Terça-feira, 25 de Novembro de 2025

Por falar em condecorações: Maria João Pires foi condecorada com a Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, em Maio de 2019, a mesma condecoração que Marcelo Rebelo de Sousa atribuiu a Janja da Silva, mulher de Lula da Silva, em Abril de 2023

 

Isto vem a propósito de uma entrevista que Pedro Boléo fez a Maria João Pires, sob o título «Maria João Pires: “Não se toca piano com as mãos”»,  publicada recentemente no Jornal PÚBLICO.



Excelente entrevista, tanto da parte do entrevistador, como da entrevistada. Sempre adorei as interpretações desta magnífica intérprete de Piano, uma pianista de excelência. Nesta entrevista ela expôs a sua alma, e fez-nos percorrer, com ela, o seu caminho, até ao dia em que, num momento de “mudança radical” de vida, aos 81 anos, decide retirar-se dessa sua vida de intérprete dos grandes clássicos de música para piano, que lhe trouxe o reconhecimento mundial, que lhe valeu a atribuição da Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, por Marcelo Rebelo de Sousa, o Grão-Mestre desta Ordem.  

 

E então lembrei-me de outra atribuição desta natureza, cujo protagonista foi também Marcelo Rebelo de Sousa, que também atribuiu esta condecoração, a Janja da Silva.

 

Lê-se em notícia da época, que o motivo da atribuição da Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique a Janja da Silva, aquando de uma visita oficial a Portugal, por ocasião das comemorações do 25 de Abril/2023,  diz respeito  ao reconhecimento dos serviços relevantes [prestados por Janja] para a projecção da Cultura Portuguesa no Mundo.  

Em 19 de Maio de 2019, Marcelo Rebelo de Sousa tinha atribuído a Maria João Pires, artista por excelência, que correu mundo a levar a Arte de Bem Interpretar Música para piano, a mesma condecoração da Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, quem em 2023 atribuiu a Janja da Silva.

 

Ora esta condecoração atribui-se a pessoas que prestam serviços relevantes a Portugal, no País ou no estrangeiro, ou serviços na expansão da Cultura Portuguesa, da sua História e dos seus Valores, o que se encaixa perfeitamente no perfil de Maria João Pires.

Maria João Pires.PNG

Imagem retirada da entrevista, mais acima referida.

 

Porém, encaixar-se-á no perfil de Janja da Silva? O que fez Janja da Silva pela Cultura Portuguesa? Nada. Absolutamente nada, a não ser casar-se com o Presidente da República Federal do Brasil, Inácio Lula da Silva, que também nada fez pela Cultura Portuguesa, muito pelo contrário, foi um dos que contribuiu para espezinhar a Língua Portuguesa, promovendo o AO90, o que ainda hoje acontece.

 

Não sei se a Maria João Pires sabe que a Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique banalizou-se ao ser atribuída a alguém que não fez rigorosamente nada por Portugal, e não interessa se é a Senhora Janja da Silva, ou se é a Senhora Condessa Maria Antónia do Vale das Beldroegas. O que aqui está em causa é o critério da atribuição. Sabemos que Marcelo é luso-brasileiro, porém, como é do domínio público, é mais brasileiro do que luso, pugnando sempre mais pelos interesses brasileiros do que pelos interesses portugueses, mas isto não lhe dá o direito de esbanjar condecorações deste nível, com pessoas que não se encaixam nesta elegibilidade.

 

Maria João Pires encaixa-se perfeitamente, e a condecoração é bastante merecida, mas a Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique já perdeu a sua dignidade, por a terem vulgarizado.

Sabemos que, no Brasil, a Senhora Janja foi criticada, por este feito, porém, a Senhora Janja não tem culpa de ter sido condecorada. Marcelo Rebelo de Sousa quis condecorá-la, e claro, ela só tinha de aceitar, ainda que nada tivesse feito para a merecer.


Eu jamais seria eleita para receber tal condecoração, contudo, se por obra e graça de algum encantamento, ma quisessem dar, hoje, eu não a aceitaria, porque a Grã-Cruz está desvirtuada, não só pela Janja, como por outros elementos que a receberam, como PASME-SE! José Sócrates, ex-primeiro ministro de Portugal, e um tal embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Philip T. Reeker, que devia ter feito tanto por Portugal quanto o Sócrates.

Por estas e por outras penso que estas condecorações já perderam a sua dignidade ao serem atribuídas a gente que nada fez para engrandecer Portugal, como Maria João Pires o fez. É como as Medalhas de Mérito Municipal, Grau Ouro, conferidas pela Câmara Municipal de Lisboa, a forcados e a toureiros, por António Costa.  

Tive um amigo que recebeu uma Medalha de Mérito Municipal, que mais tarde foi atribuída a um vigarista, e esse amigo foi imediatamente devolvê-la.
Eu faria o mesmo.

É preciso Bom Senso na escolha do critério das atribuições de condecorações (e os exemplos são muitos em outros géneros de condecorações) para não acontecer casos insólitos como o que acabei de narrar,  algo que me revolveu as entranhas, porque não se brinca com os valores da Cultura Portuguesa.

Isabel A. Ferreira

***

O comentário de Idalete Giga à entrevista que Maria João Pires deu a Pedro Boléo:

Comentátrioo de Idale teao texto de Maria João.P

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:52

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Terça-feira, 12 de Agosto de 2025

Que País será o País dos Portugueses?

 

Por Isabel A. Ferreira

 

É um país com um bom clima. Muito sol. É Lisboa. É o Porto. É o Algarve. É a Ilha da Madeira. As boas praias. Os passeios pelo Douro. Os bons vinhos. A boa gastronomia. Os excelentes e premiados hotéis. É a Arquitectura. O rio Tejo, onde aportam os maiores cruzeiros do mundo…

 

Mas isto é o Portugal dos turistas, dos ricos que aqui vêm trazidos pela propaganda, pelo sol e pelo clima de tranquilidade que, por cá por enquanto, ainda se vive, longe da mira dos terroristas.

 

E deste Portugal todos nós nos orgulhamos. Mas este Portugal representa apenas uma pequena parcela dos 92.090 km² do total do seu território.

 

Existe um outro Portugal. O Portugal das mentes mirradas, que se esconde dos turistas, para não parecer mal. Mas isto acontece em quase todos os países do mundo. Mesmo naqueles mais civilizados. Um turista é levado a ver apenas o que a propaganda quer que vejamos. Já me aconteceu a mim, em vários países. Sei como é. Mas como sou curiosa, não me fico pelo que me querem mostrar. Vou sempre muito mais além, nem que vá às escondidas.

