Comentários:
De Ricardo Abrantes a 4 de Dezembro de 2015 às 20:50
Acho que a sra tem direito a ter a sua opinião, só não compreendo é como consegue ser tão mal educada, ao ponto de insultar jovens atletas de um clube que, de longe, já deu mais à sociedade que alguns pseudointelectuais. Vou-lhe lançar o desafio de vir pessoalmente conhecer estas "jovens parvinhas e respetivos progenitores", e ver se são assim tão diferentes de si. Vai ver que não.
De Isabel A. Ferreira a 5 de Dezembro de 2015 às 15:36
Ricardo Abrantes, gostaria de saber se sabe distinguir FALTA DE EDUCAÇÃO de CRÍTICA.

É que quando as pessoas não gostam de ouvir as verdades através de uma CRÍTICA (à qual tenho direito), chamam-lhe falta de educação.

Não duvido que essas jovens atletas já deram bastante à sociedade. Não duvido.

Mas a partir do momento em que foram criticadas por andarem a fazer o FRETE à SELVAJARIA TAUROMÁQUICA e se prestam a andar por aí a propagandear a crueldade contra seres vivos, e a CONSPURCAR a patinagem artística com algo ASQUEROSO, repulsivo, que o mundo CIVILIZADO REJEITA, perderam toda a INOCÊNCIA e SENTIDO ARTÍSTICO.

Entendeu? Ou preciso de REPETIR?

As meninas NÃO TÊM CULPA. Culpa, têm os progenitores de as lançaram às FERAS tauromafiosas.

Quanto às diferenças, aparentemente não haverá nenhuma. Mas existe UMA FUNDAMENTAL: eu NÃO COMPACTUO COM A BARBÁRIE. E elas compactuam. Ou melhor, como (ainda?) não têm espírito CRÍTICO, não conseguem discernir o que devem ou não fazer. Essa é a GRANDE DIFERENÇA.

Mandam-nas atirar à ignomínia tauromáquica e elas atiram-se. Cegamente. Sem questionar.

Mas agora que já sabem a figura ridícula que fazem, INSISTIR NELA já será pura ignorância.

Mas a culpa continuará a ser dos ADULTOS.

De Ricardo Abrantes a 8 de Dezembro de 2015 às 13:47
Bom dia , acho que o que está aqui em questão não é o seu direito á critica, mas sim o modo como o faz. Acho que a senhora deveria tentar expor os seus pontos de vista de uma forma mais construtiva e não com a falta de urbanidade com que o faz, correndo o risco de perder toda a razão da causa que defende. Podemos inclusivé verificar que, do enorme leque de pessoas que partilham da sua opinião, a senhora foi a única que se excedeu no tom dos comentários. Terá,ainda que se lembrar que nem toda a gente é inculta, analfabeta e malformada, e que se se acha tão empenhada na defesa desta causa, desafiava-a a vir um dia junto destes jovens atletas demonstrar o seu ponto de vista , de modo construtivo, e não achincalhando as pessoas na praça pública.
Sem mais
Ricardo Abrantes
De Isabel A. Ferreira a 8 de Dezembro de 2015 às 16:38
Ricardo Abrantes,

Vamos lá a esmiuçar isto.

Primeiro: o modo como faço as “minhas” críticas e exponho os meus PONTOS DE VISTA, faz parte da “TERAPIA DE CHOQUE” a que me vejo OBRIGADA a recorrer, para lidar com uma DOENÇA que anda espalhada por aí, nomeadamente por entre aqueles a quem falta a LUCIDEZ para distinguir o que é da racionalidade do que é da irracionalidade.

Segundo: quem deve ter a preocupação de ser CONSTRUTIVOS são os PROGENITORES e EDUCADORES das jovens patinadoras que FORAM EXPOSTAS PUBLICAMENTE de um modo ignóbil.

Terceiro: Por que é que o meu texto é menos “urbano” do que este?

https://protouro.wordpress.com/2015/12/04/imagens-repugantes-do-ii-festival-de-patinagem-artistica/

E quem é o ENORME LEQUE de pessoas que partilhou a minha opinião?

Quarto: E sim, nem toda a gente é inculta, analfabeta e mal formada. Tem razão. As pessoas CULTAS, INSTRUÍDAS e BEM FORMADAS não necessitam de “terapia de choque”, por motivos óbvios. Mas no caso do Hóquei Clube da Mealhada, não estou a lidar com gente culta, instruída e bem formada, de contrário não teriam exposto as meninas ao ridículo, como expuseram (e estou a falar das mais novinhas, porque das outras já têm idade de ter juízo, e não tiveram).

