Terça-feira, 24 de Novembro de 2020

CHEGA e CDS/PP apresentaram no Parlamento, propostas de alteração ao Orçamento de Estado para 2021 em defesa dos interesses dos torturadores de Touros e Cavalos

 

Mas não são apenas estes dois partidos que estão no Parlamento a servir os interesses dos tauricidas, que vivem à custa dos nossos impostos, recebendo milhões de Euros, que poderiam ser canalizados para a verdadeira Cultura, que anda, por aí, sobre brasas, mas não, os tauricidas, que se passeiam nos seus Ferraris e Porches, e vivem à tripa forra, forrados com os dinheiros que fazem falta ao que é essencial a Portugal.

 

A IL (Iniciativa Liberal), o PSD e o PS também andam pelo Parlamento Português a defender os interesses dos tauricidas, como se eles fossem agentes da Cultura Culta (aqui incluídas as culturas popular, gastronómica, folclórica…), quando não passam de agentes da única “cultura”  inculta existente em Portugal – a tauromáquica, uma vez que os tauricidas e os seus apoiantes parlamentares fazem muita questão de considerar “cultura” a tortura de seres vivos.

 

Mas também temos o muito civilizado PCP a apoiar esta “cultura” tauricida, no Parlamento (isto acontece quando os extremos da direita e da esquerda se tocam).

António Filipe, membro do Partido Comunista, diz que os comunistas são pessoas civilizadas.

 

Serão? Em qualquer parte do mundo, uma pessoa civilizada não apoia a tortura de seres vivos, em circunstância alguma.

 

É urgente abolir todas as práticas selváticas que torturam animais para divertimento.

É urgente que a bota (civilização) bata com a perdigota (abolição da tauromaquia).

Só assim poderemos dizer que Portugal é, de facto e de direito, um país civilizado.

Até lá, é apenas um país que busca o caminho que leva à evolução social, moral, cultural e intelectual, do qual anda ainda muito desviado... 

 

António Filipe.png

 

Os comunistas serão pessoas civilizadas quando deixarem de apoiar a prática selvática da tauromaquia. Até lá serão pessoas improgressivas (isto para ser simpática). 

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:50

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Domingo, 11 de Outubro de 2020

«Cultura da violência?! Não obrigado!» - Crónica de Francisco Guerreiro (Eurodeputado Verdes/Aliança Livre Europeia)

 

«Não posso, em consciência, apoiar, activa ou passivamente, a violência contra animais em prol do divertimento humano» (Francisco Guerreiro).

 

Francisco Guerreiro.jpg

  Foto: European Union 2019- EP/BB

 

É isto que se pretende elevar a Património Cultural Imaterial da UNESCO... 

 

Dom, 11/10/2020 - 15:30 na Revista Nova Gente

 

«Em Setembro tomei conhecimento da iniciativa da International Tauromaquia Association (Espanhola) para que os eventos tauromáquicos sejam inscritos como Património Cultural Imaterial da UNESCO.

 

E é sempre interessante ir à origem das palavras para perceber a sua relação com a actualidade. A palavra Património, do latim patrimonium, significa herança familiar ou do pater (pai). Isto leva-me a pensar, defeito de ecologista, que planeta deixaremos aos nossos filhos como herança natural. Mas também o inverso, que filhos deixaremos à nossa casa comum. Creio que devemos deixar uma herança maior do que aquela que recebemos sobretudo ao nível do património natural, algo que, claramente, não está a suceder.

 

Posto isto, fiquei satisfeito com a elevação do Fado, ou do Cante Alentejano, a Património Cultural da Humanidade. Pelo contrário não quero deixar como herança a normalização do sofrimento de animais.

 

Acresce que esta tentativa de classificação é uma forma de desviar verbas públicas para a indústria tauromáquica. Isso foi visível a 14 de Setembro de 2017, quando o Governo anunciou que um dos projectos vencedores, do primeiro Orçamento Participativo era para incluir a cultura tauromáquica na lista de Património Cultural Imaterial, através da Convenção da UNESCO. A indústria tauromáquica arrecadou assim 200 mil euros para promover esta barbárie. Em 2018 um projecto semelhante angariou mais 50 mil euros de fundos no mesmo Orçamento.

