Domingo, 14 de Janeiro de 2018

«TOURADAS E OUTRAS VIOLÊNCIAS CONTRA ANIMAIS NÃO-HUMANOS»

 

Joselene Barreto é uma cidadã brasileira que, fazendo uma busca pela Internet, ao procurar informações sobre a Figueira da Foz, chegou ao até ao meu Blog e decidiu escrever-me a seguinte carta, com o título supracitado, a qual aqui transcrevo com a permissão dela, juntamente com a resposta que lhe dei.

 

E isto para dizer que vale a pena lutar por esta causa, neste Blog, porque as mensagens aqui transmitidas chegam longe, e fazem eco, não só no Brasil, mas em mais 103 países espalhados por todos os continentes.

 

Obrigada, Joselene.

 

COLISEU FIGUEIRA.jpg

 A nódoa negra da Figueira da Foz, que diz do atrasado civilizacional desta cidade.

 

Carta de Joselene:

 

«Querida Isabel,

 

Não a conheço, mas li o que você escreveu sobre as touradas em Portugal e no mundo. É realmente uma coisa que muito me entristece. Parabéns pela coragem de levantar essa bandeira.

 

Sou brasileira, neta de portugueses nascidos em Porto e em Braga, e casada com um Português nascido em Esposende. Tenho orgulho que a região onde eles nasceram não participa desse horrendo massacre contra os touros.

 

Aqui no Brasil também praticam o tal do “rodeio”. Uma festa horrível, de origem norte-americana, onde os bois, novilhos e cavalos são tratados como lixo. No sul, Estado de Santa Catarina, na parte colonizada pelos portugueses dos Açores, praticam a tal Farra do Boi. Pesquise na internet e verá quão horrível é (nem tenho coragem de lhe contar, tamanho o sofrimento dos animais).

 

Eu e meu marido estamos pensando em voltar para Portugal, mas como moramos à beira mar, na cidade de Santos, litoral do Estado de São Paulo, gostaríamos de em Portugal também morar à beira mar. Por isto escolhemos a cidade de Figueira da Foz, no Distrito de Coimbra.

 

Mas qual foi a minha surpresa de, ao viajar virtualmente em Figueira da Foz através do Google Maps, me deparar com uma construção enorme, redonda, tipo um coliseu, e descobrir que se tratava de uma Praça de Touros.

 

Foi assim que cheguei até você. Pesquisando sobre touradas em Figueira da Foz e em todo o Portugal.

 

Achei a cidade muito bonita, mas fiquei com muita raiva do povo de lá acolher esse tipo de horror.

 

Isabel, você acha possível, uma vez que nos mudemos para Figueira da Foz, fazer alguma coisa contra essas touradas? Você teria alguma idéia? Também como posso fazer para me engajar com você nessa sua luta, uma vez morando em Figueira?

 

Como a polícia portuguesa trata os manifestantes a favor dos direitos dos animais, uma vez que o próprio governo dos municípios é a favor das touradas? Há violência polícia x manifestantes e até adeptos das touradas?

 

Você já pensou em pedir auxílio a alguma organização internacional para, “juntos”, ganhando forças, conseguirem “engatinhar”, e “começar” a conseguir algum resultado contra essa velhacaria? Pensei na Mercy for Animals, mais relacionada a animais do campo (gado).

 

Não conseguirei morar em Figueira e sempre passar à porta da Praça de Touros, apenas achando ruim, mas sem fazer nada contra.

 

Muito obrigada por sua atenção

Aguardo sua resposta. Não queria desistir de mudar-me para Portugal.

 

Bjs,

Josie (Joselene Lacerda de Oliveira Barreto)

Santos – SP/ Brasil»

***

A minha resposta:

 

Querida Joselene,

 

Agradeço a sua mensagem, que me tocou profundamente.

 

Não nos conhecemos, mas tal não é obstáculo para que estejamos em sintonia.

 

Realmente, as touradas são uma prática horrorosa, que envergonha a Humanidade do século XXI depois de Cristo.

 

É muito triste viver num país, embora seja o meu país, onde estes costumes bárbaros ainda se mantêm enraizados, por culpa de governantes incultos, portadores de um descomunal atraso civilizacional.

 

Eu nasci em Portugal, mas fui para o Brasil com dois anos, passei a minha infância, adolescência e juventude, cá e lá, e quase toda aminha família é brasileira, portanto podemos considerar-nos irmãs.

 

Sei que no Brasil também praticam o chamado “rodeo” e as hediondas vaquejadas, com grande sofrimento para os animais. Tenho lutado também pela abolição dessas práticas importadas dos EUA. Conheço também a idiota Farra do Boi, uma prática oriunda dos Açores, onde ainda se praticam, em algumas ilhas, as imbecis touradas à corda, as quais conspurcam o belo Arquipélago dos Açores. Luto pela abolição de todas estas monstruosidades.

 

Fico feliz por o Porto, Braga e Esposende não estarem no rol dos municípios atrasados civilizacionalmente. Eu nasci em Ovar, uma cidade do Distrito de Aveiro, que também está limpa do lixo tauromáquico. Podemos orgulhar-nos das nossas terras de origem.

 

Em Portugal, existem 308 municípios e, destes, apenas cerca de 40 são medievalescos. Entre eles, infelizmente está a Figueira da Foz, uma bonita cidade, sim, mas manchada de lixo tauromáquico, com uma arena de tortura activa, que diz do atraso civilizacional da cidade.

 

Mas querida Joselene, existem muitas cidades à beira-mar, livres de touradas, no Norte do País e também no Sul.  

 

Na região de Esposende, por exemplo, terra do seu marido, existem belas praias e lugares paradisíacos para se viver, como Ofir, Belinho, Apúlia, e mais a norte, na região de Viana do Castelo (única cidade portuguesa que se declarou anti-tourada) existem sítios maravilhosos para morar, como Areosa, Vila Praia de Âncora, Afife, Moledo.

 

Mais para Sul, temos também lindas cidades à beira-mar, como Espinho. E no Concelho de Ovar, na zona da Ria, existem belas vivendas com vista para a própria Ria. Um lugar de sonho.

 

Não precisa de fixar-se numa cidade que, na época tauromáquica, suja-se com cartazes horrorosos, de propaganda à tortura de Touros e Cavalos.

 

Há muito tempo, vários grupos anti-tourada e pessoas como eu, individualmente, lutam pela Abolição da Selvajaria Tauromáquica, porque tal prática não passa disso mesmo. Todos os anos fazem-se manifestações na Figueira da Foz e nas restantes cidades atrasadas, para que os governantes evoluam e acabem com esta vergonhosa actividade medievalesca, que não passa de um insulto à civilização.

 

Não temos tido o sucesso desejado, embora cada ano que passa as touradas têm diminuído bastante, bem como também o número de adeptos, porque não estamos a lidar com pessoas normais. É gente completamente alienada, que optou pela ignorância, pois todos sabemos que a tauromaquia assenta em três bases: ignorância, estupidez e mentiras que, repetidas ao longo de séculos, tornaram-se verdades falaciosas para os que se recusam a evoluir.

 

Uma vez que escolha a Figueira da Foz para morar, como poderá fazer alguma coisa contra as touradas ou como se engajar comigo nesta luta? Boa pergunta.

 

Poderá fazer o que nós fazemos: insistir junto às autoridades locais   e governo central para que acabem com esta prática que envergonha a Humanidade e Portugal, diante do mundo civilizado.

 

A abolição desta selvajaria não está longe de acontecer. Já faltou mais. Porém, antes de limparmos os municípios deste lixo, temos de limpar a Assembleia da República Portuguesa dos deputados do PS, PSD, CDS/PP e PCP que, inacreditavelmente, estão lá para servir o lobby tauromáquico e não os interesses cultos do País. E isso é mais difícil de conseguir porque eles sentaram-se naquelas cadeiras com cola no fiofó. E a abolição passará por uma lei que acabe com este vergonhoso atraso civilizacional.

