Quarta-feira, 30 de Outubro de 2019

«Não Queremos Migalhas, Queremos a Abolição das Touradas!»

 

«O programa do governo contempla aumentar a idade mínima para assistir a touradas. Para já não se sabe se a idade será 16 anos ou como recomenda a ONU 18 anos.

 

Por mais que tentemos ver algo positivo nesta medida não conseguimos e sabem porquê? Porque a actual lei proíbe os menores de três anos de idade de assistir a touradas, e no entanto, as autoridades não a fazem cumprir. A título de exemplo eis a filha do tauricida Rui Fernandes na praça de touros de Alcochete.»

 

Bebés em touradas.jpg

 

«Se a lei vigente é sistematicamente violada pelos aficionados com a conivência das autoridades e dos delegados da IGAC que garantias temos que a nova também não será? Nenhumas a não ser que se ponham polícias a fiscalizar a GNR das vilórias que fecha os olhos à entrada de menores, e nem mesmo assim teríamos qualquer garantia porque também existem polícias aficionados.

 

Pois é mais uma lei para enfeitar o Diário da República porque na prática ninguém a vai fazer cumprir como acontece com imensas leis neste país.

 

Senhores governantes encaixem de uma vez por todas nessas cabecinhas ocas que a solução para o problema dos menores em touradas não passa por mais uma lei, a solução é a ABOLIÇÃO e é isso que a maioria dos portugueses querem!

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade»

 

in Blogue

Prótouro
Pelos touros em liberdade

https://protouro.wordpress.com/2019/10/29/nao-queremos-migalhas-queremos-a-abolicao-das-touradas/

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:21

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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018

EXIGIMOS TOLERÂNCIA ZERO PARA A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

É tempo de abolir estas práticas sanguinárias, vampirescas, repugnantes, trogloditas.

 

Enquanto Portugal as mantiver, é um país civilizacionalmente atrasado, ainda com gente muito atrasada dentro, quer gostem ou não gostem os governantes.

 

Hoje fiquemo-nos pela repulsiva prática de cravar ferros afiados no dorso dos Touros

 

BANDARILHAS1.jpg

 Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=409377675811633&set=o.228974020492136&type=3&theater

 

 

«As bandarilhas não são instrumentos culturais, são instrumentos para torturar bovinos e devem ser banidas sem qualquer reserva por violarem a dignidade de seres humanos e animais.

 

Não, os touros não têm pontos de encaixe, nem zonas onde doa menos... As bandarilhas são cravadas na pele, nos músculos, dilaceram as vitimas a cada movimento, provocam hemorragias incuráveis, que ninguém sequer pensa em tratar... as bandarilhas são inqualificáveis instrumentos de tortura de bovinos inocentes.

 

Juventude anti-tourada Portugal & Mundo Depois, ainda se segue o momento de as arrancar da pele e da carne das desgraçadas vítimas!, que é das partes do “espectáculo” que não está abrangido pelo preço do bilhete, que não mostram a ninguém e quase ninguém vê, quase ninguém ouve.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=592923337450020&set=a.375919462483743.89580.373933776015645

 

«O arrancar das farpas na "corrida à portuguesa" na RTP.

 

É um dos actos ocultos das cruéis torturas feitas aos bovinos nas touradas. Um novo corte, feito à navalhada, com total indiferença à dor provocada, sem anestesiantes ou curativos. A seguir os animais esperam, são encaminhados numa viagem para a morte num matadouro, viagem e espera que podem tardar vários dias e longas distâncias.

 

Não, claro que não preferimos que o touro seja morto na arena, muito pelo contrário: os touros não devem ir às arenas. E não deve continuar a excepcional tolerância legal a que sejam espetados com farpas ou com quaisquer outros instrumentos ou humilhações para divertimento de público. Não há motivo para que tais absurdos sejam tolerados, muito menos promovidos a actividade decente, quando está à vista que não o é.

 

Até quando vamos continuar a permitir que a estação de televisão de todos nós continue ao serviço da tauromaquia?

(…)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/JuventudeAntiTouradaPortugalMundo/photos/a.375919462483743.89580.373933776015645/592923337450020/?type=3&theater

 

***

«O Horror do Arrancar das Farpas Contado por um Aficionado»

 

BANDARILHAS2.jpg

 

«João Dias de Sousa um dos proprietários da empresa NEPTAL – Nova Empresa da Praça de Touros de Alcochete, Lda., relatou ao Infocul o horror porque passam os bovinos quando lhes arrancam as bandarilhas no final das touradas.

