Domingo, 31 de Maio de 2020

A sociedade portuguesa de hoje é o reflexo da política desastrosa de todos os governos que já detiveram as rédeas do Poder

 

(Eis um texto escrito em Abril de 2015. Se o escrevesse hoje, não lhe retiraria uma vírgula. Como é triste comprovar que Portugalnão anda nem desanda, há tanto tempo!)

***

Portugal está em pleno retrocesso. Em tudo.

O estado da Educação, o estado da Cultura, o estado Social, o estado da Saúde, o estado do Estado é absolutamente caótico.

Qualquer dia regressamos às cavernas, porque as trevas obscurecem as mentes, ainda por evoluir, dos que conduzem o destino do país…

Almada Negreiros dizia que «Isto [Portugal] não é um país. É um sítio. E ainda por cima, mal frequentado!» Como estava certo, Almada Negreiros, que viveu entre 1893 e 1970.

 

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O País anda chocado com a violência contra crianças de tenra idade que são barbaramente assassinadas pelos seus progenitores ou por quem tem à sua guarda a vida dessas crianças.

 

O País anda chocado com a onda de violência doméstica cometida por indivíduos que se entregam ao álcool, na maioria caçadores que, escasseando a caça nos matos, têm de dar gosto ao dedo no gatilho, e vingam-se nas crianças, nas mulheres e nos idosos, o elo mais fraco de uma sociedade assente na prática consentida da violência e da crueldade contra seres vivos. Qualquer ser vivo que viva.

 

A violência dessa gente é treinada nos animais indefesos que o governo português exclui do Reino Animal, considerando-os “coisas” que podem ser torturadas com crueldade.

 

(E isto não sou eu que afirmo).

 

Os progenitores são responsáveis por 45% dos maus tratos às crianças. Dizem as estatísticas.

 

As comissões de protecção de menores não funcionam. Dizem que não têm verbas, mas as verbas existem, por exemplo, quando se trata de patrocinar as chamadas “escolas” de toureio, antros de violência que transformarão essas crianças nos monstros do futuro. Este é um tipo de maus tratos psicológicos que trará graves consequências para a saúde mental dessas crianças.

 

E quem se importa? As crianças não votam...

 

Todo o ser humano que exercer crueldade, mais tarde vai vivenciar em si toda a crueldade que exerceu. Que não haja dúvidas sobre isso!

 

A política portuguesa de educação é pobre. É dirigida a um conhecimento infrutuoso, que não serve para a vida. É ministrada como se as crianças, os adolescentes e os jovens fossem muito estúpidos. E mais empobrecida ficou com a imposição ilegal do AO90, que empobreceu a Língua Portuguesa, atirando-a para a valeta e fabricando milhares de semianalfabetos.

 

A Educação Cívica deveria ser obrigatória, a começar pelos políticos que não sabem o que isso é.

 

Vivemos numa sociedade com gente muito insólita a deambular por aí, sem o mínimo sentido do SER.

 

No nosso país, civismo, evolução, cultura culta e ética são palavrões obscenos, impronunciáveis, e dos quais os políticos evitam falar.

 

Nunca tivemos tanta corrupção em Portugal.

 

É porta sim, porta sim...

 

Um mal que afecta essencialmente a gente chamada "graúda". E eu pergunto-me: porquê? Esses “graúdos” passarão fome? Passarão sede? Dormirão debaixo da ponte? Precisarão assim tanto de se corromperem?

 

E pensar que quando morrerem nada levarão com eles a não ser o esqueleto e aquilo que são (ou foram enquanto vivos!) ou seja NADA, e disso terão de prestar contas ao Poder Cósmico.

 

Portugal não evoluiu. Fez-se muitos progressos tecnológicos. Porém, as mentalidades, na generalidade, ficaram especadas num passado, já muito passado, a cair de podre.

 

Sempre existiram no mundo mentes brilhantes. Desde a Idade da Pedra.

 

Se hoje podemos andar de automóvel, é graças a alguém que num tempo muito, muito recuado, inventou a roda.

 

Mas ainda hoje, continuamos a ter escravos, a fazer guerras em nome de deuses, a praticar crimes contra a Natureza, contra os animais humanos mas também não-humanos, contra a Humanidade, contra as Crianças, contra as Mulheres, contra os Velhos...  

 

Enfim, hoje, deslocamo-nos de avião, mas existem muitas mulheres que ainda morrem esfaqueadas e baleadas pelos próprios maridos, e crianças assassinadas por quem as gerou.

 

E a prática da violência e da crueldade tem legislação, em Portugal.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Sexta-feira, 17 de Abril de 2020

Um texto que dedico aos caçadores e a todos os que sentem prazer em torturar e matar cobardemente seres indefesos

 

«Ceder aos instintos mais primários, deixar que o ser primitivo se sobreponha ao ser humano que há em nós é sinal de pouca inteligência». (...) Sejamos humanos, deixemos os animais em paz» (Carlos Galvão)

 

Uma excelente análise sobre o instinto primário dos caçadores e dos tauricidas. 

