Domingo, 29 de Julho de 2018

SENHOR VEREADOR DA CM DE AZAMBUJA, ACHA QUE OS PORTUGUESES SÃO ASSIM TÃO PARVOS?

 

 

Eles não têm a noção do ridículo. Não é que tenhamos alguma coisa contra os parvos, até porquê parvos sempre os teremos entre nós, enquanto o mundo não chegar a uma etapa de evolução mais elevada.

 

Mas somos absolutamente contra a mania dos políticos quererem fazer de nós parvos.

 

O Município de Azambuja pretende “elevar” a selvajaria que vemos neste vídeo, a património imaterial, obviamente, só se for a património imaterial da mais colossal estupidez, que é uma praga urbana que se desenvolve a partir da classe política e se alastra descontroladamente por todo o País, abrangendo a população menos esclarecida.

 

 Depois ficam muito ofendidos se dizemos que o indivíduo que ficou gravemente ferido, quando tentava puxar o rabo ao Touro, estava mesmo a pedi-las...

 

E como é que o município de Azambuja justifica a candidatura desta selvajaria?

 

Justifica-a de um modo inacreditável, apresentando um argumento socialista: a ancestralidade taurina, como se a ancestralidade de uma prática bárbara pudesse pertencer à categoria de argumento válido.

 

Mas o mais espantoso foi o que o vereador do pelouro da cultura (será mais a pender para a coltura) da Câmara Municipal de Azambuja, António José Matos, do muito monarquista PS (algo deveras inconcebível num partido que se diz socialista) disse em declarações à Lusa: «Foi feito um levantamento intenso e percebeu-se que já vem de há muito a nossa génese no que diz respeito à tauromaquia, no que diz respeito ao adorar o touro, à diversão com o touro, à divindade do touro. Há uma trilogia touro, cavalo e campino que representam muito daquilo que somos».

 

Pois senhor vereador, não duvidamos que tivessem feito um levantamento intenso, e que tivessem chegado à conclusão de que a vossa génese selvática tem uma certa ancianidade, que remonta aos finais do século XVI, quando o Rei Filipe II de Espanha, I de Portugal, introduziu este costume bárbaro monárquico no nosso País. Quanto ao resto: adorar o Touro (o que dizer se não adorassem!) divertirem-se com o sofrimento atroz do Touro, divindade ao Touro (e adora-se uma divindade atacando-a barbaramente), e trilogia de Touro, Cavalo e carrasco (de Touro e Cavalo), na verdade, isto diz muito do monumental atraso civilizacional, não só de Azambuja, como de todos os municípios alentejanos que, unicamente por interesses económicos e absolutamente nada culturais mantêm esta prática selvática.

 

Mas o autarca foi ainda mais longe na sua estultícia, como se todos fôssemos muito estúpidos. Disse ele que uma das particularidades do município, relativamente a outros com ligações taurinas, é que os seus habitantes "mesmo que não sejam dos mais aficionados às corridas de touros são em relação à figura do touro".

 

Então não são? Eles gostam tanto, mas tanto, dos Touros, que se divertem a torturá-los com toda a brutalidade dos que não têm um pingo de bom senso e sensibilidade civilizacionais.

 

E o vereador da coltura de Azambuja disse mais: «Ninguém no actual executivo municipal é anti-touradas, o que também facilita a elaboração do processo de candidatura», que será submetido à Direcção-Geral do Património Cultural.

No executivo camarário de Azambuja não existe senso comum? Nem civilidade? Nem bom senso? Logo, o município de Azambuja diz que vai avançar sozinho nesta candidatura (pasmemo-nos) reivindicando particularidades e uma ancestralidade taurina, e que não sendo um concelho taurino de agora, mas de há muito tempo, está na génese dos azambujenses divertirem-se a torturar Touros, em pleno século XXI D.C.

 

Isto não é de mentes socialistas brilhantes!

 

Bem podem candidatar-se ao que quiserem, ao prémio Nobel da Estupidez, bem podem até elevar a selvajaria que se vê no vídeo a património, porque essa elevação valerá zero aos olhos do mundo civilizado, contribuirá para o empobrecimento cultural do nosso País, e deixará muito mal na fotografia o Partido Socialista, o governo português e o ancestral povo de Azambuja, os quais não acompanharam o evoluir dos tempos!

