Segunda-feira, 7 de Setembro de 2020

Incluir o “colete encarnado” nas “7 Maravilhas da Cultura Popular” só diz da colossal mediocridade e incultura em que Portugal está mergulhado

 

Que desprestígio!

 

Dei-me ao trabalho de ver o programa, que a RTP transmitiu a partir de Bragança, no passado sábado, apresentado por José Carlos Malato e Catarina Furtado, com muita pompa e circunstância, para parecer que aquilo tudo era uma coisa muito séria!

 

Seria?

 

Sete maravilhas.png

Origem da imagem: Internet

 

Tinha ouvido falar que o “colete encarnado”, uma variedade muito grosseira da prática tauromáquica de Vila Franca de Xira, tinha se candidatado a “maravilha” da Cultura Popular, e não quis acreditar. Ainda pensei que se tivessem enganado e de que a candidatura seria a MARAVALHA (que significa coisa com pouco valor), mas não! Era mesmo maravilha, espantosamente, da cultura popular.

 

Foi então que me lembrei de que em Portugal, actualmente, o conceito de valor cultural, está a ser medido muito, muito  por baixo, e a CULTURA, quer a culta, quer a popular, está a esvair-se, e a dar lugar a uma assustadora incultura, nunca vista em tempo algum.

 

E o mais espantoso é como foi possível aceitar esta candidatura, que de cultura popular nada tem, e de maravilha muito menos ainda? Como foi possível, incluir na cultura popular, que merece todo o nosso carinho e respeito, pois nela estão realmente incluídas verdadeiras maravilhas, como foi possível nela incluir uma prática medievalesca (reparem que não disse medieval), grosseira, cruel, violenta, e pô-la ao mesmo nível do “Bailinho da Madeira”, das “Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios” (Lamego), do “Criptojudaísmo de Belmonte” (Castelo Branco), da “Romaria de São João D’Arga” (Caminha),  da “Romaria de São Bartolomeu” (Ponte da Barca) e dos “Santeiros de São Mamede do Coronado” (Trofa)? Como foi isto possível?

 

Disseram-me: «Não esquecer que estamos em Portugal». Pois! É verdade. Só num país pequeno, com muita gente pequena dentro, e com um governo ainda mais pequeno a apoiar essas pequenas hostes, é que isto poderia acontecer. É verdade.

 

Houve uma votação via telefone e online, foram apresentados sete envelopes, que foram sendo abertos por várias personalidades, e divulgados os nomes das “Maravilhas da Cultura Popular” pela ordem já anunciada, e o último envelope coube ao cantor Tony Carreira, que ao  abri-lo, instintivamente fez uma expressão de estupefacção, que não deixou qualquer dúvida: o "colete encarnado"  tinha sido escolhido (Vila Franca de Xira em peso a votar) nas “Sete Maravilhas da Cultura Popular” de Portugal. Como isto foi possível?

 

Bem, isto é a maior prova da colossal mediocridade em que Portugal está mergulhado. E se eu fosse umas das outras seis "maravilhas", teria atirado o troféu ao chão, em protesto, e rejeitaria a distinção.

 

É que ficar em pleno pé de igualdade com a selvajaria tauromáquica é muito, muito, muito, mas muuuuuuuito desprestigiante.

 

Sabem o que vos digo? Portugal está em extinção.

 

Só para terem uma ideia de quão desprestigiante é ser uma “maravilha” igual à “maravilha troglodita” deixo-vos com estes dois vídeos. E depois digam de vossa justiça.

 

Isabel A. Ferreira

 

Esta maravilhosa "coltura" popularucha  terá alguma possível comparação com (por exemplo) o "Bailinho da Madeira" para estarem ao mesmo nível?

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:04

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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016

ISTO É A INFÂMIA DAS INFÂMIAS, A COBARDIA DAS COBARDIAS

 

Isto passa-se em Lisboa, capital de Portugal, país integrado na Europa(onde também existe selvajaria tauromáquica).

 

Não é em nenhuma aldeola do interior de um país qualquer…

 

«Além de CRUEL, DEPRIMENTE E MONSTRUOSO, é irónico! Em frente a UMA IGREJA, no LARGO DA MISERICÓRDIA, pratica-se um acto "extremamente religioso", inclusive, à frente de Turistas, que devem ter achado este "postal" uma coisa maravilhosa, própria de um País de terceiro-mundo

 

 

«Temos três carrascos: um assobia, chamando a atenção deles para verem que, GENEROSAMENTE, lhes está a atirar comida para lhes matar a fome -SIM, ELES VÊM PORQUE TÊM FOME!

