Segunda-feira, 2 de Julho de 2018

“BOUS A LA MAR” UM ACTO BÁRBARO E BOÇAL TAMBÉM PRATICADO NOS AÇORES

 

Imagina que uma multidão te persegue enquanto tentas desesperadamente não te afogares…

 

O que se vê na imagem é o “bous a la mar”, um acto aberrante e dos mais bárbaros e retrógrados praticados em Espanha e também nos Açores, ao qual temos de pôr fim, em nome da dignidade animal – humana e não-humana.

 

E assim se divertem as criaturas mais broncas e atrasadas que existem à face da Terra.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:26

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Domingo, 24 de Junho de 2018

«RAZÕES FILOSÓFICAS, RACIONAIS E MORAIS JUSTIFICAM SOBEJAMENTE O FIM DAS TOURADAS»

 

«Um excelente texto que deveria servir como doutrina para próximas intervenções públicas e orientação política. Óptimo seria fazer chegar ao Governo a recomendação da EU, aqui expressa: proibição de gastos de dinheiros públicos com estas aberrações – incluindo, naturalmente, as autarquias», referiu o meu amigo Comandante Manuel Figueiredo, ao enviar-me este artigo, via e-mail.

Meu caro amigo, o governo português conhece esta recomendação, mas faz ouvidos de mercador, porque o governo português não anda ali para servir a Nação, mas os lobbies, entre eles, o da tauromaquia.

Não é triste?

 

NARCISO MACHADO.jpg

 Narciso Machado

Opinião

 

 

«PÓVOA DE VARZIM, UM CONCELHO ANTITOURADAS

 

 

Espera-se que o movimento abolicionista, preocupado com o bem-estar animal e o sofrimento infligido aos touros, prossiga o seu caminho.

 

Em nota publicada na sua página oficial, do passado dia 20/6, o município povoense anunciou que, por deliberação aprovada por unanimidade, a câmara municipal declarou o concelho da Póvoa de Varzim “Antitouradas”, com efeitos a partir de Janeiro de 2019, ficando, portanto, proibidas, a partir dessa data, as “corridas de touros ou outros espectáculos que envolvam violência sobre os animais”. A praça de touros da cidade vai ser substituída por um pavilhão multiusos. Esta decisão aparece no seguimento da Câmara Municipal de Viana do Castelo que, em 2012, se tornou, formalmente, na primeira “Cidade Antitouradas” em Portugal.

 

Razões filosóficas, racionais e morais justificam sobejamente o fim das touradas, susceptíveis de estimular os maus instintos. São cada vez mais os movimentos cívicos a pedir às entidades públicas para tomarem medidas eficazes na defesa dos animais, pretensões que vão tendo correspondência por parte de alguns municípios portugueses. Viana do Castelo e agora Póvoa de Varzim são um bom exemplo. Actualmente, embora não o declarem formalmente, são já muitas as câmaras (vg. Guimarães) que seguiram o mesmo caminho e algumas associações de estudantes acabaram até com as garraiadas nas suas festas.

 

O Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) através do seu deputado (André Silva) à Assembleia da República, levou na agenda para o Parlamento, além de outras iniciativas, o tema sobre a defesa intransigente dos direitos dos animais, pretendendo que a Constituição reconheça a sua dignidade, à semelhança do que acontece no Tratado de Funcionamento da União Europeia (TFUE), bem como a restrição relativamente à organização de touradas, proibindo menores a assistir a esses espetáculos.

 

À decisão do executivo da Povoa de Varzim reagiu “A Prótoiro - Federação Portuguesa da Tauromaquia” alegando que “a tauromaquia é um traço centenário da cultura e identidade dos Poveiros e a sua praça um ex-libris da cidade e do norte de Portugal”.