 

Isabel A. Ferreira

 


Fonte: 

https://www.publico.pt/2018/07/27/local/noticia/camara-quer-candidatar-tauromaquia-a-patrimonio-imaterial-1839345

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:39

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Quarta-feira, 30 de Maio de 2018

É PREFERÍVEL APOIAR BÊBADOS DO QUE ACTIVIDADES TAUROMÁQUICAS

 

 

Recebido via e-mail, para reencaminhar e enviar o texto para os seguintes endereços:

scc@cntralcervejas.pt; relações.institucionais@centralcervejas.pt; serviço.cliente@centralcervejas.pt

C/C: info@animal.org.pt

 

 

SAGRES.png

 

 

À Administração da Central de Cervejas:

 

Exmos. Senhores,

 

Tenho constatado que a SAGRES / Central de Cervejas tem, apesar de muitos protestos ao longo dos anos, escolhido manter a associação da sua marca às touradas ao invés de ter o cuidado de o não fazer, sendo que, entre muitos outros apoios, figura, este ano, como patrocinadora da Feira de Maio da Azambuja, uma feira que promove a violência, uma vez que a tauromaquia é, apenas, violência.

 

Apesar de estes serem eventos aberrantes, proibidos em quase todo o mundo, à excepção de 8 países, considerados por um tribunal como cruéis e susceptíveis de influírem negativamente na construção e desenvolvimento da personalidade de crianças e adolescentes, de haver uma recomendação do Comité dos Direitos das Crianças da ONU que pede o afastamento de crianças e jovens de tais espectáculos, e de , cada vez, serem mais as pessoas que rejeitam este tipo de actividade, a SAGRES / Central de Cervejas não tem evoluído.

 

Vivemos numa economia de mercado, livre, em que há muita concorrência e em que, enquanto umas empresas se colocam comercial e publicitária do lado do que é violento e socialmente aberrante, como a SAGRES / Central de Cervejas está a fazer, outras há que se colocam do lado certo.

 

Assim, venho uma vez mais pedir a V. Exas. para que ponderem cessar o V. apoio a este tipo de actividade violenta e cruel, sob pena de, não o fazendo, boicotar totalmente as vossas marcas, preferindo outras concorrentes que se opõem a exercícios medievais e violentos como são as touradas!!

 

Quero acreditar que a V. empresa possa estar, hoje, mais aberta a mudar e a estar do lado da Ética, e, dessa forma, receber o apoio de muitos mais clientes, mudando a sua postura. Seria excelente que assim fosse e demonstraria uma postura respeitável e merecedora de todo o apoio.

 

Aguardando por uma resposta de V. Exas, que, espero, seja positiva, despeço-me,

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:56

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Segunda-feira, 13 de Julho de 2015

TURISMO EM AZAMBUJA (TERRA ONDE O POVO SE DIVERTE A TORTURAR TOUROS)

 

Esta é a visão de alguém que, do outro lado do Atlântico, pasmou com a “coltura” dos broncos portugueses

 

 Eis a estupidez no seu estado mais puro: broncos divertem-se a torturar Touros indefesos, como se os Touros fossem animais como eles. Mas não são. Os Touros são animais muito mais dignos

 

«Sou do Brasil e nunca ouvi falar em Azambuja. Hoje conheci um pouquinho mais de vocês.

 

Um povo que tem por diversão o maltrato dos animais. Parece que aí isto é cultura. Que pena, acho que nunca vou pôr meus pés neste lugar, porque no Brasil, cultura é dança, teatro, música, pintura... não envolve tortura e nem derramamento de sangue. Aliás, no Brasil chamamos isto de sadismo.

 

Talvez uma biblioteca ou um teatro pudessem divertir de maneira mais saudável esse povo que talvez não tenha outras opções de "lazer".

 

Lamentável, vergonhoso, grotesco... muito triste saber que povos cultuam a tortura de seres indefesos por diversão. Chega a ser surreal.

 

 

Grandes colônias de portugueses vieram para o Brasil, mas graças a Deus vieram povos de outras culturas e com essa miscigenação conseguimos evoluir. Cultura para nós é arte, é o belo: teatro, música, dança, pintura.

 

Soube que em Coruche, no ano de 2015, século XXI, os portugueses ainda acreditam ou querem vender a idéia de que tourada é uma "cultura" que deve ser preservada. Ela é tão rentável assim?

