Domingo, 24 de Fevereiro de 2019

«TAUROMAQUIA: UMA ACTIVIDADE PERVERSA DESTINADA AO CAIXOTE DO LIXO DA HISTÓRIA»

 

Li a frase que serve de título a esta publicação, num comentário de Victor da Cal, no Blogue Prótouro, no texto «A “prótoiro” Precisa de Dinheiro», que pode ser consultado neste link:

https://protouro.wordpress.com/2019/02/23/a-protoiro-precisa-de-dinheiro-%f0%9f%98%82/

onde também se lê que «Pelo andar da carruagem é caso para dizer que a “prótoiro” vai acabar com a tauromaquia mais depressa que nós, os abolicionistas!»

Grande verdade!

Pois não só a tauromaquia está condenada ao caixote do lixo da História, como todos aqueles que a apoiaram, a praticaram e a aplaudiram publicamente.

Cada nome constará nos anais do lado errado da História da Humanidade, como tantos outros nomes de má memória, que hoje recordamos com infinita REPULSA.

 

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Porque o que se vê nesta imagem é  coisa de MONSTROS!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:17

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Terça-feira, 21 de Novembro de 2017

«ATÉ SEMPRE JEAN-PIERRE GARRIGUES»

 

Porque os anti-touradas, estes sim, são heróis, são HOMENS que fazem avançar o mundo… (I.A.F.)

 

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Jean-Pierre Garrigues, um HOMEM que fez avançar o mundo...

 

«A nossa luta está mais pobre com o falecimento de Jean-Pierre Garrigues, presidente do CRAC- Comité Radicalement Anti-Corrida após uma longa batalha de dois anos contra um cancro no cérebro.

 

Batalha essa que não o impediu de continuar a lutar pela abolição das touradas com a determinação que sempre o guiou.

 

Jamais esqueceremos o Jean-Pierre que com vários abolicionistas invadiu a arena de Rodilhan e que foi agredido violentamente por aficionados raivosos, o Jean-Pierre que se amarrou a um camião de transporte de touros para impedir que os mesmos fossem chacinados numa praça de touros e o Jean-Pierre que liderou dezenas e dezenas de manifestações contra touradas.

 

É uma perda enorme, mas a luta continua, e o CRAC continuará a existir e a prosseguir a luta do seu fundador ao contrário do que diz a fundação merdosa “prótoiro” que em mais uma das suas mentiras, afirma que as organizações anti-touradas em França se dissolveram devido a lutas internas e processos em tribunal.

 

O Jean-Pierre faleceu, mas deixou atrás de si muitos outros que honrarão a sua memória porque jamais pararão até que as touradas sejam erradicadas de uma vez por todas.

 

Descansa em paz Jean-Pierre e até sempre!

Prótouro

Pelos touros em liberdade»

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2017/11/21/ate-sempre-jean-pierre-garrigues/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:11

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Terça-feira, 12 de Setembro de 2017

VENCEREMOS!

 

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 É deste modo, livres e em harmonia, que os Touros e Cavalos devem viver. Não nasceram para servir predadores com forma humana e de baixos instintos.

 

Sei que o meu País atravessa um momento onde o caos se instalou, a todos os níveis.

 

Sei que no meu país, existe uma descomunal miséria moral, cultural, social e educacional, avalizada pelos governantes.

 

Sei que a corrupção e o desgoverno imperam ao mais alto nível.

 

Sei que somos roubados descaradamente.

 

Sei que somos vilipendiados nos nossos mais básicos direitos.

 

Sei que os “políticos” são cegos e surdos aos apelos racionais do povo que os elegeu.

 

Sei que entre o povo que se faz de vítima, estão os principais cúmplices e culpados da situação caótica que o nosso País vive.

 

Sei que aos governantes não interessa um povo que pensa, por isso promove a incultura.

 

Sei que o nosso País precisa de uma Revolução a sério, que derrube os corruptos e os vendilhões da Pátria.