 

Já em crónicas anteriores, no PÚBLICO, versando tal a matéria, referi que a invocação da tradição para justificar esses entretenimentos cruéis é manifestamente inaceitável à luz dos valores actuais da nossa sociedade. Na verdade, sendo Portugal rico de tradições culturais, pretende-se que se reveja, não em actos bárbaros, mas cada vez mais nas suas ancestrais virtudes, na convicção de que somos apenas usufrutuários dum património cultural imaterial, com a obrigação de o transmitir aumentado e valorizado. Mas, como é evidente, nessa valorização não pode caber, de modo algum, práticas de enorme violência só para mero divertimento. É que a todas as manifestações de cultura acumuladas, através das gerações, deve corresponder a tentativas de aproximação de valores ideais, nomeadamente lutar por um mundo livre de crueldade e violência gratuita contra animais indefesos, apenas para divertir.    

 

Recorde-se que o movimento “Abolição das Corridas de Touros” denunciou que a “barbárie chega a tal ponto que os touros, quando saem das arenas, são metidos em camiões e ficam ali, por vezes até segunda-feira, que é quando são encaminhados para o matadouro. Não têm espaço para se deitarem, não bebem água e as bandarilhas são-lhe retiradas com ajuda de uma navalha”.

 

Os estudiosos e investigadores, quando falam do significado e das origens da lide de touros, identificam-nas com os bárbaros espectáculos circenses da antiguidade. Outros autores, indo mais longe, reportam as suas origens a mitos religiosos e sacrifícios cruentos, de cariz pagão, de civilizações muito mais remotas.

 

Uma medida importante contra as touradas foi a decisão do Parlamento Europeu ao aprovar uma proposta a impedir a utilização de fundos europeus para financiar touradas. Trata-se de uma excelente medida, que, por ir ao encontro da vontade de uma larga maioria dos cidadãos europeus e portugueses, deve merecer uma atenção muito especial do governo e das autarquias, já que é inaceitável que fundos europeus sejam utilizados para financiar, directa ou indirectamente, uma actividade que explora o sofrimento animal para entretenimento. De acordo com artigo 13.º do TFUE, aceite pelo Tratado de Lisboa, a “União e os Estados-membros deverão ter plenamente em conta as exigências em materia de bem-estar dos animais, enquanto seres sensíveis, respeitando simultaneamente as disposições legislativas e administrativas”. Daqui resulta o dever de reconhecer os deveres de protecção e bem-estar dos animais por parte do legislador da UE e dos Estados membros.

 

Um estudo publicado em 2007 revelou que uma larga maioria dos portugueses não querem as corridas de touros em Portugal e muito menos transmitidas pela RTP, com o dinheiro dos contribuintes. Mais recentemente, “A Plataforma Basta” divulgou, no passado dia 18/6, uma sondagem, segundo a qual 69% dos lisboetas discordam da realização de touradas no Campo Pequeno e não concorda com o apoio da autarquia a espectáculos tauromáquicos. Na sequência desta informação, o PAN pediu uma reunião com o presidente da câmara, Fernando Medina (cf. PÚBLICO, 19.06.18).

 

Espera-se que o movimento abolicionista, preocupado com o bem-estar animal e o sofrimento infligido aos touros, prossiga o seu caminho.»

 

Fonte:

https://www.publico.pt/2018/06/23/opiniao/opiniao/povoa-de-varzim-um-concelho-antitouradas-1835596

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:57

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Segunda-feira, 2 de Abril de 2018

AS GRANDES MENTIRAS E AS GRANDES VERDADES DA TAUROMAQUIA

 

O mundo tauromáquico assenta em três grandes pilares:

Mentira, Ignorância e Estupidez.

 

Durante séculos mentiu-se, ignorou-se o óbvio e praticaram-se (e continuam apraticar-se) os mais estúpidos actos, em nome deste divertimento de brutos:

 

 

Hoje, não podem dizer que não há informação. Ela existe às carradas, mas ainda assim, as mentes atrasadas recusam-se a informar-se e a acatar o desenvolvimento científico, que coloca os Touros e os Cavalos no rol dos seres mais sencientes do Planeta.

 

E como a ignorância é muita, e a vontade de evoluir é nula, os adeptos desta prática selvática mentem para si próprios, porque recusam a realidade e a evolução.

 

Por isso espalham por aí estas grandes mentiras em que a tauromaquia assenta. Mas para as grandes mentiras, existem as grandes verdades.

