Quinta-feira, 12 de Março de 2015

TAUROMAQUIA RIMA COM COBARDIA, COM IDIOTIA E COM PSICOPATIA, E ESTÁ TUDO DITO…

 

Neste mundinho abjecto, os cobardes tauricidas torturam bovinos bebés, sadicamente, cruelmente… para treinar…

 

E exigem respeito? Consideração? Exigem que os consideremos “seres humanos”?

 

Pretensão vã, porque não passam de monstros.

 

Isto é simplesmente um crime. Um biocídio. Em qualquer parte do mundo civilizado.

 

COBARDIA1.jpg

 

217842_464076343611782_968887944_n[1] COBARDIA2.jp

 

COBARDIA3.jpg

 

COBARDIA4.jpg

 

COBARDIA5.jpg

 

CIBATDIA6.jpg

 

COBARDIA7.jpg

COBARDIA8.jpg

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=573923515960397&set=a.463412173678199.107608.100000282613126&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:21

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

QUANDO OS COBARDES TAURICIDAS ATACAM BOVINOS BEBÉS PARA DEMONSTRAREM A VIRILIDADE QUE LHES FALTA

 

Todos sabemos que os cobardes só atacam seres indefesos.

Neste caso, bovinos bebés.

 

E esta é a vida que levam estes animais não humanos, mas com uma alma mais humana do que os seus cobardes carrascos, que não merecem nem sequer o ar que respiram.

 

É muito triste ter de andar a lutar por coisas tão obviamente cruéis que já não deviam existir, em pleno século XXI depois de Cristo.

 

1426c721ad5ab00082b324621e4d3e42 COBARDIA.jpg

(Fonte da imagem, onde pode ver-se mais barbaridades, que dispensam comentários)

http://www.toureio.pt/index.php/fotografias/1428-telles-jr-e-daniel-luque-em-faenas-camperas-c-fotos

 

Quatro cobardes, armados com lanças perfurantes, atacam um bovino bebé indefeso. Isto é de homens? Não é. Isto é de monstros capados, que precisam de torturar um ser que não pode defender-se, para mostrar a virilidade que lhes falta.

 

As varas, que vemos na foto, terminam em lâminas que rasgam a pele, a carne, os nervos, os tendões, os músculos e os vasos sanguíneos destes que são animais como nós, e se por fora não parecem, por dentro são tal e qual.

 

Estes bovinos, que os cobardes atacam, são trespassados por estas lanças e como é óbvio, ficam gravemente feridos, numa violência muito maior do que a aplicada com as bandarilhas utilizadas durante a prática da selvajaria tauromáquica nas arenas.

 

Isto é indigno de seres humanos.

 

Mas isto é permitido pela lei parva que os governantes portugueses teimam em manter em vigor.

 

Serão os bovinos bebés menos animais do que os cães e os gatos protegidos por uma outra lei?

 

Que critério é o dos governantes que fazem leis tão idiotas?

 

É preciso pôr um fim urgente a esta carnificina gratuita, a esta violência e crueldade desmedidas. A esta repulsiva barbárie.

 

(Fonte)

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685.58389.215151238518447/870211503012414/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:53

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Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014

DIZEM QUE ESTES MENINOS (COM EXPRESSÕES INFELIZES) SÃO O FUTURO DA FESTA

  

Dizem que são o futuro dos forcados de Vila Franca de Xira 

Dizem que são o grupo de forcados mais bonitos de sempre 

Dizem que é Vila Franca a ver o futuro 

Dizem que são fofinhos…

 

 

E nós dizemos que a continuarem nesta vida de violência serão os brutos do futuro… 

 Sim, é uma iniquidade estes “fofinhos” serem expostos à crueldade de violentarem seres vivos ainda bebés…  

 

Deixarão de ser “fofinhos” no momento em que espetarem uma bandarilha no corpo de um bezerrinho indefeso, também fofinho, que estará à mercê destes predadorzinhos que, no entanto, não têm culpa de o serem, pois se se recusarem a ir para arena serão esbofeteados… ou coisa pior…

 

Estarão as autoridades portuguesas atentas a esta transgressão à Lei?
***

 

