... pelos motivos abaixo indicados.

Sei exactamente o motivo desta remoção, estando de consciência tranquila quanto à violação de que estou a ser acusada.
Consideraram que o conteúdo do Blogue não se adapta às expectativas da política deles.
Pois sei que não, e quanto a isso nada há a fazer. A política deles também não se adapta às minhas expectativas.
Posto isto, a opção que tenho é despedir-me de todos os meus leitores e subscritores, agradecendo-lhes a gentileza de terem seguido o meu Blogue.
Há mais mundo para além do mundo dos Blogues.
E viva a liberdade de SER!
Esmorecer... nunca!
Isabel A. Ferreira
Porque vai ser encerrado o SAPO Blogs?
Informação do SAPO:
«Com cada vez menos pessoas a virarem-se para os blogs como forma de expressão, a blogosfera foi aos poucos cedendo terreno para as redes sociais, que se tornaram o principal ponto de encontro virtual de ideias e pessoas, com impacto em plataformas como a nossa».
Posto isto, a opção foi procurar outra plataforma para alojar o «Arco de Almedina», não perdendo o seu conteúdo.
Em tudo nesta vida há um momento para nascer, um momento para crescer e um momento para acabar. Nada é para sempre. Não sei se a eternidade existe noutra dimensão, o que sei é que ela não existe no Planeta Terra, nem no SAPO Blogs, mas foi bom enquanto durou.
Obrigada SAPO ![]()
Estou a tentar hospedar-me no Blogger.com, para onde já migrei os textos aqui publicados.
Tudo ainda é uma experiência, mas se os meus leitores e subscritores quiserem seguir-me, aqui deixo a
NOVA MORADA do «NOVO ARCO DE ALMEDINA»
https://novoarcodealmedina.blogspot.com/
O BLOGUE FOI REMOVIDO.
Ver aqui porquê.
A continuidade do «Novo Arco de Almedina» dependerá de vários factores, entre eles estará o vosso interesse em continuar comigo.
Isabel A. Ferreira
Nos meus Blogues «Arco de Almedina» e «O Lugar da Língua Portuguesa», na parte lateral direita poder ler-se o seguinte, no que se refere aos Comentários:
Comentários
Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação, e não se esconda atrás do anonimato.
1) Identifiquem-se com o verdadeiro nome.
2) Sejam respeitosos e cordiais, ainda que críticos. Argumentem e pensem com profundidade e seriedade, e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.
4) Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo.
5) Em resumo: comentem com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o vosso comentário seja aceite.
***
Quem tiver intenção de pretender discutir seja o que for comigo, e que nada tenha a ver com a publicação em causa, por favor usem o e-mail do Blogue (abaixo indicado), correrá o risco de não ver o seu comentário publicado e a sua questão sem resposta.
Contacto
isabelferreira@net.sapo.pt
***
Este preâmbulo serve para alertar os possíveis comentadores que tenham a ideia de vir para aqui “sem cara e sem nome” armar ao pingarelho, e evitar que eu abra excepções para anónimos, com quem, não tendo cara nem nome, não tenho a obrigação de ser delicada, até porque a estupidez é uma das coisas que me fazem trepar pelas paredes, não conseguindo ignorá-la.
Serve também para informar o que é este Blogue e a sua autora.
Foi o que aconteceu com o Anónimo que me enviou o comentário, abaixo reproduzido, e que, excepcionalmente publiquei, respondendo-lhe no meu estilo furacão, que é um estilo que apenas uso para quem não tem cara nem nome.
Anónimo comentou o post «O Dia de Portugal e as guerras culturais» às 17:48, 16/06/2025 :
|
Este tal Tiago é o habitual e tipico esquerdolas woke disfarçado que escreve textos esquerdolas fofinhos contraditórios para alegrar esquerdolas socialistas e perpetuar o socialismo.Este texto é contraditório,extremamente doentio e até muitissimo pior do que o da Lidia. É fascinante como estes Tiagos xuxalistas se multiplicam diariamente...este blog é apenas mais uma treta esquerdolas.Assustador!!! |
Uma das regras deste Blogue é NÃO publicar comentários de gente que se esconde no anonimato para dizer baboseiras, mas, às vezes, abro uma excepção, apenas para lançar alertas a possíveis outros anónimos que não têm a coragem de ter NOME e CARA.
Este meu Blogue é totalmente APARTIDÁRIO, e nele cabem todas as ideias que sejam racionais e condizentes com a realidade política portuguesa. Isto de esquerda e direita é coisa da tropa: esquerda/direita/um/dois/esquerda/direita/um/dois...
De resto são todos farinha do mesmo saco.
E o que quero dizer com isto?