 

A maioria dos Portugueses gosta de touradas

– Mentira

 

A esmagadora maioria dos Portugueses abomina as touradas

- Verdade

 

Cada vez mais Portugueses vão assistir a touradas

– Mentira

 

Cada vez mais Portugueses se afastam das touradas

- Verdade

 

Os tauricidas dizem que amam o Touro

– Mentira

 

Os tauricidas amam torturar o Touro

- Verdade

 

A tauromaquia não é financiada com dinheiros públicos

– Mentira

 

A tauromaquia é financiada com os impostos dos Portugueses

- Verdade

 

A tauromaquia subsidia-se a si própria

– Mentira

 

A tauromaquia sem o financiamento do Estado Português desaparecia

- Verdade

 

O touro vive como um rei durante quatro anos

– Mentira

 

Durante quatro anos o Touro sofre as maiores sevícias, para se tornar “bravo” para a lide

- Verdade

 

O Touro nasceu para ser toureado

– Mentira

 

O Touro é um bovino, herbívoro e manso, que nasceu para viver tranquilamente a pastar nos prados

- Verdade

 

O Touro gosta de ser toureado

– Mentira

 

O Touro, como animal que é, não gosta de ser toureado, e a prova disso é quando, na arena, ele manda um carrasco, desta para melhor, em legítima defesa

- Verdade

 

O touro não é torturado, física e psicologicamente antes de uma corrida

– Mentira

 

O Touro é torturado barbaramente, física e psicologicamente, antes da corrida

- Verdade

 

O Touro não é torturado nas corridas de touros

– Mentira

 

O Touro é torturado barbaramente, antes, durante e depois da lide

- Verdade

 

O touro não sente dor

– Mentira

 

O Touro, sendo um animal mamífero, possuidor de um sistema nervoso central sente dor tal como os homens

- Verdade

 

O Touro não sofre

– Mentira

 

O Touro, ser senciente, tem emoções e sofre tal como os homens sensíveis

- Verdade

 

E todas estas verdades estão comprovadas cientificamente, e que não estivessem, basta ser-se humano para não fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem a nós.

 

Não é esta a regra de ouro dos cristãos?

 

E não é a actividade tauromáquica apoiada pela igreja católica? Então onde fica a compaixão cristã, a regra de ouro, a piedade pelo sofrimento de um animal que tem um ADN semelhante ao do Homem?

 

Vivemos tempos bárbaros, governados por bárbaros, em pleno retrocesso…


Em suma, uma vergonha!

 

Isabel A. Ferreira

 

Tema inspirado no texto do Mário Amorim:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2018/03/29/a-mentira-compulsiva-e-um-indicio-claro-de-uma-mente-psicopata/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:06

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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017

NA SENHORA D'AGONIA QUEREMOS TOUROS SEM AGONIA

 

Chegou-nos a notícia de que deu entrada na Câmara Municipal de Viana do Castelo, um pedido da associação “vianenses pela liberdade” de instalação de uma praça de touros amovível para realização de uma tourada a 20 de Agosto, último dia da Romaria da Senhora d’Agonia.

 

O que esses falsos vianenses não sabem é que os verdadeiros Vianenses querem Touros sem agonia, na Senhora d’Agonia.

 

E é o que teremos.

 

VIANA20747960_10155686295764106_763871717396806133

 TODOS A VIANA DO CASTELO PARA VARRER O LIXO TAUROMÁQUICO

Fonte da imagem.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155686295764106&set=gm.269419406890074&type=3&theater

 

O requerimento já se encontra na autarquia para “apreciação”.

José Maria Costa, o seu presidente, dirá de sua justiça.

 

Bem, já se sabe que Viana do Castelo declarou-se Cidade Anti-Tourada, em 2009, a partir de uma proposta do então presidente da Câmara Municipal, Defensor Moura, dando um passo gigantesco para a modernidade, catapultando Viana para o rol dos municípios civilizacionalmente evoluídos, e que rejeitam esta barbárie, ainda mais para celebrar Senhoras d’Agonia ou outras.

