Sexta-feira, 5 de Abril de 2019

OS TOUROS E CAVALOS SOFREM ANTES, DURANTE E DEPOIS DOS “ESPECTÁCULOS” TAUROMÁQUICOS

 

Porque estamos em plena época da aberração tauromáquica, aqui vos deixo mais um excelente contributo do Dr. Vasco Reis, único Médico Veterinário português que dá a cara pela causa da Abolição das Touradas.

 

Este texto é baseado na Ciência Médico-Veterinária, na Etologia (disciplina da Zoologia que estuda o comportamento animal) e na experiência profissional e desportiva do autor, escrito por ocasião do II FÓRUM DA CULTURA TAURINA NOS AÇORES, e que trago à liça por considerá-lo crucial para o esclarecimento daqueles que ainda têm dúvidas quanto o que é esta “coisa” a que chamam de “tauro (touro) maquia (lucro, dinheiro)”, e que não passa, literalmente, de lucro à custa da tortura de Touros.

 

tauromaquia.jpg

Um triste “espectáculo” de baixo nível cultural e artístico, onde Touros e Cavalos sofrem para gozo de um escasso número de sádicos também de baixo nível intelectual e moral. Valeu a pena? Vieram mais ricos espiritualmente? Encheram a alma com imagens de  rara beleza…?

 

A VERDADEIRA REALIDADE DA TAUROMAQUIA

***

Por VASCO REIS - Médico Veterinário

 

VASCO REIS.jpg

O activista Dr. Vasco Reis, na sua luta pela extinção de uma prática que não dignifica a Humanidade.

 

«Está anunciado o II Fórum da Cultura Taurina com especialistas de 9 países que se reúnem durante 3 dias na Ilha Terceira, a campeã da “afición” no Arquipélago.

 

Os efeitos do fórum serão evidentes, visto que a tauromaquia é uma modalidade que assenta em primeira linha na exploração violenta e cruel do touro, sempre, e do cavalo nos programas em que ele é utilizado como veículo do actor tauromáquico e obrigado a tornar-se “cúmplice” da lide, sofrendo ansiedade e esgotamento e arriscando ferimento e morte.

 

O fórum está a ser considerado como um momento de reflexão, de prestígio para os Açores, de promoção da atractibilidade da Região e como reforço do turismo.

 

Considero que, quanto à influência sobre o turismo, as vertentes serão duas e opostas:

 

Poderá atrair aficionados, gente que sob a designação de arte, aprecia a violência e as fases impressionantes do massacre do touro e as arrancadas e as fintas do cavalo dominado pelo cavaleiro. Poderá também atrair gente tornada curiosa pela publicidade enganosa da organização.

Por outro lado, irá afastar turistas conscientes e compassivos, que vão preferir outros destinos, onde tal espectáculo de massacre não seja permitido.

 

Quanto à influência sobre o prestígio dos Açores, só pode ser muito negativa, porque publicita o facto de que a Região Autónoma, parte de Portugal (que também é atingido), pertence ao retrógrado grupo dos únicos 9 países do Planeta, onde touros e cavalos são massacrados legalmente.



Falta referir-me ao momento de reflexão, que bem necessário é e para o qual eu pretendo contribuir com muito empenho, argumentando resumidamente com o que a Ciência Médico-Veterinária, a Etologia e a minha experiência profissional e desportiva me ensinaram.

 

A ciência, fundamentada na investigação anatómica, fisiológica e neurológica dos animais usados na tauromaquia, confirma o que o senso comum revela: touros e cavalos sofrem antes, durante e depois dos espectáculos tauromáquicos.

 

O touro é o elemento sempre massacrado da tauromaquia, desde intensa e prolongada ansiedade a partir do momento em que é retirado do campo, seguindo-se repetidos e dolorosos ferimentos, esgotamento anímico e físico e quase sempre a morte em longa agonia.

 

O cavalo, dominado e violentado pelo cavaleiro tauromáquico é o elemento obrigado a arriscar tudo e a sofrer perante o touro, desde ansiedade, ferimento físico até a morte.

 

Animais são seres dotados de sistema nervoso mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é perigoso e agressivo e doloroso. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga para poderem sobreviver. Sem essas capacidades não poderiam subsistir.

 

Portanto, medo e dor são essenciais e condição de sobrevivência.



É testemunho da maior ignorância ou intenção de ludíbrio, o afirmar-se que algum animal em qualquer situação possa não sentir medo e dor, se for ameaçado ou ferido.

 

A ciência revela que anatomia, fisiologia e neurologia do touro, do cavalo e do homem são extremamente semelhantes. Os ADN são quase coincidentes.



As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto e o ferimento.



O especismo é uma atitude que, arrogantemente, coloca o Homem numa posição de superioridade, que lhe permite dispor sobre os animais, como quiser.