Quero dizer que sou apartidária, mas não apolítica e, sobretudo, PENSO pela minha cabeça, e NÃO pela cabeça dos outros. Sou livre pensadora e tenho a liberdade de ser, de estar e de fazer o que EU penso que está certo. Tenho esse direito, o direito que também tem o “sem cara e sem nome” que escreveu este comentário a chispar ódio por algo a que chama “esquerdolas”, para rimar com cervejolas?, talvez a mais, para matar as mágoas...
O termo racismo não se aplica apenas quando odeiam negros ou outras etnias. O racismo também se aplica quando, em Democracia, se odeia os que, estando nos partidos contrários ao seu, pensam de modo diferente.
Em todos os partidos políticos encontro ideias boas e ideias péssimas.
Quando são aproveitáveis, publico-as, venham de onde vierem. Quando não são, não publico, e o critério não é ser deste ou daquele partido. Estou-me nas tintas para o partidarismo. O critério é a essência das ideias.
A mim, não me interessa a que partido político o Tiago pertence.
A mim interessou-me o que ele disse, e o que ele disse é de alguém que vê, ouve e lê, e depois pensa por ele próprio, e disse coisas acertadas acerca da realidade desta nossa sociedade pobre e apodrecida pela política dos três “is”: Incultura, Ignorância e Irracionalidade, e por uma governação calculista e fossilizada, que se tem mantido num tempo demasiado longo.
O “sem cara e sem nome” não gostou? Temos pena.
E se acha que este blogue é uma treta, o que veio cá fazer? Não é obrigado a ler o que aqui se publica, porque o que aqui se publica é apenas para mentes LIVRES de amarras partidárias, e que aceitam o pensar dos outros, quando esses outros apresentam análises com cabeça, tronco e membros.
Isabel A. Ferreira
Fiquei curiosa e socorri-me do tradutor:
Que surpresa!
Arco de Almedina.
É o nome do meu Blogue, em Mandarim simplificado.
Gostei de saber, porque é esta a primeira palavra que aprendo em Mandarim.![]()
Isabel A. Ferreira

Agonia Sampaio foi meu colaborador no tempo em que, e durante vinte anos, mantive no Jornal «O Comércio do Porto» um suplemento dominical infanto-juvenil, por mim criado, intitulado «Cantinho do Nicolau».
A partir de amanhã, Agonia Sampaio estará presente neste Blogue com os seus magníficos desenhos, por isso, aqui vos deixo uma pequena nota do seu percurso artístico, à laia de introdução...

Agonia Sampaio
António Manuel Agonia Sampaio, nasceu em Luanda a 16 de Março de 1970, residente na Póvoa de Varzim, começou desde muito cedo a desenhar. Aos 11 anos de idade fazia BD para distrair um primo seu, mas a partir dos 12 anos, na escola, na disciplina de Educação Visual teve de fazer uma banda desenhada e nunca mais parou. A partir de então começou a somar prémios a nível nacional. Aos 16 anos ganhou no Seixal o 3º prémio de um concurso a nível nacional; aos 17 ganha vários como por exemplo o do Comicarte do Porto (2º Prémio ex aequo); o 1º Prémio do Clube Português de BD de Lisboa, e um 1º prémio num concurso em Espanha.
Aos 17 anos é convidado a colaborar (durante 14 anos) no Jornal «O Comércio do Porto» no suplemento «O Cantinho do Nicolau», criado pela autora do Blogue «Arco de Almedina», Isabel A. Ferreira, e, nesse ano, junta o Troféu do Rotary Club Póvoa de Varzim, "O mais da BD".
Em 1990 e 1991 vence por 2 vezes o prémio Rafael Bordalo Pinheiro, e em 1992 o 1º prémio em Moura, juntamente com várias menções honrosas. Para além da colaboração em vários jornais (O Comércio do Porto, Público, Jornal de Notícias,, O Primeiro de Janeiro, A Voz da Póvoa, O Comércio da Póvoa e Mankicu (Angola), colaborou em várias exposições nacionais e internacionais.
Tem oito livros publicados, destacando-se "A História da Cerejinha"; «A partida do Zequinha"; "Á descoberta do arquivo"; "A maior prova de Amor"... e quatro fanálbuns de edição de autor.
Ganhou o galardão jovem em 1995 na Tertúlia de BD organizada por Geraldes Lino (militante dos fanzines, crítico e estudioso de BD).
O nome de Agonia Sampaio vem incluído no dicionário de cartoons e autores de banda desenhada. Actualmente é colaborador em algumas editoras.
Os desenhos de Agonia Sampaio são, enfim, os "seus filhos".
Os aficionados espanhóis são como os aficionados portugueses: vivem na Pré-Idade da Pedra Lascada sem a mínima capacidade mental para ver o óbvio, evoluir e levar adiante a prática da Democracia e da Justiça.
