Quinta-feira, 4 de Abril de 2019

E VIVA A “CULTURA” DOS BRONCOS DOS AZORES…

 

Azores “As Caraíbas no meio do Atlântico”, dizem os norte-americanos…

Mas o Arquipélago dos Açores não é só paisagem, também é o que vemos nesta foto e no vídeo, que representa a “alma” dos açorianos que ainda não evoluíram.

 

Açores.jpg

Açores: tourada à corda. E dizem que os Touros não são se aleijam…

Origem da foto: Internet

 

E se isto é um divertimento CIVILIZADO que me caia um raio em cima!

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:10

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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

MATP CONTESTA TOURADAS À CORDA COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DE PORTUGAL

 

A proposta partiu de Lara Martinho, deputada do Partido Socialista, oriunda da ilha Terceira (só podia ser!), eleita pelos Açores, para a Assembleia da República Portuguesa, talvez com este único intuito...

 

Que vergonha! Que disparate! Que falta de lucidez, senhora deputada!

 

Isto é inacreditável, vindo de uma “socialista”!!!! Isto só acontece num país com uma “costela” terceiro-mundista!

 

TOURADAS.png

Como se este “divertimento”, do mais boçal que se possa imaginar, pudesse alguma vez ser elevado a património de alguma coisa! Só se fosse «Património Imaterial da Estupidez»! Basta olhar para a imagem e ver o nível “coltural” desta prática troglodita!!! Isto é mesmo de quem nunca saiu da toca, e desconhece os divertimentos cultos, civilizados e dignos de uma Humanidade evoluída.

 

O Movimento pela Abolição da Tauromaquia de Portugal (MATP) contesta a proposta da deputada Lara Martinho, do PS, eleita pelos Açores, para a Assembleia da República, que pretende incluir as “touradas à corda”, na lista de Património Cultural Imaterial.

 

No Comunicado emitido pelo MATP, pode ler-se: «Como se não houvesse mais nada de verdadeiramente útil para fazer em defesa da sua terra, os Açores, a deputada do Partido Socialista, Lara Martinho, da Ilha Terceira, propôs, na Assembleia da República, que a tourada à corda seja classificada como Património Cultural Imaterial de Portugal (…) Se esta pretensão já é má, péssima é a opinião do ministro que devia ser da Cultura, e que admitiu que tal seja possível».

 

Um ministro da Incultura Socialista, está-se a ver! Mas haverá alguém no seu juízo perfeito, que lhe passe pela cabeça, fazer desta prática, completamente imbecil, que anualmente causa, em média, mais de 300 feridos e por vezes mortos, património de alguma coisa?

 

Entretanto, na Internet, está a circular uma Petição Pública, que conta com cerca de três mil assinaturas, contra as touradas à corda. O MATP já se pronunciou negativamente sobre a referida proposta e é uma das organizações subscritoras da Petição que, entre outros assuntos, denuncia as intenções de se colocar esta prática medievalesca na lista do Património Cultural Imaterial!!! Para o MATP, as touradas, com corda ou sem corda, devem ser colocadas no seu devido lugar, ou seja, no caixote do lixo da História.

 

Só em entre Maio e Outubro de 2017, teve lugar, na ilha Terceira, um total de 215 touradas à corda. E isto, só por si, diz do monumental atraso civilizacional em que vive o povo terceirense, que se recusa a evoluir, numa ilha (a Terceira) que é a vergonha, a nódoa negra do Arquipélago dos Açores.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia: Diário Insular, 16 de Janeiro de 2018.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:19

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Terça-feira, 25 de Julho de 2017

FESTAS SANGRENTAS DA PRAIA DA VITÓRIA (AÇORES)

 

A legalidade desta crueldade só diz do atraso mental de quem a permite, de quem a apoia, de quem a pratica e de quem a aplaude.

 

É também a maior prova de que há “homens” que são animais incontestavelmente irracionais.