 

Quando há manifestações, a polícia portuguesa está claramente a favor dos carrascos dos animais e não a favor dos manifestantes que são pelos Direitos dos Animais, uma vez que os torturadores têm a lei pelo lado deles: é que em Portugal há uma lei retrógrada que permite que se torture Touros e Cavalos nas arenas, para divertir sádicos, porque os Touros e Cavalos não são considerados animais como os Cães e os Gatos, aliás, em Portugal, apenas os Cães e os Gatos são considerados animais, e têm uma lei que os protege, desde que não sejam “artistas” dos circos, ou de corridas. De resto, todos os outros animais, domésticos ou selvagens, podem ser exterminados, em Portugal, à vontade da crueldade dos seus criadores, caçadores e psicopatas.

 

Agora, raramente há violência nessas manifestações, em Portugal, exclusivamente porque os manifestantes animalistas rejeitam a violência, o que já não acontece com os torturadores que, sendo adeptos da tortura, por vezes, tentam atropelar-nos ou atacar-nos como atacam os Touros: cobardemente. Já aconteceu.

 

Quanto a pedir auxílio a estrangeiros, nós trabalhamos em conjunto com algumas organizações de Espanha, México e sul-americanas, no sentido de pressionar os governos dos respectivos países. Em Espanha, México, Equador, Peru e Bolívia tem-se conseguido óptimos. Portugal está mais atrasado, aliás como em quase tudo, porque mais atrasados têm sido os seus governantes, desde há muito tempo. Mas lá chegaremos.

Compreendo que não vá sentir-se bem morando na Figueira da Foz e ter de passar à porta da Praça de Touros, apenas achando ruim, mas sem fazer nada contra. É terrível esse sentimento.

 

Mas como lhe disse, se escolheu a Figueira da Foz apenas por ser uma cidade bonita e não por motivos de trabalho ou outros, há bastantes cidades bonitas, à beira-mar, livres do lixo tauromáquico, para nela poderem viver tranquilamente e civilizadamente.

 

Desde já lhe digo que lutar contra blocos de cimento armado não é nada fácil. Temos a certeza de que um dia esses “blocos” cairão como tordos, porque um dia é da caça e outro do caçador. Sempre foi e sempre será assim.

 

Não desista de Portugal. É um país lindo e maravilhoso para se viver, desde que não seja em cidades conspurcadas com lixo tauromáquico e atrasadas civilizacionalmente.

 

Espero ter-lhe sido útil.

 

Beijinhos, Joselene,

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Entretanto, recebi, hoje, uma mensagem da Joselene, a dizer o seguinte:

«Primeiramente gostaria de agradecer por sua resposta. Ela foi elucidativa a ponto de eu e meu marido desistirmos totalmente de nos mudarmos para Figueira da Foz. Como mencionou, há outros destinos em Portugal, provavelmente até mais lindos do que Figueira da Foz (que, à primeira vista, apenas virtualmente, pareceu-me linda)». (Joselene)

 

Sim, a Figueira da Foz é apenas virtualmente linda. Nenhuma cidade é plenamente linda, quando promove a selvática tortura de Touros e Cavalos.

 

Um dia, a Figueira da Foz libertar-se-á deste estigma, e tornar-se-á uma cidade realmente linda e digna de albergar cidadãos cultos e civilizados, quando assim o quiserem, os governantes. (IAF)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:41

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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

PAN AVANÇA COM PROJECTO-LEI PARA ABOLIR O USO E ABUSO DE ANIMAIS NO CIRCO

 

Por todo o mundo esta gigantesca onda civilizacional já corre a passos velozes…

 

Em Portugal marca-se passo…

 

ELEFANTE652db931b03434af33c6ed02458509c9_L.jpg

 É inconcebível que se mantenha enjaulado durante toda uma vida, este magnífico animal, nascido para ser livre na savana ou nas florestas…

 

No próximo dia 21 de Dezembro será debatido na Assembleia da República o projecto-lei que resulta de vários meses de estudo e reuniões com várias entidades e ONGs nacionais e internacionais, visando a proibição de utilização de animais, de qualquer espécie, em circos.

 

Segundo comunicado do PAN, «a proposta prevê que após a aprovação da lei seja proibida a aquisição ou reprodução de animais para além dos já previstos na Portaria 1226/2009, de 12 de Outubro. Para os animais actualmente detidos pelos circos estabelecer-se-á uma moratória, por um lado, para que os circos se possam adaptar a uma realidade sem animais e, por outro, para que haja tempo para se reencaminharem os animais para reservas. Os tratadores/ treinadores dos circos que cedam gratuitamente os animais ao Estado terão direito a um apoio para efeitos de reconversão profissional. Será ainda estabelecido um regime contra-ordenacional para o incumprimento da lei e para os casos mais graves será prevista a criminalização de certas condutas.

 

Apesar de em diversos países já existir legislação que proíbe a utilização de animais nos circos como são os exemplos de Chipre, Malta, Grécia, Holanda, Bélgica, Áustria, Itália entre outros na Europa e no Mundo, Portugal tem agora a oportunidade de dar mais um passo para um relacionamento mais ético com os animais.

 

Vários circos e promotores culturais têm vindo a abdicar dos espectáculos que utilizam animais das mais diversas formas. Os Coliseus de Lisboa e do Porto já o fizeram, adoptando uma decisão ética e de consciencialização da sociedade ao deixar os números artísticos entregues, exclusivamente, a seres humanos.

 

Nos últimos anos tem havido uma crescente discussão sobre o uso de animais em circos. Isto reflecte-se em várias alterações legislativas sobre esta matéria sendo que, até agora, 19 países da UE adoptaram limitações ao uso de animais em circos, assentes num amplo consenso académico fundamentado por consistentes argumentos científicos. Esta discussão adquire particular relevância nos períodos festivos com um aumento da oferta de espectáculos de circo um pouco por todo o país. É importante fazermos escolhas informadas sobre o tipo de actividades que escolhemos para nos divertirmos e para entreter e educar as nossas crianças. A declaração do Intergrupo do Bem-Estar e Conservação de Animais sobre os efeitos da vida de circo em animais selvagens, de Setembro de 2015 apresenta as principais implicações para o bem-estar de animais selvagens numa vida de circo, que vão do confinamento extremo de espaço, à impossibilidade de expressão dos seus comportamentos naturais, à separação precoce da progenitora, à restrição forçada das interacções sociais, aos treinos rigorosos e comprovadamente desconfortáveis para os animais e às viagens frequentes que perturbam os seus ritmos naturais entre outros constrangimentos.

 

É relevante recordar que o ano passado a TripAdvisor anunciou que deixou de ser possível comprar bilhetes para atracções que envolvam animais selvagens. O maior website de viagens do mundo não vai vender mais entradas para centenas de atracções nas quais os turistas estão em contacto directo com animais selvagens ou espécies em vias de extinção que estão em cativeiro e numa iniciativa que coloca a responsabilidade social à frente do lucro e que contribui para uma sociedade civil mais participativa e organizada.

 

“Os animais explorados nos circos são meras sombras daqueles que se encontram na natureza. Os animais que se encontram nos circos devem ser resgatados e colocados em reservas onde possam recuperar e preservar a sua integridade. As pessoas devem ser sensibilizadas e incentivadas a escolher apenas circos onde não haja animais”, refere André Silva, deputado da Assembleia da Repúblico, pelo PAN.

 

***

Força PAN, pode ser que desta vez a Lucidez consiga entrar na Assembleia da República.

 

Porque a verdadeira Arte Circense é apanágio exclusivo do Homo Sapiens Sapiens.

