Segunda-feira, 29 de Abril de 2019

«A TAUROMAQUIA É A ACÇÃO DE UM PSICOPATA ACTIVO PARA DELEITE DE PSICOPATAS PASSIVOS»

 

No dia 25 de Abril, a Assembleia da República celebrou, hipocritamente, o derrubamento da ditadura fascista, que sempre teve nas touradas o seu circo maior.

 

No dia 26 de Abril, a mesma Assembleia celebrou a iniquidade tauromáquica (introduzida em Portugal pelos monarcas filipinos espanhóis) ao aprovar o voto de pesar pela morte do torturador de Touros, Ricardo Chibanga, como se torturar Touros e Cavalos, nas arenas portuguesas, fosse uma actividade humana e louvável.

Com políticos destes, dificilmente Portugal avançará para a Civilização.

 

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A proposta de tal voto de pesar, por alguém que fez aos outros o que não gostaria que lhe fizessem a ele (ainda que esses outros fossem não-humanos, animais como ele) só podia ter partido do partido troglodita CDS-PP e, por incrível que pareça, o Bloco de Esquerda e o Partido Ecologista «Os Verdes» (que se dizem anti-tourada), abstiveram-se, bem como o deputado não inscrito Paulo Trigo Pereira. PS, PSD e PSP, votaram a favor, e o único voto contra foi o do PAN.

 

Homenagear torturadores de Touros na Assembleia da República (ou será Assembleia da Monarquia, dos Marialvas, dos Trogloditas?) é uma Vergonha Nacional, e os Partidos políticos que para isto contribuem também são uma Vergonha Nacional.

 

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A Assembleia da República, reunida em plenário, apresenta sentidas condolências à família, mulher, filha e neto e aos amigos e admiradores de Ricardo Chibanga”, refere o voto dos democratas-cristãos.

 

Fonte Vergonha Nacional:

https://www.facebook.com/VergonhaNacional/photos/a.1218268481549138/2782900828419221/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:38

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Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2019

UMA FOTO QUE DIZ DO ABANDONO A QUE OS FILHOS DOS AFICIONADOS DE TOURADAS ESTÃO VOTADOS

 

Em Portugal, por incrível que pareça, ainda existem antros de crueldade a que chamam “escolas” de toureio, que são subvencionadas com dinheiros públicos.

 

Em 2009 a “escola” de toureio José Falcão foi subvencionada pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira com 50.000,00 euros anuais, saídos dos nossos impostos.

 

Em 2019 a “escola” de toureio José Falcão é subvencionada pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira com 60.000,00 euros anuais, saídos dos nossos impostos.

 

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O povo fala muito e age pouco.

A população, que está contra o facto de se lançar crianças a esta prática bárbara, devia unir-se e exigir junto à Assembleia da República que esta vergonha tivesse um fim...

 

Há escolas a sério a precisar urgentemente de obras, de mais funcionários e de mais e melhores serviços, mas para isto não há dinheiro.

 

No entanto, há dinheiro para ensinar às crianças a crueldade para com bezerrinhos, tão crianças como elas, e isto com o aval do PS, PSD, CDS/PP e PCP, e de uma igreja católica que se está nas tintas para os valores cristãos.

 

E este é que é o verdadeiro Portugal, não é o Portugal da Jornada Mundial da Juventude, que também se está nas tintas para a tragédia humana que é privar uma criança de ter uma infância benigna e normal.

 

Isabel A. Ferreira

 

 Texto baseado no original, neste link:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/a.1050063075024035/2287685547928442/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:19

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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2019

CIRCO TERCEIRO-MUNDISTA DE VICTOR HUGO CARDINALI ESCRAVIZA CAVALOS, CAMELOS, LEÕES, ELEFANTES… BASTA!

 

Outro circo terceiro-mundista a boicotar, este fim-de-semana!

Povo de Torres Vedras, não vão em família assistir a um circo que mantém em cativeiro e tortura toda uma vida, Cavalos, Elefantes e Camelos, para que miúdos e graúdos se entretenham durante uma escassa hora.

Digam basta e enviem os vossos protestos para:

Circo Cardinali: circovhc@gmail.com

Presidente da Câmara de Torres Vedras, Carlos Manuel Antunes Bernardes:

geral@cm-tvedras.pt

 

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Origem da imagem: Internet

 

Portugal proíbe o uso de animais selvagens nos circos!

