Quarta-feira, 18 de Maio de 2016

PROTESTO DA IRMANDADE DO DIVINO ESPÍRITO SANTO DA MÃE DE DEUS, A PROPÓSITO DO MEU TEXTO «DENÚNCIA AO CUIDADO DO PAN (AÇORES)»

 

O texto que deu origem a este protesto pode ser recordado neste link:

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/denuncia-ao-cuidado-do-pan-acores-640860

 

TOURO AÇORES.jpg

O Touro a sangrar (tinha uma argola enfiada nas narinas). Alguém chamou-lhe “piercing”, acrescentando que os humanos também usam “piercings”. Ainda que fosse. Só que os humanos usam “piercings” de livre e espontânea vontade, e o Touro usa ARGOLAS obrigado. Isto será coisa de gente civilizada, torno a perguntar.

 

 

Eis o conteúdo do protesto:

 

«Boa tarde,

 

A Irmandade do Divino Espírito Santo da Mãe de Deus, vem por este meio expressar o seu profundo descontentamento pela notícia apresentada no vosso Blog do passado dia 11/05/2016.

 

Informamos que a notícia, ou melhor, o texto elaborado da notícia não corresponde à verdade.

 

A ideia transmitida no vosso texto faz referência a maus tratos e violência ao animal, e é falso.

 

Mais uma vez informo que a verdade do acontecimento foi a seguinte: esta família, fez uma oferta ao Divino Espírito Santo, ou seja, o referido animal. Por ser um animal de grande porte, geralmente é aplicada uma argola na narina aos 2 anos de idade, sempre que o animal apresenta ameaça ao tratador/agricultor. Este animal tinha 4 anos de idade, ou seja, já tinha a referida argola à mais de dois anos, colocada pelo proprietário/agricultor a quem a família comprou o animal. Neste dia, o animal foi descarregado e amarrado em frente à moradia da referida família. Por ser um ambiente diferente para o animal, e também por ser um animal de grande porte, o mesmo animal com a força que fez, rebentou a tal argola, sem que alguém toca-se nele, e feriu a narina, e na respiração do animal, foi projectado algum sangue deste corte.

 

NÃO HOUVE MAUS TRATOS AO ANIMAL.

 

E mais, estava presente um agente de autoridade com a nossa Irmandade, que pode comprovar a justificação acima apresentada.

 

A nossa Irmandade, vem mais uma vez por este meio, solicitar a correcção da referida notícia, ou até mesmo a sua eliminação.

 

A nossa Irmandade está disposta a tudo, pela verdade, sobre esta matéria e contra os argumentos apresentados no vosso texto/Blog.

 

Com os meus melhores cumprimentos,

 

Carlos Vieira»

 

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático, não estando abrangidos erros gramaticais).

 

***

Exmo. Senhor Carlos Vieira,

 

Em primeiro lugar, agradeço este protesto, pois vai dar-me oportunidade para esclarecer alguns pontos importantes.

 

O senhor diz: «A ideia transmitida no vosso texto faz referência a maus tratos e violência ao animal, e é falso

 

Bem… se o que vemos na foto não são maus tratos e violência ao animal, o que será? Mimos? Delicadezas?

 

Um inocente, inofensivo e indefeso animal, acuado numa rua, amarrado a um muro, com uma argola enfiada nas narinas, entre uma poça do seu próprio sangue não será, por si só, uma violência?

 

Só se for nos Açores.

 

Em qualquer parte do mundo civilizado isto é uma violência, por não ser natural que um bovino esteja amarrado numa rua.

 

Primeiro, porque o animal não está no seu habitat natural, está amarrado a um muro, com umas cordas, com uma argola enfiada nas narinas, e isso, por si só, já constitui uma violência.

 

Segundo, porque o animal está a sangrar devido a um corpo estranho ao seu próprio corpo, que lhe foi enfiado nas narinas sem o seu consentimento, o que é outra violência.

 

Mas o senhor Carlos Vieira diz ainda que a «verdade é que esta família (suponho que seja a proprietária do animal) fez uma oferta ao Divino Espírito Santo, ou seja, o referido animal.»

 

Esta família ou outra qualquer poderia ofertar ao Divino Espírito Santo qualquer outra coisa, como arrecadas de ouro, sacos de batatas, pipos de vinho, excepto um animal vivo, retirado do seu habitat natural e manietado com cordas.