 

Deste Portugal das mentes mirradas, aposto que nenhum português, que se preze de o ser, sente qualquer orgulho. Eu não sinto.

 

Vejamos:

 

– Portugal é um país fragmentado. Venderam-no aos Brasileiros, aos Angolanos, aos Chineses, aos Espanhóis … e são estes povos que praticamente “mandam” no país ora economicamente, ora politicamente...

 

– Há ainda cerca de meio milhão de analfabetos em Portugal, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), com base no Censos de 2011. Não se aposta na Educação (e quando o Ministro desta tutela pede aos professores para não chumbarem os alunos, está tudo dito), no Ensino, na Cultura Culta. Aos políticos convém manter o Povo no banho-maria da ignorância, para que ele seja mais facilmente manobrado.

 

– Já ouviram falar na geração Nem-Nem, aquela que nem estuda, nem trabalha, e só atrapalha a evolução do país? Mas interessará aos políticos fazer evoluir o País, acabando com esta geração Nem-Nem? Não, não interessa.

 

– A desigualdade e a pobreza em Portugal são alarmantes. As oportunidades não são as mesmas para toda a população. Portugal é dos países mais pobres e desiguais da OCDE. A pobreza aumentou para níveis do início do século. Existem ainda muitas crianças a passar fome em Portugal. A pobreza alastra-se como uma lepra. No entanto, a gastronomia portuguesa faz o deleite dos turistas.

 

– O Sistema Nacional de Saúde (SNS) é um caos, há muito, muito tempo. Faltam médicos. Faltam enfermeiros. Faltam condições nos hospitais públicos. Existem listas de espera para tudo. Ainda se morre sem a assistência adequada e atempada. Ainda se morre sentado numa cadeira, num hospital. 52,3% da população tem colesterol elevado; 36% sofre de hipertensão arterial; a obesidade atinge 28,7%; e a diabetes afecta cerca de 13% da população. E mais: há bebés que nascem na rua, nas ambulâncias, enfim, onde calha...

 

– Pretendeu-se taxar os produtos nocivos à saúde pública, para se angariar mais proventos para o Estado. Sim, porque em Portugal estão à venda, para consumo, produtos nocivos à saúde pública, e em vez de se suprimir esses produtos nocivos, taxam-se, porque há sempre alguém que os adquire e contribui para o aumento do colesterol, da hipertensão, da obesidade, da diabetes… e entope os hospitais públicos, e as taxas entram nos cofres do Estado, à custa do mal dos outros.

 

– Da União Europeia, os Portugueses são dos cidadãos com menores taxas de participação em actividades culturais (cultas), segundo o relatório do Eurobarómetro. Esta miséria cultural em que Portugal está mergulhado deve-se à falta de investimento no sector, à débil aposta na Educação e ao baixo poder de compra dos Portugueses, dizem vários especialistas e responsáveis por estas matérias.

 

– Portugal é um país onde a corrupção existe ao mais alto nível e é generalizada entre os mais ricos e poderosos. Não existe corrupção entre os pobres e os não-poderosos.

 

– Os legisladores legislam para se protegerem uns aos outros, e uma boa parte das leis são injustas e desadequadas, não são cumpridas, nem existe quem as faça cumprir. Impera uma camuflada ilegalidade em várias frentes. E a Justiça tem duas caras. E a impunidade impera.

 

 – Não se cumpre a Constituição da República Portuguesa, em vários aspectos, a começar pelo presidente da República Portuguesa que mantém, em Portugal, um Acordo Ortográfico ilegal e inconstitucional, apenas para fazer o jeito ao Brasil. E se isto não for verdade que me desmintam, com argumentos constitucionais.

 

–   Não há uma política ambiental que proteja as florestas, os rios, os recursos e parques naturais, a fauna e a flora portuguesas.

 

–  A inexistência de políticas que elevem a Cultura, a Educação, a Moral e a Ética é gritante.

 

– O que existe é uma política que promove, apoia e premeia, também ao mais alto nível, a mediocridade, a imbecilidade, a ignorância, a estupidez, a crueldade e a violência (que até estão legisladas).

 

–  Não existe uma política eficaz de protecção às crianças.

 

– Existem doze "escolas" de toureio, financiadas com dinheiros públicos, onde se ensinam crianças a desenvolver instintos sádicos e psicopatas.

 

– Um terço dos municípios portugueses vive ainda num patamar civilizacionalmente muito atrasado, medieval, primitivo, cujos governantes aprovam as mais hediondas crueldades contra animais não-humanos, nos matadouros, na tauromaquia (em todas as suas impiedosas modalidades, e na qual se esbanjam milhares de euros do erário público), nas corridas de galgos e de cavalos, na luta de cães e de galos, no tiro aos pombos, nos circos que usam animais, em jardins zoológicos e zoo marines, na caça e pesca desportivas, nas batidas à raposa, na caça furtiva aos animais selvagens, nos festivais de matança de porcos ao vivo, na inacreditável queima de gatos, enfim… apenas alguns cães e alguns gatos gozam do estatuto de animais em Portugal. Todos os outros continuam a ser “coisas”, apesar de existir uma lei que diz que eles já NÃO são “coisas”.

 

–  E já dizia Mahatma Gandhi que o grau de civilização de um povo mede-se pelo modo como ele trata os seus animais. E neste aspecto, Portugal está no grau Zero.

 

– Nestas actividades cruéis está envolvida uma população inculta, encruada, bastante ignorante, desinstruída, analfabeta, mas também letrados mal formados e mal informados e sem carácter, porque a boa formação e o bom carácter não se aprendem nas universidades.

 

– E o que dizer sobre a invasão descontrolada de imigrantes? Não saberiam os governantes portugueses que para receber imigrantes são necessários vários requisitos, para que possam permanecer no País com dignidade? Não saberiam que ao entrar em Portugal, era preciso fazer um rastreio, porque com os bons, que vieram à procura de trabalho e de uma vida melhor e de estabilidade, vieram também os maus, que não vieram interessados em construir um futuro, mas sim com o intuito de mandriar, viver à custa de subsídios e difundir os seus vícios criminosos?