A selvajaria tauromáquica está condenada à extinção, bem como os seus capachos. Só eles é que não vêem… E resistem, nem que para isso tenham de ser ridículos…
E assim se descredibiliza um tribunal constitucional…
Esta arena de tortura, a Monumental de Barcelona, continuará assim: vazia, como estão destinadas todas as arenas dos oito países que ainda mantém estas práticas cruéis, grosseiras e medievais…
Lê-se nas notícias que por aí circulam que o Tribunal Constitucional Espanhol anulou a proibição das touradas na Catalunha, respondendo deste modo retrógrado a um recurso apresentado pelo não menos retrógrado Partido Popular espanhol, à decisão do Parlamento Catalão tomada em 2010 e que proibia a selvajaria tauromáquica na Catalunha.
Em Espanha, tal como em Portugal, a tauromaquia ainda se mantém em alguns poucos municípios e regiões, graças a mentes primitivas que ocupam cargos de decisão, e subsídios que ambos os governos esbanjam nesta actividade medieval protagonizada por psicopatas, sádicos e broncos.
E pensar que seres vivos são barbaramente torturados apenas para satisfazer os desejos mórbidos de um pequeno núcleo populacional portador de graves deformações mentais, bastamente comprovadas pelos estudos realizados por cientistas de várias especialidades!
Mas nem assim os partidos populares de ambos os países ibéricos são capazes de ver e aceitar o óbvio: a esmagadora maioria do povo espanhol e português não se revê nestas práticas bárbaras, assentes na mais profunda ignorância.
Os promotores da proibição das touradas na Catalunha, dizem que decisão do Tribunal Constitucional foi uma “decisão política” e disto ninguém tem a menor dúvida.
COMUNICADO DA PLATAFORMA PROU
A Plataforma PROU, impulsionadora da Iniciativa Legislativa Popular que originou a Lei aprovada pelo Parlamento Catalão em 2010, e que aboliu as touradas na Catalunha, emitiu o seguinte comunicado:
«Hoje, seis anos depois de se ter conseguido um avanço tão importante quanto à protecção animal e à não violência na Catalunha, no sentido de fomentar a cultura da paz, o Tribunal Constitucional espanhol decide que a dita lei é inconstitucional e que deve ser anulada, alegando motivos débeis e infundados, tendentes a retirar competências às regiões autónomas, impondo-nos, deste modo, um vergonhoso regresso ao passado, e à obrigatoriedade de continuar a autorizar a tortura pública de touros, nas arenas.
A Iniciativa Legislativa Popular utilizada foi um mecanismo de democracia participativa, que mobilizou centenas de milhares de pessoas se organizaram civicamente, num exemplo de exercício democrático rigoroso, transparente, aberto e com todas as garantias para o debate e a liberdade de expressão, e esta é a primeira vez na história que se revoga, sem as garantias acima indicadas, uma Lei aprovada através deste recurso.
É impossível acreditar que esta sentença responde a normas meramente jurídicas, tratando-se tão só de uma decisão política, que os antecedentes e a História corroboram.
Recordamos que o Partido Popular, liderado por Mariano Rajoy, incluiu no seu manifesto eleitoral a defesa intransigente das touradas, aprovando durante o seu mandato uma lei que definiu a tauromaquia como "património histórico e cultural comum a todos os espanhóis”, com a única finalidade de tentar anular a Lei catalã.
Recordamos que o presidente do Tribunal Constitucional, Francisco Pérez de los Cobos, foi notícia pela sua filiação e militância no Partido Popular, ainda que, todavia, continue em funções.
Recordamos que nos últimos anos vários magistrados foram fotografados em praças de touros, desfrutando da cruel e sangrenta tortura dos animais.
Recordamos que o Partido Popular acumula centenas de casos de corrupção, que inclusive afectam o próprio partido e que vinculam o nome de diversos presidentes deste partido e do Estado espanhol. Recordamos que nos últimos anos foram descobertos casos de corrupção também no mundo tauromáquico, desde a evasão fiscal, até à gestão danosa de corridas de “beneficência”, associadas a crianças deficientes, entre muitos outros.
Enquanto na Catalunha se abriu uma brecha de distanciamento social em relação à tauromaquia, essa tendência estendeu-se a todo o Estado espanhol, onde actualmente a sociedade considera as touradas uma terrível forma de maltrato animal; e em 2013, a ONU considerou que esta actividade viola os direitos humanos.
Acreditamos firmemente que por trás desta decisão disfarçada de “poderes judiciais” há uma conspiração que só pode ter explicação no momento político que o Estado espanhol está a viver.
Negamos rotundamente que esta sentença corresponde aos interesses que diz corresponder.
Vamos denunciar, jurídica e moralmente, à opinião pública internacional estes abusos.
A Plataforma PROU começará, desde hoje, a trabalhar na denúncia internacional desta violação dos direitos democráticos que a nossa sociedade civil, organizada e mobilizada, sofreu, ao mesmo tempo que apresentará queixas nos tribunais especializados na persecução de atentados contra os direitos políticos. Estes direitos foram claramente violados como consequência da rede existente do relacionamento entre poderes e interesses pessoais, por parte de quem os utilizam.
