Terça-feira, 13 de Agosto de 2019

GRANDE FIASCO: TOURADA PARA AS “MULHERES”, EM PONTE DE LIMA, FOI CANCELADA LOGO AO PRIMEIRO TOURO

 

No passado domingo, em Ponte de Lima (vila muito atrasada civilizacionalmente, diga-se de passagem) era para se realizar uma sessão de selvajaria tauromáquica “dedicada” às “mulheres”, protagonizada por três louras montadoras de Cavalos: Sónia Matias, Ana Batista e Verónica Cabaço.

 

Refira-se que a assistir a esta selvajaria estavam cerca de 200 gatos-pingados (e eles dizem que são aos milhares).

 

Uma coisa é certa, tudo está a correr mal na tauromaquia, que está adar as últimas. E agora é definitivo. Isto não vai com leis, vai com a extinção natural de uma prática que já não tem cabimento nos tempos que correm.

 

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A sessão selvática foi cancelada logo no primeiro Touro, toa ser torturado por Sónia Matias, porque o chão da arena estava encharcado, transformado num mar de lama, e diz a notícia que a Sónia até “sofreu” (comparado com o Touro, nem sabe o que isso é) alguns sustos durante a lide.

 

Mas pau que nasce torto tarde ou nunca se endireita. Uma sessão de selvajaria tauromáquica para “homenagear” mulheres é um insulto à feminilidade e à sensibilidade de quem nasceu MULHER (porque há as que são apenas fêmeas) portanto, isto, à partida, tinha tudo para dar errado.

 

E é assim que se esbanja dinheiros públicos, num “divertimento” para duas centenas de broncos.

 

E isto só é possível, porque o PS, o PSD, o PCP e o CDS/PP não têm a hombridade de votar contra esta aberração, quando o Bloco de Esquerda, o PEV e o PAN apresentam projectos para acabar com esta vergonha, que só desprestigia Portugal e a Humanidade.

 

Sabem em que NÃO hão-de votar, não sabem?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:33

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Sexta-feira, 26 de Julho de 2019

AO90 - PARTIDO SOCIALISTA E BLOCO DE ESQUERDA COMPROMETIDOS COM A MEDIOCRIDADE E COM A DESTRUIÇÃO DA LÍNGUA, IDENTIDADE E CULTURA PORTUGUESAS

 

O título desta publicação é meu.

O texto (muito esclarecedor) que se segue é do Francisco Farinha.

Publico-o, lembrando aos milhares de Portugueses que combatem este crime de lesa-língua, conhecido por AO90, que o Partido Socialista e o Bloco de Esquerda não merecem o nosso VOTO, porque NÃO SERVEM PORTUGAL.

Andam a brincar com coisas muito sérias, e essa brincadeira sair-lhes-á bastante cara.

O VOTO é uma excelente arma de combate.

 

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Texto de Francisco Farinha

 

«Dia 19 Julho, data não inocente por ser o último dia antes da AR encerrar para o seu período de férias, dois partidos inviabilizaram o relatório final para avaliar o impacto do AO90. De facto, e contrariamente ao que estaria já combinado entre todos os partidos, à última hora, PS e BE inviabilizaram o referido relatório, aparentemente porque o coordenador teve a ousadia de propor três recomendações no sentido de agilizar as conclusões do seu trabalho.

 

A meu ver, o coordenador limitou-se a apresentar o relatório com uma estrutura clássica: contexto, problema, recomendação, mas, os partidos já mencionados, não apreciaram esta proactividade do coordenador e consideraram-na um atrevimento político ao ponto de inviabilizaram a possibilidade de discussão do AO90, que, repito, era o que estava previsto.

 

No fundo, PS e BE, partidos que provavelmente serão o próximo governo deste País, estão já de acordo em relação ao futuro da nossa língua: o AO90 é para ficar e sobretudo não admitem qualquer discussão.