 

 

 

Os caçadores do século XXI depois de Cristo ficaram na época destes nossos antepassados

 

Por Carlos Galvão

 

«O prazer de enfrentar um animal, qualquer que ele seja e a adrenalina que isso provoca, de o fatigar, de o enganar, de o perseguir e de lhe tirar a vida está gravado na parte mais antiga do nosso cérebro, aquela que herdámos dos nossos antepassados répteis. Também aí se encontram os instintos mais primários, a agressividade, a territorialidade, a xenofobia, a necessidade de pertencer a um grupo, os ritos, etc..

 

Esta informação foi-nos útil, nos tempos em que éramos caçadores recolectores, nos tempos em que tínhamos de caçar para comer, nos tempos em que tínhamos de lutar para sobreviver.

 

Do ponto de vista da psicologia e da sociologia, as touradas, a caça e outras actividades semelhantes são figurações das caçadas dos nossos antepassados. Do mesmo modo, os jogos de equipa são figurações das batalhas que tivemos de travar para defender o nosso território. Ainda assim, não perdemos uma oportunidade de travar uma ou outra guerrita, com mais ou menos efeitos colaterais (leia-se número de mortos…), afinal, temos de descarregar a testosterona de qualquer forma, não é verdade?

 

O problema é que já não somos caçadores recolectores, evoluímos, tanto fisicamente como socialmente.

 

Fisicamente, o nosso cérebro evoluiu significativamente, aumentou de volume com o surgimento do córtex cerebral. É aqui que a matéria se transforma em consciência, o reino da intuição, da consciência e da análise critica. É aqui que surgem as ideias e as inspirações, que lemos e escrevemos, é aqui que reside o gosto pelas artes e a cultura. É o que distingue a nossa espécie, o cerne da humanidade.

 

Socialmente, evoluímos para outras formas de sociedade, sedentarizámo-nos, tornámo-nos agricultores, domesticámos animais, tornámo-nos artífices, e por aí fora, passando pela revolução industrial até aos nossos dias.

 

Mas, pelos vistos, evoluímos pouco. Ainda não apagámos dos recônditos mais profundos do nosso cérebro a informação que já não nos faz falta e que é, em certa medida, desnecessária e contraproducente, ainda não fomos capazes de dar o salto qualitativo que temos que dar em termos de respeito para com o meio ambiente e para com todos os seres vivos.

 

Ceder aos instintos mais primários, deixar que o ser primitivo se sobreponha ao ser humano que há em nós é sinal de pouca inteligência. Como seres inteligentes (pelo menos, é suposto…) deveríamos ser capazes de sobrepor a inteligência ao instinto, de fazer com que o lado racional prevaleça sobre o lado irracional.

 

Sejamos humanos, deixemos os animais em paz!

 

Carlos Galvão»

 

***

 

Fazendo minhas as palavras de Carlos Galvão, eis a minha resposta aos comentários que os caçadores enviaram para «O Arco de Almedina», nomeadamente o Ricardo Sousa, com a sua pose de “entendido na matéria”:   

 

Ricardo Sousa disse sobre O “apelo interior para a caça” tem uma designação: crueldade e cobardia inatas na Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013 às 18:06:

 

«Pois repito-me eu. É bem elucidativa a forma completamente básica, boçal e primária, com que se desenvolve A SUA RESPOSTA, a partir do tal limitadíssimo entendimento do que é a caça e a natureza humana. Excuso-me novamente a qualquer explanação mais elaborada, pela antecipada, total incompatibilidade de nível de esclarecimento, e que, fatalmente, consistiria apenas numa perda de tempo e disposição, e numa atribuição de valor àquilo que me respondeu, que de facto não tem, trata-se apenas de opiniões, infundamentadas, pessoais... enfim, desprezáveis novamente por irrealismo.

 

Compreensível, a sua frustração e a revolta pela falha de uma intenção como a da causa animalista, de acabar com as Touradas, ou com a Caça. Reitero que a tão reduzida adesão das pessoas a dita causa, demonstra bem a credibilidade que lhes merece, pela qualidade dos respectivos actores, reduzindo-a à condição de marginal, já que se limita a atormentar as mentes ao colocar-lhes problemas, até porque, as soluções que preconiza vulgarmente são problemas maiores todavia que os iniciais, numa “bola de neve” destrutiva, e apenas isso. De resto, não receio as suas encapotadas ameaças de vir a ser Caçado algum dia, que apenas confirmam o que escrevi sobre a patologia da solidão, frustração e impotência, e a tanta propriedade com que fala de covardia. Touradas, Caça, e outros temas transcendem a sua capacidade de entendimento... é natural que, não as conseguindo decifrar, não seja capaz de as entender, e portanto lhe pareçam abjectas

 

***

O que me ocorre dizer é apenas isto: APRENDA, Ricardo Sousa - «Ceder aos instintos mais primários, deixar que o ser primitivo se sobreponha ao ser humano que há em si é sinal de pouca inteligência. Como ser inteligente (pelo menos, é suposto…) deveria ser capaz de sobrepor a inteligência ao instinto, de fazer com que o seu lado racional prevaleça sobre o lado irracional».