 

Fonte:

https://pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/1479-pan-agenda-projeto-lei-abolir-animais-circos.html

 

(ADVERTÊNCIA: Este Blog rejeita automaticamente a ortografia brasileira, preconizada pelo falso acordo ortográfico de 1990, que foi imposto ilegalmente aos Portugueses. Este Blog adopta a Língua Oficial de Portugal – a Língua Portuguesa, na sua matriz culta e europeia.)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:01

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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017

AO CUIDADO DO PS, PSD, CDS/PP, PCP E IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA QUE APADRINHAM A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Em consequência desse apadrinhamento existe uma fracção da população portuguesa mergulhada na maior miséria moral, cultural, social e educacional, que envergonha Portugal por todo o mundo, em todos os continentes, por onde o meu Blog navega…

 

Não vou pedir desculpa pelo lixo verbal dos comentários que aqui publico, porque esse lixo verbal é tão-só o resultado da política inculta dos partidos políticos que referi, apoiada pela igreja católica portuguesa, ao protegerem uma prática tão selvática, boçal e tosca, ao ponto de destruir o imo do ser humano, transformando os aficionados em seres desumanizados, sem capacidade para discernir entre o bem e o mal.

 

MISÉRIA MORAL.jpg

 

Um pequeno preâmbulo à laia de explicação:

 

 A tauromaquia não é algo que tenha a ver com Poesia, Arte, Literatura, Música, enfim, com a Cultura Culta à qual pertenço, por isso, quando escrevo sobre selvajaria tauromáquica, utilizo termos adequados a essa conjuntura e chamo os bois pelo nome. Não podemos, de modo algum, olhar para um monturo e nele ver um jardim paradisíaco… Podemos?

 

Portanto, escrevi um texto sobre a morte de um forcado (ver link)

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morreu-um-forcado-quando-torturava-um-738420

no qual chamei a atenção para a inutilidade destas mortes insanas e inglórias, fui simplesmente realista e utilizei os termos apropriados ao asselvajamento que é uma “pega”, apelando para a abolição desta coisa hedionda, cruel e imprópria de seres humanos.

 

Devido à falta de cultura, de discernimento, de lucidez e á boçalidade por parte dos aficionados, obviamente, estes nada entenderam do que leram (ou do que não leram) e partiram para a maior demonstração de estupidez que alguma vez eu já vi, ao ponto de me obrigarem a fazer um aditamento ao texto, advertindo que este não devia ser lido por estúpidos ou por quem sofre de iliteracia, porque não entenderiam nada.

 

Escusado será dizer que a advertência não foi compreendida e, meus senhores, da política e da igreja, recebi uma enxurrada de comentários, dos quais vos apresento esta amostra muito significativa e eloquente, cujo teor é praticamente igual ao de todos os outros comentários, que ficarão por publicar.

 

A selvajaria tauromáquica, sendo uma prática violenta e cruel, fabrica criaturas violentas e cruéis, broncas, grosseiras, do mais baixo nível moral e cultural, ordinárias, mal formadas, mentalmente deformadas, e porque não sabem Português, utilizam o aficionês, que é uma linguagem própria e exclusiva dos aficionados desta selvajaria, e caçadores, com a qual se comunicam entre eles; não sabem argumentar racionalmente, e assentam toda a sua afición na mais profunda ignorância e estupidez, uma ignorância e estupidez carimbada pelo PS, PSD, CDS/PP, PCP e igreja católica portuguesa.

 

Eis a espécie de portugueses que o governo português e a igreja católica portuguesa fabricam em Portugal, com o apoio que lhes dão. E que o mundo pasme, com tanta alarvice:

 

Maria Milho · Amigo/a de João Alfaro e 6 outras pessoas

És uma nojenta devias morrer com um corno enfiado no coração!!!!!

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Cristina Ana Cryz Es seca ... Vinda do inferno em corpo de humano .... Mas vai arder com o satanas...no inferno

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Miguel Figueira Esta Sra. só pode ser tratada por Sra. VACA e Sra. PUTA...o que uns preservativos tinham evitado...Ninguém pode dizer estas blasfémias e esperar continuar sem as ouvir....estes anormais que vem para aqui defender esta VACA asquerosa...reles...comunas de merda que vivem à pala dos meus impostos...São uns pelintras que não tem nada para fazer além de invejar a vida de outros...xuxas, comunas e esquerda caviar devia levar com ferros quentes pelo cu acima....

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415

 

Luis Menezes · 

Vaca nojenta, vem ao Alentejo para saberes o que é tortura. ...

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Manel Inez · Amigo/a de Alfredo Vieira

Ja agora e já que nao tens tomates, cria coragem e desabafa essa tua histeria fundamentalista, cara-a-cara com a familia e amigos do Pedro Primo. Isso é que era! Demente

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Manel Inez · Amigo/a de Alfredo Vieira

Ó Isabel, és uma ordinaria, anormal. Vai a Ponte de Lima que eles dão-te as boas vindas. Porca

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Antonio Batista Olha vai te pa puta que te pario o cabra de merda ....

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Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira e se fosse meu filho tinhas era os cornos partidos te juro . Podes bloquear . Ias ver onde ficava o inferno e o que era uma besta solta , seria pior que mil touros que tu defendes .

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Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira se fosse a si não saia tão cedo a rua .

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Nuno Ferreira Não querendo fugir ao nível de inteligência aqui postados por VExa. Isabel A. Ferreira e Maria Helena. Não sei de onde vieram, de que planeta são mas, acreditar que são do mesmo planeta que eu, ( Planeta Terra ) só vos desejo que se cruzem com a família ou amigos do forcado Pedro Primo. Vocês não só, faltaram ao respeito para com a família do mesmo, como também a todos os aficionados! Vocês as duas não gostam mais de animais do que eu, e não me parece que sejam merecedoras de respeito por parte do dito ser Humano ( o qual vocês desrespeitam ) talvez a justiça do homem chegue até vós... Não têm nada para fazer? Filhos para cuidar? Marido, não? Pois o vosso perfil é de quem, precisa mas não têm", se não gostam de Tauromaquia simplesmente não se metam na vida alheia! Tentei abstrair ", talvez arranhar Homem! Aflição que vocês têm pelos animais" ajudem meu Deus"... Por favor alguém faça alguma coisa! Vocês não são mulheres com M e nunca vão ser... Literatura e língua portuguesa uiiii meu Deus"... Que se encontrem brevemente com alguém que vos acerte o passo. O país é pequeno e vocês merecem ❤️❤️

 

 

Paulo Graça foi fodida por um toiro e apaixonou-se tem vergonha grande puta agora baixei ao seu nivel vaca

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Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira e se fosse meu filho tinhas era os cornos partidos te juro . Podes bloquear . Ias ver onde ficava o inferno e o que era uma besta solta , seria pior que mil touros que tu defendes .

 

Filomena Baptista Es mesmo uma grande puta e uma vaca como tu nem merece andar no cimo da terra estares a dizer essas coisas dos moços de forcados

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Tiago Mena Lei do retorno e fodida como vc disse n te esqueças ho velha

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Tiago Mena Por mim nao eu nao sou aficionado mas tamos a falar de um amigo e eu ao ver os comentarios dessa velha partiume o corçao Obs. Essa velha que nao saia a rua

 

Tiago Mena Nojenta velha carrancuda mete-te a frente de um toiro que nunca tenha visto um humano para veres o que ele te faz deviate nascer um pinheiro no cu burra do crl

 

António Potes Silva Santos Pessoas da tua laia oh velha de merda punhas a todas em auschwitz!!

 

Aderito Ferreira Mas eu ajudo a teres comentários, contribuo para a tua boa fama. A diferença entre uma máquina de fazer salsicha e a tua mãe é só uma, a máquina de fazer salsicha mete se a carne de porco/a e sai salsicha, no outro caso meteu se a salsicha e saiu uma porca... Primeiro estuda o toiro, aprende como vivem como são criados, depois aprende o que é tortura e tudo aquilo que falas, e depois então comenta seu ser insignificante, desumana, ordinária.... Não te desejo mal nenhum, apenas que quando chegar a tua hora que seja com um corno enfiado entre as pernas, assim ficavas feliz certamente.

 

Ana Paula Franco Franco Lembra-te que moras em Ovar ....tem cuidado com as palavras que publicas não vá algum touro bravo ai a Ovar dar-te algum par de marradas e coices ....