 

– Para culminar, Portugal, que é um dos mais antigos países da Europa, e que até há bem pouco tempo podia gabar-se de ter uma Língua culta,  também das mais antigas da Europa, bem estruturada e das mais belas e ricas, lexicalmente falando, hoje, devido a uma desmedida e incompreensível cegueira mental, à incultura, à ignorância e a interesses políticos (entre outros) obscuros, anda por aí vulgarizada através de uma ortografia terceiro-mundista, cientificamente desestruturada, inútil, funesta, grotesca, inconstitucional, ilegal e inculta, rejeitada por milhares de portugueses, cultos e menos cultos, a que continuam a chamar inadequadamente Português, que os políticos estão a tentar impingir aos Portugueses e ao mundo.  

 

Aqui nasceu Portugal.PNG
Guimarães

– Ainda há pouco tempo, na China, António Costa, primeiro-ministro de Portugal, referiu a necessidade de difundir a nossa Língua, a 5ª (?) mais falada no mundo e que até está difundida na Internet… esquecendo-se António Costa de que o que está difundido na Internet é a Variante Brasileira do Português, à qual se junta a mixórdia ortográfica portuguesa gerada pelo AO90, uma ortografia que envergonha Portugal, e nada tem a ver com o verdadeiro símbolo da Identidade Cultural Portuguesa.

 

– A Língua Portuguesa não é um símbolo da Identidade do Brasil. O Brasil adoptou-a como língua oficial, mas não se identifica com ela, por isso, desenraizou-a, afastando-a das suas origens europeias. Mas os Portugueses não são obrigados a ceder a esta proposta desonesta que é substituir a grafia portuguesa pela grafia preconizada pelo AO90.

 

– É esta ortografia terceiro-mundista, (mal) engendrada no outro lado do Atlântico, por Antônio Houaiss (um brasileiro de origem libanesa), Evanildo Bechara (brasileiro) e Malaca Casteleiro (de origem asiática), e a qual nada tem a ver com a raiz das línguas europeias, que o governo Português quer ver disseminada pelo mundo?

 

– O Engenheiro António Guterres teria duas opções: rejeitar liminarmente esta ortografia parva, que os governantes portugueses escrevem e querem impingir ao povo, e preservar a Identidade Cultural Portuguesa, a dignidade e a verticalidade com que até hoje regeu as suas atitudes, como figura pública, ou entra no jogo inquinado dos políticos, e mancha o seu nome e a sua reputação, arrastando o nome de Portugal pelo chão.

– Mas o que fez António Guterres? Optou pela grafia amixordizada.

 

– Pesando os prós e os contras, que aqui foram expostos, penso que o Engenheiro António Guterres não tem motivo algum para se orgulhar de Portugal, enquanto este panorama terceiro-mundista se mantiver. E nós, não temos motivos para nos orgulharmos de António Guterres, que não soube defender Portugal e a sua Identidade Cultural através da Língua Portuguesa.

 

– E se quiser que Portugal mantenha o orgulho que nos deu a sua nomeação para Secretário-geral da ONU, António Guterres terá de fazer a opção certa, e talvez recomendar aos governantes portugueses que se dignem entrar no século XXI d.C. e abandonem o primitivismo em que ainda se encontram, e façam Portugal crescer como nação integrada numa Europa evoluída, que mantém as suas Línguas cultas e intactas, e que há muito deixou as práticas medievais que envergonharam um passado que já passou, avançando para o futuro.

 


publicado por Isabel A. Ferreira às 19:13

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Domingo, 15 de Junho de 2025

«Bicadas do meu Aparo: “Fogos em Portugal? Ora leiam...”», por Artur Soares

 

Durante o mês de Maio e este de Junho, vários órgãos da Comunicação Social têm vindo a alertar dos perigos dos fogos para este ano de 2025, das formas de os combater, dos meios de combate e muitos mais comentários/avisos se fizeram.

 

Fogos em Portugal.png

 

Até já se avisou que o ministro da presidência, António Leitão Amaro, ministro deste Governo de Montenegro, era familiar de uns empresários que possuíam helicópteros para combater fogos e que o contracto se aproximava dos 18 milhões de Euros a expensas dos cofres do Estado.

 

Por mim, qualquer empresa que ganhe dinheiro sem pisar caminhos criminosos, não me cria invejas. Todavia, tanta publicidade contra os fogos de 2025, até me parece que tais “preocupações” apenas visam recordar os pirómanos de que se aproxima o tempo deles e que preparem as botas de cano alto.

 

Como se sabe os pirómanos nunca estão sós no terreno a incendiar as florestas. Há, como não podia deixar de ser, criminosos/invejosos, madeireiros interessados nos fogos florestais, empresas de celulose, políticos e até bombeiros, por vingança, ateiam os fogos.

 

Os criminosos das florestas em Portugal, actuam como e onde querem e a justiça é excessivamente branda contra esta gente! Quem não recorda o flagelo dos fogos no ano de 2017 e o destino da madeira queimada?

 

Foi público que a “geringonça” de António Costa, criou mais de trinta parques para receberem um milhão de toneladas de madeira queimada e apenas apareceram cerca de cento e setenta mil toneladas nos referidos parques. A madeira queimada, “entenderam certos políticos especialistas, não servia para as indústrias de transformação nacionais” – anunciaram - e acabaram por vender à China as cerca de setecentas mil toneladas de toros que não chegaram a entrar nos referidos parques.

 

E assim, verificamos que os Governos que temos tido, não se importam de disponibilizar milhões para helicópteros e aviões Cannadair que passam o tempo a refrescar o país onde as labaredas aparecem, porque os criminosos não dão tréguas e serão, quem sabe, bem pagos.

 

Ora, a maioria dos nossos governantes, que nem remendos novos cozem em calças velhas, têm-se limitado pelo banal, pela política normose e sempre põem interesses pessoais e partidários em primeiríssimo lugar. O povo, apenas o vêem (imediatamente) antes dos actos eleitorais.

 

No tempo do Estado Novo, do fascismo como sempre disseram, raramente aconteciam fogos, mesmo na canícula dos meses de Julho e Agosto. E se acontecessem, eram devidamente averiguados e os criminosos – se fosse o caso – de imediato, perdiam o “vício” de atear fogos: a prisão era bem longa.

 

Mas o progresso e a democracia que agora vivemos, vieram modificar usos e costumes. Acabaram com os guarda-rios que patrulhavam as bermas e estavam atentos à pesca ilegal dos oportunistas; acabaram com os guardas florestais que vigiavam as respectivas zonas, vigiavam os turistas pedonais, os turistas do garrafão e das fêveras assadas nas bouças; e acabaram com os cantoneiros que limpavam as bermas da estrada e que denunciavam queimadas perigosas.