 

Deixo-vos com as famigeradas recomendações que o relatório propunha, que, não prevendo a hipótese de revogação, eram na minha opinião pessoal, recomendações lógicas e equilibradas face ao actual estado caótico em que se encontra a nossa língua. Infelizmente há quem não esteja de acordo em rever o acordo.

 

Assim, o Relator entende ser de recomendar:

 

1 - Que o Governo dê início a uma negociação político-diplomática entre as autoridades dos diversos Estados-membros com assento na CPLP, com vista à discussão da situação actual ao nível da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 e a ponderação das decisões mais adequadas neste domínio, incluindo a possibilidade e o interesse de se dar início a um processo de alteração ou aperfeiçoamento do actual Acordo ou à negociação de um novo Acordo Ortográfico.

 

2 - A criação de uma Comissão Científica para a Ortografia, sob eventual coordenação de entidades com responsabilidades legalmente atribuídas neste domínio, formada por personalidades representativas das comunidades académica, científica, literária e profissionais, para efeitos de acompanhamento de quaisquer desenvolvimentos de ordem política e diplomática relativos ao Acordo Ortográfico e apresentação, em conformidade, de propostas ao Governo e à Assembleia da República.

 

3 - A realização de estudos, envolvendo os serviços do Estado e as comunidades académica, científica, literária e profissionais, com vista à avaliação das implicações da aplicação do Acordo Ortográfico no sistema educativo, no mercado editorial e na imprensa, bem como ao nível da estabilidade ortográfica nos serviços públicos e nas publicações oficiais.

 

Palácio de São Bento, 19 de Julho de 2019.

O COORDENADOR DO GRUPO DE TRABALHO,

(José Carlos Barros)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10219283359904607&set=gm.2309013932517681&type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:09

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Domingo, 23 de Junho de 2019

PARLAMENTO DISCUTE PROIBIÇÃO DE CORRIDAS DE CÃES NO PRÓXIMO DIA 2 DE JULHO

 

A Assembleia da República vai discutir, no dia 2 de Julho, dois projectos de lei apresentados pelo Bloco de Esquerda e pelo PAN  (Pessoas-Animai- Natureza), com o objectivo de proibir as corridas de cães, prevendo pena de prisão e multa para quem o fizer.

 

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É assim que acabam os Galgos depois de não servirem  mais para corridas. Imagem: Internet

 

O projecto do deputado único do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) quer proibir as corridas de cães “em todo o território nacional, independentemente da sua raça” e prevê sanções para quem promova, divulgue, venda ingressos, forneça instalações, preste auxílio material ou “qualquer outra actividade dirigida à sua realização”.

 

Quem o fizer, poderá ser “punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa” e quem “participar, por qualquer forma, com animais em corridas é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa”, refere o texto que será debatido no dia 02 de Julho, e que acrescenta que também as tentativas de levar a cabo um evento destes são puníveis.

 

No texto, André Silva salienta que “a dignidade dos animais não humanos, designadamente do seu direito à vida e à integridade física, psicológica e mental, constitui um facto incontestável e tem vindo a ser reconhecida de forma transversal na sociedade” e que esse reconhecimento “implica a criação de um quadro jurídico adaptado às suas especificidades e, em particular, à necessidade de medidas vocacionadas para a sua protecção”.

 

“Apesar do reconhecimento deste novo estatuto para os animais em geral, e de protecção penal para os cães em particular, tem-se verificado que continuam a aparecer ou a persistir actividades, como a corrida de galgos, que perpetuam a exploração dos animais, que os sujeitam a treinos particularmente difíceis, que sujeitam ao abandono e a condições de vida indignas”, acrescenta.

 

O PAN explica que estes eventos costumam ter um isco vivo, como por exemplo, lebres e os incluem a administração de ‘doping’ aos cães, com “substâncias como efedrina, arsénico, estricnina e, às vezes, cocaína”, podendo levar ao abandono ou morte dos animais.