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José Paulo Cruz Bronca és tu minha vaca

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Aderito Ferreira O que tu queres é comentários ,fama , não olhas a meios para atingir teus objetivos, certamente nem sabes o que é realmente um toiro, não sabes que se terminares com as largadas o toiro bravo simplesmente deixa de existir, deixam de criar por ter pouca utilidade, desejares assim a morte a uma pessoa só prova a tua falta de mentalidade juntamente com quem te apoia, se o teu pai tivesse batido uma punheta pouparia mto dasss

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Comentário no post MORREU UM FORCADO QUANDO TORTURAVA UM TOURO MORIBUNDO

 

Sua burrinha moribunda o forçado não tortura coisa nenhuma, só se for a mulher quando chega a casa com os copos.

 

Desconhecido a 7 de Setembro 2017, 14:27

 

 ***

E falta aqui um comentário que é a obra-prima da ordinarice, tão obra-prima, que de tão ordinário é impublicável, mas se os senhores da política e da igreja estiverem interessados em estudar o "fenómeno", eu enviarei o comentário.

BUDA.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:21

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Domingo, 10 de Setembro de 2017

AS LÁGRIMAS DE CROCODILO DOS QUE LEVARAM À MORTE O FORCADO PEDRO PRIMA

 

Primeira observação: na imagem abaixo, pode ver-se crianças que assistiram, ao vivo, praticamente à morte do forcado. E se isto não é violento para uma criança, o que será violento????

 

Segunda observação: o forcado Pedro Prima foi atirado para a morte, pelos sádicos que, naquele dia, se encontravam naquela arena, e o aplaudiram, como se ele, o forcado, estivesse a salvar a vida daquele Touro (e isto sim, seria heroísmo).

 

Terceira observação: o Touro, atacado pelo bando de forcados, encontrava-se já ferido, debilitado, cansado, em grande sofrimento, perfurado por bandarilhas, e a sangrar, copiosamente, por dentro e por fora, numa palavra: estava moribundo, e se isto não é ser carrasco (verdugos, algozes) de um ser vivo, os terroristas são santos…

 

MORTE DE FORCADO.png

Origem da imagem:

http://www.jn.pt/local/noticias/beja/beja/interior/morreu-o-jovem-forcado-dos-amadores-de-cuba-ferido-durante-corrida-de-touros-8751039.html

 

O texto que escrevi, sobre este episódio (que pode ser recordado neste link)

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morreu-um-forcado-quando-torturava-um-738420

e em que coloquei o ponto no principal I, ou seja, na INSANIDADE desta prática selvática, gerou uma inacreditável onda de histerismo (perturbação mental) entre os aficionados de selvajaria tauromáquica, que se “atiraram” a mim, selvaticamente, como os tauricidas, cobardemente, se atiram aos Touros.

 

Este fenómeno foi analisado ao pormenor, por quem de direito, e chegou-se a esta aterradora conclusão: mas não é óbvio que o forcado morreu a satisfazer as taras dos psicopatas que pagam bilhete para aplaudir esta barbárie?

 

São os aficionados, providos de maus instintos, que têm as mãos sujas do sangue de Pedro Primo, e por todos os outros que já morreram ou ficaram aleijados nas arenas, e dos que vão continuar a morrer e a ficar tetraplégicos, se não se acabar já com esta carnificina inútil, insana e inglória.

 

Depois do mal feito, e ainda o corpo do malfadado forcado não tinha arrefecido, já os aficionados andavam por aí, na comunicação social, a aproveitar-se desta morte, para fazer propaganda à selvajaria tauromáquica, porque no fundo, estão-se nas tintas para estas mortes, o que lhes interessa é garantir o futuro da barbárie.

 

Se, na realidade, se importassem com a vida do forcado, não o atirariam para a arena, nem aplaudiriam uma façanhice tão indigna de seres humanos.

 

Os aficionados, os que andaram por este Blog e na minha página do Facebook a destilar o veneno que lhes corrói as entranhas, os maus instintos gravados no seu ADN, e a ignorância e estupidez em que assentam as suas crenças tauromáquicas, são os verdadeiros culpados pela morte do Pedro Prima, e numa tentativa de exorcizarem essa culpa, escolheram-me para bode expiatório.

 

Agora vêm para aqui chorar lágrimas de crocodilo e a atirar-me pedras, como se eles não fossem os verdadeiros culpados da morte do Pedro Prima.

 

E para aqueles que não sabem o que são “lágrimas de crocodilo” aqui deixo a origem desta expressão que tão bem assenta aos aficionados. Esta expressão surgiu a partir da observação do comportamento dos crocodilos na Natureza.

 

Os crocodilos, quando capturam uma presa, mordem-na com muita força, para que morram sem sofrimento (ao contrário dos tauricidas que adoram ver o Touro sofrer).  Para isso, precisam de abrir muito a boca, o que provoca uma pressão nas glândulas lacrimais, fazendo-os lacrimejar. Deste modo, o crocodilo parece chorar sempre que devora a sua presa. E as lágrimas soltam-se, com total ausência de emoções ou sentimentos.

 

É como quando descascamos e picamos cebolas bravas.

 

Logo, um aficionado que chora “lágrimas de crocodilo” é tido como hipócrita e aproveitador, pois tenta ganhar a confiança das pessoas, fingindo que se importa com a morte dos que ele atira para as arenas e aplaude.

 

É que uma coisa é morrer em pleno exercício de uma actividade digna do Homem, e outra coisa é morrer quando se está a maltratar um ser vivo moribundo, para divertir um bando de sádicos.

 

O que mexeu convosco, foi o facto de eu ter destruído mitos tauromáquicos.

 

Tenham vergonha!

A Vida para vocês, aficionados, vale ZERO, se não valesse, não seriam aficionados de TORTURA.

 

E vão procurar bodes expiatórios entre os que praticam, aplaudem, apoiam e promovem esta selvajaria que mata animais não humanos e animais desumanos.


Os animais humanos, não frequentam antros tauromáquicos.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:27

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Sábado, 2 de Setembro de 2017

«FANÁTICOS DA ERA ROMANA»

 

Porque as touradas indignam e indispõem os seres realmente humanos, desprestigiam Portugal e é coisa de psicopatas e sádicos, está mais do que na hora de nos livrarmos desta praga.

 

Eis um magnífico texto, publicado pelo Blog Sermões aos Peixes, que deve ser lido e reflectido pelos governantes portugueses, os maiores culpados da miséria cultural que a brutalidade das touradas espalha pelo país.

 

FANÁTICOS.jpg

 Até os touros têm mais empatia que muitas pessoas

 

«Continuando o tema das arenas, volto a repetir, deviam ser usadas estritamente para pessoas, nenhum animal deveria poder entrar ali.

 

Não é um tanto hipócrita mudar a lei para que as pessoas respeitem os animais, porque afinal até já sabemos que eles são seres sencientes como nós, mas não se aplica essa mesma lei aos outros animais!?! Os touros não são animais? Não são sencientes? Não sofrem nas touradas nem nas garraiadas?!? Os membros do governo estão em desacordo? Ou têm medo dos fanáticos das touradas? Ou será que lhes dá uma receita assim tão boa para baixar o défice?

 

Sejam quais forem as razões só posso dizer uma coisa, Portugal faz má figura à vista dos europeus, em todos os países onde estive, as pessoas abominam esse tipo de actividade bárbara e consideram os portugueses atrasados por ainda fazerem touradas.

 

Seremos então afinal um País evoluído culturalmente ou não? Nem os Descobrimentos Portugueses nos safam de ficar bem vistos quando se fala em arenas portuguesas e touros a serem espetados com grande algazarra festiva.

 

É incrível como pode haver ainda gente tão atrasada (no tempo, já que as arenas datam de há milhares de anos), insensível, ignorante, egoísta, faltam-me os adjectivos certos de tanto desprezo que sinto...