 

Não posso, em consciência, apoiar, activa ou passivamente, a violência contra animais em prol do divertimento humano. Por isso, ao saber desta candidatura reuni mais de 60 assinaturas, de eurodeputados de 6 das 7 famílias políticas, e enviei uma carta à Directora-Geral da UNESCO a manifestar a nossa total discordância com esta proposta de classificação, que vai mesmo contra os princípios de não violência da UNESCO.

 

Para mim, como para tantos outros, o caminho da não violência passa pela abolição da tauromaquia. Seja hoje, seja amanhã, ela acontecerá!»

 

Francisco Guerreiro

 

Fonte:  

https://www.novagente.pt/cronica-de-francisco-guerreiro-cultura-da-violencia-nao-obrigado?fbclid=IwAR0ae1ORIHRVTpsI_PILbJ556qXo8lVUajNEH0kpOFeqUVLe9Md59DpW4fw

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:05

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2020

«As touradas estão mais que mortas»

 

Que “profissionais” (?) (se torturar Touros não encaixa em nenhuma profissão humana?) querem regressar a 1 de Junho? A 1 de Junho de que ano? De 1220? Esse ano já ficou muito lá para trás, assim como para trás ficarão as touradas, ainda que estrebuchem.

Porque:

 

«Torturar animais não é mais aceitável. As poucas pessoas que ainda assistem a touradas são cada vez menos. Os toureiros estão a aproveitar a pandemia para chorarem. O Correio da Manhã aproveitou para fazer um artigo sobre a choradeira dos toureiros. Mas nada disto vai fazer ressuscitar a actividade. A abolição da tauromaquia está, felizmente, cada vez mais próxima  Marinhenses Anti-touradas

 

touradas mortas.png

Fonte: https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3216979651668909/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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Quarta-feira, 11 de Março de 2020

«Beja: Protesto Anti-tourada | 14 de Março | 14:00-16:30»

 

Cancelada tourada.png

 

Será que pela assistência desta actividade bárbara ser apenas de uma escassa dezena de trogloditas, não é preciso cancelar a tourada, ou querem ser candidatos à infecção do Covid-19?

Na Espanha cancelam-se as touradas.

Em Portugal, em plena época de crise epidémica, continuam a realizá-las, em nome da estupidez. Só mesmo num país sem rei nem roque.

Porém, no próximo sábado (14/03), haverá uma manifestação pela abolição da tauromaquia em Beja. Decorrerá em frente à praça de touros, em dia da polémica tourada “solidária”.

Para quem está na zona de Beja ou tem a possibilidade de ir até lá, fica uma ligação para mais informações sobre este importante protesto, organizado pela Eco Roots.

Ver mais informação aqui:

https://www.facebook.com/events/3147493265282815/

 

Antro de Beja.jpg

Antro tauromáquico de Beja (imagem de uma evidente decadência)

 

Barbárie não combina com solidariedade, e nunca poderá ser justificada como caridade, porque não passa de pura crueldade.

 

Numa altura em que a tauromaquia começa a ver o fim dos subsídios e o aumento do imposto sobre as entradas, apelar à tortura de Touros à pala de uma hipócrita solidariedade, para justificar uma actividade bárbara, cruel, violenta, é anormal.

 

Como se não bastasse, tem como “atracção” o Moura Júnior, porque o sénior, ao que parece, já não vai. Isto é gente que têm dado muito que falar nos últimos tempos por conta dos maus-tratos a animais: Touros, Cavalos, Cães. Uma vergonha!

 

A Eco Roots junta-se assim ao movimento anti-tourada, e conta com a presença de quem puder e quiser ir,  no próximo dia 14 pelas 14 horas, em frente à Praça de Touros de Beja.