 

A Assembleia da República aprovou, no dia 30 de Outubro de 2018, em votação final global, um diploma que proíbe o uso de animais selvagens nos circos.

 

Os circos vão ter de deixar de usar animais selvagens nos próximos seis anos. Quem entregar os seus animais voluntariamente receberá "apoio para a reconversão e qualificação profissional".

 

Está assim proibido o uso de macacos, elefantes, tigres, leões, ursos, focas, crocodilos, pinguins, hipopótamos, rinocerontes, serpentes e avestruzes em circos portugueses.

 

Mas falta mencionar CAVALOS, CAMELOS, GOLFINHOS, PIRANHAS, CÃES, enfim, toda e qualquer espécie animal, à excepção do HOMEM.

 

"É um passo muito importante porque o Parlamento reconhece que jaulas maiores, melhor regulamentação e mais fiscalização não resolve o problema. E é um passo muito importante porque esta lei é a única no mundo que garante aos trabalhadores dos circos que cedam voluntariamente os animais o direito ao apoio para reconversão e qualificação profissional", explica o deputado do PAN André Silva.

 

Uma vez entregues, os animais serão colocados em centros de acolhimento, em Portugal ou no estrangeiro, "que garantam o seu bem-estar de acordo com as características e necessidades biológicas e etológicas dos animais em causa.

 

A lei prevê ainda a criação de um Cadastro Nacional de Animais - uma lista que reunirá todos os animais existentes em cada circo. As companhias circenses têm seis meses para comunicar às autoridades a sua situação e depois deverão actualizar o registo trimestralmente.

 

Existe uma moratória de 6 anos para os circos em Portugal entregarem os seus animais selvagens, no entanto verifica-se a continuação do uso dos animais, ignorando completamente a lei que foi aprovada, consideramos que é da responsabilidade dos municípios proibirem circos com animais selvagens nas suas cidades!

 

Circos só com animais HUMANOS.

 

Fonte: https://www.facebook.com/577397096057838/photos/a.577421039388777/578164282647786/?type=3&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:32

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Domingo, 6 de Janeiro de 2019

VOTO DE PESAR A TORTURADOR DE TOUROS É UM HINO À ESTUPIDEZ!

 

 

 

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No dia 22 de Dezembro de 2018, uns dias antes do torturador de Touros, morreu a grande senhora que foi Calatina Pestana, antiga Provedora da Casa Pia de Lisboa, a voz das vítimas de abusos sexuais, durante o mais vergonhoso processo que enodoou aquela instituição ESTATAL. Em todo este vergonhoso processo, Calalina Pestana esteve sempre ao lado das vítimas.

 

Dela disse Bagão Félix: «Foi uma pessoa admirável, com rosto, alma e coração. Esteve sempre ao lado dos que não têm voz, não têm poder e não fazem notícias, não abrem telejornais, dos que estão indefesos».

 

Não vi a Assembleia da República fazer um voto de pesar por esta grande senhora, que foi ÚTIL à sociedade, tinha rosto, alma e coração, não envergonhou a Humanidade, e serviu  com dignidade uma INSTITUIÇÃO DO ESTADO.

 

Envergonho-me dos deputados da Nação que apresentaram um voto de pesar deste teor, na Assembleia da República Portuguesa, por alguém que torturava seres indefesos para divertir sádicos.

 

Aqui ficará este vergonhoso voto de pesar, para vergonha de Portugal e para memória futura.

 

Os vindouros repudiá-lo-ão tanto quanto nós o repudiamos. Porque no futuro, a tauromaquia significará exactamente o mesmo que o Circo Romano hoje, significa para nós: uma actividade bárbara para entreter turbas alienadas e satisfazer o capricho de governantes alucinados.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:03

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Sábado, 5 de Janeiro de 2019

MAIS UMA NÓDOA NEGRA MANCHA O PARLAMENTO PORTUGUÊS COM VOTO DE PESAR PELO TORTURADOR DE TOUROS E CAVALOS, JOAQUIM BASTINHAS

 

Obrigada PAN, por ter votado contra.

"Louvar" alguém que passou a vida a TORTURAR seres vivos para se divertir e divertir sádicos não é algo digno de uma Assembleia da República.