 

Por favor, manifestem a vossa indignação enviando o texto abaixo ou outro original para os seguintes endereços, abaixo referidos.

 

FESTAS SANGRENTAS.jpg

 

Exmo senhor Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória

C/C: Presidente do Governo Regional dos Açores;

Presidente da Assembleia Legislativa Regional dos Açores;

Deputados da ALRA,

 

Continuando na senda da estupidez (porque não há adjectivo mais adequado), uma vez mais, as chamadas Festas da Praia, que se realizam de 4 a 13 de Agosto, vão ser manchadas pela prática sangrenta de touradas de praça e pelas aberrantes touradas à corda.

 

De acordo com uma fonte da Câmara Municipal da Praia da Vitória (ilha Terceira-Açores) as duas touradas de praça custarão 120 mil euros que dizem financiar-se com a venda dos ingressos.

 

Ou estamos perante um embuste, uma vez que na vizinha cidade de Angra do Heroísmo tal não acontece, ou estamos perante uma sociedade moralmente doente, que paga para se divertir, assistindo à tortura de animais.



E a isto chama-se sadismo, deformação do foro mental.

 

Se a segunda hipótese é a verdadeira, significa que a sociedade terceirense está em profunda crise de valores, mas sem dificuldades económicas, pelo que não faz qualquer sentido os choradinhos e os programas de apoio à ilha Terceira que supostamente passa por dificuldades resultantes da diminuição dos efectivos americanos na Base das Lajes.

 

Posto isto, e uma vez mais, aqui deixo o meu mais veemente repúdio e indignação, por verificar que apesar de todos os apelos à racionalidade, a Praia da Victória continua na senda da estupidez, porque, gostem ou não gostem, é da mais profunda estupidez um povo divertir-se à custa do sofrimento atroz de seres vivos, que várias Ciências já provaram ser animais sencientes e racionais.

 

Este tipo de divertimento difama o Arquipélago dos Açores e afasta aqueles que procuram beleza e tranquilidade, e encontram fealdade, crueldade, violência e um atraso civilizacional inigualável.

 

Com fé e esperança no triunfo da lucidez, da saúde mental, da civilização, da evolução e da racionalidade,

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Contactos para o protesto:



presidencia@azores.gov.pt , srec.gabinete@azores.gov.pt , sram-sasm@azores.gov.pt , info.dram@azores.gov.pt , geral@cmpv.pt , amiguel@alra.pt; aluis@alra.pt; abradford@alra.pt;arodrigues@alra.pt; aalmeida@alra.pt;amarinho@alra.pt; apedroso@alra.pt; aviveiros@alra.pt; alima@alra.pt; snicolau@alra.pt; bbelo@alra.pt; cferreira@alra.pt; casilva@alra.pt; ccabeceiras@alra.pt; cgfurtado@alra.pt; ctoste@alra.pt; maia@alra.pt; dcunha@alra.pt;dfreitas@alra.pt; fcesar@alra.pt; fcoelho@alra.pt; gracasilva@alra.pt; gsilveira@alra.pt; inunes@alra.pt; vieira@alra.pt; javila@alra.pt; jcorvelo@alra.pt; jbcosta@alra.pt; jvcosta@alra.pt; jjorge@alra.pt; jmgavila@alra.pt; jcontente@alra.pt; jsan-bento@alra.pt; lrodrigues@alra.pt; lcgarcia@alra.pt;lmauricio@alra.pt; endeiro@alra.pt; mpereira@alra.pt; mramos@alra.pt; macosta@alra.pt; mferreira@alra.pt; mquinto@alra.pt; mcarreiro@alra.pt; mtome@alra.pt; micosta@alra.pt; rocha@alra.pt; mseidi@alra.pt; pestevao@alra.pt; pmendes@alra.pt; pparece@alra.pt; pmoura@alra.pt; cbotelho@alra.pt,ramalho@alra.pt;rmonteiro@alra.pt;snicolau@alra.pt; smcosta@alra.pt; zsoares@alra.pt, matp@gmail.com