 

Também nas regiões autónomas, cometeram o erro ou os disparates do continente, ao acabarem com os guardas florestais. E logo na Madeira, região de montanha, que nunca devia dispensar estes serviços em defesa e gestão da sua floresta.

 

Sendo assim, e fazendo um pouco de humor com coisas sérias e graves, este Governo e os próximos, ao continuarem a ser políticos de política normose, ao abdicarem dos guarda-rios, dos cantoneiros, dos guarda florestais e de secções de militares a patrulharem zonas perigosas de fogos, só têm uma hipótese: ministrar um curso a incendiários e criminosos, devidamente preparados, e fazer deles profissionais de fogo posto. Seleccionavam-se os bem constituídos e que fossem invejosos.

 

Assim, os formandos deste curso em pirologia, evitariam infernais labaredas, dispensavam-se piquetes de vigia, observatórios, aviões e helicópteros. Estes pirómanos e criminosos, agora profissionais, programavam os fogos, os lucros ao Estado da venda dos barrotes queimados e seriam todos funcionários públicos com sindicato, horário de trabalho, folgas e sob a tutela das forças armadas, que justificariam, desse modo, os salários dos soldados, os ordenados dos sargentos e os vencimentos dos oficiais.

 

E continuando a fazer humor, se não for assim, não havendo cursos de pirologia, todas as vozes falam e nada fazem, e o povo, evidentemente, terá de aceitar, chorar e rir perdidamente, da incompetência de quem dispensa serviços imprescindíveis, porque políticas sem travões, sem inteligência e sem carácter político.

 

(Artur Soares)

 

(O autor não segue o acordo ortográfico de 1990)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:00

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Segunda-feira, 19 de Maio de 2025

Legislativas 2025: cada vez que há eleições o meu prognóstico é sempre "mais do mesmo para pior”, mas desta vez ultrapassou-se todas as expectativas

 

A AD Coligação PSD-CDS/PP ganhou estas eleições, sem qualquer dúvida.

O PS igualou o CHEGA em número de deputados (mas pode ainda ser ultrapassado pelos votos dos emigrantes, o que fez Pedro Nuno Santos engolir uma manada de hipopótamos, e o André Ventura subir aos píncaros.

A maior derrota foi a do Bloco de Esquerda que, de cinco deputados passou para um: Mariana Mortágua. Nem os da velha guarda lhe valeu.

O IL de oito passou para nove.

O LIVRE, de quatro passou para seis.

A CDU perdeu um deputado.

O PAN manteve a líder do partido: Inês Sousa Real.

E o JPP da Madeira, conseguiu eleger um deputado, acrescentando mais um Partido ao já partido Parlamento.  

 

Quem esperava este resultado? 

O mais do mesmo aconteceu, para pior, mas desta vez, para muito pior.

A extrema-direita e a extrema-esquerda tocaram-se, porque lá no fundo, no fundo, os extremos tocam-se, quando há que implementar políticas extremistas.  E as políticas extremistas são nocivas, e tanto faz ser da esquerda como da direita. Hitler, o nazista, foi ultrapassado por Estaline, o comunista, nos milhões de pessoas que morreram a mando deles.

E por que é que a extrema-direita está a subir em Portugal?

Porque os que se dizem da esquerda são medíocres.

 

Andamos aqui há cinquenta anos, a mudar do PS para o PSD, do PSD para o PS, do PS para o PSD/CDS, depois para uma geringonça, que misturou alhos com bugalhos e não resultou, e foi por aqui que o PS, o Bloco de Esquerda e o PCP começaram a sua decadência.

 

Passados que são 50 anos, depois de uma ditadura, pura e dura, era altura de Portugal estar, já não digo, na dianteira da Europa, porque somos pequenos e pobres para tal, mas ao menos a meio da tabela, e o que acontece? Estamos na cauda da Europa, em quase, quase tudo, e cada vez há mais pobres, a FOME continua a aumentar, custo de vida caríssimo, salários baixos, insatisfação laboral, em todos os sectores, um ensino de má-qualidade, porque perdemos o seu maior PILAR, a Língua Portuguesa, inexistência de uma política habitacional, agravada com a entrada desregrada de imigrantes, saída de Portugueses para o estrangeiro, cada vez mais a aumentar, um SNS que nos deixa a morrer sentados em cadeiras de hospital...

 

Vivemos tempos caóticos no mundo, mas também em Portugal.
E num contexto destes, se aparece uma personagem com o dom de atrair a atenção dos menos privilegiados, com discursos certeiros, daqueles que um povo infeliz quer e precisa de ouvir, é certo e sabido que esse povo seguirá quem assim o defende, de uma modo arrebatado, com astúcia, e atirando flechas aos corações magoados, pela falta de políticas que tirem esse povo do chão onde se arrastam, sem esperança.


O que tem feito a dita esquerda senão andar a lutar pelo próprio ego, sem que nenhuma medida tivesse sido tomada, concretamente, em defesa do povo?


Por fim, há que referir que foram as não-políticas do Partido Socialista, liderado por António Costa que, puseram Portugal na lona, e logo que António Costa viu a coisa mal parada, pôss a andar e agora está onde sempre quis estar, ocupando um alto cargo na União Europeia, enquanto Portugal se arrasta na lama, levando à ascensão do CHEGA, que soube aproveitar a fraqueza dos que não souberam governar.

Agora choram?

O que se passou nestas Legislativas de 2025 foi absolutamente previsível.

 

Os extremistas, sejam da esquerda ou da direita, alcançam o poder através da vontade do Povo. Se o povo está deprimido, por algum motivo, é certo e sabido que seguirão um líder que seja bom a usar de toda a sua lábia.


A mim, não me surpreendeu este resultado invulgar.

Era expectável. Bastava estar atento, muito atento a todas as manobras de todos os Partidos Políticos, e àquele vazio nas mensagens que quiseram passar, principalmente no que respeita ao PS, com uma ideia fixa (Spinumviva, Spinumviva, Spinumviva!) apontando mal as suas flechas, não cativando o Povo, avaliando mal a astúcia de André Ventura.

Agora, aguentem!

Não vale a pena chorar sobre o leite derramado.

E se por todo o mundo, os partidos de direita e extrema-direita estão a dar cartas, é porque a esquerda e a extrema-esquerda esvaziaram-se de ideias, que possam solucionar os problemas que o mundo enfrenta.


Concluindo:

A esquerda faz políticas assustadoras, que amedrontam o Povo, e este não sabe que a direita pode ser ainda mais assustadora.

