Quarta-feira, 4 de Maio de 2016

A MAIORIA DOS PORTUGUESES QUER A ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA. E ISSO VAI FICAR MAIS CLARO…

 

SONDAGEM

Por favor, respondam a esta sondagem:

A maioria dos portugueses quer a abolição da tauromaquia. E isso vai ficar ainda mais claro…

Aqui:

http://app.evalandgo.com/s/?id=JTk1aiU5MWklOUIlQUU=&a=JTlDcCU5NGolOUI=

ou

http://app.evalandgo.com/s/?id=JTk1aiU5MWklOUIlQUU=&a=JTlDcCU5NGolOUI=

 

SONDAGEM.png

 

No dia 15 de Maio, vai ficar ainda mais claro, que a maioria dos portugueses quer a abolição da tauromaquia. Vai ficar claro que a maioria dos portugueses, não querem mais que 16.000.000 de € anuais de subsídios do Estado, das Câmaras Municipais e da União Europeia, sejam utilizados para financiar a barbárie. 

 

Só há um caminho em Portugal. A abolição total da tauromaquia. 

Por tanto, peço aos portugueses que são contra a barbárie, chamada Tauromaquia, que respondam a esta sondagem e que a partilhem!

 

Mário Amorim 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/05/04/a-maioria-dos-portugueses-querem-a-abolicao-da-tauromaquia-e-isso-vai-ficar-ainda-mais-claro/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:21

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Segunda-feira, 16 de Março de 2015

ILC (INICIATIVA LEGISLATIVA DE CIDADÃOS) PELO FIM DOS CANIS DE ABATE

 

ILC PAN.png 

O que pretendemos

Esta Iniciativa Legislativa de Cidadãos visa criar uma moldura legal consequente com os princípios de respeito pela vida dos animais não humanos, apresentando três grandes objectivos:

 

Proibir o abate indiscriminado de animais pelas câmaras municipais

 

Todos os anos são abatidos em Portugal dezenas de milhares de animais que deram entrada nos Centros de Recolha Oficial (CRO) ou em estruturas semelhantes.

 

Tendo, há poucos meses, sido aprovada uma lei que criminaliza os maus-tratos a animais de companhia, não deve o Estado permitir que em espaços licenciados oficialmente, como os CRO, não se cumpra essa lei. Não deve tampouco permitir que haja um desrespeito sistemático pela mesma, ao possibilitar que sejam abatidos animais de companhia saudáveis ou passíveis de recuperação.

 

Importa, aliás, intensificar a fiscalização dos CRO e de estruturas similares pois, passados quase 15 anos sobre a obrigação legal de licenciamento, de acordo com

dados de Novembro de 2014 da DGAV 

há apenas 124 municípios que dispõem de CRO licenciado ou que celebraram um protocolo com outro município para usar um CRO licenciado. Ou seja, em 60% dos municípios portugueses ainda não se cumpriu esta lei.

 

Acresce a este facto que muitos dos canis e gatis que ainda não estão licenciados como CRO não cumprem as normas mínimas de higiene e bem-estar animal.

 

Instituir uma política de controlo das populações de animais errantes

 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV), as políticas públicas de abate compulsivo como resposta à sobrepopulação de animais de companhia não são a solução.

 

A própria Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), em resposta a um ofício da Comissão Parlamentar a respeito da petição 91/XI/2ª, refere que "considera e defende a esterilização como um meio eficaz de controlo da população", acrescentando que "todos os animais que apresentem condições para serem doados devem preferencialmente seguir essa via".

 

Além de ser uma prática que respeita a vida destes seres não humanos, a esterilização e encaminhamento para adopção são práticas economicamente mais vantajosas para os municípios do que o abate do animal e sua posterior incineração. Quando haja colónias de animais de rua estabilizadas, os programas RED (recolha, esterilização e devolução) também saem mais baratos ao Estado do que a opção pelo abate e incineração.