O falecido nada fez em prol da Sociedade, da Cultura, da Ética. Foi apenas um torturador de Touros, Cavalos e Bezerros, o qual desonrou a espécie humana.

E colocá-lo ao mesmo nível dos que deixaram uma obra em prol da Humanidade, ou que foram ÚTEIS à sociedade, só diz da pobreza moral e cultural dos deputados da Nação, que aprovaram este voto de pesar, algo que devia ter ficado no seio da família e dos tauricidas e aficionados.

Quantos cidadãos honrados, que já entraram para a História como gente válida, foram esquecidos pelo Parlamento!

Esta é mais uma VERGONHA para Portugal, a juntar a tantas outras.

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Torturar Touros era a sua profissão, uma profissão que não dignifica a Humanidade.

 

 Movimento Não À Vaca das Cordas

 

O touro é um animal, não é um robot, o cavalo é um animal, não é um robot. No entanto fazem com eles o que querem impunemente!


Profundamente desapontados com o governo PS e com todas as bancadas que votaram a favor e se abstiveram para homenagear um mero homem comum que tinha um emprego como qualquer outro, com a particularidade de esfaquear, matar, espetar animais com farpas e colocar os cavalos em perigo de vida e sofrimento atroz.



Apenas o #PAN votou contra, um voto cheio de bom senso.

Pode agora o #PAN contar com os votos de todos nós! Obrigado!

O Bastinhas não fez nada por Portugal, não supriu necessidades básicas de ninguém, não lutou pela liberdade, não se dedicou a causa alguma, etc.. Em Espanha batia palmas aos touros de fogo, apenas se dedicou a esta actividade - a tourada e pelos seus bolsos cheios por todos nós, esta homenagem é um ultraje a cada pessoa que morre seja ela um lixeiro ou um médico a quem o governo não faz votos de pesar, esperamos que quando morrer um matador de um matadouro que o governo faça um novo voto de pesar igualmente.

(...)

 

Aqui está a biografia de Bastinhas para que todos possam ver o que fez na sua vida e se isto é alvo de uma homenagem em assembleia?


Link: http://joaquimbastinhas.blogspot.com/p/biografia.html

 

Movimento Não à Vaca das Cordas

Fonte:

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1525920147510606&id=1247201205382503

 

Não podia estar mais de acordo, com o Movimento Não à Vaca das Cordas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:25

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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2018

DEPUTADOS PRESENTES EM REUNIÃO DA “Prótoiro”

 

Texto publicado por Prótouro Pelos Touros em Liberdade

https://protouro.wordpress.com/2018/12/04/deputados-presentes-em-reuniao-da-protoiro/

 

A “prótoiro” realizou no passado dia 29 uma reunião para discutir a estratégia para a tauromaquia e para a qual não convidou a imprensa tauromáquica.

 

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Mas na dita cuja pasmem-se estiveram presentes representantes dos partidos que apoiaram a descida do IVA na Assembleia da República, ou seja deputados do CDS, PSD, PS e PCP.

 

O não terem convidado a imprensa foi propositado já que não queriam os mesmos revelassem o que foi discutido e postassem fotos dos deputados, portanto, sem fotos não sabemos quem foram os canalhas.

 

Os alarves que estiveram presentes não têm um pingo de vergonha na cara já que para além de terem votado para apoiar o lobby tauromáquico, agora também participam nas reuniões da “prótoiro”!

 

E se participam nessas reuniões é caso para perguntar em que outras coisas da “prótoiro” participarão?

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:07

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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2018

«SUBCOMISSÃO DE ÉTICA – PARLAMENTO»

 

EQUIDADE?

 

Mais um excelente texto de Teresa Botelho, no Blogue Retalhos de Outono.

 

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Texto de Teresa Boltelho

 

Aqui está uma palavra das mais faladas e menos cumpridas! 

 

Presumo que na maior parte dos casos ela se assemelhe mais a uma espécie de sedativo administrado em doses industriais aos mais incautos e distraídos nestas andanças políticas que se contentam com meras falácias ditas por quem os sabe controlar, coisa que comigo já não cola, no entanto, pelo sim pelo não, fui investigar e fiquei surpreendida por existir no nosso Parlamento, uma Subcomissão de Ética, com uma página quase em branco, não sei se por funcionar em sigilo, ou se a ética de todos os deputados, cuja "palavra faz fé", não pode ser posta em causa, mesmo quando alguns e não são poucos, os que pisam o risco...