 

Sei que uma minoria inculta e abroeirada manipula descaradamente os partidos políticos de maioria que, despudoradamente, se deixam manipular.

 

Sei que essa maioria parlamentar não merece consideração, porque não se dá ao respeito.

 

Sei que a política praticada em Portugal, desde Lisboa aos municípios (com raríssimas excepções) é suja, é podre, é obsoleta, é madrasta, é obscura.

 

Sei que da política e dos políticos fiquei farta, fartíssima, depois de tantos anos a lidar com eles, e conhecer-lhes todas as manhas e artimanhas.

 

Por isso, um dia decidi emprestar a minha voz aos que não têm voz, e entrei numa “guerra” de muitas batalhas, e nela, desde então, continuo firmemente de pé, com as palavras em riste (a minha arma) apontadas para os inimigos dos que decidi defender, apesar de todas as ameaças, apesar das agressões verbais, apesar das dificuldades, apesar dos obstáculos. Isto é como caminhar num mar de estrume.

 

Sei que a selvajaria tauromáquica está pendurada por um fio no meio de um abismo.

 

Está acabada. Ultrapassada. A cair de podre. De velha. Desadequada aos tempos modernos.

 

Mas falta enterrá-la debaixo de uma lei oficial.

 

E para tal, os Touros e os Cavalos precisam de todas as vozes.

 

Não haverá muito mais para dizer.

 

Mas há algo que ainda é necessário fazer: derrubar as mentes velhas, encerrar as escolas de toureio, desmoralizar os aficionados, marginalizar os sádicos, boicotar os seus apoiantes, desfazer o nó entre os governantes e os tauricidas, destruir os falaciosos mitos tauromáquicos, enfim, fechar o cerco a esta minoria sanguinária que anda por aí, em bicos de pés, a tentar segurar um cadáver putrefacto.

 

É preciso um pouco mais de empenho.

 

Travamos a batalha final.

 

É urgente que todas as vozes abolicionistas se ergam para esmagar os últimos “olés” sussurrados, já sem força, que ainda se ouvem por aí…

 

VENCEREMOS! VENCEREMOS! VENCEREMOS!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:27

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Sexta-feira, 24 de Março de 2017

« O TOUREIO TEM OS DIAS CONTADOS»

 

Na Colômbia progride-se. A petição que assinei deu preciosos frutos. Em Portugal caminha-se ainda por trilhos mediavalescos, ensanguentados, viscosos, infectos…

 

Abolicionistas portugueses: ponham os olhos neste exemplo. Não basta o blá blá blá habitual É preciso PRESSIONAR os que podem e mandam.

 

Eis o comunicado que me foi dirigido (traduzido do original).

 

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Julian Andrés Coy

Colômbia

 

«Feb 6, 2017 — Demos um grande passo! Aplaudimos o facto de o Tribunal Constitucional ter chumbado a norma que dava aval à existência de touradas, no entanto, a nossa luta continua.

 

O Tribunal concedeu ao Congresso dois anos para que legisle sobre as touradas. Isto implica que agora devemos pressionar o Congresso, recordando-lhes que o toureio tem os dias contados.

 

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O Congresso não só deve legislar sobre a tauromaquia, como também sobre qualquer actividade que envolva animais na Colômbia. Se isto não acontecer essas actividades transformar-se-ão em delito.

 

Foi notável todo o apoio alcançado nesta petição. É incrível ver tantas pessoas juntas rejeitando o maltrato animal.

 

 No entanto agora temos de estar mais unidos do que nunca. Chegámos a este ponto, graças à mobilização de milhares de pessoas como tu (61.803 assinantes), só falta um pouco mais.

 

 

A nossa luta continua, agora no Congresso.

 

Muito obrigada por fazeres parte desta comunidade. Em breve estaremos a convidar a todos para nos unirmos numa nova petição para pressionar o Congresso».

 

***

A Colômbia pode contar comigo. Como sempre.