 

A Irmandade do Divino Espírito Santo da Mãe de Deus devia ser a primeira a dar o exemplo cristão e recusar tal oferta, por ir contra o preceito máximo que Jesus Cristo deixou aos homens: «não faças aos outros (e nestes outros estão incluídas todas as criaturas de Deus, animais não humanos também) o que não gostas que te façam a ti.

 

Naturalmente nenhum dos senhores da Irmandade gostaria de estar no lugar daquele bovino amarrado com argolas nas narinas. Certo?

 

E a tentativa de justificar o injustificável continua: «Por ser um animal de grande porte, geralmente é aplicada uma argola na narina aos 2 anos de idade, sempre que o animal apresenta ameaça ao tratador/agricultor.»

 

Ameaça????

 

Um animal manso, herbívoro, pacato, ruminante, que se o deixarem a pastar tranquilamente no campo, não faz mal nem sequer a uma mosca, que espécie de ameaça pode representar ao seu tratador se esse tratador o tratar bem? Será ameaça para se defender dos seus torturadores… aliás, como qualquer dos irmãos da Irmandade se alguém os atacasse.

 

Nenhum bovino precisa de argolas nas narinas, para coisa nenhuma. Isso não é da natureza deles.

 

E o senhor Carlos Vieira diz ainda mais esta, com um desplante como se tudo isto fosse muito natural: «Neste dia, o animal foi descarregado e amarrado em frente à moradia da referida família (o que, só por si, já constitui uma violência contra o animal).

 

E arremata: «Por ser um ambiente diferente para o animal, e também por ser um animal de grande porte, o mesmo animal com a força que fez, rebentou a tal argola, sem que alguém toca-se nele, e feriu a narina, e na respiração do animal, foi projectado algum sangue deste corte.»

 

Exactamente: o animal estava fora do seu habitat natural, num ambiente diferente. Assustado. Descarregado (o termo é seu), sabe-se lá como! Amarrado (qual o animal, seja humano ou não humano, que gosta de estar amarrado? Isto é uma violência). Fez força… resta saber como e porquê? Rebentou a tal argola, sem que alguém TOCASSE nele… e pronto… feriu as narinas, muito naturalmente, e também muito naturalmente foi projectado algum sangue. Uma insignificância. Coisa pouca, nem deu para notar… como podemos ver na imagem.

 

NÃO HOUVE MAUS TRATOS AO ANIMAL diz o senhor Carlos Vieira. Não. O que fizeram a este indefeso animal foram mimos. Vejamos então.

 

- Foi delicadamente retirado do campo, com uma argola enfiada nas narinas.

- Amarrado a uma corda.

- Descarregado em frente à casa de uma família (como se fosse um saco de batatas?).

- Assustado, o animal agitou-se, a tal ponto que se magoou e esvaiu em sangue, como a foto demonstra.

 

E não houve maus tratos ao animal? O que seria então, se houvesse maus tratos?

 

«E mais…», diz o senhor Carlos Vieira, «estava presente um agente de autoridade com a nossa Irmandade, que pode comprovar a justificação acima apresentada». Como se isto sirva de justificativa para o  injustificável, ou seja, fazer de um animal indefeso, uma “coisa” para ofertar ao Espírito Santo que, se pudesse manifestar-se, diria tudo o que eu já disse.

 

E agora vem o mais surpreendente:

 

«A nossa Irmandade, vem mais uma vez por este meio, solicitar a correcção da referida notícia, ou até mesmo a sua eliminação».

 

Pois já dou como corrigida a “notícia”, que não é só minha. Corre pela Internet do mesmo modo que neste Blogue.

 

Quanto à sua eliminação, por alma de quem deveria ser eliminada?

 

E se a vossa Irmandade está disposta a tudo, pela verdade, sobre esta matéria e contra os argumentos apresentados no meu Blogue, a autora do Blogue também está disposta a tudo, pela verdade.

 

E a verdade é que a Irmandade do Divino Espírito Santo da Mãe de Deus deveria seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e pôr em prática o exemplo de São Francisco de Assis, que tinha os animais não humanos, como seus irmãos (que também são meus irmãos, por isso os defendo com as garras de fora) e não permitir que façam a um bovino indefeso, inocente e inofensivo, o que não gostariam que vos fizessem a vós, porque, repito, é uma violência arrancar do pasto, um bovino, com uma argola enfiada nas narinas, descarregá-lo numa rua, e amarrá-lo com uma corda a um muro, para servir de “oferta” ao Espírito Santo, que não lhe fará bom proveito.

 

E esta violência não fui eu que a inventei.

 

E repito: isto é a maior demonstração do atraso civilizacional em que ainda está mergulhado o arquipélago dos Açores, em pleno século XXI depois de Cristo.