 

Foi igualmente com surpresa que tomei conhecimento de um caso que esbarra com as normas do nosso Parlamento, mas que nem comentaria, se a tal "equidade", fosse mesmo a arma democrática aplicada em todos os casos de falta de respeito dessa Casa, o que não acontece e mas mais uma vez reconheço que por aí, as coisas são cada vez menos lineares...  

 

As redes sociais, têm sido, sem dúvida, a maior inimiga desta pobre "democracia", porque por entre as "fake news" e as sérias, lá se vai sabendo qualquer coisinha que nos deixa a pensar.

 

Sem saber precisar a data da ocorrência, mas relembrando o que lhe deu origem, um grupo de precários que se manifestaram nas galerias contra o ex-primeiro ministro Passos Coelho com profunda indignação, quebrou a ética parlamentar, interrompendo de forma ruidosa os trabalhos. 

 

Até aí, estamos de acordo, porque não se pode fazer "baderna" num lugar de respeito, mesmo quando quem se revolta não tem onde cair morto/a, porque o Estado lhe sonegou o sagrado direito ao trabalho e a uma vida digna, contudo, só uma mulher foi a julgamento e nem a precariedade da sua situação a salvou de uma multa de quase mil e quinhentos euros, para não ir presa, já que a justiça dos fracos é mais pesada, embora a de outros, nem por isso...

 

Como é evidente, não é este o caso que me fez vir aqui indagar à Subcomissão de Ética a sua actuação, porque ainda sei separar poderes, mas o que não sei e gostava de saber, é onde está a equidade de tratamentos dados a uma precária desesperada por falta de pão e a uma deputada que pinta as unhas no hemiciclo, coisa que eu nem me passaria pela cabeça fazer à frente dos meus alunos, numa sala de aula.

 

Lembro igualmente quando se discutiam as bebidas açucaradas, no dia 24 de Novembro de 2017 e o deputado do PAN mostrou alguns exemplos de embalagens sem adição de açúcar, como foi indigna, arrogante e vergonhosa a forma jocosa com que o Sr. Presidente Ferro Rodrigues, lhe cortou a palavra, mandando-o "desmontar a tenda". 

 

Igualmente própria de certos debates em países do 3º Mundo, foi também a postura do deputado Carlos César e dos seus apoiantes, quando da discussão da "abolição da caça à raposa e saca rabos", no passado mês de Outubro, com piadas ofensivas aos mais de vinte mil portugueses signatários da petição em causa. 

 

 

Poderia sem dúvida continuar a recordar outras posturas impróprias de um Parlamento que deve respeito ao povo que nele deveria confiar, mas que nem a Subcomissão de Ética se atreve a criticar, talvez porque o termo (ética) não existe mais, nessa Casa que deveria ser um exemplo de decoro e de respeito.

 

Falta-me, contudo, referir o último capítulo da indecência e da falta de democracia existente nesse majestoso edifício, onde a boçalidade atingiu o seu expoente máximo com um toque de tourada, olés, forcados do Rato, aplausos e cumprimentos à saída!

 

Exmos. Srs. Deputados indigitados, para uma suposta Subcomissão de Ética:

 

Que penalidade foi, ou será dada a um deputado que quebra as regras de decoro que tem faltas injustificadas, pouco ou nada participa nos debates e é ainda suspeito de ter recebido favores para assistir a um jogo do Euro 2016 em França, possivelmente em classe executiva? 

 

 

 

Até quando se desacredita e se consentem estes comportamentos abjectos numa Assembleia da República que tem como dever representar e respeitar todos os portugueses e não apenas os egos inflamados de alguns senhores pagos por todos nós?

  
Atrevem-se a responder?  

 

 

Teresa Botelho

 

Fonte:

https://retalhosdeoutono.blogspot.com/2018/12/subcomissao-de-etica-parlamento.html?showComment=1543848575596#c4961054981744324148

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:10

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Sábado, 1 de Dezembro de 2018

«AVISO URGENTE: ACORDAR!»