CC:

gp_psd@psd.parlamento.pt, gp_ps@ps.parlamento.pt, gp_pp@pp.parlamento.pt, bloco.esquerda@be.parlamento.pt,gp_pcp@pcp.parlamento.pt, pev.correio@pev.parlamento.pt, comunicacao@pan.com.pt, gabinete.pm@pm.gov.pt belem@presidencia.pt

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:50

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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016

PROTESTO DA IRMANDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO DA MÃE DE DEUS, A PROPÓSITO DO MEU TEXTO «DENÚNCIA AO CUIDADO DO PAN (AÇORES)»

 

O texto que deu origem a este protesto pode ser recordado neste link:

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/denuncia-ao-cuidado-do-pan-acores-640860

 

TOURO AÇORES.jpg

O Touro a sangrar (tinha uma argola enfiada nas narinas). Alguém chamou-lhe “piercing”, acrescentando que os humanos também usam “piercings”. Ainda que fosse. Só que os humanos usam “piercings” de livre e espontânea vontade, e o Touro usa ARGOLAS obrigado. Isto será coisa de gente civilizada, torno a perguntar.

 

 

Eis o conteúdo do protesto:

 

«Boa tarde,

 

A Irmandade do Divino Espírito Santo da Mãe de Deus, vem por este meio expressar o seu profundo descontentamento pela notícia apresentada no vosso Blog do passado dia 11/05/2016.

 

Informamos que a notícia, ou melhor, o texto elaborado da notícia não corresponde à verdade.

 

A ideia transmitida no vosso texto faz referência a maus tratos e violência ao animal, e é falso.

 

Mais uma vez informo que a verdade do acontecimento foi a seguinte: esta família, fez uma oferta ao Divino Espírito Santo, ou seja, o referido animal. Por ser um animal de grande porte, geralmente é aplicada uma argola na narina aos 2 anos de idade, sempre que o animal apresenta ameaça ao tratador/agricultor. Este animal tinha 4 anos de idade, ou seja, já tinha a referida argola à mais de dois anos, colocada pelo proprietário/agricultor a quem a família comprou o animal. Neste dia, o animal foi descarregado e amarrado em frente à moradia da referida família. Por ser um ambiente diferente para o animal, e também por ser um animal de grande porte, o mesmo animal com a força que fez, rebentou a tal argola, sem que alguém toca-se nele, e feriu a narina, e na respiração do animal, foi projectado algum sangue deste corte.

 

NÃO HOUVE MAUS TRATOS AO ANIMAL.

 

E mais, estava presente um agente de autoridade com a nossa Irmandade, que pode comprovar a justificação acima apresentada.

 

A nossa Irmandade, vem mais uma vez por este meio, solicitar a correcção da referida notícia, ou até mesmo a sua eliminação.

 

A nossa Irmandade está disposta a tudo, pela verdade, sobre esta matéria e contra os argumentos apresentados no vosso texto/Blog.

 

Com os meus melhores cumprimentos,

 

Carlos Vieira»

 

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático, não estando abrangidos erros gramaticais).

 

***

Exmo. Senhor Carlos Vieira,

 

Em primeiro lugar, agradeço este protesto, pois vai dar-me oportunidade para esclarecer alguns pontos importantes.

 

O senhor diz: «A ideia transmitida no vosso texto faz referência a maus tratos e violência ao animal, e é falso

 

Bem… se o que vemos na foto não são maus tratos e violência ao animal, o que será? Mimos? Delicadezas?

 

Um inocente, inofensivo e indefeso animal, acuado numa rua, amarrado a um muro, com uma argola enfiada nas narinas, entre uma poça do seu próprio sangue não será, por si só, uma violência?

 

Só se for nos Açores.