UM COMENTÁRIO LÚCIDO PARA AS AUTORIDADES PORTUGUESAS REFLECTIREM

«Vi-me obrigada, ao longo de toda a minha vida, a proteger animais dos seus próprios donos, a proteger crianças dos seus próprios pais, e agora... fico estupefacta, horrorizada, perante tamanha crueldade e falta de respeito por seres que estão em crescimento (crianças e bovinos) e que tanto precisam de afecto! Em pleno século XXI, estas crianças estão a ser vítimas de uma "pedagogia" da tortura que as vai tornar frias e insensíveis, privando-as, assim, do direito de crescer de forma saudável, a nível físico, psíquico, afectivo, numa idade em que a sua personalidade está em formação. Estão a roubar a infância a estas pobres crianças. As expressões faciais de algumas, nesta foto, já o denunciam, por exemplo.. (Maria João Gaspar Oliveira)

 

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=712578902106409&set=a.660210694009897.1073741836.657012857663014&type=1&theater
publicado por Isabel A. Ferreira às 19:10

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Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

Excisão (mutilação genital feminina) - Quando a tradição é um crime

 

«A viverem na Grande Lisboa, as guineenses Aissatu, Cadidja, Filó e Yasmin contam como a luta contra a mutilação genital feminina está longe do fim. Uma questão de direitos humanos. De igualdade. E de saúde»

Teresa Campos

 

 

(Origem da foto: Internet)

 

 «Eu me ergo!

Pela menina que fui um dia,

Pela infância interrompida por um amanhã em que o Fanado deixe de ser o nosso fado»

 

***

Poema de Rita Lé, lido na cerimónia do Dia da Mulher Guineense, na Casa da Achada, Mouraria, a 30 de Janeiro.

 

A voz a estas mulheres.

Oiça-se Aissatu Camará, a lembrar-se do dia em que a tia pedira, e a mãe deixara, que a levassem para a barraca, na mata, onde enfiam as meninas que vão ao sacrifício, ao fanado.

 

«Só me disse para não fugir e que, se tentasse, podia morrer." Tinha uns seis ou sete anos. Ficou naquela mata durante três meses, a dormir no chão e à chuva. Era tempo de férias, no verão tropical sempre cheio de intempéries. Quando chegou a sua hora, obrigaram-na a ir para a barraca.

 

Aissatu conta que chorava com todas as suas forças. "Fiquei sem voz." Não lhe valeu de muito. Pouco tempo depois, a mãe imigrava, deixando-a ao cuidado dessa tia, em Bissau, até ao início da adolescência.

 

Com as mãos trémulas, e a garganta embargada, não esconde que a invade uma série de sentimentos contraditórios. "A minha tia só me mandou para aquilo por causa da festa." Ainda tentou desculpar a mãe. Mas, na verdade, nem o tempo que passou, Aissatu tem hoje 27 anos, a mãe 47, a tia 54, apaziguou a mágoa entre as mulheres da família.

 

«Continuam a defender que é bom, para se ficar pura", desespera a jovem, que só há pouco tempo confessou o seu drama às melhores amigas.

 

«Porque se não se fala, nunca mais acaba.» É uma realidade profundamente enraizada no mundo africano, que ultrapassou fronteiras, galgou continentes e hoje se cruza connosco, na rua apesar de, desde 1979, a Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Tortura contra as Mulheres ter sido ratificada por 185 países. No globo, o drama atinge proporções gigantescas: em 2010, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estimava que já tivesse vitimado mais de 100 milhões de meninas, em 28 países (entre estes, a Guiné-Bissau). Mas, segundo a mesma OMS, Portugal e o resto da Europa são actualmente países de risco, com a prática a reinstalar-se devagarinho, devido aos fluxos migratórios.