 

Afirma João Dias de Sousa e citamos:

 

“Quando regressei da Bélgica após 20 anos de estadia naquele país, e por causa do falecimento do meu Pai, decidi vir morar para a nossa casa de família em Alcochete (e muito infelizmente vir trabalhar para Portugal). Ainda assisti a várias corridas de toiros e gostando muito de cavalos gosto também de ver a sua magnífica e arrojada actuação numa corrida. Uma tarde, depois de toda a gente ter saído da praça – e como eu, para além de sócio fui durante muitos anos o presidente da Assembleia Geral da NEPTAL, tinha (e tenho) a chave da praça de toiros – regressei à praça após uma corrida e vi uma coisa horrível, que nenhum “aficionado” vê normalmente, que foi o retirar das bandarilhas de um dos toiros (talvez o último a ser “corrido”). O pobre animal estava encurralado entre paredes e entre traves, atado pelos cornos e a gritar, mugir, uivar intensamente enquanto um homem lhe arrancava a frio umas quantas bandarilhas.

 

Nunca tinha pensado em tal situação. Como na altura fazia parte de um “blogue” de Alcochete, contei a história e sugeri que os animais, aquando desta inevitável situação, fossem anestesiados localmente (pois há um veterinário presente em cada corrida de toiros) antes das bandarilhas lhes serem arrancadas. Acho que não há nada de mau nem de mal nesta sugestão, mas mesmo assim, recebi tantas críticas, muitas delas extremamente desagradáveis, que decidi nunca mais assistir a uma corrida de toiros. Por esta razão, quando a minha mãe faleceu e que a quota original do meu Pai (os tais 10%) ficou registada em meu nome na Conservatória de Alcochete, pu-la imediatamente à venda”.”

 

Mais palavras para quê?

 

Afinal este aficionado só vem reiterar o que os abolicionistas estão fartinhos de afirmar, ou seja, que tudo na tauromaquia é bárbaro e cruel e só mesmo mentecaptos podem considerar que semelhante aberração é arte!

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2017/12/23/o-horror-do-arrancar-das-farpas-contado-por-um-aficionado/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:12

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Sexta-feira, 15 de Julho de 2016

«ENTRE O ASSASSINO E O TOURO, DE CARAS QUE ESCOLHO O TOURO» (***)

 

Este é um sentimento comum a todos os que abominam o divertimento assente no sofrimento de um ser senciente e tão animal como os humanos.

 

Este magnífico texto, do professor Luís Vicente, foi eliminado da sua cronologia, no Facebook, devido a uma denúncia. Contudo, e apesar disso, está a ser largamente difundido nesta rede social, porque não pode perder-se uma tão preciosa e magistral lição, apenas porque não convém a alguém...

 

TOURO SOFRIDO.jpg

 

Texto do Professor Luís Vicente

 

«Hoje um post de uma senhora de Alcochete em defesa das touradas irritou-me o suficiente para lhe responder com o que abaixo transcrevo:

 

Cara Senhora Mestre em Psicologia Inês Pinto Tavares,

 

Sabe o que é racismo? Racismo é a senhora ser caucasiana e considerar negros, judeus, palestinianos, asiáticos, etc., seres inferiores. Sendo seres inferiores considerava-se, não há muitos anos, que não tinham alma e, portanto, podiam ser mortos em campos de concentração ou noutros processos genocidas. A isso chamou-se no século XX, NAZISMO.

 

Por generalização, o ESPECISMO é uma extensão e um corolário do nazismo. É portanto uma forma de nazismo. É considerar que os outros animais, cães, gatos, porcos, touros, burros, etc. não têm alma e que, portanto, podem ser mortos. É rigorosamente a mesma coisa: NAZISMO, FASCISMO!!!!!

 

Chamemos as coisas pelo nome!

 

Pessoas congratularem-se com a tortura pública de um outro animal é um sentimento baixo (no caso que a senhora tanto aprecia, um touro), reles, primitivo, repugnante, NAZI. Nem se trata de matar um ser vivo numa situação de fome para comer, trata-se de torturar e matar por puro prazer. Se a senhora tivesse vivido no século XVI, XVII ou XVIII, certamente que se divertiria com os Autos de Fé no Rossio em que pessoas eram queimadas na fogueira. Talvez tivesse um imenso prazer na matança dos cristãos-novos. Se tivesse vivido na antiga Roma, muito se divertiria com os cristãos lançados aos leões para gáudio da população.