Espera-nos um longo trabalho em toda a Europa e nas instituições jurídicas internacionais.
Da mesma forma, a Plataforma PROU também anuncia uma série de acções internas na Catalunha, com o Governo e o Parlamento, para assegurar que a tirania legislativa desta sentença não acabe por ter efeitos práticos e as touradas não voltem a realizar-se.
Do mesmo modo, esta Plataforma orgulha-se de partilhar este cenário com outras leis que foram revogadas por este mesmo tribunal, como a que defendia a igualdade de género; a lei que garantia que uma família não pode ficar sem abrigo; a disponibilidade para acolher refugiados na Catalunha; a lei de participação e consulta; a lei de emergência de energia; todas destinadas a melhorar a qualidade da democracia, justiça e igualdade.
Tanto quanto a nossa indignação por este atentado contra a democracia e a participação da cidadania legislativa, queremos tornar público o nosso entusiasmo, ao entender que este debate nos permitirá avançar para uma sociedade mais justa, menos violenta, mais civilizada.
Longe de aceitar o regresso das touradas à Catalunha, a Plataforma PROU acredita que chegou o momento de discutir as práticas violentas que nos envergonham como sociedade.
Por isso pedimos:
- À comunidade internacional que nos acompanhe.
- Ao Parlamento da Catalunha, uma nova Lei adaptada a esta sentença, mas que para efeitos práticos não permita o regresso das touradas.
- Ao Governo da Catalunha, que faça tudo o que estiver ao seu alcance para evitar qualquer tipo de actividade proibida pelo nosso Parlamento.
- Ao Governo da cidade de Barcelona, que mantenha firme a sua postura e não permita que a praça de touros volte a ser utilizada para actividades tauromáquicas.
- E muito especialmente, à comunidade da Catalunha que mantenha o seu apoio firme à causa da protecção animal, algo que orgulha, dignifica e é um importante reconhecimento internacional a este povo excepcional.»
Texto traduzido do original, publicado no blogue El Caballo de Nietzsche, em El Diário, neste link:
***
O Blogue Arco de Almedina apoia a Catalunha
Todos nós sabemos que o PAN é o único partido que publicamente promove a abolição das touradas. Porém, como também sabemos, um deputado apenas na AR tem inúmeras restrições.
Sabemos também que em seis meses de legislatura o PAN fez mais do que todos os outros partidos fizeram em vários anos, em prol dos animais.
O PAN reagiu às apreciações de Vital Moreira, considerando-as prematuras.
«Há muitos variáveis nesta equação e certamente faremos de tudo para terminar o mais celeremente com esta barbaridade. Temos as nossas prioridades bem definidas, e continuaremos a trabalhar para a abolição desta bárbara prática», declarou à autora do Arco de Almedina, um dos elementos do PAN.

© DR
Fonte da imagem:
O PAN lamentou a "falta de informação" de Vital Moreira, quando este acusou aquele partido de nada fazer quanto às touradas, não tendo ainda avançado com uma proposta para acabar com elas.
Reagindo a tais afirmações, o PAN «lamenta que um Senhor com as responsabilidades políticas de Vital Moreira esteja tão pouco informado e se precipite em acusações sem fundamento».
Em comunicado aos órgãos de informação, o partido, representado na AR por André Silva, diz que «importa recordar que desde que chegou à Assembleia da República o PAN tem trazido este debate de forma recorrente, quase constante».
Afirma o PAN que «foi sugerida ao Governo a alteração dos benefícios em sede de IVA aos espectáculos tauromáquicos, bem como o fim da atribuição da taxa intermédia de IVA para todos os bilhetes e entradas em espectáculos tauromáquicos, e nenhuma das medidas foi aprovada, tendo os socialistas votado contra ambas. Se esta é de facto uma preocupação genuína então o PAN convida o Eurodeputado Vital Moreira a trabalhar em cooperação por esta causa, nomeadamente, na sensibilização dos seus pares dentro e fora do país».
Quanto à "ménage a trois" pelos eucaliptos, o PAN ressalva «as restrições regimentares, no que respeita aos tempos de intervenção, na Assembleia da República e a impossibilidade de fazer agendamentos de iniciativas legislativas como os restantes grupos parlamentares por ter apenas um deputado.
Mas realça outras iniciativas relativas ao Plano Nacional de Barragens, à Central Nuclear de Almaraz, à Caça na Serra da Malcata, à prospecção de petróleo em todo o território, à laboração de pecuárias de forma irregular e à pecuária intensiva.
***
A interferência do Arco de Almedina neste episódio:
Porque fui atacada por militantes e simpatizantes do PAN, por ter transcrito as declarações de Vital Moreira e acrescentado uma nota pessoal, devo declarar que não ataquei ninguém, se é que as pessoas que me atacaram não repararam, até porque tenho muita consideração pelo André Silva e pelo trabalho que este tem realizado até agora, e pela coragem de, mesmo sendo só, andar a incomodar os poderosos.