 

Mas não é o que acontece consigo. Lamento muito.

 

***

 

Ricardo Sousa disse sobre O “apelo interior para a caça” tem uma designação: crueldade e cobardia inatas na Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013 às 19:20:

 

 «1º quem tem necessidade de aprender a ler não sou eu, como óbviamente decorre dos comentários aos meus.

 

2º Se não sabe a razão de ser da Caça, qualquer afirmação sua relativamente ao tema enferma de ilegitimidade e hipocrisia, é apenas um sofisma de pretensa superioridade, que não tem, pelo contrário. Até porque é incapaz de comentar a Caça, limita-se a insultar as pessoas, numa senda boçal e primária própria de ausência de argumentação lógica e sustentada, n+ivel esse a que não desço, não é o meu.

 

3º Quando chegar a minha Hora, chegará como tiver que chegar, e se fôr a Caçar... tanto melhor. Não anseie tanto por essa Hora, que talvez a sua Hora chegue antes da minha, e isso, ultrapassa.nos a ambos, mas, a realidade é que faz cá tanta falta a este mundo como a fome.

 

4º De facto a culpa de que exista gente ignorante com graus académicos, e incapaz de se dar conta da própria falência, ao tentar sistemáticamente ofender, e ao basear as afirmações apenas em opiniões pessoais insignificantes, não é dos Caçadores.

 

5º Volto a frisar, que isso são problemas do foro psicológico, resultantes de solidão, frustração e impotência diante da realidade

 

***

 

1º: Que o Ricardo Sousa tem bastante necessidade de LER E APRENDER, ficou óbvio, depois da brilhante lição de Carlos Galvão.

 

2º: A razão de ser da caça está bastante bem explicada no texto de Carlos Galvão, da qual (razão) o Ricardo Sousa nada sabe.

 

3º: Cada um faz falta à sua maneira. Poderei não fazer falta a si. Nem me interessa. O Ricardo Sousa é que não faz falta nenhuma aos animais. Eu faço, porque sou a voz deles, defendo-os, não os mato. Mas quando tivermos de ir, iremos.

 

4º: Esta afirmação, neste ponto 4, já está bem respondida, no texto acima publicado. A diferença é que os caçadores CEDEM AOS INSTINTOS MAIS PRIMÁRIOS, e tentam justificar esse primarismo rebaixando quem não tem instintos primários. Certo?

 

5º: Ora diga-me agora quem tem problemas do foro psicológico… Não tente transpor para mim, as suas frustrações, Ricardo Sousa. Freud dir-lhe-ia a mesma coisa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:15

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Quarta-feira, 27 de Novembro de 2019

«A Concentração dos Subsídio-Dependentes»

 

«Quem eram afinal os tipos que se concentraram no passado dia 22 no Terreiro do Paço em defesa do mundo rural?

Trabalhadores rurais? Não.

Todos os que compareceram mais não eram que a escumalha que vive à pala de subsídios tais como ganadeiros de touros de lide, galgueiros, caçadores etc.»

Fonte:

 Prótouro

Pelos touros em liberdade

https://protouro.wordpress.com/2019/11/26/a-concentracao-dos-subsidio-dependentes/

 

concentração 1.jpg

 

Concentração 2.jpg

 

«Os verdadeiros defensores do mundo rural aqueles que não torturam animais e não são subsídio-dependentes permaneceram nos seus locais de trabalho.

 

O mundo rural existe e tem que ser ajudado mas esse não esteve na concentração no Terreiro do Paço bem pelo contrário.

 

Todos os presentes mamam na teta do estado e não querem perder os chorudos subsídios que lhes são dados através dos nossos impostos.

 

Os autarcas que apoiaram esta obscenidade são aqueles que desbaratam dinheiros públicos para apoiar estes parasitas e que depois se justificam com a tradição e a cultura das regiões.

 

A tradição e a suposta cultura neste país serve sempre para justificar o injustificável, ou seja, que os animais existem para serem objecto de abuso e de tortura em espectáculos abomináveis.

 

Enquanto os partidos com maioria sentados no parlamento continuarem vendidos aos lobbies destes sociopatas este país no que respeita aos direitos dos animais jamais passará da cepa torta!»