 

 Todas as vozes de gente senciente são contra as touradas em Portugal.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Sexta-feira, 6 de Julho de 2018

«A tourada vista por um médico veterinário com experiência em espectáculos tauromáquicos»

 

Obrigada Dr. Vasco Reis.

Haja alguém com lucidez!

 

O seu texto é precioso. Mas como em madeira velha só entra caruncho, os deputados da Nação disseram não à racionalidade, porque não entendem nada do que lhes dizemos.

 

VASCO REIS.jpg

 

«Percurso do Touro antes, durante e depois da tourada» 

 

O touro vive uns 4 anos na campina habituado à companhia de outros da mesma espécie em espaço largo e com razoáveis condições. Terá já passado por momentos violentos de ferra, de tentas. É escolhido para a lide numa tourada. Com ou sem sedação, apartam-no violentamente, com muito uso do bastão eléctrico, para uma manga e enfiam-no numa caixa apertada onde mal se pode mexer.

 

A ansiedade provocada pelo aperto cresce em tremenda claustrofobia ao passar da liberdade e tranquilidade da campina para o "caixote" onde fica confinado, violentamente afastado da companhia importante dos outros bovinos a que o ligam laços emotivos. A seguir cresce o pânico do transporte. Depois a espera, com pouco ou nenhum alimento e bebida. Talvez sendo injectado, a ponta dos cornos será cortada, provavelmente, até ao extremo vivo e muito enervado, ficando extrema e dolorosamente sensível ao contacto. Para não sangrar, cauteriza-se a sangue frio. (Há touros que não resistem a esta operação e morrem de acidente cardiovascular provocado pelo sofrimento). Sofre outras acções destinadas a fatigá-lo, debilitá-lo, retirar-lhe capacidade para a lide.

 

Mais tarde, a condução ao curro escuro da praça de touros. É empurrado a seguir para a arena (beco sem saída) suportando logo o enorme alarido da multidão e da música ruidosa (para se sobrepor aos seus berros), o que ainda mais o assusta, a visão ficando ofuscada pela luz do sol. Depois a provocação, o engano, o cravar das bandarilhas/arpões, que o ferem e magoam terrivelmente, através da pele, e não só, pois frequentemente também aponevroses, alguns músculos, tendões, vértebras, espáduas e, por vezes, até pleura e pulmão são atingidos, quando erroneamente cravado entre costelas. Tudo isto o faz sangrar e sofrer, o enfurece, magoa, deprime e esgota. Cavaleiros ou bandarilheiros massacram-no. Depois, exausto, física e psicologicamente, segue-se a (ou as pegas) pelos forcados, A seguir é retirado com as “chocas”. É amarrado e imobilizado por cordas em volta dos cornos. Brutalmente, tal como foram cravados, os ferros são agora retirados sem anestesia, arrancados ou por corte do couro.

 

No final de tudo isto, o animal é metido no transporte, esgotado, ferido e febril, em acidose metabólica horrível que o maldispõe e intoxica, até que a morte, habitualmente só alguns dias mais tarde, o liberte de tanto sofrimento. Frequentemente fica, até esse momento, encerrado em veículos de transporte num espaço exíguo, sabe-se lá com ou sem alimento e água e submetido a elevadas temperaturas.

 

E ninguém, independente, pode controlar isso.

 

Percurso do Cavalo explorado no toureio!

 

O cavalo sofre esgotamento e terrível tensão psicológica ao ser usado como veículo, sendo dominado, incitado e lançado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de pôr-se a uma distância segura.

 

À força de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e da barbela - corrente de metal à volta da mandíbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por síncope/paragem cardíaca, ferimentos mais ou menos graves e, até, a morte na arena por ser atingido pelo touro.

 

Opinião!

 

É difícil, senão impossível, acreditar que toureiros e cavaleiros tauromáquicos amem touros e cavalos, quando os submetem a violência, risco, sofrimento.

 

O mesmo se aplica aos aficionados, que aceitam isso.

Questiono-me: porque se continua a permitir uma actividade que assenta na violência e no sofrimento público de animais, legalizado e autorizado por lei e até apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?

 

Numa verdadeira democracia não deveria ser permitida nem legalizada a tortura de animais.