 

Um texto magnífico de Teresa Botelho, no Blogue Retalhos de Outono, que diz do triste e pobre e medíocre, muito medíocre, estado da Nação…

É pouco provável que o povo acorde. Está dopado com futebol e novelas. E a televisão é a seringa.

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Os das touradas pagam IVA a 6% (IVA igual ao das Artes Maiores e do pão dos pobres) para estraçalhar seres vivos dotados de sensibilidade, interesses próprios e dignidade, conforme o reconheceu o Parlamento de Bruxelas, há coisa de uma semana,  existindo já legislação que efectiva este reconhecimento, mas apenas fora das fronteiras da Península Ibérica, ou seja na EUROPA e algumas outras partes do mundo. Razão tinha o meu professor de Geografia, na universidade brasileira que frequentei, o qual dizia  que a Península Ibérica pertencia à África. Na altura, levantei-me e barafustei. Hoje, ter-lhe-ia dado razão.

***

Texto de Teresa Botelho

 

«O Campo Pequeno tocou hoje na Assembleia!

 

Quem é que teve o desplante de chamar "Casa da Democracia" a esse edifício neoclássico onde se burla o povo que, de venda nos olhos, a sustenta? 

    

 O governo decidiu que o IVA das touradas, não deveria ser de 6% como outros espectáculos, por ser considerado violento e inadaptado à actual evolução civilizacional, mas foi desautorizado não só pela maioria dos partidos, como por metade do grupo parlamentar que o suporta.

 

 Enfim, não será por ninharias que o amianto de certas escolas deixará de ser retirado, as estradas reparadas, os equipamentos médicos renovados, ou se compre pelo menos um comboio novo, para fingir que se investe qualquer coisinha nos transportes públicos.

 

 Voltemos então à "Casa da Democracia" e à votação do IVA das touradas, com música de fundo, olés e uma homenagem especial ao "grupo de forcados do largo do Rato" cujo número afinal é de 43, embora a maioria não consiga já com um gato pelo rabo (salvo seja), quanto mais com um touro... 

 

 Nestas coisas de pegas de caras e bandarilhas, a união das bancadas é como aqueles casamentos de conveniência, onde as desavenças e as traições se resolvem com um cartão de crédito. 

 

 Um deputado do PSD que por acaso não devia ter grandes razões para graçolas, visto que é um dos arguidos por recebimento indevido de vantagens das viagens ao Euro 2016, pagas pela Olivedesportos e que era para ter sido resolvido no passado mês de Agosto (2018), mas que pelos vistos não o foi por causa do calor, mas se não se falou mais nisso, foi porque agora já faz frio. 

 

 O humorista de turno, foi Luís Campos Ferreira que brindou a Assembleia da República com a música da tourada, gravada talvez no seu telefone, pela sua estimada mana Fátima Prós e Contras, durante algum orgasmo familiar experimentado durante as touradas transmitidas pela RTP. 

 

 Assim são os políticos portugueses, tranquilos e confiantes, dependendo da quadrilha, porque alguns, como é o caso deste honesto deputado, nem precisam rebaixar-se a justificar as faltas, coisa que, para qualquer funcionário público, dá processo disciplinar, mas para os "trabalhadores da Democracia", não é preocupante, visto que na "Subcomissão de Ética", quem lá está são os amigos. »  

 

Fonte do texto:

https://retalhosdeoutono.blogspot.com/2018/11/aviso-urgente-acordar.html?m=1&fbclid=IwAR0l02Rhq51xB4WhlqKICILKh9nKS0KBeo_Cl_kOVngdPA6KMX1QYzY4q6c

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:22

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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2018

MULHER QUE PEDIU DEMISSÃO DE PASSOS COELHO NO PARLAMENTO (2015) FOI CONDENADA, E PARA O DEPUTADO LUÍS CAMPOS FERREIRA? NADA NADA NADA NADA?

 

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Há primeira vista, este lugar até poderá ser confundido com uma arena onde se realizam touradas; mas daí a ser realmente transformado numa arena, como aconteceu, é preciso não ter o mínimo sentido ético...

 

A mulher que, em 11 de Março de 2015, gritou a Passos Coelho, a partir das galerias da Assembleia da República, “Metes nojo ao povo” e “Demissão”, foi condenada a seis meses de pena de prisão, substituíveis por uma multa de 1440 euros.

