Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

JERÓNIMO DE SOUSA FOI À MOITA APOIAR A CARNIFICINA A QUE OS MOITENSES CHAMAM DE “FESTA”

 

A jovem Açucena Patrícia foi assassinada no dia 15 de Setembro de 2018, nas ditas “festas” da Moita, durante a madrugada, quando um bêbado atropelou um grupo de jovens numa rua interdita ao trânsito. No dia seguinte, o senhor presidente da Câmara e o secretário-geral do PCP andaram a passear pelas festas, sem qualquer respeito pelo luto e dor da família e amigos.

Aliás, consta que até se mandou retirar as flores que as colegas dela colocaram no local do acidente.

Mas isto não fará parte da TRADIÇÃO, que o PCP tanto defende no Parlamento? Morrer, matar, torturar, em nome dos santos e das santas e da tradição…? E quem se importa com isso?

Importamo-nos nós, que lutamos contra esta barbárie, e pela frente só encontramos calhaus com olhos enceguecidos.

 

Visita de uma delegação do PCP com a participação de Jerónimo de Sousa às Festas da Moita.

(Os comentários para este vídeo foram desactivados. Se não fossem desactivados levariam forte e feio)

 

No vídeo, JERÓNIMO DE SOUSA lamenta a morte da jovem, mas com toda a certeza continuará a apoiar a actividade tauromáquica, que legitima a crueldade e a violência na Moita. E para o ano, como em todos os anos anteriores, haverá mais mortos, mais feridos, mais Touros espancados até à morte. E não só na Moita, como nas outras localidades do Alentejo, com Câmaras CDU.

 

Nem a Comissão de Festas  da Moita nem a Câmara Municipal da Moita emitiram sequer uma nota de condolências pela morte desta jovem.

 

Ainda se fosse só esta morte!

 

Mas corre no Facebook que houve mais duas mortes por esfaqueamento, uma delas no clube tauricida da Moita, calcule-se!!! E houve também a violação de um homossexual. Infelizmente, nesta festa e bêbados, para bêbados, como em outra da mesma cor política, nem as forças policiais revelam o que se passa realmente.

 

Mas ninguém pode esconder a MORTE.

 

Todos os anos há mortes nas “festas” da Moita, e se não houver mortes, nem é festa para aquela “gente”! é o que se diz! Isto é sadismo e psicopatia no mais alto grau.

 

MORTES NA MOITA.png

 

E como toda esta desgraça não bastasse, «REPRESENTANTES DO CLERO ASSISTEM À TORTURA DE BOVINOS», como nos conta a PRÓTOURO – Pelos touros em Liberdade, numa linguagem que é a que apetece usar, e a que esta gente merece:

 

padres-moita-14-9-2018.jpg

 

«No passado dia 14 dois representantes da Igreja Católica assistiram ao espectáculo de tortura de animais sencientes que teve lugar na Moita e ao fazê-lo, demonstraram uma vez mais, que a Igreja Católica se está nas tintas para os animais não humanos.

 

Como se não bastassem as procissões onde padres aliados a tauricidas e forcados passeiam andores nas praças de touros agora temos padrecos a assistir à barbaridade.

 

Mas tal não é para admirar, porque ao fim e ao cabo, a IC é um antro que alberga muitas pessoas desprezíveis que abusam do estatuto que têm para fazer tudo o que lhes apetece ao ponto, de usarem a sua influência para abusar de criancinhas e quando esta gentuça abusa de crianças é óbvio que não tem qualquer prurido em compactuar com o abuso e a violência exercida contra animais!»

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade

 

Ver notícia aqui:

https://protouro.wordpress.com/2018/09/19/representantes-do-clero-assistem-a-tortura-de-bovinos/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:54

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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013

A história de um "suicide squad", ou seja, de um forcado chamado Nuno MataCarvalho

 

 

Encontrei este texto, por acaso. Mas não é por acaso que vou publicá-lo. Faço-o unicamente para que aqueles que me enviaram comentários super obscenos (à boa maneira dos aficionados) fiquem a saber, que eu escrevo, mas há mais quem escreva o mesmo que eu, mas de outra maneira.