 

Fonte:

https://www.change.org/p/cconstitucional-magistrados-nom%c3%a1sdilaci%c3%b3n-colombiasintortura-colombiasintoreo/u/19312421?utm_medium=email&utm_source=notification&utm_campaign=petition_update&sfmc_tk=my8cdGJ66Q%2fhFN2%2bNLwF3V6LEDQO7pk91wUzuyOotBTLlIqB9xyIRu9hUiqpNLfN

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:25

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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2016

ALMA, RAZÃO E SENCIÊNCIA NOS ANIMAIS

 

(Texto dedicado a todos os animais humanos da "espécie" ICE

(Incompatível Com Evolução)

 

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Texto de Sônia T. Felipe (***)

 

«No livro «Acertos Abolicionistas» publiquei um texto (A dignidade dos cadáveres e lugares sagrados, p. 55) abordando a proibição do bispo D. Odilo de enterrar animais de estimação junto com seus pais adoptivos nos cemitérios humanos. Para esse bispo da Igreja Católica, fazer isso tira a dignidade dos humanos. Comer cadáveres não tira, mas enterrar os cadáveres dos animais amados junto com o cadáver de quem os amou tiraria.

 

O Papa Francisco acaba de declarar que os animais têm alma e que elas vão para o céu. Finalmente! É a primeira vez na história papal que o dogma do vivo-vazio de alma, disseminado por Descartes no século XVII é derrotado por um Papa. E eu estava esperando por isso há quase quatro séculos.

 

Enfim, se os animais têm alma, o que todos nós sempre soubemos acerca de todos os animais, inclusive dos que são comidos pelo Papa Francisco (não estou atacando o Papa, não, tenho aqui em casa o livro das receitas predilectas de todos os papas e não há uma sequer vegana!) e por todos os católicos e cristãos ao redor do mundo, eles têm senciência.

 

Se há senciência em qualquer animal, a capacidade de sentir como dor ou prazer os estímulos do ambiente natural ou social, então há racionalidade também, ainda que cada animal tenha sua forma de raciocinar (que já expus nos outros dois livros, «Ética e Experimentação Animal» e «Por uma Questão de Princípios»), uma forma adequada ao tipo de sensibilidade e de consciência de sua espécie e do indivíduo que vive experiências que outros podem não viver.

 

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, ser racional não é ser apenas frio e calculista, não é visar obter apenas vantagens para si. Portanto, a razão não é apenas a capacidade mental de planejar vinganças, típica da mente humana, embora ela esteja imbricada nessas acções. Geralmente, a prática do mal está mais ligada às emoções fora do controle do que, justamente, ao controle delas pelo raciocínio.

 

A racionalidade é a capacidade de raciocinar para manter-se vivo da forma mais segura possível. Essa existe em cada espécie animal e é desenvolvida no ambiente natural delas e pelas interacções sociais. Os animais são seres políticos, no sentido aristotélico que designa a vida só possível "entre os muitos".

 

Nossas vidas e as vidas de todos os animais incluem a presença de outros animais que cada indivíduo animal deve aprender a conhecer para poder distinguir se neles há, ou não, ameaça e riscos para sua própria sobrevivência. Esse é um aprendizado da razão.

 

A senciência é a capacidade de sentir as coisas e de as traduzir com alguma emoção-chave, do tipo: muita dor, dor, desagradável, desconfortável; ou, muito prazeroso, prazeroso, agradável, confortável.

 

Uma vez arrumadas essas informações na memória, cada animal segue se orientando por elas e procurando se aproximar mais das coisas e dos outros animais que propiciam sensações de prazer em todas aquelas gradações, ou se afastar das coisas e dos outros animais que provocam as sensações ruins.

 

Mas para que esse arquivo possa ser ordenado e consultado de cada vez, é preciso que ali haja também a capacidade da razão. E a razão vai se ampliando a cada nova experiência, porque na memória do animal existem muitas informações que ele pode usar para se preservar em vida e preservar a vida dos que dependem dele para isso, seus filhos pequenos, seus pares na hierarquia social. Isso é racionalidade. Todos os animais são racionais a seu modo específico, a seu próprio modo.