 

No ano passado, os bárbaros fizeram uma tentativa de invadir Viana com a sua “tropa” medievalesca, mas foram corridos pelo bom senso da autarquia e pela vontade dos Vianenses, e não por terem desistido da tortura, como pretendem, alegando que «não encontraram enquadramento no programa das festas». Como poderiam encontrar tal enquadramento, se a tortura não se enquadra em nada que diga respeito a festas, muito menos de Santas, e ainda menos numa cidade luminosa e iluminada pela luz da civilização?

 

Pois este ano, irão ser corridos novamente, até porque a Senhora d’Agonia merece ser celebrada com alegria e sem agonia de Touros, e não se conspurca um município anti-tourada, apenas para uns poucos e sempre os mesmos sádicos forasteiros, provenientes de municípios civilizacionalmente atrasados, ali transportados em camionetas pagas com dinheiros públicos, irem dar aso à sua mórbida sede de sangue.

 

Haja racionalidade.

Mahatma Gandhi encorajava: «Quando uma lei é injusta, o correcto é desobedecer". E não há lei mais injusta e estúpida do que aquela que permite a tortura de um ser vivo, para diversão de sádicos.

 

Os verdadeiros Vianenses e todos os seus apoiantes estão mobilizados, e em Viana, touradas, nunca mais.

 

VIANA.jpg

Fonte da imagem

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155674989849106&set=gm.267961777035837&type=3&theater 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:35

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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016

RTP1 (UM ) – DEGRADANTE, PRIMITIVA, HORRIPILANTE, DANTESCA…

 

E andamos nós a pagar taxas para que a RTP UM (a reles televisão portuguesa) transmita, em directo, e em hoário nobre, esta “coisa” que nem os mais primitivos homens da Idade da Pedra conseguiriam sequer imaginar…

 

 

BOICOTEMOS A RTP1

 

 

Texto Sandra Barbosa

 

 

«Vídeo do episódio da mula na tourada de 5ª feira passada transmitida pela RTP em horário nobre.

 

Como não gosto de falar do que não sei nem de tomar o todo pela parte, pois que puxei a emissão atrás e fui procurar o episódio da mula a ser espicaçada por várias bestas humanas***, tal como uma foto que circula pelo Facebook ilustra.

 

Aprendi então que aquilo é mais uma das fantásticas tradições portuguesas e que se chama "a mula das farpas".

 

A mesma consiste em fazer o animal entrar na arena, amarrado como se vê e a ser puxado por duas bestas humanas***, carregada com dois caixotes de madeira que guardam todas as bandarilhas que vão ser usadas durante a noite. Depois de retirados da pobre mula, foram necessários duas bestas humanas*** para carregar cada um dos caixotes !!!

 

Depois de descarregada faz-se então o pobre animal sair a correr de forma espalhafatosa e portanto pica-se...

 

Vejam o pânico da pobre mula aos 34 segundos só por ter entrado na arena.

"Espectáculo" degradante com bárbaros***  na arena e sádicos a rirem e aplaudirem a tortura da pobre mula...

 

E é com ISTO que a RTP educa o povo!!!

 

Partilhem o mais possível por favor…»

***

 

*** Desculpe, Sandra Barbosa, no seu texto, substituí o termo HOMENS (por BESTAS HUMANAS) porque se estas criaturas fossem HOMENS, jamais torturariam COBARDEMENTE uma pobre e indefesa mula para os sádicos se masturbarem mentalmente.

 

Substituí também o termo GENTE (bárbara) por BÁRBAROS porque GENTE não vai para uma arena torturar cruelmente indefesos seres sencientes. (Isabel A. Ferreira)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:20

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2015

O CULTO DA BARBARIDADE

 

«Como as imagens do vídeo demonstram, a tourada é o culto da barbaridade. É o culto da dor, do sofrimento, da morte. E quem assiste a este culto é conivente com uma prática abjecta. É conivente com uma vil prática. Quem assiste a este culto é conivente com bárbaros, com assassinos. É conivente com Psicopatas, com Sociopatas!»