A política quer-se a direito. Nem para a esquerda, nem pada a direita, porque do que o Povo precisa é que os seus problemas mais prementes sejam resolvidos, e enquanto os políticos andam com isto de esquerda, direita, um, dois, as políticas falham.

Há que mudar de paradigma, se quisermos fazer evoluir Portugal.

 

Isabel A. Ferreira

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publicado por Isabel A. Ferreira às 17:24

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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2024

«Bicadas do Meu Aparo: “Férias a Pilhar”», por Artur Soares

 

«E porque os dois anteriores Governos me devastaram economicamente, confirmo que a geringonça e António Costa - especialistas de propaganda política – mantiveram a mesma conduta: raparam, empobreceram, aumentaram nos preços, anunciaram falsas riquezas, abalroaram a democracia e senti-me enganado. Mas venderam bem.» (Artur Soares)

 

Milho.PNG

 

Normalmente os portugueses, no início do ano programam as férias. Também eu. E como aposentado do Estado – ou como agora se diz, “Técnico de Lazer” – tenho mais tempo para férias e gozar a vida. E por medos e incertezas provocadas por quem nos tem desgovernado, gozei as férias do presente ano neste mês de Março. Mas diferentes: férias de borla e a pilhar.

 

Assim, iniciei-as sem horários e sem transporte, deixando que o cérebro e o resto do meu cadáver-na-vertical, gozassem férias modernaças, segundo a miséria em que nos colocaram os governantes d’agora, com as troycadas e as geringonças passadas.

 

Programadas e confirmadas as férias, avancei e recordei a vivência da vida nos meus vinte anos.

 

Visto o filme, embrenhei-me nele, sem saudade. Ao acordar para a realidade, com ironia sorri, porque corro riscos de não ter os pensamentos de há vinte anos atrás: confiava no futuro, para, com todo o temor agora, pensar que posso regressar há (passada) segunda República ou ao Processo de Revolução em Curso, real ninho de víboras em 1975.

 

E porque os dois anteriores Governos me devastaram economicamente, confirmo que a geringonça e António Costa - especialistas de propaganda política – mantiveram a mesma conduta: raparam, empobreceram, aumentaram nos preços, anunciaram falsas riquezas, abalroaram a democracia e senti-me enganado. Mas venderam bem.

 

Desse modo, terei de viver mais pobre: de vender a habitação com piscina e as mulas; o topo de gama de quatro rodas e o barco que me distanciava das praias populares; dispor das pessoas que me prestavam vassalagem; habituar-me à presença e à convivência dos sem-abrigo, dos paupérrimos programas de televisão e do organizado mundo-cão que mostram.

 

Desse modo, iniciei as férias inéditas neste ameno Marçagão, deslocando-me para as aldeias do Alto Minho.

Pelo que, inspirado no exemplo dos pilhantes do meu país, roubei umas calças seminovas e uma camisa remendada em vários sítios.

 

Deixei crescer o cabelo e a barba, ensebando-os com nauseabundos aromas; deixei-me queimar pela neblina diurna e arranjei um roto boné. Num entulho “agasalhei” umas botas de trolha, já queimadas pelo tempo e pelo maltrato; adquiri umas meias que embora fossem parecidas, eram ligeiramente diferentes; nos arredores de um acampamento cigano, encontrei um saco de serapilheira que serviu para agasalho e roubei a um agricultor uma vara de marmeleiro, para dar a impressão de necessitar apoiar-me.

 

Finalmente, esperançado e devidamente andrajoso, atravessei campos, caminhos de terra batida, na mira de encontrar alguém que me oferecesse uma tigela de caldo, mas ninguém adivinhou a minha necessidade.

 

Roubei fruta e, um dos donos, pontapeou-me, por não lhe ter pedido as maçãs. Destruí aglomerados de formigas, porque não me deixaram dormir e dormi em casas em fase de construção. Enganei lavradores e construtores civis, que me oferecendo o jantar e a dormida, exigiam-me o pagamento em trabalhos no dia seguinte, mas fugi a todos antes de os iniciar. Tive de me esconder de jeeps da guarda republicana, porque sujo e esfarrapado, me podiam "deitar a unha" por causa de umas espigas de milho que ia “engavetando” prá sacola.

 

Durante esses dias de férias e de pilhante, encontrei gente boa que ao se cruzarem, me davam uns cêntimos para tabaco, quando não podia "cravar" ninguém. Encontrei curiosos que pretendiam saber donde era, quem era e porque vivia andrajoso. Falando sempre pouco, a todos culpei: os governos, por me pilharem na pensão desde 2011 até agora e o terem provocado esta crise:  de corrupção e rapaces.

 

Assim, vivi e passei umas férias que provocou risos a uns e dó a outros. Por alguns adultos, fui alvo de desprezo. Mas expliquei acções e denunciei chefes de serviços sem subordinados; apontei a evidente perda de democracia; as gordurosas reformas dos que se servem do país - por estarem dez anos na política - e falei-lhes daqueles que pilharam milhares de milhões à Banca, de milhares de milhões deitados nas latrinas da TAP e dos milhões sugados aos aposentados do Estado.

 

De modo geral, todos opinavam a necessidade de outro 25 de Abril. Respondia que na 1ª e 2ª República havia Forças Armadas vivas, competentes e atentas. Mas que nesta 4ª república – provocada e iniciada por António Costa - não. 

 

(Artur Soares) (O autor não segue o acordo ortográfico de 1990)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:41

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Segunda-feira, 18 de Março de 2024

«Não há a mínima TOLERÂNCIA ao projecto da direita»? O quê? Quem o afirmou foi o secretário-geral do PCP, durante um comício realizado ontem, na Moita, daí que tenha a intenção de apresentar uma moção de rejeição caso a AD forme Governo

 

Como disse Sr. Paulo Raimundo?

Então onde fica a Democracia? Não fica.

Então não é o Povo quem mais ordena? Não é.

Porque esse Povo expressou-se através do voto de uma maneira muito óbvia, porém Paulo Raimundo diz que NÃO irá tolerar a direita.

 

CONFÚCIO.PNG

Vejamos: quanto a mim, que nasci já na República, ainda nenhum governo me fez feliz; e pelo que se vê, os últimos governantes não atraíram os portugueses que vivem longe, afugenta-os, e só atrai os imigrantes, que, no entanto, depois deixam ao Deus dará... a viver nas ruas e a ser explorados como os escravos de uma época que já lá vai...

 

De quem foi a culpa da ascensão da direita?

Quando a esquerda falha, a direita avança. E quando a direita falha, a esquerda avança. Essa sempre foi a regra. E andamos nós nisto, há muito, e Portugal a recuar...