 

Enfim, estudou Psicologia na universidade onde sou professor, fez um mestrado em Psicologia Comunitária e Protecção de Menores. Provavelmente não aprendeu nada. Foi uma perda de tempo. Sabe o que são neurotransmissores? Sabe o que é cortisol? Sabe o que é oxitocina? Sabe o que é serotonina? Conhece a anatomia do encéfalo?

 

Sabe que numa tomografia de emissão de positrões as áreas do encéfalo afectadas pelo sofrimento num touro, num rato, num cão ou num humano são rigorosamente as mesmas?

 

Sabe que as variações químicas no encéfalo são rigorosamente as mesmas em situações de prazer ou de dor em qualquer dos animais referidos, incluindo os humanos?

 

Se a senhora aprendeu alguma coisa sobre ciência e método científico o que é que deduz sobre o sofrimento do touro na arena? Não vale a pena explicar-lhe, pois não?

 

Também deve pensar que Deus colocou o homem no centro do universo à sua imagem e semelhança logo abaixo dos anjos. Sabe, o meu Deus não é o seu. O meu Deus é infinitamente bondoso e misericordioso. Não pactua com os crimes que tanto prazer lhe dão a si. Não se compadece com pessoas que, da mesma forma que o louva-a-deus, rezam antes de matar.

 

Quer que eu tenha mais pena de um assassino do que de um touro que é torturado até à morte com requintes de malvadez? Lamento mas não tenho. Entre o assassino e o touro, de caras que escolho o touro.

 

Divirta-se nas suas touradas, divirta-se nos autos de fé no Rossio, divirta-se na praça da revolução em Paris enquanto cabeças dos guilhotinados rolam para um cesto de serradura, divirta-se nos circos romanos, divirta-se nos fornos crematórios de Auschwitz, divirta-se com a morte e o sofrimento dos outros, seja cúmplice!!!

Tenho a certeza absoluta de que a senhora é incapaz, pelas suas limitações cognitivas, de compreender aquilo que estou a escrever. Não é certamente. Por isso perco o meu tempo.

 

Enfim, só lhe envio esta mensagem porque a senhora me tirou o sono.

Faça o favor de ser feliz com as suas mãos conspurcadas de sangue alheio!»

 

(***) O título foi retirado do texto e é da responsabilidade da autora do Blogue.

 

Fontes:

https://www.facebook.com/luis.vicente.5602/posts/10153710769873837?pnref=story

https://www.facebook.com/luis.vicente.5602?pnref=story

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=817167215051729&set=a.222412374527219.36135.100002753757658&type=3&theater

http://abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt/2016/07/touros-de-morte.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:31

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Sábado, 21 de Junho de 2014

FORCADOS DE ALCOCHETE NÃO FORAM FAZER MÁ FIGURA AO CANADÁ, PORQUE FICARAM EM TERRA

 

Boa!

Mas no Canadá (no sábado passado, em Dundalk) a tortura de bovinos realizou-se com as bancadas vazias (ou quase) como pode ver-se na foto, onde proporcionalmente havia mais gente na arena do que na assistência.

 

 

Isto significa a decadência da tourada num país que também não é flor que se cheire (Canadá), devido à tortura das focas bebés. O atraso civilizacional também é feito destes detalhes.

 

Ora uma avaria no avião que levaria os forcados de Alcochete até a uma terra de broncos, deixou-os em terra. Assim livraram-se de ir mostrar a sua cobardia a meia dúzia de sádicos.

 

A NOTÍCIA:

 

«Os Amadores de Alcochete embarcaram na sexta-feira no Aeroporto da Portela (Lisboa) em direcção ao Porto, onde fariam escala, rumando depois a Toronto. Uma vez no Porto, no Aeroporto "Francisco Sá Carneiro", foi detectada uma avaria no sistema informático do avião da companhia Air Transat, que adiou o voo para a manhã de sábado, onde, após novo teste, se voltou a verificar que não estavam reunidas as condições necessárias para que o avião deslocasse, ficando o voo novamente adiado, desta vez para domingo, o que impossibilitou a chegada a tempo útil do grupo para pegar na Monumental que tem o nome do Maestro Vítor Mendes.