A compaixão selectiva visa tratar bem certas espécies (em geral cães e gatos) e menos bem, outras, quase consideradas como objectos.

 

Os animais não humanos são considerados menos inteligentes do que os seres humanos. Podem estar mais ou menos próximos e mais ou menos familiarizados connosco, mas eles são tanto ou mais sensíveis do que nós ao medo, ao susto e à dor.

 

É, portanto, nosso dever ético não lhes causar sofrimento desnecessário.



"A compaixão universal é o fundamento da ética" - um pensamento superior do filósofo alemão Arthur Schopenhauer.

 

A tauromaquia está eivada de especismo sobre o touro e sobre o cavalo.



O homem faz espectáculo e demonstração da sua "superioridade" provocando, fintando, ferindo com panóplia de ferros que cortam, cravam, atravessam, couro, músculos, tendões, órgãos vitais, esgotam, por vezes acabam por matar o touro, em suma lhe provocam enorme e prolongado sofrimento para gáudio de uma assistência que se diverte com o sofrimento, a agonia e a morte de um animal.

 

Isto é comparável aos espectáculos de circo romano, há muito considerado espectáculo bárbaro, onde escravos e cristãos eram obrigados a lutar e a matarem-se uns aos outros ou eram atirados aos leões para serem devorados.

 

O cavalo é dominado com ferros castigando as gengivas bucais e a língua e esporas mais ou menos agressivas, até cortantes, no ventre.

 

Esta montada é posta em risco de mais ferimento e de morte, pelo cavaleiro tauromáquico, que o utiliza como veículo para combater e vencer o touro.

 

O sofrimento do cavalo soma-se aqui ao do touro.

 

Na tauromaquia, touro e cavalo são excluídos de qualquer compaixão, antes pelo contrário, estão completamente submetidos à violência e ao sofrimento.



E o espectáculo é ainda legal em Portugal e mais oito países, publicitado e mostrado na comunicação social, aclamado, fonte de negócio, de prosa e de poesia. Que tristeza.

 

Tauromaquia é a “arte” de dominar e massacrar touros e cavalos e organizar com isso espectáculos para recreação de aficionados ou de simples curiosos.

 

Mas nesta “arte” não são somente touros e cavalos que sofrem.

 

São muitas as pessoas conscientes e compassivas, que por esta prática de violência e de crueldade se sentem extremamente preocupadas e indignadas e sofrem solidariamente e a consideram anti educativa, fonte de enorme vergonha e atentatória da reputação internacional de Portugal, obstáculo dissuasor do turismo de pessoas conscientes, que se negam a visitar um país onde tais práticas, que consideram "bárbaras", acontecem! Porque fazem sofrer os animais os chamados “artistas”? Dar-lhes-á isso algum gozo?

 

Será isso admirável, corajoso, heróico?

 

Com certeza que existem boas e inócuas alternativas para os aficionados, para os trabalhadores tauromáquicos, para os "artistas", para os campos e para os touros e cavalos.

 

Os campos podem ser utilizados de outro modo.

A raça pode ser mantida sem a cruel tauromaquia.

Os trabalhadores, campinos e ganadeiros podem continuar o seu trabalho.

Os forcados, cujo papel só surge depois do touro ter sido massacrado e esgotado previamente, podem dedicar-se a actividades ou desportos leais e entre iguais, onde valentia, luta corpo a corpo são fulcrais, como o boxe, a luta livre e outros e que exigem espírito de equipa, como o rugby por exemplo, considerado desporto de cavalheiros.

 

Aconselho, pela sua mensagem, alguns vídeos extremamente informativos, muito influentes no processo que teve lugar no Parlamento da Catalunha de que resultou a votação que levou à proibição de corridas de touros naquela região autónoma espanhola, facto que está tendo enorme repercussão mundial.

 

Fundamentado no acima exposto, anseio pela proibição das corridas de touros em Portugal e no mundo. Não quero nem posso admitir que qualquer região ou nação seja vergonhosamente conhecida no seu trato aos animais como sendo uma região ou nação bárbara, retrógrada e cruel.



Na certeza de que V. Exas. tomarão em consideração esta minha mensagem assino-me

 

Vasco Manuel Martins Reis, médico veterinário desde 1967,

Actualmente aposentado em Aljezur.

 

Permitam-me o seguinte curto extracto do meu currículo, o qual ilustra alguma da minha experiência prática que dita muitas das minhas opiniões:

Trabalhei 7 anos na Suíça, 10 anos na Alemanha, 3 anos nos Açores (na Praia da Vitória, Ilha Terceira, onde existe afición e onde tive de intervir obrigatoriamente no acompanhamento dos touros nas touradas na minha qualidade de médico veterinário municipal) e 21 anos em Portugal Continental.

Trabalhei sempre, entre outras espécies, com bovinos e cavalos.

Fui cavaleiro de concurso hípico completo e detentor de dois cavalos polivalentes.