(Mário Amorim)

 

 

Não sei como é que alguém, no seu juízo perfeito, pode aplaudir está prática repugnante, e chamar-lhe “arte" e “cultura"!

 

Entender “isto” está para além da minha compreensão de simples mortal.

 

É inconcebível a existência de uma “coisa” destas, nos tempos que correm.

 

Depois exigem de nós respeito, delicadeza, educação, um tratamento VIP para com estes monstros tauricidas.

 

É impossível fazer poesia sobre tamanha crueldade.

 

(Isabel A. Ferreira)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:55

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Sábado, 26 de Setembro de 2015

CARTA ABERTA À ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESÁRIOS TAUROMÁQUICOS

 

APET.jpg

 

"Empresários" tauromáquicos:

 

Li este comunicado e pasmei.

 

Não que me surpreendesse que ele viesse a público, pois num país onde a selvajaria tauromáquica é permitida, e a crueldade e a violência e a maldade, nuas e cruas, têm uma legislação própria, tudo é possível.

 

Pasmei apenas pelo desplante de se arvorarem em “empresários” e entenderem que podem insultar, assim, despudoradamente, a inteligência dos portugueses.

 

O PAN (Pessoas – Animais – Natureza) é um partido político com legitimidade para solicitar à Assembleia da República que clarifique por via legislativa e de forma incontestável, as atribuições municipais à proibição de actos de violência contra animais, incluindo touradas, sabem porquê?

 

Porque os Touros e os Cavalos, utilizados nessa actividade primitiva e bárbara, a que vocês chamam obtusamente “cultura”, são ANIMAIS, não sabiam? E o que fazem a esses animais nas touradas são actos de violência extrema proibidos por lei.

 

Por isso, todos os portugueses, sejam militantes de partidos ou apartidários, têm toda a legitimidade de não só exigirem que a lei seja cumprida, como de questionar essas leis tortas que são a vergonha dos legisladores, e que existem apenas para que duas dezenas de “empresários” da tortura de seres vivos vivam à tripa forra à custa dos dinheiros públicos. À custa dos nossos impostos.

 

E isto é ilegítimo. É imoral. É roubar o povo.

 

E mais. Os fundamentos em que se baseia o PAN para fazer valer os Direitos dos Animais (de todos os Animais) consignados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais, ratificada pelo governo português, que descaradamente nunca cumpriu esse compromisso, são a mais incontestável verdade.

 

E quem é a APET para não consentir “atropelos” à liberdade cultural dos aficionados garantida pela Constituição no seu artigo 78, que consagra a todos o direito à «fruição e criação cultural»?

 

Por acaso sabem o que é criação cultural? Não sabem. Se soubessem estavam caladinhos, para não fazerem esta má figura.

 

Aprendam alguma coisa sobre Cultura e Civilização abrindo este link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/22410.html

 

 

Os torturadores de bovinos passaram séculos a transmitir ignorância de geração em geração, e a chamar “cultura” à tortura de seres vivos, para divertir sádicos, mas agora, simplesmente CHEGA! Porque a época da ignorância já passou. Agora só é ignorante quem quer. Só se é ignorante por opção.

 

Hoje, essa ignorância está limitada a um punhado de aficionados que se recusam a ver o óbvio e a evoluir, com o aval de um governo também ele aficionado e culturalmente paupérrimo.

 

Vocês até poderiam ter razão se estivessem a referir-se à criação cultural propriamente dita.

 

Mas a tauromaquia não passa disto:

 

VENAL ARTE.png

 

A APET não tem legitimidade nenhuma de relembrar em parte alguma ao Estado Português o que quer que seja.

 

Os interesses da APET são meramente económicos, e baseados na venal arte de torturar e matar animais em público, para divertir sádicos. Portanto, o que pretendem é ganhar dinheiro á custa do sofrimento de seres vivos indefesos, e a isso não se chama criação cultural. A isso chama-se carnificina.