 

FANÁTICOS1.jpg

 Nem cultura, nem arte, nem tradição…. Apenas ignorância, estupidez e costume bárbaro, do tempo das trevas…. Evoluam, ó académicos… Desonram a Academia de Coimbra na vossa qualidade de estultos…

 

E esses forcados betinhos queques académicos que gostam de pontapear e socar touros, não têm brinquedos que chegue nas suas casinhas com piscina? Não têm dinheiro para um saco de boxe? Ou então porque não se esmurram uns aos outros? São tão inteligentes, até estão a estudar na Universidade de Coimbra, não é que se diz? Quem vai para lá é só gente altamente inteligente! Dizem os velhotes coitados. Pois mas afinal não, quem vai para lá é muito menino mimado também, sem valores, sem moral, sem um pingo de empatia e sensibilidade e alguns deles que estudam para médicos e advogados vão um dia parar a uma cadeira no governo ou numa clínica de veterinários... Não está certo!

 

É óbvio que não quero ofender quem estuda em Coimbra, até há lá muito boa gente como em todo o país, apenas me refiro aos ACADÉMICOS FORCADOS que participam em touradas e garraiadas, esses sim, ofendo. Até porque nós, seres Humanos, que somos "anti-sofrimento" dos animais, PORQUE ELES NÃO SÃO BRINQUEDOS, também somos ofendidos por esses fanáticos. Como por exemplo este sr. comentador da RTP, sem ética profissional, que decidiu dar o seu parecer com um insulto:

 

Talvez por isso a tourada tenha passado na TVI, ontem, e não na RTP, não sei as razões, só sei que ainda pensei que ninguém a iria transmitir e quando calho de fazer zapping e vejo um sr chamado Camané a cantar no meio duma arena fui aos arames! Ainda deixei ficar um minuto no canal, só para ver a cara das pessoas lá sentadas, só para tentar perceber que tipo de pessoas são essas que se satisfazem com o sofrimento ensanguentado dos touros, que não se preocupam com os pobres cavalos, que não sentem qualquer empatia, mas ao olhar aquela gente toda eu percebi que não há tipos de pessoas porque todo o tipo de pessoa estava ali sentado, de todas as idades, de todas as classes sociais, jovens que eu acharia que seriam um futuro melhor, o futuro com o conhecimento que os nossos pais e avós não tinham, mas afinal, há jovens mais ignorantes que muitos dos nossos avós.

 

Jovens que estudam para serem alguém, que talvez um dia em miúdos disseram que tornariam o Mundo melhor e, no entanto, saem da sala de aula da universidade com o seu traje preto e vão bater em animais indefesos, divertindo-se com isso.

 

A garraiada pode não parecer terrível como a tourada mas eles amarram e cobrem os cornos dos touros, usam fêmeas com um ano de idade que ainda nem estão formadas fisicamente, que ficam aterrorizadas com isto, que são soqueadas e podem ficar cegas, ter um ataque cardíaco ou morrer. No ano passo uma morreu quando lhe partiram o pescoço nesta "BRINCADEIRA INOFENSIVA" como lhe chamam.

 

E as Misericórdias e as IPSS, acham digno torturar touros? Acham moral financiarem as vossas obras sociais e humanitárias às custas do sofrimento de um ser inocente??

 

QUANDO É QUE O NOSSO GOVERNO VAI AGIR SEM MEDO? QUANDO É QUE VAI MOSTRAR COERÊNCIA NOS SEUS ACTOS, E JUSTIÇA NAS SUAS PALAVRAS?

 

AS TOURADAS, AS GARRAIADAS, TÊM QUE ACABAR, DE VEZ!!

 

Agora em Viana do Castelo queriam "plantar" uma ARENA AMOVÍVEL lá ao pé da Santa Luzia! EU NEM SABIA QUE EXISTIA TAL COISA!!!! ARENAS AMOVÍVEIS... SÓ NESTE PAÍS MESMO...

 

Mas felizmente a juíza do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga indeferiu o pedido devido ao perigo de incêndio naquela zona florestal, e não vai haver tourada para ninguém nas Festas, que ironicamente se chamam Festas da Nossa Senhora da Agonia! Pelo menos não serão os touros a agonizar mas sim esses senhores que se apelidam de "Vianenses pela Liberdade".

 

Onde há sofrimento não há liberdade!

 

Evoluam, respeitem os outros seres! Deixem o País evoluir!

(…)

 

Fonte:

http://sermoesaospeixes.blogspot.pt/2017/08/fanaticos-da-era-romana.html?m=1

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2015

AFICIONADOS DA ILHA TERCEIRA (AÇORES) RECUSAM-SE A EVOLUIR

 

Quando se passa uma vida inteira a ouvir mentiras, a venerar a incultura, e a considerar a selvajaria tauromáquica “tradição”, “cultura”, “arte”, “identidade de um povo”, “património” as mentes cristalizam e o resultado é catastrófico.

 

Prova disso são estes três comentários que mostram a profunda escuridão nas mentes destes terceirenses que, incapazes de entender o óbvio, de raciocinarem, recusam-se a evoluir e insistem, insistem, e tornam a insistir numa ignorância datada de tempos obscuros… apesar de lhes darmos todas as oportunidades para progredirem… todas as informações para se instruírem…

 

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Os broncos divertem-se assim, na Ilha Terceira (Açores) - Isto será um “divertimento” civilizado ou um “divertimento” perverso, primitivo e parvo? Alguém com sensibilidade e bom senso que responda.

 

***

Eis os comentários:

 

Beatriz Lima, deixou um comentário ao post VIVA A ILHA TERCEIRA (AÇORES) PELA ESTUPIDEZ DE UM “DIVERTIMENTO” PERVERSO, PRIMITIVO E PARVO! às 22:41, 2015-06-30.

 

Comentário:

Broncos são vocês é assim, essa tradição já existe à anos, voces (ja que nos chamam nomes) cambadas de idiotas, não percebem, e porquê? porque nao vivem cá, obvio né! e se estamos a difamar os açores deixa difamar, existe pelo o mundo tanta coisa pior do que a largada, tanta gente pelo mundo a ser morta so porque lhes apetece, tanta coisa muito pior que isso, e so sabem é criticar isso como fosse a pior coisa do mundo! recusamos a evoluir? olha se prestasses mais atenção irias ver que isso é mentira! porque estamos a evoluir imenso otária! nao podemos dizer para prestares atenção as noticias, porque para as noticias os açores nao existem.. somente aparece mortes e assaltos e o governo nas noticias.. mas pronto! mas ouve, e corrida a cavalo, nao falas? apesar de nao estarem a magoar os humanos estão a a magoar um animal! mas claro nesse caso caga no animal e vamos mas é para a corrida à praça né? nem vale a pena continuar com isso, beijos dos broncos para você otáriazinha :*

 

***

Repare-se nos “argumentos” desta Beatriz Lima: pretende justificar a estupidez com estupidez.

E estão a “evoluir imenso”…

Quanta incultura!

E não sou eu que o digo. São os sábios com quem aprendi.

 

***

Samuel Toste, deixou um comentário ao post VIVA A ILHA TERCEIRA (AÇORES) PELA ESTUPIDEZ DE UM “DIVERTIMENTO” PERVERSO, PRIMITIVO E PARVO! às 23:21, 2015-06-30.

 

Comentário:

Vou ser breve nas palavras... Quero apenas relembrar que para quem diz ter uma Licenciatura em Letras, ter trabalhado na Área de Jornalismo e o MAIS TRISTE na Educação... Dever saber que, apesar de ter todo o direito de se exprimir contra esta "Tradição", nada lhe dá o direito de ofender deliberadamente qualquer pessoa que participe ou não nesta "Tradição". Deixa que me diga que após ler este... chamemos "texto"... deixa muito a desejar sobre as suas capacidades enquanto profissional.

 

***

O Samuel Toste confunde OFENSAS com EVIDÊNCIAS.

Divertir-se com o sofrimento físico e psíquico de um animal (seja não humano ou humano) é uma particularidade de psicopatas.

E não sou eu que o digo. São os sábios com quem aprendi.

 

***

Ana, deixou um comentário ao post VIVA A ILHA TERCEIRA (AÇORES) PELA ESTUPIDEZ DE UM “DIVERTIMENTO” PERVERSO, PRIMITIVO E PARVO! às 00:38, 2015-07-01.