 

E não sou eu que o digo. Aprendi isto com Mahatama Gandhi - a Grande Alma.

 

GANDHI.jpg

 

E o animal que esta imagem nos mostra foi efectivamente maltratado, e não importa os meios ou os fins, porque nem uma coisa nem outra justifica o animal estar ali amarrado, com uma argola enfiada nas narinas.

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:39

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Comentários:
De Carlos icardo a 18 de Maio de 2016 às 20:46
Mais uma vez, milhões de aplausos á Isabel A. Ferreira !!!
Quem poderá, depois de ler este artigo, continuar a dizer que este bovino não foi violentado ?
E, já agora, esta Irmandade, que diz que não escreve de acordo com o Acordo Ortográfico (o que acho muito bem), devia ter cuidado com os exageros de escrita:
1.- "...á mais de 2 anos..." Este "á" é, HÁ MAIS de 60 anos escrito com H !!
2.- "...sem que alguém toca-se nele..." - Também, HÁ MAIS de 60 anos este tempo do verbo, no contexto do escrito pela Irmandade, escreve-se: "TOCASSE".
O resto do texto da Irmandade está de acordo com os erros de gramática que enunciei !!

Espero que aprendam com o que eu disse, mas fundamentalmente com o que a Isabel vos respondeu !!
De Isabel A. Ferreira a 19 de Maio de 2016 às 11:33
Também espero que aprendam, não só a lição de Português, como também o que tentei transmitir-lhes.

Obrigada, Carlos Ricardo.

De Arsénio Pires a 19 de Maio de 2016 às 00:57
Estou estupefacto com esta mensagem da tal Irmandade. Ao lê-la fiquei enojado. O que ali se diz parece tirados da Idade Média! Oferta de animais ao Espírito Santo? Mas o que é isso?!
Estamos no tempo dos sacrifícios aos deuses!
Isto tem alguma coisa a ver com a religião de Jesus Cristo?!
Quem, com dois dedos de testa, pode acreditar numa "religião" destas?
Maltratar animais (como fizeram a este!) para aplacar os deuses é coisa da Idade do Calhau. Será que os Açores, por serem ilhas, ainda não se deram conta de que estamos no século XXI?
Isto assim dito ultrapassa toda a normalidade: oferecer vacas aos Espirito Santo!
Não há paciência para tanto atraso civilizacional
É que não há MESMO!
De Isabel A. Ferreira a 19 de Maio de 2016 às 12:13
Também fiquei estarrecida ao receber o protesto da Irmandade.

Parecia que estava a ler um documento da Idade Média (e já li muitos, nos meus estudos de História).

Mas se dissermos que têm um ATRASO CIVILIZACIONAL caem-nos em cima como urubus em carne morta.
De Arsénio Sousa Pires a 19 de Maio de 2016 às 14:27
Até podem cair-nos em cima. Mas o que é isto senão um enorme ATRASO CIVILIZACIONAL?
Nem já no tempo de Jesus havia HECATOMBES deste jeito!
Uma VERGONHA para Portugal.
Uma VERGONHA para o Mundo.
Nada mais.
De Isabel A. Ferreira a 19 de Maio de 2016 às 14:37
É verdade Arsénio. E não será por causa dos maus fígados dos que usam e abusam de animais pacatos, e indefesos, que nos vamos calar.

Realmente, isto envergonha TODA a Humanidade.
De Luis Amaral a 19 de Maio de 2016 às 22:45
Quanto a "isto"...passo a citar...E repito: isto é a maior demonstração do atraso civilizacional em que ainda está mergulhado o arquipélago dos Açores, em pleno século XXI depois de Cristo...(palavras suas) e respondendo-lhe a "isto" como Açoreano que sou e com o orgulho de ter nascido nesta região... tinha muito para lhe dizer mas não me vou esticar nos comentários porque para pessoas como voçê a única coisa que tenho para lhe dizer é o seguinte: Nunca discuta com pessoas ignorantes, elas vão te arrastar ao nível delas e ganhar por experiência "Mark Twain"
De Isabel A. Ferreira a 20 de Maio de 2016 às 10:48
Não retiro uma vírgula naquilo que escrevi.

E faz muito bem em não querer vir para aqui discutir com uma ignorante como eu, porque só iria enterrar-se cada vez mais.

O ATRASO CIVILIZACIONAL em que vive um povo que ainda não saiu da Idade Média, mantendo activos costumes bárbaros, desadequados ao Século XXI depois de Cristo, é um dado adquirido UNIVERSAL. Sabia?