 

Este texto está excelente, e diz tudo o que pode dizer-se de um “sucide squad”

 

 

Porque é que o forcado Nuno Carvalho ficou tetraplégico *  XLVIII grande corrida TV?

 

A Grande Corrida TV e o forcado Nuno Carvalho que ficou paraplégico*

 

No dia 30 de Agosto de 2012, na Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa, ocorreu a XLVIII edição da Grande Corrida TV, organizada pela Casa de Pessoal da RTP. Foram lidados 3 touros da Ganadaria Infante da Câmara e outros 3 da Ganadaria Manuel Assunção Coimbra. Os touros foram furados pelos cavaleiros tauromáquicos Joaquim Bastinhas, João Salgueiro e João Ribeiro Telles Jr.

 

Depois de devidamente perfurados com arpões, e após litros de sangue perdidos, os touros foram atacados por dois grupos de forcados: o Grupo de Forcados Amadores Portalegre e o Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Moita.

 

O quinto touro, da Ganadaria Infante da Câmara, que estava a esvair-se em sangue, foi provocado por um bando de 8 forcados, tal como é habitual no final da perfuração do touro com bandarilhas pelo toureiro. Os forcados queriam atacar o bovino ferido, mas o touro, movido pelo instinto de sobrevivência, enfrentou-os e acabou por derrubar e colher o forcado Nuno Carvalho do Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Moita. Derivado da aparatosa colhida, o Nuno Carvalho sofreu lesões vertebrais e ficou tetraplégico. A brutalização do touro correu mal e agora o jovem forcado está condenado a viver numa cadeira de rodas para o resto da vida.

 

Outras desgraças com contornos semelhantes a esta que aconteceu ao Nuno Carvalho já aconteceram no passado e muito provavelmente irão acontecer no futuro. A tauromaquia é assim mesmo, é uma actividade que tem tanto de inutilidade como de perigosidade. Contudo, apesar destas tragédias com seres humanos serem frequentes nos espectáculos tauromáquicos, nada demove os entusiastas do jogo violento chamado tauromaquia.

 

Eles conhecem os riscos dos espectáculos tauromáquicos, que são parte da sua festa, mas mesmo assim vão continuar a aplaudir a violência tauromáquica, aconteça o que acontecer, morra quem morrer. As colhidas, os ossos partidos, os hematomas, as hemorragias, os feridos e até a morte de seres humanos são uma realidade indissociável dos eventos tauromáquicos e os aficionados convivem bem com isso de forma doentia. Como diz Leonardo Anselmi, o porta-voz da porta-voz da plataforma Prou (Basta), que desencadeou o processo que levou à abolição das corridas de touros na Catalunha: “a tauromaquia é uma doença social”.

 

Não satisfeita com a desgraça que se abateu sobre o forcado Nuno Carvalho, a indústria tauromáquica, em grande parte influenciada pelo mediatismo do caso, lança uma campanha de solidariedade para com o forcado tetraplégico, promovendo mais um evento tauromáquico, onde mais uma vez forcados irão arriscar a sua vida de forma estúpida e inútil.

 

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/campo-pequeno-homenageia-forcado-nuno-carvalho

 

Por enquanto, a gente da tourada faz de conta que se preocupa com o Nuno Carvalho e demonstra interesse em apoiá-lo com touradas ou tampinhas de plástico. Mas com o tempo, vem o esquecimento e o Nuno vai ficar sozinho e ter de enfrentar o elevado preço por ter entrado num jogo cruel, estúpido e inútil.

 

Embalado na hipócrita onda de solidariedade dos mesmos que aplaudem a violência tauromáquica, o forcado Nuno Carvalho tem feito declarações bastante elucidativas do processo de lavagem cerebral que a indústria tauromáquica leva a cabo.

 

Declarações como as que fez no programa de televisão Boa Tarde, de 7 de Fevereiro de 2013, da jornalista Conceição Lino, na SIC. Nesse programa, apesar de reconhecer que deu cabo da vida dele e da namorada, Nuno Carvalho afirma que não está nada arrependido de ter sido forcado e que faria tudo de forma igual. Também lança dúvidas relativamente ao papel de Deus na colhida que sofreu afirmando: “Pensava que tinha sido completamente abandonado por Deus…pergunta-mos a nós o que eu fiz a Deus para merecer isto. Uma crueldade enorme.”