E veja: quando digo isto, não estou a dizer mais do que o Blogue PRÓTOURO disse.

Depois ainda temos a ignomínia de as meninas andarem na boca dos tauromafiosos, como paus-mandados de uma publicidade infame.

E o que fazem os progenitores? ATACAM-ME A MIM, como se fosse eu que DESVIASSE as meninas para o MAU CAMINHO.

Quinto: Defendo esta causa, que não é só minha, é também a do mundo CIVILIZADO, com as GARRAS DE FORA, sim. É o único modo de AGITAR as MENTES PARADAS no tempo das TREVAS. O único.

Imagine que eu utilizasse falinhas mansinhas. Dissesse que as meninas, coitadinhas, vestiram umas roupinhas de bailarinas, quero dizer, de toureiros (o que vai dar ao mesmo) e andaram a patinar ao som do Paso Doble "A Tourada", fazendo propaganda a uma coisa que os pró-touradas querem à força que seja vista como “arte”?

Ninguém iria ligar nenhuma a isto.

Disse-o de um modo mais chocante. Que é o modo como estes assuntos de baixo nível moral, cultural e social devem ser tratados. E veja: AGITEI AS MENTES ESTAGNADAS NAS TREVAS. Ou não agitei?

E agora das duas uma: ou saem das trevas e EVOLUEM (não tornam a repetir o ERRO) ou decidem ficar nas trevas, apenas porque EU não fui delicadinha, e por pensarem que não é deste modo ARREBATADO, que é o meu, colocando todos os pontos nos IS, que vão mudar o modo de ser primitivo, em que estão mergulhados. E então optam pelas trevas e pela ignorância.

E esse problema já não é meu. Eu fiz a minha parte.
Por último, quero SALIENTAR que não achincalhei ninguém. Se quisesse achincalhar teria utilizado outro tipo de linguagem, como esta, por exemplo:

«Sujeitar jovens patinadoras a mascararem-se de repugnantes torcionárias (…) Se estas meninas soubessem a figura asquerosa que estão a fazer, não aceitariam vestir-se deste modo pantafaçudo… de bailarinazinhas, de calcinha justa e meias cor-de-rosinha, que é o modo de vestir amaricado dos praticantes de selvajaria tauromáquica…».

Leia com olhos de ler o que escrevi no meu texto, Ricardo Abrantes.

E outra coisa: quem expôs as meninas ao ridículo na praça pública, NÃO FUI EU.

EU TER-LHES-IA DITO para não transformarem a patinagem artística (que, na verdade, é ARTE), numa “tourada” onde, ainda que simbolicamente, sacrificaram um ser vivo, um animal como nós, que sofre horrores como nós, ao som de um Paso Doble.

Mas quem as impediu?

Ninguém. Nem sequer os PROGENITORES, que são todos muito boa gente. Não duvido.

Mas EU, que nada tive a ver com a triste figura que essas meninas fizeram, é que tenho de PAGAR pela FALTA DE LUCIDEZ de quem as LANÇOU ÀS FERAS?

Diga-me, Ricardo Abrantes. Por que querem colocar em MIM uma CULPA que é apenas VOSSA?
De Ricardo Abrantes a 8 de Dezembro de 2015 às 21:17
Boa noite
Todas as causas nobres só atingem os seus objectivos quando os seus seguidores têm a capacidade de influenciar os que os rodeiam a participar, tambem, nessa causa nobre, colhendo,assim, apoio para fazer singrar a sua causa;
A sua causa, considero-a nobre, mas acho que a senhora representa-a da pior forma possivel, através daquilo a que chama «Terapia de Choque», mas que não passa de falta de formação intelectual, e falta de capacidade de argumentação;
- Quando refiro que outras pessoas se manifestaram contra este evento, refiro-me a pessoas com quem tive contacto direto e pessoal, que fizeram questão de demonstrar o seu desagrado, só que de forma adulta e educada, e não detrás de um teclado;
-Quanto à sua falta de urbanidade digo-lhe que não é por haver pessoas ainda piores que a senhora, que faz de si um ser humano melhor;
Termino dizendo-lhe que, se a senhora acha que não está a ser incorreta no trato desta questão, deveria rever o seu conceito de boa educação. Sabe que hoje em dia é mais fácil ser mal educado do que se esforçar por ser bem educado, e quem diz o que quer,ouve o que não quer.
Uma pessoa com a sua idade, que eu muito respeito, já deveria saber que as mentalidades não se mudam através da sua terapia de choque, todas as causas têm um lider, que só o é porque tem o poder inato de arranjar seguidores, o que não é o seu caso. Acho que contribuia muito mais para a sua causa, se saisse de detrás desse monitor e apostasse por outra forma de sensibilização.
Desde já me despeço, não sem antes lhe fazer um ultimo reparo:
Em vez do termo «progenitores» sugiro-lhe que utilize antes « filhos». É o mesmo que eu em vez de eu a tratar respeitosamente por« senhora, a tratasse por «fêmea». Acho que não fica tão bem...
Respeitosamente
Ricardo Abrantes
De Isabel A. Ferreira a 9 de Dezembro de 2015 às 18:43
Ricardo Abrantes,