 

E se não sabem o que é um sádico, deixo aqui a definição oficial, para que não digam que estou a insultar: «Que ou quem gosta de fazer sofrer ou humilhar = MAU»

in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

http://www.priberam.pt/dlpo/s%C3%A1dico

 

 

 

Ora os aficionados gostam de ver sofrer e de fazer sofrer e humilhar inocentes, inofensivos e indefesos bovinos. Vejam:

 

 

E isto não é criação cultural, em parte alguma do Universo.

 

E por fim, a tauromaquia poderia eventualmente ter sido de norte a sul, parte integrante do “património da cultura popular portuguesa” mas apenas do povo bronco, porém jamais o foi do povo instruído, do povo culto, do povo erudito.

 

Mas isto FOI em tempos idos. Num tempo coberto pelo negrume da mais cavernosa ignorância.

 

Hoje, essa “cultura dos broncos” está restringida apenas a um punhado de criaturas que já nasceram velhas, com raízes podres, enterradas num passado tão remoto, tão remoto, que já se perdeu no tempo…

 

E para que saibam, a tauromaquia não é um “espectáculo cultural”. Nunca foi, nem nunca será. É simplesmente um costume bárbaro herdado de espanhóis bárbaros . E nada mais do que isso. A tauromaquia é uma actividade nauseabunda.

 

Só têm razão numa coisa: a tauromaquia é uma prática legal, o que não significa que seja moralmente admitida numa sociedade humana e civilizada.

 

E hoje, mais do que nunca, ela é uma prática inconstitucional.

 

Quanto à IGAC é uma inspecção que não cumpre a função para a qual foi criada, porque permite que se façam touradas completamente ILEGAIS em Portugal.

 

Isto é público. Isto é vergonhoso. Isto só acontece porque existe um governo cuja governação é submissa ao lobby tauromáquico.

 

As denúncias destas ilegalidades caem em saco roto, e todos nós sabemos muito bem porquê.

 

Por isso, “empresários” tauromáquicos, este vosso comunicado não tem qualquer razão de ser. É simplesmente ridículo.

 

No entanto, nós sabemos que foi escrito com a única intenção de “avisar” os 226 deputados da Nação, eleitos para darem cobertura à tauromaquia (os restantes 24 rejeitam este costume bárbaro) que estarão “atentos” a qualquer movimentação contrária ao vosso “desejo”.

 

Mas não pensem que isto vai durar muito mais tempo.

 

Tudo o que nasce morre. É a lei natural.

 

E a tauromaquia já resistiu demasiado tempo, está demasiado velha, carcomida, apodrecida, a cheirar mal, e no tempo que corre, está a escorregar lentamente para o abismo onde será para sempre enterrada.

 

Disso podem ter a mais absoluta certeza.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:38

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Terça-feira, 14 de Julho de 2015

FESTAS DO SENHOR SANTO CRISTO DOS MILAGRES (ILHA GRACIOSA – AÇORES) CELEBRADA COM RITUAIS SELVÁTICOS

 

Enquanto a igreja católica não tomar uma posição firme quanto a esta aberração de celebrar Santos católicos e até o Espírito Santo com rituais macabros, primitivos e bárbaros, não sairemos da cepa torta e o nome de Deus será vilipendiado.

 

Noutros tempos, iam todos arder na fogueira dos ímpios.

 

ESPÍRITO SANTO1.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:29

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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

OS MISTÉRIOS DE LISBOA (WHAT THE TOURISTS SHOULD NOT SEE)

 

Shame on you, José Fonseca e Costa.

 

 

Bullfight is a barbarian costume. It is not culture.

(A tourada é um costume bárbaro. Não é cultura.)

 

It is ignorance. It is the black spot of Lisbon.

(É ignorância. É a nódoa negra de Lisboa.)

 

The barbarians torture bulls in name of stupidity.

(Os bárbaros torturam touros em nome da estupidez).

 

Please don't put Fernando Pessoa and campo pequeno (a bloody place of torture) at the same level.

(Por favor, não coloque Fernando Pessoa e campo pequeno - um lugar sangrento de tortura - ao mesmo nível).

 

Be civilized.

(Seja civilizado).

Don't fool the tourists.