Conheço bem os cavalos, a sua personalidade e as suas aptidões.

Fui entusiástico jogador de rugby durante três anos.

 

Vasco Reis»

 

Nota: escusado será dizer que  este saber do Dr. Vasco Reis, entrou por um ouvido e saiu pelo outro, dos que têm o poder de acabar com esta prática bárbara. E isto acontece porque em cérebros mirrados se não entra nem um grão de poeira, como poderá entrar a Sabedoria?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:16

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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2019

A PROPÓSITO DA ABOLIÇÃO DAS TOURADAS QUE DEVIA SER PARA ONTEM

 

TOURO.png

É a esta pasta de sangue que reduzem um magnífico Bovino, barbaramente torturado para divertir um punhado de criaturas sem alma. E a isto chamam “cultura e arte”, que governantes incultos apoiam, sem terem a mínima noção de que o sangue deste animal não é sumo de tomate. O que nos vale, para não desesperarmos com o indizível sofrimento deste ser senciente, é sabermos que quem isto faz, aplaude e apoia, terá muito que penar, inda nesta ou na próxima encarnação, porque a Lei do Retorno não falha.

 

E é como diz a minha amiga Maria do Carmo Tinoco:

«Neste país tudo anda ao ritmo dos interesses dos velhos interesses. Todos os dias vemos injustiças gritantes, compadrios asquerosos, incompetências que já deixaram o famoso princípio de Peter a quilómetros de distância, lambe botas incultos e broncos bem instalados no poder, politicozinhos menores, armados em deuses cheios de uma importância que só eles e os seus acólitos, à espera da migalha, se atribuem. E muito mais por aí vemos, seres sem vergonha e sem humanidade, sem dignidade sem nada. Espezinham tudo e todos e vendem a mãe, o pai, os filhos e a alma ao diabo. Cansam, enojam, revoltam. Mas os animais não têm o poder de os combater e de os enfrentar. Nós temos, no coração e no cérebro, a força que lhes falta e (…) o dom de a traduzir em palavras que, letra a letra, vão abrindo o caminho…»

 

***

Sim, vamos abrindo o caminho para a Abolição das Touradas, que é certa e segura. Quer queiram, ou não queiram os protagonistas da barbárie.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:14

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018

RTP: NO ÚLTIMO PRÓS&CONTRAS AQUILO É QUE FOI DAR TIROS NA PRÓPRIA CABEÇA!

 

Eles andam por aí, desesperados, a debitar despropósitos, e quanto mais abrem a boca, mais se desclassificam.

E se não soubéssemos que a tauromaquia assenta na mais profunda ignorância e estupidez, bastava ouvir este dito de Hélder Milheiro e um veterinário carniceiro, que de médico nada tem, dizer que os Touros não sofrem, para ficarmos com a certeza absoluta dessa estupidez e ignorância.

 

HELDER MILHEIRO.jpg

 

GRAVE.jpg

E é isto um veterinário. O Touro ALMEJA ser toureado, então não almeja? Quando perguntamos ao Touro se quer ser toureado ele diz imediatamente que almeja ser toureado, é o maior sonho dele!!!!

É só tiros na cabeça!

Fonte das imagens:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2008445895902404&set=a.541639859249689&type=3&theater

 

No seguimento da sua política pró-selvajaria tauromáquica, a RTP transmitiu na passada segunda-feira um pró-tourada, uma vez que, dizem os que viram, a Fátima Campos Ferreira deixou que os trogloditas interrompessem as falas dos abolicionistas. Nem sei como os abolicionistas se dão ao trabalho de ir a programas que de antemão sabemos estar a favor das touradas.

 

E esses programas valem ZERO. Porquê?

 

Porque a sociedade portuguesa já definiu a sua decisão em relação à tauromaquia: a esmagadora maioria dos Portugueses está contra essa prática troglodita, apenas a prótoiro anda por aí a falar para ela própria. E quanto mais abre a boca mais se enterra na lama. E isso é bom. Deixai-os falar, pois quanto mais falam, mais razão nos dão, porque nós, que já evoluímos, não vamos regredir. Os indecisos, ao ouvir da boca dos trogloditas, tamanhas imbecilidades, se tinham dúvidas, ficam imediatamente esclarecidos: a tauromaquia é uma prática de e para imbecis. Portanto, só resta esse pequeno núcleo de aficionados que, por mais que estrebuchem, não conseguirão travar a gigantesca onda a favor da Abolição das Touradas.

E isto é um facto. Não é uma opinião.

 

BULLSHIT.jpg

Conclusão de Arsénio Pires, que faço também minha.


Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2007281439352183&set=a.110640459016300&type=3&theater

 

Não consegui ver até ao fim este pseudo-debate, que de debate nada teve, pelo que por aí se diz, pois todos são unânimes em dizer que os trogloditas interromperam bastamente, em conluio com a nada isenta Fátima Campos Ferreira, os que ao programa foram falar de Cultura e Civilização.

