualidade. As pessoas hoje podem decidir por si.

Como é que um homem de ciência vê o debate crescente nos EUA sobre o criacionismo?


É ridículo. Nenhuma pessoa inteligente pode acreditar no criacionismo.

Mas já há estados dos EUA onde há a possibilidade disto ser ensinado nas escolas.


Acho que essa é mais uma questão política do que uma questão científica. Há uma pressão social e política de algumas pessoas com interesses. É difícil ver que um miúdo que tem algum cérebro possa acreditar que o mundo foi feito há 4000 anos. E é o caso. Acho que é inútil lutar contra o criacionismo.

O debate na Europa acerca da utilidade da ciência também é uma arma política?


Não vejo que seja esse o caso na Europa. Vejo antes neste sentido: acreditou-se durante todo o século XIX que a ciência traria felicidade ao ser humano e o século XX mostrou que não era assim tão simples. A ciência em si mesma não é garantia de tornar as pessoas felizes. E há uma decepção daqueles que pensaram que a ciência traria felicidade à humanidade.

Todo o conhecimento tem de ter uma aplicação?


É uma questão de escolha pessoal. Algumas pessoas, como eu, pensam que o conhecimento é importante por si mesmo, independentemente da sua aplicação. Queremos perceber este mundo, o que significa a vida. E algumas pessoas não estão interessadas nestas respostas. Mas há uma grande quantidade de pessoas que está interessada em ter um novo conhecimento na ciência. As pessoas têm o direito de saber como a ciência é uma descoberta.

Como olha hoje para o seu primeiro livro, Um Pouco mais de Azul, de 1981 [editado pela Gradiva em 1983], e a sua primeira experiência na divulgação científica?


Fico sempre muito contente quando algumas pessoas me dizem que foi importante para elas. Isso foi o que descobri, entretanto, porque quando lancei o livro não tinha ideia alguma do que aconteceria. Quando algumas pessoas me dizem que foi muito importante, que o tiveram na mesinha de cabeceira, isso é gratificante para mim.

Ainda há pessoas que ficam chocadas quando diz que o Sol vai morrer em 5000 milhões de anos?


Não, acham que é tempo suficiente.

Mas quando se diz isso, parece haver uma ideia pessimista.
Por que diz isso?

Porque nos mostra que há um fim na vida.


Não necessariamente. Há outras estrelas, algumas das quais viverão muito mais tempo do que o Sol. Isso não significa o fim da vida no Universo. O futuro longínquo da física do Universo está cheio de incertezas, mas não diria que possa dizer-se que é o fim. Será realmente um problema, mas há outras estrelas que continuam. Se houver vida à volta dessas outras estrelas, a vida pode continuar.

No seu último livro diz que a beleza do mundo está ameaçada pelo ser humano. É uma ideia que explorou em O Tempo do Deslumbramento em que falava numa “pulsão de morte”. Estamos mesmo a caminhar para uma destruição da vida na Terra como a conhecemos?


Não sabemos. O futuro é desconhecido. Não acredito que os seres humanos possam exterminar a vida. Ela é muito robusta, muito mais adaptável do que pensávamos antes. Encontramos sempre novas formas de vida que são muito mais resistentes do que pensávamos e por isso ela continuará.

Mas não como a conhecemos?


A humanidade poderá não estar lá. Os vírus e as bactérias, ninguém sabe. São muito robustos e podem viver muito mais tempo. A questão é o futuro do ser humano. Possivelmente, mais tarde, outra espécie animal poderá desenvolver inteligência. Há poucos milhões de anos, uma espécie recebeu um dom da natureza e uma inteligência fantástica e é hoje em dia este dom que ajuda estas pessoas a viver num ambiente hostil. Mesmo que a humanidade desapareça, ninguém sabe o que pode acontecer dentro de 100 milhões de anos.

É como um historiador: pode entender o passado, mas não pode prever o futuro.


Nesta área, podemos dizer quais são os perigos, mas é impossível dizer o que acontecerá. Quase sempre as pessoas tentaram fazer estas previsões e falharam.

Como vê as alterações climáticas e o desentendimento entre os países nesta matéria?