 

Que me perdoem os portugueses que nada têm a ver com este sadismo, mas sinto uma imensa vergonha por descender de vocês.

 

É esta a imagem que lhes dá prazer? É o sangue jorrando pela tortura de um animal que lhes dá leveza na alma?

 

Se é uma questão cultural, sugiro que retornem com as lutas nas arenas entre gladiadores. Elas têm todos os requisitos: é "cultural", têm sangue e têm morte. Fica só faltando a parte da tortura, mas isso, vocês podem votar na próxima reunião.

 

 

Lamentável, vergonhoso, grotesco, uma aberração...»

 

Ivone Vieira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:35

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Segunda-feira, 6 de Julho de 2015

Em 1926 já éramos o «Reino cadaveroso, o reino da estupidez»

 

Em 1926, António Sérgio já dizia: «Não nos iluda a existência de portugueses excepcionais, que se educaram nos laboratórios e nas leituras dos estrangeiros. A cultura crítica não impera ainda em Portugal. Somos o Reino Cadaveroso; somos o Reino da Estupidez.»

 

Em 2015, a cultura crítica ainda continua a não imperar em Portugal. Continuamos a ser o Reino Cadaveroso, o Reino da Estupidez tal como o classificou António Sérgio, um iluminado pensador, pedagogo e político português (1883-1969).

A cultura crítica dá-nos legitimidade de utilizar as palavras certas de acordo com as circunstâncias. Por isso, António Sérgio aplicou os vocábulos "cadaveroso" e "estupidez" para designar o "reino" de Portugal da época em que viveu... 

Não se admirem, pois, os leitores do Arco de Almedina, que a sua autora utilize palavras rudes para dizer da imbecilidade que é a selvajaria tauromáquica...

 

Isto aconteceu em Portugal, durante a Feira de Maio 2011, na Azambuja: a violenta colhida de uma criança. Apesar da gravidade do acidente, a festa prosseguiu normalmente e o caso foi abafado. Em 2015 já ninguém se lembra da criança gravemente ferida, e continuam a divertir-se do mesmo modo imbecil

 

***

Isto acontece em Azambuja, mas também em outros municípios portugueses (felizmente uma minoria, num universo de 308) que sofrem de um atraso civilizacional acentuadíssimo, e acoitam uma dita “festa” que durante séculos foi “brava” e hoje é simplesmente parva, e nos quais vagueia uma parcela de população ainda muito primitiva e bronca, marcada por uma ignorância arreigada, e a qual se recusa a evoluir.

 

Esses municípios são os seguintes: Alandroal, Albufeira, Alcácer do Sal, Alcochete, Almeirim, Alter do Chão, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Barrancos, Beja, Benavente, Cartaxo, Coruche, Cuba, Estarreja, Fronteira, Golegã, Lagoa, Lisboa, Moita, Monforte, Montijo, Moura, Pombal, Portalegre, Ponte de Lima, Póvoa de Varzim, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Sabugal, Salvaterra de Magos, Santarém, Setúbal, Sousel, Tomar, Vagos, Velas, Viana do Alentejo, Viana do Castelo, Vila Franca de Xira, Vila Nova da Barquinha, Vila Nova de Poiares.

 

Isto em Portugal continental.

A Ilha da Madeira está limpa.

 

O Arquipélago dos Açores é a vergonha das Ilhas do Atlântico, com vários municípios ainda bastante atrasados, e que recusam a civilização: Angra do Heroísmo (Ilha Terceira), Calheta, Praia da Vitória e Santa Cruz da Graciosa.

 

***

As "gentes" que nestes municípios defendem a TORTURA de um animal para se divertirem, não podem ser consideradas GENTE. Se fossem GENTE não se divertiriam com a tortura de um animal. Obviamente.

 

E a tortura de uma animal começa logo com a retirada dele dos pastos. Ponto final. Tudo o resto que se segue é do foro da insanidade mental.

 

Essas “gentes” não passam de fósseis, que nasceram com cérebros mirrados, onde nada do que pertence à modernidade jamais entrará.

 

Não se dão conta da figura de IDIOTAS que fazem.