 

O partido refere também que as corridas de cães ainda são práticas “em 28 países em todo o mundo”, existindo pistas profissionais e pistas amadoras, como é o caso de Portugal, e que a tendência mundial é “para se ir proibindo este tipo de actividades”.

 

Na óptica de André Silva, essa é uma tendência à qual “Portugal não deve ficar alheio, especialmente porque esta nem sequer é uma actividade que se diga fortemente implementada em Portugal nem tão pouco que seja uma actividade tradicional”.

 

Também o BE lembra que as corridas de galgos “existem em vários países”, envolvem inclusivamente apostas, e são acompanhadas de “treinos violentos”.

 

“Em vários casos, as corridas de galgos decorrem sem qualquer licença e sem as mínimas estruturas de apoio à assistência e aos animais”, aponta o partido.

 

Por isso, os bloquistas querem “proibir as corridas de galgos e outros cães”, considerando “que são necessárias políticas de protecção do bem-estar animal, para garantir a não promoção de apostas ilegais, para a limitação de actividades que ligadas abandono animal decorrente de lesões e desadequação às corridas e dado que as corridas decorrem sem qualquer enquadramento, nomeadamente de protecção dos animais”.

 

Apesar de proibir “a realização de corridas de galgos e outros cães”, o projecto de Lei do Bloco de Esquerda não antecipa punições para quem o fizer, ao contrário do documento do PAN.

 

No dia 02 será também apreciada uma petição, que reuniu mais de 4.500 assinaturas, e que pede ao parlamento a “criação de legislação para proibir as corridas de galgos em Portugal”.

 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2019/06/23/parlamento-discute-proibicao-de-corridas-de-caes-a-2-de-julho/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:10

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Segunda-feira, 3 de Junho de 2019

FALEM MAL DO PAN, MAS FALEM DO PAN!

 

Anda por aí uma onda de medrosos a falar mal do PAN, nas televisões, nos jornais...

É óptimo que o PAN esteja a dar tanto que falar. É sinal de que está no caminho certo: incomoda e agita as consciências amodorradas.

Tanta gente com medo do PAN! A isso chama-se ser poderoso! Têm medo de quê e porquê?

E eles, os que falam mal do PAN, nem se apercebem disso.

 

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A propósito, deixem-me que vos conte algo:

 

À conta de eu, pela primeira vez, ter apelado ao voto de um Partido Político, o PAN, este meu Blogue perdeu dois seguidores. Mas o que me interessa é a elevada audiência de novos e velhos visitantes e a divulgação das mensagens por 140 países, de todos os continentes. Por isso, parafraseando o Ricardo Araújo Pereira, apetece-me dizer que isto é gente que não sabe estar, em Democracia, e gente assim, não me interessa e só vem dar razão à razão por que, nestas eleições, decidi dar a cara por um Partido, do qual sou simpatizante (não posso?), se bem que com algumas reservas, porque nem tudo no PAN me agrada, e eles sabem disso. É preciso um pouco mais de coerência.

 

E por que fiz isto? Não tenho de dar satisfações das minhas atitudes a ninguém, mas talvez seja bom dizer que eu, como cidadã portuguesa, dotada de um forte sentido de dever cívico, pela primeira vez, senti-me na obrigação de sugerir que é preciso deixar entrar uma lufada de ar fresco no actual mofoso Sistema político, onde sempre os mesmos dizem e fazem as mesmas coisas, e o nosso País não avança, e, em alguns aspectos retrocedeu a olhos vistos.

 

Aliás, o nosso País está na cauda da Europa em quase tudo, e isto significa que algo vai mal na República de Portugal.

 

É preciso que outras vozes sejam ouvidas. É preciso OUSAR, e logo veremos o que acontece.

 

Os partidos políticos, que até agora estiveram no poleiro, incluindo a “geringonça”, que usurpou o Poder, pois, bem ou mal, não foi o PS que ganhou as últimas eleições legislativas, e o Bloco de Esquerda e o PCP acolitaram essa usurpação (isto não é uma atitude democrática) já mostraram o que valem, e o que valem está cotado muito por baixo.