Pensamos que se a temperatura subir dois graus [Celsius], o clima deixará de poder ser gerido. As previsões actuais são mais próximas de uma subida de três ou quatro graus e isso vai tornar a vida extremamente difícil.

Foi muito crítico com os discursos políticos sobre esta matéria. É importante começar a agir e não apenas produzir documentos?


O Protocolo de Quioto foi uma tentativa positiva, mas o sucesso não foi o que se esperava. A questão é sempre dinheiro. O Canadá, que há uns anos era muito verde, agora descobriu petróleo em Alberta e mudou completamente de política. O dinheiro está primeiro.

A conferência que deu no Porto foi complementada como uma apresentação de “boas práticas” de empresa portuguesas em termos de sustentabilidade. Este discurso chega de facto às empresas?


Há progressos em muitos casos e esforços que vão no sentido certo. Não sou de todo pessimista nesse sentido. Mas há sempre esta questão de dinheiro. O exemplo que dou é o de Fukushima, no Japão. Como é que um país que tem os melhores engenheiros do mundo e alguns dos melhores cientistas, decidiu colocar um reactor nuclear numa das regiões sísmicas mais activas e protegê-la com um muro de seis metros, quando se sabe que um “tsunami” chega a 20 metros de altura? Se fosse no mundo em desenvolvimento, podia dizer-se que eles não sabiam, mas aqui não. A resposta é que a segurança e o lucro não andam juntos. Isto é puramente humano e será sempre o problema. As pessoas correm sempre risco para ganhar dinheiro e, às vezes, mesmo que o evento possa ser muito raro, ele acontece.

O dinheiro e a sustentabilidade podem alguma vez ter um terreno comum?


É o que esperamos. Mas quando olhamos para o que acontece, temos exemplos claros contrários.

Os seus livros têm referências constantes à literatura e às artes plásticas. Como vê a relação entre a ciência e a arte?


A ciência diz como é que o mundo funciona. É uma operação racional, mental. A arte é mais o sentido de maravilhamento do mundo, da imaginação. Ambas são fundamentais para o ser humano. Se alguém está apenas no mundo racional, “seca-se”. Se está apenas no da imaginação, enlouquece. São dois pilares para um desenvolvimento saudável dos indivíduos. Essas pessoas estão impressionadas com o mundo, a nossa vida, o nosso corpo. Mas quando se é um artista, não se está apenas a contemplar o mundo, está-se a usar este poder da imaginação para criar. O cientista é o que tenta entender com lógica, o artista é o que tenta recriar algo que faz as pessoas felizes.

Há um par de anos publicou um livro para jovens. É diferente escrever para pessoas jovens e para um público adulto?


Escrever para crianças é particularmente difícil. É preciso manter a todo o tempo o seu interesse e compreensão. Quando se escreve, é preciso ter um objectivo e ter sempre em mente que os leitores vão continuar a ler. A dificuldade é esta: se eu usar esta palavra, o leitor vai entender? Tem de se evitar que a pessoa que está a ler o livro pense que não é suficientemente inteligente para o entender.

 

Fonte:

http://www.publico.pt/ciencia/noticia/nao-acredito-que-os-seres-humanos-possam-exterminar-a-vida-1623748

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:09

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Domingo, 20 de Julho de 2014

O DIA DAS MENTIRAS SERÁ TODO O ANO NOS AÇORES? FORCADOS DISPENSADOS DE TRABALHAR PARA IREM TORTURAR BOVINOS NO CANADÁ?

 

Não acredito!

 

Isto é demasiado imoral para ser verdade.

 

Nos Açores haverá autoridades, ou aquilo lá anda à balda?

 

 
publicado por Isabel A. Ferreira às 15:58

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Sábado, 21 de Junho de 2014

FORCADOS DE ALCOCHETE NÃO FORAM FAZER MÁ FIGURA AO CANADÁ, PORQUE FICARAM EM TERRA

 

Boa!

Mas no Canadá (no sábado passado, em Dundalk) a tortura de bovinos realizou-se com as bancadas vazias (ou quase) como pode ver-se na foto, onde proporcionalmente havia mais gente na arena do que na assistência.