 

Vivem na Idade do CALHAU, e acham que a Festa Parva, a que eles chamam ”brava” (designações do meu amigo Arsénio Pires, com as quais concordo), é “cultura”, e nesse estado primitivo e insano morrerão.

 

O que não sabem é que terão de pagar muito cara a crueldade que cobardemente derramam pelas ruas e nas arenas, contra seres vivos totalmente indefesos.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:16

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Segunda-feira, 1 de Junho de 2015

E SE EM VEZ DE UM MORTO E SEIS FERIDOS, FOSSEM SEIS MORTOS E UM FERIDO NA LARGADA DE TOUROS EM AZAMBUJA?

 

… Talvez Luís Sousa, o presidente socialista deste município, que sofre de um colossal atraso civilizacional, entendesse que este tipo de “diversão” não é, de todo, adequada a pessoas, mas tão-só a ogres de outros tempos.

 

azambuja_feira_maio AZAMBUJA.jpg

 

Um “divertimento” de broncos que mata e esfola, mas não tem importância alguma, para o presidente da câmara da vilória… O mais importante é a “valentia” dos touros. E veja-se: o da imagem devia se um daqueles de mil arrobas…

 

Isto só num país onde a ignorância e a violência marcam pontos e têm um lugar de destaque na legislação.

 

Este macabro episódio conta-se de uma penada: não é que durante a Feira de Maio, em Azambuja, que prima pela imbecilidade dos “divertimentos” que oferece ao um povo que ainda não saiu da Idade Média, uma criatura, com cerca de 60 anos, morreu durante uma largada de touros, quando levou uma forte cabeçada de um dos touros da noite, na zona do coração, e o impacto provocou um derrame interno na artéria aorta, que lhe foi fatal, e mais seis ficaram feridos, dois deles em estado grave, e a “festa” continuou?

 

Pois claro!

 

Mas o que importa a vida dos azabumbados, que se divertem a torturar bovinos indefesos que, vendo-se acossados, defendem-se como podem, e às vezes (demasiado poucas) conseguem virar o feitiço contra o feiticeiro (e com toda a legitimidade)?

 

A vida dos tontos, para o socialista Luís Sousa, que hipocritamente diz “lamentar” a morte do sexagenário, vale zero, e ainda tem o desplante de dizer que «o perigo está sempre subjacente à “festa brava” e que nesse aspeCto (assim com C porque sem C lê-se aspêto e não sei o que parece), este ano os touros têm merecido fortes elogios pela sua bravura».

 

Bravo, Luís Sousa! Assim é que se fala. Quanto mais “bravos” os touros forem, melhor, porque há mais probabilidade de haver mortos e feridos com fartura, para que a festa fique ainda mais “brava”.

 

Eu, se não lesse isto na fonte que cito, nem acreditava.

 

Como pode a cegueira mental desta “gente” ser tão cega?

 

Como pode haver um cérebro assim, tão mirrado?

 

Pois para Azambuja e o socialista José Sousa aqui fica o “prémio” Estrela de Ferro - por esta morte e estes feridos que, ao que parece, pouco contam em Azambuja.

 

O que conta é o dinheiro que alguns metem ao bolso, à custa da tortura de indefesos bovinos e da bacoquice de um povo indiferente.

 

AZAMBUJA.png

 

Fonte:

http://www.rederegional.com/index.php/sociedades/12681-um-morto-nas-largadas-de-touros-de-azambuja 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:45

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Sábado, 14 de Fevereiro de 2015

O aficionado e cristalino Marcelo (Rebelo de Sousa) “diestro das arenas", candidato a presidente da República Portuguesa?

 

Li a notícia no jornal «O Mirante», com direito a este cartoon, onde pode ler-se: «Foi a ver muitas faenas desde pequenino que aprendi a ter este jogo de cintura que tanto jeito me dá na política».

 

46018 MARCELO1.jpg

E não pude deixar de sorrir: «Ora aqui está uma indumentária e um discurso muito sugestivos para o Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa apresentar no Palácio de Belém, se alguma vez conseguir que o elejam Presidente da República»

 

A notícia é a seguinte. Assim… tal e qual:

 

«O aficionado e cristalino Marcelo

 

O famoso comentador televisivo Marcelo Rebelo de Sousa esteve em Virtudes, aldeia de Azambuja, para participar numa tertúlia onde falou sobretudo de temas nacionais, como as próximas eleições presidenciais em que poderá ser candidato, segundo o que se vai lendo na comunicação social nacional. Ou seja, o professor falou para o auditório ribatejano daquilo que habitualmente vai falando no seu espaço de comentário semanal na TVI, não abrindo muito o jogo relativamente à região onde se encontrava.