 

É preciso MUDAR alguma coisa no Sistema, constituído por vários sistemas caducos que impregnam a (pseudo) democracia portuguesa de uma viscosidade inaceitável, e o PAN, a meu ver (não posso?) é um dos partidos que podem trazer algo de novo ao Sistema e fazer alguma diferença, porque é preciso AVANÇAR para algures, porque nós estamos estagnados.

 

Mas, a ver vamos, porque o Poder tem muito poder, e nem todos os que chegam ao Poder têm capacidade para não se deixarem enredar nas manhas e artimanhas desse Poder, que lhes acena com requebrados e piscar de olhos, à moda de uma odalisca, e não resistem a tanta sedução.

 

A ver vamos o que faz o PAN, que chegou para vencer.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:40

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Segunda-feira, 27 de Maio de 2019

VENCEDORES E DERROTADOS DAS ELEIÇÕES EUROPEIAS

 

Uma análise centralizada no essencial do que se passou nestas Eleições Europeias.

Enquanto na restante Europa o Povo saiu à rua e foi votar, Portugal, uma vez mais, ficou na cauda da Europa, e decidiu-se pela abstenção, uma das mais altas, no espaço europeu.

Alguma coisa vai mal nesta "democracia", em Portugal.

 

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O Povo mostrou um cartão vermelho aos partidos políticos que andaram a brincar às campanhazinhas, e não lhe passaram uma mensagem objectiva, e, por isso, não foi votar.

 

Os apoiantes dos partidos vencedores, PAN (Pessoas - Animais - Natureza) e Bloco de Esquerda, foram votar, porque é assim que se vive em Democracia.

 

André Silva (PAN) disse, e muito bem, que «a elevada abstenção representa uma derrota da Democracia». E que derrota! Até porque a democracia portuguesa é uma falácia.

 

O Povo está farto do mais do mesmo, das mentiras e de campanhas eleitorais cheias de nada.

 

Os que passaram a mensagem venceram. Os outros perderam. E o Partido Socialista, valeu-se da gente dele.

 

A surpresa (pela negativa) foi a CDU, cujo candidato, João Ferreira, até se portou muito bem durante a campanha, passou a sua mensagem com rectidão, mas seria penalizado devido à "geringonça"? Os apoiantes do PCP não foram nesta cantiga, e decidiram não votar. Eu também não votaria.

 

A outra grande surpresa (pela positiva) que não foi assim tão surpresa (havia indicadores bem concretos de que tal poderia acontecer) foi a ascensão do PAN, que tem vindo a subir vertiginosamente, desde as últimas eleições legislativas, e a tendência é para continuar a subir, porque tem um discurso directo, avançado e global, porque nem só de dinheiro no bolso vive a Humanidade.

 

O Bloco de Esquerda beneficiou do não-voto da CDU e ultrapassou-a, e foi a terceira força política mais votada. Nenhum bloquista ficou em casa.

 

Em relação ao PSD e CDS/PP, os grandes derrotados, não surpreenderam. Fizeram uma campanha fraquinha, fraquinha, portaram-se mal no caso dos professores (deixassem o Costa demitir-se), e os seus apoiantes decidiram mostrar-lhes o cartão vermelho, não indo votar.

 

Quanto ao PS, foi mais do mesmo, e a vitória do PS significa apenas isso mesmo: mais do mesmo. E nada mais, até porque estiveram muito mal durante todo este mandato. Em relação às europeias de 2014, o PS, desta vez, subiu ligeiramente, e conseguiu meter mais um deputado, beneficiando do revés da CDU e do PSD. Ontem, os socialistas não foram à praia…

 

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Origem da imagem: https://www.rtp.pt/programa/tv/p37299

 

E agora?