 

Outra subtilmente vai vaporizando o produto maldito, muito empenhada "porque é o trabalho dela" – MATAR -. Por fim, o malvado do "homem" do assobio, dispara a rede, deixando os Pombos num desespero absoluto, enquanto os carrascos se juntam para terminarem a acção, metendo os desgraçados -já mais mortos que vivos-, na caixa.

 

ISTO NÃO É PONTUAL, FAZEM-NO CONSTANTEMENTE! Também há os que, quando interpelados, inventam histórias simpáticas, como dizerem que é só para os levar para fora da zona!!! Há acéfalos que acreditam!!! A "zona" é no canil de Monsanto, onde morrem gaseados!

 

Aos que reclamam por causa dos Pombos existirem, lembrem-se: Eles não pediram para nascer e são vítimas de perseguição, fome, sede, maus tratos e morte, todos os dias!

 

É assim, que em Lisboa se resolve o "problema de excesso de Pombos"! É assim que os POMBOS MORREM: GASEADOS e ENVENENADOS, pela própria autarquia! Tudo para que possam poupar uns trocos na limpeza de monumentos e afins e, depois, os poderem investir nos seus próprios luxos ou para "aquelas" obras que lhes dão jeito executar, a eles e aos amigos que têm as empresas!

 

Não acham estranho que as pessoas que têm Pombais não sofram de nenhuma doença "de pombos"?! Em Bragança, existe um programa de recuperação de Pombais, existem vários em cada Aldeia e, cada um alberga largas dezenas de Pombos. Os habitantes dessas aldeias e quem entra nos Pombais para limpar e tratar deles, não está a morrer! Não acham estranho que, quando éramos miúdos e eles nos vinham comer à mão, nunca nos tivessem transmitido nenhuma doença?! Não acham estranho que eu esteja viva, mesmo pegando neles, quando estão doentes?!

 

São Pássaros lindos, inteligentes, que já muito serviram os humanos, mas que são abatidos sem a menor compaixão por parte de quem manda, de quem executa e de quem vê! EXISTEM FORMAS DE CONTROLO DE REPRODUÇÃO, DE EFICÁCIA COMPROVADA, noutros países mais evoluídos! "Nós", continuamos a optar pelo barato, pela crueldade e desrespeito para com os animais!

 

Quem filmou e quem começou a apitar no momento do disparo da rede, merecem o meu respeito, foram os únicos que se manifestaram contra esta BARBARIDADE!»

 

(Soubemos que quem filmou este vídeo foi ameaçado de prisão)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:53

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Sábado, 27 de Junho de 2015

AINDA SOBRE O RITUAL DA QUEIMA DO GATO EM MOURÃO (BRAGANÇA)

 

O que aqui se diz é o resultado da ESTUPIDEZ no seu estado mais puro…

 

RITUAL PARVO.jpg

 

Nestes comentários, relata-se exactamente a triste e lamentável realidade deste nosso tão incivilizado país.

 

Vejamos o que diz o meu amigo Cândido Coelho sobre esta matéria:

 

«O sistema tenta vender a ideia de que somos um país evoluído, mas as realidades demonstram exactamente o contrário, como exemplo, temos os políticos que temos, as leis que temos e exemplos vergonhosos e lamentáveis como este (a notícia do estúpido ritual da queima do gato) que já deu a volta ao mundo, e a imagem que fica na mente das pessoas é realmente a de que somos um povo cruel, inculto e atrasado.

 

Inclusivamente li esta notícia ontem num jornal americano, onde o próprio jornalista recomendava aos seus compatriotas a nunca visitarem Portugal.

 

Gente destas e actos destes envergonham qualquer pessoa normal em qualquer ponto deste mundo.»

 

***

É triste, amigo Cândido Coelho.

É muito triste o que leu nessa notícia, num jornal americano.

 

É URGENTE FAZER PORTUGAL EVOLUIR!

QUE VERGONHA!

QUE VERGONHA!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:27

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

RITUAL DA QUEIMA DO GATO É A PROVA DA IGNORÂNCIA DE UM POVO PRIMITIVO E INCULTO QUE AINDA EXISTE EM PORTUGAL

 

Isto é fruto de uma legislação que permite a violência e a crueldade contra seres vivos não humanos, para divertimento de broncos.

 

E para o povo estúpido qualquer animal serve para ser torturado. Incluindo os animais humanos.

 

Não é isso que estão a fazer também connosco, para além do gato? A torturar-nos psicologicamente com estes actos BÁRBAROS e INSANOS?

Portugal tem de encontrar o caminho da civilização. Custe o que custar.

URGENTEMENTE!

 

 

 

Associação Midas

«Se dúvidas houvesse a população esclareceu... é uma gata... tem dona... foi cedida pela própria como faz todos os anos... diz que é dela e que vai continuar a ser. Pergunta-se pela gata e a resposta é gata "anda por aí"... então como se sabe que está bem?