 

O juiz que que a condenou disse que o país precisa de “cidadãos empenhados”, mas que “a sociedade não pode permitir que a sua actuação se faça dentro da Assembleia da República”.

 

Na altura, ouviu-se a Presidente da Assembleia da República dizer repetidamente: façam favor de respeitar o Parlamento; façam favor de respeitar o Parlamento; façam favor de respeitar o Parlamento…

 

Bem, o que esta senhora fez, não se faz DENTRO da Assembleia da República. Foi um acto condenável. Ponto.

 

O que o deputado social-democrata Luís Campos Ferreira fez, usando o telemóvel para tocar toque de entrada de touros, quando os deputados aprovaram a redução do IVA para as touradas, algo que o senso comum condena, como se o Hemiciclo fosse o campo pequeno, também não se faz, DENTRO da Assembleia da República. Foi também um acto condenável, com a agravante de ter vindo de um deputado da Nação, que devia dar o exemplo de Educação, Respeito, Cultura e Ética, e não deu. Ponto.

 

Mas não se ouviu o presidente da Assembleia da República, o socialista Ferro Rodrigues, dizer: faça favor de respeitar o Parlamento, porque o que aconteceu, foi um tremendo DESRESPEITO pelo Parlamento, pela Nação, pelos Portugueses: transformar o Hemiciclo numa pra de touros. Mas Ferro Rodrigues limitou-se a achar piada.

 

Logo, se a senhora foi condenada, pelo acto condenável que praticou, DENTRO da Assembleia da República, o deputado social-democrata Luís Campos Ferreira DEVE também ser condenado pelo seu acto condenável: por desrespeito ao Parlamento. Ou haverá dois pesos e duas medidas para estas questões de DESRESPEITO pelos símbolos da Nação?

 

Sabem o que penso disto tudo (embora não interesse a ninguém)?

Penso que todos os governos pós - 25 de Abril foram maus. Porém, este, liderado pelo socialista António Costa, tem sido francamente mau e bastamente leviano. Brinca-se demasiado com coisas muito sérias.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia de 2015, com vídeo-áudio:

https://www.publico.pt/2016/11/17/sociedade/noticia/condenada-a-mulher-que-pediu-a-demissao-de-passos-coelho-no-parlamento-1751522?fbclid=IwAR0pXD3hMHaT3YNyaSbavrApw_-IkWSrVvMMPqfDbel7FFBhRzTEVc1GQ-0

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:34

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018

SENHOR PRIMEIRO MINISTRO: NO MUNDO CIVILIZADO APENAS OS TROGLODITAS E SEUS APOIANTES DEFENDEM A TAUROMAQUIA

 

Ninguém mais, fora desse círculo, defende o universalmente indefensável: a tortura de seres sencientes para divertir sádicos.

Poderia ter aplicado palavras mais suavezinhas e não chamar trogloditas aos que praticam, aplaudem e apoiam a tortura de bovinos e cavalos numa arena, ou sádicos aos que vão assistir a tamanha barbárie. Poderia. Mas não estaria a adjectivar adequadamente aqueles que deliram com o sofrimento de um animal que, como ser biológico, se equipara ao homem.

Li a carta aberta a Manuel Alegre, e o que tenho a dizer é que nunca os NINS fizeram evoluir o mundo. Existem determinadas coisas em que não pode haver meio termo. Ou é sim ou sopas. E a cruel tortura e violência exercidas sobre Touros e Cavalos antes, durante e depois da lide é uma delas.

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(Esmiuçando a Carta aberta de António Costa a Manuel Alegre, as passagens a negrito são da responsabilidade da autora do Blogue).

 

O Dr. António Costa, primeiro-ministro de Portugal, depois de toda a polémica levantada pela actual Ministra da Cultura, quanto ao IVA a pagar pelos torturadores de Touros, decidiu responder, dando uma no cravo, outra na ferradura, à carta aberta que o caçador Manuel Alegre, lhe dirigiu, muito indignado, por haver um membro do governo que, pela primeira vez, pôs a Civilização à frente dos interesses económicos do lobby tauromáquico, aliás, muito bem representado na Assembleia da República.