 

Em qualquer parte do mundo civilizado isto é uma violência, por não ser natural que um bovino esteja amarrado numa rua.

 

Primeiro, porque o animal não está no seu habitat natural, está amarrado a um muro, com umas cordas, com uma argola enfiada nas narinas, e isso, por si só, já constitui uma violência.

 

Segundo, porque o animal está a sangrar devido a um corpo estranho ao seu próprio corpo, que lhe foi enfiado nas narinas sem o seu consentimento, o que é outra violência.

 

Mas o senhor Carlos Vieira diz ainda que a «verdade é que esta família (suponho que seja a proprietária do animal) fez uma oferta ao Divino Espírito Santo, ou seja, o referido animal.»

 

Esta família ou outra qualquer poderia ofertar ao Divino Espírito Santo qualquer outra coisa, como arrecadas de ouro, sacos de batatas, pipos de vinho, excepto um animal vivo, retirado do seu habitat natural e manietado com cordas.

 

A Irmandade do Divino Espírito Santo da Mãe de Deus devia ser a primeira a dar o exemplo cristão e recusar tal oferta, por ir contra o preceito máximo que Jesus Cristo deixou aos homens: «não faças aos outros (e nestes outros estão incluídas todas as criaturas de Deus, animais não humanos também) o que não gostas que te façam a ti.

 

Naturalmente nenhum dos senhores da Irmandade gostaria de estar no lugar daquele bovino amarrado com argolas nas narinas. Certo?

 

E a tentativa de justificar o injustificável continua: «Por ser um animal de grande porte, geralmente é aplicada uma argola na narina aos 2 anos de idade, sempre que o animal apresenta ameaça ao tratador/agricultor.»

 

Ameaça????

 

Um animal manso, herbívoro, pacato, ruminante, que se o deixarem a pastar tranquilamente no campo, não faz mal nem sequer a uma mosca, que espécie de ameaça pode representar ao seu tratador se esse tratador o tratar bem? Será ameaça para se defender dos seus torturadores… aliás, como qualquer dos irmãos da Irmandade se alguém os atacasse.

 

Nenhum bovino precisa de argolas nas narinas, para coisa nenhuma. Isso não é da natureza deles.

 

E o senhor Carlos Vieira diz ainda mais esta, com um desplante como se tudo isto fosse muito natural: «Neste dia, o animal foi descarregado e amarrado em frente à moradia da referida família (o que, só por si, já constitui uma violência contra o animal).

 

E arremata: «Por ser um ambiente diferente para o animal, e também por ser um animal de grande porte, o mesmo animal com a força que fez, rebentou a tal argola, sem que alguém toca-se nele, e feriu a narina, e na respiração do animal, foi projectado algum sangue deste corte.»

 

Exactamente: o animal estava fora do seu habitat natural, num ambiente diferente. Assustado. Descarregado (o termo é seu), sabe-se lá como! Amarrado (qual o animal, seja humano ou não humano, que gosta de estar amarrado? Isto é uma violência). Fez força… resta saber como e porquê? Rebentou a tal argola, sem que alguém TOCASSE nele… e pronto… feriu as narinas, muito naturalmente, e também muito naturalmente foi projectado algum sangue. Uma insignificância. Coisa pouca, nem deu para notar… como podemos ver na imagem.

 

NÃO HOUVE MAUS TRATOS AO ANIMAL diz o senhor Carlos Vieira. Não. O que fizeram a este indefeso animal foram mimos. Vejamos então.

 

- Foi delicadamente retirado do campo, com uma argola enfiada nas narinas.

- Amarrado a uma corda.

- Descarregado em frente à casa de uma família (como se fosse um saco de batatas?).

- Assustado, o animal agitou-se, a tal ponto que se magoou e esvaiu em sangue, como a foto demonstra.

 

E não houve maus tratos ao animal? O que seria então, se houvesse maus tratos?