 

Apenas os humanos usam a razão e são racionais no sentido de planejar obter o máximo de vantagens para si à custa do máximo de desvantagem para outros animais: éguas, vacas, porcas, galinhas, ovelhas etc., e seus pares machos.

 

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Todos os animais são racionais, cada um dentro do parâmetro de raciocínios que sua mente específica requer e possibilita. Se não houvesse razão nos animais, para que serviria sua capacidade de sentir dor e de sofrer, de sentir-se bem e de estar feliz?

 

A dor e o sofrimento são as duas chaves das portas de entrada das informações ambientais para que o animal possa se defender delas a seu próprio modo, evitá-las e comportar-se de modo a não pôr sua vida em risco quando não há outros meios (e no caso dos animais os meios são muito escassos) para se defender do mal.

 

E, para que possamos entender a evolução moral da nossa espécie, que agora inclui os animais no âmbito do devido respeito moral e jurídico, é bom lembrar do que afirma Frans de Waal: «temos a capacidade de agir moralmente, porque somos animais

 

É a racionalidade presente em todos os animais que permite a cada um deles entender que o bem do seu grupo é uma garantia para o próprio bem; que o mal de seu grupo é ameaça contra seu bem próprio.

 

 

Confúcio também se refere à capacidade ou incapacidade da mente humana de suportar a dor no outro, porque essa mente sabe muito bem que toda dor que se espalha no mundo espalha-se de tal modo que ela tem efeito bumerangue. Um dia, sem que a gente menos espere, ela está à nossa porta. Não é vingança. É colheita.

 

Para essa semana pré-natalina, é bom que pensemos que todos os animais sentem dor e sofrem, todos querem estar na vida sem essa dor e tormento, e todos sabem que o que causa dor é sempre algo que ameaça a integridade física, psíquica ou social de cada animal senciente.

 

Todos os animais são racionais, no sentido explicitado, e, agora, acabamos de saber pelo Papa Francisco, que todos os animais têm alma, conforme já o escreveu Irvênia Prada (Médica e Professora da Faculdade de Veterinária da USP), em seu livro sobre a alma nos animais.

 

O círculo está cada vez mais apertado para os antropocentristas, especistas e bem-estaristas. É melhor desassinar esse contrato cheio de cláusulas perversas desfavoráveis a todos os animais. Moralidade é a capacidade de ampliar o campo da racionalidade. E já não somos mais inocentes no que diz respeito à senciência, racionalidade e à alma dos animais outros que não os humanos.»

 

(***) Sônia T. Felipe é doutorada em Filosofia Moral e Teoria Política, pela Universidade de Konstanz, Alemanha; professora reformada da graduação e pós-graduação em Filosofia, e do doutorado interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina; orientou dissertações e teses nas áreas de Teorias da Justiça, Ética Animal e Ética ambiental.

 

(Aviso: este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, através de corrector automático).

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:36

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Quinta-feira, 30 de Julho de 2015

ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL E NO MUNDO

 

ESPANHA: CINCO CIDADES CANCELAM TOURADAS E OUTRAS SEGUIRÃO ESTE CAMINHO

 

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Origem da foto:

http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/imagens-do-dia/2015/07/07/festa-de-sao-firmino-na-espanha-tem-protesto-festa-e-folioes-feridos-por-touros.htm?fotoNav=59

 

Posted: 28 Jul 2015 09:31 PM PDT

 

Os municípios de Corunha, Gandía, Mancor de la Vall, Pinto e Azira decidiram suspender corridas e outros eventos ligados à tauromaquia previstos para esta época, mesmo que eles tivesse já sido contratualizados há dias ou meses.

 

Segundo o site 20 Minutos, muitos destes eventos tinham sido acordados entre os empresários e as autarquias antes das eleições de Maio. No entanto, muitos dos programas eleitorais previam o cancelamento destes eventos, pelo que os autarcas eleitos estão a cumprir as promessas.