E talvez também não saiba que se você tivesse 1% da minha ignorância, seria um sábio.

Não pense que me atinge com as suas observações. Todos os lutadores que viveram antes de mim, e com quem aprendi o que sei hoje, também passaram pelos ataques de quem não evoluiu e tem uma incapacidade monumental de ver o óbvio.

Tente evoluir. Não custa nada. Para poder discernir de quão ridículo é o seu comentário. Sabe porquê?

Porque não sou eu que vivo enfiada num buraco escuro, com os pés fincados no tempo das trevas.

Eu vivo no ano 2016 d.C.
De Mary a 20 de Maio de 2016 às 00:21
Tu querias era ser uma vaca por isso que estás com essas frescuras todas! A Irmandade ainda te foi responder, ela devia era te mandar à favinha enquanto a ervilha não enche. Eu queria era te ver à frente de um bovino desses com as tuas técnicas de auto defesa para ver se te safavas. Dás-me pena ...
De Isabel A. Ferreira a 20 de Maio de 2016 às 10:53
Reparem na elevação cultural e intelectual deste comentário, de uma Mary que já andou por aqui como um indivíduo do sexo masculino...

Depois não gostam que lhes chamemos broncos, incultos, atrasados...

Este comentário é a maior prova disso.

Obrigada, Mary, por vir dar-me razão.
De Anónimo a 20 de Maio de 2016 às 13:28
Olá Isabel,
Sou continental e trabalho em Vila Franca do Campo, na Ilha de São Miguel, nos Açores.
Admiro muito todo o teu trabalho em defesa dos animais.
Durante vários anos tenho acompanhado esta tradição do Espírito Santo.
Vivemos num país livre, e todos têm direito a uma opinião.
A minha opinião é muito simples, tratou-se de um ato isolado, um acidente.
Estas Irmandades recebem de graça para darem de graça, "recebei de graça, dai de graça".
A sua missão é ajudar famílias, distribuindo "pensões" , é o termo utilizado cá. Cada "pensão" é composta por carne, pão, Massa sovada e vinho. Tudo isto é distribuído a mais de 300 famílias e a mais de 1000 pessoas, tudo de forma gratuita.
Conheço os membros da Irmandade, são pessoas honestas e defensoras dos animais. Certamente não queriam que isto acontece-se ao tal animal. Porque desde que me lembro nunca aconteceu.
Louvo o teu trabalho Isabel, mas também louvo o trabalho destas pessoas que trabalham no duro em prol de outras pessoas.
Talvez as pessoas tenham exagerado em algumas afirmações, mas compreendo, visto que a imagem da foto é fala por si.
Devo dizer também, que não considero o texto da Irmandade enviado para ti como protesto, mas como esclarecimento.
Conheço muito bem o sr. Carlos Vieira, é um homem de fé, crente, muito honesto e defensor dos animais. Considero que algumas afirmações proferidas no blog sobre ele sejam injustas. Ele apenas tentou explicar o sucedido, talvez não tenha sido muito explícito.
Isabel, digo-te que os animais neste dia vão em desfile, em clima festivo, sem violência alguma. Depois uns regressam aos seus pastos e os outros são abatidos, no Matadouro, para as tais "pensões".
Isabel és uma pessoa de bem, mas eles, a Irmandade também são, posso comprovar isso.
Falei com um dos membros da Irmandade, eles estão tristes, não queriam que isto tivesse acontecido. Ele disse-me que terão mais atenção na subida e na descida dos animais no próximo ano e que a questão das tais argolas nas narinas, vão informar-se junto das autoridades competentes na ilha se devem ou não ser aplicadas pelos agricultores.
Ouvi relatos, que na ilha de São Miguel, já houve mortes de agricultores, em plena pastagem, de animais destas dimensões. Por isso o motivo da sua colocação.
Devo dizer que alguns animais são mesmo agressivos, vi com os meus próprios olhos. Um outro animal este ano, não saiu do atrelado para não magoar ninguém, ordem a Irmandade.
Sou Continental, mas respeito os Açorianos.
Sei o que digo, espero que tenho esclarecido algo mais sobre este assunto.
Isabel desejo-te tudo de bom.
À Irmandade também desejo a maiores felicidades.
Agora é tempo de paz...
E tal como se diz aqui "VIVA O ESPÍRITO SANTO"
De Isabel A. Ferreira a 20 de Maio de 2016 às 19:17
A resposta a este comentário está no seguinte link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/ainda-a-questao-do-protesto-da-643389

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