Comentários:
De O apartidário a 6 de Dezembro de 2023 às 19:05
Este país não é para tradicionalistas; ou o Visconde de Santarém para Totós
Portugal teima em manter os tiques culturais de esquerda e em remeter para o limbo figuras maiores de cultura e pensamento. Em benefício de carapaus de corrida que a espuma dos dias traz à costa…

04 dez. 2023, 00:15 no Observador

A 7 de Novembro de 2023, aparentemente, o consulado de António Costa desaba, sem sólido fundamento judicial, ao fim de oito anos de um poder quase absoluto. A 18 seguinte, cumpre-se outro aniversário do 2.º Visconde de Santarém (1791-1856), historiador e estadista português, pai da cartografia científica mundial, cujo bicentenário, em 1991, o Público e o Expresso assinalavam. O que têm em comum os dois factos? Muito mais do que se pode pensar. O Portugal do 25 de Abril teima em manter os tiques culturais de esquerda e em remeter para o limbo figuras maiores de cultura e pensamento. Em benefício de carapaus de corrida que a espuma dos dias traz à costa…

O complexo industrial-pensante português, constituído por jornalistas e comentadores, membros de academias (académicos), professores universitários e políticos, não se notabiliza – com brilhantes, mas raras excepções – pela inovação ou por pensar fora da caixa. Pelo menos, não no que diz respeito à análise historiográfica da primeira metade do século XIX nacional; especificamente, do tempo de D. João regente e D. João VI (1792-1816) a D. Miguel I (1828-1834).

Todos, de uma forma geral, mesmo quando não especializados, têm uma pernita de historiador para dar. Todos são historiadores de bancada, claro. Estás-lhes (Está-nos, a nós, povo português), na massa do sangue. Basta ver o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, todo o santo 10 de Junho, a criar mitos sobre a história e o destino sebástico de Portugal no mundo.

Em definitivo, este país não é para tradicionalistas, nem para miguelistas, nem para aristocratas. Apenas para socialistas, republicanos e plebeus. Por mim, pessoalmente, é-me igual. Não me identifico com nenhum dos lados da barricada. Mas, a nível científico, cultural e patrimonial, essa situação é grave, muito grave. Estamos perante uma evidente sovietização da memória nacional, quase cem anos depois dos sinistros métodos empregados pelo regime de Josef Estaline.

Daniel Estudante Protásio

https://observador.pt/opiniao/este-pais-nao-e-para-tradicionalistas-ou-o-visconde-de-santarem-para-totos/

Boa noite para si.
De Isabel A. Ferreira a 8 de Dezembro de 2023 às 17:10
Estou completamente de acordo com esta análise.
O que fazer?
Correr com eles!!!!!

«O Apartidário» aqui deixo o seu segundo comentário, com um grande amargo na boca, porque o "mundo novo" levar-nos-á à extinção do ser humano:

«Ora então bem-vindos [onde estão incluídas todas as pessoas de ambos os sexos] ao mundo novo»

https://identdegeneroideologiaouciencia.blogs.sapo.pt/a-ultima-medida-da-maioria-socialista-e-5766
De O apartidário a 8 de Dezembro de 2023 às 22:00
A respeito desse link de um blog que denuncia a ideologia de género para crianças obti a seguinte resposta em forma de post(veja bem ao que chegámos) ao tentar comentar num blog chamado última paragem cuja autora identifica-se como M J Lourinho :

"Já aqui escrevi, mais do que uma vez, que este blogue não é democrático.
É meu, responsablilizo-me pelo que escrevo, mas nada me obriga a publicar o que os outros escrevem.

Não há democracia aqui, sou uma déspota nesta "casa", e há muito que decidi que não publico comentários "Cheganos", racistas, homofóbicos, de ódio, ou simplesmente burros.

O visitante que se apresenta como "o apartidário" não terá o seu comentário publicado porque ele cabe em quase todas as categorias que enumerei.

Disse!!!! (mais uma vez). Ponto final, parágrafo! "

---- fim de citação (o post continua activo por esta hora 22h no referido blog)
De Isabel A. Ferreira a 9 de Dezembro de 2023 às 18:30
«O Apartidário» há gente assim... O que fazer?

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