Considero-o, e ele sabe disso, a mosca que incomoda o elefante, na Assembleia da República.
O que Vital Moreira disse não é da minha responsabilidade. Publiquei as suas declarações apenas para agitar as águas que estão um tanto paradas, em Portugal, no que respeita à tauromaquia.
A verdade é que ainda não foi apresentada no Parlamento uma proposta concreta e objectiva para a Abolição da Tauromaquia em Portugal.
Lá fora, em Espanha e no México, por exemplo, os avanços em direcção à abolição desta praga têm sido bastante significativos, porque lá fora ninguém pede que se corte o mal pela ramagem, mas que se corte o mal pela raiz.
E foi isso que eu pretendi salientar.
Sei que é difícil a abordagem desta matéria numa Assembleia repleta de aficionados, onde a tauromaquia está bastante protegida (segundo uma militante do PSD), quase que diríamos que muitos deputados candidatam-se à AR com o único intuito de proteger a tauromaquia, portanto ao André Silva não será fácil apresentar uma proposta que de antemão será barrada pelos partidos que se dizem de esquerda, mas têm um pé na direita: PS, PCP, BE e PEV.
Sabemos disso, André Silva.
***
A propósito desta polémica:
No Jornal i, onde foi publicada a declaração de Vital Moreira, deixei a seguinte nota, que transcrevi num texto divulgado neste meu Blogue:
«Penso que o PAN deveria propor urgentemente a ABOLIÇÃO de todas as vertentes da tauromaquia, mas também de todas as práticas bárbaras que se cometem em Portugal contra animais: circos, festas públicas com matança, ao vivo, de porcos, caça, tiro aos pombos, lutas de cães, corrida de galgos, corrida de Cavalos, charretes com tracção animal, queima do gato, enfim, uma infinidade de barbaridades que não se justificam para divertir um povo, se bem que um povo bastante EMBRUTECIDO.
Já chega de medievalismos. Já chega de estupidez. Já chega de atraso de vida.
Em Portugal (dizem) temos um governo que se diz de esquerda, mas no que respeita aos animais, a governação mantém a política da direita, da ditadura e da monarquia. Nada mudou, nesse aspecto.
O PAN introduziu na AR um discurso novo, mas, de facto, ainda não se ouviu a palavra ABOLIÇÃO, que é a única que interessa.»
Pois a este comentário respondeu deste modo bastante interessante, um tal de Paulo Reis:
Isabel A. Ferreira Voçê é louca da mais. Gostava de te conhecer. Que fazes nos tempos livres??? Adiantas a vida ??? Deves julgar-te muito avançada, mas gostava de ver........
Bem… este cidadão é um genuíno produto made in Portugal dos pequeninos, com marca GP (Governo Português).
Respondi-lhe o que penso, porque (penso eu) ainda não é proibido pensar:
«Eis um comentário que diz da pobreza mental e cultural de portuguesinhos que não têm o mínimo sentido crítico, nem a noção do ridículo.
Não que me surpreenda, porque a política para o Ensino, Educação e Cultura, em Portugal, nunca valorizou a evolução. É tacanha e redutora.
Os governantes fazem tudo para manter um povo amorfo, mal-educado, mal ensinado, mal-amanhado, subserviente... enfim, acrítico. E é nisto que dá.
Pobre mente atacanhada!
Eu não me julgo avançada... Eu sou avançada, evoluída. Pertenço ao futuro, e não ao passado.»
Pois é isto que eu, como cidadã portuguesa livre, pretendo para o meu país: que, tal como eu, Portugal pertença ao futuro, e não ao passado.
É por este futuro que me bato, ao escrever o que escrevo.
Espero que entendam.
Isabel A. Ferreira
Fontes das matérias abordadas neste texto:
http://www.ionline.pt/504112#comment-2624380839
http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-que-o-pan-ainda-nao-fez-para-acabar-633614
Conforme foi já noticiado neste link
http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/atribuicao-de-estrelas-de-ouro-as-509120
este ano irão ser atribuídas “Estrelas de Ouro” aos municípios anti-tourada, e “Estrelas de Ferro” aos municípios pró-tourada.
E a primeira “Estrela de Ferro” (metal considerado vil) já foi atribuída, e será divulgada na próxima semana
Conforme o Arco de Almedina já divulgou, este ano, como forma de premiar simbolicamente os municípios que resistem às investidas do mafioso lobby tauromáquico, e se mantém limpos da selvajaria tauromáquica, ser-lhes-á atribuída a “Estrela de Ouro” (metal considerado nobre).
E aos municípios que permitirem a tortura de bovinos dentro da sua área territorial será atribuída a “Estrela de Ferro” (metal considerado vil).