 

Para além destes cinco municípios, outros dois ponderam seguir o mesmo caminho: Huesca e Alicante. A nova autarca de Madrid, Manuela Carmena, também já avisou que não irá destinar “nem um euro público” para eventos que exploram os animais. Veja a opinião de várias regiões espanholas sobre o tema:

 

Galiza

 

O município da Corunha decidiu na semana passada suspender a Feira Taurina, apesar do pré-contrato assinado com um empresário. O presidente da câmara, Xulio Ferreiro (Marea Atlántica), prometeu durante a campanha eleitoral “não financiar a exploração de touros, nem outros espectáculos de maltrato animal”. A plataforma abolicionista Galicia, Mellor Sen Touradas aplaudiu a medida e destacou que esta decisão pode abrir o debate sobre a possibilidade de impulsionar uma iniciativa legislativa popular sobre a abolição das corridas de touros.

 

Comunidade Valenciana

 

É a região onde mais tem aparecido novos municípios anti-touradas. Em Gandía – localidade da Comunidade Valenciana onde não foram realizadas corridas de touros durante 24 anos, até 2012 – as coligações políticas que actualmente governam a região, PSOE e Mes Gandía, decidiram eliminar as festividades taurinas sob os argumentos de que “Gandía é contra o maltrato animal” e porque “é uma despesa que não pode ser assumida actualmente”.

 

Em Alzira, onde os chamados “bous al carrer” começaram a ser celebrados há sete anos com o apoio do PP (Partido Popular), tais celebrações foram também canceladas pelos novos governantes (Compromís), com o argumento de que a maioria da população não aprova estas práticas na localidade. Além desses, outros municípios valencianos, como L’Horta, Xàtiva e Aldaia planejam realizar referendos sobre a organização de eventos que exploram touros. Em Alicante, por sua vez, o tripartido PSOE, Guanyar e Compromís prevê retirar o apoio financeiro e ajudas públicas à praça de touros, e em 2017 acabarão definitivamente as festividades.

 

Ilhas Baleares

 

Mancor del Vall (Maiorca) é, desde o dia 1 de Julho, o povo balear número 18 na lista dos declarados “municípios anti-touradas”, a pedido do novo prefeito, de Mes per Mancor. A capital, Palma de Maiorca, poderá também integrar a lista, debate previsto para o próximo dia 30 de Julho, o primeiro da legislatura. Com o propósito de pressionar as autoridades, a associação “Mallorca sin sangre” (Maiorca sem sangue) convocou uma manifestação para o sábado dia 25 de Julho. A lista de municípios anti-touradas na Espanha abriga actualmente um total de 101 localidades. A primeira a encabeçar a lista foi Tossa del Mar (1989) e a última a juntar-se Ariany (Maiorca), em Janeiro de 2015.

 

Aragão

 

O município de Huesca também está susceptível a questionar os seus cidadãos sobre a celebração destas festividades. O presidente da câmara, Luis Felipe (PSOE), disse recentemente que “não proibirá nada”, mas abrirá uma via de diálogo para que as pessoas decidam o modelo de festas que querem para a Feira de São Lourenço. “Se houvesse o não como proposta para o espectáculo de touradas, seriam os cidadãos que decidiriam, pois haveria um referendo para isso”, garantiu.

 

Comunidade de Madrid

 

Em Madrid, os vencedores do município de Pinto, Ganemos Pinto, também decidiram deixar de financiar as largadas e corridas de touros. O último plenário municipal foi celebrado no final de Junho. Por sua vez, a presidenta da câmara de Madrid, Manuela Carmena, também planeava, no seu programa de governo, deixar de financiar as touradas. O grupo governamental “Ahora Madrid” renunciou ao seu espaço na plateia da Praça de Touros Las Ventas e não financiará a escola de toureiros. Somos Alcalá optou por sair da comissão de festividades para evitar ter que colocar touros na programação habitual.

