Comentários:
De Julia a 27 de Maio de 2016 às 17:30
"Hoje é dia dos limianos incultos (porque os há cultos)". Boa! Já aprendeu a limitar os seus insultos para a parte da população que adere às tradições tristes. Mas surgiu-me uma terrível dúvida: porque é que não utilizou a mesma limitação no momento em que criticou arduamente todos os açoreanos? Saiba que nem todos aderem às tradições dos desfiles de touros! Então? Só somos incultos e atrasados e um povo do terceiro mundo porque vivemos em ilhas localizadas no meio do oceano Atlântico? Somos ilhas selvagens? Perdidas? É só porque não colidimos com Portugal Continental? Vejo aqui muita falta de moral... Os seus argumentos são demasiado subjetivos e, como já referi em outro comentário (que, por acaso, não foi aceite) isso torna as suas defesas falaciosas, sem fundamento credível. Compreendo a sua revolta, perfeitamente! Mas não deixe que a sua revolta interfira na sua opinião, pois apesar de se tornar insignificante, torna-se polémica, pelas piores razões :)
De Isabel A. Ferreira a 28 de Maio de 2016 às 16:37
Olhe Julinha,

Primeiro, eu não aprendi nada, porque convosco nada se aprende.

Segundo: o que eu escrevo não são INSULTOS. São DENÚNCIAS de maus-tratos a bovinos, para divertir sádicos broncos.

Terceiro: acrescentei (“porque os há cultos”, porque vocês são tão incultos, que mesmo lendo LIMIANOS INCULTOS ou AÇORIANOS INCULTOS, não se apercebem de que eu estou a referir-me APENAS aos INCULTOS e não aos outros, aos CULTOS.

Quarto: LIMIANOS e AÇORIANOS INCULTOS são todos farinha do mesmo saco.

Quinto: só enfia a carapuça quem se sentir BRONCO e INCULTO. Os outros, por que haveriam de vestir uma carapuça que não lhes serve?

Sexto: os meus argumentos, não são argumentos, nem opiniões, nem gostos. Eu apenas DENUNCIO FACTOS REAIS. Não invento nada. E a denúncia é um DEVER CÍVICO. Sabia?

Sétimo: o que vocês todos, açorianos e limianos INCULTOS, acham a meu respeito, só vos diz respeito. Estou-me nas tintas para o que vocês ACHAM (porque se pensassem não diziam o que dizem, mas enfim, direi o que disse Gandhi (se sabe quem é Gandhi) que lutou por grandes causas: «primeiro ignoraram-te; depois riem-se de ti; depois atacam-te; e no fim tu vences».

Pois fique sabendo, Julinha, que já passei pela fase do ignorarem-me, do rirem-se de mim, estou na do me atacarem, MAS NO FIM VENCEREI.

E já estou muito, muito perto de VENCER.

Por isso, nada nem ninguém me fará DESISTIR.
Percebeu?

De Anónimo a 27 de Maio de 2016 às 18:42
Labrega! Devias aprender mais sobre Tradições Seculares!
De Isabel A. Ferreira a 28 de Maio de 2016 às 16:09
Eis o que a labrega aprendeu sobre as “tradições seculares”, ou seja, sobre os COSTUMES BÁRBAROS seculares.

- Circo Romano (abolido)
- Pena de morte (abolida)
- Escravidão (abolida)
- Tribunal da santa inquisição (abolido)
- Vaca das cordas em Ponte de Lima (será abolida brevemente).

E se a pena de morte por enforcamento não tivesse sido abolida, muitos limianos INCULTOS seriam candidatos a morrer na forca.

E haveria um magote de gente também inculta, com risos a mostrar uma fileira de dentes podres, a aplaudir essa “tradição” secular, como acontecia na Idade das Trevas.

Quer mais, ou chega, limiano sem nome?
De Ruth Martins a 28 de Maio de 2016 às 07:25
Pobre animal.... Mas quem o trata dessa maneira.... Ainda consegue ser mais..... Irracional!!!
De Anónimo a 28 de Maio de 2016 às 15:24
Dona Isabel A. Ferreira. Só lhe faço esta pergunta. Você é Santa?
De Isabel A. Ferreira a 28 de Maio de 2016 às 19:20
Mas que pergunta mais interessante! Apetece-me responder.

Assim, santa, santa de altar não sou, porque ainda não morri. Mas nunca serei santa, no mais restrito significado da palavra, porque quando morrer, tenho certeza absoluta que os padres da igreja católica não me proporão para santa, pelo contrário, excomungar-me-ão, e se hoje ainda existisse a SANTA inquisição eu arderia como uma tocha na fogueira.