 

Este atribuir de culpas a causas metafísicas é elucidativo da imaturidade e inconsciência dos jovens que são recrutados pela indústria tauromáquica para servirem de autênticos bonecos de trapos, enfrentando um animal inocente ferido e colocando-se em perigo por causa nenhuma.

 

Quando alguém, por sua própria vontade, se coloca diante de um comboio em andamento e é ferido por causa disso, não podemos dizer que se tratou de um acidente em sentido próprio. Trata-se apenas de uma consequência mais que provável e previsível de um acto. Pela mesma razão, tampouco se pode falar de um castigo aplicado ao forcado Nuno Carvalho.

 

Quando muito, podemos falar de um castigo auto-infligido, um acto suicida. Não é por acaso que os grupos de forcados são conhecidos em alguns países como ‘suicide squad’, que pode ser traduzido como ‘bando de tolinhos suicidas’. O mito do forcado como herói valente, não passa disso mesmo, um mito divulgado pela indústria tauromáquica numa parcela da sociedade portuguesa que não reflecte devidamente sobre o assunto.

 

Na realidade os grupos de forcados são um vexame na imagem de Portugal no mundo. Num mundo civilizado não é compreensível que se lutem com animais feridos apenas por diversão. Isso não é coisa de gente civilizada e pouco mais se pode dizer em relação ao absurdo e despropósito de pegar em grupo um touro com arpões cravados na carne e banhado em sangue, só para o humilhar e ferir ainda mais, puxando-lhe o rabo e fazendo-o rodopiar. A actividade dos forcados nos eventos tauromáquicos é cruel e covarde.

 

O reconhecimento do erro e o arrependimento não é uma virtude para qualquer um possa ter. É necessário coragem para o fazer. Alguns escolhem antes enganar-se a si próprios e, de forma covarde, recusam reconhecer os seus erros.

 

Os responsáveis pela tragédia do forcado Nuno Carvalho

 

Importa então perceber a quem é que é imputável esta tragédia que se abateu sobre a vida de um jovem de 26 anos, bem como saber quem é que deve ser responsabilizado moral e financeiramente pelos estropiados dos espectáculos tauromáquicos.

 

Os rostos dos responsáveis:

 

1.º

 

 

Nuno Carvalho, que é TUDO, menos um herói.

 

O próprio forcado Nuno Carvalho que, de forma marialva e irresponsável, decidiu atacar um animal de mais de meia tonelada, ferido e em luta pela sobrevivência.

 

2.º

 

 

Câmara Municipal da Moita

 

A Câmara Municipal da Moita que promove as actividades cruéis e suicidas dos 2 grupos de forcados da Moita com subsídios de milhares de euros retirados dos contribuintes portugueses, e que atribui medalhas de mérito a esses grupos de forcados.

 

3.º

 

 

Federação Prótoiro

 

Os representantes da indústria tauromáquica, nomeadamente a Federação Portuguesa das Associações Taurinas - Prótoiro, que vivem dos interesses no negócio criminoso da tortura de bovinos e da exploração da imaturidade e irresponsabilidade de jovens como o Nuno Carvalho, que são atirados ao ar como bonecos de trapos nos eventos tauromáquicos.

 

4.º

 

 

Jet Set do Campo Pequeno

 

O público das bancadas da Praça de Touros do Campo Pequeno, designadamente o “jet set” decadente, que se divertiu a assistir a um evento sanguinário, em que bovinos são furados com ferros por motivos lúdicos, e que aplaudiu o jogo violento, perigoso, cruel e despropositado que é a pega dos forcados.

 

5.º

 

 

Casa do Pessoal da RTP

 

A Casa do Pessoal da RTP e a Sociedade Campo Pequeno, SA que organizaram mais uma vez esta desgraça tauromáquica, ao serviço de lobbies e interesses particulares, e à revelia da posição dominante na sociedade portuguesa que não tem interesse algum nas touradas.