 

Como tal, a proibição do abate indiscriminado de animais pelas câmaras municipais é um passo fundamental para melhorar a qualidade de vida desses seres, adoptar políticas de controlo das populações de animais errantes mais eficazes e poupar dinheiro ao Estado.

 

Estabelecer condições adicionais para a criação e venda de animais de companhia

 

A substituição do abate pela esterilização enquanto mecanismo preferencial para a resolução do problema da sobrepopulação dos animais de companhia deverá ser acompanhada de um conjunto de medidas adicionais, de modo a ser eficaz.

 

Neste aspecto, consideramos que Portugal deve seguir os melhores exemplos internacionais, proibindo a venda de animais de companhia nas designadas “lojas de animais” e impondo condições especialmente exigentes para a criação de animais.

 

O presente diploma visa, por isso, dar uma resposta completa e coerente ao flagelo da sobrepopulação animal, do abandono e do abate, garantindo simultaneamente condições de vida condignas aos animais não humanos.

 

Fonte:

http://www.fimdoscanisdeabate.com/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:45

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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2012

AFINAL AS CÂMARAS MUNICIPAIS PODEM VIOLAR LEIS, À EXCEPÇÃO DA OBTUSA LEI DAS TOURADAS

 

 

Bem podemos lançar as leis portuguesas às hienas, que elas estão ansiosas por devorá-las...

 

 

NOTÍCIAS DA SIC - HOJE

 

Há câmaras municipais que estão a violar a Lei dos Compromissos para poderem garantir refeições nas escolas e o transporte dos alunos. Em Leiria, a autarquia assume que se cumprisse a lei, o ano lectivo não poderia arrancar.

 

Ouvir a notícia aqui:

 

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2012/08/29/camara-de-leiria-obrigada-a-violar-lei-para-garantir-inicio-do-ano-letivo

 

***

 

No mesmo noticiário ouvi esta:

 

O fiscalista Tiago Caiado Guerreiro afirma que as Finanças (a Autoridade Tributária) têm agido muitas vezes de forma desproporcionada com os contribuintes, desrespeitando até muitas vezes a Constituição.

 

Ouvir aqui:

 

http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/08/29/fiscalista-diz-que-autoridade-tributaria-age-de-forma-desproporcionada-e-inconstitucional

 

E ainda mais esta:

 

Nem aqui a lei está a ser cumprida, diz o advogado:

Vai começar em Setembro o julgamento de um sem-abrigo acusado de furto simples. O homem tentou roubar chocolates no valor de 14 euros. O processo vai custar ao Estado 1500 euros.

 

Ouvir aqui:

 

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2012/08/28/julgamento-de-sem-abrigo-que-tentou-roubar-chocolates-vai-custar-ao-estado-1500-euros

 

Isto tudo para dizer que um pouco por todo o lado, em Portugal, as LEIS NÃO SÃO CUMPRIDAS se houver JUSTIFICAÇÃO, ou mesmo que não haja.

 

No que respeita à DISPARATADA LEI DAS TOURADAS os autarcas e a prótoiro escudam-se nessa LEI, e aqui-d’el-rei, que esta tem de ser cumprida, chova pregos ou canivetes.

 

Afinal onde está a coerência legislativa?

 

Regressemos a Viana do Castelo.

 

Se o autarca entendeu que NÃO DEVIA LICENCIAR A TOURADA porque a cidade proclamou-se ANTI-TOURADA, tinha uma justificação para quebrar a LEI PARVA.

 

Se os autarcas de Leiria não vão cumprir a lei, para não prejudicar o bom andamento do início das aulas; se a própria Autoridade Tributária  NÃO CUMPRE A CONSTITUIÇÃO; se o advogado do homem que roubou chocolates para comer, diz que a lei não está a ser cumprida, por que carga de água, quando se trata das TOURADAS, se a lei geral (que é uma grande aberração e uma vergonha para os legisladores portugueses), não for cumprida cai o Carmo e a Trindade?

 

O que é que isto significa?

