Comentários:
De O apartidário a 21 de Novembro de 2023 às 17:50

O PS só se lembra de Santa Bárbara quando troveja… ou da Justiça quando algum dos seus está metido em sarilhos. É triste, mas o Estado de Direito já conheceu melhores dias.

21 nov. 2023, 00:17 no Observador

Ao lamentar não ter sido feita no PS uma reflexão “no pós-socratismo”, a ex-ministra e ainda deputada, Alexandra Leitão – responsável anunciada pela moção de estratégia de Pedro Nuno Santos –, cometeu um erro de palmatória.

É que nunca houve “pós socratismo” no PS pela razão simples de que a influência de José Sócrates permaneceu sempre viva no seio da família socialista, como se viu pelos seus fiéis que foram alçados, em funções relevantes, nos governos de António Costa, desde João Galamba, a Vieira da Silva, a Augusto Santos Silva ou ao próprio Pedro Nuno Santos, além de tantos outros, sem esquecer Pedro Silva Pereira no Parlamento Europeu.

Dinis de Abreu no Observador (coluna de opiniāo)
De Isabel A. Ferreira a 21 de Novembro de 2023 às 17:59
O PS fez de Portugal o quintal dele, e destruiu-o sem dó nem piedade.
Merece uma boa lição.
De zé onofre a 21 de Novembro de 2023 às 19:49
Boa tarde, Isabel

Diz no seu comentário - "O PS fez de Portugal o quintal dele, e destruiu-o sem dó nem piedade."

Desculpe não concordar. O PS, o PPD/PSD e o CDS/PP, fizeram de Portugal o quintal da CEE/UE.

Nós, os tristes portugueses, escolhemos os capatazes da quinta, que como todos os capatazes tentam tirar o maior proveito da confiança nele depositados pelos Patrões (UE, Capital Monopolista Financeiro, OTAN).
E tanto faz que o capataz seja Rosa, Laranja, Azul e Amarelo ou mesmo Vermelho, enquanto formos quintal dos outros é a eles que o capataz presta conta e os portugueses nada interessam nessa cadeia de poder.

Zé Onofre

De Isabel A. Ferreira a 21 de Novembro de 2023 às 22:20
Concordo que não concorde comigo, Zé Onofre. E também peço desculpa por não concordar consigo. A nossa entrada para a CEE/UE veio evitar que continuássemos a saltar pocinhas por estradas poeirentas e a puxar carroças de vacas, por caminhos pedregosos, isto metaforicamente, falando, como é óbvio.

Os tristes portugueses, nos quais não me incluo, devido à falta de cultura política, da qual não têm muita culpa, porque não lhes dão mais nada a não ser incultura, nunca souberam escolher os nossos representantes (afinal a CEE/EU é constituída por mais 27 países, e nós estamos na cauda dessa Europa, em tudo). Os tristes portugueses escolhem os que mandam, mas não escolhem os outros, os seus acólitos, e os que mandam servem esses outros, os lobbies, que se implantam no Parlamento, e é a partir daqui que transformam Portugal no quintal deles, principalmente o PS, nestes últimos anos, que tem atirado o País para o caos.

Nós não somos o quintal dos que mandam e desmandam na Europa. Nenhum outro País europeu se transformou num quintal, excepto Portugal, porque está cheio de políticos incompetentes, mentirosos, desonestos, corruptos, que exercem os seus cargos sem um pingo de dignidade e ética.

Concordo que tanto faz serem rosas, laranjas, azuis, amarelos ou vermelhos, todos têm contribuído para um Portugal empobrecido, completamente caquéctico, terceiro-mundista, basta ver as filas nos centros de saúde e nos restantes serviços públicos, os casebres, os sem-abrigo, a pobreza extrema que por aí vai, o tráfico de seres humanos. Querem que se peça desculpa pela escravatura dos tempos dos Descobrimentos, cujos maiores traficantes de escravos eram os próprios negros africanos. Desta escravatura dos tempos que correm, ali para os lados de Évora e Cuba, por exemplo (mais há mais em outras partes do País) quem pede desculpa?

Nos últimos oito anos Portugal desintegrou-se. Caiu num buraco. Perdeu a sua identidade, e hoje não passa de uma colónia de um ex-colonizado, e anda por aí à deriva, pisado, maltratado, amesquinhado.

Não há ordem, não há leis, não há justiça.

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