Esta sua retórica não passa disso mesmo: mera retórica, e não me belisca nem um pouco. Outros, antes de si, tentaram agredir-me verbalmente, com retóricas da pior espécie, e não conseguiram, porque a mim só ofende quem eu deixo, além disso EU SEI O QUE ESTOU A FAZER e porque o faço do modo que faço, e já consegui fazer muita mossa no vosso mundinho tauromáquico, podre e cruel.

Falta de formação intelectual e moral, falta de capacidade de argumentação têm aqueles que pretendem DEFENDER o INDEFENSÁVEL. Têm os responsáveis pela EDUCAÇÃO dessas meninas a quem atiraram aos MONSTROS.

Se não conseguiu INTERIORIZAR nada do que aqui já foi dito, o problema é SEU, senhor RICARDO ABRANTES.

Este Blogue passou de Literário a um lugar de LUTA contra a CRUELDADE elevada ao máximo, sobre seres tão indefesos, inocentes e inofensivos como as crianças humanas.

E depois de saber o que sei, de ver o que vi, de escrever o que já escrevi, de publicar estudos e depoimentos de cientistas, e continuar a VER o que VEJO, a ver que ainda há “gente” que OPTA pela IGNORÂNCIA, não tenho obrigação de RESPEITAR, de SER EDUCADA, ou de dar tratamento VIP a quem merece o meu mais veemente desprezo, repugnância e indignação.

E não confunda DESPREZO, REPUGNÂNCIA E INDIGNAÇÃO com FALTA DE EDUCAÇÃO.

Não pretendo ser LÍDER de nada, nem de ninguém.
Vê-se que nada sabe sobre tauromaquia e a REPULSA que essa prática provoca até num Santo. Por muito menos, Jesus Cristo, que era Jesus Cristo, pegou num chicote e fez o que fez.

Pois não sei quem é o senhor, não sei se é estudado, não sei em que qualidade aqui está a comentar (mas gostaria de saber, só para tirar a limpo a ideia que tenho) mas devo dizer-lhe que se não sabe o que são PROGENITORES, mais valia estar CALADO, e não vir para aqui fazer esta figurinha triste, dizendo para eu substituir esse vocábulo por FILHOS. E já agora, fêmea não é sinónimo de senhora.

Mas pode chamar-me tudo o que quiser, porque nunca me atingirá. Já fui chamada de TUDO, e nem um palavrão me atingiu.

E para terminar, veja neste link, a minha resposta ao que diz que EU, mal-educadamente escrevo (segundo o seu ponto de vista, obviamente) quando se trata de tauromaquia:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-culto-da-barbaridade-604584

Não posso fazer POESIA sobre algo tão baixo, tão cruel, tão desumano, tão bárbaro, tão inqualificável, e o qual foi ENALTECIDO pelo Hóquei Clube da Mealhada, que se VERGOU ao lobby tauromafioso, sem pestanejar, e lançou as meninas patinadoras aos MONSTROS.

Elas não têm culpa.

Culpa, têm os seus PROGENITORES, aos quais não chamo PAIS, porque PAIS não lançam as suas filhas a esses MONSTROS.
De Anónimo a 11 de Dezembro de 2015 às 16:22
Cara Isabel Ferreira
Começo a ficar preocupado com a sua demora em responder por esta via ao meu ultimo comentário. Espero que esteja bem de saúde e que nada de grave se tenha passado.
Aguardo ansiosamente pela sua resposta.
Respeitosamente
Ricardo Abrantes

De Isabel A. Ferreira a 11 de Dezembro de 2015 às 18:42
Ricardo Abrantes,

Pois se aguarda ansiosamente a minha resposta, ei-la:

Não fique preocupado com a minha demora em responder a um comentário estúpido, depois de TUDO o que lhe disse e escrevi, porque nem publico, nem respondo a comentários estúpidos.