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:12

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Quarta-feira, 17 de Abril de 2019

CDS/PP responde à nossa solicitação no que respeita ao possível regresso da caça à cabra-montês no Parque Nacional da Peneda-Gerês

 

Na sequência do artigo publicado neste Blogue, sob o título «Caça à Cabra-Montês pode voltar ao Gerês?», que pode ser consultado neste link:

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/caca-a-cabra-selvagem-pode-voltar-ao-871728

e que foi enviado a todos os partidos políticos, com assento no Parlamento, e a outras entidades, obtive do CDS/PP a seguinte resposta, a qual muito agradeço, pois foi a única que recebi até ao momento:

 

«Exma. Senhora,

 

Venho, pelo presente, acusar a recepção do e-mail, datado do dia 1 do corrente mês de Abril, que mereceu a nossa melhor atenção.

 

O Grupo Parlamentar do CDS-PP tem estado atento a esta matéria e, para o efeito, questionou o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural e o então Ministério do Ambiente.

 

Quer a pergunta, quer a resposta do Ministério do Ambiente, seguem em anexo.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Lisboa e Palácio de S. Bento, 15 de Abril de 2019

 

Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar

Mariana Freire de Andrade

***

É disto que aqui vou dar conta.

 

CABRA.jpg

É um crime de lesa-natureza matar estes belos exemplares de seres vivos, que connosco partilham o Planeta.

 

Os deputados Patrícia Fonseca (CDS/PP), Ilda Araújo Novo (CDS-PP) e Helder Amaral (CDS-PP) solicitaram ao Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, respostas às seguintes perguntas:

 

1 - Existem estudos populacionais recentes que permitam conhecer a realidade actual da espécie Capra Pyrenaica em Portugal?

2 - Qual o estatuto de protecção da cabra-montês em Portugal?

3 - Com base nos dados existentes da população de cabra-montesa, está o Governo a avaliar a possibilidade de revisão do seu estatuto de protecção?

 

Considerando que:

- A cabra-montesa (ou cabra-montês) se extinguiu em Portugal nos finais do século XIX, sendo a causa mais provável a caça excessiva.

 

- No final de 1998, na sequência da introdução de dezoito exemplares de cabra-montês (Capra pyrenaica) no Parque Natural da Serra do Xurés (Galiza, Espanha), junto ao Parque Nacional da Serra do Gerês, ao abrigo de um Programa espanhol, alguns animais passaram acidentalmente os cercados para o lado português, passando a haver cabras-montesas transfronteiriças.

 

- Mais tarde, a Galiza libertou mais 25 indivíduos, reforçando assim esta nova população de cabras, o que fez com que, desde 1999 a presença da cabra-montês seja uma realidade reconhecida nas serras do Gerês.

 

- No ‘Livro Vermelho dos Vertebrados em Portugal’, de 2005, a espécie era ainda considerada como estando em perigo. Dizia a respectiva ficha que “os animais observados em Portugal pertencem a uma população transfronteiriça de cabra-montês, que em território nacional não ultrapassa os 50 indivíduos. Identificam-se duas subpopulações: a da Serra do Gerês, constituída por dois núcleos, e a da Serra Amarela. O aumento do número de indivíduos e a presença de crias confirmam a reprodução na Natureza dos exemplares reintroduzidos”.

 

- A população da espécie não tem parado de crescer, existindo hoje centenas de exemplares.

 

- A classificação dada pela International Union for Conservation of Nature (IUCN) à cabra-montês, com o estatuto de ‘pouco preocupante’, confirma a abundância de exemplares desta espécie.

 

- Em Espanha a cabra-montês é caçada em várias regiões, sendo esta uma forma de controlar as populações, mas em Portugal é ainda considerada ameaçada apesar dos sinais animadores da sua recuperação, sendo proibida a sua caça.

 

- Notícias vindas a público, levantam a questão da eventualidade de o número de exemplares atingir uma dimensão tal que seja superior à capacidade do habitat, levando a sobrepopulação, com os consequentes riscos para a sustentabilidade de própria espécie.

 

A estas questões o Ministério do Ambiente respondeu o seguinte:

 

P - Existem estudos populacionais recentes que permitam conhecer a realidade actual da espécie Capra Pyrenaica em Portugal?

 

R - O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P (ICNF) realiza anualmente a monitorização da população de Cabra-montês, na área do Parque transfronteiriço Gerês - Xurês, sendo que os últimos dados disponíveis se reportam a Novembro de 2017.

 

Dos dois grupos originais, reintroduzidos pela Galiza em 1998 junto à fronteira com Portugal, a cabra-montês tem, lentamente, vindo a ocupar as serras do Gerês e Amarela, estimando-se um número de 600 indivíduos numa "área de ocupação" partilhada entre os dois parques (o Parque Nacional da Peneda Gerês - em Portugal e o Parque Natural Galego do Xurês e baixa Limia).