Quem sabe da minha santidade, com toda a certeza, é Deus. E se morresse hoje, neste momento, agora, não teria medo de olhar nos olhos de Deus. Nunca fiz mal a ninguém; nunca prejudiquei ninguém; nunca torturei nenhuma das suas criaturas; procuro seguir a Lei Natural, com a mais pura naturalidade. Por vezes uso o CHICOTE para chicotear as mentes entorpecidas que se recusam a evoluir… mas se até Jesus, que foi o Cristo, chicoteou os vendilhões do Templo, pelas costelas abaixo, porque não poderei eu, simples mortal, chicotear as mentes?

Eu limito-me a DEFENDER as criaturas de Deus, mais desprotegidas do Universo: os animais que, por não serem considerados humanos, são massacrados desumanamente pelos animais ditos humanos.

Respondi à sua pergunta, senhor sem nome?
De L a 28 de Maio de 2016 às 22:43
Sinceramente, este blog ainda é pior do que as mulheres do mercado do bulhão a vender peixe.
Primeiro você não tem carácter e personalidade nenhuma para criticar a tradição de um povo.
Segundo, isto virou a circo, ao qual você crítica e não sabe ouvir.
Terceiro, você tem que respeitar as ideias de qualquer pesoa/tradições de quaquer pessoa ou povo é não andar por aí a insultar ninguém.
Quarto, só lá vai quer e quem gosta, quem não gosta que fique de fora! Ou seja se você não gosta, não vá lá, porque não é bem vinda.
Quinto, as tradições são mantidas pelos gostos das pessoas, pois se elas as mantêm, de certeza que elas são mais cultas do que você, seja ela a tradição que for.
Poderia inumerar muitas mais coisas, mas não vale apena, porque você não tem educação, não tem carácter para criticar o quer que seja.
E como já lhe disse só lá vai quem gosta, quem não gosta que não vá e que não insulte ninguém...
Porque pessoas como você não fazem falta
De Isabel A. Ferreira a 29 de Maio de 2016 às 18:44
Bem, se a estupidez matasse, o autor deste comentário estaria morto.

Primeiro: eu tenho TODA A AUTORIDADE de DENUNCIAR (o que eu faço não é criticar) o COSTUME (não tradição, porque a tradição dignifica o Homem, e ISTO desclassifica-o) bárbaro, primitivo, medieval, e bruto que é a vaca das cordas.

Segundo: se isto virou um circo, que faz disto um circo são os parvos que vêem, para aqui comentar irracionalidades. E se há uma coisa que me tira do sério é a IGNORÂNCIA POR OPÇÃO, como a vossa.

Terceiro: eu não insulto ninguém. Chamar diabo ao Diabo não é insulto. É dizer a verdade.

Quarto: só lá vai quem quer e é estúpido. E eu jamais sujaria os meus sapatos no chão das ruas de Ponte de Lima para assistir a uma prática imbecil, como essa, a cheirar a vinho, a bosta, a urina, a suor. Deus me livre! Vi isso uma vez num vídeo e VOMITEI.

Quinto: 0s costumes bárbaros (não tradições) são mantidos pela IGNORÂNCIA e unicamente pela IGNORÂNCIA dos INCULTOS, e isto é um dado universal.

Sexto: estou-me nas tintas para o que os INCULTOS pensam a meu respeito, porque isso não me diz respeito. Fiquem lá com a vossa miséria moral, cultural e social, que eu fico, NÃO com a MINHA razão, mas com a RAZÃO UNIVERSAL.
De João Pedro Amorim Abreu a 29 de Maio de 2016 às 16:11
Não irei aqui defender nem ofender a vaca das cordas.
Sobre esse assunto, acho que a senhora já disse o que tinha a dizer e talvez um pouco de mais e exagerado.
Com todo o respeito, mas a senhora ultrapassa o limite, sendo em alguns comentários e durante o artigo também rude e mal educada.
Não, não me serviu a carapuça, sou limiano e com gosto, e admito com pena que esta prática é antiquada.
Para acabar só lhe queria fazer uma pergunta, e espero que responda com sinceridade, a senhora come qualquer tipo de carne?
De Isabel A. Ferreira a 29 de Maio de 2016 às 18:29
Ó João Pedro Amorim Abreu, e eu tenho de responder a uma pergunta tão parva?

Vocês não me deixam margem para ser DELICADA.

Como posso ser DELICADA com gente que não sabe DISCERNIR?

Lêem todos pela mesma cartilha RETRÓGRADA e não sabem distinguir coisa nenhuma.

E se há alguma coisa que me tira do sério é este tipo de ignorância.

Primeiro: NÃO SOU EU QUE ULTRAPASSA LIMITES. Quem ULTRAPASSA OS LIMITES são os praticantes, os apoiantes, os promotores, os que aplaudem a ESTUPIDEZ da vaca das cordas, que não pode ser tratada da mesma forma que se trata um espectáculo de Ballet Clássico. Ou pode?

Segundo: quem é MAL-EDUCADO, MALFORMADO, IMORAL, PRIMITIVO, INCULTO, BOÇAL, BRONCO é quem pratica, apoia, promove, aplaude a ESTUPIDEZ da vaca das cordas. E lá tenho eu de me repetir.