 

Pergunta fundamental!  

 

E senhoras e senhores Deputad@s da Assembleia da República de Portugal o que acham e como vão votar? Pela abolição ou pela manutenção desta terrível violência contra seres sencientes (como os humanos) e indefesos e inocentes.

 

Recomendação para tomada de conhecimento!  

 

Recomendo aqui uma tomada de conhecimento da científica Declaração de Cambridge Sobre a Consciência em Animais Humanos e Não-Humanos de 7 de Julho de 2012 editada por Philip Low.

 

E mais dados científicos:

 

Os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso.

 

Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.

 

Afirmar-se que, nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital, falácia para tentar ocultar a crueldade da tauromaquia.

 

A ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.

 

As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende isso e a ciência confirma-o.

 

Depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada.

 

Conclusão:

 

Seres humanos (tauromáquicos) não devem provocar a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os próprios agressores (tauromáquicos) não aceitariam ser submetidos.

 

Porque é a desgraçada vítima dos chamados humanos, “corrido” e torturado?

 

Para diversão de aficionados, para o alimentar de egos e vaidades, para negociatas de tauromáquicos e no prosseguimento de uma cruel e obsoleta tradição.

 

É mais do que justo e chegado o tempo da abolição, o que só peca por tardar!!!

 

As importantes verbas que são atribuídas no apoio à tauromaquia e as isenções que lhe são oferecidas, seriam com justiça e utilidade, preferencialmente, utilizadas para mitigar imensas necessidades!

 

A tauromaquia é uma vergonha nacional.

 

Vasco Reis,

Médico veterinário aposentado

Aljezur»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:18

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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2018 – PARA UM PORTUGAL SEM TOURADAS

 

Caros amigos,

 

O Orçamento Participativo de Portugal (OPP), edição 2018, já arrancou, e a votação começou hoje, dia 11 de Junho.

 

O projecto Portugal sem Touradas (PST), fruto de uma iniciativa de cidadãos que visa inspirar o pensamento crítica sobre a actividade tauromáquica junto da população portuguesa, sobretudo dos mais jovens, é um dos muitos projectos a concorrer ao OPP.  Podem visitar a nossa página de projecto em: https://opp.gov.pt/proj/761

 

PORTUGAL ST.png

 

 

Entre várias campanhas e actividades que temos previsto concretizar, caso o projecto seja eleito pelos cidadãos, estão:

 

  • a constituição de um acervo online de informação sobre as touradas;
  • um circuito de actividades didácticas junto das escolas em vários municípios do país, dinamizadas por uma equipa pedagógica;
  • promoção de espaços de debate e problematização do fenómeno tauromáquico junto da comunidade académica e científica;
  • divulgação de informação crítica e actualizada sobre a actividade tauromáquica através de diversos canais de difusão, visuais ou multimédia.
  •  

Contamos com o vosso apoio para tornar este projecto numa realidade, nos próximos dois anos! Vamos conjuntamente pôr fim à tauromaquia em Portugal!

 

Podem apoiar esta iniciativa divulgando o projecto nas vossas redes sociais e apelando ao voto, seja através do website, em https://opp.gov.pt/proj/761, ou por SMS, através do envio de mensagem gratuita para o número 3838, com: OPP <espaço> <761> <espaço> <Número de Identificação Civil>.

 

Alternativamente, poderão ajudar partilhando a nossa publicação: https://www.facebook.com/redeportugalsemtouradas/photos/a.395217411992.170442.248592866992/10155351590726993/?type=3&theater

 

Muito obrigado pelo vosso apoio!

Nuno Alvim

 

A equipa PST

 

PORTUGAL SEM TOURADAS.png

 

Rede de Cidadania pela Abolição da Tauromaquia

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:08

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Segunda-feira, 26 de Junho de 2017

TAURICIDAS PRETENDEM BLINDAR A TAUROMAQUIA COMO "PATRIMÓNIO CULTURAL DE PORTUGAL"

 

E alguém com neurónios saudáveis e activos apoiará este projecto insano?