 

P - Qual o estatuto de protecção da cabra-montês em Portugal?

 

R - A Cabra Montesa é uma espécie protegida, com o estatuto de Conservação em Portugal "Criticamente em Perigo", de acordo com o Livro Vermelho de Vertebrados de Portugal e considerando os critérios matemáticos da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) das espécies ameaçadas para este tipo de avaliação de risco.

 

P - Com base nos dados existentes da população de cabra montesa, está o Governo a avaliar a possibilidade de revisão do seu estatuto de protecção?

 

O ICNF considera não ser necessária a revisão do estatuto da Cabra-montês em Portugal. A ainda reduzida "área de ocupação" e "extensão de ocorrência" não alteram o seu estatuto de conservação, atentos os critérios da IUCN que Portugal adopta.

 

***

 Conclusão:

A belíssima Cabra-Montês do Gerês não pode servir de alvo às ganas de caçadores, que gostam de dar gosto ao dedo no gatilho. Matar é a diversão deles!

 

Mas se gostam assim tanto de dar tiros, que vão dar tiros aos pratos lá de casa, lambuzados com sumo de tomate. Deste modo, além de dar azo aos seus instintos assassinos, poderão dar lucro às fábricas de cerâmica, e não despovoam o Parque Nacional da Peneda-Gerês, deste belo exemplar de ser vivo, que é a Cabra-Montês, nem insultam a Humanidade, com a desumanidade implícita no acto de matar por gosto.

(Isabel A. Ferreira)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:16

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019

«OS CAÇADORES SÃO INIMIGOS DA NATUREZA»

 

Depois de uma grande viagem realizada pelo Falcão-Peregrino, chega a Portugal e recebe a pior recepção que se poderá dar a um viajante: levou um tiro.

Após um encontro imediato com um caçador, a ave foi levada para o RIAS (Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens, em Olhão), por Vigilantes da Natureza do Parque Natural do Vale do Guadiana (PNVG) e está em recuperaçãoo.

(PAN Amadora)

 

Falcão peregrino.jpg

Origem da imagem: http://armindoalves.blogspot.com/2011/02/falcao-peregrino.html

 

Depois de observada a ave, que estava em estado bastante debilitado, verificou-se a existência de um chumbo junto à cauda, e apresentava ainda uma inflamação numa asa, naturalmente consequência do disparo, o que só vem confirmar a tentativa de abater a tiro esta ave protegida.

 

Mas algum caçador lá está preocupado se as aves são protegidas ou não são protegidas? Tudo o que mexe na Natureza leva um tiro, estando um caçador por perto, mais a sua caçadeira, que também serve para atirar contra mulheres indefesas.

 

Devido à anilha que trazia, ficou a saber-se que este Falcão-Peregrino foi anilhado na Lapónia Finlandesa, há 12 anos, a cerca de 3600 km de onde foi encontrado, perto de Beja.

 

Veio de tão longe, traçando um caminho, que era o seu, para levar um tiro em Portugal, um país onde a violência contra seres não-humanos é permitida, e em consequência disto os seres humanos também levam por tabela.

 

Sabemos que abater espécies protegidas é crime. Tal como é crime abater seres humanos. Mas quase nunca se pune os culpados.

 

O Falcão-Peregrino é a ave mais rápida do Mundo. O seu voo picado pode atingir até 300 km/h, quando anda a perseguir outras aves para se alimentar. Trata-se de uma ave que existe em todos os continentes, excepto na Antárctida. No Inverno enceta longas migrações para Sul.

 

Em Portugal pode ser encontrado todo o ano, contudo, é difícil a sua observação, por esquivar-se das zonas com actividade humana.

 

Pudera! O Falcão-Peregrino sabe onde se encontra o seu maior inimigo: o animal-homem caçador!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:39

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018

«CAÇA: MASSACRE EM CASTANHEIRA DE PÊRA»

 

Este é o resultado de uma caçada em Castanheira de Pêra.

E dizem eles que gostam dos animais. Que os alimentam. Que fazem isto para preservar a espécie e o equilíbrio do ecossistema. E se não fossem eles, estes animais já não existiriam.

O planeta Terra perdeu 60% dos seus animais selvagens em 44 anos, por causa da caça ilegal, mas também da caça legalizada. Porque quando eles, os caçadores, decidem divertir-se com a morte de indefesos animais, matam assim, às manadas, e exibem os animais mortos como troféus.

Nem os homens mais primitivos eram assim tão primitivos.

E eles, os caçadores, pretendem eu os respeitemos!... E não merecem mais do que o nosso desprezo e asco.