Não percebo porque não a metem num pote e começam a fazer com ela... já que é bonito e não tem mal..

 

***

 

O povinho de Mourão (concelho de Vila Flor, Bragança) não percebe a indignação do mundo perante este acto bárbaro e primitivo?

 

Como poderá perceber se vive na ignorância?

 

Uma vez mais a igreja católica nada faz, nem nada diz a propósito de celebrarem santos com rituais bárbaros envolvendo seres vivos.

 

Ou o São João não será um santo católico?

 

Esperemos que as AUTORIDADES, uma vez que existe uma LEI que deveria proteger os Gatos e os Cães (os únicos animais reconhecidos como animais pelos governantes portugueses) tomem medidas drásticas contra este povinho e hajam em conformidade com essa lei.

 

Depois há que fazer este povinho EVOLUIR, e dizer-lhe que em vez de colocarem no pote o gato, que coloquem lá a dona do gato e a deixem ferver, para ver como é bom…

 

Ou não saberão em Mourão que um GATO é um ser vivo, sensível e animal como eles também?

 

Que raça de “gente” é esta?

 

O animal não morreu? O animal está bem?

 

Então vejamos:

 

Um gato vivo é colocado dentro de um pote de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste.

 

O poste vai sendo queimado, à medida que as chamas envolvem o pote com o animal vivo lá dentro.

 

Ouvem-se os gritos desesperados do gato num sofrimento inenarrável.

 

Quando o poste arde por completo, o pote despenha-se no chão, e o gato cai de uma altura superior a três metros, fechado no pote a arder.

 

Nesse momento vê-se o gato em chamas a miar desesperadamente enquanto o povo parvo ri, gesticula e se diverte com a tortura do animal que corre em círculos, tentando alívizar-se do fogo e fugir daquele inferno, desorientado, e numa agonia atroz.

 

Só quem não conhece os gatos é que desconhece o sofrimento deles num ritual tão bárbaro.

 

Experimente a dona do gato este ritual e depois diga-nos o que é bom.

 

As festas de São João, neste lugarejo primitivo, são organizadas pelos (poucos) mais novos que mantém uma certa ligação com esta aldeia de Trás-os-Montes onde existem apenas meia dúzia de velhos, e a Aida disse que teme que agora se acabe com a tradição e fiquem cada vez mais abandonados.

 

Pois que se acabe a tradição, e que fiquem abandonados, pois é esse o castigo que merecem por tanta crueldade!

 

E a igreja católica e os governantes portugueses também merecem ser abandonados, por tanta cumplicidade com estes e outros actos que se praticam por este país fora, em nome de tradições parvas, e que não dignificam nenhum ser humano, nem um governo, nem uma igreja, que se diz seguidora de Cristo.

 

BASTA DE TANTA ESTUPIDEZ!

 

***

 

ASSINEM A PETIÇÃO, POR FAVOR:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT77608

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:21

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Domingo, 25 de Setembro de 2011

CARTA ABERTA AO SENHOR DOM DUARTE PIO DE BRAGANÇA (3)

 

 

Aprazível é o pasto que acolhe os animais para se alimentarem tranquilamente...

 

 

EM NOME DA CULTURA, DA CIVILIZAÇÃO E DA ÉTICA ANIMAL

 

Senhor Dom Duarte Pio de Bragança:

 

Não posso negar que sempre tive uma certa simpatia por SAR, devido aos valores e princípios que coloca nos seus discursos. Considero-o um homem culto e interessado pelo que se passa no nosso País e no mundo.

 

Certo dia, na inauguração da Caixa Agrícola da Póvoa de Varzim, estava eu a fazer a cobertura do acontecimento, para o já extinto jornal «O Comércio do Porto», aconteceu encontrar-nos no Casino local, onde foi dado um almoço volante aos convidados, nesse dia.

 

Então, já passando das 14 horas, deu-se o acaso de eu, o Senhor Dom Duarte e o Senhor seu irmão, ficarmos a um canto do salão, por não conseguirmos ter acesso à mesa, recheada dos mais variados manjares, por ter-se disposto ao redor dela uma muralha de gente intransponível.

 

Reparei então, na postura de dois membros da Casa Real Portuguesa, dois Príncipes que humildemente encostados a uma coluna da sala, conversavam, naturalmente com tanta vontade de comer, quanto eu. A mesa dos doces estava ali, à mão de semear. Olhei então para o Senhor Dom Duarte e atrevidamente “convidei-o” a comer doces, uma vez que não tínhamos acesso aos manjares, para eu não ficar a comê-los sozinha. Simpaticamente SAR acedeu, e pusemo-nos os três a comer os pastéis de nata que estavam enfileirados num prato.