Recordamos também que irão ser aqui distinguidos todos os municípios que actualmente não estão manchados com esse costume bárbaro, que a todo o custo, inclusive à custa da má e triste figura, os que o promovem querem fazer passar por “arte”, por “cultura”, por “tradição” e por “identidade cultural”.
A selvajaria tauromáquica será tudo isso, sim, mas é a pequena arte dos broncos, a cultura inculta dos broncos, a tosca tradição dos broncos e a identidade cultural dos broncos.
Não é de modo algum a Arte, a Cultura, a Tradição e muito menos a Identidade Cultural do Povo Português, que não se identifica com esta barbárie introduzida no país pelos espanhóis, no tempo da dinastia filipina (entre 1580 e 1640).
Um bárbaro costume que aqui foi deixado como uma amaldiçoada herança, e que se mantém até aos dias de hoje, graças à ignorância crassa de governantes que se recusam a evoluir, e com tal atitude envergonham Portugal e os Portugueses.
Em nome da Civilização, esta barbárie tem de acabar.
E acabará, como tudo o que é abominável acaba.
(Dedico este texto a todos aqueles que já passaram os olhos pelo Arco de Almedina e continuam cegos, pequenos e ignorantes…)

E como há universos pequeninos, do tamanho de um grão de areia, por simples cegueira mental!

Mil vezes mais digno!
Por isso não aperto a mão a qualquer um...

O Tomás T. decidiu fazer uma crítica ao Arco de Almedina e ao modo como utilizo as palavras. Até aí nada a dizer. É aceitável.
Mas quando pretendeu ir um pouco mais além, entrando pelo caminho “da lição de moral”, estendeu-se ao comprido.
Eis como estavam os defensores das touradas e seus lacaios ANTES do Arco de Almedina
Eis como estão os defensores das touradas DEPOIS do Arco de Almedina
(Sem falsa modéstia)
***
[Respondi ao Tomás, em parênteses rectos]
Tomás T. disse sobre Prós e Contras - a RTP (ainda) discute se a corrida de Touros é um "património" ou um acto de barbárie? na Terça-feira, 13 de Maio de 2014 às 21:27:
«A Isabel coloca muito esforço e muitas horas neste blog e luta por uma causa que entende ser nobre e justa. A intenção é de louvar, e muito pouca gente em Portugal tem o espírito e a força de vontade para colocar o seu próprio bem-estar em segundo plano para lutar por aquilo que acredita ser certo, como a Isabel o faz.»
[Tomás, eu não entendo que a causa pela qual luto é nobre e justa. Ela É nobre e justa. E o que eu faço com o meu esforço, o meu tempo, o meu bem-estar não diz respeito a ninguém, senão a mim. E não faço qualquer esforço, nem perco tempo, nem sequer abdico do meu bem-estar para fazer o que tenho de fazer. O Arco de Almedina é apenas a ponta do iceberg das minhas actividades. Tenho uma vida muito activa fora da Internet, onde cabem a leitura, a música, as viagens e muito mais. De onde tirou essas conclusões sem o mínimo fundamento?]
«Acho, no entanto, que durante este longo e duro percurso, tem tentado atacar o problema de uma forma que frustra os seus objectivos, devido à força da linguagem que utiliza.»
[Como está enganado, novamente. Tomás. De onde tirou que a forma como “ataco o problema” frustra os meus objectivos, se já os atingi quase todos, faltando apenas UM, para dar esta luta por terminada? E o tempo que resta já encurtou substancialmente. Além disso, foi precisamente a força da linguagem que utilizo, e que ninguém antes de mim se atreveu a utilizar (por isso tanto incomodo os aficionados e afins) que revolucionou a maneira de estar na tauromaquia. Aqueles que pensavam que eram “heróis”, agora sabem que não passam de cobardes. O que se dizia em surdina atrevi-me eu a dizer alto. Qual o problema? As revoluções também se fazem com as palavras adequadas às circunstâncias.]
«Apesar das boas intenções, acho ofende as pessoas cujas ideias tenta mudar, o que torna a discussão inútil, porque mais ninguém vai querer discutir isso, se já sabe que vai ser ofendido, e afasta aqueles que, apesar de não terem opinião formada, acabam por se sentir repelidos pela agressevidade das publicações e a negatividade que sentem ao ler as publicações.»