 

António Costa começa por dizer: «(…)Por respeito pelo pluralismo e amor à liberdade, não subscrevo a frase habitualmente atribuída a Mahatma Gandhi "que o grau de civilização de determinada sociedade pode ser medido pela forma como trata os seus animais." Prefiro pensar que as civilizações também se distinguem pela forma como tratam os animais. Como se distinguem pela forma como valorizam a dignidade do ser humano, a natureza ou se relacionam com o transcendente, por exemplo. Não acredito numa hierarquia de civilizações, nem no exclusivismo identitário, nem no determinismo histórico da evolução civilizacional.

 

É no mínimo estranho que um primeiro-ministro de Portugal que, por várias vezes, na Assembleia da República, votou a favor da barbárie, venha com este discurso de liberdade e pluralismo, numa tentativa de desviar o que Gandhi quer dizer, quando sabemos que o grau de civilização de uma sociedade também se mede pelo saber usar a Liberdade (há limites para o uso da liberdade ou então todos os bandidos que fazem parte da sociedade teriam de ter também a liberdade de praticarem toda a espécie de banditismo e todos os actos bárbaros teriam de ser permitidos), e o pluralismo só se aplica ao que for benéfico para a sociedade, incluindo nela toda a sua fauna humana e não-humana. Até porque no Planeta Terra, o homem não é a medida de todas as coisas. E pensar em liberdade e pluralismo apenas no que respeita ao homem, é pensar pequeno, e marginalizar todos os outros seres que connosco partilham o Planeta e já cá estavam muitos milhares de anos antes de nós, não faz parte do grau de civilização de que fala Gandhi.

 

E António Costa continua no seu registo apenas no plano humano:

Não acredito numa hierarquia de civilizações, nem no exclusivismo identitário, nem no determinismo histórico da evolução civilizacional. Por isso, afirmar que uma certa opção é uma questão de civilização não significa desqualificar o oponente como incivilizado. O diálogo de civilizações exige respeito mútuo, tolerância e a defesa da liberdade. Ao contrário do que a frase de Gandhi pode fazer supor, uma mesma sociedade comporta diferentes visões civilizacionais.

 

Pois o Dr. António Costa tem toda a liberdade de não acreditar no que não sente. Quando refere que o diálogo de civilizações exige respeito mútuo, tolerância e a defesa da liberdade, está correctíssimo. Devemos respeitar, tolerar e defender a liberdade das civilizações diferentes da nossa, que têm religiões, culturas, crenças, costumes diferentes dos nossos. Certíssimo.

 

Contudo, não temos de respeitar, nem tolerar a prática de actos bárbaros, nem de defender a liberdade de os praticar, pois não fazendo parte de nenhuma civilização, estaremos a ser cúmplices da prática desses actos criminosos.

 

Portanto, no que respeita à tauromaquia, e a outras práticas bárbaras, perpetradas contra toda a espécie de animais selvagens e domésticos, em território português, apesar da existência de leis que deviam protegê-los, mas, na prática, não protegem, não há respeito possível, nem tolerância, nem defesa da liberdade de as praticar.

 

A alturas tantas, o Dr. António Costa diz a Manuel Alegre: « (…) não me receie como "mata-toureiros", qual versão contemporânea de "mata-frades". Prefiro conceder a cada município a liberdade de permitir ou não a realização de touradas no seu território à sua pura e simples proibição legal e considero extemporâneo um referendo sobre a matéria. Choca-me que o serviço público de televisão transmita touradas. Mas não me ocorre proibir a sua transmissão. Contudo, reclamo também a minha própria liberdade e defendo a liberdade de quem milita contra a permissão das touradas.

 

Passar para os municípios a liberdade de permitir ou não touradas é tentar empurrar o lixo para debaixo do tapete… dos outros. É uma atitude NIM. Mas esta de dizer que lhe choca que o serviço público de televisão transmita touradas, mas não lhe ocorre proibir a sua transmissão, é de uma falta de coerência descomunal. O choque é para agradar a gregos; o não ocorrer (será no sentido de não lhe calhar?) proibir o que o choca, é para agradar a troianos; e as duas coisas juntas é para não agradar a nenhum ser pensante. A liberdade está aqui muito mal aplicada. Porque a nossa liberdade acaba, quando a liberdade dos outros seres vivos ao direito de ter uma vida tranquila e feliz, começa.