 

De quem foi a culpa da ascensão do CHEGA? Quanto mais lhe batem, mas ele subirá. Sempre o disse. Não aprenderam nada. De 12 deputados passou a 48 (a ver vamos se os votos dos emigrantes não trazem mais surpresas!). E porquê? Aqui entra o efeito boomerang.  

E pretendem ignorar a vontade, legalmente expressa, de mais de um milhão de portugueses?

 

Esqueceram-se de que o que designam como “projecto da direita” tem por detrás o voto livre de milhares de portugueses que, descontentes com as políticas desastrosas e as não-políticas das esquerdas extremistas e menos extremistas, quiseram mudar, para ver no que dá, porque pior do que está, não pode ficar?

 

Esquerdas unidas ponham a mão na vossa consciência e vejam em que estado deixaram o País. E António Costa, vendo o barco a arder, tratou de se pôr a andar, pensando que não pudesse queimar-se. Pois enganou-se. Ficou mais do que queimado, ficou queimadíssimo, e levou o seu adorado PS com ele.

Como pode Paulo Raimundo dizer que não tolera projectos de direita, quando se une à direita, por exemplo, para viabilizar apoios à tauromaquia, que é um costume bárbaro, introduzido em Portugal pela monarquia espanhola, durante a Dinastia dos três Filipes, e perpetuada pelos monarcas portugueses e, depois de derrubada a monarquia, pelos que costumavam sentar-se à direita dos Reis?


E os de direita têm de tolerar os projectos desastrosos que os da esquerda encetaram, conduzindo Portugal para um beco quase sem saída, tanto que, ao que parece, a governabilidade do País está em risco, e até já se fala em novas eleições?

 

Mas o que é isto?

 

Eu estou à vontade para me pronunciar, porque nem estou com as direitas, nem com as esquerdas, nem com as frentes, nem com as traseiras, porque considero os políticos actuais farinha do mesmo saco, (salvo raras excepções, que de nada servem, sendo poucos), porque quando se trata de DEFENDER os interesses exclusivos de Portugal, o que fazem? Defendem os interesses exclusivos dos grupos de pressão económica influentes, e não só,  e o Povo, aquele que mais deveria ordenar, é espezinhado na Saúde, na Habitação, no Ensino (que nem escrever e falar sabem), na Cultura (desprezada até ao tutano), nos excessivos impostos, no aumento da pobreza, no menosprezo que votam aos imigrantes honestos, e até na nossa identidade como Povo livre e soberano, que está a escorrer pelo cano de esgoto.

 

E agora senhor presidente da República DOS bananas portugueses? Como sair deste beco? Sempre a meter-se em tudo, mas sobretudo, no que NÃO lhe dizia respeito, e no que devia defender Portugal, remeteu-se a um silêncio que diz mais do que mil palavras.

 

E agora aí temos uma direita bem expressiva, e querendo ou não querendo, gostando ou não gostando, se o regime português está, na verdade, assente numa Democracia, não podem ver-se livre da direita, porque a direita foi a escolha do Povo.

 

E a quem, como eu, estas tricas politiqueiras, este exercício do poder sem um pingo de dignidade e de honestidade política, provocam náuseas, só resta esperar que quem formar o novo governo, tenha mais decência e sentido do DEVER, do que os que foram corridos do poleiro, pelas más práticas políticas, que executaram nestes últimos infelizes anos, em que Portugal perdeu o viço.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:14

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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2024

«Bicadas do meu aparo: “Socialismo, caviar e televisões”», por Artur Soares

 

Eu sei distinguir os eleitores simpatizantes de um partido político, os eleitores eventuais, bem como distingo as bases dos partidos. Mas, também sei que um partido político, tem os Militantes e os Quadros do partido.

 

Sendo assim, os êxitos e as falhas de um partido político, devem-se, sobretudo, aos seus militantes e Quadros.

 

Não pretendendo “fazer aqui política”, mas somente reflectir na política e na democracia do Partido Socialista, do seu socialismo, desde Mário Soares a António Costa. As bases, os simpatizantes e certos Quadros deste club, devem estar aterrorizados quanto aos Governos e governantes Socialistas.

 

Penso que os políticos que mais têm afundado o país, que mais desgraças têm trazido ao país e que mais crises tem provocado ao país, têm sido os socialistas: atropelos, tráficos de várias cores, políticas rapaces, saques, corrupção, amiguismos e todo o género de prejuízos causados contra o povo.

 

Com os socialistas portugueses, Portugal tem sido uma bagunça, onde ninguém se entende e onde se anda, socialisticamente, à estalada.

 

Mário Soares, fazia deslocações ao estrangeiro, em aviões especialmente fretados, com uma comitiva de duzentos ou mais elementos. Caviar, lagosta, champanhe francês, charutos e os melhores whiskies, eram a ementa da comitiva e ninguém sentia os lucros dessas deslocações espampanantes, talvez fraudulentas.

 

Este governante até a fundação Mário Soares adquiriu e foi o primeiro governante a pedir a presença do FMI em Portugal! Já não havia dinheiro e os milhares de barras de ouro deixadas pelo fascista Salazar, desapareceram.

 

Guterres, sonhador ou lírico, o apaixonado pela Educação, abandonou o Governo após o mau resultado de umas eleições autárquicas, não teve tempo de efectuar nenhuma das 120 medidas que prometeu, se, ganhasse (como ganhou) as eleições legislativas.

 

Sócrates, o ex-preso da cela nº 44, da cadeia de Évora, o tal que ainda espera ser julgado, por há dez anos cometer vários crimes cometidos contra o Estado, iniciou a fome no país, criou problemas sem pejo a muita gente, semeou a descrença, encetou a perseguição a centenas de profissionais do Estado, criou conflitos em jornais e televisões e até roubou 50% do subsídio de Natal aos aposentados da Caixa-Geral de Aposentações, em 2011.

 

António Costa, o governante que desrespeitou as eleições de 2015, derrubando Pedro Passos Coelho para se unir à extrema-esquerda; que desconhecia a debilidade do paiol das munições de Tancos, porque assaltado; que abandonou o país para férias, quando Pedrógão ardia e mais de uma centena de mortos aconteceram; o governante que sorriu ao seu ministro Cabrita pela morte de um homem na auto-estrada; o governante que tem medo a reformas, que se rodeou de madraços, que criou um ninho de toupeiras nos serviços governamentais, que deu milhares de milhões à banca falida por ladroagem, assim como à TAP, onde, os serviços das Infra-estruturas do Estado têm sido o cancro de Portugal.