[Primeiro: as coisas não se passam assim. Como posso ofender quem tortura, ou quem aplaude a tortura, ou quem apoia e defende a tortura de bovinos inocentes e indefesos? É um contra-senso. Certo? Os ofendidos somos nós, com as atitudes anti-sociais, desumanas e bárbaras com que os torcionários esmagam a nossa sensibilidade e a sensibilidade dos seres não-humanos, que torturam. Segundo: eu não tento mudar ideias. Eu tento mudar atitudes nocivas á humanidade e aos seres vivos, e que são rejeitadas por todos os seres humanos, que é o que aqui está em causa. Estou-me nas tintas para as ideias das pessoas. Já não posso dizer o mesmo em relação aos ACTOS delas, quando está em causa o bem-estar de seres sencientes, que não têm como defender-se dos seus carrascos. Terceiro: só quem não tem uma cultura geral, mínima que seja, vê nas minhas publicações agressividade, pois não tem a capacidade mental de diferenciar agressividade de INDIGNAÇÃO, que é aquilo que sinto quanto à barbárie da tauromaquia, em todas as suas diabólicas vertentes. Até as pedras se indignam, quanto mais alguém que tem a sensibilidade à flor da pele, e é capaz de arriscar a vida para salvar animais de tenra idade, e é esmagada diariamente pela insensibilidade dos brutos. Quarto: Se alguém se sente repelido… o problema não é meu. Se querem afastar-se, que se afastem. Ao contrário da tortura, que é permitida por lei, a leitura do que escrevo não é obrigatória para ninguém. Quando recebo comentários de determinados aficionados, leio-lhes o nome e arquivo-os imediatamente. Nem sequer chego a ler o que escrevem, por saber que só dizem disparates. Façam o mesmo.]
«Percebo que queira apelar às emoções das pessoas relativamente ao sofrimento animal, mas por vezes temos que reconhecer os limites que não podemos ultrapassar sob pena de passarmos outra mensagem que não aquela que queremos passar. Chega um ponto em que as pessoas que não são a favor nem contra ficam mais incomodadas com os insultos e as ofensas na linguagem do que com os argumentos que apelam à evidência do sofrimento, ou até do que com as fotografias onde demonstra esse sofrimento.»
[Aqui enganou-se novamente. Eu não pretendo “apelar a emoções” nenhumas. Eu apenas pretendo apresentar os factos tais como eles são, nua e cruamente, para não haver qualquer dúvida. Há dos tipos de pessoas que vêm ler o que escrevo: aquelas que sabem ler e interpretar um texto, e as outras, que lêem, mas não sabem interpretar o que está escrito, daí tomarem as palavras adequadas às circunstâncias (para isso elas existem) por insultos, quando o insulto é outra coisa completamente diferente. Como posso insultar alguém a quem chamo “bronco”, se a palavra adequada é bronco? Não chamaria bronco ao Nuno Markl ou à Rita Blanco, por exemplo. Porque simplesmente eles NÃO são broncos. Entendeu a diferença?]
«Percebo que não goste dos aficionados, mas precisa de mudar a opinião deles se quer que as coisas mudem. É preciso fazê-los ver que aquilo que consideram uma arte está errado, e para isso é preciso saber ser tolerante e respeituoso.»
[Primeiro: do que eu não gosto é das ATITUDES dos aficionados. Deles, nem tenho de gostar ou não gostar. São-me indiferentes, porque não pertencem à espécie de seres humanos que possam merecer a minha consideração e respeito. Quanto ao mudar a opinião deles, não é isso que me move, pois sei que pau que nasce torto, torto morrerá. Agora ser tolerante ou respeitar um torturador de seres sencientes… NUNCA! Nem tenho essa obrigação. Como poderia? Seria trair a minha causa e a quem emprestei a minha voz: Bovinos e Cavalos. Não sou tolerante, NEM TENHO DE SER, nem com torturadores, nem com pedófilos, nem com violadores, ou assassinos ou corruptos, ou raptores, porque todos estes predadores não têm o direito de violentar a vida dos outros seres vivos, sejam eles humanos ou não-humanos. Certo? Queria vê-lo a ser tolerante com um pedófilo que violasse o seu filho. Tomás.
«Podemos odiar uma pessoa, mas continuamos a ter que respeitar os seus direitos. E não vale a pena fazer acusações acerca daquilo que eles fazem a animais para justificar o contrário, porque dois errados não fazem um certo e, mais ainda, afasta-a do seu verdadeiro objectivo. Por vezes, temos que nos saber controlar, afastar as emoções por um bocado e debater, sem ofender.»
[Pois aqui está a ver-se ao espelho. Eu não odeio pessoas, porque o ódio é um sentimento baixo, que nada tem a ver com o meu carácter. Eu apenas rejeito e desprezo os deshumanos, os homens-predadores, os que andam no mundo a espalhar o mal e a fazer a vida negra a seres indefesos e inocentes, e a destruir o Planeta. Esses podem até ter direitos, mas têm o sagrado DEVER de não destruir a vida dos outros (sejam humanos ou não-humanos). E esses, eu desprezo, e nem tenho sequer obrigação de reverenciar. Eu sou uma guerreira. Defendo os meus protegidos com as garras de fora. E ai de algum predador-humano se meter no meu caminho! E isto não tem nada a ver com “ofender”. Tem a ver com um instinto de defesa, elevado ao máximo. O que não quero para mim, também não quero para outros como eu. E que me desculpem os aficionados e afins, esses não são como eu, nem como os animais não-humanos que defendo.]