 

E a RTP lá é de passar a mensagem de Cultura ou de Civilização, quando transmite a barbárie para uma audiência cada vez mais diminuta?

 

Eu não consegui ver o programa todo, porque ainda tenho na memória o outro Pró(tourada) que foi para o ar em 2014, em que praticamente as mesmas caras, com a mesma moderadora, se comportaram incivilizadamente, não permitindo que os abolicionistas se pronunciassem. Dizem-me que a Fátima Campos Ferreira teve um comportamento deplorável ao permitir que os aficionados interrompessem vergonhosamente os outros intervenientes. Também me dizem que os da prótoiro não disseram nada de jeito, limitaram-se a vomitar anomalias (como a que imagem mostra) e foi, juntamente com os da mesa em que estava, um malcriadão ao interromper continuamente quem estava contra a tauromaquia. Uma vergonha!

E eu acredito que assim seja.

Então, não perdi nada. Seria assistir a mais do mesmo.

 

E depois do programa o que mudou?

Há uma coisa que mudou: comprova-se largamente que  a RTP saiu deste programa ainda mais desprestigiada, e os prótoiros ainda mais desclassificados.

 

Se foi positivo? Claro que foi imensamente positivo. Mostrou de que lado está a Cultura e a Civilização. Então esta da "pedagogia"!!!! Foi óptimo para a Causa da Abolição das Touradas em Portugal.

 

Pois aqui vos deixo a pedagogia das touradas:

 

PEDAGOGIA!.jpg

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:01

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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2018

EM PARDAIS NÃO TÊM ONDE CAIR MORTOS, MAS QUEREM UMA PRAÇA DE TOUROS

 

E isto diz tudo do atraso de vida, do atraso civilizacional, do atraso mental daquele povinho.

Mas os piores deles todos são os do governo que se recusam a evoluir e dizem não à Abolição das Touradas. Temos de correr com eles do Poder para fora, nas próximas eleições legislativas.

 

praca-touros-pardais.jpg

 Uma arena de tortura de raiz, tão parecida com os “coliseus” romanos, onde se digladiavam homens e leões famintos!

 

Pois Pardais é uma freguesia do concelho de Vila Viçosa, com 546 habitantes, e para satisfazer o sadismo de cerca de 250 pessoas, as que vão caber neste mini-antro, pretende-se construir uma minibancada, com dinheiros oriundos de um empréstimo de 60.000 Euros, a fazer à CGD, porque nem sequer verbas há para a construir.

 

Estão a contar que dali saiam mortos e feridos, pois também está prevista uma enfermaria que para os Touros torturados não é com toda a certeza, mas para a qual não se fala em verbas.

 

E ainda faltam os CURROS previstos na lei. Sem curros e uma sala para veterinários a prática selvática redunda em ilegal, contudo, o DESCARAMENTO e o conluio das autoridades com a tauromáfia é tal que passam por cima de todas as ilegalidades.

 

O Parlamento insiste em que se permitam estas tradições bárbaras. A IGAC valida estas práticas, apoiadas pelos dirigentes locais. E o Estado continua a fechar os olhos a tudo isto.

 

Coitado do povo que esbanja assim dinheiros públicos, numa obra para torturar seres vivos e satisfazer os maus instintos de tão pouquinha gentinha. E isto diz da pobreza moral, da pobreza de espírito, da pobreza cultural existente em Pardais. Mas não só. Tudo isto existe ali para as bandas de São Bento.

 

Refira-se que a 14 quilómetros de Pardais, em Vila Viçosa, existe um antro de tortura um pouco maior. Qualquer dia, de quilómetro a quilómetro, havemos de tropeçar em pracinhas de tortura, para satisfazer os maus instintos de populações atrasadas.

 

Em Pardais haverá um Centro Recreativo e Cultural? Ou um  Cine-Teatro? Ou uma Biblioteca? Ou um Centro de Saúde? Ou um Lar de Idosos? Ou um Hospital?

 

Isto só num país quinto-mundista!

 

Fonte da imagem e da notícia:

https://protouro.wordpress.com/2018/09/12/pardais-vai-construir-uma-praca-de-touros/

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:06

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Terça-feira, 17 de Julho de 2018

TOURADAS: «HÁ LIMITES PARA A PARVOÍCE»

 

Depois daquela monumental demonstração de atraso civilizacional, protagonizada pela maioria dos deputados da Nação, no Parlamento, quando se negaram a dar um passo em direcção à evolução, ao chumbarem o Projecto de Lei do PAN, para a Abolição das Touradas em Portugal, choveram críticas de todos os lados.

É que os Portugueses esperavam que os deputados da Nação fossem evoluídos.

Reuni aqui três textos basilares que arrasam a atitude troglodita de partidos como o PS e PCP (que se dizem de esquerda) unindo-se aos partidos da direita (PSD e CDS/PP) naquele que é um acto da maior subserviência a um lobby menor e parasita, o qual vive à custa dos impostos dos portugueses.