 

 

Isto significa a decadência da tourada num país que também não é flor que se cheire (Canadá), devido à tortura das focas bebés. O atraso civilizacional também é feito destes detalhes.

 

Ora uma avaria no avião que levaria os forcados de Alcochete até a uma terra de broncos, deixou-os em terra. Assim livraram-se de ir mostrar a sua cobardia a meia dúzia de sádicos.

 

A NOTÍCIA:

 

«Os Amadores de Alcochete embarcaram na sexta-feira no Aeroporto da Portela (Lisboa) em direcção ao Porto, onde fariam escala, rumando depois a Toronto. Uma vez no Porto, no Aeroporto "Francisco Sá Carneiro", foi detectada uma avaria no sistema informático do avião da companhia Air Transat, que adiou o voo para a manhã de sábado, onde, após novo teste, se voltou a verificar que não estavam reunidas as condições necessárias para que o avião deslocasse, ficando o voo novamente adiado, desta vez para domingo, o que impossibilitou a chegada a tempo útil do grupo para pegar na Monumental que tem o nome do Maestro Vítor Mendes.

 

A frustração de não concretizar a missão e o desejo de levar a nossa cultura além-fronteiras pode ser grande, mas a vida não tem preço e a segurança está em primeiro lugar" - escreve o GFA de Alcochete na sua página da rede "Facebook»

Fonte - Vejam mais fotos do fiasco neste link

http://farpasblogue.blogspot.pt/2014/06/avaria-no-aviao-forcados-de-alcochete.html

 

***

Concretizar missão? Qual “missão”? A de cobardemente torturar touros moribundos?

Levar a nossa cultura além-fronteiras? Qual “nossa cultura”? A cultura dos broncos (antónimo de civilizados)?

Bendita avaria!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:22

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Sexta-feira, 27 de Setembro de 2013

«DEPUTADA (TERCEIRENSE) DO PSD PELA EMIGRAÇÃO DEFENSORA DA TAUROTORTURA»

 

«Coitados dos emigrantes. Que miserável e asquerosa deputação para a emigração. Que miséria ética de emigrantes tauromáquicos. Que miséria de representação e que desprestígio para Portugal.

Que vazio ético. Que sorrisos satisfeitos saídos de ignorância vaidosa, de tribalismo sádico, de especismo orgulhoso. (Dr. Vasco Reis – Médico Veterinário)

 

(Esta tinha de ser da Ilha Terceira e PSD - Não é por acaso (IF)

 
 
 

21 de Setembro festa de Joaquim Bastinhas na Herdade das Algramassas

 

 
 Almoço com Maurício do Vale, o tauricida Luís Procuna e o bandarilheiro Pedro Gonçalves (Toronto, Canadá, Junho 2013)
 
 

Comentário (da Maria João Ávila) no Facebook a propósito do 21º aniversário do tauricida João Telles Júnior: «Parabéns Joãozinho! Estava o teu pai nas Sanjoaninas na Ilha Terceira quando tu nasceste. Foi uma festa! Todos celebramos o teu nascimento com o teu tio António. O teu pai viajou para Lisboa e regressou a Terceira para tourear. Sempre que te vejo na praça… lembro-me do dia que nasceste».

 

(Nem no nascimento de um filho um tauricida abdica de tourear, para estar presente na hora grande. Por aqui podemos auferir da insensibilidade reinante neste tipo de gente (IF)

 

«Maria João Ávila  nasceu em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores e é deputada do PSD pela emigração. Para além de ser deputada, passa uma grande parte do seu tempo, em festas e convívios com gente ligada à tauromaquia e não perde a oportunidade de comentar em várias páginas do Facebook que defendem touradas.

 

Pelos vistos, o emprego como deputada da emigração, não lhe ocupa muito tempo! E ainda alguém acredita que os deputados trabalham e dão o seu melhor no cargo para o qual foram eleitos?