 

Este episódio bastou para que a minha simpatia pelo Senhor Dom Duarte fermentasse. Afinal, um Príncipe, “aquele” Príncipe particularmente, não era a vedeta que se detesta. Era um ser humano, que tal como eu, sente fome e gosta de pastéis de nata.

 

Perdoe-me este aparte, que apenas teve a intenção de corroborar a minha simpatia por SAR.

Como Chefe da Casa Real Portuguesa o Senhor Dom Duarte tem sobre os seus ombros toda uma responsabilidade de postura cívica que se quer exemplar. Aliás gosto de deambular pelo Blog da Família Real e ler o que diz sobre vários assuntos pertinentes, postura com a qual até concordo.

 

Contudo, por vezes, no melhor pano cai a nódoa.

 

Existe uma nódoa muito negra na vida de SAR, que não se coaduna nem com a Cultura Culta nem com a Civilização, colocando o estatuto da Família Real Portuguesa muito abaixo da Realeza Europeia.

 

Naturalmente que me refiro à chamada “Tourada Real” que, exceptuando na nossa vizinha Espanha (que está no bom caminho em direcção à Era da Civilização, tendo já acabado com esses massacres na Catalunha), não existe em nenhum outro país onde reina a Monarquia.

 

Pergunto-me porquê?

 

Sabemos que em Portugal as Touradas, introduzidas no tempo dos Filipes, foram proibidas no tempo do Marquês de Pombal, não pelo motivo certo, isto é, pelo respeito que devemos a todos os seres vivos, e pela Ética Animal, mas apenas porque alguém, chegado a Dom José, morreu numa Tourada. Mas, enfim, foi um passo em frente.

 

Anos mais tarde essa prática foi retomada, e deu-se um retrocesso.

 

Uma vez que o “negócio dos Touros”  envolve muitos milhares de euros, sacrificam-se e massacram-se animais magníficos, em nome de uma diversão sangrenta, que não traz o mínimo prestígio a quem a promove, nem aos que nela se envolvem, directa ou indirectamente.

 

Na próxima sexta-feira, dia 30 de Setembro, teremos em Vila Franca de Xira a XIV Tourada Real, uma vergonha não só para Portugal, como também para a Casa Real Portuguesa.

 

Não será preciso lembrar a SAR o sofrimento dos Touros, para “divertir” umas tantas pessoas que, vai desculpar-me, sofrem de sadismo crónico, uma vez que aplaudem a crueldade, com grande manifestação de alegria. Ora isso não é uma atitude normal. Ninguém aplaude a tortura, a crueldade em pleno gozo das suas faculdades mentais.

 

A Educação quer-se para a Ética, para a Cultura Culta, para a Civilização, para a comunhão harmoniosa entre todos os seres vivos. Que valores estará SAR a passar aos jovens príncipes? A ética da crueldade? A cultura do desrespeito por um animal, como nós? A civilização do sangue derramado inutilmente? Uma comunhão desarmoniosa, contrária aos princípios Cristãos?

Que papel representa a Igreja Católica na “bênção” dos toureiros?

 

Senhor Dom Duarte, como Chefe da Casa Real Portuguesa, deveria dar o exemplo e abolir definitivamente as Touradas Reais, que só desprestigiam a Casa de Bragança. Não quererá, com certeza, SAR continuar a ser cúmplice destes massacres hediondos, e deixar que o nome dos Bragança fique ligado a esta «terrível e venal arte de torturar e matar animais em público», como considerou a UNESCO.

 

SAR poderá redimir-se, acabando com esses massacres. Dará um exemplo digno de um Homem de Cultura, e será aplaudido pela realeza europeia, tal como pelos milhares de Portugueses e cidadãos de todo o mundo que lutam pela abolição do Massacre de Touros, na meia dúzia de países, sobre os quais ainda pairam as trevas e os odores bolorentos da Idade Média.

 

Albert Schweitzer, que SAR saberá quem é, considerava que «uma ética que nos obrigue somente a preocupar-nos com os homens e com a sociedade, não pode ser a verdadeira Ética. Somente aquela que é universal e nos obriga a cuidar de todos os seres nos põe em contacto com o Universo e a vontade nele manifestada».

 

É este um princípio Cristão, que não vejo ser seguido por aqueles que se dizem cristãos, enveredando pelo caminho da crueldade exercida sobre um outro ser, também criatura de Deus.

 

Respeitosamente,

 

Isabel A. Ferreira

(Cidadã portuguesa com direito à indignação)

 

 

 

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/38589.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:59

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