 

Sabemos que a sexta maior comunidade de estrangeiros em Portugal é a da Guiné. Segundo o Censo de 2011, há 7,2 mil milhões de mulheres guineenses. Não se sabe quantas sofrem escondidas: decorre, até ao final do ano, um estudo para conhecer a prevalência do fenómeno, coordenado pela Comissão pela Igualdade de Género. Mas, segundo o retrato que se segue, entre a comunidade feminina que veio da Guiné, uma grande maioria será vítima de uma prática cercada de silêncios e vivida em segredo. Fanado, s.m., apertado, muito justo. Mas também amputado, mutilado. Ritual de iniciação na Guiné Bissau, frequente tanto nos bairros da periferia dos centros urbanos como nas aldeias. É executado sempre em terreno sagrado, com a aceitação da divindade.

 

Ali, uma mãe africana não é uma malfeitora, manda as filhas para a festa porque é um costume. Na comunidade, todas as mulheres são excisadas.

 

Em questão, diz a definição da OMS, estão todas as intervenções que envolvem a remoção, parcial ou total, dos órgãos genitais femininos externos ou neles provoquem lesões, por razões não médicas. Procede-se ao corte total ou parcial do clítoris e do seu capuz, a raspagens, perfurações, cortes. É realizada por fanatecas, as excisadoras, de alto estatuto na comunidade. Os alvos são raparigas entre os 4 e os 12 anos mas podem ser meninas mais novas. Sejam pedaços de vidro, sejam canivetes, lâminas de barbear, tesouras ou navalhas, tudo serve para cortar.

 

A esterilização dos materiais não faz parte da intervenção, a anestesia não é uma prática corrente. A excisão é socialmente compreendida como um ritual de passagem à idade adulta, que permite a integração social da menina e fortalece a coesão do grupo a que pertence.

 

Isso vê-se na festa, a celebração que se segue, e nas oferendas, em bens ou dinheiro.

 

A excisão tem também, como objectivo, o controlo da sexualidade da mulher. Em sociedades onde o prazer feminino não é permitido e a virgindade é valorizada, a cicatrização pós-excisão, fechando o acesso ao canal vaginal, acaba por funcionar como um "selo de garantia" extra para os homens. É também o único tipo de violência de género feita pelos familiares, convictos de que assim, mais tarde, as meninas não serão ostracizadas. Estão convictos de que é um acto de amor. Independentemente das hemorragias, das infecções e, tantas vezes, da morte...

 

Autoconsciência

 

Apostado em mudar este mundo, um grupo de jovens ganha força em vários países europeus: Reino Unido, Irlanda, Holanda e Portugal.

 

«Queremos ser agentes da mudança», assume Diana Lopes, 28 anos, coordenadora, na Associação para o Planeamento da Família, de projectos para esta área.

 

«Queremos dar ferramentas às mulheres para que o fanado não se torne uma desculpa para conquistar poder na comunidade ou para sobreviver.»

 

A história de Cadidjatu Baldé, 28 anos, já reflecte uma mudança. Há três anos em Portugal, não esquece o grande marco da sua infância.

 

Foi uma avó que a excisou. Quando o assunto se tornou tema nacional, há pouco mais de uma década, o pai chamou-a a ela e às irmãs e pediu-lhes desculpa. "Disse que não sabia bem como era, que, se soubesse, nunca teria aceitado." Agora, na sua família, mais ninguém será excisado as sobrinhas, pequeninas, já foram poupadas. «Mas a mentalidade de muita gente ainda não mudou...»

 

Neste activismo crescente, uma das vozes mais destacadas é a de Filomena Djassi, que já cresceu em Portugal mas nem por isso escapou à tradição: vem de uma família em que corre o sangue dos fulas e dos mandingas, etnias adeptas do fanado, com a ideia de proteger os filhos e garantir a sua sobrevivência.

 

A fazer um doutoramento, Filomena não quer falar de dramas, mas do caminho de saída, do apoio às mulheres encaminhando-as para a escola.

 

Para isso, criou a Musqueba, movimento que visa a educação e valorização de mulheres africanas nos contextos onde se inserem.

 

«Temos de lhes dar o poder de comandarem a sua vida, de assumirem a responsabilidade do seu sustento.» Esse é um ponto muitas vezes esquecido: «Passar por uma excisão tem consequências físicas e psicológicas mas também sociais.» É por isso, defende, que há mulheres a trabalhar nas Nações Unidas que são oficialmente contra a prática mas cujas filhas são mutiladas. Filomena não desarma: «Não podemos ficar indiferentes a este holocausto silencioso.» O primeiro programa português contra a mutilação genital foi lançado há cinco anos.