 

Agora vamos esperar para ver o que acontece no Parlamento Europeu. Porque em Portugal, as próximas eleições legislativas trarão ainda maiores surpresas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:28

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Segunda-feira, 29 de Abril de 2019

«A TAUROMAQUIA É A ACÇÃO DE UM PSICOPATA ACTIVO PARA DELEITE DE PSICOPATAS PASSIVOS»

 

No dia 25 de Abril, a Assembleia da República celebrou, hipocritamente, o derrubamento da ditadura fascista, que sempre teve nas touradas o seu circo maior.

 

No dia 26 de Abril, a mesma Assembleia celebrou a iniquidade tauromáquica (introduzida em Portugal pelos monarcas filipinos espanhóis) ao aprovar o voto de pesar pela morte do torturador de Touros, Ricardo Chibanga, como se torturar Touros e Cavalos, nas arenas portuguesas, fosse uma actividade humana e louvável.

Com políticos destes, dificilmente Portugal avançará para a Civilização.

 

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A proposta de tal voto de pesar, por alguém que fez aos outros o que não gostaria que lhe fizessem a ele (ainda que esses outros fossem não-humanos, animais como ele) só podia ter partido do partido troglodita CDS-PP e, por incrível que pareça, o Bloco de Esquerda e o Partido Ecologista «Os Verdes» (que se dizem anti-tourada), abstiveram-se, bem como o deputado não inscrito Paulo Trigo Pereira. PS, PSD e PSP, votaram a favor, e o único voto contra foi o do PAN.

 

Homenagear torturadores de Touros na Assembleia da República (ou será Assembleia da Monarquia, dos Marialvas, dos Trogloditas?) é uma Vergonha Nacional, e os Partidos políticos que para isto contribuem também são uma Vergonha Nacional.

 

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A Assembleia da República, reunida em plenário, apresenta sentidas condolências à família, mulher, filha e neto e aos amigos e admiradores de Ricardo Chibanga”, refere o voto dos democratas-cristãos.

 

Fonte Vergonha Nacional:

https://www.facebook.com/VergonhaNacional/photos/a.1218268481549138/2782900828419221/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:38

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Sábado, 23 de Junho de 2018

A FACCIOSA ERC DIZ QUE A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA É «PARTE INTEGRANTE DA HERANÇA CULTURAL LUSA»?

 

Têm a certeza? Sabem o que é herança cultural?

Acham mesmo que o que se vê nas imagens mostradas neste vídeo tem a ver com herança cultural lusa? Uma prática selvática herdada dos monarquistas espanhóis é herança lusa? E cultural?

Só mentes deformadas podem ver nestas imagens uma “herança cultural” instrutiva.

 

Aprendam com Narciso Machado:

https://www.publico.pt/2018/06/23/opiniao/opiniao/povoa-de-varzim-um-concelho-antitouradas-1835596

 

 

As personagens insólitas e macabras que fazem parte da ERC (entidade reguladora para a comunicação social) deram parecer negativo ao projecto de lei do Bloco de Esquerda para que a transmissão televisiva de touradas se faça em horário tardio, por causa das crianças, mas a ERC considera que esta selvajaria é "parte integrante da herança cultural lusa".

 

Contudo, a ERC não se fica só por esta ignorância. Diz mais. A ERC considera que as práticas selváticas, cruéis e violentas inerentes à tauromaquia não são sequer susceptíveis de influir negativamente na formação da personalidade das crianças e de adolescentes, não havendo por isso "quaisquer impedimentos legais à sua transmissão.

 

Bem, esta afirmação de uma ignorância descomunal, só por si, classifica as personagens insólitas que fazem parte da ERC.

 

Mas quem é a ERC para ter capacidade de dar pareceres do foro psicológico e psiquiátrico?

 

Os da ERC vivem na Idade Média, são tremendamente obscurantistas, como podem ter discernimento para dar pareceres racionais e adequados à modernidade, em relação a uma matéria que causa REPULSA ao mundo civilizado?