Não aprendeu nada. Não entendeu nada. E eu não estou para desperdiçar o meu precioso tempo com quem se recusa a ver o óbvio.

Poupei-lhe ter de passar vergonha ao não publicar o outro comentário, apesar de presumir que o seu nome é fictício.

Mas já que insiste, publico este, porque o outro já foi para o lixo.

Eu estou muito bem de saúde física e mental, muito obrigada. E cada vez mais motivada para combater a ignorância, a iliteracia e a incultura que grassa por aí.

Todas as vezes que recebo um comentário como o seu último, penso que cada vez há mais necessidade de fazer todos os possíveis e os impossíveis para acabar com a insciência ENTRANHADA nas peles, uma insciência que não sai nem com algodãozinho, nem com palha-de-aço. O mal deve ser genético.

Então, o que fazer?

Continuar a passar o algodãozinho, quando for o caso, e a lixar com palha-de-aço, quando for o outro caso… até que essa insciência desapareça de vez…

Até porque nada é eterno.
De Ricardo Abrantes a 15 de Dezembro de 2015 às 20:09
Minha cara Isabel
Não me surpreende minimamente que a senhora não tenha publicado o ultimo e-mail que lhe enviei. Aliás, até fico surpreendido em como não tomou essa atitude mais cedo.
A grande vantagem de se ser administrador de um blogue é ter a possibilidade de se publicar apenas o que se quer, e não o que vai contra as nossas ideias, o que nem é o caso. O que para si agora é critério editorial, antigamente chamava-se censura. Muda-se o nome mas a essência é a mesma.
Quanto a evitar que eu passe uma vergonha, não esteja preocupada com isso, deixe os outros leitores do blogue julgar as minhas palavras. Aliás, para quem diz que foi colaboradora de vários jornais, até lhe fica bastante mal essa atitude/mentalidade.
Mais, o que tenho escrito dirige-se principalmente a si. O ser publicado no blogue passa a secundário. Se não pretender publicar mais nada que lhe envie, esteja à vontade.Não vivo disto, mas sei que lá no fundo, algo do que escrevi e que a senhora não publicou lhe fez mossa, apesar de querer fazer passar a ideia de que é superior a todas as criticas que lhe fazem, mas acho que lá no fundo sabe que a causa nobre que defende, só tem a perder com a forma rude e mal educada que usa para a defender. Precisamos de pessoas que consigam fazer passar a mensagem e não de extremistas.Assim, com essa sua atitude, o resultado será exactamente o contrário daquilo que pretende, além deixar ficar mal todos aqueles que defendem a sua causa, mas que o fazem de forma educada. Essa é a verdadeira sabedoria de sabermos influenciar os demais.
E não, não uso nome fictício. Não preciso de me esconder para lhe dizer o que penso de si, das suas atitudes e da minha opinião acerca da Tauromaquia. Mais uma vez lhe relembro que não sou adepto das touradas, mas sou adepto da boa-educação. Neste aspecto, apesar de iletrado, ignorante e inculto, deixo-a alguns quilómetros atrás.
Bem-haja
Ricardo Abrantes





De Isabel A. Ferreira a 16 de Dezembro de 2015 às 12:20
Ricardo Abrantes,

Já que insiste e visto não ter COMPREENDIDO NADA do que escrevi, aqui deixo um link para responder a este seu comentário DESCABIDO:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/358058.html

Estou vacinadíssima contra o ÓDIO dos que pretendem CALAR-ME pela MOSSA que faço com o que escrevo INTENCIONALMENTE.

NADA do que possa dizer-me, me belisca. NADA. Absolutamente NADA.
Aqui, quem faz MOSSA sou EU.

Entendeu agora? Ou precisa de mais provas?
De Jose Carlos a 28 de Dezembro de 2015 às 21:34
Se a minha filha fize-se parte deste espectáculo, fazia-te engolir cada palavra que escreveste. Mente curta.
De Isabel A. Ferreira a 29 de Dezembro de 2015 às 19:54
Mente curta é a sua, que não sabe distinguir um boi de um palácio.

Se soubesse não teria feito este comentário ESTÚPIDO.

Leia e instrua-se.
A falta de leitura e instrução é o vosso grande MAL.

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