 

Em Fevereiro passado, um outro rosto entrou na campanha. É o de uma rapariga que segura um cartão em que se lê: "Muda®". Chama-se Yasmin Sissé e tem 20 anos. Há 12 que não vai à Guiné. Na família, o fanado era normal. Ela prefere falar do assunto na terceira pessoa.

 

Mas não hesitou em dar a cara: "Sou contra, como sou contra cortar o dedo a uma pessoa. É algo que faz parte do nosso corpo.»

 

Tal como Filó, Yasmin sabe que a tradição não tem nada de religioso: «Há pessoas que inventam muitas coisas, são como os terroristas dizem que é tudo em nome de Deus, mas não está no Corão.» Ambas também sabem que, para muitas mulheres, ir contra a tradição significa rejeição.

 

Peças-chave

 

«E como vivemos, se formos rejeitadas?» O repto é lançado por Anabela Rodrigues, do grupo do Teatro do Oprimido, na festa da Casa da Achada, no Dia da Mulher Guineense.

 

A peça chama-se «Assim, quem vos vai querer?» Da plateia, Adiato responde prontamente: «Fazemos uma sociedade de rejeitadas » e é chamada ao palco. Primeiro, veste a camisola, uma t-shirt branca com a frase Muda® a Realidade da Excisão.

 

Depois, atira: «Sou uma mulher livre, faço o que quiser com o meu corpo». Adiato Baldé, 24 anos, vice-presidente da Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa, é filha da presidente do Comité para o Abandono de Práticas Tradicionais Nefastas à Saúde da Mulher e da Criança, na Guiné-Bissau.

 

Está muito atenta à comunidade residente em Portugal: «Muitas meninas vão de férias e, no regresso, acabam no médico, porque estão com infecções.» Em 2009, Portugal assumiu, formalmente, um compromisso relativamente à eliminação da excisão, inscrito no Plano Nacional para a Igualdade Cidadania e Género. Esses votos são renovados, hoje dia 6, Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina.

 

Tanto na acção de prevenção prevista para a Escola Secundária da Baixa da Banheira, na área do projecto Informar para a Sensibilização e Intervenção (ISI) contra a Violência de Género, promovido pela associação Uma, como na cerimónia no Hospital Amadora-Sintra para alertar os profissionais de saúde.

 

A estas iniciativas, junta-se a campanha Pelo fim da Mutilação Genital Feminina, conduzida pela Amnistia Internacional a partir de Bruxelas, como pressão sobre as instituições europeias para providenciarem protecção às mulheres e crianças que fogem dos seus países, com medo de serem mutiladas.

 

Para já, sabemos que os homens são peça-chave: se o fanado deixar de ser pré-requisito para o casamento, tende a desaparecer.

 

Ussumane Mandjam, 33 anos, já decidiu: «As minhas filhas não serão excisadas.» Foi essa postura que fez a diferença, em casa de Fatumata Djaló, 54 anos, há 23 a viver na linha de Sintra, em tempos uma defensora da prática.

 

Quis excisar a filha, o marido não deixou.

 

Hoje sabe que «não há razão para cortar».

 

É verdade que tanto cá como na Guiné, onde o Parlamento assinou uma lei específica em 2011, a prática é crime. É punida com penas dos oito aos dez anos de prisão. Mas quem está na luta insiste que só a lei é insuficiente: 80% da população guineense é analfabeta e sente as campanhas como um ataque às suas convicções mais profundas. Fica o alerta de Miguel Areosa Feio, da Associação para o Planeamento da Família: «Passou a ser feito com crianças muito pequeninas, bebés, e de uma forma ainda mais escondida.»

 

Fonte:

http://visao.sapo.pt/quando-a-tradicao-e-um-crime=f768518

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:28

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Sábado, 28 de Dezembro de 2013

EIS ALGO QUE TODAS AS ESCOLAS DEVIAM APRESENTAR AOS SEUS ALUNOS: COMO IMAGINAR UM TOURO FELIZ?