 

6.º

 

 

Ganadeiros e Famílias da Tauromaquia

 

A Ganadaria Infante da Câmara, as demais ganadarias e as famílias da tauromaquia que vivem do negócio desumano da tortura de bovinos para diversão de plateias ávidas por verem sangue a escorrer de seres inocentes, e que recebem anualmente milhões de euros retirados dos contribuintes europeus.

 

Estes são os co-responsáveis pela tragédia do Nuno Carvalho. São todos que de alguma forma contribuem para que que jovens saudáveis arrisquem a saúde e a vida de forma suicida em ataques a bovinos feridos. Eles são os responsáveis pelo que aconteceu ao Nuno Carvalho e por isso devem ser condenados a indemnizá-lo, assim como a todos os feridos e familiares dos mortos em eventos tauromáquicos.

 

Os anti touradas são os únicos de mãos limpas nesta história de terror, são aqueles que não querem as touradas. Se as touradas não existissem, tal como é o desejo dos defensores dos direitos dos animais, nada disto tinha acontecido com o Nuno Carvalho.

 

Esperemos que o Nuno Carvalho abra os olhos e perceba que as gentes da tauromaquia estão a marimbar-se para ele e para os muitos forcados que foram e vão continuar a ser feridos e mortos de forma estúpida e inútil.

 

Que ele seja humano e se arrependa e reconheça a crueldade e a covardia do acto de ferir e atacar animais inocentes em arenas iguais às da antiga Roma.

 

Que ele seja um novo Álvaro Munera e que contribua para que não aconteçam mais desgraças destas com outros jovens!

 

«La sangre que vertimos se volverá contra nosotros» Álvaro Múnera, ex-toureiro

 

 

http://pelostourosvivos.blogspot.pt/

 

9 de Fevereiro de 2013

 

* Substituí o termo “tetraplégico” por “paraplégico” porque o Nuno ficou paraplégico e não tetraplégico.

 

***

 

Peço a atenção para este comentário, e apelo a quem souber responder ao que aconteceu, exactamente, na arena, ao Nuno Carvalho-Mata, depois de ser colhido pelo Touro moribundo...

 

Quem o socorreu? Pessoal especializado ou os forcados? É que numa situação destas, como bem observa o Carlos Ricardo, qualquer movimento errado pode ser fatal para quem está ferido com gravidade... 

 

Carlos Ricardo, deixou um comentário ao post A HISTÓRIA DE UM “SUICIDE SQUAD”, OU SEJA, DE UM FORCADO CHAMADO NUNO DE CARVALHO-MATA às 18:54, 2013-03-05.

Comentário:

 

«Extraordinário relato da verdade sobre a tauromaquia e dos que a alimentam. Há, no entanto, um pormenor que, pelo menos eu não tenho ouvido falar e muito menos que esteja a ser investigado, que é o facto da assistência ao Nuno Carvalho, dentro da arena e após a colhida ter sido feita pelos outros forcados e não por especialistas do INEM.

 

Sendo absolutamente verdade, como tantas vezes o INEM adverte, que, em situações como esta, os acidentados não devem ser tocados e muito menos deslocados ou transportados para outro local sem ser por pessoal especializado, como é possível que essa assistência ao Nuno tenha sido feita pelos outros forcados, de forma atabalhoada e rápida demais para uma situação que se adivinhava grave ?

 

Nestes estúpidos espectáculos não é obrigatória a presença do INEM ou de qualquer outra instituição que SAIBA lidar com um corpo inerte ? Será que a pronta actuação (dentro da arena) de especialistas como o INEM, teriam evitado as sequelas que levaram o Nuno a ficar paraplégico? Fico-me por aqui porque não sei se existe alguma investigação sobre a questão que pus, mas que, no caso de não haver, deveria ser feita, isso acho que sim.»

 

***

Um comentário bastante oportuno, Carlos Ricardo.

Eu também não ouvi falar desses cuidados imediatos e especializados a um ferido grave.

INEM? No campo pequeno para assistir a um forcado ferido?

Aqui deixo a pergunta.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:40

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