 

Comentário:

Boa noite, acho que a sua critica à cultura Terceirense esta muito mal fundamentada, afinal cada zona do mundo tem as suas culturas e devemos primeiramente respeitar, e posteriormente tentar conhecer, caso que pelo seu post não foi nem um pouco realizado. Visto ter uma licenciatura em historia devia estar mais aberta à historia dos sitios que não conhece e não estar empenha em deitar a sua cultura abaixo. Caso nao goste de toiradas está na seu direito mas por favor primeiro informe-se e só posteriormente faço comentários absurdos como os que aqui fez.

 

***

Esta Ana, não sabe que divertir-se com a tortura de animais é um acto cruel e primitivo, impregnado de uma ignorância que nada tem a ver com CULTURA, nem tradição, nem arte, nem História, mas tão-só com a estupidez no seu estado mais puro.

 

E não sou só eu o digo. São os sábios com quem aprendi.

 

***

Pois então, pela enésima vez, aqui deixo umas “dicas” para que as Beatrizes, os Samuéis e as Anas da Ilha Terceira possam EVOLUIR.

 

Em primeiro lugar vamos aprender o que é Tradição, Cultura, e Arte (e esta definição não é minha, é dos sábios com quem aprendi):

 

Tradição, Cultura e Arte são o que o Homem cria para tornar a Humanidade mais sensível, mais inteligente, mais civilizada, mais evoluída, mais bela…

 

Algo que não se encaixa naquilo que vemos nas imagens aqui publicadas.

 

Violência, crueldade, tortura, sangue derramado, ou seja, tudo o que humilha e desrespeita e esvazia a Vida Animal da sua essência primordial, jamais, jamais poderá ser considerado Tradição, Cultura e Arte, em parte alguma do Universo.

 

A Ilha Terceira está à beira do abismo da incivilidade.

 

***

E para que não digam que a má da fita sou eu, vou retirar do comunicado da Associação Amigos dos Animais da Ilha Graciosa (portanto, gente sábia açoriana) redigido por ocasião da pretensão de elevar a selvajaria tauromáquica a Património Cultural e Imaterial do Município, palavras bem elucidativas daquilo que não só eu, mas todo o mundo civilizado pensa do “divertimento” perverso, primitivo e parvo que os broncos terceirenses (isto não é um insulto, é uma evidência) querem, porque querem, que seja um entretenimento civilizado e culto.

 

E espero que as Beatrizes, os Samuéis e as Anas da Ilha Terceira entendam, de uma vez por todas (para não andarmos sempre a repetir o mesmo), as palavras que se seguem, que não são minhas (as minhas são apenas as que estão sublinhadas):

 

«Nenhuma tradição que se alicerce na crueldade e sofrimento de seres sencientes, como o são todos os animais, porque sentem e sofrem como nós, é aceitável, quer do ponto de vista cultural, quer do ponto de vista ético e moral. Urge que os nossos políticos se consciencializem de que qualquer incentivo à crueldade contra animais é também um incentivo à criminalidade contra pessoas.

 

Os Touros são animais muito pacíficos que passam a maior parte da sua vida nos pastos; são sujeitos a uma situação de extrema brutalidade que não só lhes inflige muito sofrimento, mas também os obriga a comportarem-se de uma forma muito diferente da habitual (pois têm todo o direito de se defenderem dos seus algozes), o que lhes dá a falsa reputação de “bravos”.

 

É inegável que os Touros sofrem antes, durante e após as touradas (sejam de que modalidade forem). Desde a deslocação do animal do seu habitat natural, a sua introdução num caixote minúsculo no qual não se consegue mover e onde fica 24 horas ou mais, o corte dos chifres (a sangue frio) e as agressões de que é vítima para o enfurecer, a perfuração do corpo, tudo isto representa sem quaisquer dúvidas (e não é necessário ser-se muito culto, qualquer analfabeto sensível sabe disto) um sofrimento intenso e insuportável para um animal tão sensível.»

 

Este “divertimento” perverso, primitivo e parvo é pois «incompatível com a Declaração de Reserva Biosfera, com o respeito pelo meio ambiente e pelos animais, no marco de uma sociedade que se pretende em equilíbrio com o entorno natural.

Ademais, a tauromaquia não conta com o apoio da maioria da sociedade açoriana, dizem as petições, e é incompatível com a sociedade do século XXI (da era cristã)

 

Todos os governantes (desde os mais inferiores aos mais superiores na hierarquia governativa) devem «cuidar do bem geral da sua população e da manutenção dos seus valores (morais, culturais, sociais e humanos) e não de espectáculos cruéis, rejeitados pela (esmagadora) maioria da sociedade» (e por todo o mundo civilizado).

 

(No que respeita à sustentabilidade das touradas, nenhum evento tauromáquico, nos apenas oito países do mundo que ainda mantém este “divertimento” perverso, primitivo e parvo, é auto-suficiente, tal como comprovam os excessivos apoios públicos à tauromaquia.)

 

«As “tradições” que causam sofrimento e humilhação não devem ser preservadas, ao contrário das boas tradições que deverão perdurar. A corrida de Touros (a tourada à corda, a largada de Touros, ou seja lá o que for que use e abuse dos Touros) é uma luta desigual e cobarde. É fácil de entender que este ritual ao invés de elevar o homem, bestializa-o e de forma alguma poderá considerar-se cultura, arte ou património, muito menos aceitar que fundos públicos, já tão escassos para áreas carenciadas como a Educação, a Saúde, a Protecção Social e a Cultura possam ser usados no financiamento da tauromaquia, que em nada engradece os Açores, os governantes, o povo e a Humanidade…

 

***

Entenderam, aficionados terceirenses?

Ou precisam que eu faça um desenho?

As palavras dos vossos compatriotas cultos da Ilha Graciosa falaram por mim.

Espero não ter de repeti-las neste Blog, já tão repetitivo nesta matéria.

Mas é que não estamos a lidar com gente normal, que apreende o óbvio logo à primeira…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:58

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Segunda-feira, 9 de Março de 2015

ESTE FOI O COMENTÁRIO MAIS ESTÚPIDO QUE JÁ RECEBI SOBRE AS TOURADAS À CORDA NOS AÇORES

 

Vou responder à letra a este comentário (embora a estupidez me provoque urticária) para que não voltem a enviar-me esta verborreia, porque já estou farta dela.

 

Será que ainda não aprenderam nada com o que aqui é publicado?

 

Hoje em dia, ser ignorante é uma opção. Sabia, Mariana Silveira?

 

E os que aqui vêm, a este Blog, depois de lerem (ou não lerão?) o que publico, atreverem-se a ignorantar a este propósito é um pouco demasiado, não será?

 

TOURADA À CORDA.jpg

Esta é uma triste cena, numa rua da Ilha Terceira, onde um bovino se encontra no chão, ferido, amarrado a cordas e de cornos embolados. E uma “gentinha”, ao redor, a assistir a esta parvoíce.

 

***

Mariana Silveira, deixou um comentário ao post É ASSIM, A TOURADA À CORDA NOS AÇORES… UMA VERGONHA, QUE O MUNDO REJEITA E CONDENA… às 20:55, 2015-03-08.

Comentário:

 

Boa noite! Venho por este meio informar-lhe que nós não magoamos os touros nas touradas à corda. Primeiramente, estes são postos à prática para mostrar a sua bravura, aliás os animais magoam-se a si mesmos no asfalto mas quando o foguete é lançado para que os mesmos entrem na gaiola, as feridas são cuidadas e não, nós não os abatemos a seguir às touradas. Em segundo lugar, as touradas à corda são Homem "contra" touro, sem espetos de ferro a magoarem o animal, sem cavalos a ajudarem os humanos e sem ser uma arena fechada onde não há hipótese de fuga ou defesa. A bem dizer é um confronto justo, pois só à contacto físico natural vindo das duas partes. E finalmente, faça favor de se informar melhor sobre as tradições da MINHA ilha, porque nós não somos todos uns embriagados, uns incultos ou analfabetos! Sou uma terceirense muito orgulhosa e oxalá Deus lhe tire a ignorância que lhe transborda.