 

«E mais…», diz o senhor Carlos Vieira, «estava presente um agente de autoridade com a nossa Irmandade, que pode comprovar a justificação acima apresentada». Como se isto sirva de justificativa para o  injustificável, ou seja, fazer de um animal indefeso, uma “coisa” para ofertar ao Espírito Santo que, se pudesse manifestar-se, diria tudo o que eu já disse.

 

E agora vem o mais surpreendente:

 

«A nossa Irmandade, vem mais uma vez por este meio, solicitar a correcção da referida notícia, ou até mesmo a sua eliminação».

 

Pois já dou como corrigida a “notícia”, que não é só minha. Corre pela Internet do mesmo modo que neste Blogue.

 

Quanto à sua eliminação, por alma de quem deveria ser eliminada?

 

E se a vossa Irmandade está disposta a tudo, pela verdade, sobre esta matéria e contra os argumentos apresentados no meu Blogue, a autora do Blogue também está disposta a tudo, pela verdade.

 

E a verdade é que a Irmandade do Divino Espírito Santo da Mãe de Deus deveria seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e pôr em prática o exemplo de São Francisco de Assis, que tinha os animais não humanos, como seus irmãos (que também são meus irmãos, por isso os defendo com as garras de fora) e não permitir que façam a um bovino indefeso, inocente e inofensivo, o que não gostariam que vos fizessem a vós, porque, repito, é uma violência arrancar do pasto, um bovino, com uma argola enfiada nas narinas, descarregá-lo numa rua, e amarrá-lo com uma corda a um muro, para servir de “oferta” ao Espírito Santo, que não lhe fará bom proveito.

 

E esta violência não fui eu que a inventei.

 

E repito: isto é a maior demonstração do atraso civilizacional em que ainda está mergulhado o arquipélago dos Açores, em pleno século XXI depois de Cristo.

 

E não sou eu que o digo. Aprendi isto com Mahatama Gandhi - a Grande Alma.

 

GANDHI.jpg

 

E o animal que esta imagem nos mostra foi efectivamente maltratado, e não importa os meios ou os fins, porque nem uma coisa nem outra justifica o animal estar ali amarrado, com uma argola enfiada nas narinas.

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:39

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Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

CARTA AO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES E SECRETÁRIO REGIONAL DA SAÚDE

 

TOURADA AÇORES.jpg

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/CampanhaAbolicionistaTauromaquiaPortugal/photos/a.310865805675430.67435.305023079593036/970218969740107/?type=3&theater

 

Exmos. Senhores

Presidente do Governo Regional dos Açores

e Secretário Regional da Saúde,

 

A tertúlia tauromáquica terceirense e o Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro anunciaram a realização de uma tourada de praça “de beneficência” para o próximo dia 29 de Maio que foi, e muito bem, repudiada pela Direcção Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

 

No entanto, depois da recusa desta organização, a tertúlia tauromáquica terceirense, a verdadeira organizadora da tourada, não desiste dela e como forma de lavar a imagem das sangrentas e cada vez mais repudiadas touradas alteram o beneficiário, que passa a ser Hospital de Angra do Heroísmo, nomeadamente o seu Serviço Especializado de Epidemiologia e Biologia Molecular.

 

Considerando que é um insulto ao sentir generalizado da maioria dos açorianos e de todas as pessoas que, em todo o mundo, respeitam todos os seres vivos, associar a tortura de animais a fins e propósitos nobres de beneficência;

 

Considerando que é uma gravíssima afronta a todos os açorianos que um hospital do Serviço Regional de Saúde e, por extensão, o Governo Regional dos Açores e a própria Região, figurem publicamente como promotores de uma tourada;

 

Tendo em conta que é possível a angariação de fundos através de práticas pacíficas e consensuais, que não envolvam sofrimento de animais para divertir sádicos;

 

Solicitamos ao Secretário Regional da Saúde, Sr. Luís Mendes Cabral, e ao Presidente do Governo Regional dos Açores, Sr. Vasco Alves Cordeiro, que repudiem, da mesma forma como já fez a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a realização desta tourada e não permitam que a Região Autónoma dos Açores, ou um qualquer dos seus serviços públicos, figure como promotora de um prática bárbara de tortura animal, que não dignifica o bom nome que se pretende para o Arquipélago dos Açores.