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade»

 

Fonte

http://protouro.wordpress.com/2013/09/27/deputada-do-psd-pela-emigracao-defensora-da-taurotortura/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:49

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Quinta-feira, 4 de Julho de 2013

AINDA A PROPÓSITO DA VIAGEM DOS FORCADINHOS DE CORUCHE A TORONTO

 

«CÂMARA MUNICIPAL DE CORUCHE PAGA VIAGEM DOS FORCADOS AO CANADÁ E OUTRAS VERDADES»

 

 

 

 

Posted by  Pedro Barreirinhas 

 

«Câmara de Coruche paga 4.075.00€  ao Grupo de Forcados, que vai estar em Toronto (Canadá) de 12 a 19 de Junho.

 

A maioria socialista já nos habituou aos seus bizarros critérios no que concerne à gestão dos recursos financeiros do Município.

 

Eles foram já! "passagens" de Modelos, Telenovelas, lautos almoços e jantares, passeios de comboio, passeios de barco (sim porque agora  temos um barco), fornecimento gratuito de gasóleo, provas de  vinho, viagens em balão e até Touradas, só para dar alguns exemplos.

 

O que ainda não tinha acontecido era o pagamento aos forcados, de uma "passeata" ao Canadá!

 

E ainda têm o desplante de nos dizer que é para projectar e afirmar Coruche.

 

Parem com esse bairrismo parolo e doentio e tenham decência e responsabilidade na forma como usam os dinheiros Municipais!

 

PS: Que terá a dizer sobre isto o presidente da Junta?»

 

Fonte:

http://entrelinhasentregente.blogspot.pt/2013/06/cmc-paga-viagem-dos-forcados-ao-canada.html

 

***

 

Em Coruche é assim?

 

E o povo de Coruche CONSENTE?

 

O homem é recandidatável?

 

Porque se for... tem de ser corrido daí para fora.

 

E aí então vamos ver o valor dos coruchenses.

 

Todo o município tem os governantes que merece, pois é o povo que os coloca no poleiro.

 

À primeira vez, damos-lhes um voto de confiança.

 

Se saem uns ignorantes… à segunda vez já é tarouquice de quem vota.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:22

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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013

A foto mais "gay" que o aficionado de Coruche, João Filipe, já viu de alguém de Coruche…

 

(A foto mais "gay" dos forcadinhos de Coruche foi retirada da Internet. Então? Não são capazes de assumir o que são e o que fazem porquê?)

 

João Filipe disse sobre OS FORCADINHOS DE CORUCHE A AFRONTAR O POVO COM DINHEIROS PÚBLICOS na Quarta-feira, 19 de Junho de 2013 às 23:44: 

 

Acho estranho uma pessoa que se intitula culta "moderna" civilizada...não entender o conceito de respeitar cada um e cada qual conforme o é...Eu sou aficionado...sim sou mesmo...embora condene claro eu estar a pagar para os meninos bem irem para o Canada terem experiencias gay para meter no Facebook ...Voltando ao tema...Conforme eu respeito quem não gosta de Touradas ou festa brava, acho que se deve respeitar quem gosta...seria discutir o sexo dos anjos...razões argumentos e tal e tal...para quê? Numa sociedade dita civilizada e que aqui é tão falada...respeito seja por quem for é uma das bases...liberdade de escolha é outra...ninguém obriga a ir ver uma corrida...não veja...acha que o touro isto e o touro aquilo? Pois pergunto e se na fosse a tourada...ficava melhor sabendo que uma raça de animal foi extinta?Tenha calma no que diz...Não é dona da razão...assim como eu não o sou...mas esta a perder toda ao baixar de nível um tema que poderia ser bastante interessante de debater...claro com pessoas cultas, civilizadas e que mm não aprovando respeitam a opinião de cada um! Quantos aos meninos na foto mais gay que já vi de alguém de Coruche.. epá ganhem juízo e vejam lá se acham justo que quem tem dificuldades ate para comer veja onde é "afogado" o dinheiro que é "roubado" em impostos e afins...Sendo meninos bem, deveriam ser os primeiros a recusar esse dinheiro dos contribuintes...muito de vós nunca contribuíram em nada para a sociedade, mas tenham valores...Ser forcado é bonito, é de valor...há a camaradagem e amizade dignas de grandes senhores.. SFF portem-se como tal! Mais uma vez digo que so escrevo uma opinião, não crendo criticar directamente seja quem for...e uma opinião vale pelo que vale! Sem mais os meus cumprimentos

 

***

João Filipe, vamos por partes:

 

Primeiro: eu não me intitulo de culta “moderna” civilizada. Modéstia à parte, eu sou culta, moderna e civilizada. E por o ser, NÃO, não entendo o conceito de respeitar alguém que tortura, por prazer mórbido e repugnante, um ser vivo já moribundo devido á tortura prévia que sofreu.