«Se uma pessoa utiliza comentários insultuosos e ofensivos contra as pessoas que não partilham as suas convicções, e é intolerante, mesmo que possa estar certa, nunca vai conseguir mudar a opinião de ninguém porque ninguém a vai querer ouvir com essa atitude.»
[Repito: o que defendo NÃO são as minhas convicções. Defendo seres indefesos e inocentes. Empresto-lhes a minha voz para os defender dos seus carrascos. Não faço comentários insultuosos e ofensivos contra ninguém. Digo apenas o que tenho a dizer de acordo com as circunstâncias. E como já disse, não tenho a obrigação de ser tolerante com torturadores de seres vivos, ou com quem os aplaude e apoia. Pelo contrário, tenho o DEVER CÍVICO de os combater. É o que faço.]
«Se queremos mudar a opinião das pessoas e convencê-las de que nós temos razão, não se atacam pessoas, ataca-se ideias contrárias e defende-se as nossas, sempre com respeito pelas diferenças da outra parte, por muito que estas nos repugnem, com ou sem razão. A tolerância e o respeito têm que fazer parte da base do debate. E o probema é que nesta página, acontece exactamente o oposto.»
[Pois é, Tomás, mas aqui não se trata de opiniões, trata-se de atitudes primitivas, cruéis, grosseiras e sanguinárias, reprováveis no mundo civilizado. Com torturadores não podemos respeitar as “diferenças”, porque essas “diferenças” implicam o massacre de seres vivos. Aqui não estamos a debater nada, para haver tolerância e respeito. Que tolerância e respeito merecem os sanguinários torturadores de seres sencientes? NENHUNS! O problema é que nesta página, diz-se o que nunca ninguém disse claramente. Andavam todos a pensar que a tauromaquia era cultura, era tradição, era arte, era algo digno de seres humanos. MAS NÃO É. A tauromaquia é uma psicopatia social, que fere e esmaga a alma dos seres humanos e não-humanos. Eu, simplesmente, limitei-me a desfazer equívocos, utilizando a força das palavras. E é isso que vos incomoda.]
«Posto isto, este blog acaba por ser mais:
(i) um diário onde possa desabafar toda a frustração e revolta (muitos diriam justificada) que sente devido a uma realidade, a seu ver, injusta, mas também um meio que as pessoas vão evitar devido ao negativismo que há aqui»
do que:
(ii) uma plataforma de desenvolvimento através do debate de ideias e valores, obtendo conforto na ideia de que está a contribuir para um futuro melhor;
[Posto isto, o Tomás deixa muito a desejar nas suas apreciações. Primeiro: se vê no meu Blogue um “diário” para desabafar frustrações e revolta, precisa de óculos bem graduados, pois não estou aqui a desabafar coisa nenhuma. E se depois do que já expliquei, não entendeu… o problema será seu. Tomás. Segundo: que estou a contribuir para um futuro melhor, não tenho qualquer dúvida. Que esta página é uma plataforma de diálogo, não é, digo-lhe já. Porque não é possível um diálogo com quem não sabe argumentar e fazer raciocínios racionais e com lógica. Os aficionados que aqui vêm comentar (e já os desafiei várias vezes) NÃO argumentam, porque não há argumentos para defender o indefensável, ou seja a TORTURA. Limitam-se a dizer obscenidades, utilizando a linguagem mais rasca que existe à face da Terra, mas o que me incomoda mais é a ESTUPIDEZ, a enorme ESTUPIDEZ dos raciocínios irracionais que eles fazem.]
«Estou a dizer isto porque acho que a Isabel tem boas intenções, tem muito para contribuir para todos nós e para a nossa sociedade, mas está a optar pelos meios errados e por isso não está a conseguir fazê-lo.
Por favor considere uma mudança, no sentido da moderação nas ofensas aos aficcionados (por muito que a Isabel e outros os odeiem), de não fazer ataques pessoais através de insultos, acusações, etc.
E boa sorte.»
[Aí é que se engana. Tomás. Tenho boas intenções, tenho contribuído bastante para estender ao comprido a tauromaquia e quem a apoia, através de uma linguagem que, não sendo a mais politicamente correcta, é a mais adequada às circunstâncias do tema, ou seja, da TORTURA DE SERES VIVOS. E não, não vou considerar mudanças, porque não ofendo os aficionados, que não odeio, porque odiar (como já disse) não está no meu carácter. Nem faço acusações, nem insultos. Os aficionados é que me ofendem e insultam a mim, ao mundo e aos Touros e aos Cavalos, com a barbárie deles. Se alguém aqui tem de mudar NÃO sou eu. São os torturadores de Touros. Mudem de vida. Dediquem-se aos milheirais, às hortas, aos pomares... Deixem os Touros e os Cavalos em paz, só então mudarei o meu discurso. E para que veja quem insulta quem, aqui deixo uma pequena amostra (porque o número é enorme) neste link: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/358058.html
Isabel A. Ferreira