 

Sabemos que Portugal é um hospício, mas não tanto…!!!!

 

Esta será eleita a anedota do ano!

 

RISOS.png

 

Então é assim: os tauricidas apresentam o projecto 365 "Tauromaquia, Património Cultural de Portugal", candidato a apoio financeiro do Estado português para (pasmemo-nos!!!!) reconstruir a componente nacional da cultura tauromáquica (OPP. nº 4).

 

Pretendem igualmente obter apoio para o investimento de 200.000,00 € para um «projecto [que] terá a duração de 24 meses».

 

O Estado português corta verbas na Saúde, não havendo dinheiro nem para ir ao IKEA comprar toalhas de banho para limpar os doentes nos hospitais públicos; corta verbas na Educação e no Ensino, na Cultura Culta, nas Escolas de Artes, obviamente cultas, porque não existem outras formas de arte … corta verbas em tudo o que é essencial à vida de uma sociedade SAUDÁVEL, e ia financiar a TORTURA de BOVINOS para diversão de sádicos, de psicopatas, de atrasados mentais, de criaturas com mentes deformadas, que fazem parte de uma MINORIA ANORMAL?

 

Isto será para algum programa de APANHADOS?

 

Só o descaramento de vir a público apresentar tal projecto já diz da insanidade mental destas criaturas das trevas.

 

Como vão reagir os defensores da abolição da tauromaquia em Portugal?

 

Vamos apoiar as iniciativas constantes dos projectos apresentados a votação no sítio do Orçamento Participativo de Portugal (OPP), aqui:

https://opp.gov.pt/projetos

 


(AVAST informa: o certificado deste servidor foi revogado...)

 

Denunciado neste blogue abolicionista da tauromaquia:

https://protouro.wordpress.com/2017/06/26/tauromafia-apresentou-projecto-tauromaquia-patrimonio-cultural-de-portugal/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:33

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Terça-feira, 8 de Novembro de 2016

PÕE-TE NA PELE DE UM TOURO

 

 

Retiram-te do camião. Assustado, vês como te atam pelos cornos e, puxando-te pela cabeça, arrastam-te pelas ruas.

 

És subjugado, enganado, espancado, humilhado. E não entendes como alguém pode gozar com isto… Sangras pela boca, estás aterrado… e a tortura continua.

 

O relato é chocante. Até quando permitiremos isto?

 

Para acabar com estas práticas, adere a esta campanha:

https://firmas.pacma.es/festessensebous/es/

 

O PACMA é o único partido que aposta na abolição da tauromaquia e nos “festejos” tauromáquicos em toda a Espanha.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:54

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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016

A MAIORIA DOS PORTUGUESES QUER A ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA. E ISSO VAI FICAR MAIS CLARO…

 

SONDAGEM

Por favor, respondam a esta sondagem:

A maioria dos portugueses quer a abolição da tauromaquia. E isso vai ficar ainda mais claro…

Aqui:

http://app.evalandgo.com/s/?id=JTk1aiU5MWklOUIlQUU=&a=JTlDcCU5NGolOUI=

ou

http://app.evalandgo.com/s/?id=JTk1aiU5MWklOUIlQUU=&a=JTlDcCU5NGolOUI=

 

SONDAGEM.png

 

No dia 15 de Maio, vai ficar ainda mais claro, que a maioria dos portugueses quer a abolição da tauromaquia. Vai ficar claro que a maioria dos portugueses, não querem mais que 16.000.000 de € anuais de subsídios do Estado, das Câmaras Municipais e da União Europeia, sejam utilizados para financiar a barbárie. 

 

Só há um caminho em Portugal. A abolição total da tauromaquia. 

Por tanto, peço aos portugueses que são contra a barbárie, chamada Tauromaquia, que respondam a esta sondagem e que a partilhem!