 

Por isso, O MIRANTE teve de fazer pela vida e ficou a saber que, por exemplo, o professor universitário é um entusiasta da festa brava que não se indigna com a morte do toiro na arena. Uma opinião cristalina, e politicamente incorrecta para alguns sectores, que lhe pode arranjar ódios de estimação e até custar alguns votos caso seja candidato a Presidente da República. No entanto, o Cartoon da Notícia acredita que o professor Marcelo saberá contornar esses potenciais obstáculos com a habilidade discursiva que o caracteriza e o seu famoso jogo de cintura, digno de um diestro das arenas.

 

***

 

Senhor Professor Doutor catedrático, “diestro das arenas”, Marcelo Rebelo de Sousa, isto é que é! Estará em plena campanha eleitoral, a mostrar aos eleitores incultos o seu “famoso jogo de cintura” com que tenta carambolar os mais incautos?

 

Mas há mais…

 

MARCELO2.jpg

 

Aqui vê-se Marcelo Rebelo de Sousa, o “diestro das arenas”, naquela que foi a primeira edição da chamada "Tertúlia do Convento", realizada no Convento de Santa Maria das Virtudes, no concelho de Azambuja, onde proferiu palavras incríveis, que se não estivessem escritas, e se mas contassem apenas, eu não acreditaria, porque nunca me passaria pela cabeça que uma pessoa com tantos títulos académicos, pudesse cair tão baixo.

 

Veja-se o título da notícia que foi publicada no jornal “O Mirante”: (Marcelo Rebelo de Sousa) um adepto da festa brava que não fica “indignado” com os toiros de morte”…

 

Como disse?

 

Que era adepto da festa brava todos já sabíamos, mas esta de não ficar “indignado” com os Touros de morte, não sabíamos… Mas agora que sabemos que o “jogo de cintura” que joga na política, para distrair o zé-povinho, e é digno dos cobardes diestros das arenas, já começamos a entender…

 

MARCELO NA TERTÚLIA.jpg

 

Ora nesta notícia podemos ler que nessa tertúlia, Marcelo Rebelo de Sousa falou sobre o seu gosto pela tauromaquia afirmando que «considera incompreensível, o facto de haver pessoas e movimentos que se opõem à realização de touradas em Portugal.» Afirmou ainda que não se vê como um “homem das cavernas” ou um “troglodita”, como por vezes são classificados os aficionados pelos activistas anti-touradas, e o professor universitário deu o exemplo de Pablo Picasso, que era um amante de toiros e tinha uma visão de esquerda”, ou do próprio Manuel Alegre que além de ser político e poeta é caçador e gosta de touradas”.

 

Mas esqueceu-se o “professor universitário” de dizer que Pablo Picasso era um indivíduo cruel para com os seus próprios filhos e para com as mulheres que dizia “amar”. E isso diz muito do carácter de quem gosta de ver torturar seres vivos (sejam humanos ou não humanos).

 

Quanto a Manuel Alegre é caçador, e isso diz tudo de alguém que faz emboscadas a seres vivos no seu habitat natural para os matar cobardemente… É poeta? É. Mas em lado nenhum está escrito que os poetas devem ser humanos e ter bom carácter. Os poetas, os pintores, os escritores, os professores catedráticos…

 

Mas ainda disse mais, o “diestro das arenas” (gostei desta designação). Disse que «viu corridas com os melhores toureiros de todos os tempos, tanto em Portugal como em Espanha, e embora tenha a noção do efeito que a sua opinião possa causar junto das entidades defensoras dos animais, afirma que não é contra os toiros de morte. “Já assisti diversas vezes a faenas sensacionais que terminaram com a morte do toiro, sobretudo em Espanha, e não me lembro de ter ficado indignado com o facto. Em Portugal há quase uma tradição contra isso desde o tempo do Marquês de Marialva”, revelando que é um apreciador da festa brava desde criança.