 

E depois o Dr. António Costa faz esta comparação estranha: «O Estado não proíbe o consumo do sal ou do açúcar, mas deve informar os cidadãos dos riscos que o seu consumo comporta para a saúde e tem o dever de promover a educação para uma alimentação saudável. E quando o faz não atenta contra a liberdade de escolha alimentar de cada um. Como a antiquíssima proibição da lide de morte tem sido aceite e até defendida pela generalidade dos aficionados.»

 

Há aqui algo que não bate certo: o Estado não proíbe o consumo do sal ou do açúcar, mas deve informar os cidadãos dos riscos… e tal … O que é que tem a ver o sal e o açúcar, que o animal-homem, que se diz racional, deve saber que não deve consumir em excesso, com a tortura de indefesos Touros, que o animal-homem diz não serem racionais, e a pseudo-proibição da lide de morte, que é permitida descaradamente e ilegalmente em Monsaraz, e legalmente em Barrancos, graças ao socialista Jorge Sampaio?

 

E o Dr. António Costa continua:

«Será ilegítimo distinguir entre diferentes géneros de espectáculos? Não. Seja por razões económicas, mesmo que muito discutíveis, como se pretende ao não abranger os "festivais". Seja por opções civilizacionais como já acontece com a pornografia. A causa da promoção do bem-estar animal é absolutamente legítima e tem tido, felizmente, progressiva expressão legal, a mais relevante das quais a recente alteração do Código Civil, que deixou de considerar os animais como "coisas". Ou a limitação à utilização de animais em espetáculos de circo.



Vejamos: um espeCtáculo (com em cima, sem em baixo?) é a exibição pública de actividades artísticas, tais como peças de teatro, filmes, bailados, concertos… onde não se encaixa a prática da tortura de seres vivos, por não ser uma actividade artística, mas tão-só um acto incivilizacional.

 

Ora, se por uma opção civilizacional, a pornografia não pode ser taxada ao mesmo plano de uma peça de teatro, porque haveria a tortura de touros, seguindo a mesma opção civilizacional, de ser taxada como uma actividade artística ao mesmo plano de um bailado clássico?

 

E para finalizar em grande, o Dr. António Costa diz o seguinte: «Como homem da Liberdade tem também de respeitar os cidadãos que, como eu, rejeitam a tourada como manifestação pública de uma cultura de violência ou de desfrute do sofrimento animal. Será assim ilegítimo, totalitário, violentador da liberdade a não atribuição de benefício fiscal à tourada? O que seria então se lhe fosse dado um tratamento fiscal agravado, como acontece com o tabaco ou o álcool? Bem sei que o novo politicamente correcto é ser politicamente "incorreto"... Mas então prefiro manter a tradição e defender o que acho certo, no respeito pela liberdade dos outros defenderem e praticarem o contrário.

Um abraço com estima, admiração e camaradagem.

António Costa

Primeiro-ministro»

 

Como disse, senhor primeiro-ministro? Manuel Alegre tem de respeitar os cidadãos que, como o senhor, rejeitam a tourada como manifestação pública de uma cultura de violência ou de desfrute do sofrimento animal?

 

Alguma coisa nesta frase soa a dúbio. À primeira confunde o leitor. Mas lendo com mais atenção, o senhor rejeita a tourada não como uma manifestação pública de uma cultura de violência ou de desfrute do sofrimento animal, o que na realidade ela é. O que o senhor primeiro-ministro diz é que rejeita que a tourada seja uma manifestação pública de uma cultura de violência ou de desfrute do sofrimento animal.

 

Ou seja, o senhor deu uma no cravo, outra na ferradura. Ou percebi mal?

 

Se o senhor rejeita a tourada como uma manifestação pública de uma cultura de violência ou de desfrute do sofrimento animaltem uma opção: abolir esta prática abominável, que não prestigia Portugal, nem tão-pouco o seu primeiro-ministro.

 

E é lamentável que diga que o novo politicamente correCto é ser politicamente "incorreto"..., seja lá o que isto for...

 

Isabel A. Ferreira

 

Ler a carta de António Costa, na íntegra, neste link:

https://www.publico.pt/2018/11/11/politica/opiniao/carta-aberta-manuel-alegre-1850600?fbclid=IwAR3U2BmBy89swli3RPpytBNp5ZesKvjCFPFY6-eAWSt9jdJFGoA5snESzoE

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:37

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