 

Primeiro texto:

 

REPRESENTANTE DA JUVENTUDE SOCIALISTA CHAMA "RETRÓGRADOS, MASOQUISTAS E PSICOPATAS" A DEPUTADOS DO PS

 

JOÃO BISCAIA67605_png.jpg

Foto de João Biscaia 

 

Débora Rodrigues, 26 anos, representante da Juventude Socialista, na Comissão Nacional do Partido Socialista e adjunta do secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo - de quem já foi chefe de gabinete em regime de substituição - não gostou de ver o PS a chumbar a Abolição das Touradas na Assembleia da República, no passado dia 6 de Julho e decidiu publicar na sua página do Facebook o seguinte:

 

«Uma vergonha para o país e para o partido, os deputados do PS que tomaram a decisão de votar contra ou se abster, ou preocupados com os eleitoralismos regionais ou então aficionados por serem simplesmente retrógrados, masoquistas e psicopatas que gostam de touradas».

 

E disse mais, nos seus comentários:

 

«Quero acreditar que são poucos (os socialistas) ou então o nível de inteligência dos deputados eleitos pelo PS é menor do que aquele que pensava… Que eu saiba o nível de inteligência de um ser humano também se mede pela capacidade de viver e conviver num mundo em que não é o único ser, preocupando-se com o seu futuro e com o futuro dos outros, bem como com o meio em que vive...»

 

Certíssimo.

Esta atitude da Débora Rodrigues é de louvar, por dois motivos:

Primeiro: tem personalidade própria, não é seguidista, nem retrógrada, nem sádica, nem psicopata.

Segundo: a sua atitude demonstra que tem os pés fincados no século XXI D. C., e não cheira ao mofo, como os socialistas medievalescos e seguidores de uma prática de direita/monarquista.

 

E o que a Débora escreveu não são insultos. Porque a Débora limitou-se a dizer a verdade. E dizer a verdade não é insultar.

 

Para completar, aqui ficam os nomes dos oito deputados socialistas (em 86) que votaram a favor da Abolição das Touradas em Portugal: Pedro Delgado Alves, Rosa Albernaz, Ana Passos, Luís Graça, Diogo Leão, Hugo Carvalho, Tiago Barbosa Ribeiro e Carla Sousa. Os NIM, 12 deputados socialistas, abstiveram-se.

 

Eu também me envergonho deste PS que se diz de esquerda e pratica esta política de direita.

 

Segundo texto:

 

«Avante pela tradição»

 

Um texto de Viriato Teles

 

VIRIATO TELES.jpg

 

«O «respeito pela diversidade cultural e pela tradição» foi o principal argumento esgrimido no parlamento para chumbar a proposta de abolição das touradas apresentada pelo PAN. Que se discuta a proibição e as suas envolventes sociais, ainda posso entender. Agora, chamar àquilo «cultura», desculpem, mas há limites para a parvoíce.

 

Não estou seguro de que proibir as touradas seja a melhor opção para acabar com elas, mas por algum lado tem de se começar. Porque, disso tenho a certeza, quando esse entretenimento perverso for abolido (seja pela lei, seja pela grei) Portugal terá dado mais um importante passo civilizacional. Concretizando, afinal, o que já foi tentado, há quase 200 anos, por Passos Manuel – e, antes dele ainda, pelo Papa Pio V que, no século XVI, emitiu uma bula contra «esses espectáculos sangrentos e vergonhosos dignos de demónios e não dos homens». A luta contra as touradas, como se vê, já vem de longe.

 

A proposta de lei do PAN tinha fragilidades, mas era um ponto de partida. Que podia, e devia, ser melhorado e acrescentado, mas é para isso mesmo que existe a Assembleia da República. A aprovação da lei traria problemas e não seria consensual? Com certeza. Mas não foi sempre assim que se deram os grandes avanços da história e da civilização?

 

Resistir à mudança é próprio de todos os sistemas: por mais modernos que julguem ser, são sempre estruturalmente conservadores. E quando essa mudança atinge um potencial eleitorado, os partidos são os primeiros a temê-la e preferem «atirar a areia para debaixo do tapete». Já não em nome de princípios, como aconteceu noutros tempos, mas de meros fins eleitorais de curto prazo e efeito duvidoso.

 

O invocado «respeito pela tradição» não é um argumento sério: a ser assim, ainda a escravatura seria legal e socialmente aceite, as mulheres continuariam a ser propriedade dos maridos, os «crimes-de-honra» ainda seriam tolerados, uma jornada de trabalho duraria de sol-a-sol, e por aí adiante.