 

Mário Amorim 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/05/04/a-maioria-dos-portugueses-querem-a-abolicao-da-tauromaquia-e-isso-vai-ficar-ainda-mais-claro/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:21

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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016

PAN APRESENTA PROPOSTAS QUE PEDEM RESTRIÇÕES PARA A PRÁTICA DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA, AINDA PERMITIDA EM PORTUGAL

 

TORTURA NA RTP.jpg

 

Comunicado/Notícia PAN

 

Avançamos esta semana com três iniciativas legislativas que pretendem aumentar os esforços para alterar as tradições violentas e as práticas que prejudiquem o bem-estar das crianças e o desenvolvimento civilizacional e educacional da nossa sociedade.

 

1ª iniciativa - Proibição da utilização de menores de idade em “espectáculos” tauromáquicos

 

A primeira iniciativa proibição da utilização de menores de idade em espectáculos tauromáquicos. A Lei n.º 31/2015, de 23 de Abril, regula o exercício de actividades de artista tauromáquico e auxiliar por crianças menores de 16 e de 18 anos mediante autorização da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco. Comissão essa que, a par de outras entidades, reconheceu que a actividade tauromáquica “pode colocar em perigo crianças e jovens” (in Circular n.º 4/2009). A Amnistia Internacional emitiu parecer no mesmo sentido.

 

Na perspectiva do desenvolvimento da criança, o Comité dos Direitos da Criança da ONU tem revelado preocupações quanto ao bem-estar físico e psicológico das crianças envolvidas nesta actividade, mais especificamente nas escolas de toureio tendo também mostrado o mesmo receio em relação às crianças que assistem ao correspondente espectáculo. Este parecer culmina com a recomendação ao Governo de proibição de participação de crianças em touradas, sugerindo a adopção das medidas legais e administrativas necessárias para proteger as crianças envolvidas neste tipo de actividades, tanto enquanto participantes como enquanto espectadoras. 

 

São várias as entidades nacionais e internacionais que têm vindo a reforçar que a participação na actividade tauromáquica ou mesmo assistência, por parte de crianças, consubstancia violência gratuita sobre as mesmas, tendo impactos negativos no seu desenvolvimento psicológico e moral. São já cinco os países com actividades tauromáquicas examinados pelo Comité dos Direitos da Criança e todos foram instigados para que assegurem a protecção da infância afastando as crianças e jovens da “violência da tauromaquia”. 

 

A tourada constitui um espectáculo violento e, como tal, deve estar sujeita às mesmas restrições etárias que outros espectáculos de natureza artística e outros divertimentos públicos considerados violentos. Para o partido, não é coerente a proibição de um menor de 18 anos de assistir a um filme, no cinema, que é de ficção, mas depois permitir que uma criança de 12 anos assista à tortura de um animal, que culminará na sua morte, através da televisão pública. 

 

2ª iniciativa - Proibição da transmissão de “espectáculos” tauromáquicos na estação televisiva pública (RTP)

 

A segunda iniciativa legislativa pede a proibição da transmissão de espectáculos tauromáquicos na estação televisiva pública. Uma vez que presta serviço público e sendo uma referência enquanto plataforma de comunicação, a RTP deve ter especial atenção aos programas e conteúdos que transmite, pois alcança um número muito elevado de telespectadores. Defendemos que o serviço público de TV deve evitar conteúdos violentos, sem qualquer valor intelectual ou que incite à discriminação ou outras formas de violência. Segundo a própria missão do canal de televisão pública um dos seus objectivos é ligar os portugueses ao mundo, entre si e às suas raízes. Acontece que, a grande maioria dos portugueses já não se revê na prática de actos violentos e atentatórios da integridade física e bem-estar dos animais, como é o caso dos espectáculos tauromáquicos. Mais, de um ponto de vista civilizacional e educacional, a transmissão deste tipo de conteúdos é um recuo no desenvolvimento da nossa sociedade. Sendo que uma grande parte dos espectadores são crianças e jovens.