 

O João Filipe é um aficionado e diz que condena «estar a pagar para os meninos bem irem para o Canada terem experiências gay para meter no Facebook». (Repare que é o João Filipe que o diz, não sou eu.)

 

O que fez o João Filipe para repudiar esta situação ridícula? Escreveu-me a mim, a condenar-me por eu o ter feito...?  Boa!

 

Voltando ao tema... Conforme eu respeito quem não gosta de touradas ou festa brava, acho que se deve respeitar quem gosta...seria discutir o sexo dos anjos...razões argumentos e tal e tal...para quê?

 

Segundo: pela enésima vez: isto não tem nada a ver com gostos. Tem a ver com Ética, com Cultura Culta, com Evolução, com Bom Senso, com Moral, com Lucidez, com Racionalidade, tudo o que falta aos aficionados.

 

Não se trata de gostar mais de vinho ou de laranjada. O que está aqui em causa é a vida de um animal como eu, como o João Filipe, como todos os que se dizem "homens", o qual SOFRE da mesma forma que EU. E então EU tenho o DEVER de interferir, dando a minha voz a esses seres magníficos, que não têm voz para se defenderem dos seus CARRASCOS.

 

«Numa sociedade dita civilizada e que aqui é tão falada...respeito seja por quem for é uma das bases...liberdade de escolha é outra... ninguém obriga a ir ver uma corrida... não veja... acha que o touro isto e o touro aquilo? Pois pergunto e se na fosse a tourada...ficava melhor sabendo que uma raça de animal foi extinta?»

 

Terceiro: numa sociedade CIVILIZADA não há lugar para esta prática de broncos, isto é, não há lugar para a tauromaquia, seja em que modalidade for.

 

Por isso, o respeito por quem pratica algo tão bárbaro, não é para aqui chamado, bem como a liberdade de escolha. Escolha de quê? Da TORTURA? Não, ninguém tem essa liberdade.

 

E se eu fosse muito sádica, e gostasse de ver torturar o João Filipe? Teria essa LIBERDADE? Dava-me essa LIBERDADE?

 

Já neste Blogue se disse, mas pela enésima vez tornarei a dizer: mais depressa se extinguirá o HOMEM-PREDADOR do que os Touros quando a tourada for abolida. O que disse a esse respeito só mostra uma tremenda IGNORÂNCIA da sua parte. Aliás é o argumento mais frágil e estúpido que os aficionados têm para apresentar.

 

«Tenha calma no que diz...Não é dona da razão...assim como eu não o sou...mas esta a perder toda ao baixar de nível um tema que poderia ser bastante interessante de debater...claro com pessoas cultas, civilizadas e que mm não aprovando respeitam a opinião de cada um!»

 

Quarto: Tenho calma no que digo?  Não sou dona da razão? Este é um tema bastante interessante para discutir com pessoas “cultas e civilizadas”como os aficionados…? Isto é para rir ou para chorar, João Filipe? Ou será uma anedota de mau gosto?

 

«Quantos aos meninos na foto mais gay que já vi de alguém de Coruche, epá ganhem juízo e vejam lá se acham justo que quem tem dificuldades ate para comer veja onde é "afogado" o dinheiro que é "roubado" em impostos e afins... Sendo meninos bem, deveriam ser os primeiros a recusar esse dinheiro dos contribuintes...muito de vós nunca contribuíram em nada para a sociedade, mas tenham valores... Ser forcado é bonito, é de valor...há a camaradagem e amizade dignas de grandes senhores. SFF portem-se como tal! Mais uma vez digo que so escrevo uma opinião, não crendo criticar directamente seja quem for...e uma opinião vale pelo que vale! Sem mais os meus cumprimentos»

 

Quinto: gostei da última parte do seu comentário. Tirando aquela de «ser forcado é bonito e de valor” (pois se não passam de uns cobardolas dos maiores, e é uma das coisas mais ridículas de uma tourada!), o resto poderia até ter sido escrito por mim.