 

Os abolicionistas vêem estes tímidos primeiros passos como um “avanço positivo porque demonstra que os partidos perceberam que há uma necessidade da população de acabar com o drama que vivem os animais nessas festividades”, nas palavras de Amanda Luis, do PACMA. Ela considera que o não financiamento destes eventos ainda não é o suficiente. “Se o que queremos é construir uma sociedade mais justa e ética, os eventos taurinos não só devem deixar de ser subsidiados, como também devem ser proibidos. Ou a tortura deixa de ser humilhante quando é paga com o dinheiro privado?”, disse. A sua proposta passa por uma “proibição, gradual, mas proibição¨, sem deixar de lado outros “maus-tratos a animais como a caça e o abandono de cães”, acrescenta.

 

greensavers.sapo.pt

via ANDA

***

SÓ PORTUGAL CONTINUA MERGULHADO NAS TREVAS

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:22

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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2014

OS MEUS VOTOS (ABOLICIONISTAS) PARA 2015

 

«Enquanto eu conseguir discernir, recuso-me a engrossar rebanhos»

 

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Uma vez que, depois de longos anos a pugnar pelos direitos dos seres humanos nascidos e por nascer, com muitas mais vitórias pessoais do que derrotas, decidi abraçar a causa da Abolição da Tauromaquia em Portugal e nos outros oito países que ainda não saíram das trevas medievais em que continuam mergulhados por mera incapacidade mental dos seus governantes se libertarem dessa maldição, e de um sistema político onde impera a corrupção, a falta de vergonha na cara e a inexistência total de brio pessoal, profissional e humano, os meus votos concentram-se no mais profundo desejo de que todos os deuses e deusas de todos os olimpos abram, nas mentes desses governantes (que por qualquer razão desconhecida ainda não se aperceberam de que o ano de 2015, que agora se inicia, não é o do tempo dos hurritas, que viveram na antiga Suméria, mas sim o ano de 2015 depois de Cristo) um caminho para que a humanização, a lucidez, a lógica, a racionalidade, a ética, o bom senso, a sensibilidade, a cultura culta, a evolução e principalmente a luz do conhecimento possam ser assimiladas e postas em prática nos mais básicos actos da governação.

Basta de tanta escuridão.

Basta de tanta ignorância.

Basta de tanta incultura.

Basta de tanta insanidade.

Basta de tanta desumanidade.

 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:01

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014

ONTEM, O MEU PAÍS FOI ATIRADO AO LIXO, PELAS AUTORIDADES, EM VIANA DO CASTELO

 

É lamentável que no meu País seis magníficos seres vivos tivessem sido torturados para bancadas vazias… (por isso os órgãos de informação foram impedidos de entrar na arena)

 

É lamentável que no meu País as autoridades façam jantaradas com os fora-da-lei…

 

É lamentável que no meu País prevaleça a lei dos imbecis sobre a Lei da Razão.

 

 

Aqui, cheirava a vinho, a suor, a urina, a sangue, a bosta…

 

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=810667745644421&set=gm.586475308130203&type=1&theater

 

MAS SEM QUALQUER DÚVIDA, A VITÓRIA FOI DOS ABOLICIONISTAS!

 

Se a selvajaria tivesse sido realizada dentro da LEGALIDADE a vitória era deles.

 

A selvajaria foi realizada na ILEGALIDADE, a vitória é nossa.

 

E quando temos ministros do Estado a "ajudar à missa" a coisa torna-se mais grave e a vitória mais nossa.

 

***

 

Ontem, ficou provado que Viana do Castelo não é terra de aficionados. Pelo contrário. Apenas cerca de 200 pessoas foram assistir á tortura das vítimas…

 

E ofereceram-se bilhetes, à última hora, explicando-se às pessoas que não havia “qualquer problema se entrassem com crianças”.

 

Pois!

 

E nós, contribuintes, pagámos do nosso bolso, o prejuízo que a organização desta selvajaria teria tido, se não recorressem, aos dinheiros públicos.