(Não engane os turistas)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Domingo, 14 de Setembro de 2014

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO

 

Passada precisamente uma semana, a autarquia vianense, que já devia ter vindo a público explicar por que motivo as autoridades que se apresentaram junto à barraca da tortura, não impediu a selvajaria ilegal que se realizou, contra todas as expectativas, no passado dia 7 de Setembro, remeteu-se a um silêncio que está a causar uma legítima desconfiança

 

Por isso… esta carta.

 

 

Exmo. Sr. Dr. José Maria Costa,

 

Todos nós sabemos que o que se passou no dia 7 de Setembro, em Viana do Castelo foi algo bizarro. Fora da lei. Ilegal.

 

Depois das medidas legais que a Câmara Municipal de Viana do Castelo efectuou para impedir que, em 2014, os bárbaros   conspurcassem uma cidade, cujos habitantes (exceptuando um ou outro bronco) não são aficionados, e perante o descaramento dos invasores, que só tinham autorização de um tribunal para montar a barraca, foi com enorme estupefacção que assistimos à inacreditável transgressão da Lei, diante das “autoridades” que se apresentaram no local.

 

Ou essas “autoridades” não teriam autoridade, ou seja, permissão, para impedir a ilegalidade da “ocorrência”?

 

Seriam apenas figurantes de uma Farsa da Autoridade, a que se assistiu, naquela tarde?

 

Esta situação, absolutamente insólita, leva-nos a colocar duas questões legítimas:

 

OU

a Câmara Municipal de Viana do Castelo tomou as medidas iniciais que tomou, e muito bem, baseando-se na Lei, conhecendo, antecipadamente, o desfecho desta invasão bárbara, e tudo não passou de uma grande farsa, para distrair os Vianenses e os Abolicionistas que estão com Viana do Castelo.

 

OU

A Câmara Municipal de Viana do Castelo ingenuamente deixou-se ultrapassar por um bando fora-da-lei, o que, não nos parece provável, uma vez que autarquia vianense tem um Gabinete Jurídico que, em princípio, existe para dar pareceres jurídicos dentro da legalidade.

 

Certo?

 

Ora, dada a manifesta ilegalidade da “ocorrência” e depois de uma autoridade que supomos ser competente, ter vindo a público dizer que o episódio da selvajaria tauromáquica previsto realizar-se em Viana do Castelo, naquela tarde, era ilegal, seria de esperar que a Câmara Municipal de Viana do Castelo colocasse em campo, naquela tarde, o seu poder, e exigisse aos fora-da-lei todos os documentos necessários para a realização da selvajaria (eles só tinham um “papel” alegadamente do tribunal a autorizar a montagem da barraca, e mesmo assim duvidamos, porque temos motivos para duvidar que esse “papel” fosse legal, a não ser que nos provem o contrário), ou solicitasse a autoridades do Estado Português para fiscalizarem se a barraca e tudo o que acarreta uma “ocorrência” tauromáquica, cumpriam todos os requisitos do RET.

 

E o que aconteceu?

 

A Câmara Municipal de Viana do Castelo colocou em campo uns “figurantes” que em vez de cumprirem a Lei, estiveram a “guardar” a manifestação pacífica de gente que pugna por uma Viana do Castelo limpa e civilizada, enquanto os fora-da-lei estiveram a torturar bovinos indefesos numa barraca, para cerca de duas centenas de broncos, ilegalmente.

 

E depois de se ter torturado meia dúzia de magníficos seres vivos, inutilmente, realizou-se um jantar muito interessante…

 

Posto isto, não será legítimo concluir que a Câmara Municipal de Viana do Castelo (que de ingénua nada tem) fez jogo duplo, tal como aconteceu em 2012 e 2013?

 

Não quero crer, por isso, solicito a V. Excelência uma explicação pública coerente para compreendermos o que aconteceu, naquela tarde, em Viana do Castelo, e não ficarmos com esta sensação desagradável de que tudo não passou de uma grande farsa. Além de que os anti-touradas vianenses não são obrigados a complementar ou fazer o trabalho que a CMVC deveria ter feito desde 2012.

 

Mas se for necessário… Desta vez a culpa não morrerá solteira.

 

Com os meus cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:14

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