Sexta-feira, 14 de Junho de 2024

Portugal não é a casa da mãe joana

 


O que aqui se vai tratar nada tem a ver com racismo ou xenofobia de parte a parte: de cá para lá, ou de lá para cá, mas tão-só com bom senso, aquele bom senso que faz evoluir um País, não fazendo dele um território cheio de gente infeliz. 
 

Tem a ver com regras, que deverão ser cumpridas, para que não se ande a meter o Rossio na Betesga, obrigando os que vêm para Portugal, com boas intenções, procurar uma vida melhor AQUI, a dormir em tendas pelas ruas e jardins, porque não há casa para todos, e as que existem custam os olhos da cara, os empregos até vão existindo para os que vêm de fora, porque os de dentro preferem viver à custa dos subsídios de desemprego, pagos com o dinheiro de todo os portugueses que se esfalfam a trabalhar, para outros andarem, por aí, à boa-vida.

Há os que vêm de fora, com a intenção de receberem a nacionalidade portuguesa, para terem privilégios , ou saltarem borda fora para a Europa dos sonhos deles. E isto não é bonito.

Portugal sempre foi um país territorialmente pequeno, tão pequeno que motivou os portugueses a virarem-se para o mar e procurar outros mundos. E que nós saibamos, o território português não esticou, e Portugal já não tem colónias, e cá dentro não cabe um mar de gente...


Querer encher Portugal de gente para lhes dar o desconforto das ruas, migalhas e maus-tratos, não é algo de um País que preze os direitos humanos.

Daí que  Portugal, não sendo a casa da mãe joana, não pode escancarar as portas e convidar uns e outros para virem para cá, apenas porque são bem-vindos. Bem-vindos até poderão ser, mas depois é que são elas: não há lugar para todos.


Por isso é tão importante que haja regras na imigração. E os que não gostam de regras, porque lhes atrapalham as intenções, melhor será pensarem duas vezes antes de darem um passo no escuro. 

 

E os governantes têm de saber gerir esta onda de imigrantes que vêm quase todos de países gigantescos. O que se precisa é de boas-políticas nos países de origem, para que os autóctones não tenham de emigrar, e possam viver com qualidade de vida na terra deles, porque nenhum país, por mais rico que seja (o que nem sequer é o caso de Portugal) e mais acolhedor que também seja, é melhor do que o nosso próprio País, quando este tem governantes com capacidade para dar felicidade ao seu Povo.

Eis aqui um link para a 

Declaração Universal dos Deveres dos Governantes

e vejam o que falha em Portugal e nos Países dos imigrantes que para cá vêm a sonhar com o Eldorado.
 

***

Ouvir aqui as preocupações do Brasil:

https://sicnoticias.pt/curtas/2024-06-12-video-governo-brasileiro-apreensivo-com-o-endurecimento-das-regras-da-imigracao-em-portugal-7b91b815

 

Casa da mãe joana.PNG

 

Melhor faria o governo Brasileiro oferecer condições a todos os Brasileiros, para que estes possam viver tranquilamente e com qualidade de vida no imeeeeeeenso Brasil cheio de riquezas, que Portugal lhes deixou. E quem diz Brasileiros, diz todos os outros imigrantes que deixaram os seus países devido às más-políticas dos respectivos governantes.

Melhor faria o governo português dar aos Portugueses, que emigraram, melhores condições para que regressem a  Portugal e possam cá viver com qualidade de vida, e deixem de estar a sustentar malandros, com os subsídios de desemprego.

Afinal, NÃO falta emprego em Portugal. O que falta é dar condições a quem quer trabalhar, e penalizar quem não tem vontade de trabalhar.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:28

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Comentários:
De O apartidário a 14 de Junho de 2024 às 20:14
"Melhor faria Portugal dar aos Portugueses, que emigraram, melhores condições para que regressem a Portugal " ------------------ Isso é que era ,mas era preciso que houvessem líderes políticos capazes(em nome do país e do seu futuro) para levar à prática tal empreendimento.
De Isabel A. Ferreira a 15 de Junho de 2024 às 16:40
O grande, o enorme, o principal problema do nosso desventurado País é NÃO termos líderes políticos com discernimento suficiente, para que pugnem pelos interesses de Portugal e dos Portugueses.

Vão para a política, porque não são bons nas suas profissões. Vão agarrados aos partidos, cheios de gente com interesses particulares. E é a esses que eles servem: os grupos de pressão económica.

Fazem orelhas moucas às vozes do Povo, como se não tivessem obrigação de SERVIR esse Povo.

Gostam de andar por aí a pavonear-se, porque isto de ser ministro ou deputado ou presidente dá-lhes um certo estatuto. E se são maus no cargo, o que importa? O que importa é que estão no poleiro e fazem o que bem entendem, ganhando bons salários à nossa custa, e tendo mordomias que mais ninguém tem.

Depois queixam-se da elevada abstenção.

De O apartidário a 18 de Junho de 2024 às 17:18
Queixam-se mas cinicamente,pois a abstenção tem servido bem aos partidos que continuam a dividir o poder político (como se constatou mais uma vez nestas europeias) cá no Rectângulo e apanhar os lugares disponíveis lá fora em Bruxelas Estrasburgo.
De Isabel A. Ferreira a 20 de Junho de 2024 às 15:46
Ora nem mais.
A abstenção alimenta os que estão no Poder.
Para eles é um pratinho de arroz doce.

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