 

Mas não. Foi escrito por um coruchense que conhecerá bem melhor os forcadinhos de Coruche, do que eu,  e se o João Filipe diz que: «Quanto aos meninos na foto mais gay que já vi de alguém de Coruche…» bem lá terá as suas razões para dizer o que diz…

 

Eu estou  aqui, no meu canto, muito caladinha…

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

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Quarta-feira, 19 de Junho de 2013

OS FORCADINHOS DE CORUCHE A AFRONTAR O POVO COM DINHEIROS PÚBLICOS

 

"A Câmara Municipal de Coruche desviou € 4.075,00 do erário público para pagar a viagem dos Forcados de Coruche ao Canadá, nos dias 15 e 16 de Junho. Foram atacar bovinos e envergonhar a imagem de Portugal e ainda por cima à custa dos contribuintes!"

 

 

Foto do Grupo Forcados Amadores de Coruche, no bem-bom à custa do povo, que só tem de correr com quem permite este insulto.

 

 Nem os Coruchenses gostam!

 

Alguns comentários publicados no Facebook:

 

- «Para além de tudo isso, ainda tomam banho todos juntos, usam collants, sabrinas e coletinhos e lantejoulas???? Tem pai que é cego...»

 

- «Tão ridículos quanto esses imbecis são os políticos que liberam recursos para viagem e essa apresentação»

 

- «Esse é mais um mito urbano em que só embarca quem quer desculpar os bandidos da quadrilha e só quer ver parte ínfima do tema. Também porque evitam que se mostre tudo.

 

A forcadagem salta para a areia para participar na humilhação simbólica dum pobre animal e em não é por fazerem aqueles salamaleques rituais que são menos cruéis do que os que espetam. O mesmo para os peões que lá andam com os capotes, o gajo da corneta, o director de corrida e o prior que os abençoa, etc.

 

Um forcado para chegar a cabo de touros + de 450 Kg  à volta de 1/2 tonelada, já levou muita costela magoada, já deu muita cabeça, muita queda e já levou muito nos cornos, não está bom da cabeça. Não mede o que está a fazer quem alinha em fazer pegas de caras.

 

Uma cena que nunca se irá ver é uma Pega à gaiola de modo a o touro sair do curro à arena directo para os braços dum cabo de moços forcados, com todos alinhados, à espera dele a sair fresquinho, isso é que ia ver homens a voar até aos candeeiros!!!

 

 fazem a pega ao touro depois de sangrado e enfraquecido de cansaço» (Juventude Anti-tourada Portugal & Mundo)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=451439841618025&set=a.310865805675430.67435.305023079593036&type=1&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:56

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Domingo, 18 de Novembro de 2012

MASSACRE DE FOCAS COLOCA O CANADÁ NO ROL DOS PAÍSES TERCEIROMUNDISTAS

 
 
 
 

APELAMOS a TODOS: GRUPOS e MOVIMENTOS de DEFESA ANIMAL, ATIVISTAS e ENVOLVIDOS da causa animal, PESSOAS SENSÍVEIS ao sofrimento animal e preocupadas com os ecossistemas.

 

ADIRAM a esta campanha para impedir este MASSACRE de FOCAS que o Canadá teima em praticar.

 

ELAS PRECISAM DA NOSSA VOZ! Partilhem e divulguem nas vossas páginas e nos vossos grupos. Convidem os Amigos!

 

Os animais são da responsabilidade de todos, independentemente do lugar do globo em que se encontrem.

 

Para eles NÃO HÁ nacionalidades, não há muros nem fronteiras. São nossos parceiros no planeta.

 

Sem eles, nós não podemos existir.

 

Esta BARBARIDADE tem de acabar.

 

Vamos pressionar as autoridades do Canadá até desistirem desta CRUELDADE MONSTRUOSA.

 

Adiram ao evento (envio diários de emails + petições):

 

Fonte:

https://www.facebook.com/events/407950695938266/

 

Juntem-se na nossa página: https://www.facebook.com/EndCanadianSealSlaughter

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:52

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