 

Quanto à «diversidade cultural», só se for em homenagem à ex-ministra Canavilhas, a quem a indústria tauromáquica tanto deve – afinal, foi ela quem incluiu o divertimento taurino na lista dos produtos culturais. Sim, aconteceu, e foi já no século XXI. Admiro pessoas com sentido de humor, mas este parece-me excessivamente negro.

 

Ora se este enredo de algum modo se compreende quando executado por políticos de direita, já começa a ser mais difícil de entender quando é usado por arguentes de esquerda. Ângela Moreira, a parlamentar escalada pelo PCP para o debate, conseguiu superar-se na justificação, quando explicou, sem se rir, que «o caminho que há a fazer é o do respeito pela diversidade cultural e o da efectiva responsabilização do Estado na promoção de uma relação mais saudável entre os animais e os seres humanos, acompanhada de uma acção pedagógica com o objectivo de sensibilizar os cidadãos, em particular as crianças e os jovens, para a importância do bem-estar animal e a sua efectiva protecção». Só faltaram os violinos.

 

Para a deputada comunista, ao propor o fim das touradas, «o PAN não admite que haja outras culturas, identidades, tradições, sensibilidades que não as suas, só admite os seus próprios padrões culturais e morais e quer impô-los, se possível pela lei e pela força».

 

Acontece que foi precisamente uma «visão cultural uniformizada e uniformizadora do mundo» o que o PCP demonstrou, por exemplo, nos debates recentes sobre a canábis ou a eutanásia, alijando-se numa visão conservadora e temerosa que contradiz a própria história, muito honrada, da luta travada por várias gerações de comunistas portugueses em prol de um mundo novo e livre.

 

Mas acontece também que, seja por convicção ou por oportunismo, nos dias de hoje o Partido Comunista surge com demasiada frequência ao lado dos que, por duvidosos princípios morais ou obscuros interesses materiais, procuram controlar os nossos hábitos, os nossos comportamentos, os nossos vícios e as nossas virtudes – as nossas vidas, em suma.

 

A legalização da canábis pode levar à tolerância legal do consumo recreativo? E então?

 

A descriminalização da eutanásia pode levar à prática de crimes? Provavelmente sim. E vice-versa também.

 

O fim das touradas cria um problema económico e social? Talvez. O fim do império também criou, e bem maior, mas nem por isso deixou de acontecer. Porque era o que tinha de ser feito, é assim a normal evolução da história e da vida. Porque «todo o mundo é composto de mudança / tomando sempre novas qualidades», lembram-se?

 

Acabado o sonho de mudar o mundo como queria Marx, valeria a pena pensar em mudar a vida como propunha Rimbaud. Ou fazer por isso. Tradicionalmente, é esta a função de um partido revolucionário, ou pelo menos de esquerda.

 

Mas, definitivamente, a tradição já não é o que era. Nem o PCP.»

 

Fonte:

https://www.rtp.pt/noticias/opiniao/viriato-teles/avante-pela-tradicao_1086634

 

Muito bem, Viriato Teles.

Também a mim me faz “espécie” que o PCP, dizendo-se um partido de esquerda, pratique uma política de direita/monarquista, porque todos sabemos que isto das touradas é um costume bárbaro introduzido em Portugal pelo rei Filipe II de Espanha, I de Portugal, e era um entretenimento dos monarquistas abastados, porque os pobres entretinham-se a jogar à patela, no chão lamacento…

 

Terceiro texto:

 

«TORTURAR TOUROS E ENFORCAR CÃES»

 

Muito bem, Diogo Faro.

 

Celebro a sua lucidez, que anda tão arredada dos fantoches políticos que nos desgovernam, e que mantêm uma pequena fatia do povo português estagnado em águas turvas e fétidas.

 

DIOGO FARO.jpg

 

Opinião de Diogo Faro

 

«Peço desculpa pelo título, às pessoas que ainda têm alguns sentimentos e que até apreciam a evolução da civilização, mas vamos ter de falar nisto.

 

A proposta para a abolição da tourada foi chumbada no Parlamento, como era esperado, convenhamos. E entende-se. Um dos elementos baluarte dos tauromáquicos é que aquela espécie de touros se vai extinguir com o fim da tourada. Os antepassados das pessoas que dizem isto também diziam que a abolição da escravatura ia acabar com todas as pessoas pretas. E veja-se o que aconteceu, hoje em dia só existem brancos, para grande pena do KKK e grupos que tais. O que nos leva a aceitar que há torturas que valem a pena.

 

O líder parlamentar do CDS apontou para algumas dezenas de pessoas que assistiam à sessão na Assembleia. Vestiam todas blazer de bom corte, camisas engomadas pela criada (provavelmente preta, para tentar ainda salvaguardar a espécie), corte de cabelo irrepreensível (muitos com gel e puxadinho atrás) e algumas ainda envergavam um Terço prateado ao peito, Deus as tenha, provavelmente todas com os seus BMs e Mercedes Pato Bravo estacionados lá fora. E então o líder do CDS falou e disse: “se a tauromaquia é uma fonte de rendimento para tanta gente, como é que estas pessoas vão sobreviver com a abolição da tourada?”. Comovi-me. E aceitei que de se espetar ferros que parecem lanças medievais em touros, se faça um espectáculo lucrativo para manter o estilo de vida destas pobres pessoas.