CAÇA.jpg

Fonte da imagem: https://www.facebook.com/PortuguesesDireitosTodosAnimais/photos/a.1000462433307229/2080700811950047/?type=3&theater

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:29

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2018

«SALVEM AS RAPOSAS»

 

RAPOSA.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/256322287821476/photos/a.419244928195877/1838525406267815/?type=3&theater

 

«Os caçadores podem ser muitos, mas aqueles que abominam a caça são mais ainda. E são mais novos».

Essa é que é essa!

 

MEC.jpg

 

Texto de MIGUEL ESTEVES CARDOSO

 

 SALVEM AS RAPOSAS

 

Contaram-me esta história numa praia do Algarve, mas não sei se é verdade. Quando está muito calor há raposas que entram dentro de água para se refrescarem. Riem-se aos gritos da excitação e do alívio. Às vezes aproveitam para almoçar uma gaivota. As gaivotas sabem a tripa de peixe, mas as raposas não se importam.

 

Disse-nos que as raposas dormem nas dunas durante o dia. À noite ouvem-se as raposinhas a rir em voz alta, como se estivessem a acicatar-se umas às outras. Seja verdade ou não, é altura de dignificar as raposas e de proibir a caça delas. Merecem, no mínimo, a mesma protecção que os lobos.

 

As raposas são animais encantadores, engraçados e afectuosos, com um lugar central no nosso imaginário. Em Portugal podem ser caçadas entre Outubro e Janeiro com matilhas de até 50 cães. Oscar Wilde descrevia esta caça como "the unspeakable in pursuit of the inedible". É um acto de grande coragem uma data de seres humanos a ver 50 cães a despedaçar uma raposa até à morte.

 

O Bloco, o PEV e o PAN apresentaram projectos de lei para acabar com esta barbaridade, mas os outros partidos vão chumbá-los, claro. Têm medo de perder os votos dos caçadores. Demonizam a raposa como se estivéssemos na Idade Média.

 

Os caçadores podem ser muitos, mas aqueles que abominam a caça são mais ainda. E são mais novos. Muitos ainda não votam. Quando votarem terão morrido um número maior de defensores da caça.

 

Tal como acontece em quase todas as fábulas, a raposa acabará por ganhar. E havemos de nos rir com ela.»

 

Fonte:

https://www.publico.pt/2018/10/06/sociedade/cronica/salvem-as-raposas-1846398#comments

 

***

Na verdade, os partidos que servem os lobbies que pugnam pela crueldade, pela violência, pela matança brutal de animais indefesos, em nome do divertimento, ou de práticas economicistas, chumbaram a proposta do PAN.

 

Mas não se pense que o PAN perdeu prestígio com esta aparente derrota. De cada vez que um projecto de evolução, apresentado pelo PAN,  ou por outro qualquer partido político, é chumbado no Parlamento Português, são os partidos trogloditas, que ficam do lado da incultura e da involução, que perdem prestígio e credibilidade.

Portanto, ó caçadores desnaturados, o vosso riso de escárnio, não se compara ao riso límpido das Raposas, animais muito mais dignos e racionais do que qualquer um dos que as matam por mero instinto assassino.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:00

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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2018

A INSANIDADE DOS QUE DEFENDEM A CAÇA

 

Todos sabemos que a caça é uma actividade de cobardes.

Mas também de psicopatas.

Se não vejamos:

 

CAÇA.png

 

Alguém comentou isto no Facebook:

 

«Se calhar preferiam que descarregassem o stress sobre vocês. Pensem um pouco, é preferível descarregar as energias negativas nos animais, do que na mulher e nos filhos..

 

Então não é? E o pior é que, ainda que os caçadores descarreguem o stress a matar animais, a mulher e os filhos apanham na mesma. E quando não há animais para matar, às vezes calha não haver, e então agora com os incêndios, que dizimaram milhares deles, pegam nas caçadeiras e descarregam as energias negativas num vizinho ou numa vizinha qualquer… ou num familiar com quem cismaram…

 

Se todas as pessoas descarregassem o stress a matar animais, no mundo não existiriam animais e os caçadores andariam aos tiros uns aos outros… para fazer gostinho ao dedo…

 

E querem, à força, que tenhamos consideração e respeito por esta espécie de “gente”! Como diz o meu amigo Cândido Coelho, gente que não é gente envergonha todos aqueles que são gente.

 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:22

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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018

ACTOS PERVERSOS DE COBARDES CAÇADORES

 

Não entendemos como pode ser legal matar.

Não entendemos como pode ser permitido que psicopatas que se divertem perseguindo, perseguindo e matando animais inocentes, tenham permissão e "licença" para isso.

No Sul de África há um negócio montado com a "caça enlatada", leões criados em cativeiro, para serem fuzilados por estes fulanos, os quais pagam para destruir as vidas destes inocentes.