 

O país pede uma evolução civilizacional e ética em relação a este assunto e as tradições reflectem o grau de evolução de uma sociedade. Portugal faz parte dos escassos oito países do Mundo que ainda lidam bovinos na arena. Mais de 90% dos portugueses não assiste a touradas, segundo dados oficiais da Inspecção Geral das Actividades Culturais, e as corridas de touros têm vindo a perder milhares de espectadores todos os anos. Jaime Fernandes, provedor do telespectador da RTP, não concebe a emissão de corridas no canal, defendendo que são uma “forma de violência sobre os animais”. Mais recentemente, o provedor do telespectador foi ouvido pela Comissão Parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto sobre o seu relatório de actividades em 2015, onde deu a conhecer que a transmissão de touradas pelo principal canal de serviço público, a RTP1, foi o principal assunto que motivou queixas dos telespectadores ao provedor durante o ano de 2015. Das 14.935 mensagens que recebeu durante o ano de 2015 – mais do dobro das 7111 do ano anterior – 8280 foram sobre touradas, ou seja, 55% do total de queixas anual.

 

Para o provedor do telespectador estes dados vêm confirmar que a “transmissão de touradas não é serviço público” e não contribuem para a reversão da “sistemática e preocupante quebra de audiências na RTP”. 

 

3ª iniciativa - Proibição da utilização de dinheiros públicos para financiamento directo ou indirecto de actividades tauromáquicas

 

Por último, voltamos a abordar a proibição da utilização de dinheiros públicos para financiamento directo ou indirecto de actividades tauromáquicas tema já trazido ao parlamento durante a discussão do orçamento de estado. Estima-se que haja uma despesa pública de cerca de dezasseis milhões de euros com a tauromaquia em Portugal. Dinheiro esse que é proveniente dos impostos de todos os cidadãos e que podia e devia ser investido em áreas que efectivamente contribuam para o desenvolvimento da nossa sociedade como é o caso da educação, saúde ou verdadeira cultura. Acresce que, o Parlamento Europeu aprovou, por maioria absoluta, a emenda 1347 para que os fundos da Política Agrária Comum "não sejam usados para apoiar a reprodução ou a criação de touros destinados às actividades de tauromaquia”. Os eurodeputados consideraram que é inaceitável que a criação destes animais para serem usados em corridas de touros continue a receber subvenções comunitárias. 

 

Independentemente de se ser pro ou contra a tourada, devemos ser equidistantes o suficiente para saber que não deve ser o dinheiro público a suportar uma actividade que é controversa, que implica sofrimento de animais não humanos, que contraria a mais recente legislação europeia e, que de resto, a maioria dos portugueses não aceita e não apoia”, reforça André Silva.

 

É-nos permitido avançar com três agendamentos de iniciativas legislativas para debate em plenário, por sessão legislativa e a proibição de utilização de menores de idade em espectáculos tauromáquicos é a segundo tema que pretendemos ver debatido no parlamento (o primeiro foi a proposta de alteração da Lei dos maus tratos a animais).

 

28 de Abril de 2016

PAN - A causa de tod@s

 

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático)

***

Sabemos que a principal proposta que todos os portugueses gostariam de ver em cima da mesa seria a da abolição da tauromaquia, porque, nos tempos que correm, já não se justifica tal prática (não gosto de chamar-lhe espectáculo, porque um espectáculo implica algo grandioso, e a tauromaquia só proporciona crueldade, e a crueldade nunca poderá ser considerada um espectáculo).

 

Sabemos também que tal proposta ainda não poderá ser apresentada à Assembleia da República, porque o lobby tauromáquico está ali bastante bem representado e protegido, e portanto, seria chumbo na certa.

 

Esperamos, no entanto, que a racionalidade e o bom senso imperem no momento de estas iniciativas do PAN serem discutidas, e que os partidos que se dizem de esquerda votem a favor destas medidas que cortam o cordão umbilical com a política de direita no que respeita a esta matéria, vigente desde o tempo da monarquia.

 

Se o tempo é novo, se o discurso é novo, se o governo é novo, então que se enterre para sempre o tempo velho, o discurso velho e o governo velho, dos quais a esmagadora maioria dos portugueses já estão mais do que fartos. Estão fartíssimos. (Isabel A. Ferreira)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:24

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