 

A isto chama-se ROUBAR.

 

E disseram mais. Disseram que na arena é o Estado Português que está representado no director de corrida, que é acompanhado pelo corneteiro e pelo chefe de polícia…. Enfim…

 

A IGAC é a ligação umbilical dos tauromafiosos ao Estado Português. E pudemos comprovar como se comporta com imparcialidade, a favor da tortura de seres vivos e da selvajaria para imbecis.

 

Para a IGAC não existem anti-touradas, nem abolicionistas, daí  estarem-se nas tintas para o que dizemos.

 

E se a IGAC é uma entidade do estado, que está do lado dos corruptos e dos fora-da-lei, será legítimo desobedecermos ao Estado Português, fugir aos impostos, não pagar taxas, etc., etc., etc….

 

E agora resta-nos fazer QUEIXA das autoridades que NÃO SÃO COMPETENTES, mas sim cúmplices da ilegalidade.

 

É que alguém no meu país há-de ser HONESTO.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:43

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Terça-feira, 2 de Setembro de 2014

CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO CUMPRE A LEI E INDEFERE NOVO PEDIDO DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA PROGRAMADA PARA O PRÓXIMO DIA 7 DE SETEMBRO

 

Esta é uma POSTURA LEGAL a seguir por TODOS os autarcas portugueses que têm licenciado ILEGALMENTE esta selvajaria

Nenhuma tourada
em Portugal é realizada DENTRO DA LEI.

 

Não estavam habituados?

Mas esta é a postura dos verdadeiros HOMENS!

Tudo o resto é farfalhoso…

 

 

Dr. José Maria Costa, um autarca brioso

 

A Câmara Municipal de Viana do Castelo, cumprindo, uma vez mais, a LEI, tornou a indeferir o pedido de licenciamento para a realização de uma selvajaria tauromáquica (leia-se tourada), programada para o próximo dia 7 de Setembro.

 

Este novo indeferimento deveu-se ao incumprimento de vários requisitos exigidos pelo Decreto-lei nº 220/2008 de 12/11, que estabelece o regime jurídico de segurança contra incêndios em edifícios, bem como da Portaria nº 1532/2008 de 29/12, que regulamenta o referido diploma.

 

Isto é, SE EXISTE UMA LEI QUE NÃO É PARVA, ela é para ser cumprida.

 

Em Portugal, os autarcas, que têm licenciado a selvajaria tauromáquica dentro de portas, deviam ser TODOS CHAMADOS À JUSTIÇA, por INCUMPRIMENTO DA LEI.

 

Os cidadãos comuns, se não cumprem a lei, são processados, à excepção dos bárbaros tauromáquicos que são protegidos pelo Estado Português.

 

Os autarcas que NÃO CUMPREM A LEI ficam TAMBÉM IMPUNES.

 

E isto só acontece num país onde A JUSTIÇA É DE FAZ-DE-CONTA.

 

Para este indeferimento contou a falta de apresentação de um plano de evacuação, normas de segurança contra incêndios, informação sobre o plano de mobilidade e acesso a viaturas de emergências, bem como a adopção de medidas de autoprotecção.

 

Tudo o que SEMPRE FALTA na realização destas iniciativas de BRONCOS.

 

Esta é sem dúvida, a GRANDE VIRAGEM na luta pela ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal.

 

Tudo é PODRE ao redor deste CANCRO SOCIAL.

 

O Estado Português tem o DEVER de extirpar esta doença mental que atinge uma minoria de portugueses.

 

Força! Dr. José Maria Costa! Os Vianenses estão com a Câmara Municipal, e todos nós, abolicionistas (que somos a maioria), também!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:39

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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2014

A PÉROLA DAS PÉROLAS DA prótoiro

 

 

 ESTA É DAS MELHORES QUE JÁ LI

 

 

 

Os da prótoiro dizem que vêem touradas desde criança e são muito saudáveis e felizes.

 

Não nos surpreende nada. 