 

Pois aí está a explicação: desde criança. É em criança que se forma o carácter. E o carácter de Marcelo Rebelo de Sousa assentou numa má formação educacional, com base no visionamento de tortura de seres vivos para se divertir. Como poderia não ser aficionado? É que nas Universidades não se ensina o carácter. E o facto de ter conhecimentos não é o mesmo que ser Culto. Ser culto é o contrário de ser bronco, parafraseando a também aficionada, Lili Caneças, com a sua célebre frase «estar vivo é o contrário de estar morto!» Estão bem um para o outro.

 

Quanto ao Marquês de Marialva… quanto tempo já passou e ainda estão nessa época? Pois é daí que vem o termo “marialvas” que são aqueles da “classe alta” (como os políticos) que ainda frequentam os antros de tortura de bovinos indefesos, inocentes e inofensivos.

 

Como é possível, Senhor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, deixar-se envolver nas lamas deste charco de águas fétidas, que é a selvajaria tauromáquica e o seu mundinho inculto, cruento, muito abaixo do mundo do “homem das cavernas” ou dos “trogloditas” que não consta que torturassem animais para se divertirem.

 

E ainda tem a pretensão de se candidatar a Presidente da República?

 

Para envergonhar Portugal bastou Jorge Sampaio, a quem Barrancos, a terra dos broncos, deve uma estátua.

 

Fontes:

http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=691&id=106853&idSeccao=12351&Action=noticia#.VN4_qk-zWmx

 https://www.facebook.com/jfaveirasdebaixo?fref=photo

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:02

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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2014

EM SETÚBAL, UM CARTAZ COM UMA FRASE LAPIDAR SOBRE A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA ESTÁ A IRRITAR OS INCULTOS

 

Mas a verdade é só uma, a de Joaquim António Ramos, ex-autarca de Azambuja, que diz: «Em Portugal, no fim da lide, inicia-se o maior processo de selvajaria que se possa imaginar»

 

 

 

 

E este cartaz, colocado pelo PAN (Partido dos Animais e da Natureza) num ponto estratégico, em Setúbal, está a enfurecer os broncos, porque as verdades estão a vir à tona.

 

Foram muitos anos a mentir para gente sem instrução que fizeram da mentira uma crença.

 

Mas a era dos parvos está a chegar ao fim.

 

Hoje, sabe-se tudo pormenorizadamente sobre a selvajaria que é a tauromaquia.

 

Por isso, a abolição de tal prática é urgente, se Portugal quer avançar uns passinhos na direcção de um futuro limpo de sangue de inocentes e indefesos seres vivos.

 

A existência da tauromaquia num País, ainda que seja para gáudio de uma minoria ignorante, coloca-o numa posição inferior. É alvo da zombaria dos que já evoluíram.

 

A tauromaquia não deixa passar a luz.

 

E o povo inculto, continua inculto, grassas a uma política que legitima a violência, a crueldade, a tortura, a incultura, a imoralidade, a ilegalidade, a incivilidade.

 

É HORA DE DIZER BASTA!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:22

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Segunda-feira, 2 de Junho de 2014

«A CRIANÇA NA ARTE E NO ESPECTÁCULO – DIREITO VERSUS PROTECÇÃO» SERÁ TEMA DE UM INÚTIL E INCONCEBÍVEL SEMINÁRIO A REALIZAR EM AZAMBUJA

 

Porquê inútil e inconcebível?

 

Simplesmente porque conta com a presença do presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, o qual, depois de tudo o que já se escreveu e disse sobre o assunto, ainda não chegou à conclusão de que a violência e a tortura das touradas não são arte, e que tal aberração não é aconselhável à saúde mental de adultos, de jovens e muito menos de crianças. 

 

 

A Câmara Municipal da Azambuja e a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJ) do concelho da Azambuja pretendem realizar no próximo dia 4 de Junho, um seminário cujo tema é este contraditório: “A criança na arte e no espectáculo – Direito versus Protecção”.

 

O seminário tem como oradores Luís de Sousa, presidente da C. M. da Azambuja, que é um “expert“ nesta matéria, Armando Leandro, presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, que nada sabe sobre o risco que as crianças correm ao assistir e participar em touradas, e a tauricida Ana Rita, que, essa sim, é especialista em tortura, por isso terá muito o que dizer sobre a “arte” de torturar, com requintes de malvadez, o que é algo sumamente importante nos dias que correm..