 

Com os melhores cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:45

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Quarta-feira, 11 de Maio de 2016

DENÚNCIA AO CUIDADO DO PAN (AÇORES)

 

Acabei de receber esta fotografia relacionada com o desfile de animais durante as Festas do Espírito Santo. No caso concreto, a fotografia foi tirada na Rua do Penedo, em Vila Franca do Campo, ilha de São Miguel, Açores.

 

Não será possível realizar festas sem fazer sofrer animais? A igreja católica tem a certeza de que o Espírito Santo aplaudirá esta barbárie?

 

Isto é a maior demonstração do atraso civilizacional em que ainda está mergulhado o arquipélago dos Açores, em pleno século XXI depois de Cristo.

 

Touro a sangrar Rua do Penedo Vila Franca do Campo

Touro a sangrar (tinha uma argola enfiada nas narinas). Isto será coisa de gente civilizada?

***

Eis a minha resposta às várias dezenas de comentários que fizreram a esta publicação:
AÇORIANOS, ESTA É A VOSSA “CULTURA” QUE TANTO DEFENDERAM NOS COMENTÁRIOS QUE ME ENVIARAM…

  

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:18

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Terça-feira, 22 de Março de 2016

ISTO É A VERGONHA DO ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES

 

A Ilha Terceira, na verdade, é um atraso de vida.

A EVOLUÇÃO ficou a milhares de milhas da costa.

Isto é a vergonha dos Açores.

E ainda fazem propaganda desta vergonha, desta nódoa negra, deste primitivismo bacoco.

O que é que a "festa" parva tem a ver com CIÊNCIA?

Até neste tipo de "propaganda" demonstram uma ignorância crassa.

Tenham vergonha! EVOLUAM.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:42

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Quarta-feira, 8 de Julho de 2015

NÃO EXISTE UM ORGANISMO DE PROTECÇÃO DE MENORES EXPOSTOS À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA NOS AÇORES?

 

A mal dita “arte” sem capote (e também sem tino) é uma prática tosca que, em má hora, regressa à Ilha Graciosa (Açores).

 

Com uma “novidade” repugnante: elementos de pequena estatura (ou seja ANÕES) segundo a organização desta aberração, “prometem dar “espectáculo” a todos aqueles que se deslocarem ao Monte de Nossa Senhora d’Ajuda”.

Nem a Nossa Senhora d’Ajuda consegue fazer o milagre de dar um pouco de bom senso aos governantes locais que apoiam o regresso de uma prática aberrante e extremamente degradante, sob todos os pontos de vista.

 

ILHA GRACIOSA.jpg

 

Mas existe ainda outro detalhe que deixo à consideração das AUTORIDADES (sem autoridade?): as crianças até aos 6 anos têm acesso livre, dos 7 anos aos 12 anos o valor a aplicar é de 5 €...

 

E assim se expõe menores de idade a uma estupidez ilimitada, não só pela EXPLORAÇÃO DE ANÕES (acto degradante e aviltante para esses seres humanos, tal como o era na Idade Média), como pela TORTURA DE BOVINOS.

 

Não existe AUTORIDADE na Ilha Graciosa que possa travar tamanha demonstração de IRRACIONALIDADE?

O ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES É A VERGONHA DAS ILHAS ATLÂNTICAS

 

Fonte:

https://www.facebook.com/451257841614428/photos/a.451275978279281.101438.451257841614428/920162194723988/?type=1&theater 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:06

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Terça-feira, 30 de Junho de 2015

VIVA A ILHA TERCEIRA (AÇORES) PELA ESTUPIDEZ DE UM “DIVERTIMENTO” PERVERSO, PRIMITIVO E PARVO!