Terceiro: claro que ENFIOU A CARAPUÇA, se não tivesse enfiado, não viria para aqui ACHAR que a linguagem que utilizo para designar a SELVAJARIA da vaca das cordas é rude e mal-educada, quando a minha linguagem traduz com exactidão o que é essa prática de BRUTOS. E não sou só eu que o digo.

Quarto: chegámos à pergunta PARVA. Sim, PARVA. Muito PARVA. E sabe porquê? Porque ainda que eu comesse carne (e já respondia isto milhares de vezes) o fiofó nada teria a ver com as calças (se é que me entende), porque uma coisa é USAR e ABUSAR de um SER SENCIENTE para se DIVERTIREM COM BRUTALIDADE, outra coisa é a alimentação.

Ninguém com um pingo de massa cinzenta, se diverte a TORTURAR um animal e depois de o torturar q.b. mata-o para o COMER.

Só os IMBECIS fazem isto.

E sabe o que mais: EU NÃO COMO CARNE DE ESPÉCIE ALGUMA. E sabe porquê? Porque EU SOU UM ANIMAL como eles, com um ADN semelhante ao deles. Porque haveria de comer carne com sabor à minha própria carne? Dá-me náuseas só de pensar nisto.

Entendeu por que a sua pergunta é PARVA?

Nunca mais na sua vida ponha a questão neste jeito, porque passará por IGNORANTE. Entendeu?
De João Pedro Amorim Abreu a 29 de Maio de 2016 às 23:34
Esclarecido, ao menos não é das muitas pessoas ignorantes e que defendem os direitos dos animais e depois comem carne que facilmente passou por tortura numa empresa qualquer.
A diferença é que muitos da linguagem que utiliza muitas vezes nem é para opinar sobre esta prática, mas sim responder a muitos comentários.
Sou limiano e não concordo com esta prática no entanto não consigo me por ao lado de si, porque acho que é levada demasiado pelo sentimento de revolta, aconselho que se inerve menos e dê mais ênfase ao seu lado racional e não ao sentimental.
"Ó" Isabel A. Ferreira, respondeu porque quis, se fica ofendida por tal pergunta, penso que o problema seja seu.
Com todo o respeito desta pessoa "IGNORANTE", boa noite.
De Isabel A. Ferreira a 30 de Maio de 2016 às 12:06
João Pedro Amorim Abreu, parece que não percebeu nada do que eu disse. ALIMENTAÇÃO é uma coisa. TORTURAR ANIMAIS PARA SE DIVERTIREM E MATÁ-LOS DEPOIS PARA OS COMER, é outra coisa, apesar das bestas humanas os maltratarem nos matadouros. Mas não quem os come.

Eu já lhe disse (se não disse a si, disse a milhentos limianos e açorianos incultos que aqui vêm comentar) que EU NÃO OPINO NADA. Eu DENUNCIO FACTOS REAIS, exercendo um DIREITO CÍVICO, consignado na Constituição da República Portuguesa, e aplico as palavras CERTAS para a circunstância, porque, também já disse, a “vaca das cordas” não é um espectáculo de Ballet Clássico (nunca leu nenhum texto meu acerca de ballet clássico, de concertos de música, de pintura, de cinema, de teatro, pois não? Devia ler, para poder discernir a diferença que existe entre uma coisa e outra. É que para tudo há as palavras certas).

Não quero que se ponha “ao lado de mim”. Nem pouco mais ou menos.

A mim este tipo de prática INDIGNA-ME. REVOLTA-ME. NAUSEIA-ME, porque não faz parte das actividades HUMANAS que dignificam o SER HUMANO. E A TORTURA DE ANIMAIS (quer sejam humanos ou não humanos) EU DESPREZO COM TODAS AS MINHAS ENTRANHAS. Além de que para mim, um ANIMAL é tão ANIMAL COMO EU. E eu respeito todos os animais, até as moscas, EXCEPTO os animais homens-predadores que MALTRATAM CRUELMENTE os outros animais, quer sejam humanos ou não humanos. Percebeu?

A RACIONALIDADE nada é sem as EMOÇÕES.

E sabe, eu respondo porque pretendo recolher estas minhas respostas, para as colocar num link. Porque ando sempre a REPETIR-ME, respondendo aos que se recusam a EVOLUIR (mas tenho esperança que evoluam).

E fique sabendo que a mim, só ofende quem eu deixo.

A ignorância não me ofende. Nem, pouco mais ou menos. A ignorância INSULTA a minha inteligência, mais do que quando me chamam de VACA ESGANIÇADA. E sabe porquê? Porque quando me olho no espelho, o que lá vejo não é uma vaca esganiçada, nem o que os palavrões ordinários com que os aficionados de tauromaquia (seja de que modalidade for) costumam “mimosear-me”, sugerem.

Ainda não se aperceberam disso?

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