 

Vivem entocados, são uns parasitas da sociedade, e andamos nós a pagar salários a estas personagens retrógradas e antiquadas, para darem pareceres idiotas, baseados nas mais descomunais ignorâncias!

 

A ERC devia ser simplesmente extinta. Não é um organismo imparcial. Existe para servir lobbies, e não os verdadeiros interesses dos Portugueses, que na sua esmagadora maioria REPUDIAM esta prática selvática. Enquanto o mundo avança, estes retrógrados afundam-se em tempos medievalescos, e passam, ao mundo, uma mensagem troglodita.

 

A mediocridade marca pontos não só na ERC como na Assembleia da República, onde todas as ignorâncias, que amarfanham o nosso País, são forjadas.

 

O Bloco de Esquerda bem poderia ter apresentado um projecto mais ousado, propondo o fim das transmissões de tal selvajaria na televisão pública. Já chega de tanta estupidez! De tanta crueldade! De tanta violência! De tanta falta de discernimento!

 

E andamos nós a pagar impostos para serem esbanjados deste modo vil e anacrónico.

 

Tudo isto merece a nossa maior REPUGNÂNCIA.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:47

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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018

«ALVERCA NÃO QUER GARRAIADAS NEM TOURADAS NAS SUAS FESTAS»

 

Novo executivo diz “respeitar todos os seres vivos”, no que faz muito bem, pois o tempo é de evolução, não de retrocesso.

Aparentemente, a notícia é boa.

 

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Foto: O Mirante

 

A União de Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho tornou-se (…) a primeira freguesia do concelho de Vila Franca de Xira a admitir publicamente que não quer garraiadas – e consequentemente também touradas – nas festas da cidade. A opinião foi dada sem medos pelo presidente da Junta, Carlos Gonçalves (CDU), durante a última Assembleia de Freguesia, realizada no lugar de A-dos-Potes.

 

Respeitamos todos os seres vivos e rejeitamos a violência pela violência. Não somos contra essas tradições, respeitamo-las, mas não a promovemos. Não haverá garraiadas nas festas de Alverca”, informou o autarca, depois de questionado sobre o assunto pela bancada do Bloco de Esquerda. A informação não suscitou oposição por parte das restantes bancadas. Já nas edições anteriores das festas da cidade as garraiadas foram sempre motivo de discórdia entre alguns moradores, sendo um tema fracturante. De um lado há quem defenda que a cidade não deve organizar garraiadas ou touradas porque nunca teve tradição tauromáquica tão forte como Vila Franca de Xira – quem tem inclusive uma praça de toiros – e do outro quem entenda que se trata de um único concelho e por isso as raízes tauromáquicas devem prevalecer e ser promovidas.

 

O autarca informou também que a organização das festas da cidade é complexa e que a junta de freguesia não pretende correr o risco de as organizar, admitindo abrir um concurso para que seja o movimento associativo local a organizar, como aconteceu no passado, pela mão da Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (SFRA).

 

Vamos meter ao dispor do movimento associativo a organização das festas da cidade. Esperemos que a SFRA queira voltar a organizá-las porque fizeram um excelente trabalho. A junta não tem capacidade para isso nem as organizará”, explicou o autarca.

 

Fonte:

https://omirante.pt/politica/2018-01-02-Alverca-nao-quer-garraiadas-nem-touradas-nas-suas-festas

 

***

Aparentemente, a notícia é boa.

 

Resta saber se a Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense (SFRA) tem o mesmo pensar do autarca Carlos Gonçalves, no momento de organizar as festas da cidade.

 

Só depois de ver, acredito, porque ali pelo meio há um não ser contra e um respeito por essas tradições que em nada dignificam o ser humano e as cidades que as promovem ou respeitam.

 

«Respeitar todos os seres vivos» passa obrigatoriamente pelo não respeito pelo desrespeito que essas práticas trogloditas (que nada têm a ver com tradição, mas com costumes bárbaros) têm pelos seres vivos.