 

Não vemos nesta lista de “oradores” um Psicólogo, um Psiquiatra, um Sociólogo, um representante da ONU, ou alguém de bom senso que explique pela enésima vez a estes intervenientes o que é uma tourada:

 

«A Tauromaquia é a terrível e venal arte de torturar e matar animais em público, segundo determinadas regras. Traumatiza as crianças e adultos sensíveis. A tourada agrava o estado dos neuróticos atraídos por estes espectáculos. Desnaturaliza a relação entre o homem e o animal, afronta a moral, a educação, a ciência e a cultura» UNESCO, 1980.

 

O que é que esta gente, que organiza este seminário inútil e inconcebível ainda não entendeu?

 

Este seminário, como tudo o que tem sido realizado ao redor deste tema é uma enorme farsa. É uma manobra de diversão. Iniciativa para enganar ceguinhos. É algo que não dignifica as instituições e as pessoas envolvidas, simplesmente porque a tourada é a terrível e venal arte de torturar e matar animais em público. É sofrimento. É morte.

 

E o que têm as crianças a ver com este caos?

 

Tenham a hombridade de cancelar esta iniciativa que nos envergonha a todos.

 

Proteja-se as crianças das touradas e destas pessoas que são nomeadas para alegadamente as proteger.  

 

Tenham consciência e vergonha, se bem que onde há interesses €€€€€€€€€€€€ não há honra, nem bom senso, nem lucidez, nem ética, nem consciência, nem sequer vergonha na cara.

 

É a ignomínia total!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:17

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Quinta-feira, 15 de Março de 2012

«A LEAL TOURADA DE RAMOS» OU QUANDO NA AZAMBUJA UMA NOVA PRAÇA DE TOUROS É MAIS NECESSÁRIA E IMPORTANTE DO QUE UMA PISCINA PÚBLICA

 

 

Eis um texto publicado no link: http://semtouradas.posterous.com que aqui transcrevo por dizer do absurdo de uma atitude, em nome de outro absurdo que é a Tortura de Touros e Cavalos. E continuamos a ter mais do mesmo: em mentalidades cegas a luz não entra nem por decreto.

 

Mas isto acontece em muitas terras portuguesas, que teimam erm não evoluir. Não há dinheiro para escolas, centros de saúde, equipamentos públicos, há aldeias sem água canalizada, sem luz eléctrica, sem transportes, tudo num país onde se subsidia a TORTURA DE TOUROS E CAVALOS com dinheiros públicos.

 

Para tal monstruosidade há dinheiro. Para as necessidades do povo, não há.

 

Os governantes não têm a lucidez necessária para governar este país.

 

Então DEMITAM-SE!

 

E vocês, torturadores de seres vivos, vão divertir-se com os da vossa espécie, porque os Touros e os Cavalos têm aquela dignidade que vos falta. São seres SUPERIORES a qualquer um de vós.

Ainda não perceberam que TAUROMAQUIA não passa de COVARDIA?

 

Não se sintam orgulhosos de tal façanha.

 

Como são ridículos! E muitos de vós, como a deputada Gabriela Canavilhas, até têm VERGONHA de se dizerem aficionados, em público.

 

PORQUÊ?

 

Porque a tauromaquia é algo que até envergonha uma pedra, quanto mais o ser humano e a nação portuguesa.

 

***

 

«A LEAL TOURADA DE RAMOS»

 

 por Nuno Cláudio

 

(Artigo de opinião publicado no jornal regional Fundamental de 6/3/2012)

 

A verdadeira natureza dos autarcas que de facto e de forma efectiva são preocupados com a causa pública abrangente vê-se nas prioridades da sua gestão à frente dos respectivos municípios. Joaquim Ramos tinha 600 mil euros disponíveis - enfim, não tinha, mas já lá vou – e a recuperação das piscinas da Santa Casa da Misericórdia custa exactamente essa verba, ou qualquer quantia que anda lá perto. Mas a opção do presidente foi clara e inequívoca: que se gaste o dinheiro na praça de touros e as piscinas que esperem; até quando, ninguém sabe.

 

Quero lembrar aos leitores do Fundamental que Azambuja é o único município da região que não tem um complexo de piscinas ao dispor dos seus habitantes.