 

Significa que aqueles autarcas que SUJARAM O NOME DAS LOCALIDADES do Norte do país, ao permitirem a tortura de Touros e Cavalos nos seus domínios, estavam feitos com o lobby tauricida.

 

Aconteceu alguma coisa aos autarcas da Maia e de Chaves por terem se negado a licenciar tal aberração?

 

Não consta nada.

 

Em Viana do Castelo, já se sabe por que motivo a tourada aconteceu: o Tribunal Administrativo de Braga, ultrapassando a vontade de um povo, que vivia pacificamente com os Touros e Cavalos, deixou-se levar também pelo lobby tauricida.

 

E se uma lei é injusta, não é uma lei (Santo Agostinho).

 

Se é lei injusta não tem de ser obrigatoriamente cumprida (Mahatma Gandhi).

 

Só os cegos mentais é que não vêem o que os sábios sabem.

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:22

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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

MANIFESTAÇÃO A NÍVEL NACIONAL

  

 

 

DIA 11 DE DEZEMBRO ÀS 11 HORAS, EM FRENTE ÀS CÂMARAS MUNICIPAIS

 

A TODAS as Associações e Movimentos Portugueses que defendem e promovem o bem estar animal:

  

  

A Associação Portuguesa de Direitos dos Animais - A.P.D.A., vem por este meio solicitar a vossa colaboração, para uma manifestação a nível nacional, a realizar dia 11 de Dezembro de 2010, às 11 horas da manhã.

 

O objectivo desta manifestação nacional, a realizar em frente às Câmaras Municipais, é alertar as pessoas em geral para o que se passa em Portugal, e, sobretudo, reivindicar o fim do abate em Canis Municipais, esterilização obrigatória, assistência veterinária aos animais que estejam doentes nos canis, instalações dignas, alimentação adequada incluindo fins de semana, colaboração com as Associações locais na assistência, acompanhamento e adopção dos animais.

 

Sabemos que Castelo Branco é um exemplo, Torres Novas excelente, Seixal funciona muito bem, Sintra vai fazer novo canil, etc.

 

 

 

 

As Associações Locais são as que melhor podem identificar os problemas existentes no respectivo Concelho.

 

Pedimos a todas as Associações e Movimentos que apoiem esta manifestação, porque todos queremos defender os nossos amigos animais, e acabar com a barbárie que ainda existe em Portugal. Temos todos os mesmos objectivos. Vamos lutar por eles em conjunto, sem bairrismos ou protagonismos. Vamos lutar pelos nossos amigos, que tanto nos dão!

 

A nível nacional nunca se fez nada. Para exercermos pressão junto dos órgãos competentes, temos que ser muitos. Esforços dispersos ou não dão resultado, ou são muito mais lentos na sua eficácia.

 

O Código Civil tem de ser alterado. Os animais não são coisas, são seres sencientes. Senciência é a "capacidade de sofrer ou sentir prazer ou felicidade", e foi reconhecido pela CEE, tendo Portugal subscrito o documento.

 

Temos que acabar com o abate em todos os canis ou centros de recolha municipais.

 

A esterilização dos animais abandonados ou recolhidos tem de ser obrigatória.

 

Os veterinários municipais têm que ser médicos, como muitos são, e não verdugos, como infelizmente conhecemos alguns casos. Assistência médica sim, assassínio não.

 

Instalações e alimentação adequadas nos canis municipais, incluindo fins-de-semana.

 

Colaboração das Câmaras com as respectivas Associações locais.

 

Companheiras e companheiros de luta vamos unir-nos? Quaisquer dúvidas serão imediatamente respondidas por e-mail ou telefone. Todas as sugestões serão muito bem vindas.

 

Agradecemos a vossa disponibilidade.

 

Um grande Bem-haja a todos.

 

Ana Paula Cruz

(Fundadora da Associação)

917303358

 

(Fotos da Associação Portuguesa de Direitos dos Animais)

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:37

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