 

Finalmente, António Costa, pediu demissão do cargo de Primeiro Ministro, quando obteve uma maioria nas eleições, demissão que ninguém entende.

 

Será que teremos um futuro primeiro-ministro do PS, Pedro Nuno Santos, o Quadro PS que nunca governou a sua casa, que nunca trabalhou numa empresa pública ou privada e que apenas se doutorou e vagueou pelos corredores socialistas? Bem, bem, fregueses!

 

Ora as televisões de Portugal, de tudo o que atrás se recorda e afirma, não param: esmiúçam até à exaustão tudo e todos, enfraquecem os cérebros de quem os ouve, não dão cultura a quem lhes paga, não denunciam o servilismo do acordo ortográfico de 1990, perseguem e inventam caminhadas por notícias de ocasião - são carraças autorizadas.

 

Televisões em Portugal: ocas, populistas, carraças e muito mais, exploram sem travões tudo que é mau.

 

Recordemos Tancos nas televisões; fogos em Pedrógão; o medo que provocaram pela pandemia Covid 19; as perseguições a políticos; a anarquia nas fotografias da guerra na Ucrânia, o mesmo na guerra Israel-Hamas e agora, ambas as guerras esqueceram, para falarem da demissão-não-percebida de António Costa.

 

Simpatizantes e eleitores de circunstância do Partido Socialista, não serão culpados deste socialismo com mais de vinte anos a governarem o país. Culpa, terão os militantes e os Quadros do PS, bem como vergonha terão do socialismo, que os seus líderes têm dado aos portugueses.

 

Tantas asneiras PS, tanta anarquia PS, tanta corrupção PS, tanto sofrimento dado aos portugueses em nome da democracia, tanto descrédito e tanta merda atirada contra o povo, que, no mínimo, era de mandar para a oposição este partido político, para ver se aprende alguma coisa.

 

Ou então, obrigar os governantes e os Quadros PS, a viverem durante vinte anos no socialismo de Cuba, da Venezuela, da China, da Coreia do Norte ou do Irão.

 

Artur Soares

(O autor não segue o acordo ortográfico de 1990)

 

Artrur Soares.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:14

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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2023

«Assunto: António Costa demite-se do Governo e deixa...»

 

Recebi o texto, que se segue, via e-mail, e sobre ele tenho a dizer o seguinte:

Quem é bom observador e seguiu a carreira política de António Costa, sabe que ele, além de não ser uma pessoa que dá um ponto sem nó, tem algo em mente que vai muito para além de um sair de cena, na hora H. Não tendo talento para aproveitar a maioria absoluta, que uma minoria do povo português votante lhe deu, deixou Portugal de calças na mão, com um obviamente apresentei a minha demissão...  

Só faltou dizer: antes que o barco se afunde ainda mais...  

Quem não o conhecer, que o compre!

Isabel A. Ferreira

 

Demissão de A. Costa.png

 

(Para os portugueses analisarem a situação; analisarem as propostas alternativas e …)

 
 António Costa demite-se do Governo,  após 08 anos de 1º Ministro e deixa: 

 

- A maior carga fiscal de sempre: 36,4% do PIB

- A maior dívida pública de sempre: 276 mil milhões de euros

- O maior número de portugueses sem médico de família de sempre: 1,7 milhões de portugueses

- 42,5% dos portugueses em risco de pobreza antes de transferências sociais 

- O menor número de processos findos nos tribunais portugueses desde 1985: 524 mil (com exceção de 2020, ano de maior impacto da pandemia)

- O ano de menor acesso dos cidadãos à Justiça desde 1979: 484 mil processos entrados nos tribunais portugueses 

- O pior mês da história do Serviço Nacional de Saúde, nas palavras do próprio Governo 

- 583 mil utentes em lista de espera para consultas 

- 235 mil inscritos em lista de espera para cirurgias 

- 32% dos utentes a serem atendidos para lá do tempo recomendado 

- Médicos e enfermeiros em guerra 

- Professores e auxiliares em guerra 

- Forças Armadas em processo de falência e com níveis operacionais em risco 

- Crise total na habitação, impossibilidade de os portugueses conseguirem casa para morar´

- A própria Economia a começar a definhar, o último trimestre já foi de contração 

- Esta é uma fotografia real, com dados oficiais, de alguns dos mais importantes indicadores da sociedade que somos

- É neste quadro que António Costa se demite!!!

***
 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:25

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Terça-feira, 21 de Novembro de 2023

Reflexões sobre a crise política que, actualmente, assola Portugal, por José Marques Vidal

 

Considerações com as quais me identifico (Isabel A. Ferreira)

 

Those were the days my friend.PNG

Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa, em Paris, em 12 de Junho de 2016

Those were the days my friend...

Fonte da imagem (que é da responsabilidade da autora do Blogue): https://www.publico.pt/2016/06/12/politica/noticia/reportagem-1734906

 

Por José Marques Vidal

 

 «Tinha de acontecer, era previsível, senão fatal como o destino, são ditames populares que, em conjunto com o adágio “Diz-me com quem andas, dir-te-ei as manhas que tens”, podem servir de justificação ao terramoto político do momento, que derrubou o primeiro-ministro do PS e com seu governo, que fora eleito por uma maioria absoluta.

 

Depois do abalo Sócrates que levou o país à bancarrota e originou a intervenção do fundo Monetário Internacional na orientação da nossa política económico-financeira, e dos avisos da União Europeia sobre a degradação do combate à corrupção que lavrava nos meios da administração central e autárquica, o sistema legislativo e governamental daquele partido continuou a fazer ouvidos de mercador ou a fazer de conta sem mudar uma linha no caminho que trilhava. Os homens do sistema em vigor nos tempos de Sócrates que escaparam à repressão criminal, mantiveram-se em campo uns, foram repescados outros.

 

Mas acontece, pelo menos tem acontecido, ser o eleitor pouco sensível à honestidade ou desonestidade com que se labora a coisa pública. Assim, como dizem os comentadores da bola na véspera dos jogos de futebol, tudo está em aberto quanto aos vencedores das próximas eleições.

 

***

 

O PS não perde tempo, fiel ao princípio do rei morto, rei posto. E, garra é que não lhe falta, avança de imediato com dois candidatos à presidência do partido. Dois jovens, mas já curtidos nas andanças dos palcos políticos e suas subtilezas. Caras novas, embora de promessas antigas, apresentam o PSD, PCP e o BE, enquanto o Chega se mantém com Ventura. Afinal nada de novo na nossa democracia.