 

Aguardemos, pois.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:23

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Quarta-feira, 28 de Junho de 2017

«SANTA MARIA DA FEIRA ESTÁ LIVRE DE TOURADAS»

 

«A Assembleia Municipal aprovou, por unanimidade, uma moção do Bloco de Esquerda que declara o concelho como livre de touradas»

 

Eis uma medida inteligente, que deveria ser seguida pelos autarcas que ainda mantém a selvajaria activa nos municípios civilizacionalmente ainda muito atrasados.

 

E se pensam que BANIR a barbárie não dá votos, estão redondamente enganados. O povo está farto de selvajaria tauromáquica.

Existem divertimentos muito mais condizentes com a essência humana.

 

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Foto: Rafaela Cadilhe

 

«A Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira aprovou por unanimidade, esta segunda-feira, uma moção do Bloco de Esquerda (BE) que declara o concelho como livre de touradas, garantiu fonte partidária, segundo avançou a agência Lusa.

 

A proposta surgiu depois da polémica referente a um anúncio de uma corrida de touros – prevista para terrenos privados – que não ocorreu devido a um processo judicial da autarquia, que não licenciou o evento.

 

A moção do Bloco de Esquerda representa uma evolução em relação a um documento idêntico chumbado há cinco anos pelo PSD – também do BE.

 

"O concelho tem que ser firme e declarar-se município livre de touradas, para passar a mensagem clara de que em Santa Maria da Feira não será permitida a realização desses eventos ou outros que explorem a violência e o sofrimento animal", pode ler-se no documento avançado pela referida fonte.

 

"Este é o momento de escolher a cultura contra a violência, o entretenimento contra o sofrimento. Por isso entendemos que a realização de espectáculos que impliquem o sofrimento físico ou psíquico de animais não pode ser alvo de apoio institucional, ou seja, nenhum recurso ou apoio público pode contribuir para este tipo de práticas", sublinha a moção do partido.

 

Moisés Ferreira, deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal da Feira, explica que poucas coisas irão mudar em termos práticos, porque "a Lei Portuguesa continua a não proibir as touradas e a Câmara não pode actuar contra a legislação nacional".

 

Contudo, o deputado acredita que a medida poderá surtir um efeito desencorajador nos promotores privados. "O reconhecimento público do concelho como município livre de touradas terá um efeito desmotivador, levando os promotores a evitarem a organização de eventos do género no território", defende o Moisés Ferreira.

 

Fonte:
(SÁBADO online, onde se escreve em BOM PORTUGUÊS)

 http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/santa-maria-da-feira-esta-livre-de-touradas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:10

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Terça-feira, 27 de Junho de 2017

«MINISTÉRIO PÚBLICO ABRE INQUÉRITO A "TOUROS DE FOGO" NAS FESTAS DE BENAVENTE»

 

«Autarquia lamenta o sucedido e diz que o animal não ficou ferido. Bloco de Esquerda e PAN exigem esclarecimentos.»

 

A autarquia de Benavente justifica a barbárie dizendo que o touro não ficou ferido?

 

Dizer isso demonstra uma ignorância crassa. Apetece-me dizer, porque isto tira-me do sério, que se ateassem fogo às "hastes" (e estou a ser educada usando um vocábulo civilizado) dos autarcas que disseram esta barbaridade, eles também não ficariam feridos, muito pelo contrário, até agradeciam, porque ter as "hastes" a arder é divertidíssimo!!!!

 

Tenham paciência, que sejam parvos, nada contra, mas não queiram fazer os outros de parvos.

 

E atenção! As “picarias” também se realizaram, e também são ILEGAIS.

 

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 Foto: Facebook IRA

 

«O Ministério Público abriu um inquérito crime sobre os "touros de fogo", actividade que se realizou nos dias 22 e 23 durante a Festa da Amizade, em Benavente.