 

***

«Venho por este meio informar-lhe que nós não magoamos os touros nas touradas à corda».

 

- Não, Mariana Silveira, não magoam…POUCO. Esta imagem fala por si, mas há muitas mais que provam precisamente o contrário. E eu já estou demasiado informada sobre esta selvajaria, praticada apenas por gente bronca (felizmente uma minoria nos Açores). Não preciso de mais informações, muito menos de informações idiotas. É que basta retirar os bovinos dos pastos e metê-los em gaiolas para estar a violentá-los barbaramente, cobardemente.

 

«Primeiramente, estes são postos à prática para mostrar a sua bravura, aliás os animais magoam-se a si mesmos no asfalto mas quando o foguete é lançado para que os mesmos entrem na gaiola, as feridas são cuidadas e não, nós não os abatemos a seguir às touradas

 

- Primeiramente, Mariana Silveira, os bovinos não existem para serem postos “à prática” de coisa nenhuma, a não ser a de pastar tranquilamente, livremente, nos campos verdes das ilhas do Arquipélago dos Açores.

 

Segundamente, Mariana Silveira, os animais magoam-se a si mesmos no asfalto, porque os bovinos não nasceram para andar no asfalto a correr, assustados, à frente de broncos avinhados.

 

Terceiramente, Mariana Silveira, quando o foguete é lançado os animais assustam-se, porque qualquer ser sensível se assusta com esse foguetório infernal, que devia ser proibido. Até eu me assusto. Se há uma coisa que detesto é esse barulho horroroso dos foguetórios. Tenho ouvidos sensíveis, como todos os verdadeiros animais têm, incluindo os bovinos.

 

Quartamente, Mariana Silveira, quando o horroroso foguete é lançado para que (o bovino) entre na gaiola as feridas são cuidadas? Afinal MAGOAM os animais. E sabia que obrigar um animal a entrar numa gaiola é uma violência, tão violenta como meter a Mariana Silveira numa gaiola? Já experimentou? Então experimente. Mas antes mande lançar um foguete.

 

Quintamente, Maria Silveira, não abatem os bovinos quando as touradas acabam? Pois não. Quantos deles morrem pelo caminho, ou lentamente à falta de cuidados? Tudo isto é uma violência. Uma crueldade desmedida.

 

«Em segundo lugar, as touradas à corda são Homem "contra" touro, sem espetos de ferro a magoarem o animal, sem cavalos a ajudarem os humanos e sem ser uma arena fechada onde não há hipótese de fuga ou defesa

 

- Mariana Silveira, as touradas à corda são “omem” (sem h, porque Homem com H maiúsculo não se mete nisto) "contra" bovino, sem espetos de ferro a magoarem o animal, sem cavalos a ajudarem os humanos e sem ser uma arena fechada onde não há hipótese de fuga ou defesa, mas esqueceu-se de acrescentar as cordas que o impedem de fugir, e dos cornos embolados, que o impedem de defender-se legitimamente. E toda aquela gritaria de gente histérica e alcoolizada que perturba até o asfalto, quanto mais um ser sensível, como é o bovino, e tudo isto é de uma violência psicológica inominável.

 

 

«A bem dizer é um confronto justo, pois só à contacto físico natural vindo das duas partes

 

- A bem dizer, mariana Silveira, o confronto não é justo, pois o contacto físico não é natural, pelo contrário, é completamente anormal, porque o Homem não nasceu para andar a correr atrás de bovinos amarrados com cordas e com os cornos embolados; e os bovinos não nasceram para ser puxados com cordas nas ruas, por “omens” alcoolizados. Isto não é nada natural. Isto é totalmente aberrante. Só os broncos e cobardes o fazem. Sabia?

 

«Faça favor de se informar melhor sobre as tradições da MINHA ilha, porque nós não somos todos uns embriagados, uns incultos ou analfabetos! Sou uma terceirense muito orgulhosa e oxalá Deus lhe tire a ignorância que lhe transborda

 

- Como diz, Mariana Silveira? Tradições da sua ilha? Não. Não são tradições. As tradições DIGNIFICAM os povos. A tourada não passa de um costume bárbaro, introduzido no Arquipélago dos Açores, pelos bárbaros espanhóis, no tempo das Dinastias Filipinas. E já era tempo de deixarem essa barbárie. Os Filipes já saíram de Portugal há muito. Ainda não se deram conta disso?

 

Quanto ao não serem todos uns embriagados, incultos ou analfabetos, na realidade não são todos. Felizmente são uma minoria, mas uma minoria apoiada por governantes incultos que impedem que a evolução e a civilização entrem no Arquipélago. É muito triste.

 

E saiba que Deus já me tirou da ignorância, e o que transborda em mim é o conhecimento excessivo do que é esse costume bárbaro de que alguns açorianos tanto se orgulham e deviam de envergonhar-se, porque só dá mau nome a um Arquipélago que poderia ser um paraíso perfeito, se não fosse essa prática praguenta dos broncos.

 

E nunca mais se meta a defender a “cultura” desses broncos, a não ser que me apresente argumentos racionais, éticos e morais, para o fazer.

 

É que já estou farta de tanta ignorância, depois de aqui colocar tanta informação a este respeito.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:39

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Quinta-feira, 10 de Julho de 2014

«CRIANÇAS EXPOSTAS À VIOLÊNCIA DAS TOURADAS»

 

Reflexões sobre assuntos actuais, em Portugal, pelo jornalista e escritor irlandês Len Port, no seu Blog «Portugal Newswatch»

 

«Este é o primeiro artigo/reportagem sobre as TOURADAS escrito por um Jornalista Irlandês, em grande parte resultado do trabalho determinado, paciente, persistente, conciliador e motivador que o nosso valoroso Dr. Vasco Reis, Médico Veterinário algarvio, vem desenvolvendo há anos no Algarve, e que em breve levará ao encerramento da Praça que mais touradas realiza neste belo jardim à beira-mar plantado» 

O círculo começa a apertar-se...

 

Cartaz: «Por favor, não visite este lugar de tortura»

(Foto tirada em Albufeira, em Junho de 2014)

 

Quarta-feira, 9 de Julho de 2014 

 

«Muitos turistas estrangeiros estão involuntariamente a maltratar os seus filhos e a violar a lei, trazendo os jovens menores de idade para touradas, de acordo com os activistas de direitos animais no Algarve.

 

O grupo activista «Cidade de Albufeira Anti Touradas» (CAAT) está a solicitar aos serviços de inspecção do Governo, responsáveis pela segurança em espectáculos públicos, para parar de fazer vista grossa ao acesso ilegal de crianças, com idades inferiores a 12 anos. 

 

Os manifestantes afirmam que muitos jovens estão a ser flagrantemente expostos à crueldade contra os animais, cada vez que uma tourada é realizada no Algarve.

 

Os turistas constituem a grande maioria dos espectadores na praça de touros de Albufeira, o local onde se realiza mais touradas no país. 

 

A Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR) confirma que a lei proíbe claramente a entrada de crianças com idade inferir a 12 anos.

 

Não há excepções a esta cláusula. Quando as autoridades não têm certeza da idade da criança, os pais devem ser instados a mostrar um documento que comprove a identidade e idade da criança. Se os pais não o fizerem, a responsabilidade pelo cumprimento da lei será deles. 

 

No início do corrente ano o Comité das Nações Unidas para os Direitos da Criança expressou a sua preocupação acerca desta matéria, e exortou Portugal a investigar os efeitos mentais e emocionais da exposição de crianças à violência das touradas.  

 

Os manifestantes anti-tourada não culpam os turistas por estes, conscientemente, maltratarem os seus filhos ou violarem a lei. A maioria dos pais estrangeiro, britânicos e outros, dizem eles, não têm conhecimento da lei e são eles próprios vítimas da desinformação quanto às touradas serem uma característica aceitável da cultura portuguesa.

 

«Dizem a toda a gente que os touros não são mortos na arena como em Espanha, por isso soa como se as touradas portuguesas fossem inocentes», diz Isabel Searle, líder dos manifestantes. «Mas os turistas não são informados sobre o sofrimento dos touros antes, durante e depois das lutas».