 

As pessoas podem ver touradas desde criança e serem saudáveis e felizes.

 

Primeiro, porque nunca se constou que ver touradas tirasse pedaços a ninguém, ou fizesse as pessoas sofrerem do fígado, ou dos intestinos ou de outro órgão qualquer.

 

Fisicamente podem ser bastante saudáveis e até tão felizes como os idiotas, ou sejam, aqueles que têm ausência total de inteligência, um grau acentuado de estupidez, uma elevada insanidade mental, e que se mostram incapazes de coordenar ideias (o que é o caso).

 

Ora os estúpidos, os imbecis, os parvos, os patetas… até são bastante mais felizes do que o comum das pessoas, porque não se apercebem do que se passa ao redor deles. São completamente alienados.

 

Tanto não se apercebem que até dizem esta coisa linda:

 

BASTA DE TAUROFOBIA!

 

(e para que fique bem claro, têm o cuidado de explicar: preconceito antitaurino).

 

Ora taurofobia significa ter aversão, um medo mórbido de touros, o que não é de todo o caso dos defensores da abolição das touradas, pois nós amamos os Touros, por isso os defendemos destes predadores, que além de carrascos são ignorantes.

 

E logo a seguir vem outra calinada: preconceito antitaurino.

 

Pois vamos ao dicionário ver o que significa taurino:

 

1. Relativo a touro (ex.: feira taurina).  

2. [Figurado] Que tem aspecto ou características de touro (ex.: força taurina).

 

Esmiucemos:

 

Taurino é um termo que se refere a Touro. Certo?

 

E agora vamos ao anti, o que significa anti?

 

Anti é uma preposição e prefixo da língua grega que significa e indica direcção contrária, oposição, contrariedade ou simplesmente do contra.

 

Portanto um anti-taurino é aquele que é contra o touro, ou seja um tauricida (aficionado, torcionário etc…), aquele que tortura o Touro, porque manifestamente não gosta dele, bem como os que aplaudem essa tortura ou a apoiam.

 

Odeiam-no, porque o Touro apresenta-se muito mais viril, do que os machinhos, mal-amanhados que usam rodilhas, num lugar que nós sabemos, para mostrarem às damas frustradas da assistência, o que na realidade não têm.

 

Mas nós somos anti-tourada, isto é contra a tourada, porque a tourada é algo anti-humano.  

 

E o que é anti-humano?

 

É simplesmente isto: é o que é contrário às leis e aos sentimentos da humanidade.

 

E como se não bastasse toda esta idiotice, culminam com algo que é a cereja em cima do bolo do disparate: Escolhe a Liberdade.

 

Saberão os prótoiros os que é a Liberdade?

 

Sabemos nós que a liberdade a que eles se referem é a liberdade de torturar seres vivos (neste caso bovinos) para se divertirem imbecilmente e encherem os bolsos a ganadeiros e a uns tantos deputados e autarcas que servem o lobby tauromáquico desavergonhadamente, como qualquer meliante.

 

Ora essa liberdade, que os protóiros referem, não está consignada em lado algum, nem sequer na tal leizinha parva, irracional, bastarda e ilegal que, por mais incrível que pareça, exclui os Touros e os Cavalos do Reino Animal.

 

E há outro detalhe que convém detalhar: a nossa liberdade acaba, quando começa a liberdade do outro, ainda que esse outro seja um Touro ou um Cavalo.

 

Ora vamos lá a ver: se eu pudesse escolher essa tal liberdade que os prótoiros confundem com libertinagem (usando essa confusão para excederem os limites sem sentirem peso na consciência), eu colocaria todos eles numa arena com uns tantos leões muito, mas muito esfomeados dentro, e sentava-me a aplaudir este circo.

Dão-me licença? Posso?

 

Escolhi a liberdade, conforme a vossa sugestão, logo posso fazer o que me dá na telha. Certo?

 

Venham mais destas. Os Touros e os Cavalos agradecem, e os abolicionistas também.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:42

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