 

Agradeço então a todos os deputados que não deixaram a proposta de lei passar. Mais importante que o progresso civilizacional é preservar as tradições – não importa se são selváticas, são tradições e pronto! – e o financiamento dos baldes de gel e botões de punho dourados para aqueles senhores.

 

Por falar em psicopatia, algo do género que me chegou à retina foi a notícia de ter sido encontrada uma cadela enforcada numa mata em Casal de Cambra. Ah, e foi ainda descoberto que estava grávida. Não me vou alongar para não ficarem com estas imagens na cabeça como eu fiquei. Mas a linha é a mesma. Nós humanos, somos superiores – quem disse? Nós próprios, claro – a qualquer ser e temos o direito divino (?) a fazer com eles o que bem nos apetecer. A questão é, se torturar cães desta maneira for (ou vier a ser) tradição, é para preservar? Provavelmente sim. E com um bocadinho de sorte ainda se usa dinheiro do Estado (aquele que é de todos, sabem?) para se financiar a criação de cães para enforcamento e a televisão estatal ainda começa a transmitir espectáculos disso em horário nobre. Não é boa ideia? Se é para sermos bárbaros, então vamos sê-lo o tempo todo.

 

Sugestões mais ou menos culturais que, no caso de não valerem a pena, vos permitem vir insultar-me e cobrar-me uma jola:

 

- Costa Vicentina: É irem agora enquanto está pouca gente, àquela que é a minha zona preferida de todo o país.

 

- "The Incredible"s 2: Já está em exibição e foi com muito orgulho e felicidade que eu fiz uma das vozes da versão portuguesa. É só uma participação pequenina, mas ESTOU FELIZ, VÃO VER O FILME, VÁ!»

 

Fonte:

https://24.sapo.pt/opiniao/artigos/torturar-touros-e-enforcar-caes

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:08

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Sexta-feira, 6 de Julho de 2018

ABOLIÇÃO DAS TOURADAS FOI ADIADA – GOVERNO PORTUGUÊS COMPROMETIDO COM O LOBBY TROGLODITA

 

PARTIDO SOCIALISTA, PSD, PCP e CDS/PP optaram, uma vez mais, por se manterem mergulhados nas trevas, que lhes ofuscam a visão da modernidade. Nada que surpreendesse, dada o alto nível de subserviência que caracteriza esse partidos.

Que vergonha para Portugal! Que atraso de vida! Que mediocridade!

 

Apenas o PEV votou a favor, e BE com uma abstenção.

 

Por enquanto, a brutalidade e o atraso civilizacional continuarão, em Portugal, contudo, a sua abolição é uma certeza. Absoluta.

 

Eleitorado anti-tourada, já sabem em QUEM NÃO VOTAR.

Vamos dar-lhes uma grande lição nas próximas eleições legislativas.

 

PAN.jpg

 

Nota das dissidências:

Abstiveram-se: 1 deputado do BE, 1 deputado do PSD e 12 deputados do PS

A favor: 8 deputados do PS e 1 do PSD.

 

Diante de tamanha prova de atraso civilizacional (para os poupar do outro atraso) e falta de discernimento, o PAN emitiu um comunicado no qual refere e muito bem que o direito ao entretenimento, ainda que disfarçado de herança cultural, não deve poder prevalecer sobre o respeito pela liberdade, pela vida e pela integridade física e psicológica de animais que são sensíveis e que sentem dor, por um lado, nem sobre o ideal de sociedade que rejeita a violência, por outro. Esperámos que os partidos garantissem a liberdade de voto aos seus deputados/as para que, em plena consciência, fosse conferido a opinião individual de cada um. Mas mais uma vez foi clara a posição dos partidos tradicionais que blindaram a vontade expressa de cada deputado/a em representar a sociedade portuguesa».

 

A luta continuará.

A abolição desta selvajaria é uma certeza. Apenas foi adiada.

 

Está agora nas nossas mãos darmos uma grande lição a estes partidos que têm um pacto com os minoritários trogloditas, nas próximas eleições.

 

O governo português perdeu uma oportunidade de se redimir da sua falta de visão (para os poupar). Ficou claríssimo que em madeira velha só entra caruncho, daí que seja necessário substituir essa madeira velha, por madeira nova e fazer uma grande limpeza à carunchosa Assembleia da República.

 

E isso, meus caros companheiros na luta anti-tourada, só depende de nós.

 

Aqui fica lançado o repto.