 

Pois quanto a mim, simples cidadão eleitor que deixou de confiar nos programas eleitorais, geralmente um rol de promessas e de mentiras piedosas, já ficaria satisfeito se todos os partidos políticos susceptíveis de eleger deputados para a próxima Assembleia da República se comprometessem, em acordo público assinado, certificado e registado em cartório notarial, a três meses depois de constituído o novo poder legislativo terem aprovada nova lei que punisse o enriquecimento ilícito.

 

***

Assim, para não ficar de fora e ser acusado de andar a dormir na forma, ouso botar faladura sobre o caso da demissão do primeiro-ministro António Costa e o escarcéu que assola a comunicação social sobre quem recai a responsabilidade do infausto acontecimento. Na esteira do habitual, sempre que se instaura procedimento criminal contra políticos, banqueiros e poderosos, o bode expiatório de culpas alheias é o M.º P.º e a procuradora-geral da República, no caso concreto porque esta divulgou em nota oficial ter remetido ao Supremo Tribunal de Justiça certidão para abertura de inquérito tendente a averiguar se o chefe do governo tinha ou não rasca na assadura dos comparsas.

 

Certo é que o primeiro-ministro não esperou pelo inquérito e, sem sequer saber quais os factos que lhe eram imputados, se demitiu.

 

Conclusão imediata e assanhada: o M.º P.º e a procuradora-geral derrubaram o governo, opinião que esquece o tráfico de influências apontado a um ministro e ao seu próprio chefe de gabinete, como causa política suficiente para o efeito.

 

Tanto ética como politicamente não vejo que o facto de haver uma denúncia pendente para abertura de inquérito, só por si seja motivo suficiente para a demissão de um cargo público.

 

Qualquer pessoa é susceptível de ser objecto de inquérito, bastando para o seu desencadeamento a denúncia anónima, cabendo à entidade competente a sua investigação. Finda esta, pode o inquérito ser arquivado. Só após a acusação do M.º P.º, sufragada por despacho de pronúncia do juiz de instrução, se poderá falar em indícios suficientes da existência de um comportamento criminoso, o que justificaria eticamente a demissão.

 

Perante este quadro, incorrecto nos parece afirmar que o M.º P.º e a procuradora-geral da República derrubaram o governo em vez de anunciar que António Costa, ponderado o circunstancialismo do caso, entendeu demitir-se.

 

Os que berram contra o regime actual da magistratura do M.º P.º, que lhe atribui a autonomia perante o poder político, berram sem propor alternativa. É que esta vigorou durante quase meio século durante o regime salazarista e continua a manter-se nos regimes totalitários: a de ser o governo a mandar naquela magistratura. Não há meios-termos.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:56

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Terça-feira, 7 de Novembro de 2023

A República Portuguesa bateu no fundo, com os principais órgãos de soberania sob suspeita. Hoje, o primeiro-ministro António Costa demitiu-se. Quem será o próximo?

 

António Costa, hoje, demitiu-se, na sequência da abertura de um inquérito, pelo Supremo Tribunal de Justiça, à sua conduta nos negócios do lítio e hidrogénio verde, onde passou a ser arguido o seu ministro das Infraestruturas, João Galamba,  e devo salientar que não esperava que o tivesse feito com uma dignidade, que não combinou com a falta dela, no decurso da sua governação enquanto primeiro-ministro, um exercício político exercido sem Ética.

Penso que é opinião mais ou menos generalizada que os governos de António Costa, principalmente, este último, com maioria, foram os piores que Portugal já teve.

 

Foram muitos anos de uma incompetência, visível em quase todos os sectores da vida pública, com muita corrupção, muita hipocrisia e muita insensatez à mistura.

 

António Costa deixa Portugal mergulhado num caos, na Saúde, na Habitação, no Ensino, na Cultura, no Ambiente, no Trabalho, na Justiça, na Segurança Social e em algo que ninguém quer ou não tem permissão para falar dela: na sua subserviência ao Brasil, com acordos secretos [e aqui entra o ex-ministro dos Negócios DOS Estrangeiros, actual presidente da Assembleia da República que, ao que parece, ainda manda no ministério ocupado actualmente por João Gomes Cravinho, uma vez que as políticas são as mesmas, e até se dá a nacionalidade portuguesa  a quem a pede para fins menos concretos] que estão a permitir uma verdadeira invasão, que já está a ser questionada publicamente, e estão a levar a uma perda da soberania e da identidade portuguesas.

 

 

António Costa.png

 

Mas não só António Costa está sob suspeita de possíveis crimes.

 

Marcelo sob suspeita.png

Os erros apontados nesta imagem são o pão nosso de cada dia, fruto do completo desleixo em que se encontra a Língua Portuguesa, na comunicação social, numa falta de brio profissional gritante.  Um péssimo exemplo para os leitores menos instruídos, que à conta de verem triunfar tantos erros, começam a considerar que é deste modo torto que se escreve.

 

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, também está sob suspeita na sequência da reportagem da TVI, que o envolvem no favorecimento do tratamento de umas gémeas, que de um momento para o outro receberam a nacionalidade portuguesa, para poderem usufruir do tratamento milionário em Portugal, no Hospital de Santa Maria.

 

Marcelo Rebelo de Sousa admite que as suspeitas são graves e no limite até podem constituir crime para quem possa ter feito pressão sobre o hospital, mas garante que não tem nada a ver com o assunto.

 

Pois, então há que investigar a fundo esta questão, que é gravíssima, para que quem possa ter feito pressão sobre o hospital, possa ser levado à justiça.


Penso que atravessamos um momento em que Portugal bateu no fundo, e, daqui para a frente, ou se ergue, ou se afunda de vez, no charco lamacento em que se tornou a política portuguesa, exercida sem a mínima Ética, sem a mínima Dignidade.  O governo, até agora, andou a troçar dos Portugueses, andou a fazê-los de parvos.

 

E uma vez que o Ministério Público se dignou a encetar uma investigação de tal envergadura, esperamos que o mesmo Ministério Público investigue igualmente o «O Negócio do Acordo Ortográfico de 1990», que tem muito que contar e é algo que está levar Portugal à perda da sua identidade linguística e soberania. Isto daria para derrubar todos os governos desde Cavaco Silva.

 

Penso que é chegado o momento de mudar TUDO e TODOS na governação do País. O grande problema é encontrar políticos à altura da mudança de que Portugal precisa.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:28

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