Covardes sem escrúpulos, que se gabam e se orgulham de tirar vidas, porque acham divertido.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:41

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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017

AO CUIDADO DO PS, PSD, CDS/PP, PCP E IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA QUE APADRINHAM A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Em consequência desse apadrinhamento existe uma fracção da população portuguesa mergulhada na maior miséria moral, cultural, social e educacional, que envergonha Portugal por todo o mundo, em todos os continentes, por onde o meu Blog navega…

 

Não vou pedir desculpa pelo lixo verbal dos comentários que aqui publico, porque esse lixo verbal é tão-só o resultado da política inculta dos partidos políticos que referi, apoiada pela igreja católica portuguesa, ao protegerem uma prática tão selvática, boçal e tosca, ao ponto de destruir o imo do ser humano, transformando os aficionados em seres desumanizados, sem capacidade para discernir entre o bem e o mal.

 

MISÉRIA MORAL.jpg

 

Um pequeno preâmbulo à laia de explicação:

 

 A tauromaquia não é algo que tenha a ver com Poesia, Arte, Literatura, Música, enfim, com a Cultura Culta à qual pertenço, por isso, quando escrevo sobre selvajaria tauromáquica, utilizo termos adequados a essa conjuntura e chamo os bois pelo nome. Não podemos, de modo algum, olhar para um monturo e nele ver um jardim paradisíaco… Podemos?

 

Portanto, escrevi um texto sobre a morte de um forcado (ver link)

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morreu-um-forcado-quando-torturava-um-738420

no qual chamei a atenção para a inutilidade destas mortes insanas e inglórias, fui simplesmente realista e utilizei os termos apropriados ao asselvajamento que é uma “pega”, apelando para a abolição desta coisa hedionda, cruel e imprópria de seres humanos.

 

Devido à falta de cultura, de discernimento, de lucidez e á boçalidade por parte dos aficionados, obviamente, estes nada entenderam do que leram (ou do que não leram) e partiram para a maior demonstração de estupidez que alguma vez eu já vi, ao ponto de me obrigarem a fazer um aditamento ao texto, advertindo que este não devia ser lido por estúpidos ou por quem sofre de iliteracia, porque não entenderiam nada.

 

Escusado será dizer que a advertência não foi compreendida e, meus senhores, da política e da igreja, recebi uma enxurrada de comentários, dos quais vos apresento esta amostra muito significativa e eloquente, cujo teor é praticamente igual ao de todos os outros comentários, que ficarão por publicar.

 

A selvajaria tauromáquica, sendo uma prática violenta e cruel, fabrica criaturas violentas e cruéis, broncas, grosseiras, do mais baixo nível moral e cultural, ordinárias, mal formadas, mentalmente deformadas, e porque não sabem Português, utilizam o aficionês, que é uma linguagem própria e exclusiva dos aficionados desta selvajaria, e caçadores, com a qual se comunicam entre eles; não sabem argumentar racionalmente, e assentam toda a sua afición na mais profunda ignorância e estupidez, uma ignorância e estupidez carimbada pelo PS, PSD, CDS/PP, PCP e igreja católica portuguesa.

 

Eis a espécie de portugueses que o governo português e a igreja católica portuguesa fabricam em Portugal, com o apoio que lhes dão. E que o mundo pasme, com tanta alarvice:

 

Maria Milho · Amigo/a de João Alfaro e 6 outras pessoas

És uma nojenta devias morrer com um corno enfiado no coração!!!!!

Gosto

Cristina Ana Cryz Es seca ... Vinda do inferno em corpo de humano .... Mas vai arder com o satanas...no inferno

Gosto

314

 

Miguel Figueira Esta Sra. só pode ser tratada por Sra. VACA e Sra. PUTA...o que uns preservativos tinham evitado...Ninguém pode dizer estas blasfémias e esperar continuar sem as ouvir....estes anormais que vem para aqui defender esta VACA asquerosa...reles...comunas de merda que vivem à pala dos meus impostos...São uns pelintras que não tem nada para fazer além de invejar a vida de outros...xuxas, comunas e esquerda caviar devia levar com ferros quentes pelo cu acima....

Gosto

415

 

Luis Menezes · 

Vaca nojenta, vem ao Alentejo para saberes o que é tortura. ...

Gosto

22

 

Manel Inez · Amigo/a de Alfredo Vieira

Ja agora e já que nao tens tomates, cria coragem e desabafa essa tua histeria fundamentalista, cara-a-cara com a familia e amigos do Pedro Primo. Isso é que era! Demente

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1212

 

Manel Inez · Amigo/a de Alfredo Vieira

Ó Isabel, és uma ordinaria, anormal. Vai a Ponte de Lima que eles dão-te as boas vindas. Porca

Gosto Mostrar mais reações

33

 

Antonio Batista Olha vai te pa puta que te pario o cabra de merda ....