 

Esta forma de entretenimento público ocorre em Portugal, bem como em Espanha, há vários séculos, mas um número crescente de pessoas, em ambos os países estão a exigir que ela seja abolida.

 

As crianças, juntamente com os adultos que assistem a uma tourada em Albufeira podem testemunhar quatro ou cinco touros a serem torturados e trespassados por bandarilhas, num espectáculo que tem a duração de cerca de duas horas.

 

As touradas são realizadas semanalmente, durante os meses de Verão. «Os turistas vão por curiosidade. Eles não estão cientes da crueldade envolvida», disse Mark Evans, um membro do grupo activista.

 

«Eu já vi muitos turistas em estado de choque e, por vezes, fisicamente doentes, após a sua primeira tourada. Eles não vão uma segunda vez».

 

Manifestantes do CAAT, de várias nacionalidades, estão a planear uma outra manifestação pacífica, do lado de fora da arena de Albufeira, na próxima Quarta-feira à noite (16 de Julho) e, novamente, na noite de Sexta-feira, 22 de Agosto. Eles estão a apelar a todos os outros, residentes estrangeiros, bem como portugueses, para se juntarem a eles.

 

Quando questionada sobre permitirem crianças na praça de touros, a polícia disse aos manifestantes que essa era uma questão para a Inspecção-geral das Actividades Culturais (IGAC). Mas este organismo não tem mostrado, até agora, nenhum interesse em aplicar rigorosamente a lei, dizem os activistas.

 

Ao promover a consciencialização dos turistas para a brutalidade envolvida nas touradas, os manifestantes esperam pôr fim às touradas no Algarve, o que pode eventualmente levar a uma proibição em todo o país.

 

Um dos poucos aficionados britânicos que vivem no Algarve, o qual frequenta touradas em Espanha há décadas, disse-nos que o craveira de touradas no Algarve é baixa, porque elas são apenas espectáculos para turistas.

 

Ele concordou que a tourada é um espectáculo violento e observou que, mesmo no seu mais alto nível, é perigosa para os homens que lutam a pé, que são muitas vezes feridos, às vezes fatalmente, quando atingidos por um touro pesando uns 500 quilos. Os Cavalos, que se apresentam nas Corridas de Touro à Portuguesa, também correm risco de morte.

 

Comparado com o gado domesticado, criado para carne, os touros destinados à arena têm um estilo de vida muito melhor, afirmou. Touros de qualidade são mantidos em boas pastagens durante cinco anos antes de entrar na arena em condições físicas superiores, enquanto os bovinos são frequentemente tratados com medicamentos para acelerar o crescimento e mantidos em ambiente miserável antes de serem abatidos com menos de dois anos de idade.

 

Ele não tem certeza que o apoio às touradas diminuiu, e acrescentou que a proibição das touradas na Catalunha foi politicamente motivada, enquanto a sua popularidade na Andaluzia e em algumas terras portuguesas ainda era muito forte. Na França, está a aumentar, disse ele.

 

Vasco Reis, médico veterinário Português aposentado, que estudou touradas, e cuja persistência ajudou a aboli-la no município algarvio de Aljezur, argumenta que as reacções anatómicas, fisiológicas e neurológicas dos touros, cavalos e seres humanos são semelhantes quando são ameaçados, estão assustados ou feridos.

 

«O senso comum diz-nos isso e a ciência confirma-o», diz ele.

 

«É importante mencionar a claustrofobia e o pânico que o touro sente quando é retirado violentamente do campo e transportado num espaço confinado. Em seguida, é constantemente abusado com a intenção de o enfraquecer fisicamente e emocionalmente antes de ser levado para a arena.

 

«Uma vez na arena, o touro é submetido a muita provocação e tortura. Depois vem mais sofrimento com a extracção, sempre violenta e dolorosa, das lanças, rasgando e golpeando a pele para arrancar as bandarilhas.

 

«Quando a tourada acaba, o animal é transportado para longe, desgastado, ferido e febril, numa acidose metabólica tóxica grave, o que o torna muito doente, até a morte num matadouro, alguns dias depois, quando, finalmente, é libertado do seu sofrimento.»

 

O veterinário afirma que os cavalos numa praça de touros sofrem de cansaço e tensão psicológica terrível, porque eles são dominados e encorajados pela força, para enfrentar o touro quando o instinto natural do cavalo é para fugir da situação.

 

«Com um treinamento pesado, as esporas que o ferem, peças na boca e um grilhão ao redor da mandíbula, que é um modo doloroso para dominá-lo, o cavalo corre o risco de morte na arena, quer por ataque cardíaco ou devido às graves feridas que lhe são infligidas».

 

Vasco Reis conclui: «É difícil, se não impossível, acreditar que os toureiros e aqueles que gostam de touradas possam dizer que amam os touros e cavalos, quando eles os submetem a esse tipo de violência.

 

«Eu não posso ajudar, mas pergunto por que uma actividade tão violenta, baseada no sofrimento público destes animais, é permitida continuar, autorizada por lei, ou até mesmo ter adeptos e ser aplaudida e glorificada por alguns. A verdadeira democracia não permite tortura».

 

O texto original, em  Inglês, está no seguinte link:

www.algarvenewswatch.blogspot.com

 

Abram este link:

http://www.algarvedailynews.com/features/legal/2856-children-exposed-to-bullfight-violence

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:34

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Quarta-feira, 5 de Março de 2014

DEDICO ESTE VÍDEO ÀQUELES AFICIONADOS QUE VÊM AO MEU BLOG AMEAÇAR-ME COBARDEMENTE…

 

O que sóis vós diante das forças da Natureza?

 

O que é a vossa irracionalidade comparada com a racionalidade dos animais não humanos?

O que representais vós na cadeia cósmica que une todos os seres vivos?

 As respostas para estas perguntas estão neste vídeo que tive o cuidado de traduzir para que todos possam entender.

A FAVOR DOS DIREITOS DOS ANIMAIS

 

 

  Quem é mais animal?

 

Não esperes o momento perfeito, agarra o momento e torna-o perfeito…

 

A mim não me preocupa morrer, preocupa-me ser feliz enquanto estou viva…

 

Não importa quem te deu a vida, o que importa é quem te ensinou a viver…

 

Ser bom não é ser idiota, ser bom é uma virtude que alguns idiotas não entendem…

 

O homem inferior ama a sua propriedade, o Homem Superior ama a sua alma…

 

E por cada minuto em que estás com raiva, perdes 60 segundos de felicidade…

 

Nunca te esqueças de sorrir, porque um dia em que não sorris será um dia perdido…

 

A Vida: ou a vives ou a entendes, mas não as duas coisas ao mesmo tempo…

 

Se porventura um amigo não conseguir levantar-te, procurará um modo de não deixar-te cair…

 

Busca a paz para a tua mente, e terás saúde para o teu corpo…

 

Aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a simples arte de viver como irmãos…

 

As tuas crenças não fazem de ti uma pessoa melhor, mas o teu comportamento, sim…

 

Para mim, a minha consciência vale mais do que a opinião do mundo inteiro…

 

Os que asseguram que é impossível, não devem interromper aqueles que, como nós, estão a tentar…

 

Não basta a indignação, é hora do compromisso …

 

Salvar um animal não muda o mundo, mas mudará o mundo desse animal…

 

Porque as pessoas que estão o suficientemente loucas com a intenção de mudar o mundo são as que, de facto, o melhoram…

 

***

A vossa falta de empatia para com os seres não humanos transforma-vos em seres despidos de humanidade, logo, incapazes de gostar de vós próprios.

 

Vós sois os vossos piores inimigos.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:43

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Quinta-feira, 19 de Dezembro de 2013

A PROVA DE QUE OS ANIMAIS DITOS NÃO HUMANOS TÊM SENTIMENTOS MAIS HUMANOS DO QUE MUITA GENTE QUE “CIRCULA” POR ESTE BLOG

 

Um vídeo extraordinariamente comovente…

 
publicado por Isabel A. Ferreira às 18:31

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