 

Numa resposta enviada à agência Lusa, a secção de Benavente do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) - comarca de Santarém - anuncia que foi determinada a "abertura de inquérito para efeitos de investigação da eventual prática de crime relacionada com a actividade "touros de fogo".

 

Na investigação, o Ministério Público é coadjuvado pela GNR.

 

 

BE e PAN exigem esclarecimentos

 

O Bloco de Esquerda (BE) questionou o Governo sobre os "touros de fogo" nas festas de Benavente, uma prática "evidentemente ilícita e alvo de justa indignação".

 

O BE quer saber, através do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, se estavam presentes forças policiais no evento, se tentaram impedir o acto ilícito e que medidas estão as entidades competentes a desenvolver para identificar os responsáveis pelo acto e para a sua responsabilização.

 

O PAN - Partido dos Animais e Natureza dos Animais e da Natureza já questionou a ministra da Administração Interna sobre o sucedido nas festas de Benavente.

 

"Apesar das várias interpelações do partido e de outras entidades aos órgãos de polícia criminal, estes alegadamente estiveram presentes no local das festividades e nada fizeram para impedir a tentativa ou consumação desta prática ilícita e atentatória do bem-estar e da integridade física do animal", pode ler-se na página no Facebook do partido.

 

Um grupo de populares colocou fogo nos chifres de um touro, na madrugada do último sábado, denunciou o PAN e vários populares nas redes sociais, vendo-se imagens do animal com os chifres em chamas.

 

 

Autarquia lamenta o sucedido e diz que o touro não ficou ferido

 

A actividade "touros de fogo" consta do programa da Festa da Amizade, na página na Internet da autarquia, mas o presidente da Câmara disse à agência Lusa que foi retirada depois de um parecer desfavorável da Direcção-Geral de Veterinária.

 

Carlos Coutinho explica que a actividade havia sido colocada no programa sem conhecimento prévio do município, que apoia a festa organizada pelas comissões da Sardinha Assada e da Picaria, tendo quinta-feira sido decidido cancelá-la, depois de ser reconhecido que esta não é uma tradição do concelho e de ser recebido o parecer da Direcção-Geral de Veterinária, pedido pelos organizadores.

 

O autarca argumenta que o incidente ocorrido na madrugada de sábado, durante a festa que decorreu no final da semana na vila, não se enquadra no chamado "touros de fogo" que se pratica em Espanha, em que são colocados nos cornos do touro panos embebidos num líquido inflamável posto a arder enquanto o animal corre num espaço aberto, provocando queimaduras e ferimentos.

 

"O que aconteceu não foi 'touros de fogo'. Algumas pessoas decidiram colocar uma pequena estrutura em ferro acoplada aos cornos de um touro, onde colocaram pequenos foguetes usados nos bolos de aniversário que arderam durante 30 ou 40 segundos. Não provocou qualquer ferimento no animal, ao contrário do que sucede em Espanha", disse Carlos Coutinho, que lamentou o sucedido.»

 

Fonte:

http://rr.sapo.pt/noticia/87282/ministerio_publico_abre_inquerito_a_touros_de_fogo_nas_festas_de_benavente

 

 

***

 Senhor Carlos Coutinho, mais valia ter ficado CALADO.

 

Justificar um crime deste modo tão básico, não lembraria nem ao mais analfabeto cidadão de Benavente.

 

Sabemos que estamos em ano de eleições autárquicas, mas isso não deve servir para o “vale tudo” com o objectivo de angariar votos de um povo muito dado à selvajaria tauromáquica, que permanece inculto, graças ao apoio da autarquia.

 

Além disso, ainda há o crime das “picarias” que se realizaram, apesar de serem uma actividade também ilícita.

 

Mas aqui nem sequer está em causa a ilicitude da barbárie. Está em causa acções próprias de um povo primitivo e encruado, desadequadas ao século XXI da era cristã.

 

Benavente está no rol das localidades mais atrasadas civilizacionalmente.

 

Uma autêntica vergonha!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:22

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