É primordial proteger as crianças (ainda inocentes) dos aficionados predadores que as ensinam a TORTURAR, ao vivo, bezerrinhos bebés, com bandarilhas e espadas a sério…

 

Este Concurso é magnífico! É educativo! É apropriado para crianças…

«Caros seguidores Anti-Tourada,
É com grande prazer que apresentamos o concurso de Natal da nossa página intitulado: "Como imaginas um touro feliz?", em parceria com a Lush Portugal (www.lush.pt).
Este concurso é direccionado aos nossos se...guidores mais jovens e a todos os seus petizes - filhos, irmãos, sobrinhos, netos, etc - desde que tenham até 13 anos de idade, inclusive.
O concurso consiste na criação de uma pequena obra de arte, vinda da cabeça dos pequenos artistas e aplicada ao modelo de um touro 3D que disponibilizamos (http://tinyurl.com/qhm29lj).
Será necessário recortar, dobrar, colar e dar largas à imaginação recorrendo aos materiais que desejarem - lápis, canetas, pincel, colagem, etc - e posteriormente fotografarem a obra e enviarem, via email, para nós para votação. As fotos serão adicionadas a um álbum específico para votação dos nossos seguidores, sendo que as 10 fotografias mais votadas serão posteriormente seleccionadas e as 3 melhores obras de arte serão escolhidas pelo júri da página Anti-Tourada. Serão classificadas com 1º, 2º e 3º lugar e receberão prémios Lush.
Este concurso inicia-se hoje, dia 27 de Dezembro, e o prazo limite para o envio das fotografias é dia 17 de Janeiro de 2014.
As fotos devem ser enviadas via email para somos.antitourada@gmail.com e cada participação receberá um email de confirmação da recepção.
Aconselhamos a leitura das regras do concurso.   http://tinyurl.com/qhm29lj
Boa sorte a todos os participantes e dêem largas à vossa imaginação!
A Equipa Anti Tourada.»
Fonte
***

EM NOME DO DESENVOLVIMENTO PSÍQUICO NORMAL DAS CRIANÇAS, EXIGIMOS O FIM DAS ESCOLAS DE TOUREIO, EM PORTUGAL!

O que vemos nesta foto é um crime contra a integridade psíquica desta criança.

 

(Origem da foto: http://planetadostouros.blogspot.pt/2012/01/tiago-santos-da-escola-jose-falcao-na.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Terça-feira, 19 de Março de 2013

COVARDES TAURICIDAS EM ACÇÃO - É COMO ESFAQUEAR CRIANÇAS

 

Vi estas imagens e nem quis acreditar!

Como é possível chamar a isto “homens”?

Não são “homens”. São MONSTROS COVARDES.

 

 

Diogo Passanha, ganadeiro (Passanha) da corrida de 16 de Maio em Lisboa e antigo cavaleiro tauromáquico, provou esta tarde ainda estar aí "para as curvas"!

 

 

João Maria Branco, a nova "vedeta" do toureio a cavalo

 

 

 

João M. Branco em forma para o doutoramento em Lisboa em Maio

 

“Em forma”. Muito em forma. Queria vê-lo, no chão com um Touro inteiro e picado por uma abelha, à frente dele. Isso é o que eu queria ver!

 

Agora: vejam o tamanho dos animaizinhos. A serem torturados para gozo destes desclassificados.

Como poderemos não aplicar os adjectivos certos?

 

COVARDES! GRANDES COVARDES!

 

***

O PARECER DE UM MÉDICO VETERINÁRIO:

 

«Enorme crueldade, covardia, estupidez, que vitima a massacrada bebé, abusa do cavalo obrigado a servir de meio de transporte para proporcionar o crime, que desqualifica todos os que apoiam tais barbaridades e que indigna e confrange todas as pessoas conscientes e compassivas».

(Dr. Vasco Reis)

 

 

http://farpasblogue.blogspot.pt/2013/03/a-dois-meses-de-lisboa-branco-ensaia.html

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:37

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