Quinta-feira, 24 de Julho de 2014

MATA APOIA A CLASSIFICAÇÃO DA TOURADA À CORDA COMO PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

 

«Rir é melhor do que chorar, diz o Touro…»

 

 

(Origem da foto: Internet)

 

A ilha Terceira é a ilha dos Açores onde ao longo da sua história mais nobres concentrou, de tal modo que foram eles que carinhosamente souberam manter, até aos dias de hoje, as touradas à corda para entreter o povo ignorante.

 

Nós que gostamos de touradas à corda vimos manifestar o nosso apoio a todos os que estão a preparar a Candidatura das mesmas a património dos Açores e da Humanidade, através da Unesco.

 

A somar a todos os argumentos já apresentados pelo distinto jurista que lidera este imparável movimento que irá colocar a nossa Terra em local cimeiro do Planeta, vimos sugerir os seguintes:

 

1- Ao contrário do que até então foi defendido por muitos historiadores, ignorantes na história dos Açores, a tourada à corda surgiu neste arquipélago antes da chegada dos portugueses e dos espanhóis. A partir daqui e na Idade da Pedra foi levada para a Europa como se poderá provar pela imitação das nossas touradas que existe em algumas regiões de Portugal continental e em Espanha;

 

2- Depois de criada a tourada à corda por nobres terceirenses, a Rainha Santa Isabel achou por bem inventar as festas em honra do Espírito Santo ligando-as às touradas. Assim, hoje, é possível falar numa nova Trindade que associa as touradas à corda, as festas do Espírito Santo e o lançamento de roqueiras (foguetes);

 

3- A tourada à corda é a única actividade que promove a distribuição da riqueza já que permite retirar ao povo, quer directa quer indirectamente através dos apoios governamentais ou das autarquias, dinheiro para dar a ganadeiros carenciados;

 

4- A tourada à corda é a actividade para-desportiva que, nos Açores, mais feridos e mortes, entre os humanos, faz anualmente ao longo de vários séculos, sendo, portanto uma actividade que deve prosseguir a todo o custo;

 

5- Sem as touradas à corda da Terceira, apenas um pequeno número de touros seria torturado barbaramente nas praças. Com ela mais touros são suavemente maltratados e como sabemos o touro se quiser ser salvo da extinção tem de ser torturado;

 

6- Na sequência do ponto anterior, não havendo tortura não havia touros inteligentes na Terceira já que são os únicos no mundo que são capazes de, por um lado, distinguir as plantas endémicas não as pisando e, por outro, proceder à sua sementeira nas épocas adequadas;

 

7- A tourada à corda é a única actividade capaz de acabar com as rivalidades doentias entre as ilhas, pois une todos os açorianos amantes da tortura, sejam as vítimas humanas ou não humanas.

 

Ilhéus das Cabras e dos Mosteiros, 15 e 16 de Julho de 2014

 

MATA (Movimento Açoriano pela Tortura de Animais)

 

http://www.rtp.pt/acores/?article=36964&visual=3&layout=10&tm=10

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:27

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Comentários:
De Arsénio Pires a 28 de Julho de 2014 às 18:51
"Taurinidade"!!! Com esta é que os tauricidas nos arrumaram!
Imbecilidade é que é, tauricidas! IMBECILIDADE!
De facto, o touro é que tem razão:
- É melor rir do que chorar.

Ai MATA, mata!
De Isabel A. Ferreira a 28 de Julho de 2014 às 21:33
Verdade, Arsénio.
Esta é para rir.

De Jay Nandi a 30 de Julho de 2014 às 14:24
Património Mundial da Imbecilidade!
De Isabel A. Ferreira a 31 de Julho de 2014 às 09:55
A tourada à corda na Ilha Terceira sempre foi Património Mundial da Imbecilidade, Jay.

Agora querem apenas uma confirmação da UNESCO.

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