 

Alenquer tem o Complexo Municipal Vítor Santos, no Cartaxo funciona em pleno a piscina da Quinta das Pratas, em Benavente e em Samora Correia há dois equipamentos excelentes e praticamente simétricos e em Salvaterra também funcionam as piscinas municipais. Já para não falar nos concelhos limítrofes que não são abrangidos pelo Fundamental mas que também não fogem à regra e apresentam excelentes equipamentos para a prática da natação: em Arruda dos Vinhos há piscina municipal, tal como em Sobral de Monte Agraço; em Vila Franca de Xira perco a conta às piscinas municipais, quase uma por freguesia. Cadaval tem piscina municipal, Rio Maior tem piscina municipal. Só em Azambuja é que não há piscina municipal, caro leitor. A Câmara investiu, em tempos, alguns recursos num tanque pertença da Santa Casa da Misericórdia de Azambuja, que transformou numa espécie de piscinas públicas, ainda que qualquer pessoa de bom senso percebesse desde logo que aquele acordo/protocolo – chamem-lhe o que quiserem – iria dar para o torto.

 

Não era casamento que se adivinhasse para a eternidade. Enquanto todos os municípios sem excepção aqui à volta aproveitavam os fundos comunitários e investiam nas suas verdadeiras piscinas municipais, Azambuja assumia a incapacidade dos seus governantes de construir de raiz um equipamento desta natureza.

 

Em boa verdade, nunca algum munícipe em Azambuja sentiu aquela piscina como um equipamento verdadeiramente municipal. Estava na cara que aquilo era e seria sempre da Santa Casa, como agora vem a comprovar-se com o braço de ferro mantido entre a Câmara e a instituição, já que a autarquia necessita de deter a totalidade da propriedade das piscinas para arranjar dinheiro da União Europeia com vista às necessárias obras de reconversão, ao passo que a Santa Casa não parece estar pelos ajustes de abdicar de um património que naturalmente considera seu.

 

Mas mesmo no meio deste impasse Joaquim Ramos poderia ter em conta os superiores interesses dos munícipes e investir na reconversão do equipamento, quanto mais não fosse para não continuar a passar pela vergonha de ser o único autarca que em doze anos não conseguiu construir um complexo de piscinas, vendo ao mesmo tempo os munícipes do seu concelho a ter que recorrer aos concelhos vizinhos quando pretendem proporcionar aos seus filhos a prática de um desporto reconhecidamente tão salutar e completo.

 

Qual quê! Ramos está mais virado para outras touradas e mais depressa gastou os tais 600 mil euros numa praça de touros que é utilizada uma vez por ano e mesmo assim só fica composta porque é a Câmara que compra metade dos bilhetes para distribuir pelos que estão na lista das "alembrancinhas". Em bom rigor governativo, esse dinheiro deveria ter sido devolvido às entidades bancárias que o emprestaram para realizar as obras que depois permitiram o reembolso dessa quantia via União Europeia, mas já que o empréstimo estava mesmo consumado e o dinheiro ali tão disponível, ao menos que o mesmo fosse investido em algo que verdadeiramente constituísse uma mais-valia para o concelho de Azambuja.

 

Uma reflexão final para que os leitores percebam o porquê destas opções: a malta dos touros de Azambuja caiu – salvo seja – em cima de Joaquim Ramos, que não se imaginava a deambular pelas ruas de Azambuja encarando a todo o instante com esta família de munícipes taurinos e exigentes e tendo o peso na consciência de não lhes ter feito a vontade, ou satisfeito o ego, como o leitor preferir, não lhes oferecendo uma praça de touros.

 

Luís de Sousa jamais poderia ter voz activa nesta decisão, ele que nestes aspectos é um verdadeiro verbo de encher; e Marco Leal, que poderia ter influenciado a decisão de investir os 600 mil euros nas piscinas, é assim uma espécie de vereador do desporto com mais sensibilidade para as raves, as new waves e outras ondas que normalmente andam desfasadas do mundo das pessoas comuns, que têm filhos e que pretendem proporcionar-lhes a possibilidade de praticar natação como complemento educacional inserido numa prática desportiva reconhecidamente necessária. Isso de tomar banho numa piscina? Água com cloro... ai, que desconforto.

 

(Sublinhados da responsabilidade de Portugal sem touradas)

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:28

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