Gosto Mostrar mais reações

 

Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira e se fosse meu filho tinhas era os cornos partidos te juro . Podes bloquear . Ias ver onde ficava o inferno e o que era uma besta solta , seria pior que mil touros que tu defendes .

Gosto

11

 

Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira se fosse a si não saia tão cedo a rua .

GostoMostrar mais reações

325

 

Nuno Ferreira Não querendo fugir ao nível de inteligência aqui postados por VExa. Isabel A. Ferreira e Maria Helena. Não sei de onde vieram, de que planeta são mas, acreditar que são do mesmo planeta que eu, ( Planeta Terra ) só vos desejo que se cruzem com a família ou amigos do forcado Pedro Primo. Vocês não só, faltaram ao respeito para com a família do mesmo, como também a todos os aficionados! Vocês as duas não gostam mais de animais do que eu, e não me parece que sejam merecedoras de respeito por parte do dito ser Humano ( o qual vocês desrespeitam ) talvez a justiça do homem chegue até vós... Não têm nada para fazer? Filhos para cuidar? Marido, não? Pois o vosso perfil é de quem, precisa mas não têm", se não gostam de Tauromaquia simplesmente não se metam na vida alheia! Tentei abstrair ", talvez arranhar Homem! Aflição que vocês têm pelos animais" ajudem meu Deus"... Por favor alguém faça alguma coisa! Vocês não são mulheres com M e nunca vão ser... Literatura e língua portuguesa uiiii meu Deus"... Que se encontrem brevemente com alguém que vos acerte o passo. O país é pequeno e vocês merecem ❤️❤️

 

 

Paulo Graça foi fodida por um toiro e apaixonou-se tem vergonha grande puta agora baixei ao seu nivel vaca

Gosto

 

 

Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira e se fosse meu filho tinhas era os cornos partidos te juro . Podes bloquear . Ias ver onde ficava o inferno e o que era uma besta solta , seria pior que mil touros que tu defendes .

 

Filomena Baptista Es mesmo uma grande puta e uma vaca como tu nem merece andar no cimo da terra estares a dizer essas coisas dos moços de forcados

Gosto

 

Tiago Mena Lei do retorno e fodida como vc disse n te esqueças ho velha

Gosto

Tiago Mena Por mim nao eu nao sou aficionado mas tamos a falar de um amigo e eu ao ver os comentarios dessa velha partiume o corçao Obs. Essa velha que nao saia a rua

 

Tiago Mena Nojenta velha carrancuda mete-te a frente de um toiro que nunca tenha visto um humano para veres o que ele te faz deviate nascer um pinheiro no cu burra do crl

 

António Potes Silva Santos Pessoas da tua laia oh velha de merda punhas a todas em auschwitz!!

 

Aderito Ferreira Mas eu ajudo a teres comentários, contribuo para a tua boa fama. A diferença entre uma máquina de fazer salsicha e a tua mãe é só uma, a máquina de fazer salsicha mete se a carne de porco/a e sai salsicha, no outro caso meteu se a salsicha e saiu uma porca... Primeiro estuda o toiro, aprende como vivem como são criados, depois aprende o que é tortura e tudo aquilo que falas, e depois então comenta seu ser insignificante, desumana, ordinária.... Não te desejo mal nenhum, apenas que quando chegar a tua hora que seja com um corno enfiado entre as pernas, assim ficavas feliz certamente.

 

Ana Paula Franco Franco Lembra-te que moras em Ovar ....tem cuidado com as palavras que publicas não vá algum touro bravo ai a Ovar dar-te algum par de marradas e coices ....

Gosto

112

 

José Paulo Cruz Bronca és tu minha vaca

Gosto

 

Aderito Ferreira O que tu queres é comentários ,fama , não olhas a meios para atingir teus objetivos, certamente nem sabes o que é realmente um toiro, não sabes que se terminares com as largadas o toiro bravo simplesmente deixa de existir, deixam de criar por ter pouca utilidade, desejares assim a morte a uma pessoa só prova a tua falta de mentalidade juntamente com quem te apoia, se o teu pai tivesse batido uma punheta pouparia mto dasss

Gosto

Comentário no post MORREU UM FORCADO QUANDO TORTURAVA UM TOURO MORIBUNDO

 

Sua burrinha moribunda o forçado não tortura coisa nenhuma, só se for a mulher quando chega a casa com os copos.

 

Desconhecido a 7 de Setembro 2017, 14:27

 

 ***

E falta aqui um comentário que é a obra-prima da ordinarice, tão obra-prima, que de tão ordinário é impublicável, mas se os senhores da política e da igreja estiverem interessados em estudar o "fenómeno", eu enviarei o comentário.

BUDA.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:21

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