 

Todos pelos Touros! Todos contra o PS, PSD, PCP e CDS/PP, Partidos Seguidores do Atraso Civilizacional (PSAC)

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Para os que estiverem interessados, aqui deixo o link, para a leitura do muito bem fundamentado Projecto de Lei pela Abolição das Touradas em Portugal, apresentado pelo PAN, um partido virado para o futuro.

https://bit.ly/2tWlLqu

 

Fonte:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852.1073741876.890462117681551/1857100921017661/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:52

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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2016

ABOLIÇÃO DAS TOURADAS EM PORTUGAL

 

 

Petição ao novo Governo de Portugal

 

TOURO.jpg

 

Considerando que:

 

1- Os mais recentes estudos científicos comprovam, inequívoca e cabalmente, que os animais de várias espécies, incluindo Touros e Cavalos são seres sencientes capazes de sentir prazer, dor e sofrimento, físicos e psicológicos, e experimentar sentimentos de alegria, medo e angústia;

 

2 - Os Touros e os Cavalos experimentam um sofrimento atroz, físico e psicológico, antes, durante e depois das touradas, como atestam estudos da Universidade Complutense de Madrid e vários médicos veterinários subscrevem;

 

3 - A legislação portuguesa reconhece a necessidade de protecção dos animais («São proibidas todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal»), mantendo uma inexplicável excepção para a tauromaquia;

 

4 - A tauromaquia é uma prática cruel e obsoleta que tem suscitado enorme repúdio e indignação na sociedade civil portuguesa e mundial. Massacrar animais gratuitamente para entretenimento não é próprio de sociedades evoluídas e envergonha muitos portugueses face a uma Europa que se distancia cada vez mais de práticas bárbaras e que causam sofrimento a seres sencientes;

 

5 - A tauromaquia é ainda uma prática perigosa para os animais humanos, a comprová-lo estão os incontáveis casos de lesões graves e muitos danos fatais entre os seus intervenientes;

 

6 - Estudos comprovam que a violência para com animais predispõe à violência para com humanos, sendo que no historial de muitos criminosos constam inicialmente episódios de maus-tratos persistentes a animais;

 

7 - A tauromaquia está em franco declínio e só subsiste nos dias de hoje graças a apoios mais ou menos explícitos por parte do Estado, quer através do poder central, quer através das autarquias, algumas endividadas e com populações em situação de carências várias em áreas vitais como a saúde, a educação, os apoios sociais;

 

8 - As autarquias, por se encontrarem numa situação vantajosa de proximidade das populações, têm um papel fundamental na construção de uma sociedade mais civilizada, evoluída e distante de práticas que deveriam ter ficado no passado e os executivos municipais têm por obrigação associar-se a eventos que promovam a evolução das pessoas e das regiões, ligando o seu nome a práticas positivas e construtivas de avanço civilizacional que o século XXI impõe;

 

Considerando que a ignomínia não pode ser exemplo para as crianças e os jovens portugueses, em nome do mundo humanizado, civilizado, culto e evoluído venho solicitar ao Governo de Portugal a ABOLIÇÃO, em todo o território português, de todas as práticas tauromáquicas, que causam sofrimentos indizíveis e desnecessários a animais sencientes como nós.

 

Isabel A. Ferreira

***

(Texto da petição inspirado no conteúdo desta outra petição que todos devem assinar:)

 

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT79975

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:07

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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015

UNIÃO EUROPEIA APROVA FIM DE SUBSÍDIOS PARA A TAUROMAQUIA

 

Esperemos que seja mesmo assim, e que os subsídios não vão ter aos mesmos bolsos por outras vias

Mas estaremos atentos

 

VITÓRIA.png

 

GRANDE VITÓRIA!

 

O Parlamento Europeu acaba de aprovar, por grande maioria, o fim dos subsídios para a tauromaquia!

 

Esta histórica decisão põe fim aos milhões de euros que chegavam às mãos dos 'ganadeiros' para a criação de animais para utilização nas touradas.

 

É um gigantesco passo rumo à abolição das touradas.

 

Vamos todos partilhar!

 

http://www.eldiario.es/sociedad/Parlamento-Europeo-aprueba-UE-tauromaquia_0_446205811.html

Fonte:

https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/1054755644555241/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:23

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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2015

MUITO BREVEMENTE EM QUALQUER ARENA PERTO DE SI…

 

A única criatura que se extinguirá com a abolição das touradas é o tauricida…

Coitadinho!

 

11813297_463427820505705_4792933320341699749_n[1].

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:00

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

ABOLIÇÃO DAS TOURADAS À CORDA NOS AÇORES

 

Tal como os Açores estão melhores sem a caça à baleia, também os Açores ficarão melhores sem touradas à corda.

 

11159496_811979382184661_8321233576469931946_n AÇ

Certíssimo, e estamos a caminhar para lá…

 

Fonte:

https://www.facebook.com/800414200007846/photos/a.800820156633917.1073741828.800414200007846/811979382184661/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:36

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