 

O “divertimento” dos três pês…

Apesar de ter havido feridos numa largada de Touros, nesta Ilha cercada de estupidez por todos os lados, leiam o que diz a SMTV:

 

«Largada de Touros nas Sanjoaninas 2015 em Angra do Heroísmo na Ilha Terceira. Pedimos a compreensão para as imagens finais onde mostramos dois assistentes que ficaram feridos. Nesta actividade o perigo é iminente. Viva a TERCEIRA pela sua bravura. Pretendemos levar os Açores mais longe.

 

Somos AÇORES»

 

 

Esta é a “bravura” de que falam…

Uma bravura cobarde, idiota, irracional.

 

E aqui o que vale não são as pessoas. É a “festa” parva.

 

 

Haja mortos ou feridos, esta “festa” continua…

 

E pretendem o quê????

Levar esta estupidez (não os Açores) mais longe?

 

Pois estão a conseguir levá-la a todos os cantos do mundo, difamando, deste modo desprezível, o bom nome do Arquipélago dos Açores.

 

Sois Açores?

Não, não sois Açores.

 

Sois apenas uma minoria de broncos que se recusa a evoluir apenas porque sim…

E esta atitude é muuuuuito irracional.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:55

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Quinta-feira, 14 de Maio de 2015

VILA FRANCA DO CAMPO (AÇORES) ESTÁ PRESTES A PERDER A ESTRELA DE OURO QUE LHE FOI ATRIBUÍDA POR RECUSAR A TOURADA PREVISTA

 

Eu já estava à espera de uma viragem destas …

 

No continente estas reviravoltas estão sempre a acontecer. Por que haveria de ser diferente no Arquipélago dos Açores?

 

As posturas camarárias lá, como cá, não servem para nada, quando a ignorância fala mais alto, pois uma “vacada” ou “tourada”, ou “tourada à corda” vai tudo dar ao mesmo: a utilização de um BOVINO para divertir saloios.

 

Isto é, para quem sabe…

 

Para quem não sabe… não é…

 

Sr. Presidente da Câmara, Dr. Ricardo Rodrigues, faça V. Exa. valer a sua autoridade. Quem manda em Vila Franca do Campo? (IAF)

 

18376180_ISshU[1].jpg

A irmandade do Divino Espírito Santo continua com a Estrela de Ferro

 

Texto de Mário Roberto

 

Segundo informações fidedignas que tenho, voltamos à estaca zero na questão da tourada à corda anunciada para o dia 24 em Ponta Garça.

 

Como parece que as leis existem para serem contornadas, apesar da proibição, conforme o código de posturas da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, de touradas no concelho, os promotores do evento, a irmandade do Espírito Santo da Boa Vista, num lance de esperteza saloia passam a chamar-lhe vacada e aí já não há qualquer problema porque a lei é omissa em relação a vacadas. Como se em vez de animais estivessem a utilizar mesas ou qualquer outro objecto inanimado com quatro pés.

 

Apesar da boa vontade demonstrada pelo Sr. Presidente da Câmara, Dr. Ricardo Rodrigues, em fazer cumprir a lei, prevalece a brutalidade e a ignorância.

 

De qualquer maneira o aludido código de posturas não se limita a proibir as touradas. No seu artigo 41 diz:

 

(Protecção dos animais)

«É proibida a exploração dos animais proporcionando luta entre os mesmos ou jogos..

 

Portanto a questão continua em cima da mesa. Resta que as autoridades competentes façam cumprir a lei, mas peço a todos que estabeleçam uma corrente solidária com esta causa. Ajudem a evitar este espectáculo degradante. Protestem connosco.

 

in

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10205786929306007&set=a.1091593663623.14257.1639957029&type=1&hc_location=ufi

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:56

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