 

A frustração de não concretizar a missão e o desejo de levar a nossa cultura além-fronteiras pode ser grande, mas a vida não tem preço e a segurança está em primeiro lugar" - escreve o GFA de Alcochete na sua página da rede "Facebook»

Fonte - Vejam mais fotos do fiasco neste link

http://farpasblogue.blogspot.pt/2014/06/avaria-no-aviao-forcados-de-alcochete.html

 

***

Concretizar missão? Qual “missão”? A de cobardemente torturar touros moribundos?

Levar a nossa cultura além-fronteiras? Qual “nossa cultura”? A cultura dos broncos (antónimo de civilizados)?

Bendita avaria!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:22

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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

ALCOCHETE ENTROU PARA O ROL DOS MUNICÍPIOS CONDENADOS

 

 

... uma das mais importantes manifestações culturais e identitárias do Concelho, disse Luís Miguel Franco, Presidente da Câmara... Grande manifestação cultural... Enorme... Muito maior do que o bailado “Lago dos Cisnes”...

 

A 13 de Maio, “na cova” de Alcochete, a tauromaquia virou um joguete...

 

Só colocamos esta notícia aqui, para ficar para a História.

 

Este “património” vale ZERO,e não beneficia a terra, como o mundo inteiro sabe.

 

Só que, para efeitos históricos, é relevante deixar para a posteridade os intervenientes de uma coisa que virá a ser a GRANDE VERGONHA destes municípios, daqui por uns tempos.

 

Mas nada volta para trás. Podem apagar os registos. Mas este fica, não aqui, que também pode ser apagado, mas num outro arquivo.

 

No nosso ARQUIVO NEGRO DA TAUROMAQUIA.

 

Mais um insólito acontecimento a 13 de Maio...

 

Obrigada, Alcochete, por apoiar a Causa da Abolição das Touradas, com esta pérola do disparate...

 

***

 

«Tauromaquia como Património Cultural Imaterial de Interesse Municipal.

 

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=145541&mostra=2

 

13.5.2012 - 12:46

 

A Câmara Municipal de Alcochete aprovou, por unanimidade, na reunião de Câmara que decorreu nos Paços do Concelho, a 9 de Maio último, a Declaração da Tauromaquia como Património Cultural Imaterial de Interesse Municipal.

 

"Esta é uma declaração alicerçada na importância que a Tauromaquia tem em termos identitários, culturais e sociais no Concelho e que assenta também numa importante componente histórica" - sublinha a autarquia.

 

Em conformidade com a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, adoptada na 32.ª Conferência Geral da Unesco, a Câmara Municipal elaborou esta declaração, em consonância com outros Municípios Portugueses representados na Secção dos Municípios com Actividade Taurina, que em reunião, ocorrida no passado mês de Março, manifestaram interesse no reconhecimento e declaração da Tauromaquia como Património Cultural de Interesse Municipal.

 

Para o Presidente da Câmara este é um trabalho muito importante de exaltação de uma das mais importantes manifestações culturais e identitárias do Concelho.

 

“Este é um trabalho que é necessariamente sucinto mas foca aspectos muito interessantes do ponto de vista histórico, demonstrando que esta relação entre as gentes do concelho de Alcochete e a Festa Brava é uma relação secular, que remonta documentalmente a meados do século XV ao reinado de D. João II”, aliás ainda antes, a um momento anterior à fundação do Município de Alcochete", salientou Luís Miguel Franco.

 

Esta é uma declaração alicerçada na importância que a Tauromaquia tem em termos identitários, culturais e sociais no Concelho e que assenta também numa importante componente histórica.

 

Além da crónica de Garcia de Resende que refere o acto de bravura de D. João II frente a um touro em Alcochete, célebre ficou também a manada de São João, e o envolvimento do Município na organização das festas de São João no séc. XVI, assim como a ganadaria do Comendador Estêvão António de Oliveira no séc. XIX.

 

Actualmente, é reconhecido o contributo do engenheiro Samuel Lupi através da criação das ganadarias Samuel Lupi e Rio Frio, assim como as prestações dos dois grupos de forcados de Alcochete, que asseguram a continuidade de uma tradição com quase de 200 anos.

 

A proposta será remetida para deliberação na próxima reunião da Assembleia Municipal.

 

***

Mais um insólito acontecimento a 13 de Maio...

Mais uma “festa pagã” envolvida em religiosidade.

Mais uma acha para a fogueira com que a Igreja Católica Portuguesa tem vindo a ser queimada...

 

(O sublinhadao é nosso)

 

Venham mais destas. Os abolicionistas agradecem. E os Touros e Cavalos também.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:09

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